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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

PARA CONSTAR

Meu gordito favorito, junto com uma pá de outros pilotos, venceu as famosas 24 horas de Daytona disputada naquele país grande e bobo.
O carro é este:


Uma BMW da equipe Chip Ganassi. Os outros pilotos foram Scott Dixon, Scott Pruet, Charlie Kumball e Memo Rojas. Pelo tamanho do carro alguns correram no porta malas. Brincadeira.
Mas, quem cruzou a linha foi Montoya nosso gordito favorito.
Eu o coloco no mesmo balaio que contém pilotos como Kiwi Vodkanem: andam muito e são bicudim. Não se curvam diante de imposições bestas do mundo da F1.

"gordito o karai!! Carrego muito lastro"

sábado, 10 de novembro de 2012

MEU GORDINHO FAVORITO

Encontrei este hilário vídeo na infernal internet.
Meu gordinho favorito, João Paulo Montoya, aprontou uma digna aqui desta terra de motoristas sem o mínimo de educação (Rib's).
Em uma dessas relargadas da vida veio por dentro levou um tapinha no buzanfã e acertou (um magrinho!) Harvick.
Os dois rodaram e terminaria aí a bagunça se não fosse atitude latina de Harvick. Fechou o carro de Montoya e foi tirar satisfações sem tirar o capacete, claro.
O gordinho colombiano não deixou a batata assar (como dizia minha avó) e o que se seguiu é digno de comédia pastelão. Empurra daqui, empurra dali, veio o gordinho comissário de pista e resolveram a questão em mimimis nos boxes.
Agora não dá para deixar passar em branco duas coisas: o "Big Red" escrito no macacão de Montoya e o volume suspeito quando é visto, pelas costas, entrando na camionete dos fiscais.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

PIADA PRONTA

Michael Schumacher anunciou sua aposentadoria definitiva.
Esta é a piada pronta.
Desde que voltou às pistas de F1 o piloto alemão que adoramos secar não fez nada parecido com seu passado de glórias.
Não fosse magro a gente diria que era um aposentado gordo andando para lá e para cá com seu macacão e capacete para impressionar as tias.
Suas apresentações pífias com um carro, que foi modificado no primeiro ano de seu retorno para atender seu estilo de pilotagem, colocaram dúvidas acerca de sua biografia.
Como um piloto sofrível foi tão longe?
Sempre esbravejei, no passado, que outros pilotos tinham pavor em ultrapassar o piloto queridinho dos mandões.
Sim, temos algumas exceções como El Gordito Montoya, Vodkanem e um de nossos pilotos preferidos, Kica Makinem.
Mas, a maioria no grid não incomodava sua excelência.
Enfim, no ano que vem não precisamos aguentar o verdureiro mor gritando que "ele está se divertindo". Vá se divertir em casa com suas motinhas, disse dona Mercedes.
Não vale dizer que a F1 mudou muito desde sua parada porque temos aí o Kiwi Vodkanem de volta e mandando ver.
É um mistério digno de análises, ou de especialistas em mercado, ou psiquiátricas, ou de E.T.s.


shushu ao ser perguntado sobre sua atual performance

sábado, 14 de novembro de 2009

Pista de verdade

O campeonato de 2009 terminou em uma pista encrencada e sonolenta, mas com um entorno muito bonito e bem construído. É uma Fórmula-1 estanha, em que os petrodólares comandam onde ocorrerá a corrida; quando, é o Sr. Ecclestone quem decide, conforme o horário europeu. É por isso que temos corrida ao anoitecer, no escuro, na chuva equatorial do fim de tarde malasiano e etc.
Abu Dhabi foi um furo n'água. Pista chata, corrida chata, um túnel para sair do box e um hotel que muda de cor. Clap, clap, clap... um monte de dinheiro gasto para atrair mais dinheiro para o bolso de uns e outros. O público que se dane.
Entretanto, o calendário provisório para o ano que vem traz uma "novidade" muito boa: a volta de Montreal para o campeonato.
Montreal é uma das poucas pistas "de verdade" que sobraram na F-1. Entre elas, Interlagos, Monza, Spa-Framcorchamps, Suzuka, e algumas outras, ao gosto do freguês. Aliás, Silverstone não está na lista porque, por enquanto, está fora para o ano que vem.
Dei uma olhada no Youtube e achei essas filmagens do circuito canadense em dois tempos: a primeira, com René Arnoux, de Renault, em 1982; a segunda, Juan Pablo Montoya, com a Williams, exatos vinte anos depois.
O traçado sofreu algumas modificações ao longo desses anos, mas, essencialmente, a pista é a mesma. Basicamente, foram suprimidas as curvas de alta após o grampo, e a reta de chegada foi mudada de lugar. Também foi suprimida uma chincane, que ficava antes do que hoje é a curva 1 - que, aliás, se chama "virage Senna".
Mais impressionante nos vídeos é perceber como os espaços de freada diminuíram, o jeito de acelerar mudou, a maneira de entrar na curva... enfim, a pista é a mesma, mas os estilos de pilotagem divergem diametralmente.
Agora, de 2002 para cá, já ocorreram diversas mudanças, e se formos comparar a pilotagem do Montoya no vídeo com a do Vettel este ano, já encontraremos inúmeras diferenças.
A coisa anda rápido...