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domingo, 15 de setembro de 2019

RUBIM - DEZ ANOS DEPOIS

Num dia 13 de setembro de 2009 Rubim venceu o GP de Monza pela "categoria máxima" do automobilismo. Depois disso não mais se ouviu o "ouviridum" pelo lugar mais alto do pódio na F-1.

Para comemorar, correndo pela Stock brasileira, Rubim venceu a chamada segunda corrida.
Sua equipe perpetrou uma tática perfeita para a corrida curta e Barrichello chegou lá.
O importante é que o sujeito ainda tem lenha para jogar na fogueira.

"eu era comportado..."



"agora é festa...."

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Veja você como são as coisas

Na quinta-feira da semana passada, a primeira vitória de Rubim Barrichello na F-1 completou 14 anos. A corrida foi inesquecível, com todo tipo de maluquice, como o doidão que estava puto com a Mercedes e invadiu a pista para protestar, além dos carros, como o de Rubim, que completaram a corrida de pneus slicks mesmo com a chuva que caía forte em parte da pista. Lembremos a última volta:



Pois, na semana passada, em razão da Corrida do Milho Grande da Stock Car, lembrei do Rubim. Não lembrei porque achei que ele pudesse vencer a corrida, mas principalmente porque os meios oficiais não estavam falando tanto nele. Vi entrevista com o Cacá, mas não vi nada do Rubim. Mas, quem sabe, só estivesse desatento. 
Então, veio a pole no sábado e achei que seria interessante se ele vencesse justo na semana do aniversário da primeira na Fórmula-1. Ele foi lá e ganhou uma corrida muito empolgante. Claro que não houve o drama de 14 anos atrás, mas vê-lo comemorar como um menino, acariciando o rosto do filho, me fez lembrar por que eu torcia para ele. 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

OS MANO GORDINHOS!!!!

Rubim participou da prova de Stock Car em Brasília largando em oitavo e abandonando depois de levar um monte de bifas na oreia.
Reclamou que falta ética e tudo o mais. Não está acostumado com essas categorias do automobilismo em que totó é para quem quer e não para quem pode.
Prova disso é a NASCAR prova parecida com a Stock corrida lá nos USA (e abusa).
As corridas são "emocionantes" para os americanos do norte. Para nós é de uma chatice só quebrada pelas porradas homéricas que acontecem corriqueiramente.
Ontem foi um pouco diferente porque Jeff Gordon (se não for gordim pelo nome fica pelo excesso de massa cinzenta na caixa craniana, se me entendem) levou uma espremida de outro piloto um tal de Clint "gatilho" Bowyer. Até aí tudo normal na terra do Colt 45 (não é sampa, fá favô!). Acontece que Gordão esperou Clint "gatilho" por uma volta e jogou seu carro (24, que coisa!) para cima do seu, digamos, desafiante do MMA.  De quebra arrastou por engano um tal de Logano (só para rimar).
Sorrateiramente, Gordão entrou nos boxes deixando a confusão na pista. Só que não passou despercebido pela equipe de Clint "gatilho" que queria enforcá-lo na árvore mais próxima.
Foi uma confusão só. Mais adiante Clint aparece correndo pelo pit lane mostrando que não é gordo e também tem sangue quente. Lógico que a turma do deixa disso segurou todo mundo, houve bandeira vremeia e a vergonha fica por conta de nós que gostamos de esporte e somos obrigados a assistir (entre gargalhadas) essas baixarias.
Assim caminha a humanidade.
Em tempo: a gente chama os manos gordinhos mas, sabemos que a maioria não é de gordim. Melhor esclarecer antes que o departamento jurídico do blog seja obrigado a entrar em campo, ou na pista.



Notem que a luminosidade é propícia para as cenas lusco-fusco porradísticas.

Gordon é macho para carai!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

ENTÃO FICA ASSIM

Estava em um laboratório onde iriam tirar meu precioso sangue quando resolvi ler os trinados.
Hamilton, e sua ida para dona Mercedes, dominam o viveiro.
Sua vaga vai ser ocupada pelo Chapolin Perez, esnobado por Montedemerdazolo por ser imaturo. Na verdade, ele ultrapassou prima dona mimadinha em Monza caindo em desgraça na máfia vermelha.
Mas, sinceramente acredito que McLaren deu um passo atrás com sua contratação.
Por outro lado, não vislumbro ninguém para substituir Hamilton.
Essas trocas servem ao menos para dar uma chacoalhada num campeonato que parecia ir em direção a um final eletrizante e acaba em anticlimax.
Vamos às figurinhas:


                         Hamilton de boa na lagoa. Ou com a boa na lagoa.


