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quinta-feira, 9 de julho de 2020

E AGORA HAMMER?

Para falar sobre a fase em que vive Sebastian Vettel resolvemos esperar o grande prêmio da Estíria neste fim de semana.
Sim, a fase é brava para ele, adiantando.

A partir do momento em que o lemão anunciou ter sido defenestrado por telefone entendemos melhor o que se passa ( e o que se passou no ano passado) nos vremeios. O cara merecia mais respeito. Não tem um currículo recheado sem mais aquela. Reagiu, como qualquer outro, ao fato de ver um pimpolho monogachato tomar seu lugar. E perdeu o foco. Enfim, a mudança da política interna da Ferrari tem, como  diz o chefe do blog, os dedos sujos dos Toddy.

O que interessa, entretanto, neste momento é uma notícia alentadora.  O dono da porra toda dos Toro, Dietrich Mateschitz (carai de nome), instruiu Helmut "hammer" Marko a "trazer Vettel para casa".

Não importa quem saia. Ou seja, Alex Albon. Ele tem carinho especial pelo lemão devido ao fato dele ter ganho a primeira corrida pelos Toro (e mirins!) em Monza no ano de 2008.
Todos, gostando ou não de Vettel, pensam que ele sair pela porta dos fundos é uma humilhação desnecessária.
Uma volta ao ninho e um ano digno, mesmo que ande atrás do queridinho, seria uma despedida merecida.

A notícia não parece tão descabida pelas fotos do fim de semana. Vettel conversando com a cúpula dos Toro. E, já adiantou que não teria problemas em dividir a equipe com Max. Aí tem.


"tamu junto, Diet.... Dieta...Dyet...Matas....Matias.... Véio!"


terça-feira, 24 de setembro de 2019

O RECADO ESTÁ DADO

No bolão do blog, com uma "intrusa" participando, eu ganhava todas. Até que resolveram mudar as regras e nada fiz desde então.
Porém, no último domingo fui o único a cravar a vitória de Mad Max. Pista favorável, piloto maduro, motor bão.
Tudo conspirava. Finalmente sairia do zero E, dancei bonito, Dançamos. Eu e Mad Max.
E, minha maior decepção foi o terceiro lugar monótono do belga/holandês/marciano.

Mas, o primeiro piloto dos Toro Seniores deu o recado.
Disse que o GP de Singapura/Cingapura liga o sinal de alerta na equipe.
Sei, sei.

Considerando que papi Jos (o lôco) Ven no Tápen Zinho já declarou que, ou os Toro andam ou o filho anda para outra equipe, o alerta é um recado.

Mad Max está na beira da estrada procurando uma carona de mamã Ferrari ou dona Mercedes.

"Tem GP de Sóchi no fim de semana, Luizão!"

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

IMPROVÁVEL

Antes de mais nada vamos meter a colher nesta briga entre Mimadon e os Toro Seniores.
O espanhol garante que foi procurado, em agosto, para substituir Sorrisão.

Helmut "Hammer" Marko desmenitu. Cristiano Horny desmentiu. 
Mimandon xilicou dizendo que mentem os dirigentes. Diz que Horny pediu desculpas via e-mail porque houve o contato e etc.

Senão vejamos. Mimadon é caro e traz o caos (nas palavras recentes de Cristiano). Os Toro tem por hábito promover pimpolhos de seu jardim de infância. 
Tem mais. O espanhol foi o pivô da saída do pum atômico da Honda dos Laranjas. A Honda vai equipar os Toro. Certamente vetaria o espanhol.
Mad Max vetaria porque é o number one. "Hammer" adora o pimpolho amalucado. 
Nesta bagunça fico com a versão oficial. Aliás, se existe um e-mail com desculpas, Mimadon poderia mostrá-lo já que adora divulgar e-mais particulares. Para lembrar o escândalo de tempos atrás envolvendo a McLaren.
Vamos aguardar os desdobramentos. Acho que o espanhol tá muito viajandão. Não suporta sair por baixo.

