quarta-feira, 18 de março de 2015

O destino de tudo

Demoramos para descobrir o lugar que estava já na esquina de casa há algum tempo. Comida honesta a um preço honesto. Difícil encontrar duas vezes a honestidade em um mesmo lugar. 
Não ostentavam qualquer sinal distintivo, mas era possível reconhecer à distância quem eram as pessoas que trabalhavam no estabelecimento. Todos tinham narizes uniformemente moldados. 
De umas semanas para cá, trocaram os narizes. De pouco em pouco, foram saindo e dando lugar a outros, diferentes entre si. O ambiente agora tem um outro padrão e os narizes, envoltos em uniformes cor de vinho tinto, não chamam mais atenção.

terça-feira, 17 de março de 2015

UMA BOA IDÉIA

Uma vez li em algum lugar que determinada pendenga iria terminar não em derramamento de sangue mas, sim em derramamento de cheques.
A encrenca judicial Sauber X Cagarde, lógico, iria terminar com centas abobrinhas sendo derramadas na salada de alguém.
Pelo que leio o piloto holandês, genro do sogrão, vai embolsar R$ 51.000,00 (uma excelente ideia) para se dar por satisfeito com a cagada feita pela Sauber que assinou com quem passasse na porta acenando alguma coisa verde. Como só podem alinhar dois carros (se bem que possivelmente a Sauber tenha jogado com a possibilidade de alinharem três carros por equipe) alguém iria chupar o dedo no alambrado. Cagarde saiu com cacife (não sei quanto levou para a escuderia antes da bagunça sauberiana) para comprar vaga em algum cockpit.
Só sei que nesta história tenebrosa os pilotos (os três, os que sentam no carro e o que não senta) são vítimas do sistema (linda expressão). A equipe falida abra as pernas para quem tem alface. E, só depois vai pensar no caso.
Pensando bem, a equipe também é vítima da F-1 atual que tudo quer e nada dá.
Neste samba da Fórmula louca o negócio é relaxar e abrir outra cerveja.
51 mijões de alfacinhas..... 

PUXANDO O SACO!

Para variar muito bom o post do chefe.
Concordo que a F-1, diria eu, por volta da segunda metade da década de 80 passou a enfocar mais os negócios do que o esporte.
Lembro que o crescimento de algumas equipes como a McLaren, se não me engano a primeira a ter um túnel de vento próprio já que a Ferrari usava o túnel do braço alado da Fiat (que fabrica aviões militares), forçou as outras a celebrarem acordos ainda inéditos como parcerias com fabricantes de motores para enfrentar os gastos cada vez maiores com os carros.
Essa situação, por si, engessou um pouco as decisões a serem tomadas pelas equipes uma vez que passavam por mais de um interessado. Ron Dennis não podia contratar quem bem entendesse. Tanto que a contratação de Ayrton Senna era um desejo da Honda, então parceira da Lotus e McLaren. O problema era que o caminhão da Lotus não satisfazia os objetivos da Honda (fabricante dos motores) que uniu o útil ao agradável e conseguiu que Senna fosse para a equipe de Ron Dennis. O resto é história.
De lá para cá pouca coisa mudou em termos de interesse.
Houve um tempo em que alguém (Colin Chapman por ex) elaborava um chassi de F-1. Daí, comprava o motor. Comprava pneus. E, fazia história vencendo corridas com carros revolucionários.
Tudo porque a F-1 era mais barata. Um patrocinador não iria investir tanto din din para ajudar a elevar a equipe e seu nome.
Hoje, o enredo (vulgo regulamento) não permite um peido fora de lugar. Os pilotos parecem robozinhos sorridentes.
Exemplo, o carro McLaren é uma bosta. E, tem motor Honda. Mas, é uma bosta. Mas, nosso querido Button adorou a corrida da Austrália. Em outros tempos diria que o carro não anda nada e que seria preciso voltar à velha prancheta de desenhos. Mas, ....
Na minha opinião desde o advento deste motor chocante a F-1 vem despencando ladeira abaixo.
Porém, os rumos são decididos por gente anacrônica que vive em um mundo que não existe mais. Nada contra os quatrocentos e oitenta e nove anos do anão mor Berne Aquistone. Tudo contra sua obtusidade. Vive brigando com o braço armado da FIA, dando palpites ridículos e nada faz em relação ao que precisa ser atacado que é a distribuição da grana e o implemento de boas idéias.
Como bem lembrou o chefe do blog, antigamente muitas corridas terminavam com poucos pilotos e ainda assim se arrastando pela pista. Mas, havia sempre a expectativa pelo novo.
Como um carro movido a turbina de helicóptero. Ou carros com seis rodas. E assim por diante.
Hoje, até torcemos para que o marasmo seja quebrado por um carro chocante. Mimadon que o diga.
nosso Emersão no comando do Lotus Turbina. Voltaremos a ele em breve

