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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

CARROS (FINALMENTE) NA PISTA

Como dizia um velho locutor esportivo "o que vale é bola na rede". No nosso caso, carro na pista.
Lá em Barcelona começaram hoje pela (nossa) manhã os testes pré temporada da F-1.
Sim, não valem muita coisa, pelo menos no primeiro dia, porque as equipes escondem o jogo.
Mas, para alegria deste lado do blog, Vetor fez o melhor tempo quase alcançando o tempo da pole do ano passado. Usando pneus macios. 



Também para alegria do blog interiorano Mimadon não conseguiu dar uma volta sequer. Pena que, leio, agora à tarde já andou dando o ar da graça. Vai terminar o dia dizendo que vai ser campeão este ano.

Várias equipes apresentam a asinha em forma de "T". Não mais chamada de "cauda de baleia".



Algumas, como mamã Ferrari, resolveram garantir e combinam a asa traseira normal com barbatana de tubarão e o "T". Acho que vai dar merda...
Aliás, se existe o "Tzinho", que é a asa mirim, a asa maior deve ser chamada de "Tzão", nénão?
Dando nome aos bois, é claro.
Que mais?
Por falar e bovinos os toro seniores vieram com o bico mamilo (gente que coisa feia esse nome) aberto.
É um duto para recolher a água da chuva e refrescar o piloto. Ou encher o reservatório do radiador. Dona Gertrudes garante que é uma coisa ou outra. Ela embebedou um dos integrantes da equipe, com "visque" paraguaio (com perdão ao país) e o cara tomou tantas que ela não conseguiu decifrar em que língua o sujeito falava. Pelos gestos ela concluiu que, ou é isso ou é aquilo.

o mamilo furado do Toro



domingo, 19 de fevereiro de 2017

ESTRANHO, BONITO E FRACASSADO

Este é o Arrows A2 de 1979. O conceito de carro asa levado ao extremo. Mas, o carro era instável demais por conta das irregularidades das pistas.
Durou pouco. Foi pilotado por Ricardo Patrese e Jochen Mass. No ano seguinte veio o A3 mais convencional.

A2

A2

o normalão A3

segunda-feira, 11 de maio de 2015

PENA QUE VOA

O feliz momento (feliz para quem descobriu a pena voando) em que Pastor desce a reta todo faceiro e uma peça da asa traseira sai voando.
Deu no que deu.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

ASA MÓVEL

Não estamos falado da asa traseira e sim da asa dianteira da Ferrari.
Sei que parece pegação no pé (e é) da equipe mais desonesta (principalmente com seu segundo piloto) da F1.
Um tempo atrás criou-se uma celeuma porque, supostamente, os carros da  Red Bull abaixavam o nariz.
Eram de borracha, diziam.
Pelo que entendi nem estariam fora do regulamento que nada fala sobre bico de borracha.
Enfim, na corrida passada vimos estas imagens em câmera lenta e nosso novo comentarista rubim fez umas explanações e comcerteza não falou que o chacoalhar da asa dianteira cheirava mal.
Em todo caso comcerteza cheira mal.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

