quinta-feira, 22 de novembro de 2012

No limite da esportividade

A Ferrari, mais uma vez, deu o ar da graça no GP dos EUA, realizando uma artimanha de esportividade, no mínimo, duvidosa. Na verdade, a decisão da equipe de romper o lacre da caixa de câmbio de Felipe Massa para que esse perdesse 5 posições no grid e a Prima Dona Afonsina largasse uma posição a frente, consequentemente, do lado limpo da pista, foi uma fraude ao regulamento. Com efeito, o jurista Paulo, em D. 1, 3, 29, aduz que contra legem facit, quid id facit, quod lex prohibet; in fraudem vero, qui salvis verbis legis sententiam eius circumvenit (age contra a lei aquele que faz o que ela proíbe; em fraude à lei age aquele que, respeitando o sentido de seus palavras, subverte (contorna) seu sentido). A Scuderia aproveitou-se do regulamento para subverter a ordem de largada estabelecida pelo treino de sábado. 
O Luiz Fernando Ramos relatou que o Massa ficou puto, e não poderia ser diferente. A Ferrari precisou fazer isso porque o seu piloto Alfonso não se garantiu em Austin. Na corrida que poderia decidir o título, o piloto tem que, pelo menos, andar mais que seu companheiro de equipe. O Kid colocou meio segundo no Webber; Afonso, ao contrário, tomou quase 0,4s do Massa. Aliás, a corrida do Massa foi muito melhor que a do Alfonso, com um ritmo mais consistente e ótimas ultrapassagens.
No entanto, o artifício ferrarista deu certo e ambos os carros no lado limpo da pista fizeram ótimas largadas, principalmente a Prima Dona, que praticamente garantiu o lugar no pódium após a primeira curva. No resto da corrida, só tratou de permanecer na pista em uma de suas atuações mais fracas no ano. Não conseguiu avistar o Hamilton e o Vettel nem de binóculo, enquanto observava pelo espelho a aproximação de um emputecido Felipe Massa.
Como bem escreveu o chefe da redação patriarcal do blog, o título do Afonso já tem uma manchinha - aliás, por todas as situações estranhas deste ano, várias manchinhas. E é uma pena que, em uma temporada que poderia ter sido tão bonita, tivéssemos estes episódios de pouca esportividade para coroar um campeão. 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O QUE VIRÁ AGORA?

No GP de Austin, Texas, assistimos uma vergonhosa manobra de mamã Ferrari para ajudar a prima dona Afonsinha.
Que Massa não tem o respeito da escuderia todos sabemos. Mas, fizeram a cena de romper o lacre do câmbio do piloto brasileiro, que perdeu posições no grid, atrapalhando um monte de outros pilotos.
Não é ilegal mas, é imoral.
E, todo mundo justificou dizendo que assim caminha a Fórmula 1 .
Em algumas ocasiões deixei de assistir algumas corridas pela sujeira que acompanha esta categoria. O gosto pelas corridas fez com que voltasse a acompanhar a F-1.
Mas, há um cheiro de podridão no ar.
Todos parecem torcer pela prima dona e ignoram o espetáculo que foi a recuperação de Vettel na reta final do campeonato.
Dizem que é o carro. Só que este não é confiável e seu companheiro não anda metade do que ele com um carro igual.
Prima dona não tem feito nada a não ser acompanhar os pilotos mais velozes à espera de uma ajuda extra que, pelo visto, virá de algum trambique qualquer.
Leio hoje que a chuva esperada para domingo vai ajudar o piloto espanhol. Esquecem que Vettel anda muito bem na chuva.
Enfim, haja saco.

O campeonato virá com um gol de mão, com impedimento, aos 48m do segundo tempo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

OS MANO GORDINHOS!!!!

Rubim participou da prova de Stock Car em Brasília largando em oitavo e abandonando depois de levar um monte de bifas na oreia.
Reclamou que falta ética e tudo o mais. Não está acostumado com essas categorias do automobilismo em que totó é para quem quer e não para quem pode.
Prova disso é a NASCAR prova parecida com a Stock corrida lá nos USA (e abusa).
As corridas são "emocionantes" para os americanos do norte. Para nós é de uma chatice só quebrada pelas porradas homéricas que acontecem corriqueiramente.
Ontem foi um pouco diferente porque Jeff Gordon (se não for gordim pelo nome fica pelo excesso de massa cinzenta na caixa craniana, se me entendem) levou uma espremida de outro piloto um tal de Clint "gatilho" Bowyer. Até aí tudo normal na terra do Colt 45 (não é sampa, fá favô!). Acontece que Gordão esperou Clint "gatilho" por uma volta e jogou seu carro (24, que coisa!) para cima do seu, digamos, desafiante do MMA.  De quebra arrastou por engano um tal de Logano (só para rimar).
Sorrateiramente, Gordão entrou nos boxes deixando a confusão na pista. Só que não passou despercebido pela equipe de Clint "gatilho" que queria enforcá-lo na árvore mais próxima.
Foi uma confusão só. Mais adiante Clint aparece correndo pelo pit lane mostrando que não é gordo e também tem sangue quente. Lógico que a turma do deixa disso segurou todo mundo, houve bandeira vremeia e a vergonha fica por conta de nós que gostamos de esporte e somos obrigados a assistir (entre gargalhadas) essas baixarias.
Assim caminha a humanidade.
Em tempo: a gente chama os manos gordinhos mas, sabemos que a maioria não é de gordim. Melhor esclarecer antes que o departamento jurídico do blog seja obrigado a entrar em campo, ou na pista.