Espontaneidade

Após o GP da Austrália, agravou-se ainda mais a crise que a F-1 enfrenta. A falta de barulho já sentida desde o ano passado, somada a uma corrida sem graça com apenas 15 carros alinhando no grid, além dos grandes destaques deste primeiro evento terem ficado para um acidente que ninguém entendeu e uma pendenga judicial que permeou a primeira semana da categoria em 2015. 
Não há nada que se possa fazer por esta F-1. Ela acabou, esgotou-se. No entanto, suas corridas não são mais ou menos chatas que outras de outros tempos. Hoje em dia, o YouTube está infestado de GPs antigos que podem ser assistidos na íntegra. Corrida chata não é um privilégio de nossos tempos. Era normal que houvesse certames terminando com 7, 8 carros, apenas os dois primeiras na mesma volta e este era o esporte. A gente achava lindo. Por que hoje não achamos mais? 
A série de posts "ma che porra" que o patriarca do blog promoveu contém uma parte da explicação. O que se vê ali são várias tentativas e vários erros permitidos ambiente da competição. Quer dizer, havia um regulamento técnico mínimo que dava margem para que engenheiros, mecânicos e pilotos dessem asas à imaginação, colocassem um bólido medonho na pista, quebrassem a cara, voltassem para garagem e tentassem de novo. Era justamente por isso que a categoria desenvolvia tecnologia de ponta. Seus expoentes, literalmente, colocavam a mão na graxa. 
Argumentaram, então, que isso ficava caro. Proibamos os testes! Claro que colocar um carro de F-1 na pista, em qualquer circunstância, custa muito dinheiro (ainda mais se considerarmos os preços da gasolina hoje. Rá!). Mas não é este o problema. 
Até há vinte e tantos anos atrás, a F-1 ainda dava atenção para o esporte. A parte negocial sempre esteve presente e sempre estará, mas hoje ela predomina. A F-1 não custa caro só pela parte esportiva, mas especialmente pelo seu setor de negócios. A categoria é uma plataforma para aproximação de empresários, como uma feira que acontece duas ou três vezes por mês. O tio Bernie tem seu estande para atender seus clientes e seus potenciais novos colaboradores; as equipes tem os seus estandezinhos. E todos têm que oferecer grande conforto para satisfazer empresários e atrair dinheiro. Rigorosamente, sob o pretexto de "redução de custos", a F-1 transferiu dinheiro do esporte a motor para a feira. 
Esta "corporativização" é o problema. Os magos do chamado mundo corporativo, que cagam regras a torto e a direito, determinaram que a aparência da F-1 deveria ser assim e assado, que ela deveria ser política e ecologicamente correta, que os pilotos deveriam usar mordaças, etc, etc, etc. A chatice, então, não está só na pista - aliás, ao contrário: temos uma geração ótima de pilotos brigando e fazendo ótimas corridas! 
Quero voltar a questão do barulho, pois ela é bastante simbólica. Há alguns anos atrás - sei lá, dois anos atrás -, fomos assistir ao WEC em Interlagos. Lá estão misturados carros de tudo que é jeito: protótipos de um tipo, protótipos de outro, carros de turismo, etc. No meio deles, há carros híbridos que quase não produzem barulho. No ano em que fomos ao autódromo, destacavam-se os protótipos da Audi que eram, ao mesmo tempo, extremamente velozes e extremamente silenciosos. A falta de ruído não só não incomodava, como encantava o público, especialmente quando confrontada com o alto brado dos motores V12 da Ferrari que deixavam a gente surdo quando passavam. Por que a diferença? Porque a questão não é o barulho em si, mas o modo como a falta dele foi empurrada goela abaixo das equipes e do público. Não foi um processo natural, em que houvesse liberdade para que alguma equipe surgisse com a ideia de um motor híbrido, julgando que, com ele, pudesser ter vantagens. Não foi um invenção louca e revolucionária para F-1, copiada por outros times até que alguém tivesse uma ideia melhor, como aconteceu com o motor traseiro, o spoiller, o motor turbo, o carro asa, a suspensão ativa, para dar alguns exemplos. 
Um dos problemas desta falta de espontaneidade é que ela inviabilizou qualquer alteração de forças entre as equipes sem que haja uma total reformulação do regulamento técnico. Como as regras são muito restritivas (veja-se, por exemplo, como é complicado mexer no motor ao longo da temporada neste artigo da Julianne Cerasoli) e os testes estão proibidos, a única forma de tentar tornar as corridas mais equilibradas é banir os elementos que fazem determinado carro hegemônico. 
No fim das contas, se a F-1 é chata ou não, pouco importa. O que, de fato, incomoda é perceber que a chatice da categoria reflete a chatice de um mundo forjado para prestigiar seus acionistas. 

domingo, 15 de março de 2015

NÃO É FIXAÇÃO

Transmissão ao vivo não é fácil.
Esse bordão é repetido exaustivamente pelo gavião da vida. Tem que segurar a onda, saber falar o certo na hora certa e etc.
Transmissão de F-1 não é mais como no passado quando o cara tinha a imagem e só. Hoje existem centas maneiras (a maioria paga) para acesso ao que acontece na pista em tempo real. Portanto, material não falta.
Mas, Dona Globo resolveu inovar para pior.
Para a Austrália enfiaram um monte de gente no estúdio. Desde Raul Boesel (ex piloto que virou DJ) até Bia Figueiredo (pilota de Stock). O Giba, do voley não conta.
Ainda por cima puseram uma câmera na casa de um parente de Felipe Nariz. Em dado momento da corrida gavião pediu que a parentada se levantasse para não sei o quê. Muito, mas, muito constrangedor. Quase ninguém levantou. 
"tira a garrafinha d'água meu fi"
Gozado foi nesta hora em que a foto foi batida. No estúdio gavião começou a abobrinhar e alguém no ponto eletrônico falou para ele tirar a garrafinha d'água da frente da câmera. Merchã gratuito não. Apesar de não ficar visível a marca da garrafa.
"num gostou não?"
Enfim, confesso que não presto muita atenção no locutor. Um pouco no Leme. Muito no Burti, que entende do que fala.
Mas, vão pará com isso não é mesmo? Transmissão de F-1 não é igual futebol. Queremos informações, saco!

COMEÇOU??

