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domingo, 18 de setembro de 2016

LAMBÃO EM CINGAPURA


Mal começou o GP de Cingapura e dona Gertrudes já berrava em meus ouvidos palpitando sobre o lambão do GP.
Dizia ela que teria que ser Mad Max Ven No Tápen Zinho. Todo pavonoso e "não sabe apertar o da direita na hora da largada". Sua hesitação ocasionou o acidente envolvendo Carlinhos Sains (noção) e incrível Huck. Quase sobrou para ele, Mad Max, por sinal. Vejam as ibagens.
Mas, nós do blog, concluímos que foi um acidente de corrida. Tipo aquelas trombadas em salão de baile quando todos já estão para lá de Dubai. O cara pula num zip, alguém vem num zap, outro pensa num zig, e todos pulam um zag. Não tem jeito. Vira suruba.






Mas, (lá vamos nós de novo cutucar a direção de prova) vendo as ibagens da relargada resolvemos dar o leitão porcamente assado por dona Gertrudes para a direção de prova na pessoa de Charlie Whiting. Sabemos que ele tem uma equipe formada por monte de múmias paralíticas que precisam de aposentadoria urgente. São uns babacas.
Bão, não viram o gordito fiscal limpando a pista na hora da relargada. Sei lá. Poderiam berrar no oreia do pobre que os "carros vem aí, panaca. Sai daí". Poderiam abortar a relargada e mandar alguém dar uns tapas na oreia do fiscal (eu disse gordito?) por não prestar atenção no que está acontecendo. E, etc.
Nada disso. Na relargada o prestimoso auxiliar roubou a cena do lagarto de véspera. Certamente correu para trocar as cuecas, borradas que ficaram. Gostei (aleluia) dos comentários dos globais sobre a cena.
Enfim, a direção de prova leva o leitão. Sei que dona Gertrudes, quando contrariada, faz xixi no porco mirim antes de enviá-lo ao destinatário. "Um condimento levemente adocicado com sabor, nos finalmente, ácido e teor alcoólico que nem te conto", diz ela.
Aliás, esse tempero foi registrado pela grande (mais de cem quilos) cozinheira. É secreto, como a fórmula da coca-cola e chamado de blargh.
O blog aconselha os seis leitores a não comprar o condimento nos supermercados da vida.
Principalmente porque não levamos nada de merchã.


"run gordito, run"

terça-feira, 8 de abril de 2014

MOMENTO PUTAQUETEMEPARIUVOCÊ

No vídeo Valério Bottas, o gordim genérico, mostra que também esquece onde fica o freio destes carros modernosos.
Veio que veio e quando percebeu estava para lá de Bagdá.
Ainda reclamou de Kiwi Vodkanem que estava na frente e quase leva uma encoxada pornográfica.
Lembrando que Bottas é finlandês tal qual Vodkanem e tantos outros bons de garrafa, digo, volante.
Vamos marcar o gordim e ver até onde ele chega.




segunda-feira, 7 de abril de 2014

SEM PISCAR O OLHO

Os atuais detratores da F1 vão ter que voltar para a moita. A corrida deste domingo em Báeunhein foi equivalente a uma corrida de 100 metros rasos. Não houve tempo para respirar.
Não sabemos como será daqui para a frente. Continuo, e muita gente também, achando certas coisas bem sacais (gíria do meu tempo. Sacal era algo do saco. Tipo (gíria atual), "aquele cara é sacal". Traduzindo: "aquele cara é um saco". Agora, o significado do saco em questão fica a cargo de quem interpreta).
Mas, vamos ao que interessa.
Em primeiro e segundo: os carros prateados. Hamilton venceu e Roseberg chegou em segundo. Penso que Kico merecia vencer mas o que penso não muda o resultado. O fato é que os dois brigaram limpamente na pista o que é bonito de se ver.

Terceiro: uma grata surpresa. Chapolin Perez saiu de dentro do armário (no bom sentido) e gritou Rááá. Com o susto que provocou ganhou a corrida dos que não tem a nave espacial chamada Mercedes (dona Mercedes para quem não é íntimo). Ele corre com Força Aí Índia e motor Mercedes genérico.

Quarto: Ricardão e seu Toro Vremeio equipado com motor Renault que fica devendo em potência. Fez uma bela corrida a ponto de Vetor ouvir pelo rádio a famosa canção "sai da frente fá favô". O piloto alemão, que anda com as barbas no molho, saiu da frente.

Quinto: Incrível Hulk com a outra Força Aí Índia.

Sexto: Vetor com seus Toro Vremeio resfolegantes. A maré não anda boa. Até a asa traseira andou fazendo greve não abrindo em parte da corrida.

Sétimo: Massinha de modelar e a ressurgida Williams. Tudo bem que seu carro (e de Bottas) é muito "traseiro". "Com certeza", diz rubim. Eles não conseguem despejar potência antes do dito (carro) apontar para a direção certa. Agora, cá entre nós, vamos parar com o discurso otimista demais. Tem gente boa andando tanto quanto.