                        Chapolin: "Dããã! Tô de carrinho novo!"
  
                                       
                       O aposentado shushu e seu pijama. Tchau belo! !

                      Rubim Marcão. Um monte de vaga e ele trabalhando de farmacêutico.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Espera-se nada

Rubim vem aí na Indy e estamos todos alvoroçados em ambas as suntuosas sedes do F-1 Literária. Aparentemente, os resultados nos testes foram razoáveis e o piloto se adaptou bem ao carro. No entanto, não podemos nos deixar levar pelos erros de outros tempos e criar imensas expectativas por bons resultados.
Antes de tudo, é preciso lembrar que a equipe KV - por quê Barrichello competirá em 2012 - é uma escuderia minúscula, com pouco orçamento. As chances de vitória do brasileiro ao longo desta temporada são mínimas e um pódium em um circuito misto já seria um resultado excepcional. Dadas as limitações de sua equipe, por mais equilibrada que seja a F-Indy, Rubens não tem condições de acompanhar os carros de ponta, notadamente os Penske e Ganassi.
Além disso, Barrichello será companheiro de equipe de Tony Kanaan, que já está devidamente ambientado na KV, conhece todas as pistas, tem um preparo físico de touro (como o de Barrichello), sabe andar em circuitos ovais muito bem e, por tudo isso, vai, provavelmente, dar um couro no Rubinho este ano. Por mais experiência que tenha e por mais talentoso que seja, Barrichello estará aprendendo - ou reaprendendo - em 2012.
Enfm, não é bom criar grandes esperanças de vitórias e título. Mas, confesso, chego ao ponto final torcendo para ter errado tudo de novo.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Maior que a soma das partes que o compõem

Trezentos e vinte e dois GPs disputados em 19 temporadas completas na F-1, 11 vitórias, 14 pole-positions, 658 pontos somados, 2 vice-campeonatos mundiais. Bastariam esses dados para concluir que o dono dessas marcas teve uma belíssima carreira na Fórmula-1. Tais números, entretanto, sendo, em alguma medida, aleatórios, não contam toda a história.
Quando eu era menino, tinha um poster da revista Grid com uma foto do Nigel Mansell vencendo o GP do Brasil de 1989. O verso deste poster continha uma outra imagem, com um jovem piloto fazendo seu primeiro ano de F-Ford. Por alguma razão, a face visível do poster pendurado no meu quarto não era a da consagrada Ferrari guiada pelo inglês, mas a que exibia a foto daquele jovem rapaz promissor que, conforme o previsto, chegaria em poucos anos à Fórmula-1.
A corrida em que a foto foi tirada realizou-se em Florianópolis sob muita chuva. Era a estreia daquele piloto que venceu sem grande dificuldades, embora nunca tivesse competido de monoposto anteriormente.


Quando escolhi qual lado do poster ficaria voltado para a parede e qual ficaria voltado para os olhos, escolhi, também, qual seria minha torcida na F-1 por anos e anos. Torceria por Rubens Barrichello.
E muitos vão pensar: "que destino cruel, torcer para o Barrichello!". Mas esses muitos provavelmente são os mesmos que nunca sentaram a bunda numa arquibancada de autódromo ou no sofá de casa para ver uma corrida inteira. São os que não tem a menor ideia do que efetivamente é uma competição automobilística. Vencer assim...



... ou assim...


