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sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

SERÁ O FIM?

 Uma coisa puxa a outra. Antes de comentar a foto em questão, "senta que lá vem história". Tinha um coleguinha lááá atrás nos tempos do ginásio. Estamos falando da década de sessenta do ano passado. Tipo séc. 20.

Bom, como sabem morava no alto do Mandaqui. Serafim era o coleguinha. Por sinal, nada amistoso. Filho de PM estudava no famoso GESI (famoso só nas minhas memórias, bem entendido) na mesma época que este que vos tecla. Vocês tem conhecimento que, desde sempre, sou um um cara sem noção. Mesmo sabendo da belicosidade do Serafim toda vez que o avistava gritava "será o fim?"

Até que chegou o dia que quase foi o meu fim. Serafim resolveu me interpelar sobre a gracinha sem graça. Ele era (ou é, não sei se morreu) bem maior que eu. Lembro que exerci o meu lado diplomático/cuzão para não levar uma surra. Escapei.

Enfim, a ideia inicial do post seria Henrique e seu lado catastrófico. Ele adora temas como Titanic e desgraças gerais. Quando tira os olhos das várias telas que o hipnotizam fala sobre tiros, mortes e fim do mundo. Um tempo atrás tive que explicar o que levou o Titanic ao fundo do mar. Muitas vezes.

Ainda bem que não perguntou o porquê da tal Rose não puxar o Jack para cima da "táuba" já que havia espaço. Puta falha do filme.

Nos últimos dias as bombas atômicas lançadas sobre duas cidades japonesas na segunda guerra mundial virou tema. Ele assiste umas porradas de canais do Youtube e a gente não consegue filtrar o conteúdo. Penso que o tema saiu de um canal qualquer. Eu tenho um certo bloqueio sobre o tema. Não cabe aqui a explicação. Para resumir, um crime comparável aos campos de concentração nazistas.

Bom, para encerrar o lúgubre post, a foto.


Um belo pôr do sol. Mas, se mostrar para Henrique ele vai dizer, "vovô, a bomba atômica explodiu em Rib's". 

Sem mais.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

quarta-feira, 5 de abril de 2017

HOJE, CINCO ANOS DEPOIS

Num dia 5 de abril, então véspera de feriado, um menino nasceu. Sim, veio de maneira inesperada. Aliás, literalmente. Mamãe foi fazer exame e a médica anunciou "vamo que vem".
Lá fomos nós para o hospital.
Henrique, o nome do menino transformou a vida de todos. Desde a mãe até a Rosa, nossa secretária do lar.
Não vou falar dessas transformações nem dos "sustos" que provoca a cada filosofada que solta em meio a uma bronca recebida. 
Henrique significou uma lufada de energia radiante (quase um furacão, eu diria) que recarrega nosso espírito a cada dia convivido.
Nada vem ao acaso. A maior prova faz cinco anos hoje.

"cheguei"

"chegando!"

quarta-feira, 29 de junho de 2016

SEPARADOS POR UMA MERCEDES

Nico Rosberg

Zizique, "The Fast"

sexta-feira, 20 de maio de 2016

GRAÇA NA SEXTA

Henrique, nosso jovem colaborador, sempre que me encontra batucando no teclado pergunta "fazendo um post, vovô?"
Ontem me levou até a sala e disse, apontando a cena, "faz um com eles". 
Taí. 



upa upa, cavalinho....

quinta-feira, 14 de abril de 2016

AVÔ É BABÃO!

Recentemente Henrique descobriu a máquina fotográfica.
Quero dizer conscientemente. Sabendo o significado de apertar o botão e eternizar o objeto no visor.
A primeira foto dele foi essa em Avaré por curiosidade em ver o avô babão com um objeto esquisito na mão. Contava com dois anos e pouco de idade e uma pentelhice apaixonante. Queria bater uma foto também.



