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sábado, 27 de outubro de 2018

NOVIDADE

O blog não assistiu ao treino oficial para o GP do México por motivos praianos.
Mas, anotamos que um de nossos pilotos favoritos levou a pole dando uma pimba de 0s026 em  Mad Max (um que adoramos detestar).

Ricardão Sorrisão provocou reunião urgente de Cristiano Horny e Helmut "hammer" Mark. Ousou desbancar a pole do pentelho preferido desses sujeitos. 

Dona Gertrudes deixou uma caixa postal me xingando por estar em off e prevendo que o maluco Mad (redundâncias, redundâncias....) vai partir literalmente para cima do australiano. Vai sair faísca nesta largada.
E, lógico, o butão vremeio será acionado acabando com a alegria de Sorrisão.
Quem viver verá.

sábado, 6 de outubro de 2018

VINGATIVOS

A única explicação para os "azares" de Ricardão depois que anunciou a saída dos Toro Seniores é a vingança maligna da equipe.
Punições por troca de peças no pum atômico, quebras esquisitas e etc.

E, ainda tem gente que ironiza o fato de estar sempre largando atrás de Mad Max (o queridinho). Se treinasse de bicicleta estaria melhor.

No treino oficial de hoje, seu carro desmaiou e não recobrou a consciência em tempo de fazer volta rápida. Larga em décimo quinto se não trocarem coisas em seu carro.

É o que dá estar de saída de uma equipe comandada por Helmut "hammer" Marko, uma véia vingativa.

"quer sair? Se fodeu"

terça-feira, 21 de agosto de 2018

PROMOÇÕES

Lembro que, nos idos de 74/75, andava de ônibus pela supercapi (como sampa era chamada pelos íntimos). Viação Brasil-Luxo. De luxo só o nome.
O trânsito, vindo da Praça da Luz até a Av. Santa Inês, era infernal. Invariavelmente ônibus lotado, mesmo na hora do almoço. Havia um motorista mucho loco. O apelido era peludo. Só vendo a figura para entender o apelido. Adorava andar com o cara porque ele pensava que estava de fusca. Barbaridades a granel. De vez em quando uma freada mais forte e o povaréu reclamando. Então, ele exclamava "culpa do cobrador. Ele quer que ajeite a carga".

Pois é. Os últimos acontecimentos da F-1 dão a impressão de que o peludo está no comando.
Mimadon vai cair fora, Ricardão sai de uma das equipes de ponta (só que não. Os Toro Seniores pensam que estão quase no topo). Só falta defenestrarem Vodkanem para a chacoalhação geral.

A carga vai se ajeitando. Nosso Pedrinho Galinha vai para o lugar de Ricardão. Carlinhos Sains (noção) para os Laranjas. Aparentemente Stofado Vandormi fica. Papi Trollar compra a Força Aí Índia para o pimpolho. E, etc.

Muita informação para o blog processar assim de uma vez. Ainda estamos assustados com a freada do peludo.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

INTELIGENTE TROCA

Um tempo atrás comentei que Vetor saíria dos Toro Seniores por tomar tempo e "queridismo" da equipe por um tal de Ricardão Sorrisão. O então novato andava pau a pau com o lemão e encantava a todos.

Passou o tempo Vetor foi para mamã Ferrari e Sorrisão ganhou um fedelho como "companheiro". Mad Max começou a pisar na bola tanto quanto mostrava ser rápido e, mesmo assim os Toro não escondiam a preferência. Ao contrário de Ricardão, o belga/holandês/marciano tem um lado petulante e ao mesmo tempo obtuso. Duvido que tenha aprendido com os erros como dizem os entendidos. O fato é que, hoje em dia, anda num limbo nas corridas. Não alcança quem vai na frente e não é incomodado por quem vem atrás.

Mas, escrevi em algum post que Ricardão não permaneceria numa equipe que não trata os dois pilotos por igual. 
Ele sempre disse que precisava de carro para ser campeão. Hoje em dia significa Mercedes ou Ferrari. 