... tem significados especiais e apenas uma categoria muito seleta de pilotos conseguiu correr neste nível pelo menos uma vez na vida.
No entanto, não é apenas pelos resultados nas pistas que uma carreira deve ser celebrada. A vida é muito mais que estatísticas e bons resultados profissionais. Números não contam como foi vencer o GP da Alemanha de 2000, o da Inglaterra de 2003, o GP da Europa de 2010, como é vencer em Monza pela Ferrari; contam menos ainda o que significa fazer o terceiro melhor tempo em Interlagos em 1999 com um carro branquinho dotados de toneladas de cavalos a menos que os outros; não se encontra nas estatísticas o que é perder o GP da Áustria de 2002 na última curva e como a F-1 teve que mudar depois do episódio; números não contam nada sobre seu relacionamento com o pai e o avô; não contam nada sobre como é constituir família e ter filhos excelentes; não contam como é manter-se íntegro mesmo quando o mundo que o cerca é só sujeira.
Se os números contassem todas essas histórias, Barrichello talvez fosse o maior piloto da era moderna da F-1. Sem dúvida, deixa muito menino mesquinho no chinelo.
E que venha a F-Indy!

domingo, 27 de novembro de 2011

Presença


Foto: TotalRace
A imagem acima retrata a última vez que Ayrton Senna correu em Interlagos, no já longínquo ano de 1994.
Seu sobrinho com mesmo sobrenome marca presença neste fim de semana, 17 anos após a última participação do tio, com um excelente 9º lugar no grid de largada. No entanto, não é só no nome e na cor do capacete de Bruno Senna que o velho Ayrton está presente no autódromo paulistano.
Sem dúvida, na memória dos torcedores, ainda daqueles que nem sabem direito o que significou o nome Ayrton Senna além da musiquinha da Globo, o piloto vai estar lá, conduzindo sua McLaren capenga à linha de chegada.
Mas tem mais: dois importantes pilotos vão carregar suas lembranças para dentro da pista. Um deles, Rubens Barrichello, que desfrutou da companhia de Ayrton dentro das pistas e já o homenageou da mesma forma no ano seguinte ao da morte do ídolo. Barrichello irá correr com uma pintura alusiva a Senna no capacete.


Foto: Divulgada via Twitter.
É até esperado que um brasileiro que conviveu com Senna homenageie o ídolo em sua corrida de casa. Pode ser surpreendente, por outro lado, que um piloto inglês, que apenas viu Senna na pista enquanto era garoto e que, hoje, é rival quase desafeto de um outro piloto brasileiro lembre de Ayrton. Lewis Hamilton também resolveu prestar seu tributo.
Tomara que amanhã a lembrança fique não só na pintura do casco, mas também no arrojo e estilo, sob chuva ou sol.

Foto: globo.com

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Retirada?

Há tempos não escrevemos sobre Rubens Barrichello. Nem consigo lembrar qual foi a última vez.
Talvez não exista palavra mais apropriada para iniciar, nesta semana do GP do Brasil, último de 2011 e, quem sabe, último da carreira de Rubens, que farewell. Adoro esta palavra, farewell, cuja sonoridade é tão melancólica quanto o significado. Dizer farewell parece dizer muito mais que adeus, tchau, ciao, bye, auf Wiedersehen, auf Wiederhören, tchüs, ou seja lá o que for.
Farewell parece mais do que uma despedida inevitável ou provisória. Parece carregar a sapiência da despedida daqueles que sabem, precisamente, o momento de se retirar.
Barrichello teve uma carreira de sucesso na F-1, apesar de não ter conquistado o título mundial. Venceu corridas maravilhosas, como aquela em Hockenheimring, em 2000, a de Silverstone, em 2003 e, mais recentemente, Valência, 2009. O que mais se pode cobrar de um sujeito que é o recordista de participações em GPs, o sétimo maior pontuador da história - embora tenha feito a maior parte de sua carreira em carros que não lhe davam a oportunidade de brigar o tempo todo por pontos?
O que podemos acusar Barrichello é de ter estado no lugar errado na hora errada, no lugar certo na hora errada, na lugar semi-certo na hora péssima.... enfim, de ter perdido, em algumas ocasiões, o timing da carreira.
É sempre possível, após perder o timing de tudo na vida - o que não é exatamente o caso do piloto brasileiro -, acertar o momento de dizer farewell em vez de desaparecer no escuro. Só existe um cara, todavia, que pode saber a hora certa da despedida. A única alternativa é perguntar a ele. E aí, Rubens, você nos diz: hora de se retirar?

domingo, 11 de setembro de 2011

BUZINA AÍ, BUTTON!

