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terça-feira, 23 de agosto de 2016

HALO - SÓ QUE NÃO

Na F-Indy as provas são adiadas dia sim e dia também devido ao tempo ruim. Em Pocono, em prova adiada sei lá quando, um acidente que  nos põe a pensar.
Será que não poderia ser evitado?
Os pilotos serem "soltos" em posição perigosa acontece em qualquer competição a motor.
Mas, a visibilidade de Kimball que entrava nos boxes era tão afetada a ponto de não enxergar o carro de Rossi saindo?
Fiquei com a impressão de, ou desatenção devido à mudança de rádio no painel, ou marrudice mesmo.
Com isso, o brasileiro Castroneves levou uma bela pimba.
E, sobreviveu sem o Halo. 
Ou seja, argumentos para quem, como eu, acha um exagero a introdução (êpa!) de tal dispositivo nos carros da F-1. 

domingo, 12 de junho de 2016

PANCA E CHUVA

Antes de falarmos de F-1 vamos falar de chuva.
Sim.
Quem manda nos ovais naquele país grande e bobo, no fundo, no fundo, é a água que cai do céu.
Quando não chove temos corrida nos ovais. Quando chove, ela é suspensa, adiada, anulada, defenestrada e a categoria não sabe muito bem o que fazer com ela (a corrida adiada). Esconder debaixo do tapete pode ser a solução.
A corrida no Texas Motor Speedway já havia sido adiada por conta da água que cai do céu no sábado. Hoje, domingo,  houve corrida (71 voltas) até a prova ser interrompida. Pela chuva...
O suficiente para a panca envolvendo Conor Daly (vulgo Corno Diário) e Josef Newgarden (o Zé Novojardim). Daly perdeu o controle do carro por algum motivo/barbeiragem e empurrou o Zé para a barreira. Novojardim se deu mal e foi para o hospital (rimou).
Quebrou a clavícula e uma das mãos.
A corrida foi adiada para 27 de agosto e vai ter até treino livre antes do recomeço.
Esperemos que não tenha água do céu.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

INDY

Aqui os melhores momentos do GP de Detroit. Quero dizer da segunda rodada. Overdose de carros esquisitos, porque tenho dúvidas se esses estranhos apêndices servem para algo que não seja sair voando quando o piloto espirra dentro do carro.
Como não sou engenheiro (agrônomo, naval, civil, espacial? Afinal, quem constrói essas gambiarras?) vamos ao que interessa
A primeira rodada foi vencida pelo Tião Bordô (Sébastien Bordais).
Esta segunda por Will Força (Will Power). 
Para variar a corrida começa com gente dando pancada em quem está por perto (0:45m).
Em 1:25 m uma maldonadice de João Montedeóia (Juan Pablo Montoya) e notem seu carro desmanchando por um acesso de tosse do colombiano.
Descobrimos, então, o porquê dele estar caindo pelas tabelas no campeonato. O motivo é a subida da tabela de peso. Notem, que voltou a ser gordito e está suando mais que Paul Tracy nos seus melhores momentos.
Bom, quem lidera o campeonato esfrega-esfrega é o Simão Pagemnão (Simon Pagenaud)  com um monte de gente com chances de ser campeão porque há uma farta entrega de pontos estranhos como pontuação dupla na última corrida.  