Oitavo: Valério Bottas. Esse gordim genérico é cheio de ondas (gíria do meu tempo). Se acha (outra) e não respeita os mais velhos (massinha de modelar). Pelo andar da carruagem (veículo antigo) vamos ver os dois trocando posições e amabilidades o resto da temporada.

Nono: Rá! Don Mimadon. Sua Ferrari não é boa em nada. Pelo menos é o que dá para deduzir das suas declarações e de Vodkanem. Ficaram a corrida inteira vendo neguinho dando tchauzinho passando pelos lados, por cima, por baixo, pelas laterais e ufa!, acabou o sofrimento, digo, corrida.

Décimo: Kiwi Vodkanem. Pelo menos não está arrependido por trocar a Lotus, essa, não aquela.

Assim foi a classificação até o décimo lugar. Para anotar a corrida ruim das McLaren. Magnificuzem quebrou e Butão mezzo quebrou porque foi para os boxes quando as cortinas caíam.
A corrida foi ligeiramente quebrada pelo carro de segurança que entrou após a lambança de Pastor sem ovelhas. Ficou tempo demais e influenciou nas voltas que restavam. Boa parte dos pilotos cruzou a linha agarradinho um no outro. Um escorregão e adeus posição.
Fiquei com a  impressão que baixou o santo da Fórmula Indy na corrida. Carro de segurança deve permanecer o tempo suficiente para limparem o salão para o próximo baile e não para conveniências estranhas (sei lá quais são).


sexta-feira, 17 de maio de 2013

SEMI ATRETA

Antes do post em questão uma historinha: certa vez no médico, esteira ergométrica, médico gritando "para, para".
Eu encomendando caixão. Ele "você já foi atleta?" Eu "há trinta quilos atrás fui um semi atleta".
Ele "ufa! Então este defeito é normal".
Convivo com o "defeito" no coração que existe pelo fato de correr sei lá quantos km por semana até hoje.
Ou até ontem.
Deixei de ser um semi atleta, voltei a ser um semi atleta, e por aí escorre a vida.
Uns meses atrás, resolvi, ou o médico conseguiu me resolver, a entrar nos eixos de uma boa alimentação e etc., etc., e tal.
Parte desta resolução consiste em caminhar toda vez que nênes permite.
Então, caminhando uma manhã destas no parque aqui perto a ideia deste post.
Vamos lá.
Para chegar ao parque é necessário driblar vários carros vorazes em te atropelar.
Calçada que é bom só em filmes de Holywood.
Vencida a selva entramos no parque.
Caminhada em questão.

Num dia destes as cachoeiras da foto não funcionavam. Os laguinhos tem umas carpas monstruosas. Tenho a impressão de que se não andarmos rápido elas pulam feito tubarões na sua jugular. Mas, neste dia, estavam sedentas por oxigênio. Oh!
Havia, no entanto, um caminhão salvador do departamento da porra de esgoto de Rib's. Mas, (oh! de novo), retrato do funcionalismo público. Uma mulher ao celular reclamando com alguém que "você conhece funcionário público". Ela era chefe da equipe de umas cinco pessoas encostadas na grade que dá para as bombas que fazem funcionar as cachoeiras. Esperavam alguma coisa para consertar as bombas. Enquanto isso, bocejavam de tédio.
Quase parei e agarrei a dita pelo pescoço. Funcionário público eu também sou e trabalho para carai.  Se esses caras estão com má vontade manda pá....
Deixa para lá. O que importa é a caminhada a eliminar o estresse e o colesterol e etc.