O início da F-1 em 2015 em Melbourne ficou meio assim, assim.
Ontem Botas (o gordim genérico) queixou-se de dores nas costas. Ninguém cogitou um choque.
Mas, foi o suficiente para o dito não correr. E, para espanto de quem leva a F-1 a sério Dona Loba não correu no lugar dele. Suzie Wolf que virou piloto de testes e não reserva (tem diferença, cara pálida?) não correu e nem vai correr se o finlandês não puder entrar na pista lá onde Judas perdeu a Malásia. Nem sei se ela estava na Austrália fazendo caras e bocas. Mas, dona Williams disse que ela não pilota no lugar do finlandês.
Depois dessa, se ela tiver brios vai pedir o boné, não é mesmo?
eh eh. 
Bom,  a corrida ia ter 18 carros por conta de uma série de problemas com as nanicas. Tem nanica que tem carro e piloto mas, não tem as chaves para fazer o dito andar. Tipo Software. Que saudade dos motores e carros que funcionavam com gasolina e pegavam no tranco....
Com Botas transformado em chinelo e sem substituto sobraram (xô vê) 17.
Na hora do vamu vê o carro de Magnifucúzem teve um enfarte fulminante voando peça para todo lado. O botão vremeio (lembram?) funcionou antes da hora.
Por seu lado a Bull ficou Red de raiva porque quebrou o câmbio do carro de Kuajato. Eles não vão poder meter o pau no motor Renault (ou vão, já que tudo é interligado nas cosmotividades ligacionais da bagaça).
Então, é nóis 15. 
Dada a largada, vejam no vídeo, Pastor sem ovelhas mostrou que, quando não faz maldonadices está no lugar errado na hora errada. Vodkanem foi apertado por Vetor e, por sua vez, apertou Nariz (coloquei um "i" e substitui o "s") que soltou um peido que fedeu para o lado do venezuelano. No carro de segurança a Lotus (essa, não aquela) inventou um problema qualquer para o carro de Romã da Granja indo todos para casa mais cedo.
Daí, a corrida virou o que virou. Dona Mercedes fez uma força danada para não sumir no céu azul. Venceram com dois pés nas costas. Roseberg, estranhamente quieto tal e coisa.
Massinha de modelar fez um pit stop amador e ficou preso atrás do menino sorriso sendo ultrapassado por Vetor que fez pit stop de gente grande. Trocando em miúdos. Dona Williams trocou pneus do carro de massinha sabendo (tem seiscentos matemáticos naqueles contêineres atrás dos boxes) que voltaria atrás do menino sorriso. Até o piloto Red Bull entrar para sua troca (uma volta depois) a merda estava feita. Mamã Ferrari trocou pneus de Vetor como manda o manual e o lemão chegou em terceiro.
Claro, senhoras e senhores. Corrida tem sei lá quantas voltas. Com um pouco de esforço massinha de modelar poderia brigar pelo terceiro lugar. Mas, tem dias que são dias.
Mamã Ferrari não ficou sem aprontar das suas. Prenderam mal a porca da roda traseira esquerda (a mesma que deu problema no primeiro pit) quando Vodkanem fez a segunda parada. Resultado: abandono para Kiwi. 
Já vimos corridas terminarem com menos carros que essa da Austrália mas, o tédio é a grande sacada. Vamos esperar que as coisas melhorem daqui para a frente.
Mesmo com poucos carros (e sem contar o café com leite Butão com seu carro sem motor por "segurança") Felipe Nariz fez uma corrida muito consistente com uma bela ultrapassagem sobre Carlinhos São na relargada mostrando que não estava para brincadeira. Enquanto o Filhodoeric fazia uma corrida para chegar ele disse a que veio. A continuar nesta toada teremos um campeão brasileiro logo logo.

VOLTS

Continuando a falar sobre a F-E.
Um vídeo sobre a ultrapassagem de Piquetezinho em cima de Vergne (ele mesmo, o antigo Verme da F-1) e a reação do gordito chefe de equipe Miguel Andretti que, certamente, gostaria que seu pupilo desse uma bica no sujeito que ousa ultrapassá-lo. Assim agia o gordito.


E, o que eu escrevi sobre o que resta de energia em cada carro.
Não sei até que ponto essas informações são verdadeiras mas, nota-se que Fita Rápida tinha mais carro no fim da corrida. Só não ultrapassou Picolo Prost(itutuzinho) por falta de espaço. Por sinal, grande corrida de Fita Rápida que fazia sua estréia nos chocantes carros.

sábado, 14 de março de 2015

FÓRMULA CHOCANTE

Por falar em chóquis (como diria Mussum) tivemos uma etapa da F-E lá onde Judas perdeu os cubanos saudosistas da ditadura de Fulgêncio Batista.
Não assisti a corrida inteira mas, gravei e pretendo assistir assim que minhas atividades extra-curriculares (de babá) permitirem.
Também não posso deixar de assinalar que Mimadon teria uma vantagem extra nos carrinhos elétricos pela descarga recebida (sim,não?) e guardada em algum recanto de seu corpinho. Imagino que se fizer um esforço extra para expelir aquela feijoada de sábadão vai destruir o banheiro.
O homem raio (que o parta)!
Devaneios à parte no filminho o pit stop da molecada. Sim, eles trocam de carro. Charles Pic (ele mesmo, novo companheiro de equipe de Nelsin Piquetezim) dá um certo trabalho para colocar o cinto. Aparentemente o saco atrapalhou...
Uma coisa chata das transmissões é o tempo que perdem mostrando o Prost(ituto), pai do hoje vencedor Picolo Prost(itutozinho). Enche o saco de nós brasileiros. O cara é um Shushu francês.
Hoje seu filhim venceu a prova sem fazer a besteira que fez na primeira quando ignorou a presença de Haiquefield provocando uma pornográfica colisão.
Em segundo, segundo atrás, Scott Speed (vulgo Fita Rápida). Em terceiro com 1% de bateria (eles mostram na tela a quantidade de energia que resta para cada carro ) Daniel Abt (sei lá que nome é esse).
Mais tarde, se valer a pena, escreveremos mais sobre a categoria que está de braços abertos vestida com roupa isolante aguardando Don Mimadon.