Aqui o momento “quase merda”.
Rubim, (lembram dele?) resolveu ir para o bar trocar de pneus.
Butão também.
Nosso piloto da Williams não viu o Jasão babando para chegar no bar na frente e pegar a melhor mesa e quase se tocam.

domingo, 29 de maio de 2011

RUBIM X DICK

cRubim e um dos prazeres de sua vida: dar um passão no Shushu.

domingo, 1 de agosto de 2010

Mais uma vez

Ainda sobre a ultrapassagem de Barrichello, muito boa a entrevista concedida por ele aos jornalistas brasileiros lá na Hungria.
Barrichello em um tom sóbrio e muito lúcido em suas colocações. É engraçado que quando se lê as declarações de Barrichello por aí, nos "meios oficiais", sempre fica uma impressão um pouco errada sobre o que ele está dizendo. Veja-se, por exemplo, o episódio em que pegaram uma conversa dele com o di Grassi e o Massa para insinuar que ele estava criticando a equipe.
É melhor ouvir para fazer um juízo mais imparcial.

O áudio da entrevista está aqui, no Tazio. Vale a pena.

Agora eu vi - e estou indignado!

Este é Michael Schumacher. Um sujeito que aos 41 anos de vida e 16 e pouquinhos de F-1 ainda não aprendeu a dividir uma freada de forma limpa.
É simplesmente absurdo.

Não vou falar mais nada. Vejam o vídeo abaixo - e rápido antes que a Fom tire do ar. Schumacher ainda teve a cara de pau de dizer que foi para dentro tentando deixar o caminho aberto para que Rubens ultrapassasse do lado de fora. Oh, pobre Schumacher! Ele estava tentando dar passagem a um carro mais rápido, mas o ignorantes comissários da FIA não estiveram à altura de sua bondade!




Diante do ocorrido e da cara de pau do queixudo oficial, concordo com o Joe Saward: ficou barato. Merecia um gancho de 296 corridas.

Não vi, mas já sei

Compromissos profissionais ontem e um concurso hoje me impediram de ver a F-1. Uma pena, até porque o resultado do concurso tende a ser lastimável.
Não obstante, acabo de ler no Joe Saward que Schumacher perderá dez posições no grid de largada para a próxima corrida devido a seu comportamento antidesportivo na disputa com Rubens Barrichello hoje, no GP da Hungria.
E, palavra de Saward, "a perda de dez posições no grid, nessas circunstância, talvez não seja uma punição tão rigorosa quanto poderia ter sido".

Agora estou doido para ver.

sábado, 24 de julho de 2010

Há 10 anos...

No GP da Alemanha de 2000, Rubens Barrichello conquistava sua primeira vitória na F-1. Uma das corridas mais impressionantes de um piloto na categoria. É estranho pensar que um sujeito que consegue pilotar daquele jeito nunca tenha sido campeão mundial: largou em 18º, foi para frente realizando muitas ultrapassagens e, quanto parecia que não alcançaria as McLarens, veio a chuva no Stadium. Häkkinen e Coulthard pararam para colocar pneus de chuva, mas Barrichello não. Apesar da aguaceira no Stadium, Barrichello conseguiu manter um ritmo rápido o suficiente para se manter a frente da concorrência, obtendo uma vitória magnífica.
Naquela época, Rubens tinha sete anos de F-1 e fazia sua primeira temporada na Ferrari. Hoje, Barrichello está na briga há 17 anos, soma, além daquela, mais dez vitórias no currículo e acumula 294 (295 amanhã) corridas em uma carreira respeitável.
Aos 38 anos, o brasileiro dá sinais de que há mais por vir.


