segunda-feira, 6 de junho de 2016

INDY

Aqui os melhores momentos do GP de Detroit. Quero dizer da segunda rodada. Overdose de carros esquisitos, porque tenho dúvidas se esses estranhos apêndices servem para algo que não seja sair voando quando o piloto espirra dentro do carro.
Como não sou engenheiro (agrônomo, naval, civil, espacial? Afinal, quem constrói essas gambiarras?) vamos ao que interessa
A primeira rodada foi vencida pelo Tião Bordô (Sébastien Bordais).
Esta segunda por Will Força (Will Power). 
Para variar a corrida começa com gente dando pancada em quem está por perto (0:45m).
Em 1:25 m uma maldonadice de João Montedeóia (Juan Pablo Montoya) e notem seu carro desmanchando por um acesso de tosse do colombiano.
Descobrimos, então, o porquê dele estar caindo pelas tabelas no campeonato. O motivo é a subida da tabela de peso. Notem, que voltou a ser gordito e está suando mais que Paul Tracy nos seus melhores momentos.
Bom, quem lidera o campeonato esfrega-esfrega é o Simão Pagemnão (Simon Pagenaud)  com um monte de gente com chances de ser campeão porque há uma farta entrega de pontos estranhos como pontuação dupla na última corrida.  

LADAINHA DAS SEGUNDAS

Nunca gostei de ladainhas. Um dos motivos a me afastar da igreja (no caso católica) era ouvir a ladainha na missa dominical (em Curitiba) ao invés de estar brincando na rua. O outro é a falta de crença, lógico. Herdei a incredulidade de Véio Mero que sempre foi ateu numa família de religiosos como sua irmã freira e irmãos carolas.
Enfim, segunda-feira é dia da ladainha de Tonto Lobão a declarar que dona Mercedes está preocupada com alguma equipe que vem por detrás (epa!) e pode fazer frente (êpa, de novo).
Agora a preocupação é com os Toro Seniores que fizeram bonito em Mônaco (com Sorrisão) mas, não levaram devido às patetadas no pit.
Então, fica assim. Essa conversa de não estarmos deitados em berço esplêndido é para inglês (e austríacos e italianos) ouvir. Vamos dizer que diminui a pressão sobre a hegemonia da escuderia lemã que, está sim, sufocando a pouca graça da categoria.

"vejam minha cara de preocupação!"


A INSPIRAÇÃO

Mais uma lembrancinha de Mônaco. Desta vez, vemos Danieldo Kuajato, suas lambanças e maldonadices.
Lógico que ele sabe ser impossível ultrapassar neste circuito. Mas, sabendo do leitão especial de Dona Gertrudes, fez de tudo para levar o troféu inspirado em Pastor sem ovelhas.
Por falar em inspiração, vejam quem vem atrás de Magnificúzem e Kuajato. As duas Sauber (de nada inocente). A maldonadice do russo inspirou o Filho do Eric.
Encerrando, Danieldo precisa de uns conselhos (ou crocs) acalmar o espírito e a bota. Caso contrário vai ser rebaixado à GP-2.
Se conseguirem ouvir a gravação (CTR-chupada da dona Globo) verão a vergonha alheia do narrador confundir os carros e pilotos. Fora o resto que nos faz sentir falta dos Buenos da vida. Por incrível que pareça.



domingo, 5 de junho de 2016

CHUPA F-1

Algum tempo atrás a MotoGP foi palco de uma polêmica danada quando Valentino Rossi (vulgo Valentinho Tosse) deu um coice na moto de Marc Marquez (vulgo marco marco), seu rival, ocasionando toda uma celeuma.


Foi, não foi, acabou sendo. Na época disseram que Rossi apertou o freio da moto do "inimigo". Havia uma encrenca porque, segundo Valentino, os espanhóis trabalhavam para Jorge Lorenzo levantar o caneco, o que acabou por acontecer.
Confesso que nunca gostei de corridas de moto. Não me perguntem o porquê.
Porém (ai, porém), depois desta polêmica toda comecei a dar uma olhadela nas corridas.
Hoje, acompanhei as cinco últimas voltas do GP de Barcelona e vibrei muito. Primeiro porque o cachorrão Rossi venceu com brilhantismo após largar mais atrás que o costume. Depois porque o final foi eletrizante. E, não era a Fórmula chocante.
 Após trocas de posições de tirar o folego a moto de Marco Marco (tinha que ser ele) perdeu rendimento e Valentinho venceu.
Mais do que tudo o que me chamou a atenção foi a informalidade da categoria.
Os pilotos param na pista, vão até o alambrado com as motos roçando a grade, pegam bandeiras, os fiscais (e alguns sapos) invadem a pista e etc.
Uma homenagem muito bonita foi feita ao piloto Luis Salom que morreu num treino na sexta feira. Um dos pilotos (confesso que não sei o nome) carregou uma placa de sinalização com o número da moto de Salom.
Enfim, a descontração é marca registrada. Principalmente de Rossi. Vejam a cena abaixo. O cara (Valentinho Tosse), na volta de desaceleração, para a moto e vai ao banheiro. Imaginem um mauricinho como Hamiltão fazendo uma coisas dessas. Seria desclassificado e internado.



