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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

AINDA FÉRIAS NO MATO

 

na vigilância

encontro amoroso ao cair da tarde

Gralha do campo. Na primeira vez que viemos o comedouro (e pedras como essa) vivia cheio de pássaros a aproveitar a comidinha oferecida por nós. Desta feita as abelhas tomaram conta do lugar espantando os pássaros. Fomos informados que algum vizinho está criando as rabugentas. Mas, alguns resistem. Esta gralha, por ex.. Pousou na pedra e chamou as amigas.


Imaginem o porquê algumas pessoas são equiparadas às gralhas quando falam. "Conversa" em altos brados.

 

MAIS FÉRIAS NO MATO

CHUVA AQUI, SOL LÁ
SOL AQUI, CHUVA LÁ      

















terça-feira, 26 de janeiro de 2021

FÉRIAS NO MATO

 Nestes tempos sombrios viemos passar uns dias de férias num sítio morro acima. Lindo lugar.

Algumas fofas fotos.

cidade ao longe

visita noturna

vaca alpinista


Jacuguaçu. O famoso Jacu do rabo grosso


onde moram as bruxas


quarta-feira, 10 de junho de 2020

FÉRIAS!

Qual a primeira lembrança de férias?
Eu diria que, no meu caso, não envolve escola e coisas do gênero. 
Mas, aquela lembrança de pegar estrada e ir para um lugar diferente de seu bairro, sem eira nem beira.

Minha primeira lembrança foi de uma ida até a praia de Matinhos no Paraná. Não estava nem em  idade escolar mas, tá valendo.
Lembro que foi no carnaval (não sei o ano) e já explico.
Véio Mero não foi. Nas minhas lembranças havia uma criança pequena que poderia ser meu irmão.

Enfim, chegando à cidade a visão da praia ao longe marcou para sempre minha memória. 
"Quanta água!"
Caí de boca, literalmente, no mar, logo que possível.
Outro espanto, para riso dos adultos.
"É salgada!"
E, por aí vai.

Lembro que era carnaval porque houve um baile e alguém, que não foi dona Alzira (porque foi ao baile!!), ficou com os rebentos (não sei quantos) que já haviam adormecido. 
Sei que Araci (quem será?) encheu o boné e mais alguma coisa por conta de ciúme de um dos rapazes. Foi um vexame tão grande que acordou os rebentos, na volta do baile.
Até hoje, séculos depois, lembro do bullying do pessoal cantando a famosa música. 
Primeiro chamavam a "Araci".
Assim, "Araci!! Cê pensa que cachaça é água, cachaça não é água não....."
E, ela sorria sem graça. O tal rapaz se declarou para ela (era antigo namorado) mas, nas minhas lembranças foi só. Ela continuou com motivos para beber todas.

Foi tão intensa a estadia que lembro de sair, com o dia amanhecendo, com o galã da Araci, para apanhar caranguejos na praia. Aos milhões, na areia.
Pelo que entendi vinham à praia pela noite e voltavam ao mar durante o dia.
Fiquei com medo do carai. Mas, fui treinado a pegar os pobrezinhos sem ter algum órgão cortado pelas garras. E, fiquei com muita dó dos coitadinhos sendo lançados em água quente. Mas, que eram apetitosos eram.
O tempo passou mas, este período está mais vivo em memórias do que muitas outros. 

Então é assim. Chega o período de férias e a gente se debruça sobre todas as possibilidades de estadia.
Zilhões de sites, estadias em casas já alugadas. viagens para a Alemanha (entendidos entenderão), praia, campo, outros planetas e muitas outras opções. Planejar férias é muito estafante.

Temos férias emendando com o próximo feriado. Primeiro conferir se o governo não incluiu a data naquela emenda pornográfica que nada serviu (povo burro, santo cristo).
Então, a dúvida. Sair ou não sair?
Da toca, onde estamos desde março.
Ficou decidido que iríamos para um lugar já conhecido, na praia, com vista para o mar. Ir até a praia seria passível de investigação "in loco", devido às restrições de lugar em lugar .
Bom, a decisão seria sair de casa, carro com "sem parar", entrar no apê (com puta vista para o mar) com máscara e ficar confinado na sacada olhando as ondas.
Ah, Luizão proibido de tomá umas.
Ah, ah,

Rapidamente, pesquisei e informei que o bicho está pegando no lugar planejado. Estão colocando obstáculos até mesmo para entrar nas cidades do litoral norte.
E, gastar uma grana para ficar confinado não tem sentido. Ainda mais sem a companhia da cervejinha amiga.

