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segunda-feira, 7 de abril de 2014

JOGANDO O BATOM

Todos sabemos que Louco e Montedemerda é um sujeito arrogante.
Não gosta de ser contrariado e vive dando pitacos em tudo o que não favorece mamã Ferrari.
Também é notório pé frio. Desde os tempos de Shushu.
Bom, não é que ele foi até Sacoir no Báeunhein?
Foi lá fazer aquela pressão para que as coisas mudem e mamã Ferrari possa ficar feliz.
Pois bem, no início da corrida Don Mimadon leva um passão de Incrível Hulk e a câmera, com raro senso de oportunidade, focaliza o dito.
Ele, após digerir o passão, faz uma careta tipo "foi pedir meu dinheiro da entrada de volta".
E, simplesmente foi embora. Largou as crianças de mamã Ferrari sem a mamadeira da noite.
Um belo líder.
Do tipo "eu ganho, nós empatamos, vocês perdem".
Mais estranho é que não é de hoje que mamã Ferrari constrói bosta sobre rodas. Várias pessoas são trocadas na equipe mas, está na hora de trocar o mandão arrogante. Quem sabe melhora.




sábado, 6 de outubro de 2012

PRESSÃO



Dizem que o incrível Hulk (lembram dele?) está cotado para substituir Massa na mamã Ferrari.
Pelo sim pelo não parece que sentiu a pressão e estragou a suspensão da sua Força aí Índia no último treino antes daquele treino para valer que define quem larga onde.
Massa agradece.




sexta-feira, 7 de setembro de 2012

POR FALAR EM CULHÕES

Ouvi uma abobrinha domingo de GP da Bélgica. Alguém da dona globo disse, sobre a disputa Kiwi Vodkanem e Shushu, que víamos dois ex-aposentados.
Em primeiro lugar Kiwi nunca se aposentou uma vez que disputava um campeonato de Rallye entre uma farra e outra.
E, Shushu continua aposentado.
Quem gosta de corrida de automóvel vibrou com a manobra de Kiwi para cima do aposentado Shushu.
Esta reta pequena que leva à famosa e perigosa curva eau rouge só permite ultrapassagens para os grandes.
O cara tem que ser bom piloto e ruim da cabeça. Não pode pensar feito o Uéber.
O negócio é fechar os olhos e só abrir lá em cima no morro depois da sequência de curvas.


Esta ultrapassagem tem  uma sequência muito didática (eu diria).
Vejam que Shushu trava a roda dianteira direita. Com isso sai mais "fraco" da curva. Kiwi já vem babando porque saiu mais "forte". O rádio do incrível Hulk, que vem atrás dos dois, já alertou: "Pé tenção, nego. Você vai ver uma manobra linda".
Lá se foi Vodkanem. Na reta após Eau Rouge ele poderia levar o troco como, aliás, já havia acontecido voltas atrás.
Esta bosta de abrir as asas. Viadagem inventada por uns viados.
Enfim, o que acontece? Incrível Hulk abriu as asas e emparelhou com Shushu que ficou encaixotado sem poder passar  Kiwi. Vejam que o piloto da Pingalândia ainda olha pelo espelho procurando o adversário lemão.
Mais ironia: incrível Hulk não conseguiu passar Shushu.
Essa manora valeu a corrida tanto quanto à porrada que levou a prima dona


A manobra vista do ponto de vista de Vodkanem. Feche os olhos e pise no da direita. Como diria aquele poeta televisivo "sem medo de ser feliz".

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Williams e Rubens

Os caminhos de Rubens Barrichello e da equipe Williams se cruzaram, finalmente. Digo finalmente, pois houve outras oportunidades em que o acordo parecia que iria sair, mas, no fim, Rubens acabou ficando onde estava.
A primeira oportunidade parece ter sido após a morte de Ayrton Senna. Barrichello, na época um jovem promissor, foi cogitado para ocupar o posto de Senna, incluvise com o envolvimento de Nelson Piquet nas negociações, já que a Arisco patrocinava a ambos.
Posteriormente, Rubens teve oportunidade para correr pela equipe Grove em 1998, mas também ficou sem vaga, já que preferiram Ralf Schumacher, cujo empresário era Willi Weber (o mesmo do irmão mais velho).
Também em 2003 houve rumores de que o brasileiro poderia se transferir para o time inglês. Montoya havia assinado contrato com a McLaren, mas ainda tinha obrigações com a Williams até o final de 2004. O colombiano, entretanto, tentava resilir sua relação contratual antes do fim do prazo. O primeiro na lista de substitutos para o Montoya na Williams era, justamente, Barrichello.
Depois de tanto namoro, as coisas deram certo. É uma união interessante, já que Williams e Rubens são representantes de outros tempos na Fórmula-1 moderna. Williams não tem vínculos com nenhuma grande montadora, embora já tenha recebido motores de BMW e Toyota; a parceria entre Patrick Head e Frank Williams na F-1 teve início em 1977, e a empresa contava com apenas 17 colaboradores. Hoje, é uma das equipes mais tradicionais e vencedoras do grid, com 9 títulos de construtores e 7 de pilotos.
Rubens terá como companheiro de equipe Nico Hulkenberg, mais um alemão assessorado por Willi Weber. É, sim, um estreante, mas o pouco que conheço dele revela que é um sujeito muito talentoso e que promete competir de igual para igual com Barrichello. Vamos esperar para ver uma lutar limpa entre os dois.
É difícil saber onde estará a Williams no próximo ano. Mais uma vez, o regulamento igualou a todos com as mudanças técnicas. Torço por um bom ano para Nico e Rubens.

(Desenho feito por Eduardo Barrichello, representando seu pai na nova equipe; divulgado por Rubens Barrichello via Twitter)