Então começou a temporada de caça. Mercedes renovou com seus dois atuais pilotos. Vetor (o magoadinho) vetou (Vetor vetou é poético) sua ida para os vremeios.
Então, todo mundo dava de barato que o jeito seria permanecer nos Seniores.
Diziam que o anúncio seria iminente.
Mas, o desfecho foi um chacoalhão na categoria.
O australiano vai para a escuderia Renault. Uma equipe que volta a ser de fábrica e tenta ser de ponta novamente. 
Nada poderia ser melhor que um piloto do quilate de Sorrisão. Vai para uma equipe onde, certamente, vai ter status de primeiro piloto. Seu companheiro será Incrível Hulk que é bom piloto mas, aparentemente não empolga a equipe. 
Acredito que todos vão ganhar. Ricardão tem aquela gana em ser campeão e a equipe precisa de um piloto com essa empolgação para acertar carro e pum atômico. Lembrando que fabrica seus próprios puns, o que é uma vantagem.

Ironias:  Um boato antigo o colocava nos Laranjas (McLaren) por uma tonelada de alfaces. O pum atômico dos ingleses são Renault. Ora, ao invés de ir na filial, vamos na matriz.
Lembrando que a Renault equipa, hoje, o pum dos Toro. Há um interminável bate boca envolvendo equipe e fornecedor por conta de quebras inexplicáveis.
E, ano que vem a Honda vai equipar os energéticos.
Grandes mudanças e expectativas. 

Aqui no meu canto penso que foi uma decisão de muita inteligência de Ricardão.
Até sua antiga equipe começar a mostrar serviço com a Honda, ele vai estar sorrindo de orelha a orelha fazendo seu antigo "companheiro" comer poeira.

uma troca da hora

quarta-feira, 30 de maio de 2018

DEMORÔ

Não é de hoje que Mad Max é o queridinho dos Toro Seniores. Desde sua promoção precoce em detrimento de Danieldo Kuajato. Saiu dos mirins em meio ao campeonato de 2016 e foi para os Seniores. 
De lá para cá fez grandes corridas e grandes cagadas. Hoje em dia prevalecem as cagadas.

Mesmo assim a escuderia sempre trabalhou para ele. Enquanto Sorrisão dava os pontos que a equipe precisava, babavam na gravata pelo maluco de todas as voltas. Em função disso o australiano cansou e dificilmente continuará nos Seniores. Dizem que vai para mamã Ferrari no lugar de Vodkanem, o preferido de Vetor. 
De qualquer forma para Mad Max 2018 seria o ano da redenção. Com o apoio dos capos iria para as cabeças, como se diz.
Mas, a cabecinha de vento aliada ao pedantismo que faz com que não se importe com os adversários, a ponto de não deixar espaço algum nas disputas por posição (vide o incidente com Hamiltão em Báeunhein), fez com que seu campeonato se transformasse num pesadelo para quem o apóia. 

Agora leio que Sorrisão, a partir do GP do Canadá, vai ser tratado como primeiro piloto e, se assim for, Mad Max vai ser orientado a não atrapalhar quem realmente tem chances no campeonato deste ano.
Não sei se verdadeira a notícia. Mas, Cristiano Horny deu declarações no sentido que o belga/holandês/marciano está fora da casinha e custando caro. Cada panca custa uma nota preta.

Aparentemente houve uma mudança de planos dentro da equipe tendo em vista a situação que se apresenta.
Com a saída, que parece inevitável, de Sorrisão quem iria para seu lugar? É necessário um piloto com experiência para desenvolver o carro e ter aquela conversa "cabeça" com o mago dos ventos Adriano Noway.  Mad Max não tem condições de liderar uma equipe. Nem neste, nem no ano que entra. Não tem maturidade.
Urge manter Sorrisão. Por isso a mudança de tratamento. Todo mundo parece ter cansado das peripécias do pimpolho. A transmissão nem mostra mais seu pai, outro maluco, Jos Ven No Tápen. E, ultimamente ele aparecia com cara de pastel (expressão bem anos setenta). Tipo "que porra esse moleque está fazendo?"
Enfim, Mad Max precisa de menos Verstappen e mais Kumpen. 