Notem que a luminosidade é propícia para as cenas lusco-fusco porradísticas.

Gordon é macho para carai!

sábado, 10 de novembro de 2012

MEU GORDINHO FAVORITO

Encontrei este hilário vídeo na infernal internet.
Meu gordinho favorito, João Paulo Montoya, aprontou uma digna aqui desta terra de motoristas sem o mínimo de educação (Rib's).
Em uma dessas relargadas da vida veio por dentro levou um tapinha no buzanfã e acertou (um magrinho!) Harvick.
Os dois rodaram e terminaria aí a bagunça se não fosse atitude latina de Harvick. Fechou o carro de Montoya e foi tirar satisfações sem tirar o capacete, claro.
O gordinho colombiano não deixou a batata assar (como dizia minha avó) e o que se seguiu é digno de comédia pastelão. Empurra daqui, empurra dali, veio o gordinho comissário de pista e resolveram a questão em mimimis nos boxes.
Agora não dá para deixar passar em branco duas coisas: o "Big Red" escrito no macacão de Montoya e o volume suspeito quando é visto, pelas costas, entrando na camionete dos fiscais.

USA

Teremos, no próximo fim de semana, a volta da Fórmula 1 na terra onde quem manda é o Barato Ôsana.
A corrida vai ser num circuito novinho lá em Austin, Texas.
Pelo que dá para notar nas voltas inaugurais da pista existem aclives e declives que devem proporcionar bons pegas.
Agora, em 10s no vídeo em que Imbróglio comenta a sua volta percebe-se onde os malucos da primeira volta vão se realizar. Após a reta de largada uma freada em subida e a primeira curva fechada à esquerda já iniciando a descida.
Muito parecida com a reta de chegada e a primeira curva em Osterreichring, na Áustria (Austin, Áustria, hummm), com a diferença que na pista austríaca a curva é para a direita.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

CALMA LÁ!!!

O video a que o chefe do blog se refere não quer rodar aqui na sede campestre infernal do blog.
Não sei se por culpa das famosas forças ocultas ou pelo fato dos cabos terem sido roídos pelo revisor.
Mas, num esforço de reportagem conseguimos imagens interessantes do que é uma tremenda bobagem dos alonsistas.
Notem que o bico está quebrado (ah vá!). Aquelas anteninhas nas laterais estão soltas dando a impressão de que o bico é tremendamente flexivel.
Como existe um limite para a flexibilidade das asas tal e coisa, lógico que todas as equipes fabricam suas asas de acordo com o regulamento. Só faltava a Red Bull dar outro tiro no pé, como em Bubu Dadá, sabendo que o leão está na moita doido para encaçapar o toro.
Um sujeito que acompanho pelo twiter postou outro vídeo onde, em super slow motion, a asa dianteira do carro de Uéber parece "mexer" mais que o normal. É a chamada caça às bruxas uma vez que alguns carros vivem batendo a asa dianteira no asfalto soltando faíscas e ninguém fala nada.
Estas peças são aprovadas pelos "home" e só faltavam desclassificar Vetor por conta dessas imagens bobagentas.
Os torcedores da prima dona não se conformam com as corridas espetaculares proporcionadas pelo piloto dos toro vremeio e querem de qualquer maneira desqualificar seu talento.

A troca do bico em questão
No segundo vídeo uma tentativa de zoom.

Red Bull e Eli Gold

Então viram este vídeo abaixo e agora estão achando que a Red Bull tem um bico dianteiro flexível. Os comentários dos italianos, espanhóis e imbecis no YouTube são furiosos. É ridículo, o vídeo não mostra nada de conclusivo, como podemos notar:



O efeito pode ser por qualquer coisa, alguma sombra, a mão do mecânico, etc. Curiosamente, o vídeo não continua mostrando a nova asa a ser colocada no carro. Na continuidade do pit stop, não há qualquer sinal de flexibilidade na reposição do aparato.
Na minha opinião, a Red Bull pode fazer, em relação a este caso, o mesmo que o Eli Gold: baixar as calças para facilitar.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O domingo depois do sábado

Confesso que, no meio da tarde do último sábado, após saber da exclusão de Vettel do treino classificatório, quase fui às lágrimas e, com a voz pequena, exclamei que não assistiria ao GP de Abu Dhabi. 
Óbvio que não cumpri com a palavra e assisti a corrida toda com muito gosto. Ao contrário do que foi nas três primeiras edições - que também foram as três últimas -, o certame onde Judas perdeu os Emirados (plágio severo da ala patriarcal do blog) foi emocionante, cheio de ação e disputa. 
O destaque, sem dúvida, vai para ele que de gelo é. Este, sim, conseguiu um resultado muito acima do que o equipamento dá a entender que permite. Largou gelidamente bem, foi consistente enquanto estava em segundo e, no fim, aguentou firme a pressão da Prima Dona para conseguir o primeiro triunfo desde sua volta à Fórmula-1. 
Os que disputam o campeonato fizeram boas corridas, cada um na sua. Prima Dona fez bom progresso, saindo de sétimo para segundo e Kid, excelente progresso para sair de último, voltar para último, ter que devolver a posição ao Grosjean e, ainda, chegar ao pódium. Mérito de Newey? É o que dirão por aí, mas a performance de Webber deixa claro que não é bem assim. 
Duas corridas pela frente e a disputa está ótima. Tomara que a Red Bull faça a lição de casa para não deixar que erros estúpidos ocorram de novo. Quase puseram tudo a perder em Abu Dhabi. 
Pode ser só uma (má) impressão, mas desenha-se, nesta temporada, uma rivalidade entre o Kid e a Prima Dona que deve ser a tônica dos próximos anos na F-1. 