terça-feira, 15 de junho de 2010

AINDA O LEMÃO

O chefe do blog já lavou nossa alma vingativa com um post arrebentador (para não dizer arrebatador) sobre o desempenho do Michael Schumacher, nosso “querido” Dick Vigarista, no GP do Canadá no domingo 13/06. Mas, existe outra visão sobre o assunto. Vejamos o que aconteceu com o Dick quando resolveu pendurar as chuteiras (clima de Copa do Mundo). O cara parou por cima da carne seca (como dizia minha avó). Todos os buenos do mundo babando no maior gênio da história da F1. Estava em uma equipe que trabalhava exclusivamente para ele. O “companheiro” de equipe que se virasse com os restos. Alguns pilotos nem pensavam em atrapalhar seu passeio nas pistas da vida. Acredito que pesou um pouco na sua decisão em parar o fato de alguns jovens de pé pesado começarem a ousar andar mais que ele.
Aposentado, ficava ali nos boxes fazendo gracinhas para a TV fingindo que trabalhava como aspone da Ferrari. Certamente ouvindo que se voltasse iria arrebentar com essa molecada braço duro. Motos e tombos à parte, um belo dia seu gerente o esquisitão Free Willie consegue convencê-lo a voltar. Ferrari de portas fechadas é hora de pagar a dívida com a dona Mercedes que comprou seu lugar na F1 em algum lugar do passado. Até comentei aqui que o João Alesi disse que o Schumacher resolveu voltar porque viu o rubim véião quase levantar o título do ano passado. Se um piloto como o rubim quase pode ele certamente pensou que iria não só dar um baile como também ficar com a menina mais bonita. Afinal, a abóbora bráu se transformou na dona Mercedes, dona das mais belas e possantes pernas (motores para os menos iniciados) da F1.
Tudo muito lindo e maravilhoso. Lá veio o homem de cabelos pintados e pescoço novo (para quem acreditou que doeu quando testou para a Ferrari). Pose daqui, pose dali, descobriu um mundo novo.
Ninguém avisou os outros pilotos para fazer reverencias e deixar o Michael mandar bala. E, a F1 hoje está cheia de pilotos louquinhos para mostrar serviço. Até o Weber. Outra coisa: dona Mercedes tem pernas possantes e belas, porém seus peitos de plástico pesam um pouco e afetam a coluna. Mas, o então companheiro dele, o jovem e fogoso roseberg não se importava com isso e se deu bem com a dona Mercedes, andando na frente do Schumacher.
Então aconteceu o que os amantes de uma boa corrida mais temiam. Sabem aqueles memorandos de cima para baixo? Se bem que nunca vi um memorando de baixo para cima. Bom, deixa para lá.
“considerando que o nosso amado Dick tem toda a história a ser respeitada...... blá, blá, blá.
É inadmissível que o roseberg usufrua da dona Mercedes no estado em que se encontra em detrimento do venerando Dick e sua história de glórias.”
Então, pegaram a dona Mercedes internaram a dita numa clínica e deram uma racauchutada na véia. Tudo para ajudar a libido do lemãozão (já que o roseberg é lemão também). Sabem como é: ele gosta de traseiradas e etc.
O roseberg sentiu o baque e rapidinho caiu lá para trás na tabela do campeonato.
Finalmente, chegamos ao Canadá. Este GP é um belo resumo do momento em que vive o Schumacher. O cara não consegue andar junto com os novos botas. Essa é a verdade. A equipe trabalhou e trabalha para ele. Porém, o carro não ajuda e ele não consegue tirar leite de pedra. Só para lembrar: tinha um cara que corria de capacete amarelo que tirava leite de pedra. No final da corrida, com o seu companheiro andando na frente (certamente pedindo desculpas pelo rádio) Schumacher viu seu carro se desmanchando e os jovens e fogosos botas vindo para cima sem piedade nem respeito. Doeu. E o lemão sentiu a dor no coração e fez o que sabe melhor. Freou antes da hora e seu irmãozinho massinha sifu. Cortou chicanes, gramas e nada adiantou. Todo mundo sentiu o gostinho de passar a mão na dona Mercedes.
E, não tenham dúvidas que essa situação vai continuar. Teremos uma ou outra corrida onde os buenos vão dizer que o home voltou, mas a verdade é que o piloto Schumacher é esse mesmo que nós vimos no GP do Canadá.
Ah! Faltou dizer. Imaginem o véio rubim gargalhando a cada fim de corrida com o desempenho do seu desafeto. Só não cai da cadeira porque a Willians é ruim de dar pena.