Aguardemos, pois, os próximos capítulos.

"Olha aí, Luizão! Piloto com experiência? Tamos na pista!"


terça-feira, 15 de maio de 2018

QUE COUVE, RICARDO?

Dizem que os Toro Seniores fizeram uma reunião após a cagada monumental de seus pilotos em Baku e quem levou umas palmadas foi Mad Max.

Mas, pelo que aconteceu em Barcelona, o desanimado Sorrisão não foi tão prestigiado assim. Uma corrida pífia. Beirou o ridículo ao pedir passagem sobre o belga/holandês/marciano dizendo que era mais "faster" que ele.

No mais, uma maldonadice incrível quando da bosta do safety car virtual. Acelerou na hora errada e rodou mostrando que não estava nem um pouco focado. No final da corrida marcou a volta mais rápida. Um pouco tarde para sair do quinto lugar.




quarta-feira, 29 de junho de 2016

BULL EM EVIDÊNCIA

Neste fim de semana acontece o GP da Áustria de F-1.
A casa Toro Vremeio (que inclui os Seniores e os Mirins) tomou conta do autódromo que antes era Spielberg e agora é Red Bull Ring (muito mais fácil de teclar).  Pensam em recuperar o antigo traçado que acho muito legal e desafiador. Por sinal, todo mundo acha que a categoria anda aviadada demais. Carros fáceis de guiar, circuitos cheios de áreas de escape tipo mamãe (daquelas que o piloto sai por barbeiragem ou outra coisa qualquer e consegue voltar sem mais delongas) e coisas mais.
Gosto daquela F-1 antiga em que os carros eram Miúras a serem domados pelos melhores pilotos/cavaleiros.
CTR- Chupei este vídeo legal de Ricardo Sorrisão dando um rolê num clima mezzo sol mezzo chuva. Confesso que não lembro de qual site. O circuito é o da Áustria, que agora é Red Bull. Viram que não "falei" Spielberg?


Fato engraçado (ou não) acontece com o australiano. Renovou o contrato com os Toro Seniores porém, ele próprio anuncia que mamã Ferrari o incluiu numa lista de possíveis contratações para ano que vem. Ele admite que iria. 
Lembrando que seria companheiro de Vettel novamente. E, que o piloto alemão resolveu sair depois de algumas estranhas quebras de seu carro enquanto o (carro ) de Ricardão sempre seguia faceiro.
Neste ano a coisa se inverteu. Sorrisão perdeu duas corridas (Barcelona, e Mônaco) por estranha culpa da escuderia. Principalmente Mônaco. Tudo porque o garoto do momento é Ven No Tápen Zinho, que venceu/ganhou de presente Barcelona.
Mundo estranho este.

terça-feira, 14 de junho de 2016

UM NÃO POST

Estava em gestação um post sobre a saída de Ricardão Sorrisão (só que não) dos Toro Seniores quando leio sobre sua renovação de contrato.
Nos últimos tempos ele parecia renegado pela equipe toda cheia de mimos com Ven No Tápen Zinho. Algumas corridas estragadas pela equipe como Barcelona e Mônaco davam como certa sua procura por outro ninho.
Comentei com o chefe do blog a notícia de Vetor abrindo os braços a dizer que não se importaria em dividir a equipe de mamã Ferrari com ele. Mesmo a considerar que um dos motivos da saída do alemão dos Toro Seniores foi a chegada chegando do australiano.
Porém (ai, porém), os ventos sopraram na direção de um acerto a fazer com que Ricardão abra um Sorrisão pelo aumento de verdinhas a encher seu cofre. Por volta de R$ 40 mijões por ano. 
Então, ficamos com um não post sobre a saída de Ricardão da sua escuderia atual.

