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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Red Bull e Eli Gold

Então viram este vídeo abaixo e agora estão achando que a Red Bull tem um bico dianteiro flexível. Os comentários dos italianos, espanhóis e imbecis no YouTube são furiosos. É ridículo, o vídeo não mostra nada de conclusivo, como podemos notar:



O efeito pode ser por qualquer coisa, alguma sombra, a mão do mecânico, etc. Curiosamente, o vídeo não continua mostrando a nova asa a ser colocada no carro. Na continuidade do pit stop, não há qualquer sinal de flexibilidade na reposição do aparato.
Na minha opinião, a Red Bull pode fazer, em relação a este caso, o mesmo que o Eli Gold: baixar as calças para facilitar.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O domingo depois do sábado

Confesso que, no meio da tarde do último sábado, após saber da exclusão de Vettel do treino classificatório, quase fui às lágrimas e, com a voz pequena, exclamei que não assistiria ao GP de Abu Dhabi. 
Óbvio que não cumpri com a palavra e assisti a corrida toda com muito gosto. Ao contrário do que foi nas três primeiras edições - que também foram as três últimas -, o certame onde Judas perdeu os Emirados (plágio severo da ala patriarcal do blog) foi emocionante, cheio de ação e disputa. 
O destaque, sem dúvida, vai para ele que de gelo é. Este, sim, conseguiu um resultado muito acima do que o equipamento dá a entender que permite. Largou gelidamente bem, foi consistente enquanto estava em segundo e, no fim, aguentou firme a pressão da Prima Dona para conseguir o primeiro triunfo desde sua volta à Fórmula-1. 
Os que disputam o campeonato fizeram boas corridas, cada um na sua. Prima Dona fez bom progresso, saindo de sétimo para segundo e Kid, excelente progresso para sair de último, voltar para último, ter que devolver a posição ao Grosjean e, ainda, chegar ao pódium. Mérito de Newey? É o que dirão por aí, mas a performance de Webber deixa claro que não é bem assim. 
Duas corridas pela frente e a disputa está ótima. Tomara que a Red Bull faça a lição de casa para não deixar que erros estúpidos ocorram de novo. Quase puseram tudo a perder em Abu Dhabi. 
Pode ser só uma (má) impressão, mas desenha-se, nesta temporada, uma rivalidade entre o Kid e a Prima Dona que deve ser a tônica dos próximos anos na F-1. 

MOMENTO MIMIMI!


Fernandinho procurando uma cama quente para chorar.

LAMBÃO DE ABU DHABI

Corrida após corrida torna-se cada vez mais difícil a escolha do lambão do dia.
A concorrência é muito grande.
Nosso escolhido vai pelo inusitado. Mark Weber.
Normalmente não se mete em confusão. De vez em quando é atropelado pelos que chama de malucos da primeira volta, como no Japão quando levou uma bifa de Romã da Granja.
Mas, em Bubu Dadá baixou em Uéber o santo que baixa no Senna esse, não aquele.
O piloto brasileiro, mais uma vez, foi envolvido numa lambança na primeira curva, mas, conseguiu chegar em oitavo contando com uma corrida limpa e abandonos de quem ia à frente.
Indo conversar no cantinho, boa parte da imprensa falou horrores de Massa porque não ajudou a prima dona Alfonsinha. Até mesmo insinuações de fechar a passagem e etc.
Se é assim o que dizer de Uéber?
Ele sempre faz questão de abrir passagem para prima dona e em Bubu Dadá não foi diferente.
Com um companheiro de equipe como esse Vetor está danado.
Bom, dois momentos do nosso lambão do dia.
Acredito que Uéber não tenha o software de ultrapassagem sem dor. Ele simplesmente não tem o feeling para acertar o momento de enfiar o bico do carro e deixar acontecer. Faz que vai e não vai, desiste quando está do lado do oponente e coisas do tipo.
Já havia se envolvido em encrencas nesta mesma curva e resolveu, novamente, passar pelo lado de fora. O problema, e aqui concordo com a italianada, é que o adversário era o Massa que adora espalhar o carro batendo em quem tenta ultrapassá-lo.  Massa fez o que seu instinto manda fazer e invocou com o toro vremeio errado.
Uéber saiu da pista voltou e, na volta, assustou (disseram) o pobre Felipinho que acabou rodando.
Estou parecendo o véio Mero que repetia seus bordões ad nauseaum. "Se a pista não tivesse o acostamento como continuação do asfalto essas coisas não aconteceriam".
Agora, cá entre nós vejam o final do vídeo. Parece um show de rock. A fumaça encobrindo o astro que repentinamente Tcham surge faceiro para alegria da platéia.
Não esperava que Massa conseguisse embicar o carro no sentido correto.