Mas, que seria legal ver os dois (Mimadon e Mad Max) dividindo uma equipe seria. Iria valer puxão de cabelos e dedos nos olhos.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

CARROS (FINALMENTE) NA PISTA

Como dizia um velho locutor esportivo "o que vale é bola na rede". No nosso caso, carro na pista.
Lá em Barcelona começaram hoje pela (nossa) manhã os testes pré temporada da F-1.
Sim, não valem muita coisa, pelo menos no primeiro dia, porque as equipes escondem o jogo.
Mas, para alegria deste lado do blog, Vetor fez o melhor tempo quase alcançando o tempo da pole do ano passado. Usando pneus macios. 



Também para alegria do blog interiorano Mimadon não conseguiu dar uma volta sequer. Pena que, leio, agora à tarde já andou dando o ar da graça. Vai terminar o dia dizendo que vai ser campeão este ano.

Várias equipes apresentam a asinha em forma de "T". Não mais chamada de "cauda de baleia".



Algumas, como mamã Ferrari, resolveram garantir e combinam a asa traseira normal com barbatana de tubarão e o "T". Acho que vai dar merda...
Aliás, se existe o "Tzinho", que é a asa mirim, a asa maior deve ser chamada de "Tzão", nénão?
Dando nome aos bois, é claro.
Que mais?
Por falar e bovinos os toro seniores vieram com o bico mamilo (gente que coisa feia esse nome) aberto.
É um duto para recolher a água da chuva e refrescar o piloto. Ou encher o reservatório do radiador. Dona Gertrudes garante que é uma coisa ou outra. Ela embebedou um dos integrantes da equipe, com "visque" paraguaio (com perdão ao país) e o cara tomou tantas que ela não conseguiu decifrar em que língua o sujeito falava. Pelos gestos ela concluiu que, ou é isso ou é aquilo.

o mamilo furado do Toro



sexta-feira, 15 de julho de 2016

ASAS PARA QUE TE QUERO

Red Bull te dá asas (com ajuda do guincho).



"para o alto e avante!"

AGRADECIDOS

Depois de testar o Halo desenvolvido pela mamã Ferrari a Red Bull tende a vetar a gerigonça para 2017.
Agradecemos.



funcional? Talvez sim. Feio? Não. Horrível

terça-feira, 14 de junho de 2016

UM NÃO POST

Estava em gestação um post sobre a saída de Ricardão Sorrisão (só que não) dos Toro Seniores quando leio sobre sua renovação de contrato.
Nos últimos tempos ele parecia renegado pela equipe toda cheia de mimos com Ven No Tápen Zinho. Algumas corridas estragadas pela equipe como Barcelona e Mônaco davam como certa sua procura por outro ninho.
Comentei com o chefe do blog a notícia de Vetor abrindo os braços a dizer que não se importaria em dividir a equipe de mamã Ferrari com ele. Mesmo a considerar que um dos motivos da saída do alemão dos Toro Seniores foi a chegada chegando do australiano.
Porém (ai, porém), os ventos sopraram na direção de um acerto a fazer com que Ricardão abra um Sorrisão pelo aumento de verdinhas a encher seu cofre. Por volta de R$ 40 mijões por ano. 
Então, ficamos com um não post sobre a saída de Ricardão da sua escuderia atual.

"não estou vencendo mas, estou levando"

sexta-feira, 29 de abril de 2016

A cabeça por trás da proteção

O "Aeroscreen", versão da Red Bull alternativa ao Halo, de sei lá quem, é menos feio que seu irmãozinho pouco mais velho.
Antes de ler o texto do Véi, fiquei pensando nesta coisa de um eventual ganho aerodinâmico em função da presença do dispositivo acrílico.
Já é cediço há anos que o carro de corrida é tão mais rápido quanto maior a possibilidade de desviar o fluxo de ar para longe daquilo que represente a ele uma barreira, notadamente os pneus e a cabeça do piloto. O Halo, por ser vazado, aparentemente não permite seu uso para tal finalidade. O Aeroscreen, ao contrário, parece ideal para tanto.
Em 2010, a Red Bull desenvolveu, pelas mão de Adrian Newey, o protótipo X1, que seria o "carro de corrida ideal". O projeto foi utilizado no jogo de automobilismo Gran Turismo 5, do Playstation 3.