"não estou vencendo mas, estou levando"

quarta-feira, 24 de junho de 2015

CARRO GAIOLA

Mano. Tem coisas que só os iniciados em exoterismo e ciência eteriana entendem.
Ricardão Sorrisão (nem tanto neste ano) guiou um carro gaiola por intermináveis voltas lá em Spielberg (tá explicado!).
Não sei para que serve. Mas, os passarinhos que se cuidem.

"Corre. Tem um pardal ali"

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

E do outro lado?

Voltando ao assunto, espero que pela última vez, entre todas as hipóteses para a baixa performance de Vettel em 2014, poucos consideraram a possibilidade de Ricciardo ser um fora de série impressionante e que, com ele, não para ninguém, nem para o Vettel. 
Seu retrospecto na Toro Rosso, ao lado de Vergne em 2012 e 2013, não foi lá muito arrebatador. Em 2012, perdeu para o francês na pontuação: 16 x 10; no ano seguinte, devolveu com um ponto de vantagem: 20 x 13. Empate técnico. 
Contra Vettel foi que o australiano deslanchou. No entanto, ele tem três vitórias na carreira, enquanto Vettel tem quatro títulos mundiais. Se Vettel, a despeito de todos os números, ainda levanta desconfianças, há um longo, longo caminho para Ricciardo percorrer. 