sábado, 2 de abril de 2016

ROBÔS SEM HUMOR

A F-1 nunca primou por pilotos com declarações bem humoradas. Lembro de Jackie Stewart, o vesgo com voz de pato Donald, e suas entrevistas reclamando de Clay Regazzoni que tinha como primeiro motivo jogá-lo para fora da pista.
O humor era por conta de sua vesguice que aumentava quando ficava puto.
Um pouco depois veio Jody Scheckter, sul africano que iniciou a carreira loucamente batendo em tudo quanto era canto, e suas declarações irônicas. Comecei a gostar de seu jeito maluco de ser.
Lembro que a revista Quatro Rodas tinha um suplemento, por volta de 1974, com colunas escritas por alguns pilotos. Emersão Fintinpaldi (como dizia véio Mero) era um deles. O sulafricano (ou sul-africano, ou sul africano, ou do sul da África) era outro.
Enquanto Emersão ficava em cima do muro com descrições formais e detalhes técnicos, Jody escrevia com informalidade e bom humor. Uma vez escreveu que saiu da pista perdeu as rodas e seu carro se transformou num skate. Adorava suas colunas. 
Hoje, os pilotos pensam, pensam pensam e nada dizem. Parecem robôs programados para ganhar din din e não se comprometer com nada. Raramente falam algo que não seja abobrinha de praxe. Mimadon, Vetor e massinha de modelar deitaram o verbo na nova classificação e no andar da carruagem da F-1 nos dias que seguem. Mas, são exceções. E, nada de bom humor. Mesmo porque o momento não é para isso.
Lógico, adoramos o banho de sol de Mimadon quando seu carro andou somente alguns metros no GP do Brasil do ano passado. E o "pódio" com Butão. Ganharam o ano.
Mas, tem um brasileiro que esbanja bom humor mesmo quando as coisas não vão bem.
Hélio Castroneves (vulgo Castrouoneves), piloto da Indycar, sempre tem uma tirada engraçada para certos momentos. Subiu no alambrado quando venceu em Detroit em 2000 e ganhou o apelido de homem aranha. 
Ontem foi pole no oval de Phoenix e disse que houve um código marrom por conta de um quase acidente. Bom humor até nas quase defecadas.

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segunda-feira, 14 de março de 2016

ALEGRIA DA MOÇADA

Nelson Piquet costuma dizer que o público quer ver é pancada nas corridas de automóvel.
Este acidente em St Pedehambúrger fez a alegria da moçada.
Numa dessas relargadas da vida os caras vem que vem. Nem se preocupam em tomar cautela. Não "encontram" o pedal do freio e pimba em quem vai na frente. 
A ralação já comia solta e Carlito Mumunha (vulgo Carlos Munhoz) colombiano como Montoya, acertou a traseira de Granhã Varal (vulgo Graham Rahal). O que se segue é típico da categoria. Todo mundo tentando voltar de qualquer jeito (mesmo com três rodas), dando a volta no estacionamento do mercado, pegando um metrô, pulando o muro e etc.
Hilário é o gesto de Varal erguendo os braços dentro do carro como a dizer "porra! Que couve?"


domingo, 13 de março de 2016

PABLITO COMEÇOU BEM

Disse, num post atrás, que não assisto uma corrida inteira de F-Indy porque acho um saco o excesso de raladas e bandeiras amarelas que demoram tempo demais. Penso que fazem de propósito para que o a turma vá ao banheiro e retorne à corrida. Estou me referindo aos pilotos.
Mas, dei uma olhadinha na corrida de estréia do campeonato deste ano em St Petersburg o suficiente para ver que agora existe um display na lateral do carro logo atrás da cabeça do piloto que mostra, por exemplo, o tempo de parada nos boxes. Muito legal.
Legal também que nosso ex-gordito favorito venceu.
Como no ano passado Juan Pablo Montoya levou o caneco de primeiro lugar para casa.
Will Power, depois desse acidente, que considero leve, foi substituído por Oriol Serviá. 
Power sofreu uma leve concussão.


Montoya corre pela Penske e o segundo na prova Simão Pajem também. Pelo visto a equipe vai continuar dominando o campeonato.

"dããã. Como assim, quem ganhou?"

sexta-feira, 11 de março de 2016

POR FALAR NISSO

Li em algum lugar que Pastor sem ovelhas está tentando uma vaga na F-Indy (por falar nela).
Seria um motivo para que o lado caipira do blog desse uma olhadinha nos melhores momentos das corridas. Uma corrida inteira já é pedir muito.
Lembro que, uns tempos atrás, havia um sem noção canadense chamado Paul Tracy que não deixava traços de seus "inimigos". Sim o cara ganhava de Pastor nas manobras malucas.
E, para completar, era bem gordim.
Vejam no vídeo que ele leva um passão de Montoya (ex-gordim) e resolve invocar para cima de seu companheiro de equipe, o pobre Dario Franchitti. Resultado: uma maldonadice.