O desenho apresenta, como se vê, a proteção para a cabeça. Certamente, ela não está ali para a segurança do piloto, já que se trata de um modelo puramente ideal, mas para a eficiência aerodinâmica. 
Olhando o protótipo e o Aeroscreen, lembrei de uma entrevista do Lucas Di Grassi publicada há algumas semanas - não encontrei de novo texto. Dizia ele que os carros de Fórmula 1 contemporâneos parecem velhos. Quando li, achei que não fazia muito sentido a afirmação, mas, no final das contas, parece que ele tem razão. O carro de F-1 já não parece o que pode existir de mais rápido, como foi até, sei lá, uns dez anos atrás. Talvez, se fosse permitido um desenvolvimento mais "orgânico" na categoria, os engenheiros já teriam coberto a cabeça do piloto há muito tempo. 
Claro que isso muda tudo: a relação do piloto com o vento, do público com o piloto, a função da cor do capacete, etc. No entanto, quando Colin Chapman colocou uma asa ao contrário sobre o Lotus 49, deve ter tido um que disse: "isso vai acabar com o automobilismo". E não foi bem assim, foi?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

FEIO




Faz tempo que os carros da F-1 são parecidos uns com os outros devido ao regulamento que inibe grandes alterações aerodinâmicas. Mude o patrocínio estampado na lata, as cores e voilá! Uma McLaren vira uma Ferrari e coisa parecida. O colorido dos carros é, de fato, um atrativo. Boas combinações de cores agradam aos olhos. O conteúdo será explorado depois de uma bela inspecionada na aparência. 
Sim, fiz um link com o comportamento humano em relação a outro. 
Onde trabalho vejo muita "chefia" se derreter por uma bela representante do sexo oposto e desdenhar argumentos de uma, digamos, menos favorecida na carroceria. Nem falei se a bela trouxe argumentos.... Já ganhou a atenção pelas, digamos, cores.
Na categoria dita máxima do automobilismo alguns carros, do passado por ex, eram belos e nada diziam. Só para citar um próximo, a McLaren do ano passado. Grandes cores e pequenas ações.




O Lotus Turbina, movida a jato, da década de 70....
Um carro "clean" com uma bela combinação de cores que não decolou (não resisto).
Agora, vejam a primeira foto.
Os Toro Vremeio Seniores lançaram as novas cores de seu carro, uma vez que houve mudança de patrocínio.
Caraca, que tristeza. Os caras não tem dinheiro para contratar um estúdio que pintasse o carro um pouco melhor. Horrível. E, nem é brilhante. Parece que é pintura fosca, dando a impressão que esqueceram de polir.
Lógico que, em relação ao campeonato, estão otimistas. Vão fazer e acontecer. Não poderiam dizer outra coisa.
Mas, todo mundo vai prestar atenção em outros carros, mais bonitos, antes de perguntar que argumentos o feio trouxe.


sábado, 10 de outubro de 2015

MAIS TÉDIO

Confesso que não estou prestando atenção na celeuma envolvendo os Toro Vremeio oficiais e mirins e os motores que vão empurrá-los no ano que vem.
É um pé no saco.
O chefão das latinhas, Masturdisse ameaça largar tudo e tirar o time de campo. Os dois times por sinal. Oficial e mirim
No entanto, dizem que os mirins aceitaram correr com motor rebaixado da Ferrari.
Os oficiais não querem motor de segunda e dona Ferrari, com medinho das latinhas andarem mais que o cavalinho, falam que não vão entregar motor de primeira.
Conversa vai conversa vem estou achando que eles, os oficiais, vão continuar com dona Renault e seu pum atômico de véio.
Os franceses assinaram um papel dizendo que querem comprar a Lotus (essa, não aquela) que, por sinal, era Renault até outro dia.
Mas, asseguram os entendidos que essa assinatura foi para inglês ver e aumentar o prazo para que a Lotus (essa, não aquela) pague o que deve.
Enfim, zona total. 
Fico aqui no cantinho pensando com meus cordões que amarram o short.
Primeiro: os Toro Vremeio dominaram o barraco por muito tempo deixando o resto do grid com invejinha besta. Estão adorando essa fase em que os outrora poderosos torcem para que, pelo menos, os motores não quebrem.
Segundo: os anões físicos e mentais não percebem que toda essa confusão cansa mesmo os maiores aficionados. Como diria o véio Mero, "enche os parangolé".  Tanto quanto o regulamento esdrúxulo em que peido no elevador ocasiona a perda de 55 posições na mesa do jantar.