E, tem mais. Defeco de rir dessas imagens da bunda dos caras indo de um lado para outro. Uma funkeira iria se dar muito bem na categoria. Venceria fácil fácil com o quesito reboletion ajudando.



São lições, câmeras bem colocadas, informações na tela como a distância da moto que vai à frente (em metros) e, como já disse, a descontração. Nem falei que as motos descem a reta a 320 km/h.
A f-1 que se cuide. Estou pesquisando para saber quando será a próxima corrida da MotoGP.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

TRAGÉDIA INSPIRADORA

Como nossos parcos leitores sabem sou ligado em aviões e suas histórias.
Aqui uma história/tragédia que inspirou filmes como "O Voo da Fênix", de 1965 e o remake de 2004.
Em plena segunda guerra mundial em 1943 aviões decolam da base de Soluch na Líbia para atacar, do outro lado do Mediterrâneo, o porto de Nápoles na Itália.
Resumindo. O avião dos acontecimentos era um Liberator B-24D, alcunhado de Lady Be Good, de fabricação americana tripulado por 9 aviadores.

liberator b-24

O ataque foi um fracasso devido às nuvens que encobriam o porto. O avião lançou suas bombas no mar, para perder peso, e retornou à base. 
Aí começam os problemas que resultaram num desastre com os tripulantes mortos de maneira trágica. 
Na volta o avião apresentou problemas na radionavegação e pediu auxílio para a base na Líbia. Com a guerra o silêncio de rádio era imprescindível.
O avião estava na direção correta e a base lança foguetes iluminadores que não foram avistados pelos tripulantes. O avião, sem condições de saber se estava sobre o mar ou deserto, voou por duas horas até pousar de barriga no deserto. Ele chegou a sobrevoar a base uma vez que seus motores foram ouvidos. Porém, seguiu reto deserto adentro.
Uma série de pequenas tragédias ocasionou a morte de todos os tripulantes que sobreviveram a descida no deserto e morreram tentando voltar. Falhas da própria tripulação, inexperiente como tantas outras na época da guerra, e da base, que fez buscas no mar e não no deserto, apesar de ouvirem motores na noite em direção à terra.
Em maio de 1958 um DC-3 de uma companhia de petróleo avistou os destroços do avião. Como era comum destroços de guerra não deram atenção. Porém, em fevereiro de 1959 uma equipe de geólogos de outra companhia de petróleo vai até o local e a história é iluminada. 

"Lady Be Good no deserto"

O avião, ou o que restou dele, estava incrivelmente preservado. O rádio e as metralhadoras funcionavam perfeitamente. Mas, havia um problema. Onde estava a tripulação?
Após saltarem de paraquedas tentaram sair do deserto com parcos recursos. Em vão, todavia.
Um dos corpos foi encontrado a incríveis 200 Km da queda. E, um dos tripulantes jamais foi encontrado.
Vários livros e conjecturas foram elaborados desde então.
Mas, o fato é que em plena segunda guerra, onde tantos perderam a vida "anonimamente" e tantas outros de maneira trágica, a perda de um avião em missão militar de bombardeio inspirou livros, filmes e teorias.
O mundo não mudou no quesito em ceifar vidas a granel. Seja em guerras localizadas ou tiros "perdidos" em favelas.
São vidas, histórias, futuros, interrompidos sabe-se lá se antes do tempo.

ESFARRAPADA DERRAPADA

Mauricio Aquivábene (só que não) capo de mamã Ferrari deu uma explicação interessante porém confusa sobre a queda de desempenho dos carros do cavalinho rampante.
Entrou na carruagem de dona McLaren também acusa algumas equipes (as que andam na frente do time italiano) a jogarem com pressão dos pneus justamente quando a cobra fuma. No Q3 da classificação oficial. Elas diminuem, por algum subterfúgio, a pressão dos pneus e conseguem melhor desempenho.
Então, largando atrás dessas malandras seus carros perdem tempo a ponto de não conseguirem subir ao pódio.
Bom, a fornecedora dos pneus fiscaliza/investiga/deda/entrega quem não anda com a pressão ideal. Massinha de modelar que o diga.
Pelo que entendi trata-se de uma tramóia instalada nos carros. Feito aqueles reservatórios de água da Tyrrel que esvaziavam no decorrer da corrida. Aliás, vale um futuro post.
Só que um engenheiro da própria Ferrari, de nome jocoso, Jock (oso) Clear (vulgo Jack, o Limpo) disse que duvida da pilantragem tal e coisa. 
Fico com a impressão que Aquivábene (só que não) está buscando uma desculpa (esfarrapada, no caso) para a queda de rendimento do carro vremeio.
Senão vejamos. Os Toro Seniores estão andando na frente dos vremios italianos porque, segundo dizem, o carro é bão e o motor entrou nos eixos (eh eh).
Porém, mesmo com Vetor e Vodkanem saindo atrás, devido às sacanagens pressísticas, na corrida tal manobra não existe, uma vez que Mauricio não se referiu à corrida e sim à classificação.
Ora, a corrida tem 'centas voltas. Se o carro é superior em algum momento vai passar os farsantes. Até mesmo contando com uma boa estratégia de paradas.
Enfim, temos mais um no telhado.