Os carros atuais da categoria são bem engraçados. Vejam a fartura de penduricalhos que transportam e que perdem pelo caminho. Muitas vezes os apêndices voam sem nenhum toque fazendo a alegria daquele sujeito que chacoalha (êpa) a bandeira amarela.
Hoje em dia as corridas duram o dia inteiro (sei que é exagero mas, é essa a impressão que passa) devido aos detritos de pista. E, os caras adoram se enroscar uns nos outros. Um saco, resumindo.
O duende Aquistone ainda não pensou em adotar os penduricalhos na F-1 atual. Tá lançada a idéia.
Antigamente os carros da "categoria maior" pareciam ouriços tão carregados de apêndices. A diferença é que não voavam com tanta facilidade.

penduricalhos para todo gosto






segunda-feira, 29 de junho de 2015

ÁGUIA DE PIRATA


Antigamente, quando um piloto ia ao pódium na F-1, ganhava uma coroa de flores (tipo fúnebre) em volta do pescoço.
Aquele troço tolhia os movimentos e os coitados não viam a hora de jogar a bagaça no lixo.
Lá na F-Indy existem micos parecidos.
Quem vence as 500 milhas de Indianápolis, por ex, é obrigado a beber leite de uma garrafa retrô.
Será que ainda se vende leite naquelas garrafas de vidro como antigamente?
Os pilotos do pódium lá em Fontana (ou Fonte da Ana) aguentaram uma águia (parece mais um papagaio estilizado) fazendo graça como se fosse a vencedora da corrida. Vejam a cara de "porra" de Graham Ráuráu. Os outros dois (Toni Kanaan em segundo diga-se de passagem) puseram óculos escuros para não serem reconhecidos. 
Mico em forma de ave. 

águia "F" de fodona

FONTE DA ANA

Grandes luzes da F-Indy lá onde Judas perdeu a fonte.
Lembrando que Montoya (o ex-gordim) lidera a bagaça.
Chegou em quarto nesta corrida vencida pelo Graham Rahal (quem ri por último ri Rahal).
Então, vamos ao que interessa.
0:33 - bagunça na entrada da pizzaria.
0:58 - três é demais.
1:15 - piloto cegueta aperta outro no muro
1:28 - pera aí, fi
1:51 - jogando a "sobreviseira" na pista
2:10 - chega para lá
2:18 - pausa para a pizza
2:25 - bela imagem captada de dentro do carro

domingo, 31 de maio de 2015

JURO QUE TENTEI

Neste fim de semana tentei assistir alguma coisa de automobilismo.
Por ex. a F-Indy lá em Detroit.
Rodada dupla com chuva no sábado e parte do domingo.
Meninos nem vi direito.
Na minha opinião os caras não são profissionais de fato.
Claro, tem gente grande ali.
Mas, existem momentos de maldonadice difíceis de entender. Caras que saem dos boxes com pneus frios e pisam fundo estampando o muro. Outros tentam ultrapassar onde não tem espaço naquelas intermináveis relargadas. E, etc, etc, etc 
Desisti de ver o final da prova do sábado. Era bandeira verde e menos de duas voltas depois alguém provocava bandeira amarela. Entediante também é a demora nas relargadas. Eles não tem pressa em liberar os carros. Fica aquela lenga lenga do carro de segurança com a pista limpa pronta para outra pancada. 
No domingo quem merecia vencer era Montoya. 
Vinha bem e eu estranhava a falta das bandeiras amarelas numa corrida com chuva.
Para que?
Da metade para a frente nem vi direito o que se passava. Nem duas voltas sem carro de segurança e alguém enchia o muro ou a traseira de outro carro.
Por isso, Montoya teve a estratégia prejudicada, ficou sem combustível no fim e acabou em décimo.
Antes, numa relargada Takuma Sato (ele mesmo!) ultrapassou o colombiano antes da linha de chegada. Pulei para cima com a sacanagem. Mas, dizem que vale. Quanto anunciam bandeira verde salve-se quem puder. Tanto que Sato chegou em segundo.
Não sei se vou ter saco em assistir outra dessas.

vitória com gosto ruim

quinta-feira, 30 de abril de 2015

SERÁ QUE FUNCIONARÁ?