ASAS CORTADAS

Também deu o que falar o problema "asal" ocorrido com prima dona alfonsinha.
No passado outros tiveram problemas com asas que abriam e não fechavam. Se não me falha a memória Shushu abandonou uma corrida por esse problema.
Acredito que, como muitos outros, esse negócio de asa e pum atômico (Kers) que são novidades introduzidas para dar, vamos assim dizer, mais movimentação às corridas com o aumento das ultrapassagens são uma maneira de entendiar a disputa.
O coitado que vai à frente não pode fazer nada para evitar a ultrapassagem. Se rebolar demais é punido. Então fica feito boi no matadouro.
Cadê a graça?
Os pilotos tem que saber conduzir seus carros, sabendo a hora de poupar o equipamento e a hora de apertar o da direita. Quem não for cerebral faz bonito durante umas vinte voltas no máximo, e, acaba em último.
Enfim, o que ia dizer é que fiquei muito feliz com o problema do espanhol pedante. Não escondo.
Não havia reparado na primeira vez em que a asa continou aberta. Só quando o problema foi mostrado pela transmissão e o piloto preferido de mamã Ferrari foi chamado aproveitando para trocar pneus além de levar umas pancadas na asa.
Assistindo, novamente, a corrida percebi que ele deu umas quatro voltas com a dita escancarada.
Em primeiro lugar é de se estranhar que o cara conseguisse andar na parte de baixa velocidade da pista sem total aderência da parte traseira do carro e não perder posições. Talvez, tenha tido um desgaste maior que os outros em relação aos pneus. Mas, só entrou para os boxes depois que a TV mostrou em close o problema em seu carro.
Pelo regulamento não poderia andar com a asa aberta sem punição. Estranhamente ninguém cogitou em punir o espanhol por ter andado tanto tempo com a asa aberta.
Sei lá.
Por outro lado andaram criticando o fato dele ter tentado abrir a asa novamente sabendo do problema.
Nesta parte concordo com sua atitude. Ora, não era possível saber se o problema continuaria. Da maneira como foi tratado, na base da porrada, o negócio era tentar usar outra vez. Ninguém tinha idéia da extensão do caso. Se ferrou, no entanto. A asa não fechou, teve que retornar os boxes e a pobrezinha levou outras porradas para entrar nos eixos. Daí em diante ele não tentou novamente.
Mas, e sempre existe um mas, vimos que ele chegou grudadim na traseira de seu melhor amigo. O Uéber.
E se (e sempre existe um se) ele abrisse a asa na penúltima volta?
Provavelmente passaria Uéber num dos pontos em que era possível o uso da asa aberta. Sem contar o fato que o piloto australiano nem tentaria manter a posição. Seria punido?
Sei lá.
red bull te dá asas abertas

domingo, 24 de março de 2013

A EXPLICAÇÃO

Buenos. O mimimi de Uéber no ponto de refresco antes do pódio e após a corrida tem explicação.
Vetor desobedeceu ordens dos toros vremeio e ultrapassou o australiano.
Bastião pediu desculpas tal e coisa.
O pódio foi de uma alegria só.
O primeiro e segundo vencedores deveriam estar trocados e o terceiro, Hamiltão, nem deveria estar ali, uma vez que Roseberg, ao contrário de Vetor, obedeceu e ficou amargando um quarto lugar quando era mais rápido que o inglês. Então, a champã teve um gosto de limonada estragada.
Na questão de obedecer ordens já vimos este filme. Senna sempre vazia o que dava na telha ignorando os mimimis de  Prost (ituto) quando eram companheiros de equipe. Por essa e outras o clima entre os dois era sempre de trovoadas e puxadas de tapetes.
Cá entre nós detesto esse negócio de "tragam as crianças para casa" que aquele global adora repetir.
O scambáu!
Piloto que é fodão faz o que Vetor fez. Uéber, que levou uma volta inteira para ultrapassar prima dona com asa quebrada, não é um piloto aguerrido na hora que deve ser. Ora, quando sentiu o bafo quente do faminto companheiro de equipe tinha mais é que acelerar. Mais, chegou quatro segundos atrás quando todos imaginavam que iria partir para a briga o final quando, teoricamente, teria pneus mais inteiros que os de Vetor.
Enfim, essa história vai dar o que falar e pelo menos a gente tem o que comentar.
Até a China, em 14 de abril vamos ter assunto.

notem a alegria esfuziante
 Prima dona deu aquelas declarações de sempre, mas, disse que não podia ver a asa de dentro do carro (o que é verdade) e seguiu adiante por ordem da equipe, pensando em parar duas ou três voltas depois e trocar, além da asa, pneus.
Ou seja, disse que o cego não foi ele.