Muito comum, em qualquer hora de caminhada, grupos andarem lado a lado, passeando ao invés de caminhar, tomando todo o "asfalto", fazendo com que as outras pessoas acabem no acostamento. Com isso já existe um caminho ao lado da pista, na grama. Fica esteticamente horrível, mas, as madames, jovenzinhas, casais gordurosos, mamães sem noção com filhos sem noção, que não estão nem aí para a galera.
Bom, resumo das caminhadas.
Umas seis madames se espremendo na pista reclamando que "fulana" fala muito e atrapalha a concentração da caminhada. Todas, inclusive a "fulana" concorda, mas, continuam em manada atrapalhando todo mundo.
Três italianos, ou filhos da bota, comentando sobre (rá!) massas. Um pergunta sobre o horário do jogo do Parmera. Penso, "melhor não saber". Tinha razão. Parmera levou pau.
Gordos (sem preconceito) passam correndo por mim. Constato que não vão longe. Esbaforidos encostam na grama olhando o cronômetro disfarçando o quase infarto.
Tatuagem. As mais variadas nos mais variados lugares. Imagino as escondidas.
Crianças. Ah! Adoro crianças.
Ouço um "sai da frente" e passa uma filha da mãe de bicicleta feito doida olhando feio porque você não saiu da frente rapidamente. Mamãe (ou papai) estão atrás prontos a te fuzilarem se reclamar.
Anoto que bicicletas são proibidas para maiores de quatro anos. Tudo bem. As crianças de hoje em dia parecem pequenos adultos. Engano meu.
Magrelos ou magrelas todos serelepes. Fico puto. Eles precisam caminhar, ou correr, junto com os mortais gordinhos? Para que caminhar? Eles estão tripudiando de quem não foge das gorduras da vida.
Casais são um post à parte. Discutir a relação enquanto caminham é dez. Quero dizer a mulher. O homem fica concentrado em caminhar enquanto a mulher concentra-se em reclamar de alguma coisa que ele esqueceu (ou não lembrou!). Hilário.
Outro dia passou um casal por mim como quem está em início de relacionamento. Duas voltas depois passei por eles e cada um olhava seu celular. Não rolou.
Celular é outro post. Neguinho que pensa que celular ainda é sinônimo de status é dose para leão (como diria seu Homero). Grandes negócios são resolvidos aos berros enquanto o sujeito finge caminhar. Dá vontade de dar palpite. Outro dia um sujeito berrava preços em dolar e imediatamente convertia em real. Algum comerciante especializado em Paraguai.
Sujeitos, ou sujeitas, com fones de ouvidos também são interessantes. Alguns passam cantalorando. Sem perder o fôlego, diga-se de passagem. Mas, sem curtir o ambiente. Melhor correr numa esteira.
Finalmente, os galãs.
Nesta pista a metragem é marcada no chão no sentido anti-horário. Multidões caminham, portanto, no sentido anti-horário.
No entanto, alguns galãs (e galoas) dos anos 1950 caminham no sentido horário. Na contra-mão.
Mas, fazendo caras e bocas. Quem sabe não arrumam alguém para repor as gorduras em alguma pizzaria?
Para encerrar: existem patos (e patas) que povoam o parque e fazem a alegria da petizada sem educação a correr atrás dos infelizes.
Eles, os patos/patas, ficam de boa acostumados que estão com os humanos normais. Só estressam quando o humano é baixinho.
Mas, a rainha da mansão tem um certo preconceito contra eles. Diz que estão sempre prestes a tentar bicar quem passa perto. Eu sempre disse eles só tem cara de enfezados.
Um belo dia estou caminhando sem a rainha e no meio do caminho um simpático pato. Nem ligo, dou bom dia e vou passando por ele. Pois não é que ele resolveu correr atrás de mim?
Só para confirmar a paranóia da rainha. Desviei do dito, apertei o passo, mas, tive vontade de acertar o saco do penoso. Se soubesse onde fica.

Teria sido ele?

sexta-feira, 29 de março de 2013

NASCAR É DE LASCAR!

A NASCAR, a Stock Car daquele país lá do norte, também tem seu bad boys.
O atual é o sujeito do caro nº 22, Joey Logano, que anda se envolvendo em confusões a dar com o pau.
Não foi punido em nenhuma ocasião, mesmo porque o que os home "das grana" gostam de uma polêmica que pode atrair verdinhas.
Neste vídeo ele se enrosca com Denny Hamlin, do carro 11, na última curva do GP de Fontana.
Notem o carro de Kyle Busch, nº 18, passando pelos dois briguentos para vencer.
Aparentemente foi coisa de corrida. Um dando peitada no outro até que ambos batem em algum muro abandonando a corrida. Hamlin se ferrou quebrando alguma coisa e indo parar no hospital.
Mas, na continuação do vídeo vemos um gordinho, que não o Montoya, partindo para cima do Logano e sentando umas porradas nele até a turma dos mecânicos deixa disso dispersarem os briguentos.
É Tony Stwart que também quer tirar uma lasca da cara do "amado" Joey, porque supostamente foi fechado por ele numa das inúmeras relargadas.



Joey Logano tem apenas 22 anos e já foi considerado uma grande promessa da NASCAR. Pelo que leio perdeu o foco da carreira nestes acidentes de trânsito, provocados por ele ou não. Vai ter que colocar a cabeça no lugar se quiser ir longe.
Stwart disse, após a pancadaria, que o garoto é "nada mais que um menininho rico que nunca teve que trabalhar por nada na vida."
Uma frase dessas naquele país grande e bobo tem um peso maior do que neste onde muitos menininhos ricos realmente não querem trabalhar por nada na vida.

bad boy não só na pose

sábado, 10 de novembro de 2012

MEU GORDINHO FAVORITO

Encontrei este hilário vídeo na infernal internet.
Meu gordinho favorito, João Paulo Montoya, aprontou uma digna aqui desta terra de motoristas sem o mínimo de educação (Rib's).
Em uma dessas relargadas da vida veio por dentro levou um tapinha no buzanfã e acertou (um magrinho!) Harvick.
Os dois rodaram e terminaria aí a bagunça se não fosse atitude latina de Harvick. Fechou o carro de Montoya e foi tirar satisfações sem tirar o capacete, claro.
O gordinho colombiano não deixou a batata assar (como dizia minha avó) e o que se seguiu é digno de comédia pastelão. Empurra daqui, empurra dali, veio o gordinho comissário de pista e resolveram a questão em mimimis nos boxes.
Agora não dá para deixar passar em branco duas coisas: o "Big Red" escrito no macacão de Montoya e o volume suspeito quando é visto, pelas costas, entrando na camionete dos fiscais.