"saporra ainda sobra para mim"

quarta-feira, 24 de junho de 2015

CARRO GAIOLA

Mano. Tem coisas que só os iniciados em exoterismo e ciência eteriana entendem.
Ricardão Sorrisão (nem tanto neste ano) guiou um carro gaiola por intermináveis voltas lá em Spielberg (tá explicado!).
Não sei para que serve. Mas, os passarinhos que se cuidem.

"Corre. Tem um pardal ali"

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Entre carro e cabeça

Após conquistar quatro títulos mundiais em sequência entre 2010 e 2013, o Sebastian Vettel de 2014 teve atuações apagadas e ficou muito longe da performance que o colocou entre os maiores campões da história da Fórmula-1. Além de deixar de ter nas mãos um carro verdadeiramente vencedor, foi surrado por seu companheiro de equipe, o australiano Daniel Ricciardo, que venceu três corridas ao longo do ano, terminando a temporada com larga vantagem sobre Vettel na pontuação.
O campeonato ruim fez algumas dúvidas surgirem sobre a própria capacidade de Sebastian como piloto. Os grandes campeões não passaram por isso; pior, Fernando Alonso, apontado por boa parte da mídia especializada como o melhor piloto do atual grid, não teria passado por sufoco deste tamanho com qualquer companheiro de equipe ao longo de sua carreira. A baixa performance de Vettel associada ao massacre de Alfonso sobre seu companheiro de equipe Kimi Raikkönen fomentou a ideia, feita divulgar pelo próprio Alonsito e seus fanzitos, de que o espanhol é um injustiçado e só não tem mais títulos na F-1 pela incompetência ferrarista. 
Antes de tudo, comparações entre Vettel e Alonso, neste momento, ainda tendem a ser imperfeitas. São pilotos em momentos muito diferentes na carreira, já que Vettel é significativamente mais jovem e ainda em ascensão, enquanto Alonso é mais experiente e já há alguns anos está com pressa para achar um bom assento que lhe garanta a volta às vitórias antes da aposentadoria. Em suma, Alonso é experiente sem estar ultrapassado, enquanto Vettel ainda não atingiu a plena maturidade enquanto piloto. 
No entanto, pode-se cogitar uma comparação interessante se olharmos os momentos em que cessaram as sequências de títulos do espanhol e do alemão. Em 2007, após ser campeão em 2005 e 2006 pela Renault, Alonso penou com seu jovem companheiro de equipe Lewis Hamilton na McLaren. Por sua vez, Vettel apanhou feio de Ricciardo após o tetra. Acredito que a semelhança entre as duas situações está na menor experiência do companheiro que antagonizou um campeão, sofrendo menor grau de pressão, justamente em razão da falta de compromisso com os resultados. 
No caso de Vettel, o que chama atenção é o abismo que se abriu entre ele e Ricciardo -  o que não aconteceu na disputa acirrada entre Hamilton e Alonso. Parecia que o australiano havia incorporado o melhor de Vettel em sua própria pilotagem: o controle perfeito do ritmo de corrida e do desgaste de pneus para levar o carro ao máximo de sua eficiência. Ricciardo fez com naturalidade o que Vettel lutou para não conseguir. A rodada no GP da Hungria, com pneus desgastados, enquanto Ricciardo rumava para a vitória, foi um momento significativo da diferença entre os dois companheiros.
Seria Vettel, então, uma fraude? Há, por aí, uma série de opiniões a este respeito e todas valem o quanto custam - inclusive a minha: absolutamente nada. Hoje, ainda considero Vettel um dos melhores pilotos que vi correr. É impossível, entretanto, saber como o resto de sua carreira será. Daqui alguns anos, suas belíssimas atuações podem ser lembradas, apenas, como resultado de um projeto magnífico levado a efeito por Adrian Newey e sua equipe. 
Não creio, reitero, que Vettel seja uma farsa automobilística. Para tentar explica seu péssimo 2014, acho significativa a declaração de Christian Horner informando que Vettel considerara encerrar sua carreira em razão da insatisfação com os rumos assumidos pela F-1 neste último ano. Se o sujeito está tão infeliz com seu ambiente de trabalho, é normal que seu rendimento caia, não importa qual a atividade realizada. Digo por mim, com as minhas recorrentes "crises de meio de semestre", quando penso em jogar tudo para o alto e procurar um emprego que me permita jantar antes das 23h. 
Aventou-se, também, o cansaço em razão da disputa do título por cinco anos em sequência - lembrando, é claro, do vice-campeonato em 2009.  Cansaço pode ser um fator, é óbvio, mas só afeta, efetivamente, o piloto, se sua cabeça não está apta a responder adequadamente. 
Agora, o que não se duvida ter sido um fator crucial na queda de rendimento de Sebastian foi a drástica mudança de regulamento que sofreu a categoria de 2013 para 2014. Modelou-se um conjunto de regras técnicas anti-Red Bull e, consequentemente, anti-Sebastian Vettel. Este é um movimento normal na F-1 quando se assiste um longo domínio de um time: chacoalhemos as possibilidades técnicas para nos livrarmos de tudo o que o time em questão tem de vantagem. É feio, mas é mais feio ainda quando acontece no meio do campeonato, como a proibição dos amortecedores de massa em 2006. 
Eu ainda acrescentaria um fator, mas apenas a título de especulação. Fazer o que Vettel fazia até 2013 e o que Ricciardo passou a fazer em 2014, demanda uma perfeita integração piloto-equipe. O controle do ritmo de corrida e do desgaste do equipamento, mencionado alguns parágrafos acima, exigem um fluxo de informações com pouco ruído. Apesar de se dizer que apenas no GP do Japão é que Vettel contou à Red Bull que a deixaria pela Ferrari, já não haveria um pré-contrato ou algo que o valha circulando que teria feito a equipe anglo-austríaca "frear" as informações que chegariam até Vettel? 
Fossem quais fossem as razões para a queda do grande campeão, Vettel recomeça sua carreira vestindo vermelho daqui a poucos dias. Apenas o retorno das velhas velocidade e consistência dissipará a negra nuvem de dúvidas que hoje paira sobre ele. Torço para que o tempo abra, afinal, tem que sobrar um herói. 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