CURTAS E GROSSAS

O desempenho das McLaren (em último e último) reforça minha teoria de ano sabático ao Mimadon.
Ele deve estar se perguntando o porquê de sair dos braços de Mamã Ferrari, que parece sair do lodaçal, e ir para a quase falida equipe de Ronron Pênis e seus asseclas nipônicos.

"eu, hein"
Cágarde fez o famoso acordo com a Sauber e deixou o pessoal em paz. Pelo menos por enquanto. O Filhodosom teve que pedir o macacão de volta e mandou lavar com uma mãe de santo. Não resolveu muito dado o seu desempenho nos treinos.
Cagarde e o macacão alheio
Valério Botas (nosso gordim fake) queixou-se de dor nas costas e foi fazer perícia médica. Talvez não corra. Ou corra. Não disseram como, quando e onde começou a dor. Mas, dói.

"eu tô bem. Precisava de uma desculpa por ter ido mal nos treinos"

UM SACO SÓ!

Vamos aos fatos, diria o delegado diante de um corpo estendido no chão.
Nós gostamos de F-1. Sobrevivemos à era em que todos queriam  Shushu (um gênio enganador) fosse o campeão dos campeões. Mesmo jogando o carro para cima de todo mundo.
Então, sobreviveremos ao atual enredo da categoria máxima (ah ah) do automobilismo.
Nesta noite tivemos o treino oficial que definiu a largada do GP de onde Judas perdeu o canguru.
Quase dormi. Mesmo porque foi no meio da noite.
Assisti pela Globo genérica e os caras, meio fora de forma, apanharam um pouco. Esquecendo que Nars (que vontade de colocar um "i") e o FilhodoSom não treinaram direito, falaram que a Sauber iria se dar bem. Depois, mudaram o discurso dizendo que eles não iriam ao Q-1. Quase quebraram a cara porque Felipe Nars (que vontade de colocar um "i") bateu na trave e saiu para fora. Como diria Geraldo José de Almeida (pesquisem no gugle) "foi por pouco, muito pouco, pouco mesmo".
Bom, as Ferraris teoricamente surpreenderam. Mas, pensamento em bloco. Não tem ninguém além das Williams e Ferrari depois dos donos do Universo (a Mercedes).
O resto ou está falido, ou empurrado por uma bosta de motor (Renault). Por enquanto é o que temos.
O melhor momento do GP foi a chegada de Massinha de modelar quando todos já se levantavam em direção ao bar. Alguém deve ter pensado em ver o resultado final e pumba lá estava o baixinho "amolado" em terceiro. Prestem atenção que, na tela, do lado esquerdo tem a classificação. Estou com preguiça de chupar o grid de algum lugar.
Resumindo: a F-1 neste 2015 promete ser uma chatice sem fim.

sexta-feira, 13 de março de 2015

PARA CONSTAR

Acabou de acabar o primeiro pontapé para a temporada da F-1.
Lá onde Judas perdeu o canguru.
Os carros da Sauber nem entraram na pista por conta do episódio Cagarde.
Imaginem a alegria dos pilotos, que foram inscritos, Nars (muita vontade em acrescentar um "i") e Aqueledosom. Vestiram macacão e posaram de pilotos mas, sentar a bota que é bão só o Botas (o Valério, gordim fake) que corre na dona Williams e mandou bem. Ficou em terceiro.
Noves fora, os patrocinadores da Sauber também estão felizes por associar seus nomes a uma equipe janjona, ou pilantra mesmo.
Enfim, nada de novo no front. Roseberg e Hamilton fingiram que não são favoritos mas, dona Mercedes continua sobrando.
Em terceiro, como já disse, Valério Botas, quarto o menino Carlos Sãos, em quinto (óia ele aí) Vetor com a Eva. Em sexto Max Vêaínotapa, em sétimo massinha de modelar e em oitavo nosso querido Vodkanem.
Em verdade esse treino (primeiro) não vale muita coisa.
Deu para matar a saudade.
E, foi hilário o pessoal do bar de dona MacLaren passar grande parte do tempo numa rodinha de papo furado. Desde o chefão até o japonês do shushi que desandou. Os carros de motor Honda foram os únicos que apresentaram problemas.
Se bobear o lado caipira do blog vai assistir ao segundo treino "in loco" e postar algo.
Câmbio.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Aí, faz sentido

Não procurei outros textos a respeito, mas explica o Victor Martins, do Grande Prêmio, que a van der Garde pode ser só um instrumento para uma manobra mais audaciosa que implica na própria compra da equipe Sauber pela McGregor, grupo liderado por seu sogro. 
Um início de temporada muito estranho, este. Daqui a pouco, tem carro na pista, mas os assuntos são um cara que não vai correr e uma decisão de um tribunal australiano. 

