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segunda-feira, 6 de junho de 2016

INDY

Aqui os melhores momentos do GP de Detroit. Quero dizer da segunda rodada. Overdose de carros esquisitos, porque tenho dúvidas se esses estranhos apêndices servem para algo que não seja sair voando quando o piloto espirra dentro do carro.
Como não sou engenheiro (agrônomo, naval, civil, espacial? Afinal, quem constrói essas gambiarras?) vamos ao que interessa
A primeira rodada foi vencida pelo Tião Bordô (Sébastien Bordais).
Esta segunda por Will Força (Will Power). 
Para variar a corrida começa com gente dando pancada em quem está por perto (0:45m).
Em 1:25 m uma maldonadice de João Montedeóia (Juan Pablo Montoya) e notem seu carro desmanchando por um acesso de tosse do colombiano.
Descobrimos, então, o porquê dele estar caindo pelas tabelas no campeonato. O motivo é a subida da tabela de peso. Notem, que voltou a ser gordito e está suando mais que Paul Tracy nos seus melhores momentos.
Bom, quem lidera o campeonato esfrega-esfrega é o Simão Pagemnão (Simon Pagenaud)  com um monte de gente com chances de ser campeão porque há uma farta entrega de pontos estranhos como pontuação dupla na última corrida.  

segunda-feira, 25 de maio de 2015

EX-GORDITO!

O blog está feliz porque um dos pilotos mais injustiçados em passagem pela F - 1 mostrou do que é capaz neste fim de semana nas 500 milhas de Indianápolis.
Juan Pablo Montoya (ex-gordito porque perdeu 11 kg) ganhou depois de levar uma bundada nas primeiras voltas de Simona de Silvestro. Na verdade foi em bandeira amarela devido ao acidente provocado pelo joãoponeis Sato na primeira curva, vamos assim dizer da corrida. Tenha dó.
Montoya caiu para as últimas posições e mesmo assim venceu. Notem que ele vem ziguezagueando pela pista para evitar que os de trás peguem o vácuo. 
No final do vídeo safado de sua entrada para trocar a asa traseira o tombo do mecânico da Simona. 


Aqui o final da prova.
Quinze anos depois de sua vitória nas 500 o colombiano bebe o leite da vitória. Estranho castigo. Lembro que Emersão, em uma de suas conquistas, não queria beber o líquido vacal. Dizem que é tradição ou algo assim.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

CHUPA LEMÃO

Depois da morte de Ayrton Senna a F-1 deu um jeito de eleger um gênio para substituir o brasileiro no imaginário popular.
O novo gênio foi Michael Schumacher, vulgo Shushu. Só que não.
Sem o aparato esperteza/tecnológico/sacanagem não passava de um piloto comum.
No vídeo nosso gordim favorito, Montoya, dando um passão no dito.

segunda-feira, 30 de março de 2015

EL GORDITO MANDOU BEM

Perdi, em função de uma festa e esquecimento em gravar, a estréia da F-Indy lá onde Tio Sam perdeu St Petersburg. 
Faz um tempo que não assisto uma corrida inteira dessa categoria pelo fato de haver um excesso de bandeiras amarelas dentre outras coisas.
Para a largada de ontem seiscentos e trinta carros da equipe Penske alinharam na frente dos outros. Uma espécie de multidão de dona Mercedes.
Mas, quem venceu?
Nosso gordinho favorito Juan Pablo Montoya.
Sempre que seu nome é lembrado nas transmissões da F-1 os buenos da vida tentam diminuir a importância dele no automobilismo. Tudo porque desprezou o mundo da F-1 e voltou aos EUA.
O que os buenos escondem, ou esquecem, ou não tem capacidade para entender, é que ele tinha toda razão. Chegou na F-1 amparado em inúmeras vitórias na F-Indy de então.
Mas, foi preterido na dona Williams em favor do grande campeão (como é mesmo o primeiro nome dele?) Ralf Schumacher. Sim, os ingleses, sábios como são, ajudavam o carinha que andava de macacão para lá e para cá se dizendo piloto de competição. Mas, era só o irmão ruim de braço. Ah, claro que o irmão ruim de braço é alemão e dona Williams era empurrada por motores alemães (da BMW).
Montoya, de seu lado, foi para dona McLaren e o caldo desandou de vez. Ronron Pênis não é um cara afável e o colombiano não é um cara afável (hoje é segundona brava. Não pensei em outro adjetivo).
Resultado: foda-se esta porra.
Mas, Juanjão ainda corre e ainda mostra serviço.
Este ano na F-Indy, aos 39 anos, vai dar trabalho para os companheiros da Penske. 
Pelo que andei lendo a corrida, num circuito de rua, foi típica da categoria. Pancadas para todo lado e pilotos tentando ultrapassagens onde só um carro fantasma passa por outro.
Por isso a categoria faz sucesso na terra do amalucado e beligerante tio Sam.
"gordito cheio de sorrisos e lastro"