A Honda apresentou seu kit aerodinâmico para as pistas ovais lá na Indycar. Aquela categoria que precisa ser catequizada.
Na teoria estas pistas necessitam de muito motor e pouco downforce.
Porém, o carro é deste jeito aí embaixo. Digamos que é meio gordito.
A asa traseira tem o que Steve Eriksen, coordenador de perfomance (grande coisa) e vice presidente da Honda (aí sim), chama de "planador".
Estréia dia 3 de maio em Indianápolis e quero estar bem longe da pista.
Planador?
Eu, nhein?
asas de imaginação

segunda-feira, 9 de julho de 2012

LAMBANÇA GERAL

Nestas corridas da F-Indy é complicado escolher o ganhador do leitão pela melhor lambança.
Haja leitão.
Nesta relargada, quase no final da corrida, todo mundo se aconchega, vamos assim dizer, acontecento então um ajuntamento de carros que nunca termina bem.
No primeiro enrosco vemos no final do grid um carro azul escuro cujo piloto esqueceu que, pela frente, havia uma curva.
Normal para a categoria se o piloto não fosse o rubim.
Baixou um ligeiro Paul Tracy no piloto brasileiro.
Na sequência mais pancadas distribuídas entre os afobados.
Marco Andreti, neto do grande Mário, mostra que o gene do avô bom de bota diluiu o bastante de maneira a perpetrar a besteira em freiar o carro na curva ignorando quem vem atrás. Um pequeno engavetamento ocorre.
Aqui cabe um comentário. Tony Kanaan estava bem colocado, em segundo, e poderia vencer.
Sua equipe resolveu apostar numa bandeira amarela no final da prova e não reabasteceu seu carro.
Perdeu posições até cair para décimo alguma coisa.
É que não há um Britadore na sua equipe com soluções imorais.
Veio a bandeira amarela que não o ajudou a vencer. Mas, como resultado desta zona toda, ele ainda chegou em quarto.
Rubim chegou em décimo primeiro.

A EXPLICAÇÃO

No vídeo a explicação para o furo do pneu do carro de Power.
A asa dianteiro foi capengando até quebrar de vez. Por sorte não quebrou o espelho retrovisor.







ASA QUEBRADA?

Neste domingo tivemos, em Toronto (vulgo totonto), mais uma etapa da F-Indy.
Não tenho muito saco para assistir devido ao excesso de bandeiras amarelas. Algumas muito estranhas.
Mas, neste domingo até que valeu a pena devido aos comentários interessantes da Bia Figueiredo, convidada da emissora.
Vejam que Will Power para nos boxes com o pneu dianteiro esquerdo furado e parte da asa dianteira quebrada.
Os mecânicos trocam os pneus, reabastecem o carro e ignoram a asa.
Não entendo de aerodinâmica mas, penso que não faz falta metade da asa.

sábado, 9 de junho de 2012

VISO E O MURO

(este é o vídeo que provocou a revolução na postagem de vídeos)
No GP de Detroit da Indycar o piloto E.J. Viso vinha liderando um pelotão.
Liderando não é bem a expressão. Ele vinha segurando a boiada mesmo.
Então, provavelmente entusiasmado com sua condição de chicane ambulante resolveu tirar uma casquinha do muro. E tirou uma lasca. Pior para os outros e melhor para ele, que continuou atrapalhando a vida de todos.
Muitos gostam da expressão "os carros da Indy são praticamente indestrutíveis". Pois é.
Notem, um pouco antes da raspada do Vison, que o Castra Neves vem com o bico de seu carro solto feito periguete em baile funk. No primeiro pit stop que fez não houve a troca da peça. Pelo visto a asa ioio fazia parte da estratégia de corrida.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

ESPERANDO O ÔNIBUS


Ah, o charme da F-Indy!
Piloto entrando e o "transeunte" esperando o ônibus. Naquela posição que a gente brinca: segurando o poste para que ele não caia.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

MAIS AMX




Mais uma passagem do AMX.
O clarão da foto é o sol?

domingo, 29 de abril de 2012

AMX

Na passarela do rãrãbibi uma máquina voadora construída por um consórcio ítalo-brasileiro.
O AMX.



NHÃNHÃBIBI


Antes de mais nada a vergonha alheia.
Dell Valle passou a transmissão inteira achando tudo uma "maravilha".
Então, o vexame das garrafas que não abrem fechou a maravilha com chave de ouro.

sábado, 28 de abril de 2012

MARGINAL


Povão da marginal trançando bigodes com um f-indy