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terça-feira, 6 de novembro de 2012

LAMBÃO DE ABU DHABI

Corrida após corrida torna-se cada vez mais difícil a escolha do lambão do dia.
A concorrência é muito grande.
Nosso escolhido vai pelo inusitado. Mark Weber.
Normalmente não se mete em confusão. De vez em quando é atropelado pelos que chama de malucos da primeira volta, como no Japão quando levou uma bifa de Romã da Granja.
Mas, em Bubu Dadá baixou em Uéber o santo que baixa no Senna esse, não aquele.
O piloto brasileiro, mais uma vez, foi envolvido numa lambança na primeira curva, mas, conseguiu chegar em oitavo contando com uma corrida limpa e abandonos de quem ia à frente.
Indo conversar no cantinho, boa parte da imprensa falou horrores de Massa porque não ajudou a prima dona Alfonsinha. Até mesmo insinuações de fechar a passagem e etc.
Se é assim o que dizer de Uéber?
Ele sempre faz questão de abrir passagem para prima dona e em Bubu Dadá não foi diferente.
Com um companheiro de equipe como esse Vetor está danado.
Bom, dois momentos do nosso lambão do dia.
Acredito que Uéber não tenha o software de ultrapassagem sem dor. Ele simplesmente não tem o feeling para acertar o momento de enfiar o bico do carro e deixar acontecer. Faz que vai e não vai, desiste quando está do lado do oponente e coisas do tipo.
Já havia se envolvido em encrencas nesta mesma curva e resolveu, novamente, passar pelo lado de fora. O problema, e aqui concordo com a italianada, é que o adversário era o Massa que adora espalhar o carro batendo em quem tenta ultrapassá-lo.  Massa fez o que seu instinto manda fazer e invocou com o toro vremeio errado.
Uéber saiu da pista voltou e, na volta, assustou (disseram) o pobre Felipinho que acabou rodando.
Estou parecendo o véio Mero que repetia seus bordões ad nauseaum. "Se a pista não tivesse o acostamento como continuação do asfalto essas coisas não aconteceriam".
Agora, cá entre nós vejam o final do vídeo. Parece um show de rock. A fumaça encobrindo o astro que repentinamente Tcham surge faceiro para alegria da platéia.
Não esperava que Massa conseguisse embicar o carro no sentido correto.





Mas, aqui se faz aqui se paga, como diz o leão do imposto de renda.
E, surgem nossos heróis (como diria Pedro Miau) de sempre.
Uma confraternização entre Paulo que Restou (uma vez que incrível Hulk também da Força Aí Índia, bateu em Senna esse, não aquele), Romã da Granja, Chapolin Perez, o tomado Uéber, e Pastor sem ovelhas.
Muito fácil prever o que iria acontecer. Um empurra o outro que xinga a mãe alheia e Chapolin vai para fora da pista. Por favor, voltem ao meu bordão de cima.
Para variar, Chapolin volta como os motoristas aqui de Rib's. Ou seja, com se estivesse sozinho no mundo e claro sendo dono deste mundo.
Nesta volta sobrou para Romã da Granja e Uéber.
Enfim, não sei se a ultrapassagem de prima dona logo no iníco desestabilizou o piloto australiano ou se estava num dia de fúria.
Sei que na hora em que estava quietinho caiu uma Lotus em seu colo.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

DISCÓRDIA NA CONCÓRDIA

Muitas vezes a F1 é um saco.
Em vários sentidos.
Também como saco de gatos a serem interpretados.
Vamos sacar alguns gatos do saco. (doeu!)
Recentemente deu na Bloomberg (não é o Berger explodindo, por favor. Trata-se de uma emissora americana especializada em palpites financeiros) que dona Daimler que é dona da dona Mercedes (confuso, né?) está descontente com as grana que receberá em 2013 daqueles que distribuem o din-din da F1. Resumindo o tal Pacto da Concórdia. Todo ano há discórdia dentro da Concórdia (não resisto!)
Eles (da dona Mercedes) estão fazendo biquinho porque vão receber menos que Ferrari e Red Bull. Penso que esse povo precisa daquele chá Simancol. Não dá para comparar os carros prateados com os energizados ou os da máfia. Quem anda mais recebe mais. Algo em torno de 45 paus para renovação até 2020. É pouco, mas, eu aceitaria para colocar meu golzinho (onde anda?) 1.0 a encarar os plastiquinhos.
Agora, será que dá para comparar Mercedes e os outros?
Seria interessante manter os carros prateados pela beleza?
Após as corridas iniciais e a atuação tipo bunda meu boi do Roseberg em Bahrein andam dizendo pelos cantos que há um favorecimento aos carrinhos alemães. A não punição do piloto múltipla pátria (não há entendimento quanto ao o Kico. Se é alemão, sueco, finlandês, corintiano, baiano, ou coisa assim) foi marcante. Concordo com prima dona alfonsina e seus comentários sobre o episódio.
Portanto, a tendência da F1é agradar dona Daimler que é a verdadeira dona Mercedes. Mantém-se o polêmico duto que equipa os carros e vamos ajudar no que for possível para que os prateados andem na frente.
Tudo para que ela não jogue o batom e vá para sei lá onde.
Agora, é preciso acordar o seu Schumacher. Como diz o bordão inventado pelo Luiz “ele está devendo”.
Ainda por cima vejam só que aconteceu com o antes incontrariável piloto.
Depois do décimo lugar (até que não foi ruim para quem largou lá atrás) shushu lascou o verbo nos pneus Pirelli dizendo que algumas equipes tem sido prejudicadas pelos borrachudos.
Essa questão pneumática é antiga para carai. Houve um tempo em que o lemão corria pela mamã Ferrari e um dos fabricantes de pneus desenvolvia os compostos para ajudar no desempenho dos carros vremeios. O resto que se contentasse com o resto. Naqueles “gloriosos” tempos ele não reclamava.
Bom, nosso alvo preferido da máquina secadora foi obrigado a ouvir do diretor de corrida da Pirelli que suas reclamações pareciam coisa de principiante. Antigamente uma resposta como essa valeria cinquenta e duas chibatadas disparadas pelo tal de Anderson Silva.
Para completar Rose Bráu o chefão da equipe e “amigão” do shushu disse que há um longo caminho para a renovação de seu contrato. Ou seja, o chucrute de Michael está assando. Para ser escatológico (e mais um bordão do Luiz) shushu hoje em dia é muito peido e pouca bosta.
Acredito que não haverá renovação do contrato do lemão abrindo caminho (porque não?) para nosso massinha. Basta o todinho trabalhar um pouco. Mas, esse é um post para o futuro.


Rose Bráu e seu visual mendigo chique