"pressão em mim? Não. Nos pneus."

quinta-feira, 2 de junho de 2016

quarta-feira, 1 de junho de 2016

TCHAU KIWI

Torcemos muito para  Kiwi Vodkanem.
Mas, ele não anda torcendo para si.
Em Barcelona não tentou verdadeiramente uma ultrapassagem sobre Ven No Tápen Zinho pelo primeiro lugar. Fiquei com a impressão de não ter confiança no carro. Uma saída de pista e lá se vai o segundo lugar. Mas, tentar era preciso.
Em Mônaco ralou o bico do carro na curva do Harpin, Atrapalhou Romã da Granja que esbravejou pelo rádio e abandonou com o bico no meio das pernas.
A Ferrari nitidamente perdeu o bonde das atualizações dos carros. Os Toro Seniores estão melhores e a briga anunciada no começo da temporada com as Williams não acontece.
Eventualmente algumas escuderias assustam os vremeios italianos como a Força Aí Índia que fez um terceiro lugar em Mônaco e até os Toro mirins que usam motores Ferrari.
Vettel não sabe onde bate a cabeça e Kiwi sabe.
Com as pressões que a equipe sempre suporta para vencer a primeira vítima subiu no telhado.
Dificilmente o contrato do finlandês vai ser reformado.
Um grande piloto que precisa encontrar o caminho do pé direito e cabeça boa.

MENINOS BRIGUENTOS

Felipe Nariz e o Filho do Eric perpetraram uma maldonadice que valeria o leitão de dona Gertrudes se não fosse a lambança dos Toro Seniores.
Essa briguinha vem de longe. Não sei quem leva mais dinheiro para esta equipe mal administrada (lembrem-se dos contratos assinados com pilotos e não cumpridos).
O carro é uma bosta. E, os meninos briguentos acabam por estragar suas corridas (além dos carros) se esfregando em praticamente todas as corridas.
Como levam grana não levam crocs na cabeça oca.
Ou seja: a escuderia está ao seudeus dará.
O Filho do Eric já andou dizendo que é melhor que Felipe Nariz (só que não) e, pelo visto recebe o melhor equipamento. Talvez leve mais dinheiro para a Sauber. 
Em Mônaco a equipe pediu que Nariz abrisse espaço para seu "companheiro" e foi ignorada. O sueco não teve dúvidas e bateu propositalmente no brasileiro. Disputavam as últimas posições. Ou seja, não valia nada quem andava na frente de quem.
Algumas pessoas garantiram que ele admitiu o dolo.
Agora declarou que estava de 3 a 4 segundos mais rápido que Felipe. 
Duvido. E, em Mônaco poderia estar em uma Mercedes que não passaria.
Lembram de David Couthard atrás de Henrique Bernoldi?
O resultado dessas lambanças seguidas é falta de oportunidades futuras para ambos.
Quem vai querer pilotos que não sabem controlar os nervos/ansiedade? Quem precisa de dinheiro, é óbvio. Boas equipes estão fora da lista.