quarta-feira, 11 de março de 2015

CHAPARRAL

Quando se fala em efeito solo todo mundo lembra do grande Colin Chapman o homem da Lotus (aquela, não essa) criador do, por ex., Lotus 79 que revolucionou a F-1 nos anos 70. Além de tudo, um carro muito bonito.
bonito e eficiente
Mas, a idéia aerodinâmica do efeito solo é coisa antiga. Antes de Chapman, na década de 60 surgiu um carro que utilizava o conceito.
Com vocês o Chaparral 2J que correu na série CanAnm em 66.
A equipe construtora do feioso era a Chaparral Cars. Chaparral foi adotado pela sonoridade ocasionada pelos nomes de seus dois fundadores: Harp Sharp e Jim Hall
horroroso porém, eficiente
Os carros de F-1 que utilizavam o efeito solo precisavam de velocidade para que o fenômeno se fizesse presente. Pois o Chaparral 2J tinha esta espécie de caixa com extratores (a Brabham utilizou algo parecido. Tem um post sobre isso) e um motor de 45 Hp para o funcionamento dos "aspiradores".
Portanto, o efeito solo era forçado por esse motor e o carro era veloz em qualquer situação. O motor que empurrava o bichão era um Chevrolet de 7.600 cc. O câmbio também era interessante uma vez que automático de duas marchas.
O grande problema para a equipe era que o carro, mesmo com problemas mecânicos frequentes, era imbatível. Problema porque as outras equipes passaram a reclamar das porcariadas que ele jogava para trás por causa dos "aspiradores". O mesmo enfrentou a Brabham algum tempo depois.

a "caixa" magica
As reclamações surtiram efeito e a FIA proibiu os "ventiladores no fim de 1970 acabando com a farra.
a sujeirada
No vídeo um pouco do estranho e danado carro.

Visão do advogado

Não é inédita (aqui, um texto do TotalRace sobre a última vez que algo parecido aconteceu, em 1991, com Alex Caffi), mas é muito estranha esta situação por que passam Giedo van der Garde e a Sauber. 
Van der Garde não é piloto pagante e obteve alguns resultados expressivos nas categorias de base. Em 2008, dominou amplamente a Renault World Series, sendo campeão por antecipação. Sua passagem pela GP2 não foi tão bem sucedida, mas, ainda assim, satisfatória. Na F-1, correndo pela fraca Caterham - scuderia de orçamento limitado e, consequentemente, poucas possibilidades de desenvolvimento -, não impressionou. 
Depois de passar um ano como piloto de testes da Sauber, alegou que tinha contrato para ser titular da equipe em 2015 - e claro que devia ter mesmo, vide o desenvolvimento da situação. Confesso que fiquei surpreso com a decisão tomada na foro australiano. Claro que não conheço a situação de perto, não conheço nem mesmo os termos da decisão da corte, mas um argumento meio óbvio é que este tipo de contrato não comporta execução específica, pois se trata, antes de tudo, de uma decisão técnica da equipe. Então, oferecer-se-ia ao piloto holandês uns milhõezinhos como indenização e toca para o GP com Nasr e o filho do Eric. 
Pode até ser que este imbróglio traga ao começo da temporada a emoção que tende a faltar no resto dela. No entanto, é um retrato interessante da atual situação da F-1: piloto que corre é piloto que paga ou que dispõe de excelentes advogados. Todos os demais requisitos podem ser fabricados.

TAPETÃO NA F-1

A F-1 anda muito parecida com o futebol. Punições mal explicadas, bandeiras amarelas para ajudar determinados pilotos e por aí vai....
Agora, entra em campo o famoso tapetão. O piloto de testes da Sauber em 2014 tinha um contrato para correr em 2015. Giedo Van der Garde (vulgo Fredo Vá Cagarde).
Mas, as abobrinhas de outros interessados falaram mais alto e o Cagarde perdeu o assento. Irresignado (um termo apropriado) entrou na Justiça e (voilá) ganhou o direito de entrar no carrim da Saubim no fim de semanim.
E agora, José?
Como fica a situação?
Marcus Ericsson e Felipe Nars levaram din din para ter lugar na Sauber e vão se agarrar no carrim.
Imaginem a cena. Cagarde chega nos boxes com a decisão na mão e esfrega na cara de todo mundo. A equipe é obrigada a ceder um dos carros. Será que o tratamento vai ser igual? Vão servir cafezinho? Alguém, da equipe da graxa, vai ousar sorrir para ele e perder o emprego?
Vale a pena?
Engraçadas as declarações de Cagado quando soube do resultado. "estou ansioso por voltar a pilotar" e etc. Só não disse que criou um climão fidapu. E queimou seu filme. Qual equipe vai aceitar um jogador de merda no ventilador depois dessa?
Respostas no fim de semana.
Penso que a equipe pode entrar num cano monumental. O piloto que sair vai, de sua parte, entrar na justiça pedindo no mínimo o din din de volta. Ou a decisão pode ser revista e tudo voltar ao antes. Só que não. Alguém vai deixar de disputar uma prova sem dar causa.
São muitas as variantes (aliás, um carro horrível).
Vamos esperar o José esclarecer o imbróglio.
"vai rindo..."

terça-feira, 10 de março de 2015

STOP GEAR

O chefe do blog é fã Desta Série apresentada pela BBC chamada Top Gear.
A participação de Daniel Riccardo, piloto da Red Bull resultou neste momento "importante". Perguntado por um participante da platéia sobre a cor da traseira do carro de Hamilton respondeu dessa forma bastante delicada mas, apropriada ao espírito do programa. 
Estou lendo, não entanto, that Top Gear foi suspenso depois que um dos apresentadores Jeremy Clarkson, aparentemente, deu uns sopapos num produtor.
Os caras são, digamos, exaltados não só na frente das câmeras....