REVISOR


O revisor do blog experimentando o gosto dos cabos

MOMENTO MIMIMI!


Fernandinho procurando uma cama quente para chorar.

LAMBÃO DE ABU DHABI

Corrida após corrida torna-se cada vez mais difícil a escolha do lambão do dia.
A concorrência é muito grande.
Nosso escolhido vai pelo inusitado. Mark Weber.
Normalmente não se mete em confusão. De vez em quando é atropelado pelos que chama de malucos da primeira volta, como no Japão quando levou uma bifa de Romã da Granja.
Mas, em Bubu Dadá baixou em Uéber o santo que baixa no Senna esse, não aquele.
O piloto brasileiro, mais uma vez, foi envolvido numa lambança na primeira curva, mas, conseguiu chegar em oitavo contando com uma corrida limpa e abandonos de quem ia à frente.
Indo conversar no cantinho, boa parte da imprensa falou horrores de Massa porque não ajudou a prima dona Alfonsinha. Até mesmo insinuações de fechar a passagem e etc.
Se é assim o que dizer de Uéber?
Ele sempre faz questão de abrir passagem para prima dona e em Bubu Dadá não foi diferente.
Com um companheiro de equipe como esse Vetor está danado.
Bom, dois momentos do nosso lambão do dia.
Acredito que Uéber não tenha o software de ultrapassagem sem dor. Ele simplesmente não tem o feeling para acertar o momento de enfiar o bico do carro e deixar acontecer. Faz que vai e não vai, desiste quando está do lado do oponente e coisas do tipo.
Já havia se envolvido em encrencas nesta mesma curva e resolveu, novamente, passar pelo lado de fora. O problema, e aqui concordo com a italianada, é que o adversário era o Massa que adora espalhar o carro batendo em quem tenta ultrapassá-lo.  Massa fez o que seu instinto manda fazer e invocou com o toro vremeio errado.
Uéber saiu da pista voltou e, na volta, assustou (disseram) o pobre Felipinho que acabou rodando.
Estou parecendo o véio Mero que repetia seus bordões ad nauseaum. "Se a pista não tivesse o acostamento como continuação do asfalto essas coisas não aconteceriam".
Agora, cá entre nós vejam o final do vídeo. Parece um show de rock. A fumaça encobrindo o astro que repentinamente Tcham surge faceiro para alegria da platéia.
Não esperava que Massa conseguisse embicar o carro no sentido correto.





Mas, aqui se faz aqui se paga, como diz o leão do imposto de renda.
E, surgem nossos heróis (como diria Pedro Miau) de sempre.
Uma confraternização entre Paulo que Restou (uma vez que incrível Hulk também da Força Aí Índia, bateu em Senna esse, não aquele), Romã da Granja, Chapolin Perez, o tomado Uéber, e Pastor sem ovelhas.
Muito fácil prever o que iria acontecer. Um empurra o outro que xinga a mãe alheia e Chapolin vai para fora da pista. Por favor, voltem ao meu bordão de cima.
Para variar, Chapolin volta como os motoristas aqui de Rib's. Ou seja, com se estivesse sozinho no mundo e claro sendo dono deste mundo.
Nesta volta sobrou para Romã da Granja e Uéber.
Enfim, não sei se a ultrapassagem de prima dona logo no iníco desestabilizou o piloto australiano ou se estava num dia de fúria.
Sei que na hora em que estava quietinho caiu uma Lotus em seu colo.


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

PURO SANGUE

A F1 é um esporte, muitas vezes, injusto. Sempre falo para o chefe do blog que muitos pilotos talentosos se perdem pelo caminho porque não tem carros à altura, ou tem que mostrar serviço em um espaço de tempo exíguo.
Hoje, odes tem como musa a nossa prima dona alfonsinha.
Sim, é um piloto excepcional mas, tem um aparato por detrás a garantir punições estranhas (não me refiro à de Vetor domingo passado) trazendo uma tranquilidade que nenhum outro piloto tem.
Como bem lembrou o chefe do blog essa máquina já esteve a serviço do aposentado shushu.
Mas, há um piloto extremamente talentoso no grid.
Nós do blog, e alguns agregados também, somos fãs de seu estilão deixa que eu chuto (ou melhor bebo).
Falamos do vencedor da corrida lá em Bubu Dadá, Kimi Raikkonen (ou Kiwi Vodkanem).
É o chamado piloto puro sangue. "Veste" o carro e pisa no da direita. Não quer saber de politicagem, nem de falação antes ou após as corridas.
Neste GP onde subiu no lugar mais alto do pódio, praticamente mandou seu engenheiro à merda quando ouviu pelo rádio que deveria manter os pneus aquecidos. Disse que já estava fazendo isso e sabia o que fazia.
Eu, particularmente, adorei esse chute no saco. Esse negócio de engenheiros entrarem no rádio para falar abobrinha só serve para enervar.
Enfim, quando estreou pela Sauber em 2001 muita gente dizia que era uma temeridade porque não tinha grande experiência em carros de fórmula.
Calou os críticos e galgou rapidamente o iceberg da fama. Iceberg porque tem o apelido de Iceman.
Neste GP do Japão em 2005 os verdureiros da dona Globo diziam que Fisichela tinha a vitória assegurada quando Kiwi fez seu último pit stop. Diziam que não iria ter tempo para alcançar o então piloto da Renault.
Pois esta ultrapassagem no início da última volta foi tão espetacular que Ron Dennis vibrou como se fosse um gol.