terça-feira, 31 de maio de 2016

ASSIM FOI

O GP de Mônaco foi, de certa maneira, a corrida dos pneus.
O início foi com pista molhada. Mas, a chuva passou e todo mundo fica especulando sobre quem vai arriscar a trocar para intermediários ou (a grande sacada) para pista seca.
Ricardão Sorrisão abriu bela vantagem porque Kico Roseberg não vinha bem. Seu carro tinha problemas com os pneus e não rendia. Mas, deixou Hamiltão passar na 16ª volta e as coisas mudaram. Ficava claro que a corrida iria ser decidida entre o piloto inglês e o australiano.
Sorrisão parou e colocou intermediários. Hamiltão ficou com pneus de chuva pesada esperando a pista secar e saltar direto para pneus de pista seca.
Daí veio o lance que decidiu tudo, inclusive o leitão da maldonadice do dia. Luís entrou na volta 31 para colocar slicks. Sorrisão entrou na seguinte e voltaria em primeiro porque estava colado no piloto de dona Mercedes. 
O resto já conhecemos. Os Toro Seniores bateram cabeça na troca de pneus e Sorrisão perdeu uma corrida ganha.
Lambanças assim não são gratuitas no mundo da F-1. Erros grotescos parecem mais recados para o piloto. Ricardão não deve ter gostado da sua nova e inesperada companhia no box ao lado. E, Ven No Tápen Zinho chegou chegando. Ganhou uma corrida que, por sinal, era de Ricardão e gerou um certo ciúme. Não sabemos o que rolou nos bastidores. Sei que Sorrisão está no sal, como dizem por aí.
Quanto aos pneus. Mais uma vez a expectativa não corresponde à realidade. Dizem que tal pneu não dura dez voltas e ele dura vinte. Em Mônaco o composto de chuva de Hamiltão durou horrores (estou com preguiça de pesquisar quantas voltas ele deu com os tais) o ultramacio enfiado no carro antes da metade da corrida durou até o final. Nada seguiu a cartilha.
Lembrando que a pista de Mônaco é especial porque ninguém passa ninguém a não ser que se esfregue de um jeito que pareça assédio sexual.
Para encerrar, vamos dizer que o campeonato voltou. A diferença de Roseberg para Hamiltão caiu para míseros 24 pontos. Um abandono de Kico e vitória de Hamiltão e pronto.

"obrigado dona Red Bull"


segunda-feira, 30 de maio de 2016

LAMBÃO EM MÔNACO

O GP de Mônaco é especial porque tem lugar num lugar especial, diria aquela jornalista da dona Globo. 
Por este motivo o leitão porcamente assado de Dona Gertrudes também é especial.
Ela reserva o leitão mais light do chiqueiro de seu sítio em Atibaia (pertim "daquele"). Porém, "sem pedalinhos, pelamô", sempre enfatiza.
Assado em panelaço de barro e temperado com as mais finas ervas, de seu fornecedor jamaicano, e com um segredo muito usado por cantores de rock progressivo, é o preparado mais viajandão do ano.
Pois este ano o GP de Mônaco reservou um lambão à altura do prato que abre as portas da percepção.
A equipe Toro Seniores leva para casa, ou garagem, ou bar (mais apropriado) a iguaria oferecida pelo blog aos atores de uma maldonadice que custou a corrida de Ricardão Sorrisão (só que não), e encheu de pulgas as orelhas do blog.
Uma indesculpável cagada digna da mais rampeira escuderia de fundo de quintal.
O australiano corre para o pit com uma vantagem avassaladora para Hamiltão e os caras simplesmente saem batendo cabeça com pneus certos/errados (não entendi muito bem a explicação do Cristiano Córner). 
Com isso, Luís abriu um sorriso no pódio e Ricardão fechou a cara. 
Voltaremos logo após os comerciais.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

FAZ TEMPO

Uma pressão a mais sobre os pilotos da mamã Ferrari. Enquanto escrevo não sabemos qual vai ser o grid de largada em Mônaco.
E, largar na frente é crucial para uma boa corrida.
Desde 2001 um carro do cavalinho rampante não vence nas ruas de Mônaco.
O último vencedor foi Shushu que se aproveitou do pole, Coulthard, ter problemas que nem saiu para a volta de apresentação.
Um jejum desses não é impossível dentro do circo mas, o capo andou cobrando vitórias que parecem distantes.
Vamos ver o que acontece.
"2001? Um filme interessante!"

quinta-feira, 26 de maio de 2016

MASSINHA E O FUTURO

Em recente entrevista dona Clara Williams disse que não sabe o futuro de seus dois pilotos. Nós, simples mortais, não sabemos o que veio primeiro: o carro que não ajuda, ou os pilotos sem ânimo para um esforço a mais, que compense o carro capenga.
Nesse mundo cruel e naquele que é a F-1, esse tipo de entrevista não vem de graça. O motivo é uma certa pressão sobre seus comandados uma vez que também se referiu a Botas (o amigo de Dora, a aventureira).
A hora de renovação está chegando e as negociações começam com essa ameaça velada.
Cá entre nós, o finlandês ainda tem para onde ir. Pode até renovar mas, cedo ou tarde vai acabar em uma equipe capaz de entregar um carro mais confiável, pelo menos. Mesmo se considerarmos o ambiente lotado de jovens, aguerridos e sedentos pilotos.
Agora, massinha de modelar dificilmente encontraria um lugar equivalente à Williams. No mercado restrito, a tendência é ficar onde está. Ou curtir aquela bela sacada de seu apê em Mônaco.
Diria que ele renova com a escuderia porque é interessante para os dois. Ou pendura as sapatilhas.
Quem viver verá.
"quéssa mulher quis dizer?"