ATUALIZAÇÕES

Ferveu e ainda ferve a notícia de que o novo capo di tutti capi de mamã Ferrari, o tal de Matatucci, iria às compras para desencalhar a carroça do cavalinho (ora) cambaleante.
Pelos boatos ofereceram muitas abobrinhas recheadas para Adriano Nãoeu sair dos toro vremeio e ir desenhar seus carrinhos para mamã.
Pelo menos se acontecesse a italianada iria parar de falar que os carros do engenheiro mor dos toro constrói carros fora do regulamento. Afinal, seria "cosa nostra".
Leio que o mezzo careca disse que não vai se meter nessa colmeia de xiliquentos.
Concluímos que El Mimadon está correndo atrás de outra equipe uma vez que um de seus mimimis preferidos é o fato de não ter Nãoeu como companheiro na prancheta.
Logo saberemos que jogou o batom.
Estranho é que, de tempos em tempos, alguém sai dizendo que o cara é o gênio sem lâmpada.
Desconfio que é orquestrado.
Hoje, nos treinos livres, lá onde Judas perdeu o príncipe liderou um dos treinos logo após uma chuva besta.
Os chapa branca babaram tanto que voltou a molhar a pista.
E, para que Kiwi Vodkanem entenda bem, seu carro não andou duas voltas seguidas. Deram uma bichada legal no câmbio do gelado, que ainda por cima quase foi atropelado nos boxes. Vetor mirou e não conseguiu acertar Kiwi. Alguém puxou o cara antes.
Depois, o finlandês não consegue nada na corrida e vão dizer que perdeu o entusiasmo ou que mimadon é o cara que coloca os companheiros no chinelo.