Enfim, estamos felizes pela volta de Iceman ao mundo dos vitoriosos e esperamos mais nesta e na próxima temporada.





quem disse que ele não sorri?

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Pessoinhas

É sabido que Jenson Button, Dan Wheldon e Anthony Davidson competiram juntos no kartismo inglês enquanto pessoinhas. Os três atingiram considerável sucesso na carreira, especialmente Jenson, que chegou ao título da F-1. No entanto, nem sempre a vida foi fácil para o campeão de 2009. Neste vídeo abaixo, 20 anos antes, vemos o inglês vertendo suas lágrimas por ter sido desclassificado de uma prova por conduta antidesportiva. Sorte para ele, lá estava o pai John Button para consolá-lo.


Neste outro vídeo, vemos, além de Jenson Button e Dan Wheldon, o piloto Justin Wilson, que chegou a andar de F-1 (2003, Minardi) e está, hoje, na IndyCar. Legal, após a corrida, a entrevista com Jenson, aos 9 anos de idade, e seu  orgulhoso pai.



Com Sebastian, até que o mundo dê outra volta

A tônica do final da temporada será a disputa entre Sebastian Vettel e Fernando Alonso, a Prima Dona, pelo título mundial de 2012. Ambos lutam pelo tricampeonato e, mais que isso, ambos lutam para se tornar o tricampeão mais jovem da história, superando Ayrton Senna, que tinha 31 anos quando conquistou o certame no ano de 1991. 
Toda a grandiosa equipe do F-1 Literária torce, neste momento, por Vettel. Prima Dona é um cara nojento, a Ferrari é detestada por todos nós há séculos, o Vettel é um piloto mais limpo, menos mimadinho e mais talentoso - embora haja um consenso, hoje, de que Alonso é o melhor piloto do grid. 
O espanhol deu início a uma guerra psicológica, menosprezando a pilotagem Vettel, argumentando que o piloto da Red Bull só se destaca por causa da superioridade do equipamento. Nós sabemos que isso não é bem verdade, pois, se a Red Bull apresenta alguma efetiva superioridade, ela só é observada nos treinos classificatórios. Em corrida, a Ferrari está muito bem, e basta lembrar do ritmo de corrida na Índia para verificar que isso é verdade. 
Mas, enquanto vocifero contra a Prima Dona Alfonsina, uma lembrança não me deixa: houve um tempo em que a torci muito pelo Alonso porque era ele o homem que brigava com Schumacher e a Ferrari. É engraçado pensar que toda política e artimanhas que hoje se articulam em favor de Alfonso já estiveram contra ele. 
Em algum lugar do passado, já devo ter escrito sobre isso, mas não é demais lembrar. A temporada de 2006 foi a primeira última de Michael Schumacher, que anunciou, em Monza, que se aposentaria ao final do GP do Brasil daquele ano. 
Assim como ocorreu em 2012, em 2006, a Ferrari deu um jeito de proibir o grande diferencial da equipe Renault naquele ano: o tal amortecedor de massa. Afonso e Fisichella perderam desempenho, Schuchummy encostou no campeonato, e a gota d'água aconteceu no Grande Prêmio de Monza. No treino oficial, Alonso teve um pneu estourado, o que danificou alguns apêndices aerodinâmicos no seu carro (naquele tempo, os carros eram repletos de penduricalhos que ninguém sabia para quê serviam), foi para os boxes, trocou os pneus e voltou para pisto pouco a frente de Felipe Massa. O espanhol não podia abrir passagem, pois, se o fizesse, não teria tempo hábil de fazer uma volta lançada. Massa, após o treino, fez um papel ridículo, servindo aos interesses mafiosos da Ferrari e disse que foi bloqueado por Alonso em sua última volta rápida.  Por conta disso, Alonso foi punido com a perda de posições no grid e, durante a corrida, teve o motor quebrado. O GP foi vencido por Schuchummy, que na entrevista após a bandeirada anunciou sua aposentadoria. Tudo perfeitamente conforme o planejado, como quiseram os homens de vermelho. 
O absurdo da situação fica claro neste vídeo, contendo a entrevista de Afonso e a situação dele e Massa na pista: 



De lá para cá, o mundo girou e mudou. Hoje, Alonso é o homem da Ferrari, e as forças ocultas a favor dele conspiram. Claro que isso gera frustração no torcedor e, quem sabe, toda bronca que nutrimos hoje contra Afonso seja potencializada por este e outros episódios em que ele foi a vítima.
Como já dissemos, hoje, estamos com Vettel, esperando que ele se mantenha íntegro, na medida do possível, dentro deste ambiente tóxico da F-1. Mas, a verdade é que não se pode esperar que a integridade de um homem dure até o fim da temporada.  

Salão do Automóvel

A gentileza de uma querida amiga nos levou ao Salão do Automóvel na noite de ontem. Ainda não entendi bem a respeito de quê aquilo tudo se trata, mas foi bacana para ver alguns bólidos de competição bem interessantes. Eis alguns exemplos: 





segunda-feira, 29 de outubro de 2012

ATO FALHO!