quarta-feira, 25 de maio de 2016

SACOLINHA

Quando nós, seres humanos normais, levamos o carro para lavar em algum lava jato (êpa!) invariavelmente ele volta com aquelas sacolinhas para descarte de lixo. Lógico que as utilizamos aqui em casa porque, caso contrário, ou jogaríamos o lixo dentro do carro, ou o defenestraríamos, o que não é bonito nem ecológico, nem educado e etc.
Também é lógico que as sacolinhas ficam tão cheias que acabam transbordando até que alguém (eu) as transporte até o lixo mais próximo. Qualquer dia desses vou fazer um post com as coisas mais doidas que encontro no carro que Henrique utiliza para seus deslocamentos. 
Enfim, neste fim de semana de GP de Mônaco vai valer a regra de não descarte das sobreviseiras dos pilotos na pista. Devem mantê-las dentro do carro, ou jogar no pit lane na hora em que trocam de pneus. É o que vai prevalecer, creio eu.
A celeuma tomou corpo quando Mimadon abandonou o GP da Espanha do ano passado por conta de um treco desses que resolveu se enfiar no duto de resfriamento do freio dianteiro de seu carro. 
Veio dele a opinião mais interessante para o que se fazer com as ditas. Enfiá-las num lugar para maiores de 18 anos.
Espero que seja uma ironia.

"bom. Na orelha estou vendo que não cabe..."

segunda-feira, 23 de maio de 2016

CHOCANTE

Sábado passado mais uma etapa da F-chocante. Desta vez acompanhamos a corrida que aconteceu em Berlim num circuito de rua. O aeroporto de Tempelhof, transformado num lindo parque, que era cenário para a corrida, está sendo utilizado para fins humanitários, abrigando refugiados sírios.
Mas, o circuito de rua ficou bom. Não tão estreito como de costume.
Não gosto desta troca de carros no meio da corrida. O ideal seria que as baterias durassem a prova toda.
Mas, vamos ao que interessa. Louco de Graça não teve moleza de seu companheiro de equipe e chegou em terceiro atrás de Daniel ABT. Quem venceu foi o rival de Louco no campeonato o Tião Boêmio que, desta vez, mostrou a que veio (ou foi).
Em 3 minutos do vídeo o anticlímax da corrida com a besta batida de Louco Durval (quantos Loucos !) provocando o carro de segurança. O brasileiro disse que a demora em retirar o carro batido atrapalhou seus planos uma vez que suas baterias estavam mais carregadas e partiria para cima de quem estava na frente. Ele não pode reclamar porque ganhou uma corrida nesta temporada com a presença do carro de segurança. Tem um post aí atrás.
Agora, lidera o campeonato chocante por um ponto. A próxima e última corrida será em Londres (ah, London, London). com rodada dupla em 2 e 3 de julho.

MICO

Todos sabemos que os pilotos de F-1 tem certas obrigações com a chefia, patrocinador, equipes e quetais.
Algumas coisas que são obrigados a fazer beira ao mico mor (algum chimpanzé alfão)
Carlos Sainzinho (o Sainz Jr) foi ao Líbano fazer demonstração de um F-1... de 2011. 
Ou seja, nem teve um gostinho de andar no carro dos Seniores (lembrando que ele corre pelos mirins).
Foi um evento promovido pela Red Bull e, claro, ele adorou.
Gostei, no entanto, da foto que chupei do tweter dele.


PORRADA DA BOA

Nesta altura do campeonato todos já viram a incrível porrada ocorrida no GP de Spielberg em uma rodada tripla do campeonato de F3 européia.
O carro de Ryan Tveter (vulgo Riso Tweter) rodou, passeou na brita e voltou para a pista. Notem que um carro, ainda sem muita poeira trazida para a pista, desvia do americano. Mas, o chinês Peter (?) Li Zhi Cong ( vulgo Pedro Ali Cagou) surgiu em meio à nuvem de pó e pó na traseira do carro do Tweter (que piou de dor. Não resisti). Para completar outro Pedro, o Piquemaisquetezinho entrou no rolo batendo no americano e indo para a cerca.
Tudo bem que foi meio dantesco e ninguém se machucou seriamente. No entanto, penso que houve uma certa negligência do chinês que nem ergueu o pé ao ver a nuvem de poeira. 
Poderia haver consequências mais sérias. 



Lembrei imediatamente de um acidente parecido, ocorrido na F-1, em que o fabuloso Gilles Vileneuve perdeu a vida. Foi num treino em Zolder, Bélgica.



Cuidado nunca é demais.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

GRAÇA NA SEXTA

Henrique, nosso jovem colaborador, sempre que me encontra batucando no teclado pergunta "fazendo um post, vovô?"
Ontem me levou até a sala e disse, apontando a cena, "faz um com eles". 
Taí. 



upa upa, cavalinho....