Então, fizemos um combo com as férias. Vamos curtir o feriadão em casa, interromper  e jogar o restante para longe do Covid-19. Se possível.
 
A que ponto chegamos. Muitos companheiros já desistiram de cancelar férias e estão em casa fazendo sei lá o quê. Mas, em férias.
Mesmo trabalhando no lar chega uma hora que o cansaço bate. 
Descansar é preciso. 
E, pensar que uma atitude firme no início do pandemônio (de demônio) das nossas "queridas" autoridades desaguaria numa situação em vive hoje a Nova Zelândia.

E, estaríamos fazendo valer o exaustivo planejamento das férias marcadas para este período.

domingo, 24 de novembro de 2019

FÉRIAS

praia ao longe

isso é que é aerodinâmica

isso é que é ressaca

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

FÉRIAS

Neste ano fomos passar o fim de ano no sul. De carro porque passagens de avião estavam inviáveis.
Pois bem. 
A viagem foi realizada em duas etapas. Rib's - Curitiba. Curitiba - Floripa. Na volta o inverso
Apesar da Régis Bittencourt estar toda duplicada avisaram que não seria mamão com açúcar.
Não foi. 
Certa vez fizemos um caminho alternativo "por dentro" do estado de São Paulo e Paraná. Estrada cheia de curvas que derrubou todo mundo. Náuseas e quejandos.
Para encurtar: estrada cheia de caminhões que são dirigidos por pessoas com síndrome de motorista de fusquinha. Trocam de faixa, sem acionar a seta, como se fossem os únicos no universo.
Saímos de Curitiba em direção à Floripa no dia 27-12 e pegamos congestionamento já na avenida de saída. Meros 306 Km. Normalmente feitos em três horas. Contando que gosto do pedal da direita.
Levamos 9 horas. 
Precisamos urgentemente de outra estrada para o sul. Tipo Bandeirantes e Anhanguera.

Enfim, valeu a pena?
Claro.
Abaixo uma amostra.

fogos ao cair da meia noite de 31-12









segunda-feira, 26 de novembro de 2018

CAIPIRA

Uma vez li, ou ouvi, alguém dizer que iria aposentar comprar um sítio e ver a grama crescer.
Ou seja, sentar na varanda e ver o tempo passar sem mais preocupações.
Bom. Tivemos momentos como esse nas nossas miniférias lá em Socorro. Nosso quarto tinha uma varanda com vista para um lago e um morro.



Muito bucólico. Nosso momento caipira/aposentado deu-se na contemplação da paisagem. Regada a vinho que somos caipiras chics.

Logo uma cena chamou a atenção. Vacas e um cavalo intruso passavam o dia perto da cerca que separa o miolo do morro na foto acima e a rua. Dá para notar os pontinhos ruminantes.

Ficavam ali deitados com ar de enfado comentando sobre os passantes. Feitos os moradores das cidades do interior de antigamente. Punham cadeiras na calçada e dedicavam-se a comentar o assanhamento da vizinha do lado que não saía da padaria. Ou o comprimento da saia da filha daquela orgulhosa que não sentava junto com as comadres. Ou ainda o filho da vizinha da rua de cima que é muito sem educação sempre com o nariz escorrendo.
Começamos, eu e a rainha da mansão, a imaginar as falas das vacas e do cavalo intruso.


Mário é o boi preto junto à cerca acima da árvore. É tímido e fugiu da foto.

Ao cair da noite um boizão líder, damos a ele o nome de Mário, levantava e se encaminhava para o alto do morro onde havia uma trilha para a "casa" dos quadrúpedes. No caminho sempre havia tempo para mais uma refeição. 
A marcha era lenta como deve ser no interior dos velhos tempos. Um passo aqui. Um comentário sobre a cor da grama ali e vamos que vamos. Mário, o boizão líder, era rápido e logo estava bem à frente do grupo. Parava, olhava para trás e punha as mãos nos quadris como a reclamar da demora dos liderados. Conhecemos alguém assim.