"tá bom gente. Eu não vou"
Quanto ao GP em si andam falando que vai chover, que tudo vai ser diferente, dona Mercedes vai encalhar, os Toro Vremeio vão mostrar serviço e etc.
Eu penso que nada muda. Hamilton anda bem em Mônaco e Roseberg também.
Em condições normais eles levam os dois primeiros lugares. 
Aliás, também não muda o rubim massa (cada vez mais parecido com o aposentado barrica). Fala que compreendeu o que deu errado na prova passada (seja ela qual for), diz que vai fazer e acontecer e é obrigado a inventar novas desculpas.

"vou ter que contratar um personal desculper"

domingo, 13 de abril de 2014

IRONIA?


A comemoração de Don Mimadon ao cruzar a linha em nono lugar no GP de Báeunhein foi interpretada de várias maneiras. Li, até mesmo, que comemorava o fato de cruzar na frente de Vodkanem, como se desse importância ao companheiro de equipe, quem quer que seja.
Na verdade, o espanhol estava sendo irônico. Não dava para fazer mais do que o nono lugar. Ainda chegou junto de vários carros porque houve o interminável passeio do carro de segurança dez voltas antes do fim.
Imagino as noites mal dormidas de Mimadon. Muita gente diz que é o melhor piloto da atual F1. Que anda muito mais que o carro e etc.
Ele acredita e, tempos atrás, deu uma entrevista neste sentido. Disse que vão lembrar de sua época não pelos títulos (que não vieram) mas, pelo fato de ser o melhor.
Quando fez a opção de correr pela Mamã Ferrari preteriu os Toro Vremeio. Creio que um dos motivos é o fato da Red Bull não diferenciar um piloto de outro. E Mimadon quer toda a atenção para si.
Desde os maquiadores até a manicure.
Ainda assim, e carregando zilhões de alfacinhas, seu tempo de Ferrari vai chegando ao fim sem o esperado título.
Dizem que o ano de 2014 não está perdido. A Ferrari tem força nos bastidores e (não esqueçamos) João Todi, o manda chuva, já foi capo na equipe de mamã Ferrari.
Mas, se a carruagem andar normalmente, com os cavalos puxando e não empurrando, Mimadon vai saltar fora na primeira estação porque os carros Ferrari não vão alcançar dona Mercedes a tempo de levantar o caneco.
Dizem que vai haver uma troca entre Vetor, descontente na atual Red Bull, e Don Mimadon. Mas, duvido que Helmut Marko aceite trabalhar com um sujeito entojado.
Acredito que volte para a McLaren onde armou o mó barraco tempos atrás. Com o rabinho entre as pernas e de joelhos.
Por enquanto fica neste negócio de gênio quase a pé.



terça-feira, 11 de março de 2014

TIRANDO A POEIRA

Depois de séculos sem aparecer por aqui confesso que apanhei um pouco para adentrar ao "escrever".
Aliado ao tempo curto, nestes tempos de avô/babá/quebaba, vem uma decepção com os rumos que a F1 tomou.
Mudanças radicais que ainda serão testadas na quinta feira.
A ameaça de abandono da maioria dos carros por falta de treinos de desenvolvimento. Principalmente para quem usa motores (não mais motores, mas, continuarei a chamar a engenhoca de motor) Renault.
Até o som dos carros tornou-se uma aberração.
Enfim, continuaremos a acompanhar. Sem aquela animação de sempre.
Afinal, se até prima dona reclamou que os carros estão mais lentos e que os pilotos gostam de carros velozes....
Mas, tem uma pimentinha nesta feijoada estragada.
O duende mor do circo, Berne Aquistone, fez uma besteira que não agradou ninguém. Mas, colou.
Introduziu uma regra segundo a qual na última prova do campeonato vale ponto dobrado.
Porque aquele que trabalhou melhor foi campeão no ano passado com centenas de etapas de antecedência. A regra veio para ferrar Vetor, resumindo.
Pois, nesta temporada os Toros Vremeio estão vremeios de raiva porque não conseguem sair dos  boxes sem uma quebra qualquer.
Ou seja, no final do campeonato quando o carro estiver nos trinques (como dizia véio Mero) a pontuação dobrada pode ajudar Vetor a mostrar e chacoalhar.
E nós (do blog) vamos defecar de tanto rir.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