terça-feira, 6 de abril de 2010

AH! O RUBIM

Leio que o rubim está bravo com a imprensa brasileira que falou mal dele (para variar) dizendo que ele meteu o pau no carro e que a equipe Willians não iria gostar. Ele disse que o carro é uma "porcaria". Explicou que tudo não passou de uma brincadeira com o loucas de graça.
Eu acho que tudo mundo pega no pé do rubim algumas vezes sem razão.
Mas, é aquela coisa que vai disseminando e a gente não sabe bem como tudo teve início.
Lembro dos idiotas do casseta e planeta (êita programinha sem graça...) tirando uma dele alguns séculos atrás.
Enfim, já escrevi que ele também não ajuda.
Nesta última corrida ficou no grid como nos velhos tempos da bráu.
Sinal que alguma coisa anda errada com o pezinho e não o carro.
Assistimos a última corrida de uma maneira inusitada. Eu e o chefe do blog estávamos na praia (todo mundo tem que relaxar, de vez em quando) e fomos para o salão do prédio. A TV não ajudava muito, mas o que vale é bola na rede.
Mais ou menos seis de la matina entra um rapaz na sala. Boné na cabeça dando a impressão de que chegava de alguma balada. Mas, penso que era um funcionário do prédio.
Ficou ali olhando e eu pensei qual seria a fatal pergunta que faria.
De repente, olhou para nós e perguntou "e o rubim?"
Ahá!!!!!!
Nada mais interessava. Só que fim tinha levado o rubim, que não aparecia nos primeiros lugares.
E, foi só. Não perguntou mais nada.
Ah! O rubim. Todos adoram o rubim. Pelo sim pelo não o cara sempre está na boca do povo....


ATUALIZAÇÃO: Li, ainda há pouco, no blog do jornalista Felipe Motta, o post que esse escreveu sobre o episódio Barrichello na Malásia. Era o próprio Felipe quem estava ouvindo o Rubens quando o piloto brasileiro, brincando com Lucas di Grassi, afirmou que se carro estava uma porcaria. Aqui está o link para o post que, além do texto de Felipe Motta esclarecendo tudo, tem também os áudios das entrevistas concedidas à TV Globo e à rádio Jovem Pan.
Comparem com o que o blogueiro oficial Flavio Gomes escreveu. Estou começando a achar que, mesmo na era digital, é melhor acompanhar automobilismo com quem está pertinho da ação...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Williams e Rubens

Os caminhos de Rubens Barrichello e da equipe Williams se cruzaram, finalmente. Digo finalmente, pois houve outras oportunidades em que o acordo parecia que iria sair, mas, no fim, Rubens acabou ficando onde estava.
A primeira oportunidade parece ter sido após a morte de Ayrton Senna. Barrichello, na época um jovem promissor, foi cogitado para ocupar o posto de Senna, incluvise com o envolvimento de Nelson Piquet nas negociações, já que a Arisco patrocinava a ambos.
Posteriormente, Rubens teve oportunidade para correr pela equipe Grove em 1998, mas também ficou sem vaga, já que preferiram Ralf Schumacher, cujo empresário era Willi Weber (o mesmo do irmão mais velho).
Também em 2003 houve rumores de que o brasileiro poderia se transferir para o time inglês. Montoya havia assinado contrato com a McLaren, mas ainda tinha obrigações com a Williams até o final de 2004. O colombiano, entretanto, tentava resilir sua relação contratual antes do fim do prazo. O primeiro na lista de substitutos para o Montoya na Williams era, justamente, Barrichello.
Depois de tanto namoro, as coisas deram certo. É uma união interessante, já que Williams e Rubens são representantes de outros tempos na Fórmula-1 moderna. Williams não tem vínculos com nenhuma grande montadora, embora já tenha recebido motores de BMW e Toyota; a parceria entre Patrick Head e Frank Williams na F-1 teve início em 1977, e a empresa contava com apenas 17 colaboradores. Hoje, é uma das equipes mais tradicionais e vencedoras do grid, com 9 títulos de construtores e 7 de pilotos.
Rubens terá como companheiro de equipe Nico Hulkenberg, mais um alemão assessorado por Willi Weber. É, sim, um estreante, mas o pouco que conheço dele revela que é um sujeito muito talentoso e que promete competir de igual para igual com Barrichello. Vamos esperar para ver uma lutar limpa entre os dois.
É difícil saber onde estará a Williams no próximo ano. Mais uma vez, o regulamento igualou a todos com as mudanças técnicas. Torço por um bom ano para Nico e Rubens.