os atrasadinhos para desespero do Mário
Quando o sol estava dando até logo o grupo contornava o morro, voltando no dia seguinte para a mesma rotina de fofocas e comilanças.
E nós na varanda vendo o tempo passar e a grama ser comida (no caso).

pelo tamanho da criança é uma vaca parida e não "sortera"



domingo, 30 de julho de 2017

ROUBANDO A CENA

Mimadon pode ser um chato mas, sabe roubar a cena.
Hoje nem pode reclamar do carro. Chegou em sexto numa pista complicada e, para completar, fez a melhor volta da prova.
Abaixo do pódio a organização estendeu uma espécie de lona com a cena famosa dele em Interlagos depois de uma quebra (mais uma) de sua McLaren numa alusão ao período de férias da F-1 que se inicia hoje.
Pois o espanhol não perdeu tempo e tratou de roubar a cena na hora da entrega dos troféus. 
Esse é o espírito.

Marketing é com ele mesmo


quarta-feira, 4 de março de 2015

NOVELA CHOCANTE

A cada dia que passa mais especulações surgem sobre o chocante acidente com El Mimadon.
Agora, algumas revistas publicam que ele teve um piripaque antes da batida no muro.
Pela dinâmica do acidente parece óbvio que algo sucedeu com o dito piloto. Ninguém é jogado fora da pista pelo vento em velocidade tão baixa. Quero dizer, um F-1.
E, o pós hospital sugere que os médicos não querem arriscar. Choque ou não, ele fica de molho.
Surgem até histórias cômicas se não fossem trágicas sobre acidentes parecidos.
Adrian Campos bateu em Mônaco tempos atrás. Desandou a ver coisas, logo após, como se estivesse em Madri e disse a um fiscal que era Nelson Piquet. Penso que após a panca tomou chá de cogumelos.
Parece que Mimadon acordou falando italiano e pedindo sua Ferrari de volta. Até aí.....
Como ele disse que não lembra de nada, e pode ser verdade, não saberemos por essa fonte o sucedido.
Mas, também é bom lembrar de alguns pilotos que encheram o muro e continuaram sua vidinha veloz como se nada houvesse acontecido.
Como exemplo o acidente de Senna (o Ayrton) na famosa curva Peraltada no México em 1991. Naquele tempo não havia o Hans (esse alemão que segura a cabeça dos meninos).
Ele ainda por cima se recuperava de um acidente (nas férias) com um Jet Ski e ostentava um curativo no quengo. E, mesmo após o capotamento correu normalmente.
Vai entender a F-1 atual.




lembrança das férias

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

FÉRIAS PARA QUÊ?

"Férias! Muitas pessoas vivem em função delas. Passam o tempo todo repetindo que não vêem a hora de sair em férias. 
Quando perguntado, sempre respondo que sou contra as férias. Afinal, a expectativa que se cria sempre faz com que sejam frustrantes. O sujeito vai para a praia e chove o tempo todo. Vai para as montanhas e faz um calor de rachar mamona. Tira férias em um período em que as estradas estão vazias e não encontra nem a venda do zé aberta porque não tem ninguém por lá. Ou, um período em que as passagens aéreas estão mais em conta só que o destino tem temperatura de turbo freezer.
Se bobear, a sogra vai junto. Ou aquele genro folgado que bebe toda sua cerveja, deita no único sofá e ainda passa a mão na bunda de sua filha sem se importar com sua presença.
E, por aí vai. 
Eu, por exemplo, nunca tirei férias. Tá certo que nunca trabalhei como um simples mortal. Mas, sou contra as férias."

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

PROJETO TAMÃE


Recentemente viajamos para curtir merecidas férias (outras?) e visitamos lá no sul, Santa Catarina para ser mais exato, o projeto Tamãe.
Fizemos este vídeo onde um filhote sai em disparada em busca do mar, tal como suas primas tartarugas verdes ao nascer.




"Rapá! Que banheira grande!!"

