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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

CALMA LÁ!!!

O video a que o chefe do blog se refere não quer rodar aqui na sede campestre infernal do blog.
Não sei se por culpa das famosas forças ocultas ou pelo fato dos cabos terem sido roídos pelo revisor.
Mas, num esforço de reportagem conseguimos imagens interessantes do que é uma tremenda bobagem dos alonsistas.
Notem que o bico está quebrado (ah vá!). Aquelas anteninhas nas laterais estão soltas dando a impressão de que o bico é tremendamente flexivel.
Como existe um limite para a flexibilidade das asas tal e coisa, lógico que todas as equipes fabricam suas asas de acordo com o regulamento. Só faltava a Red Bull dar outro tiro no pé, como em Bubu Dadá, sabendo que o leão está na moita doido para encaçapar o toro.
Um sujeito que acompanho pelo twiter postou outro vídeo onde, em super slow motion, a asa dianteira do carro de Uéber parece "mexer" mais que o normal. É a chamada caça às bruxas uma vez que alguns carros vivem batendo a asa dianteira no asfalto soltando faíscas e ninguém fala nada.
Estas peças são aprovadas pelos "home" e só faltavam desclassificar Vetor por conta dessas imagens bobagentas.
Os torcedores da prima dona não se conformam com as corridas espetaculares proporcionadas pelo piloto dos toro vremeio e querem de qualquer maneira desqualificar seu talento.

A troca do bico em questão
No segundo vídeo uma tentativa de zoom.

sábado, 30 de julho de 2011

Um filme já visto

Falta uma hora para o treino oficial para o GP da Hungria e, por aqui, alguém ouve Raul Seixas a todo volume. Sinto vontade de sair no janela e gritar "toca Rauuuul", o que me faz lembrar que ainda não escrevi uma palavra sequer sobre o GP da Alemanha, da semana passada. Aliás, acho que não escrevi sobre várias dos últimos GPs.
Fato é que estamos assistindo um filme repetido. Basta ver as manchetes jornalísticas após a maravilhosa vitória de Lewis Hamilton para ver que um interrupção no sucesso do Kid e sua Red Bull safada atende ao interesse da grande mídia e dos patrocinadores, que querem ver uma disputa maior pelo título de pilotos - já que no de construtores vai ser difícil se ver uma real ameaça aos carros dos energéticos.
A Fórmula-1 tem dessas. Em tese, para manter a emoção, é necessário que haja vitórias de todo mundo, que não se tenha certeza de quem vai ser campeão até o último momento e etc. Isso é realmente ótimo, mas quando acontece espontaneamente. Forçar uma competitividade por alterações no regulamento - que, este ano, foi voltou, voltou, foi e nada se resolveu - não é atraente para os torcedores. Se um piloto está ganhando tudo por competência sua e de sua equipe, o que queremos ver é este cara ganhando tudo mesmo, simplesmente porque é bonito ver um piloto fantástico vencer.
O pior é que as corridas não têm sido sem graça. Muito pelo contrário. Apesar do sucesso da Red Bull, as disputas estão cheias de emoção.
Quando digo que este é um filme repetido, refiro-me a algumas temporadas em que a estrela e virtual campeão foi "freado" com a intenção de atender interesses diversos. Até o da própria equipe. Veja-se, por exemplo, 1988. Senna reagiu após o GP do Canadá e caminhava para o título sem maiores problemas. Então, na fase Ibérica do ano, a McLaren número 12 simplesmente não andou nada. O carro que vinha dominando tudo amplamente o grid àquela altura, amargou um sexto e um quarto lugares, em Portugal e na Espanha. Dizem as más - ou boas, não sei - línguas que isso ocorreu porque a McLaren, que utilizava os canhões V6 de 1,5 litro, turbo, da Honda, queria encerrar a briga pelo título no Japão, por interesses comerciais. E foi exatamente o que aconteceu.
Também em 1999, quando Schumacher quebrou a perna, não havia ninguém para ameaçar Mika Häkkinen. Havia um tal de Irvine, que não tinha condições de ser campeão. Então, uma série bizonha de acontecimentos estranhos passou a ocorrer com o finlandês, o que dava a nítida de impressão de que havia "forças ocultas" atuando para manter a disputa pelo campeonato em aberto.
Agora é torcer para que as tais forças ocultas deixem que brilhe quem tem que brilhar.