CANDIDATO GALÃ

A F-1 tem pilotos que atraem pelo grande desempenho, pelo chorismo, pelo azar, pela chatice, pela feiúra e até pela beleza. Mariana diz que o único defeito de Jasão Butão é não ter seu telefone.
Nem sabe que equipe corre o lendário.
Quando Françoi Cevert morreu em Watkins Glen em 1973 as meninas de minha classe do colegial choraram pacas (gíria da época). Alguém levou uma revista tétrica com fotos dele e do acidente. Algumas colegas nem sabiam o que era F-1 mas, lamentaram a morte do "lindo".
Não entendo de beleza masculina, ah ah.
Mas, quando bati o olho na foto abaixo pensei que se tratava de uma mulher.
Só depois que percebi que o piloto é mais um candidato a ter o telefone solicitado pela Mariana.
O cara é Roberto Merhi, espanhol que, teoricamente, vai correr pela tal Manor em 2015 que vem a ser o que restou do resto da Marússia.
Ou seja, futuro galão do padock. Correr mesmo só das meninas taradas.
quaqué coisa tamu na novela das oito
François Cevert: bom de foto e de braço

segunda-feira, 9 de março de 2015

MÁQUEPORRA! MODERNO

Carro esquisito, estranhos ou feios mesmo não são características dos anos loucos 70 e 80.
O carro de hoje é o Sauber c-29 de 2010.
Foi pilotado por Kamui Kobayashi (vulgo Kama Kaba(?)) e Pedro De la Rosa (vulgo Pedrão da Rosinha).
Como acontece com os carros do seu Sauber andam muito bem em treinos e na hora do Tcham ficam no Tchu-tchu.
Depois de um começo desastroso (quatro abandonos dos carros nas quatro primeiras corridas) o feioso foi para uma sessão de embelezamento e a performance melhorou 
feio má muderno

domingo, 8 de março de 2015

A NOVELA CONTINUA

Continua a novela "Alonso do Bairro".
As últimas dão conta que ele acordou pensando ter 15 anos. Até aí tudo bem. Tem muita gente boa que acorda no dia seguinte em lugar estranho sem lembrar de porra nenhuma do dia anterior. E, ainda leva um susto ao olhar no espelho...
Mas, pelo sim pero no, colocamos Dona Gertrudes na parada e ela conseguiu informações preciosas sobre o que aconteceu com nosso chocado piloto.
Ela não confirma mas, dizem que subornou algumas pessoas usando sua famosa torta de goiaba estragada ao molho de óleo queimado. Por cima bigatos torrados. Uma delícia.
Então, foi assim.
Mimadon levou um choque de um zilhão de vorts (cada vort equivale a mil volts). Foi ver estrelas ao meio dia. Bateu o quengo desacordado e sofreu uma cagação (o que explica a mancha cinza na lateral do carro).
Acordou no hospital cantando "quanta lameira". Num primeiro momento  acreditava ser um brasileiro aturdido com a situação (normal) da lama que envolve o solo pátrio. Com o tempo os médicos concluíram que ele estava nos anos noventa. Falava italiano treinando a língua para correr, no futuro, na equipe Ferrari. 
Com a demora na recuperação os médicos apelaram para um tratamento de choque. 
Perguntaram se ele gostava de futebol.
Ante a resposta "porra!", disseram a ele que houve um campeonato mundial de futebol no Brasil em 2014. A Espanha saiu na primeira fase e a Alemanha, antes de ser campeã, trucidou o país anfitrião por 7 a 1 com direito de tirar o pé por dó.
Agora, recuperado da memória alguém tem que convencer Mimadón que o tratamento de choque foi baseado em fatos reais.
"caraca. 7 a 1"

sexta-feira, 6 de março de 2015

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO

Todos sabemos que sou adepto da teoria da conspiração/paranóias/afins/#culpadoETS e etc.
Bão, analisando a situação chocante (não resisto) de El Mimadon cheguei a conclusão que segue.
O dito quer um título (seu terceiro, que é emblemático na categoria) de qualquer maneira.
Dona Ferrari não teria condições de oferecer esta chance em 2015, pelo andar da carroça.
Todos sabemos que ele, neste ano, queria mesmo era correr pela melhor equipe do ano passado e, que tem gorduras para sobrar neste ano de 2015.
Ele se ofereceu/ajoelhou/pediu/gingiu, mas não conseguiu que dona Mercedes defenestrasse um de seus pilotos de 2014, Hamiltão e Roseberg.
Mesmo porque o espanhol não é, digamos, uma unanimidade no (curto) circuito da F-1.
O cara é um chato que exige toda a atenção sobre si. Mesmo porque carrega as famosas abobrinhas tão queridas por todos.
Hoje em dia, porém, na F-1, quem tem um carro bom, não precisa de um pilotaço. O dito depende mais da tecnologia, ou seja de um piloto nerd, do que de um piloto marmanjo.
Até aí mórreu Tancredo e Ulisses está numa ilha cercado de odaliscas (não sei o porquê de odaliscas mas, a teoria é o sonho de muita gente masculina).
Ele, Mimadon, destruiu a equipe que tudo deu (êpa!) para seu deleite. Mamã Ferrari não aprendeu com Prost (ituto) que em seu tempo na escuderia vremeia era o bãozão e, em verdade, foi um traque de sanjão.
Assim,  hoje como ontem, deu, tudo que o espanhol pediu e mais um pouco até mesmo pelo peso do banco com símbolo em forma de bosta.
El Mimadon mandou, desmandou, xingou em italiano, pediu paella ao invés de pizza de muzarela com óleo usado e ..... não ganhou porra nenhuma para a italianada.
Ficou sem eira nem beira e voltou para dona McLaren (outra prostituta) equipe que traiu entregando esquema que todas as equipes usam (espionagem).
Qual a novidade?
Dona Honda. Esta japonesa que manja de tabáio forte e de resultados. El Mimadon, então, deixou seus vudus, pais e mães de santo de lado (em relação aos pilotos de dona Mercedes) e escolheu a sorte em pilotar uma McLaren em 2015. Se a equipe acertasse a mão, vamu que vamu. Caso contrário entra em campo a vuduzação dos pilotos de Dona Mercedes. O que vale é um banco nos carros prateados.
E, nos treinos extra oficiais, descobrimos que a f-1 virou essa merda que vigora hoje em dia.
Motores (ou usinas de força, ou coisa que o valha) muito diferentes dos anos noventa.
Dona Honda está apanhando de vara de marmelo em sua volta ao circuito. Vai se recuperar?
Provavelmente não em tempo de dar o título deste ano ao Mimadon.
Ele está azul em vontade de levantar o caneco para provar que (?) seria mais um campeão sem sal nem pimenta. Esta é a verdade. Mas, é melhor não contar ao gajo.
Sim, torcemos (eu e a diretoria mor do blog) para ele quando tinha como adversário um pentelho como Shushu. Mas, o tempo mostrou que Mimadon não é um sujeito liso, no sentido de lisura. Piquetezinho que o diga.
Enfim, onde quero chegar?
Mimadon sofreu um mal súbito/choque/#FM/#sacocheio/#nadonetô e pimba, encheu o muro.
Noves fora, conversa com empresário/consciência/Bancoformabosta resolveu aproveitar a oportunidade e sair fora.
Ou seja, trocando em miúdos (de frango ou euros) finjo uma loucura qualquer (poético, por sinal) e largo essa vida de vrum-vrum. Vou ficar deitado na beira dum lago vendo o sapo piar, o peixe voar e as nuvens cacarejarem.
Mas, no fim do ano de 2015, quando a vuduzação funcionar, dona Mercedes vai dar uma bica num dos meninos e TCHAM!
Sararerei.
Num passe de mágica, ou visita ao xamã mor de uma tribo perdida/achada nas estepes frias da amazônia descobrirei que apto estou a ser pilototo de um bólidodo da F-1.
Por coincidência deuzeana dona Mercedes pensará do me$mo jeito e irerei engrossar a conta bancária da equipe depois de passar um ano coçando o próprio saco.
Os anjos dirão "putaquelamerda".
Mas, será tarde.
Quem viver verá, diria o poeta/nossadamos/gozador.
Ah, ah