Mas, aqui se faz aqui se paga, como diz o leão do imposto de renda.
E, surgem nossos heróis (como diria Pedro Miau) de sempre.
Uma confraternização entre Paulo que Restou (uma vez que incrível Hulk também da Força Aí Índia, bateu em Senna esse, não aquele), Romã da Granja, Chapolin Perez, o tomado Uéber, e Pastor sem ovelhas.
Muito fácil prever o que iria acontecer. Um empurra o outro que xinga a mãe alheia e Chapolin vai para fora da pista. Por favor, voltem ao meu bordão de cima.
Para variar, Chapolin volta como os motoristas aqui de Rib's. Ou seja, com se estivesse sozinho no mundo e claro sendo dono deste mundo.
Nesta volta sobrou para Romã da Granja e Uéber.
Enfim, não sei se a ultrapassagem de prima dona logo no iníco desestabilizou o piloto australiano ou se estava num dia de fúria.
Sei que na hora em que estava quietinho caiu uma Lotus em seu colo.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PARA-RAIO

Por falar em massa: ele virou para-raio. É a mola do mala do rubim, o Hamilton, olhar secador da prima dona, má vontade da equipe, boatos de saída para ontem e etc.
Agora, um pedaço do carro do nosso eleito sem noção o Pastor (de ovelhas) Domaudanado. Que por sinal é companheiro do rubim.
Mas, dos males o menor. Ele apenas incorporou mais um penduricalho em seu bólido.
Nada que prejudicasse sua apagada atuação.

ALIVIANDO PESO

Neste vídeo vemos o nosso shushu aliviando peso do carro descartando a câmera.
Pelo que entendi estava no bico do carro que bateu naquele mamífero listado que adora sacanear o massa.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Alívio


Nos últimos meses, acompanhamos com interesse as angústias do menino Lewis Hamilton, que esteve muito, muito, triste e sob muita pressão.
O destaque do domingo automobilístico foi a volta do sorriso aos lábios de Lewis, coisa que não víamos há tempos. A vitória impecável no GP de Abu Dhabi, que tirou um peso enorme das costas do inglês, foi dedicada à sua querida mamãe que esteve nos Emirados e deve ter ficado felizona com a dedicatória ao vivo em rede mundial.
Torcíamos, ontem, por Vettel e a suspensão quebrada logo na primeira curva foi frustrante. No entanto, na linha do que já dizíamos no sábado, uma vitória de Hamilton não seria desagradável. Na verdade, vê-lo vencer de novo e sorrir de novo foi um alívio. É como se, sorrindo Lewis, sorriríamos nós também. Eis a beleza do esporte.

sábado, 12 de novembro de 2011

Pode, sim!

A menina Vanessa expressou sua dúvida a respeito da aplicabilidade do verbo "torcer" às corridas de carrinho. Uma vez informada que não há qualquer impropriedade técnica nisso, ela concluiu que torceria para o Hamilton por ser ele sem noção.
Bom, cada um tem suas razões para escolher a torcida. Hoje, como ao longo do ano, torci para Vettel, o Kid, embora não fosse me desagradar ver Hamilton com a pole.
Kid agora iguala o recorde de Nigel Mansell, mas, claro, sem o mesmo aproveitamento do Leão. Mansell, em 1992, fez 14 poles em 16 corridas, enquanto Vettel tem 14 em 18. Vai ter, ainda, a classificação no Brasil de lambuja para superar o recorde.
Seria bom Hamilton largar na frente para ver se o menino fica alegre de novo. Não foi desta vez, mas amanhã é domingo e não sábado. Sabe-se lá o que vai acontecer e Lewis pode chegar em segundo, terceiro, na frente ou atrás de Button, pode bater de novo com o Massa, pode ser punido pela centésima vez no ano, pode quebrar ou estampar um muro. Ou pode vencer.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

TREINO

Hoje é dia 11/11/11 e muita gente dizia que o mundo iria acabar.
Não acabou. Se acabou, não fui avisado.
Tivemos lá em Bubu Dadá um dos treinos que não valem nada para o GP do próximo fim de semana. Essa corrida é esquisita porque começa com a luz do dia e termina com luz artificial. Tudo para contentar os telespectadores europeus.
Aqui em terra tupiniquim a corrida começa onze de la matina, prejudicando os telespectadores que vão para a famosa chácara da cunhada com horário marcado.
No primeiro vídeo vemos que o Vetor veio devagar, devagar, mas, deu uma encostada na barreira de proteção. Muita gente saiu neste ponto uma vez que não há prejuízo algum. Parte do acostamento é continuação da pista.
Todos sabem que sou contra essa benesse. Se o cara sai da pista algum prejuízo deve ter.
Em sequência, vemos a prima dona alfonsina indo pelo mesmo caminho. No seu caso, bateu de traseira e aparentemente quebrou a suspensão traseira.
Mostrou agilidade em pular o muro do vizinho.
Agora o terceiro vídeo é muito legal.
Vemos o vetor em close na hora do “encosto”. Dá para notar que ele olha para o lado pensando “sai muro, sai muro.”
O muro não saiu....





domingo, 28 de novembro de 2010

Outras ironias...