Lógico que a foto está guardada como a primeira foto de Henrique. Aliás, são três. Se um dia ele der importância que o avô babão deu não sei. Mas, o arquivo está guardado para sempre.
Há pouco interessou-se pela máquina do avô babão enquanto estávamos na famosa chácara da cunhada. Conversa vai, foto vem, disse a ele que tinha uma máquina (famosa na família, nossa primeira digital) guardada e que iria dar para ele.
Pois o danado lembrou do assunto à noite e fui "obrigado" a ressuscitar a máquina. Nem lembrava como mexer na dita.
Hoje, Henrique fica para lá e para cá batendo fotos como um profissional de máquina digital amadora. Esticando o bracinho e tudo. 
Notei que uma das fotos da chácara ficou interessante. Diria o chefe do blog que o ponto de ouro ficou deslocado. Com a máquina oficial do avô babão Henrique tirou uma foto do céu. Com um pequeno objeto babando e atrapalhando no canto direito. Acho, no entanto que vale um post.
A primeira foto artística de Henrique. E quem duvidar vai se ver com o avô babâo. 

domingo, 14 de fevereiro de 2016

HENRIQUE E PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO - FALHA DO BOMBEIRO



atores: Tico e Teco
técnico em "defeitos" especiais: Zizique
voz: Nênes
incêndio: Nadone?
carro de bombeiros: presente de tio Nanato e tia Dani
diretor: Babones Vôvos.

domingo, 19 de abril de 2015

SEM MAIS AQUELA, VERA

Pôs antão.
Sem mais aquela,e diante do quadro da atual F-1, nós do blog ficamos a pensar durante os comes e bebes do futuro da F-1. Muitos são os palpites e soluções e resoluções e etc e tal.
Resolvemos dar uma singela opinião.
Existem os problemas de din-din. Mais ou menos fácil de resolver. Tirar um pouco de cofrinho do anão dominador da F-1,e melhor distribuição das alfacinhas entre as equipes.
Soa como piada.
O duende mor da F-1, Berne Aquistone, é um ser assombrado em empilhar verdinhas. Não abobrinhas mas, alfacinhas.
Mas, ostenta uns quinhentos anos. Um dia vai dessa para pior,(ou melhor, vai saber). Enquanto isso a F-1 vai vivendo com a política atual, favorecendo os mais fortes. Mamã Ferrari ganha 100 milhões de alfacinhas só por existir.
Para voltar a termos gosto em assistir as corridas, vamos aos motores normais. Ou seja, parem com essa frescura de modernidade, que todos entendemos como falsas, e voltemos ao s velhos, poderosos e barulhentos motores bebedores de cerveja (ôpa! Gasolina.)
Nós, fãs da f-1 não queremos saber dessas modernidades na pista de corridas.
Queremos velocidade, esfregas, bicudas sem punições ridículas e etc.
Então, voltemos ao velho e bom passado onde o que importava não era a potência do Volt, esse estranho no ninho. O que importa são os motores beberrões empurrando os meninos de encontro ao paredão. Se não tiver confiança nos freios não desçam para  o play-ground.
Hoje, ouço  falarem em mapeamento de motores sem os quais nem frear os pilotos conseguem. Que merda é essa? Quando falam em mapa lembro da Dora, a aventureira, um desenho horrível que aprendi a gostar por causa do neto. O grande Henrique.
Mais dia menos dia, e teremos nerds a pilotar os carros diretos dos boxes equipados com o que de melhor no mundo nerd/fashion/cibernético. O pescocinho salvo por um firewall qualquer.
Ora!

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

OLHA A MULTA!

Coloca o cinto, rapá!

ÊITA!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

CRESCENDO!