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Entre carro e cabeça

Após conquistar quatro títulos mundiais em sequência entre 2010 e 2013, o Sebastian Vettel de 2014 teve atuações apagadas e ficou muito longe da performance que o colocou entre os maiores campões da história da Fórmula-1. Além de deixar de ter nas mãos um carro verdadeiramente vencedor, foi surrado por seu companheiro de equipe, o australiano Daniel Ricciardo, que venceu três corridas ao longo do ano, terminando a temporada com larga vantagem sobre Vettel na pontuação.
O campeonato ruim fez algumas dúvidas surgirem sobre a própria capacidade de Sebastian como piloto. Os grandes campeões não passaram por isso; pior, Fernando Alonso, apontado por boa parte da mídia especializada como o melhor piloto do atual grid, não teria passado por sufoco deste tamanho com qualquer companheiro de equipe ao longo de sua carreira. A baixa performance de Vettel associada ao massacre de Alfonso sobre seu companheiro de equipe Kimi Raikkönen fomentou a ideia, feita divulgar pelo próprio Alonsito e seus fanzitos, de que o espanhol é um injustiçado e só não tem mais títulos na F-1 pela incompetência ferrarista. 
Antes de tudo, comparações entre Vettel e Alonso, neste momento, ainda tendem a ser imperfeitas. São pilotos em momentos muito diferentes na carreira, já que Vettel é significativamente mais jovem e ainda em ascensão, enquanto Alonso é mais experiente e já há alguns anos está com pressa para achar um bom assento que lhe garanta a volta às vitórias antes da aposentadoria. Em suma, Alonso é experiente sem estar ultrapassado, enquanto Vettel ainda não atingiu a plena maturidade enquanto piloto. 
No entanto, pode-se cogitar uma comparação interessante se olharmos os momentos em que cessaram as sequências de títulos do espanhol e do alemão. Em 2007, após ser campeão em 2005 e 2006 pela Renault, Alonso penou com seu jovem companheiro de equipe Lewis Hamilton na McLaren. Por sua vez, Vettel apanhou feio de Ricciardo após o tetra. Acredito que a semelhança entre as duas situações está na menor experiência do companheiro que antagonizou um campeão, sofrendo menor grau de pressão, justamente em razão da falta de compromisso com os resultados. 
No caso de Vettel, o que chama atenção é o abismo que se abriu entre ele e Ricciardo -  o que não aconteceu na disputa acirrada entre Hamilton e Alonso. Parecia que o australiano havia incorporado o melhor de Vettel em sua própria pilotagem: o controle perfeito do ritmo de corrida e do desgaste de pneus para levar o carro ao máximo de sua eficiência. Ricciardo fez com naturalidade o que Vettel lutou para não conseguir. A rodada no GP da Hungria, com pneus desgastados, enquanto Ricciardo rumava para a vitória, foi um momento significativo da diferença entre os dois companheiros.
Seria Vettel, então, uma fraude? Há, por aí, uma série de opiniões a este respeito e todas valem o quanto custam - inclusive a minha: absolutamente nada. Hoje, ainda considero Vettel um dos melhores pilotos que vi correr. É impossível, entretanto, saber como o resto de sua carreira será. Daqui alguns anos, suas belíssimas atuações podem ser lembradas, apenas, como resultado de um projeto magnífico levado a efeito por Adrian Newey e sua equipe. 
Não creio, reitero, que Vettel seja uma farsa automobilística. Para tentar explica seu péssimo 2014, acho significativa a declaração de Christian Horner informando que Vettel considerara encerrar sua carreira em razão da insatisfação com os rumos assumidos pela F-1 neste último ano. Se o sujeito está tão infeliz com seu ambiente de trabalho, é normal que seu rendimento caia, não importa qual a atividade realizada. Digo por mim, com as minhas recorrentes "crises de meio de semestre", quando penso em jogar tudo para o alto e procurar um emprego que me permita jantar antes das 23h. 
Aventou-se, também, o cansaço em razão da disputa do título por cinco anos em sequência - lembrando, é claro, do vice-campeonato em 2009.  Cansaço pode ser um fator, é óbvio, mas só afeta, efetivamente, o piloto, se sua cabeça não está apta a responder adequadamente. 
Agora, o que não se duvida ter sido um fator crucial na queda de rendimento de Sebastian foi a drástica mudança de regulamento que sofreu a categoria de 2013 para 2014. Modelou-se um conjunto de regras técnicas anti-Red Bull e, consequentemente, anti-Sebastian Vettel. Este é um movimento normal na F-1 quando se assiste um longo domínio de um time: chacoalhemos as possibilidades técnicas para nos livrarmos de tudo o que o time em questão tem de vantagem. É feio, mas é mais feio ainda quando acontece no meio do campeonato, como a proibição dos amortecedores de massa em 2006. 
Eu ainda acrescentaria um fator, mas apenas a título de especulação. Fazer o que Vettel fazia até 2013 e o que Ricciardo passou a fazer em 2014, demanda uma perfeita integração piloto-equipe. O controle do ritmo de corrida e do desgaste do equipamento, mencionado alguns parágrafos acima, exigem um fluxo de informações com pouco ruído. Apesar de se dizer que apenas no GP do Japão é que Vettel contou à Red Bull que a deixaria pela Ferrari, já não haveria um pré-contrato ou algo que o valha circulando que teria feito a equipe anglo-austríaca "frear" as informações que chegariam até Vettel? 
Fossem quais fossem as razões para a queda do grande campeão, Vettel recomeça sua carreira vestindo vermelho daqui a poucos dias. Apenas o retorno das velhas velocidade e consistência dissipará a negra nuvem de dúvidas que hoje paira sobre ele. Torço para que o tempo abra, afinal, tem que sobrar um herói. 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

BARBEIROS MIRINS

 Encerrando por hoje, uma barbeiragem das últimas fileiras do grid. Petrão, nosso velho conhecido, e Riatchimardo, que andaca sumido, ignoram um ao outro feito meninos mimados. Deu no que deu.
O ferro velho das proximidades do autódromo nunca esteve tão cheio de carros batidos.

