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domingo, 5 de junho de 2016

CHUPA F-1

Algum tempo atrás a MotoGP foi palco de uma polêmica danada quando Valentino Rossi (vulgo Valentinho Tosse) deu um coice na moto de Marc Marquez (vulgo marco marco), seu rival, ocasionando toda uma celeuma.


Foi, não foi, acabou sendo. Na época disseram que Rossi apertou o freio da moto do "inimigo". Havia uma encrenca porque, segundo Valentino, os espanhóis trabalhavam para Jorge Lorenzo levantar o caneco, o que acabou por acontecer.
Confesso que nunca gostei de corridas de moto. Não me perguntem o porquê.
Porém (ai, porém), depois desta polêmica toda comecei a dar uma olhadela nas corridas.
Hoje, acompanhei as cinco últimas voltas do GP de Barcelona e vibrei muito. Primeiro porque o cachorrão Rossi venceu com brilhantismo após largar mais atrás que o costume. Depois porque o final foi eletrizante. E, não era a Fórmula chocante.
 Após trocas de posições de tirar o folego a moto de Marco Marco (tinha que ser ele) perdeu rendimento e Valentinho venceu.
Mais do que tudo o que me chamou a atenção foi a informalidade da categoria.
Os pilotos param na pista, vão até o alambrado com as motos roçando a grade, pegam bandeiras, os fiscais (e alguns sapos) invadem a pista e etc.
Uma homenagem muito bonita foi feita ao piloto Luis Salom que morreu num treino na sexta feira. Um dos pilotos (confesso que não sei o nome) carregou uma placa de sinalização com o número da moto de Salom.
Enfim, a descontração é marca registrada. Principalmente de Rossi. Vejam a cena abaixo. O cara (Valentinho Tosse), na volta de desaceleração, para a moto e vai ao banheiro. Imaginem um mauricinho como Hamiltão fazendo uma coisas dessas. Seria desclassificado e internado.



E, tem mais. Defeco de rir dessas imagens da bunda dos caras indo de um lado para outro. Uma funkeira iria se dar muito bem na categoria. Venceria fácil fácil com o quesito reboletion ajudando.



São lições, câmeras bem colocadas, informações na tela como a distância da moto que vai à frente (em metros) e, como já disse, a descontração. Nem falei que as motos descem a reta a 320 km/h.
A f-1 que se cuide. Estou pesquisando para saber quando será a próxima corrida da MotoGP.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CHAMPÃ NA BUZANFA

Esta foto dos pilotos da moto GP comemorando o final da corrida no pódio trazendo para a cena a buzunfa da motogirl demonstra que pode haver vida nesses oficiais momentos. Lembro que desde o início das transmissões da F1 para o Brasil víamos alguns micos pagos pelos vencedores. As coroas de louros eram famosas por teimarem em escorregar da cabeça. Não sei de quem foi a brilhante idéia de passar a imagem de deuses da velocidade. Como se Mercúrio enfiasse um capacete na cabeça e saísse em disparada com um F1. Certamente, a pé ele seria mais rápido. Os pódios eram freqüentados por meninas bonitas que entregavam troféus ou ficavam de bobeira chamando mais a atenção que os feiosos de macacão. No Brasil, se não me engano em 1979, uma delas catou o Jackie Lafitte, vencedor do GP e tascou-lhe um beijão de língua (pelo menos eu pensei que fosse). Depois disso saiu pelada na Playboy (ela, bem entendido). Hoje em dia os pilotos desempenham um papel que beira o ridículo. Saem do carro e uma câmera vai atrás deles na preparação para a ida ao pódio. Não podem nem dar um pulinho no banheiro. Lá no pódio ouvem hinos, agüentam veios que entregam troféus que lembram o logotipo do patrocinador, sorriem para os desafetos, tiram fotos com os desafetos e etc. Nem assisto mais a entrega da premiação. Sei o script de cor. Por tudo isso adorei a champã na buzanfa. É pena que o Valentino Rossi não encare um F1. A diversão estaria garantida.