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

SOBRE MÚSICA E URUBU

Nestas férias assisti novamente ao filme Let it be dos Beatles.
Nós beatlemaníacos sempre vamos pensar que a separação dos meninos de Liverpool se deve à interferência de Yoko Ono na vida de John Lennon.
Interferência que se deu de várias maneiras.
Mas, não vamos nos aprofundar no tema.
Porém, assistindo ao filme notei algo que, em verdade sempre esteve presente naquelas sessões filmadas que deram origem ao filme, mas que agora me fizeram pensar.
Em várias sessões em que o grupo tocava as músicas novas ou faziam releituras de antigas canções havia uma presença quase sempre de negro no cangote de John Lennon.
Sim, a nossa Koko Koko.
Agora vamos imaginar que somos um dos Beatles (uáu!).
Toda vez que olhamos para nosso companheiro avistamos aquela figura urubuzenta grudada no pobrezinho como se estivesse sofrendo de cólica renal. Catso! Ela estava a bordo do estúdio e parece não entender o significado de presenciar a criação de mais um álbum histórico. Em algumas imagens ela aparece lendo algo que parece um roteiro qualquer. Nem aí para a música!
Não dá, né mano!
Nem com reza brava!
Certamente essa presença tão baixo astral ajudou a entornar o Yakisoba.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

SEM EDUCAÇÃO




"filhinho!
Use o guardanapo pelo menos uma vez na vida. Olha só sua boca toda suja de goiaba!"

ALADOS

O SIRI E A DÚVIDA

Eu olhando o siri.
O siri olhando para mim.
Eu pensando porque que raios esse siri está cavando em meio ao povo transitando para lá e para cá.
Vai levar um pisão, vão destruir sua toca, alguma criança fidapu vai matá-lo na pancada.
Por um instante pensei, e não havia bebido nada, que ele iria responder minha angustiante dúvida.
Qual nada. Quando atraiu minha atenção deu uma piscadinha e correu para a toca.


sábado, 11 de fevereiro de 2012

PEIXINHOS NEGROS

A familia em férias vinha feliz pela rua onde se hospedava na praia quando uma poça d’água chamou a minha atenção.
O que vi nadando na água da chuva que empoçou junto ao meio fio provocou em mim um calafrio e fui arremessado de volta à minha infância lá em Curitiba.
Vejam o vídeo desses lindos peixinhos pretos nadando alegremente.
Quando morei em Curitiba, a capital mais fria deste maluco país, tinha como atividade aquática brincar, como já disse, em enchentes como também em um riozinho próximo e num córrego que passava bem em frente minha casa entre outras maluquices de criança.
O tal córrego era na verdade um quase esgoto a céu aberto, como fui informado algum tempo depois pela dona Alzira, preocupada que estava com a saúde do filho pentelho.
Sempre digo que Curitiba se transformou em exemplo de urbanidade para o resto do país porque tudo precisava ser feito. Bem mais fácil do que destruir e reconstruir canalizações e ruas.
Eu morava praticamente no centro da cidade com o esgoto fazendo parte das minhas brincadeiras cotidianas. Fico imaginando como não morri de uma infecção qualquer.
Os piás (como os moleques eram chamados lá em Curitiba) costumavam brincar no rio que passava logo após o final da rua.
Hoje a rua Emilio de Menezes, onde morava, tem uma continuação e o riozinho continua lá todo estropiado mezzo canalizado mezzo a céu aberto.
Eu ia com os outros desbravadores pegar peixinhos, lambaris pulguentos, para colocar em aquários mambembes onde acabavam morrendo pelos “bons” cuidados que recebiam.
Um belo dia voltamos do rio com um monte de pobres peixinhos que caíram em nossa rede. Entre eles alguns interessantes peixinhos pretos.
Peguei minha parte e coloquei num aquário desses redondos sem logística alguma.
Alguns dias depois reparei que os pretinhos tinham saliências, uma de cada lado, junto à cauda.
Com o passar dos dias as saliências aumentavam e comecei a imaginar que eram patinhas. Chamei o sábio da família, véio Mero, que vendo a mutação dos pretinhos quase defecou de tanto rir.
Explicou sucintamente que o mané pescou girinos e que eles iriam se transformar em sapos.
As saliências eram as patas traseiras ganhando forma.
Disse todos os dois palavrões que conhecia na época e joguei o aquário e seu conteúdo no córrego em frente de casa.
Foi tão traumatizante que nunca mais freqüentei o riozinho e seus segredos molhados.
Enfim, eu vivia cercado de sapos e “sapas”.
Nosso bairro era o paraíso desses bichos feiosos e, dizem, ameaçados de extinção.
Estavam em toda parte. Nas ruas, jardins, nos porões, escondidos atrás de moitas e etc.
Alguns, juro, batiam à porta das casas. Penso que queriam pedir xícaras de açúcar emprestadas aos vizinhos. Na verdade, as luzes colocadas na soleira atraíam insetos que atraíam sapos em busca de comida. De vez em quando pulavam e batiam a cabeça na porta.
Por falar em luzes, uma de minhas travessuras prediletas era sair à noite e fazer xixi na horta mantida pelo meu pai.
Verdade!
Por isso até hoje evito comer alface. Sei lá com qual tipo de água foram regadas.
Essa arte de regar a horta tinha que ser feita com as luzes apagadas para evitar castigos daqueles que não entendiam a supimpa elevação cósmica em regar hortas com urina. É um ciclo divino. O que vem da terra alimenta o homem que devolve parte do alimento em forma líquida.
Bom, de vez em quando, sem enxergar patavina, eu tropeçava nesses montes gélidos e saltitantes que são os sapos. Minha força de vontade em manter a horta regada tinha que ser muito forte.
Finalizando. Sapo é um ser que se alimenta de insetos, não é mesmo?
Então, gostaria que explicassem por que o mundo anda cheio de insetos como os que atazanaram nossa vida nessas férias. Os pais desses girinos do vídeo não estão fazendo um bom trabalho.
Pela quantidade dos filhinhos estão mais preocupados em manter a espécie do que em cumprir seu papel.
Tem mais. Observem um sapo. Notem o ar irônico que ele sempre sustenta. Alguns parecem a Mona Lisa com aquele risinho que precede o peidinho.
Como sou adepto da teoria da conspiração tenho certeza que são descendentes daqueles lá de Curitiba, parte de uma irmandade secreta que tem a finalidade de me perseguir com seus risinhos irônicos.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Férias?