IMAGENS

a lua não precisa de poste







PAISAGENS URBANAS

Certa vez li uma reportagem sobre um fotógrafo que registrava imagens urbanas em foco fechado e depois aberto.
Fechado apresentava-se uma imagem campestre. Aberto a ferocidade das grandes cidades engolindo tudo em volta.
Sempre penso nisso quando consigo fazer caminhada matinal. Hoje resolvi fazer as imagens. A cachoeira fica dentro de um parque pertim de casa. Como tudo neste país anda abandonado pela prefeitura porcamente administrada por uma inculta senhora que adora ser comparada com Penélope Charmosa. Takeo Fudikawa (o japonês revoltado) diria "puta que pariu".
Bom, esses prédios quase caindo dentro do parque não deveriam estar ali. É uma pedreira antiga que foi transformada em local de preservação devido à recarga do aquífero Guarani. Ah ah. Simplesmente mudaram o plano piloto (ou algo que o valha) e voilá. Milhares de prédios no entorno. 
O córrego também é área de preservação. A avenida não deveria estar ali.
Ou o mundo está cada vez mais maluco, ou estou ficando um velho chato.











quinta-feira, 19 de maio de 2016

BALÕES DE ENSAIO

Quando cursava Química nesta escaldante cidade uma das atividades mais prazerosas da turma consistia em testar os limites do corpo humano em relação ao chopp. Sim, era sério. As chopadas no prédio da Química serviam de cenário para vários testes.
O primeiro: coragem.
As chopadas eram frutos de vaquinha entre professores e alunos e começavam após as aulas. O prédio da Química era emprestado pela Faculdade de Medicina (nossa arqui-inimiga em vários setores) e dividíamos o dito com o IML de Rib's. Ou seja, a coragem consistia em descer aos porões e constatar se os cadáveres estavam confortáveis. Eu nunca. 
Segundo: verificar a capacidade em anotar a quantidade de chopp ingerida antes do colapso que vem após a euforia etílica. Eu e um colega utilizávamos equipamento do laboratório para medição volumétrica do líquido maravilhoso. E, tudo anotadinho. Quero dizer, até um certo ponto.
Lembro que, certa vez, enchia um balão volumétrico (não me perguntem a capacidade) anotava a quantidade e virava o líquido, já dito, maravilhoso direto mesmo. Má que precaução que nada.
Terceiro: a capacidade de discernimento. Algumas mulheres de professores frequentavam as chopadas. E, eram jovens. E, bonitas. E, sociáveis. Então, depois de alguns foras e professores anotando nosso nominho, sentimos necessidade em preencher um questionário acerca das estranhas (que poderiam ser de outro curso, o que era normal. Afinal, chopada atrai pessoas como açúcar atrai formigas). Dependendo do resultado, distância era a melhor solução.
Mas, o título do post me levou a este devaneio. 
Em verdade, o post é para comentar o balão de ensaio utilizado por Totó Lobão, capo da dona Mercedes.
Ele disse que se Roseberg não renovar contrato Mimadon seria uma excelente opção para a equipe. 
Não conhecemos os bastidores da categoria mas, acredito que o espanhol seria a última opção.
Considerando que Ven No Tápen Zinho está com o rabo preso com os Toro Seniores ainda assim sobra muita gente boa e barata. Acredito que Lobão (meio que bobão) está jogando pressão para cima de Hamiltão. O contrato de Kiko termina neste ano e o de Luís não. Roseberg não é tonto a ponto de deixar a escuderia que vai lhe dar o título deste ano. Hamiltão não largaria a rapadura vencedora sem mais aquela. Mas, será que ficaria contente em dividir a equipe com o espanhol mimimizento? Da última vez foi um desastre. Dividiram dona McLaren e o menáge não foi legal.
Enfim, dona Mercedes pensa que é hora de um dos dois pilotos da atualidade irem respirar outros ares. Só não tem coragem de enfrentar a situação como se deveria. Então, fica alimentando a boataria.
Aguardemos os próximos capítulos.

"não quero nem saber. Quero essa gostosa da Mercedes pr'eu"