Em 2006, fomos, eu e a ala patriarcal do blog, pela primeira vez a Interlagos. Naquele ano, Schuchummy fazia "sua última temporada" na F-1 e lutava, ao lado da Ferrari e com apoio da FIA, para conseguir seu oitavo título mundial.
Na corrida de Monza, como todos lembram, Alonso, o rival de Schumacher na briga pelo título, foi claramente sacaneado pelas "autoridades competentes". Pouco antes, o grande trunfo da equipe Renault, o tal amortecedor de massa, havia sido proibido. Um carro que brigava por vitórias em quase todas as etapas passou a chegar em quarto, quinto.
No treino de sábado para o GP de Monza, especificamente no Q3, Alonso teve um pneu estourado. A borracha solta detonou os apêndices aerodinâmicos de seu Renault que, claro, ficou mais lento mesmo após a troca de pneu.
Massa - o piloto, não o do amortecedor -, em sua volta rápida, encontrou no caminho aquele que seria no futuro a Prima Donna, com seus apêndices quebrados e caminhando para abrir a sua volta lançada:



Por conta deste encontro, Alonso foi punido, pois a turbulência de seu carro atrapalhou Massa na parabólica... Questionável. Na época, me pareceu um roubo absurdo. Hoje, conhecendo um pouco mais da mente doentia do asturiano, sei lá. Talvez ele tenha mesmo deixado a turbulência lá de propósito...
Mas, por conta de tais eventos, e pela natural torcida contra Ferrari e o Schuchummy, fomos para Interlagos para ver Alonso campeão. Vibramos muito com os problemas enfrentados pelo alemão oficial no sábado e no domingo. Juntamo-nos com os espanhóis vestidos de toureiros que faziam uma grande algazarra - temos, inclusive, fotos com eles. Solidarizamo-nos com um espanhol branquelo que berrava alucinado em todas as passagens "ALONSO! ALONSO!". Chegamos em casa, vermelhos e suados por causa do calor infernal no autódromo, fazendo aquele gesto Alfonsino de vitória, que até hoje não sei o que significa. Ou seja, torcemos muito por Alonso.
Mas o mundo dá voltas. Há duas semanas, sentamos em frente à televisão para torcer desesperadamente contra a Prima Donna, que, no fim das contas, contou com a colaboração de seu antigo rival Schuchummy para perder o título e, ainda, ficou atrás de um carro de sua antiga equipe, a Renault, sem esboçar uma só tentativa consistente de ultrapassagem.

Vitória do esporte. Mas sem igualdade

Com duas semanas de atraso, duas palavras sobre a decisão do campeonato mundial de F-1.
Disse-se, e com razão, que a derrota da Prima Donna Alfonsina foi boa para o esporte, em vista do comportamento cínico e sem ética dos homens vermelhos.
O comportamento da Red Bull foi enaltecido. A equipe foi alçada à condição de exemplo de esportividade por ter deixado seus pilotos brigarem até fim, palmo a palmo, pelo título. Mas será que essa é toda a história?
É difícil esquecer o episódio do GP da Inglaterra, aquele que deram a asa do Webber para o Vettel porque o Kid quebrou a dele. Qual a justificativa para tal atitude? Vettel tinha, na época, alguns pontos a mais do que Webber no campeonato, o que justificaria uma preferência ao alemão prodígio.
Quer dizer, a Red Bull, certamente, não escancarou preferência por nenhum de seus pilotos, como fez - aliás, faz e vai morrer fazendo - a Ferrari. Mas, em um esporte tão preciso ao ponto de qualquer peça com dois graus mais para lá ou mais para cá, a pressão do pneu um pouco menor ou maior, poder fazer o cara chegar em primeiro ou em vigésimo, ainda que não haja ordens de equipe, é possível, sim, privilegiar um piloto em detrimento do outro. São inúmeras as variáveis de desempenho do carro, e qualquer sutil mudança pode fazer o cara perder dois, três décimos de segundo fácil, fácil.
O blogueiro oficial Flavio Gomes, por sua paixão cega pelos alemães sapateiro e Kid , não concordaria comigo. Para ele, aliás, a Ferrari só prejudicou seu segundo piloto em duas ocasiões: Áustria 2001 e 2002. O resto se deve ao talento fora do comum de Schumacher.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Party On

Nunca tinha visto este tipo de cena. Aqui no Brasil, a transmissão é interrompida logo após o pódium.
Interessante o Vettel deixando o AC/DC falar por seu coração...
Mais, depois.