Leio aqui que prima dona Alfonsinha disse que luta com "uma espada pequena".
Não é por nada não mas, penso que ele deveria elaborar melhor suas metáforas.
Dizer, por exemplo, que luta com uma pequena pistola contra tanques de guerra.
Pensando melhor ele que vá "metaforar"  na cama que é lugar quente.

"espada pequena, pistola pequena. Má não é tudo a mesma coisa?"

domingo, 28 de outubro de 2012

O novo Alain Prost

Creio que a ala patriarcal do blog tenha feito uma comparação interessante, neste post aqui, ao relacionar o mimimi do mimadinho Alfosino com o mimimi do mimadão Alain Prost.
A comparação, no entanto, pode se estendida para além das reclamações de ambos em relação ao  desenvolvimento do carro proporcionado pela equipe Ferrari ao longo da temporada. Afonso e Prost são pilotos muito parecidos, tanto dentro quanto fora da pista. 
Assim como seu antecessor francês, Prima Dona é um piloto cerebral, arrisca na medida certa, não deixa escapar qualquer oportunidade de pontuar, tem uma regularidade incrível e uma visão especial de todos os aspectos de uma corrida. Por outro lado, em termos de classificação, ambos são pilotos apenas ok. 
Mas as semelhanças estão, também, fora das pistas. Prost era, assim como Afonso é, um piloto mesquinho, que nunca admitia seus erros e a culpa por suas derrotas. No combate ao seu arquirrival Ayrton Senna, o francês utilizou-se de todas as manobras políticas possíveis, aproveitando-se do contato pessoal que tinha com o então presidente da FIA, nosso eterno amor, Jean-Marie Ballestre. No vídeo abaixo, Senna atesta os mimimis prostitutos:


Alfonso também usa bem o jogo político da F-1, aproveitando-se da força da Ferrari nos bastidores. No último sábado, após tomar um couro de Sebastian Vettel no treino classificatório para o GP da Índia, Prima Dona disparou que sua briga não é contra o piloto alemão, mas contra o projetista Adrian Newey. 
Foi uma declaração pensada, daquelas que não são ditas por conta do calor do momento, mas para desestabilizar o adversário, bem ao estilo que Prost fazia contra Senna e que lhe rendeu bons frutos até o brasileiro aprender a por a cabeça no lugar. 
O objetivo mediato do espanhol foi o de colocar as autoridades que trabalham a favor dos mafiosos de vermelho de prontidão: foi um recado do tipo "vocês precisam fazer alguma coisa para que este cara não consiga largar na frente". Ao longo desta temporada, já se reclamou do tal mapeamento do motor e este foi proibido; já puniram o Vettel por razões pouco justificadas e, mesmo assim, Vettel e a Red Bull não deixaram de incomodar a Ferrari e o principal banco da F-1. 
A premissa do discurso de Alonso é que a Ferrari não é um carro bom o suficiente para competir com o time dos energéticos. Pura balela. A Ferrari pode não ser tão rápida - ou Alonso pode não ser tão bom - em classificação, mas o ritmo de corrida dos dois carros é muito parecido. Se Afonso conseguisse largar mais à frente, daria muitos problemas para Vettel e Webber. Aliás, a superioridade na corrida de hoje em relação aos carros da McLaren e da Red Bull de Webber demonstram isso. Massa não pode acompanhar  porque pilota a Ferrari do Massa e não a do Alonso, e teve, desde muito cedo, problemas com consumo de combustível. 
Afonso também afirmou que luta "contra um exército". Quase chorei de pena do espanhol. É uma grande bobagem lançada aos desavisados. A Ferrari tem uma estrutura imensa e bem preparada, gasta mais dinheiro que o banco que a banca, além de ficar com uma gorda fatia dos lucros da F-1, só por ser a Ferrari, conforme levantamento acurado feito pela Julianne Cerasoli.
Enfim, Prima Dona parece ter aprendido bem as lições do professor Prost, tanto no que se refere a pilotagem, quanto na sujeira atirada contra os adversários por meio das declarações aos jornalistas. 

IMPRESSÕES AO LONGO DA CORRIDA

Estamos "ao vivo" nesta corrida onde as Índias perderam o Judas.
Volta 45 e o das Rosas acaba de dar uma bundada no gradil. Nada que o faça ir ao hospital.
Ele avisou o bar da porcaria do carro dele que ficou sem freios.
Enfim, a corrida está agradavelmente monótona. Prima dona Alfonsinha tentou mostrar serviço para cima do Uéber, que por seu lado estava doidinho para entregar o ouro. Mas, voltamos ao normal e prima dona ficou um pouco atrás.
Corrigindo, lá vem a prima dona para cima do Uéber.
O piloto australiano é inconstante o suficiente para que o espanhol se anime.
O carro Lotus genérico é ruim de reta e massa agradece porque vodkanem fica uma eternidade atrás e, mesmo com a "asa aberta" não consegue ultrapassar.
Volta 48, para alegria dos babacas da dona globo, prima dona passou Uéber.
Eles torcem descaradamente para o mimadinho do banco que patrocina todo mundo menos este blog.
Shushu estava sendo investigado por ignorar a bandeira azul mas, sendo quem é pelo jeito o "crime" vai passar batido.
Alonso vem babando para cima do Vetor. Faltando dez voltas a vantagem é de 11 s. Se cuida Tião!
Senna esse, não aquele, realizou uma bela ultrapassagem sobre Roseberg indo para décimo lugar.
Lembrando que Roseberg é um Massa genérico uma vez que joga o carro para cima do oponente.
Volta 53 e o carro de Vetor solta faíscas. Eu ia escrever que ele pode ter apanhado alguma coisa na pista mas, o comentarista mor da dona globo já falou.
Alfonsinho, na tentativa de chegar em Vetor saiu da pista.
Mas, é aquela merda. O acostamento é continuação da pista e os caras sabem que podem forçar que nada acontece.
Shushu abandona na volta 58. O babaca da dona globo não falou que hoje ele vai deixar de se divertir.
Entramos na última volta. Posso antever prima dona dizendo que não vai jogar a toalha e que espera ajuda dos céus e da terra para ganhar o campeonato. A ajuda da terra via sacanagens para cima dos Toros Vremeios, lógico.
Parece que o problema do carro do Uéber é a falta de Kers, além de um piloto mais arrojado em todas as circunstâncias.
Vetor venceu e prima dona chegou em segundo. Massa parou logo depois de cruzar em sexto. Faltou combustível.