CALMA LÁ!!!

O video a que o chefe do blog se refere não quer rodar aqui na sede campestre infernal do blog.
Não sei se por culpa das famosas forças ocultas ou pelo fato dos cabos terem sido roídos pelo revisor.
Mas, num esforço de reportagem conseguimos imagens interessantes do que é uma tremenda bobagem dos alonsistas.
Notem que o bico está quebrado (ah vá!). Aquelas anteninhas nas laterais estão soltas dando a impressão de que o bico é tremendamente flexivel.
Como existe um limite para a flexibilidade das asas tal e coisa, lógico que todas as equipes fabricam suas asas de acordo com o regulamento. Só faltava a Red Bull dar outro tiro no pé, como em Bubu Dadá, sabendo que o leão está na moita doido para encaçapar o toro.
Um sujeito que acompanho pelo twiter postou outro vídeo onde, em super slow motion, a asa dianteira do carro de Uéber parece "mexer" mais que o normal. É a chamada caça às bruxas uma vez que alguns carros vivem batendo a asa dianteira no asfalto soltando faíscas e ninguém fala nada.
Estas peças são aprovadas pelos "home" e só faltavam desclassificar Vetor por conta dessas imagens bobagentas.
Os torcedores da prima dona não se conformam com as corridas espetaculares proporcionadas pelo piloto dos toro vremeio e querem de qualquer maneira desqualificar seu talento.

A troca do bico em questão
No segundo vídeo uma tentativa de zoom.

Red Bull e Eli Gold

Então viram este vídeo abaixo e agora estão achando que a Red Bull tem um bico dianteiro flexível. Os comentários dos italianos, espanhóis e imbecis no YouTube são furiosos. É ridículo, o vídeo não mostra nada de conclusivo, como podemos notar:



O efeito pode ser por qualquer coisa, alguma sombra, a mão do mecânico, etc. Curiosamente, o vídeo não continua mostrando a nova asa a ser colocada no carro. Na continuidade do pit stop, não há qualquer sinal de flexibilidade na reposição do aparato.
Na minha opinião, a Red Bull pode fazer, em relação a este caso, o mesmo que o Eli Gold: baixar as calças para facilitar.

domingo, 28 de outubro de 2012

O novo Alain Prost

Creio que a ala patriarcal do blog tenha feito uma comparação interessante, neste post aqui, ao relacionar o mimimi do mimadinho Alfosino com o mimimi do mimadão Alain Prost.
A comparação, no entanto, pode se estendida para além das reclamações de ambos em relação ao  desenvolvimento do carro proporcionado pela equipe Ferrari ao longo da temporada. Afonso e Prost são pilotos muito parecidos, tanto dentro quanto fora da pista. 
Assim como seu antecessor francês, Prima Dona é um piloto cerebral, arrisca na medida certa, não deixa escapar qualquer oportunidade de pontuar, tem uma regularidade incrível e uma visão especial de todos os aspectos de uma corrida. Por outro lado, em termos de classificação, ambos são pilotos apenas ok
Mas as semelhanças estão, também, fora das pistas. Prost era, assim como Afonso é, um piloto mesquinho, que nunca admitia seus erros e a culpa por suas derrotas. No combate ao seu arquirrival Ayrton Senna, o francês utilizou-se de todas as manobras políticas possíveis, aproveitando-se do contato pessoal que tinha com o então presidente da FIA, nosso eterno amor, Jean-Marie Ballestre. No vídeo abaixo, Senna atesta os mimimis prostitutos:


Alfonso também usa bem o jogo político da F-1, aproveitando-se da força da Ferrari nos bastidores. No último sábado, após tomar um couro de Sebastian Vettel no treino classificatório para o GP da Índia, Prima Dona disparou que sua briga não é contra o piloto alemão, mas contra o projetista Adrian Newey. 
Foi uma declaração pensada, daquelas que não são ditas por conta do calor do momento, mas para desestabilizar o adversário, bem ao estilo que Prost fazia contra Senna e que lhe rendeu bons frutos até o brasileiro aprender a por a cabeça no lugar. 
O objetivo mediato do espanhol foi o de colocar as autoridades que trabalham a favor dos mafiosos de vermelho de prontidão: foi um recado do tipo "vocês precisam fazer alguma coisa para que este cara não consiga largar na frente". Ao longo desta temporada, já se reclamou do tal mapeamento do motor e este foi proibido; já puniram o Vettel por razões pouco justificadas e, mesmo assim, Vettel e a Red Bull não deixaram de incomodar a Ferrari e o principal banco da F-1. 
A premissa do discurso de Alonso é que a Ferrari não é um carro bom o suficiente para competir com o time dos energéticos. Pura balela. A Ferrari pode não ser tão rápida - ou Alonso pode não ser tão bom - em classificação, mas o ritmo de corrida dos dois carros é muito parecido. Se Afonso conseguisse largar mais à frente, daria muitos problemas para Vettel e Webber. Aliás, a superioridade na corrida de hoje em relação aos carros da McLaren e da Red Bull de Webber demonstram isso. Massa não pode acompanhar  porque pilota a Ferrari do Massa e não a do Alonso, e teve, desde muito cedo, problemas com consumo de combustível. 
Afonso também afirmou que luta "contra um exército". Quase chorei de pena do espanhol. É uma grande bobagem lançada aos desavisados. A Ferrari tem uma estrutura imensa e bem preparada, gasta mais dinheiro que o banco que a banca, além de ficar com uma gorda fatia dos lucros da F-1, só por ser a Ferrari, conforme levantamento acurado feito pela Julianne Cerasoli.
Enfim, Prima Dona parece ter aprendido bem as lições do professor Prost, tanto no que se refere a pilotagem, quanto na sujeira atirada contra os adversários por meio das declarações aos jornalistas. 

domingo, 23 de setembro de 2012

BUNDADA PREVISTA



Esperei ansiosamente pela confirmação de minhas solitárias previsões. Ela veio meio escondida e com imagens ligeiramente desfocadas.
Mas, Senna esse, não aquele, deu a sua famosa bundada no muro. Não sei o abandono ocorreu devido a este fato mas, no finalzinho ele deu adeus à corrida.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

ULTRAPASSAR É PRECISO


De uns tempos para cá vivo resmungando que Uéber não sabe ultrapassar e que nunca tenta passar o mimado Alfonsinho. De vez em quando ele ultrapassa. Mesmo o Alfonsinho.
Mas, é preciso determinação, muitas vezes coragem (mesmo que seja um tanto de despreendimento com a vida terrena), senso de tempo e culhões para ultrapassagem.
Uéber, no GP da Bélgica domingo passado, estava atrás de Senna e ficou naquela do amigo do Hermanoteu:
"vou não vou, vou não vou".  Cheio de receios filosóficos e falta de combatividade. No vídeo acima o exemplo de falta de confiança, eu diria.



                                           Vetor mostrando como se faz.

Atrás dele, no entanto, vinha um tal de Vetor que mandou ver na primeira vacilada de Uéber. Se quiser chegar na gostosa da glória é preciso mostrar serviço.
Lá se foi o piloto alemão todo pimpão, como diria minha avó.



Duas ou três voltas depois a mesma manobra com adversários diferentes. Vetor mostrando que não vacila. Ou seja, se o piloto que vai à frente olha pelo espelho e vê o bico de seu carro sabe que vem lenha na moleira. Senna ainda levou uma quase bundada.