terça-feira, 17 de maio de 2016

UMA PAUSA

Aprecio reportagens envolvendo aviões. Principalmente os antigos mesmo que caças e bombardeiros que participaram de guerras.
De um deles não tenho muita simpatia, por motivos óbvios.
A Fortaleza Voadora B-29 e sua triste história em levar bombas atômicas que destruíram Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945.
Mas, descobri aqui alguns fatos curiosos envolvendo a restauração de alguns dos B-29. Um deles, que ainda não voltou a voar, tornou-se alvo para treinamento da Força Aérea dos Estados Unidos. Em um bom lapso de tempo só levou um tiro. Os caras são ruins de mira.
Agora, esse do vídeo sofreu com amadores tentando resgatá-lo.
Ele foi usado, em 1947, para espionar soviéticos no pólo norte (história não confirmada). Com problemas de navegação os pilotos desceram na Groenlândia, de onde foram resgatados. O avião foi dado como irrecuperável e abandonado no gelo.
Quarenta e sete anos depois um sujeito chamado Darryl George Greenamyer, ligado nas coisas da aviação, resolveu resgatar o dito.
Resumindo, em 1994 foi com uma equipe até onde o avião repousava confortavelmente num lago congelado e, depois de algum tempo conseguiu fazer funcionar o enorme avião e taxiar no gelo. A ideia era levar o dito para Thule na Groenlândia  e terminar a restauração.
Vejam no vídeo o que aconteceu.
Era, então, um belo e conservado avião. O cara, como diria o chefe do blog, é muito mirim.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

REBAIXAMENTO À VISTA

"a gente tem uma equipe mirim para enviar Hamiltão?"

ALGO ESTRANHO NO REINO VERMELHO

Mamã Ferrari não conseguiu entrar no jogo em Barcelona. Uma pista tão conhecida quanto o caminho da casa das tias para os jovens do meu tempo. 
Foram mal nos treinos e na corrida. Uma parada esquisita de Vetor mudando a estratégia para três paradas dando a vitória para Ven No Tápen Zinho que, a exemplo de Kiwi Vodkanem, tinha uma estratégia de duas paradas.
Vetor perdeu oportunidade em ficar com o rádio calado quando Ricardão Sorrisão, em quarto, forçou uma ultrapassagem, o que é normal em corrida de automóvel. Reclamou de maneira pedante como tem feito ultimamente. Penso que anda querendo ser o intocável e impassável. Sorrisão, de seu lado, disse que é típico do alemão esse mimimi todo.
Vodkanem, por seu lado, recebeu críticas (aliás ele mesmo detestou o resultado) por não tentar, de fato, uma ultrapassagem. Lógico, quem está aqui fora acha que deveria ter tentado enfiar o bico e seja lá o que vier. 
Não é tão simples.
Aquiíabem declarou que o carro não rendia na parte final da pista o suficiente para o finlandês tirar a alegria do fraldento holandês. 
De qualquer modo, segundo Serjão Marcão o chefe de mamã Ferrari, Mauricinho está prestigiado. 

"tenho dois crachás e você nenhum. Entendeu?"



ERRO MAL APROVEITADO

Assisti várias vezes o vídeo da maldonadice de Hamiltão e não conseguia entender como ele, que havia perdido a posição, aproximou-se rápido antes da curva fatídica. Lendo esta análise compreendi o que aconteceu.
Como dizem, o piloto tem que saber apertar uma quantidade enorme de botões na hora certa. Pilotar está ficando em segundo plano.
Resumindo a reportagem, Roseberg esqueceu de selecionar o modo certo de motor. Conseguiu passar Hamiltão e seu carro entrou em economia de combustível dando a chance que Hamiltão não explorou corretamente. Como escrevi ele passaria por fora tamanha a diferença de velocidade. Roseberg percebeu o erro mas, não haveria tempo de ganhar velocidade e escapar de seu companheiro de equipe.
Notem no vídeo da batida em 1;47 m a luz piscante no carro do piloto alemão indicando modo de economia. 

LAMBÃO EM BARCELONA

Essa nem teve graça. Em verdade esperava uma maldonadice de Vetor e olhava as Ferraris quando notei uma McLaren rodando. Mais um pouco e notei duas McLaren rodando. Mais um pouco e falei para a almofada: "Taí o lambão da corrida". E, a prova nem tinha começado.
Lógico que, no fundo, foi um acidente de corrida. Aliás, os babacas dirigentes chamaram até a copeira da equipe para explicações. Como assim,  mané?
Mas, Luís Hamiltão, por mais que se diga "o cara" e tenha feito uma volta para lá de acachapante (bonito acachapante) rendendo a pole, vem sentindo a pressão e o botão vremeio. 
Quando perdeu a ponta, na largada, veio rápido na curva seguinte e poderia ter passado por fora na seguinte. Mas, lembrando Mimadon na Austrália, calculou mal o lado (no seu caso) e acabou na grama. Rodou e fez a alegria dos "mortais" uma vez que escreveu-se um belo capítulo da história da F-1.
Lembrando que o regulamento permite a defesa de posição perpetrada por Rosebeg.
Mais tarde faremos elucubrações bastidorianas acerca dos diversos incidentes/acidentes/mimimis envolvendo a corrida.
Dona Gertrudes está me cutucando e sussurrando (ela pensa que o post é um áudio) que deveria me ater à maldonadice. 
Resumindo, o leitão porcamente assado deste domingo vai para Hamiltão, na esperança que baixe a bola, seja mais simpático quando não está no lugar mais alto do pódio e quatais. Assim, quem sabe os deuses da velocidade voltem a sorrir para ele.  