sábado, 27 de outubro de 2012

SÓ PARA CONSTAR

Ando em falta com o blog. Tanto que não entendi o post último do chefe.
Em todo caso, e voltando à F1, estamos num fim de semana crucial para minhas previsões acerca do campeonato.
Largaram o pé dos Toros Vremeios e Vetor sumiu na frente. Prima Dona Alfonsinha reclama abertamente do carro e diz que luta contra o idealizador do carro de Vetor, Adrian Newey, menosprezando o piloto alemão prestes a fazer história caso leve o título neste ano. O mais jovem tricampeão e, de quebra, três vezes seguidas. Só Fangio e o aposentado shushu tem essa marca.
Esta soberba do piloto espanhol, e a língua solta, pode custar caro uma vez que mamã Ferrari é melindrada e pode dar a ele o mesmo destino que outro mimadinho famoso. Em 1991 Prost (ituto) foi chutado antes do fim do campeonato por criticar a equipe.
Enfim, este fim de semana é crucial. Se não arrumarem uma punição ao Vetor, ou algo do gênero, nosso espanhol mimadinho vai fazer mimimi na cama e eu queimarei minha língua.
 
Grid de Largada - GP da Índia
01. Sebastian Vettel 1min25s283
02. Mark Webber 1min25s327
03. Lewis Hamilton 1min25s544
04. Jenson Button 1min25s659
05. Fernando Alonso 1min25s773
06. Felipe Massa 1min25s857
07. Kimi Raikkonen 1min26s236
08. Sergio Perez 1min26s360
09. Pastor Maldonado 1min27s713
10. Nico Rosberg Sem tempo
11. Romain Grosjean 1min26s136
12. Nico Hulkenberg 1min26s241
13. Bruno Senna 1min26s331
14. Michael Schumacher 1min26s574
15. Daniel Ricciardo 1min26s777
16. Paul di Resta 1min26s989
17. Kamui Kobayashi 1min27s219
18. Jean-Eric Vergne 1min27s525
19. Vitaly Petrov 1min28s756
20. Heikki Kovalainen 1min29s500
21. Timo Glock 1min29s613
22. Pedro de la Rosa 1min30s592
23. Narain Karthikeyan 1min30s593
24. Charles Pic 1min30s662





                                                "mimimi! Cadê o título que me prometeram?"



quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O post que ela escreveu

Estávamos no ônibus e ela, com seu vigoroso iPad, sugeriu que escrevêssemos um post. Eu disse que não. Este é o post que ela escreveu. 

Emendei, perguntando:
_ Você ainda vai me amar quando eu ficar careca? 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A cartilha