terça-feira, 20 de março de 2012

BRASILEIROS

Gostaria de tecer algumas considerações sobre a atuação dos pilotos brasileiros na GP da Austrália em 2012.
Senna-sobrinho teve um desempenho horrível na classificação e, num arroubo de sinceridade, disse que foi mal porque não arriscou na hora do “vamu vê”.
Com isso largou lá atrás. Comentei com o chefe do blog que ele sai no bolo e não consegue escapar de toques ligeiros ou verdadeiros chega para lá dos outros afoitos pilotos.
Já vimos que levou uma verdadeira encoxada do Ricatchimcardo na primeira curva.
Se largar atrás é inevitável que pelo menos fique pelos cantos com a cabeça baixa até passar o tiroteio.
Nesta corrida, logo de saída foi obrigado a levar o carro para a oficina acabando com suas chances de fazer algo mais que número.
Enquanto isso seu companheiro de equipe mostrou serviço sendo destaque até a última volta quando perdeu o controle do carro e deu de bico no gradil, mostrando que é o Maldonado de sempre.
O Massassinha é caso para análise mais profunda.
Tem toda razão quando reclamou que seu carro comia pneus como um chocólatra devorando os ditos.
Sabemos que a mamã Ferrari é capaz de instalar um ralador de pneus só para queimar seu piloto. Temos aí o rubim que não nos deixa mentir.
Mas, que catso ele faz na Ferrari?
Desde que Prima Dona Alfonsina chegou na sede dos vremeio ele vem sendo preterido a ponto de perguntarem se “entendeu” que teria que dar passagem ao espanhol no GP da Alemanha de 2010.
Mais do que claro que era chegada a hora de dizer adeus.
Sua carreira é gerenciada pelo filho do duende vremeio Jean Todt, o Todinho.
Mal gerenciada por sinal. Felipe vive levando desaforo para casa. Mamã Ferrari não dá um carro que suporte sua maneira de conduzir. Toda a atenção da véia mafiosa vai para seu querido espanhol cheio de grana daquele banco com símbolo em forma de bosta seca. Nem vou falar dos pit-stops vergonhosos em relação ,
Em toda corrida os pneus do carro do massassinha vão para o espaço enquanto Prima Dona que pilota, muitas vezes de maneira agressiva arrastando o carro, tem seus calçados com o solado em forma.
Todinho deveria ter oferecido os préstimos de seu pupilo para outra equipe de ponta antes que a desvalorização o obrigasse a aposentar ou correr por uma Katarrã qualquer. Pelo visto é o que vai ocorrer no fim desta temporada.
Por outro lado Felipe tem uma maneira de pilotar agressiva quando em disputa por posição. Agressiva sem razão principalmente levando em consideração o formato da F1 de hoje onde as corridas muitas vezes embaralham a posição dos pilotos até poucas voltas para o final. Uma posição perdida no meio da corrida não significa que é em definitivo.
No entanto, Massa adora espremer carros que tentam ultrapassá-lo desgastando o seu próprio.
No vídeo notamos que houve um imbróglio com três carros. Ele, Senna-sobrinho e o nosso já conhecido Ricatchimardo.
Notem que massa já vem espremendo o pobre piloto da STR que é obrigado a alargar a curva.
Senna-sobrinho aproveita e enfia o carro no espaço que sobrou. Na sequência o piloto da Ferrari empurra a Williams para fora da curva resultando no abandono dos dois.
Neste mesmo lugar várias outras ultrapassagens e tentativas ocorreram sem que o resultado fosse este vexame.
Todos colocaram panos quentes no acontecimento. Até os buenos da vida durante a transmissão fingiram que foi algo corriqueiro e preferiram falar mal da Ferrari que, segundo eles, vem “ladeira abaixo” sem o Jean Todão.
O problema é que massassinha acabou por dar uma entrevista dizendo que se houve um culpado este foi Senna-sobrinho.
Em minha opinião deveria ter deixado as coisas como “acontecimento de corrida”. E, acalmar o espírito, focar mais no acerto do carro. Para tanto é necessário bater a mão na mesa lá na Ferrari exigindo mais atenção. Enfim, melhorar muito para sair da mamã Ferrari com a cabeça erguida.
Afinal parece claro que seu macarrão está “assando”.