(Desenho feito por Eduardo Barrichello, representando seu pai na nova equipe; divulgado por Rubens Barrichello via Twitter)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Custe o Que Custar

O programa CQC é bem engraçado. Verdade, sem ironia. Mas desperdiçaram uns 15 minutos hoje para zoar o Barrichello. Eu já tinha visto a perguta do Danilo Gentili na coletiva da Bridgestone, pois ela circulou pelos meios jornalísticos especializados em automobilismo ao longo da semana.
Esse mesmo Danilo Gentili esteve na Peruada, na última sexta-feira. Felizmente, minha saudação não foi um aplauso. Se não me engano, pedi que ele fosse tomar ... uma lata de cerveja num copo.
Sim, eu levo para o lado pessoal.

ATUALIZAÇÃO: Em certa medida, blogueiro oficial tem razão ao atribuir a culpa pela zoação à TV Globo. Talvez ele exagere um pouco, mas vale a pena dar uma olhada aqui.

domingo, 4 de outubro de 2009

Acaba em... Abu Dabi?

Com um breve lançar de olhos sobre o desempenho de carros e pilotos na corrida de hoje, pode-se notar que algo interessante pode acontecer com o campeonato nas duas últimas provas.
Os carros da Brawn não têm ritmo para andar na frente - pelo menos foi assim em Cingapura e Japão - e, continuando assim em Interlagos e Abu Dabi, Barrichello tende a perder o vice-campeonato para Vettel, que voou hoje. Quer dizer, aquele que tem sido apontado como o principal rival do inglês na briga pelo título pode até perder o segundo lugar.
É interessante que, se as coisas caminharem em São Paulo como caminharam em Suzuka, pode ser que o título chegue ainda em aberto a Abu Dabi, mas com Barrichello fora da disputa; Vettel pode vir a ser o adversário de Button na corrida final.
São apenas suposições, mas é o que os rendimentos dos carros têm demonstrado.
Na verdade, a minha torcida é para que Rubens possa vencer em casa, depois de tantos anos tentando. Ainda que Button consiga encerrar a disputa pelo título por aqui, uma vitória de Barrichello seria muito bonita para a torcida. Mas, infelizmente, não é essa a tendência. Tomara que eu esteja enganado.

domingo, 20 de setembro de 2009

Uma parada

Se invés de um blog eu escrevesse uma revista, provavelmente só agora estaríamos chegando aos comentários sobre o GP de Monza. Então, vamos fingir que ainda não operou a preclusão temporal.
De todo modo, comentar a corrida em si, depois de tanto tempo, não faz mais sentido. Já se viu e leu tudo a respeito. Apenas ressalto que me surpreendi com a tática de apenas uma parada dar certo. A corrida em Monza é muito rápida, a volta em si é muito rápida, então normalmente não vale a pena andar com o carro mais pesado, já que não se perde tanto tempo em paradas de box. Basta lembrar do Raikkönen em 2007, que terminou a corrida tomando um segundo das McLarens de Hamilton e Alonso. No entanto, com um ritmo de corrida alucinante, os carros da Brawn fizeram a estratégia funcionar, e Barrichello garantiu seu terceiro triunfo em solo italiano.
Gostaria, ainda, de chamar atenção para o seguinte: eu sempre fui defensor de Barrichello enquanto piloto, e sempre tive grandes tormentos por conta disso. Contudo, após a vitória de Monza, sinto-me escusado de fazer qualquer comentário elogioso sobre o piloto brasileiro; o blogueiro oficial Flávio Gomes já o fez, em vídeo e texto. O mais interessante é que o blogueiro oficial não costuma tecer grandes elogios a Rubens, aliás, muito pelo contrário.
Se perguntam se valeu a pena ficar mais um ano, eis a resposta. Peço desculpas por não colocar o vídeo aqui no blog, mas a TViG não oferece mecanismo de incorporação.
Outra coisa interessante: por ironia do destino, Barrichello fará uma participação no programa global Casseta e Planeta Urgente!, nas próxima terça-feira. A vida é ingrata: eu parei de assistir a tal programa em 2000, justamente por causa das piadinhas de gosto duvidoso com Barrichello. Agora, o próprio vai estar lá... o mundo gira.