Narradores e comentaristas de competições esportivas, seja no rádio ou na TV, tem como missão, além de transmitir informações a respeito do evento, tornar um esporte, às vezes difícil de ser entendido, em algo que possa ser apreciado e digerido pelo público em geral. 
Não é tão fácil cumprir esta missão com o automobilismo. Embora os carros e capacetes coloridos, a alta velocidade, o perigo inerente à competição sejam atrativos naturais, não é um esporte fácil de fazer com que as pessoas se sintam nele insertas. Um jogo de futebol e uma luta de pancadaria são mais fáceis de sensibilizar o público: não há tanta dificuldade em sentir empatia por quem aplica ou recebe um golpe, ou marca ou defende um gol. 
Corridas de carros são mais difíceis de entender, precisam-se de setecentas câmeras para captar a pista toda e, principalmente, as reações do carro e do piloto não são necessariamente visíveis a olho nu. Este é um ponto complicado: se o jogador se esforça, corre mais que os outros, todos podem ver isso, sem dificuldade; se um cara apanha, apanha, apanha, mas não desiste, isso é um feito digno de nota e fácil de ser detectado pelo público; se o Usain Bolt corre pra cacete e chega muito antes dos outros, a gente pode falar do tênis, que a roupa é mais leve, etc, mas não interessa: o cara correu sozinho até a linha de chegada. Por isso, estes esportes tem uma face mais humana que pode faltar ao automobilismo. 
Assim, as transmissões aqui no Brasil - onde falta uma cultura automobilística, como se costuma dizer por ali e por aqui - tem fórmulas para suprir estas "deficiências" do esporte a motor. 
A primeira dificuldade é o próprio carro e o peso que tem no sucesso de um piloto. É comum ouvirmos a pergunta "o que conta mais? O carro ou o piloto?". Todos queremos crer que o piloto, o fator humano da competição, conta mais que fator mecânico, o carro. Explicar todos os aspectos da interação carro/piloto não é algo fácil de fazer, então, para encurtar o caminho até a humanização do esporte, elege-se um carro, uma equipe, e um piloto que fará as vezes de super humano a bater o poderio das máquinas. 
Vamos lembrar: as competições entre Schumacher e Hill, Schumacher e Villeneuve, Schumacher e Häkkinen e etc., nunca foram vistas como embates de pilotos, ou embate entre Ferrari contra Williams e McLarens. Ao contrário, sempre foi passada a imagem de que se tratava do talento de Schumacher contra a tecnologia mais avançada das demais equipes. Hoje em dia, o eleito como talentoso é, não coincidentemente o também piloto da Ferrari, Fernando Alfonso, a Prima Dona. 
A falsidade deste dado é evidente se olhamos o orçamento da Ferrari, a quantidade de testes que realizavam, principalmente na era Schumacher e os privilégios políticos que a equipe italiana tem e sempre teve. Mas precisamos de um herói humanizado e, temos assim, de tempos em tempos, algum eleito. 
Quando Vettel faz uma pole incrível, ele "mostra a força do carro Red Bull". Quando Alfonso, a Prima Dona, é avistado abrindo a porta do banheiro para se aliviar antes da corrida, é porque "tem mil coelhos na cartola". Do mesmo modo, quando o Häkkinen botava todo mundo no bolso, a McLaren tinha um carro incrível; se o Schumacher andasse bem, era por causa da superioridade de sua pilotagem. 
Mas, vejam só, o Schumacher voltou sem a Ferrari, sem um super carro, sem um companheiro de equipe capacho e não fez absolutamente nada em três anos. Como eu explico isso? Havia tanta babação em torno do talento infindável do nobre alemão que, agora, ficamos todos com cara de tacho ante suas medíocres performances. Ah, mas ele está se divertindo! Não precisa ganhar mais nada, já ganhou tudo e, agora, está se divertindo - não é o que ouvimos todas as vezes que alemão-mor aparece milagrosamente conseguindo manter o carro na pista? É uma mais uma frase pronta repetida à exaustão nos fins de semana de Fórmula-1. 
Essas fórmulas, que soam como grandes besteiras para quem acompanha corridas há duzentos anos, devem ter o mesmo efeito naqueles que narram e comentam as corridas pela emissora oficial. Eles sabem o que estão fazendo e tem consciência que não necessariamente o que dizem é verdade. Mas são fórmulas que procuram vender um produto a quem não acompanha ou não entende o esporte. É como um requintado prato de comida que provoca estranheza em quem vai, pela primeira vez, experimentar: aquilo pode ser uma maravilha para o paladar mais preparado, mas, para aliviar a descrença no sabor, eu posso jogar queijo por cima. E é isso que eles fazem: jogam queijo em um prato maravilhoso. 

Há um ano atrás

No dia 16 de outubro de 2011, falecia Dan Wheldon em um terrível acidente na última prova da temporada de F-Indy, realizada nem Las Vegas. A morte do piloto foi chocante pela violência da batida e pela circunstância que cercou sua participação naquela corrida. Wheldon participou de apenas duas provas em 2011: as 500 milhas de Indianápolis e a corrida de Las Vegas. Venceu as 500 milhas, que é uma das maiores glórias que um piloto pode ter ao longo de sua carreira; por essa razão, foi convidado para correr em Las Vegas, a prova de encerramento do ano que decidiria o campeão. A organização oferecia uma premiação milionária caso Dan vencesse o certame. O piloto, todavia, deveria largar da última posição. 
O oval curto obrigava os bólidos a andarem muito próximos e, com muitos carros na pista (eram 34 na ocasião), o risco de um acidente múltiplo era alto. Bastaram 11 voltas para que 15 carros se chocassem em um grande acidente em que Wheldon foi um dos envolvidos. O resto é parte de uma triste história. 
Pessoalmente, o acidente foi marcante pelas circunstâncias da uma época particularmente estranha. Rendeu este texto. Só o tempo cura certas feridas e esperamos que este ano que transcorreu tenha ajudado família e amigos a superar a falta do piloto. 

NUM FALEI?

No post aí embaixo "Ficamos assim" disse que a atitude reclamona de Felipe Massa no GP lá onde Judas perdeu a Coréia do Sul significava o contrato renovado entre ele e Mamã Ferrari.
Pois agorinha mesmo, na transmissão do futebol Brasil e Japão o verdureiro mor da dona Globo disse que Felipe renovou o contrato e corre em 2013 para a máfia vremeia.
Quase acordei nênes em seu sono matinal "lembrando" a rainha da mansão deste post.
Mas, como diria o poeta, o que vale é bola na rede.
Agora, Massa vai poder mostrar serviço com mais tranquilidade.
Só não pode ultrapassar prima dona Alfoninha.

 "Aí seus goiabas!!! Renovei contrato"






"Mimimi! Num posso passar a prima dona?"

BRIGA NO TRÂNSITO

 Nelson Piquet, o sênior, não era um piloto com educação francesa. Nem o homem.
Sempre foi áspero no trato com outros pilotos e a humanidade.
Enfim, neste vídeo ele não facilita as coisas para Andrea de Cesaris (um piloto rápido mas, cá entre nós, lambão) e os dois se enroscam no GP de Mônaco em 1989.
O engraçado é a briga no trânsito que se transformou o episódio.
Imaginem o que o piloto italiano grita na orelha do brasileiro.
 