sábado, 26 de outubro de 2013

COM CAPACETE É FÁCIL

Muito legal esta sequência dos "meninos" brigando após o final de uma competição motorizada qualquer.
Os espertos não tiram o capacete, claro.
Tem de Piquet pai ao nosso gordito preferido Gortoya.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

PIMBA NO GORDUCHINHO

Vemos de tudo em corridas de automóvel.
Nos Estados Unidos contra o resto do Mundo a coisa não é diferente.
Vejam a bizarrice cometida por, lógico, um latino gordinho de quem sou fã declarado.
João Paulo 100 kg em oposição ao João Paulo II antigo chefe da igreja católica.
A Daytona 500 é a prova mais tradicional da Stock Car deles. O campeonato é organizado por uma organização com o nome de Nascar e as corridas são entediantes. Ou quase. Na imensa maioria das corridas do campeonato os caras ficam girando por um circuito oval e quem não fica tonto ganha.
Só melhora quando eles enchem a lata no muro. E, muitas vezes o circuito tem uma inclinação monstruosa nas curvas. Daí os carros batem e vem escorregando para a canaleta de escoamento direto para o ferro velho. A imagem do carro descendo a ladeira vale uma latinha.
No caso em tela, havia uma bandeira amarela e os carinhas da organização passavam um ferro quente na pista para secar a dita.
Nosso amalucado herói (como diria o Peter Miau) vem todo faceiro dirigindo como se a pista estivesse seca e ele a ponto de marcar o melhor tempo em toda a galáxia.
O carro escorrega e catapimba bate num tal de caminhão turbina.
Essa é outra faceta interessante das corridas nos States X World. Em meio aos bólidos os sujeitos resolvem limpar a pista suja de restos de excrementos de passarinho, pedaços de carros, água, xixi, vômito, combustível, silicones descartados por alguma sirigaita, latinhas de cerveja jogada na pista por algum piloto mais porcão e etc.
Nós vemos os carros da limpeza fazendo seu trabalho e, atrás do carro madrinha, os possantes loucos para acertar algum gari.
Foi o que aconteceu.
Mais. Eles espalham câmeras por todo lado. Até no banheiro feminino. Vemos imagens de todos os ângulos. Mas, na hora que interessa (a tal de hora “h”) só tem imagem das câmeras de segurança.
Como eu gosto de falar em altos brados aqui na mansão ainda vou ser diretor de TV destas porras.
Em tempo: depois de seiscentas bandeiras amarelas, toneladas de hot-dog, hectolitros de milk shake, canos entupidos pelo excesso de urina, o vencedor foi Matt Kenseth.
Na foto vemos o Mate Leão comemorando e deixando a bebemoração para depois.




Agora prestem atenção no inicio do vídeo. Estamos acostumados a ver os pilotos da F1 magros de dar dó. O João Paulo 100 kg sai do carro andando com dificuldade como se tivesse pisado na merda. Mas, eu acredito que o excesso de peso pesou dificultando sua locomoção. Brincadeira. Juan Pablo Montoya, o nome da criança, é um desses pilotos que não se submetem para conseguir espaço e apoio dentro do automobilismo.
É dos chamados pilotos natos. Dessa estirpe só nos resta na F1 aquele que está voltando: Kimi Raikkonen. Já tem nossa torcida.