domingo, 15 de maio de 2016

OBRIGADO HAMILTÃO



A vida tem dessas coisas. Quando eu disse num post aí atrás que teríamos uma corrida pensei em uma disputa entre Hamiltão e Roseberg, donos dos carros de outro planeta, parafraseando Ayrton Senna de algumas décadas atrás quando se referia aos carros de dona Williams.
Mas, obrigado Hamiltão por sua maldonadice e elevar um GP historicamente chato ao patamar de quebrador de recordes. 
O filho de Jos (que não apareceu na TV) nosso querido Ven No Tápen Zinho levou com autoridade a corrida sem as Mercedes.
Em verdade, a corrida parecia chata para quem não acompanha o jogo de estratégias que vem embutidas num GP de F-1 nos dias de hoje. Pneus, tipos de pneus, e o carai a quatro tiram o foco de quem não acompanha a categoria de perto.
Ferrari e Red Bull resolveram que fariam estratégias diferentes para seus pilotos. 
Com isso Ven No Tápen Zinho e Vodkanem trocaram pneus em determinado ponto e iriam até o final da prova sem nova troca. Demoramos a perceber. Mas, era uma estratégia interessante.
Vetor e Ricardo Sorrisão brigando de um lado e o holandês voador (nova essa) e Vodkanem brigando de outro.
De repente, os coadjuvantes (desculpa aí, Kiwi) viraram protagonistas.
Confesso que torci para o finlandês mas, nada como o acontecimento de hoje para regenerar nossa expectativa por novas corridas e emoções.
Por enquanto é isso.  

sábado, 14 de maio de 2016

TREINO É TREINO

- Começando pela mamã Ferrari. Os dois pilotos foram mal. Vodkanem deu beliscadas inoportunas nas zebras, perdendo tempo. Vetor não foi melhor e os dois largam atrás dos Toros Seniores. Pior. O melhor vremeio ficou a quase 1 segundo do pole. Ainda pior: pelo jeito nem sabem o que deu errado. Mas, treino é treino.

- Ven no Tápen Zinho está em casa. Literalmente já que os mirins moram no puxadim dos seniores. Andou, todo pimpão (como diria minha avó) na frente de Ricardão que, na hora do vamu vê o tamanho da coisa tascou um terceiro tempo deixando o fraldento em quarto. O menino de dezoito anos tem muito o que mostrar. 

- massinha de modelar, além de andar mal, teve que amargar a Williams sendo Williams: soltou o brasileiro no Q1 sem tempo para que abrisse volta rápida. Ou seja, se a volta lançada tem 1:20 m, liberaram o cara faltando 1:23 m. Pelo menos é o que a TV falou. O problema é que a equipe Williams tem mania em poupar motor. Seus dois pilotos ficam roendo unhas enquanto o resto manda bala na pista. Em suma: uma idiotice. E o brasileiro larga em décimo oitavo dando tchauzinho para Nariz que larga em vigésimo louco para a corrida acabar logo.

- Lá na frente não houve botão vremeio para Luís Hamiltão que brilhou e fez a pole. Amanhã vai ter corrida.

- Nos intervalos de corridas a gente cansa de ler comentários das pessoas envolvidas e pilotos no sentido de que alguém vai chegar na dona Mercedes. Até Mimadon já andou proferindo o que, espero, seja uma ironia, dizendo que falta pouco para dona McLaren passar dona Mercedes para trás. Já faz um tempão que levou um choque. Ah, tá certo. Bateu o quengo outro dia. De fato, li um comentário que afirmava que a melhora do desempenho do pum atômico deixaria os Toro Seniores em condições de andar na frente de mamã Ferrari. Parece que o dia está chegando.

- Uma palavrinha sobre a Rás. Estão onde deveriam estar em condições normais de temperatura e pressão. Aprendi que, em se tratando de F-1, uma corrida não diz nada sobre pilotos ou equipes. Deixa escoar umas cinco corridas e aí a gente conversa. 

- Vamos prestar atenção na largada. Vetor sai em sexto, mais ou menos no bolo, e Kuajato em décimo terceiro. O que isso significa? Aguardemos os próximos capítulos.


DÚVIDA


"Mamãe. É verdade que estamos extintos?"

quinta-feira, 12 de maio de 2016

CAIU A FICHA

Danieldo Kuajato anda fazendo biquinho exigindo explicação séria sobre seu "rebaixamento" para os Toros Mirins. Na verdade não há explicação. Ou, se existe, não saberemos tão cedo. Mas, concordo que a chance de queimar os dois pilotos envolvidos é muito grande. O russo deve acalmar o espírito e andar bem na "nova" equipe. Se desandar a ser um maluco de primeira volta (como na Rússia) sua carreira acaba logo.

"carai. Tão vendo o logo atrás?"