RAPÁ!

 Enquanto isso em Guapore, RS um acidente incrível com o piloto Diumar Bueno. Seu Fórmula Truck perdeu o controle em plena reta, despencou pela grama e voou pelo gradil.
O piloto teve múltiplas fraturas e muita sorte, uma vez que, segundo a TV não corre risco de morte.
Mas, que tal a direção do circuito ser politicamente incorreta e tirar a grama colocando brita?
No mínimo seguraria mais o bólido.


FORÇA PARMERA!


Luizão Hamiltão, que se diz fora da disputa do título depois da corrida onde Judas perdeu a Coréia do Sul, resolveu inovar e dar uma força para o Parmera.
Saiu da pista e apanhou um tapete verde (coisa ridícula dentre tantas coisas ridículas que colocam à beira da pista) e saiu em defesa do time de São Paulo.


Hamiltão mostrando congraçamento entre categorias esportivas mesmo na hora do naufrágio

domingo, 14 de outubro de 2012

A CEREJA DO BOLO DE ABACAXI

Uma das facetas da personalidade da prima dona Alfonsinha é um otimismo exagerado e forçado.
Sempre diz que vai ganhar. Talvez por saber que o mundo da F1 conspira para que leve o título de 2012 para casa.
Neste aspecto, Vetor pode ir pondo a barba de molho.
Mas, de vez em quando não dá para esconder.
Vejam a cara de satisfação de Vettel e o mimimi interno de Fernandinho.
Mais ou menos assim: Vettel - "se fodeu, mano."
Fernandinho: "mimimi"


Mimadinho vai ter que remar muito

MICOS

Tudo bem que é festa e/ou existem aqueles eventos onde o patrocinador coloca o piloto num mico sem tamanho.
Mas, vejam a foto de Uéber, Psy, e Vetor.
Todos parecem felizes e dançando numa perfeita sintonia. Mas, que é forçado é
Não me perguntem quem é o Psy, nem o Cologia.

 "oi, oi, oi"

FICAMOS ASSIM

A corrida na Coréia do Sul foi ligeiramente enfadonha. Do ponto de vista da madrugada insone não foi muito fácil prestar atenção após a primeira volta.
Aliás, a primeira volta fechou com Vetor, Uéber, prima dona Alfonsinha, Hamiltão, e Massa.
Tirem Hamiltão e temos os quatro que cruzaram a linha setecentos e oitenta e duas voltas depois.
Até Vodkanem já estava por ali como quem não quer nada e acabou em quinto.
A novidade é que mamã Ferrari mandou Massa baixar a bola e não ultrapassar prima dona.
Ora, ora, ora. Massa até cantou de galo após a corrida dizendo que teve que jogar água no próprio chopp.
Quem diria....
Para este que vos tecla significa que está de contrato renovado. Caso contrário diria que teve problemas com o aquecimento dos pneus e não conseguiu se aproximar do espanhol mimadinho.



01. Sebastian Vettel 1h36min28s651
02. Mark Webber +08s200
03. Fernando Alonso +13s900
04. Felipe Massa +20s100
05. Kimi Raikkonen +36s700
06. Nico Hulkenberg +45s300
07. Romain Grosjean +54s800
08. Jean-Eric Vergne +1min09s500
09. Daniel Ricciardo +1min11s700
10. Lewis Hamilton +1min19s600
11. Sergio Perez +1min20s000
12. Paul Di Resta +1min24s400
13. Michael Schumacher +1min29s200
14. Pastor Maldonado +1min34s900
15. Bruno Senna +1min36s900
16. Vitaly Petrov +1 volta
17. Heikki Kovalainen +1 volta
18. Timo Glock +1 volta
19. Charles Pic +2 voltas
20. Narain Karthikeyan +2 voltas
21. Kamui Kobayashi Abandonou
22. Pedro de la Rosa Abandonou
23. Nico Rosberg Abandonou
24. Jenson Button Abandonou

QUANDO A PRIMEIRA É A ÚLTIMA

Nesta madrugada de sábado para domingo tivemos mais uma etapa da F1 lá onde Judas perdeu a Coréia do Sul.
Aqueles que gostam de corridas de carrinho tem um novo atrativo.
Tentar prever quem vai bater em quem na primeira volta.
Esta temporada é rica em idiotices do tipo.
De Senna esse (não aquele) até Pastor sem ovelhas o time dos "sem noção" tem algo a mostrar em praticamente todas as corridas.
Jasão Butão tem razão quando diz que os "idiotas" pensam que a primeira volta é a única. Muitas vezes acaba sendo a última.
Desta vez podemos ver a ação de dois representantes dos "sem noção".
Chapolin Perez, com a câmera em ação, larga feito um maluco sem freio e quase atravessa a curva saindo do outro lado.
Desce a reta desembestado e vemos Kobaishi! na sua frente. Quando Chapolin vem para a esquerda fica com Jasão na mira. Só que Kobaishi foi mais rápido. E mais eficiente. Pumba em Jasão e no pobre Roseberg. Este precisa de uma piscina de sal grosso, uma vez que no Japão levou a pior também na primeira volta. Lá foi Senna esse (não aquele). Tá feia a coisa para o piloto Lemão.




depois da lambança deu até sono