"a burrada não foi minha"

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Red Bull e Eli Gold

Então viram este vídeo abaixo e agora estão achando que a Red Bull tem um bico dianteiro flexível. Os comentários dos italianos, espanhóis e imbecis no YouTube são furiosos. É ridículo, o vídeo não mostra nada de conclusivo, como podemos notar:



O efeito pode ser por qualquer coisa, alguma sombra, a mão do mecânico, etc. Curiosamente, o vídeo não continua mostrando a nova asa a ser colocada no carro. Na continuidade do pit stop, não há qualquer sinal de flexibilidade na reposição do aparato.
Na minha opinião, a Red Bull pode fazer, em relação a este caso, o mesmo que o Eli Gold: baixar as calças para facilitar.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

ASA QUEBRADA?

Neste domingo tivemos, em Toronto (vulgo totonto), mais uma etapa da F-Indy.
Não tenho muito saco para assistir devido ao excesso de bandeiras amarelas. Algumas muito estranhas.
Mas, neste domingo até que valeu a pena devido aos comentários interessantes da Bia Figueiredo, convidada da emissora.
Vejam que Will Power para nos boxes com o pneu dianteiro esquerdo furado e parte da asa dianteira quebrada.
Os mecânicos trocam os pneus, reabastecem o carro e ignoram a asa.
Não entendo de aerodinâmica mas, penso que não faz falta metade da asa.

sábado, 14 de abril de 2012

TECNOLOGIA CONTRA

Os carros de F1 hoje em dia são, como diria o chefe do blog, plastificados.
Meninos de lata mimados. Não são de lata, mas deu para entender.
Quando chegam aos boxes são recebidos por uma verdadeira equipe médica. Colocam ventiladores para refrigerar os radiadores, cobertores para os pneus, gelo seco para o show ficar mais feérico e por aí vai.
Perceberam que não falei do piloto?
O coitado fica lá dentro do cockpit observando tudo e esperando sua vez em ganhar uma garrafinha do patrocinador cheia de algum liquido horrível.
A aerodinâmica nem se fala. De vez em quando a gente aqui do blog se diverte dizendo que o carro ficou mais veloz quando alguma peça é arrancada por algum esbarrão.
E, não é incomum, as peças simplesmente saírem do carro por estarem mal ajustadas.
As asas dianteiras são, hoje em dia, um espetáculo à parte.
Com mais detalhes que uma obra de arte rococó.
Vejam o desenho da polêmica asa dianteira da dona Mercedes.
Ela contém o tal duto que joga o ar coletado pela abertura da asa traseira e faz com que a dianteira deixe de exercer seu papel de forçar o carro para baixo. Ou seja, estola a asa dianteira.
Meio doido de entender e nem sei se funciona bem em corrida. Vamos descobrir, espero, lá onde o Judas perdeu a China poluída.
Se dona Mercedes se der bem todos vão copiar a revolucionária asa.
Essa busca pela velocidade e o uso de componentes que, cada vez mais, afastam a condução do carro como atributo da vitória tira o brilho da competição.
Nos treinos oficiais para o GP da China atribuem o fato de Uéber (sétimo no grid) andar na frente do Vetor (décimo primeiro) a um novo escapamento instalado só em seu carro e não, por exemplo, o Tião estar um tanto desinteressado em andar forte (o que ocorre, na minha opinião).
Penso que deveria haver um limite para a tecnologia de modo que o piloto não se torne um mero apertador de botão.

sábado, 21 de maio de 2011

AH VÁ - I

Acabou o tedioso treino para o GP de Barcelona e a única nota marcante é um fato quase óbvio.
A mamã Ferrari tentou inovar e não copiar e criou uma asa traseira fora do regulamento.
Até os globais admitem que mamã não cria nada novo faz um tempão.
Na verdade passa o tempo todo de olho nos adversários, trabalhando nos bastidores para torpedear os que ousam andar na frente.
Pelo visto, vão conseguir proibir o sistema de exaustão dos toro vremeio.
Coisa feia.
Mamã deveria ir para a cozinha, pegar uma receita doida da dona Gertrudes, criar um projeto espacial-imbatível e, com toda propriedade, ficar dando bananas para os adversários.
Melhor que ficar na sacada cuspindo em quem está embaixo.
A foto que ilustra o post é do Alejandro Garcia da EFE.