quinta-feira, 5 de março de 2015

MÁQUEPORRA

o quadrado
notem o "buraco" que serve de entrada de ar do radiador (ou algo assim)
Mais um estranho carro que andou testando os limites dos desenhos da F-1.
Este é um ATS HS1. Pelo que pesquisei o carro é baseado num chassi March e correu no ano de 1978 sem grandes resultados. Talvez pelo excesso de troca-troca de pilotos. Desde Joachim Mass (vulgo Juca Massa) até Keke Rosberg ( o pai do Roseberg) pilotaram o estranho bólido quadradão.

quarta-feira, 4 de março de 2015

NOVELA CHOCANTE

A cada dia que passa mais especulações surgem sobre o chocante acidente com El Mimadon.
Agora, algumas revistas publicam que ele teve um piripaque antes da batida no muro.
Pela dinâmica do acidente parece óbvio que algo sucedeu com o dito piloto. Ninguém é jogado fora da pista pelo vento em velocidade tão baixa. Quero dizer, um F-1.
E, o pós hospital sugere que os médicos não querem arriscar. Choque ou não, ele fica de molho.
Surgem até histórias cômicas se não fossem trágicas sobre acidentes parecidos.
Adrian Campos bateu em Mônaco tempos atrás. Desandou a ver coisas, logo após, como se estivesse em Madri e disse a um fiscal que era Nelson Piquet. Penso que após a panca tomou chá de cogumelos.
Parece que Mimadon acordou falando italiano e pedindo sua Ferrari de volta. Até aí.....
Como ele disse que não lembra de nada, e pode ser verdade, não saberemos por essa fonte o sucedido.
Mas, também é bom lembrar de alguns pilotos que encheram o muro e continuaram sua vidinha veloz como se nada houvesse acontecido.
Como exemplo o acidente de Senna (o Ayrton) na famosa curva Peraltada no México em 1991. Naquele tempo não havia o Hans (esse alemão que segura a cabeça dos meninos).
Ele ainda por cima se recuperava de um acidente (nas férias) com um Jet Ski e ostentava um curativo no quengo. E, mesmo após o capotamento correu normalmente.
Vai entender a F-1 atual.




lembrança das férias

OUTRO MÁQUEPORRA?

Grande parte dos carros estranhos/esquisitos/feios entraram nas pistas em treinos extra-oficiais mas, não participaram de corridas para valer.
É o caso deste Tyrrel 012 (o patrocínio da Benetton engana) de 1981. Michelle Alboreto andou nos treinos para o GP da Áustria mas, o carro que participou da corrida não dispunha desta asa amalucada.
parece um projeto de Salvador Dali
A disposição dos radiadores lembra a Brabham dos bons tempos de Piquet. Já a asa traseira...

terça-feira, 3 de março de 2015

MAIS MÁQUEPORRA?

Mais um F-1 da série máqueporra?
Este é um McLaren M-27 sendo testada pelo grande James Hunt. Pelo que entendi a McLaren andou com ele  na pré temporada de 1978 mas,  não entrou em competição. Além de feio, ruim. Os radiadores ficam neste buraco antes da asa traseira.

uma McLaren horrorosa!