Não sei se o piloto cresceu ou se o carro encolheu!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

APRENDENDO CEDO

Neste vídeo, Henrique aprende desde cedo o drama em esperar uma mulher para sair.  Ao fundo Mariana explica que "está no banheiro", ou seja, se maquiando e etc. Como Henrique ainda não fala nossa linguagem acionamos o Grogue Translation.
Senão, vejamos:
"brrrrr"
"#*&, #*%"
"Bem, que vôvos avisou para ter paciência com a mulherada. Eu pronto para a pizza e elas enrolando"

quinta-feira, 4 de abril de 2013

AO NÊNES COM CARINHO

A primeira vez que fui apresentado ao tempo, esse dos ponteiros do relógio, foi em Curitiba. Estava fazendo nove anos e uma vizinha me abraçou dizendo mais ou menos que dali a nove anos eu faria dezoito. "Veja só", disse ela.
Eu fiquei imaginando que raio de mágica é essa de se passarem nove anos. Eu nem tinha idéia da passagem do tempo.
Há uma época em nossas vidas que olhamos para as pessoas mais velhas que falam de tempos passados como se falassem de outro mundo. Coisas distantes. Coisas de velhos.
Certa vez, véio Mero contou uma história da década de 1940. Ele havia pulado o muro da Santa Casa, aqui em Rib's onde morava, para roubar frutas das árvores que ficavam na parte de trás do hospital. Na época ele tinha uns quinze anos e lembro que quando ouvi a história estava com uns vinte anos.
Que ironia, pensei, meu pai já teve a minha idade!
O tempo foi passando e minhas lembranças enchendo baús, memórias, fotos, histórias, lembranças que se esmaecem com o tempo. Como era mesmo o nome daquele meu desafeto da rua Djalma Forjaz? Imaginava mil formas de matá-lo. Tempos passados. Nem o nome lembro.
Semana passada tivemos uma festa surpresa para minha cunhada. Ela completou setenta anos.
No entanto, é mentira. Ela não tem setenta anos. Pode ter esta idade cronológica. Tenho em minha lembrança o primeiro dia em que a conheci e desde então sou um dos participantes da festa sem fim que ela e o Carlitão sempre proporcionaram para aqueles que os rodeiam. Dizem que Carlitão não está mais entre nós. Besteira. Nunca deixará de estar. Aqui uma singela homenagem a ele.
E, assim o tempo vai escoando e me pregando peças.
Vejam a última. No dia cinco de abril essa criança sapeca vai fazer um ano de existência. Entrou em nossas vidas de surpresa, bagunçou o meio de campo, tomou conta da sala, do quarto, dos banheiros, da cozinha e tudo o mais. Até do lixo se a gente bobear.




a ferinha quer "descobrir" a máquina fotográfica

E, então, o tempo voltou. Novamente, como aconteceu com meus filhos, estou aprendendo um mundo novo, nova linguagem, novos olhares "pedintes", novas maneiras de enganar para distrair, novas músicas pintadinhas, novas colheres para dar a comidinha, mamadeiras muito mais fáceis de preparar, fraldas descartáveis (uma grande invenção!!!),  mas, as mesmas emoções e saudades inexplicáveis ao longo do dia.

el bigodón tomando suco
Claro que temos momentos em que a exigência por atenção passa um pouco dos limites. Já até andei falando para que ele fosse ler um livro, porém, sem sucesso. Ainda mais eu o escravo preferido dele.
No entanto, temos que aproveitar. Sabemos que o tempo está correndo contra a ingenuidade do Henrique. Ele vai crescer, aprender a linguagem dos adultos, a forma e os gestos. Vai questionar o mundo em que vive. Vai escolher seu caminho. Vai sair do ninho. Vai nos deixar saudosos por um contato qualquer. Telefone, whatsup, um post no blog e etc. Já vi este filme.
Por isso, mesmo tendo curtido a infância dos meus filhos, não perco a chance de aproveitar o tempo com Henrique.

até com chupeta não deixa de ser estiloso

Vai chegar o dia em que não terei mais o tempo do relógio. Mas, olhando para trás vejo que o tempo com meus filhos e neto, um até agora, foi de felicidade plena. Valeu a pena.
Para completar, dos zilhares de filmes e fotos de Henrique este é um dos meus preferidos.
Ele percebe o eco de sua voz enquanto explora o ambiente de uma garagem de uma certa casa em uma certa praia do sul.