Amanhã, pai e chefe iniciam uma espécie de férias coletivas. Enquanto o pessoal toma sol e cachaça, estarei ingerindo responsavelmente o antibiótico, ao mesmo tempo que me preocuparei excessivamente com Luís António Verney, reformas pombalinas e o por quê de o direito comercial brasileiro ter virado o que virou.
Vemo-nos em alguns dias!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

PAUSA PARA OS COMERCIAIS

Neste mês de julho curtimos alguns dias de férias. Só os veteranos.
Fomos até Monte Verde em Minas Gerais curtir a Campos do Jordão genérica.
Bom, nada de frio congelante e preços altos como a prima paulista.
Mas, aconteceu algo interessante. Em 2008 fomos para Florianópolis (os veteranos e os juniores) e nós veteranos não aguentamos subir o costão do Santinho. As pessoas em volta diziam que era uma subida íngreme e difícil. Os juniores subiram, tiraram zilhões de fotos e lamentei por não ter um helicóptero para ajudar na subida.
Vejam uma das fotos. Lááááá embaixo, do lado esquerdo a praia dos Ingleses e do lado direito a praia onde fica o hotel famoso por não respeitar a ecologia.


Desta vez em Monte Verde resolvemos subir um dos picos da região. O mais fácil, segundo o guia da cidade. Tem uma estradinha que chega até a caixa d'água e a partir daí uma subidinha a pé.
Fizemos o trajeto e começamos a subir.
Meninos! Não sabia se o caminho enganava ou se meu peso extra decorrente de um depósito de gordura (para a época de vacas magras) que carrego na linha da cintura atrapalhava. Perdi o fôlego várias vezes mas, muito esperto parava para tirar fotos.
Do nada, naturalmente.
Lembramos então dessa subida anterior em Floripa e concluímos que dessa vez não.
Não cederíamos a passagem para nenhum mimadinho espanhol, desistindo da subida no meio do caminho.
Então, chegamos lá. Como dizem os nativos a vista é de perder o fôlego. Como eu já havia perdido o fôlego digo que é de cair o queixo.
Vejam a foto.
Ah, ia esquecendo. Descobrimos depois que fizemos outra subida e não a mais fácil.
Acontece que existem duas caixa d'água no mapinha. Eu, famoso por errar caminhos, peguei a estradinha da subida mais difícil.
Conclusão. Se em Floripa alguém falasse que a subida era moleza teríamos subido na maior tranquilidade porque mais fácil que esta que fizemos em Monte Verde.
Não é verdade?
Vejam esta foto tirada lááááá de cima. Dizem que dá para avistar 'centas cidades do Vale do Ribeira. Vimos uma ou outra....