MAU CHEIRO

Confirmado está que El Mimadon não participará da abertura do campeonato de F-1 lá onde o canguru perdeu as botas (que por sinal corre pela Williams).
Teremos que “destorcer” para outro piloto. Magnificúzem ganha chances ao assumir o lugar do espanhol. Lógico que, conhecendo as entranhas da categoria, ele vai “quebrar” logo de saída. Para não ofuscar o piloto titular.
Se bem que o carro de dona McLaren não precisa de botão vremeio para quebrar.....
O problema na ausência de Mimadon é justamente a ausência, no caso, de informações plausíveis. A batida não foi para todo esse carnaval. Até mesmo a concussão é algo estranho uma vez que não houve impacto de frente.
Pastor sem ovelhas bateu no mesmo lugar e, dizem, mais ou menos do mesmo jeito e saiu assobiando do carro. Vejam no vídeo.
Dizem que o espanhou sofreu uma concussão, desacordou, acordou no hospital, não lembra de porra nenhuma e a culpa de tudo é do vento que venta forte naquele lugar.
Conversa mole para boi dormir, como dizia minha avó. Sempre imaginei a cena do rancheiro conversando mole com o boi para que ele dormisse. Não tem sentido. Como não tem esta explicação para o acidente do piloto espanhol. Cresce a tese do choque.
E, levar um choque dessa magnitute não é mole não. Deu uma cozinhada legal no cérebro do sujeito.
Ele vai ficar falando “dããã” durante muito tempo.
Enquanto isso os donos do pedaço estão preocupados com as cores dos capacetes dos meninos que pisam no da direita.
Chocante.

Pastor sem ovelhas fazendo o que mais sabe...

segunda-feira, 2 de março de 2015

MAIS UM DA SÉRIE MÁQUEPORRA!

A solução da equipe Ensign para melhorar o fluxo de ar nas laterais do carro em 1979 foi colocar os radiadores de água e óleo e sei lá mais o quê na frente do carro. Virou essa aberração que, pilotado por Derek Daly não conseguiu classificar-se para o GP da África do Sul. Na corrida seguinte o carro voltou a ter aparência "normal".

ESCADA DE RADIADORES
Lembrando que não era incomum carros terem radiadores no bico juntando toda sorte de detritos pelo caminho.
Mas, a solução era um pouco diferente como a Brabham BT-34 com os radiadores na laterais.
Ficou, digamos, menos feio. Mas, feio.

Graham Hill e a "outra" solução

domingo, 1 de março de 2015

TÁ CHEGANDO!

Dia 15 de março nas madrugas das vidas começa para valer a temporada de 2015 da F-1.
Pela experiência anterior ainda não saberemos quem é quem nas paradas. A primeira corrida é meio que um intróito do que vem por aí, ou ali.
Mas,pelo visto até agora nada muda.
Mercedonas na frente e o resto babando atrás. E, vamos ler o ano inteiro que El Mimadon (o chocado) estará vuduzando os dois pilotos da Mercedes em busca do título perdido.
Se conseguir um lugar em mamã Mercedes vamos torcer para que os lemães despenquem ladeira abaixo.....
Não acompanho com interesse os testes pré-temporada porque nem sempre dizem a verdade.
A Sauber, por ex., já andou nestes testes anos atrás, com o carro fora do regulamento (é permitido) e enganou os incautos. Na hora do vamu vê não vingaram.
Enfim, teremos algumas equipes utilizando carros do ferro velho, o que é um perigo. Se é que vão aparecer na Austrália.
Legal era quando havia a pré classificação e algumas nanicas participavam de uma carnificina para poder alinhar. Os carros eram fake (categoria inferior com motor de gente grande).
Mas, não havia porcaria em forma de carro.
Hoje, os pilotos nem precisam entender de pilotagem. Tem botão para tudo. Mistura de combustível, força do motor, aceleração, zap-zap para conversar com a equipe, botão para pedir pizza e por aí vai.
Tanto que Pastor sem ovelhas admitiu que bateu num treino da temporada passada porque estava fuçando no volante. Ah, ah.
 Enfim, que venha o campeonato.

"cadê o botão da pizza?"

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

VOCÊ SABIA?

Por falar em som da F-1 houve um piloto que era músico. Karl Edward Tommy Borgudd, ou Slim Borgudd. Nascido na Suécia foi piloto nos anos 1980. Estreou com 34 anos e teve um momento de glória quando pontuou em Silverstone em 1981 com um capenga ATS patrocinado pelo amigo do grupo musical onde tocou bateria nos anos anteriores. O nome do amigo era Björn Ulvaeus (vulgo Boa Vulva) e o grupo ABBA. Conseguiu um contrato com a Tyrrel para 1982, não foi bem nas primeiras corridas e perdeu o emprego. Correu em outras categorias e acabou campeão correndo de caminhão no campeonato europeu em 1995.

mamma mia

Barulho!

Além de dar choque, esses motores pseudo-elétricos tornaram a F-1 um categoria sem barulho. É engraçado como podemos não valorizar uma coisa quando ela se torna banal e está sempre ali. Se me dissessem, há dez anos, "vamos fazer F-1 sem barulho", acho que daria de ombros. Mas, agora que ele foi embora, sinto falta. 
O ruído dos motores V8 dos últimos anos antes da reforma do regulamento já era de impressionar. A primeira vez que ouvi de dentro do autódromo, fiquei embasbacado dias. Os motores contemporâneos não têm este poder. 
O blogueiro e baixinho oficial Flávio Gomes postou o vídeo abaixo, que exibe a Ferrari 412 T2, de 1995. Motor de 12 cilindros, um canhão. As imagens são bonitas e a trilha sonora, também. 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

VOCÊ SABIA?

Sebastião Vettel estreou na F-1 pela equipe Sauber em 2007.
Sabia?
Era piloto de testes da Sauber quando Kubica, então um dos titulares, deu aquele pancão no Canadá.
Para o GP dos Estados Unidos a equipe o escolheu como substituto do polonês.
Com apenas 19 anos e onze meses pontuou chegando em oitavo lugar.
Ainda em 2007 assumiu o lugar de Scott Speed na Toro Rosso. O resto todo mundo já conhece.

o carro espinhudo do adolescente Vettel