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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

VOCÊ SABIA?

Sebastião Vettel estreou na F-1 pela equipe Sauber em 2007.
Sabia?
Era piloto de testes da Sauber quando Kubica, então um dos titulares, deu aquele pancão no Canadá.
Para o GP dos Estados Unidos a equipe o escolheu como substituto do polonês.
Com apenas 19 anos e onze meses pontuou chegando em oitavo lugar.
Ainda em 2007 assumiu o lugar de Scott Speed na Toro Rosso. O resto todo mundo já conhece.

o carro espinhudo do adolescente Vettel

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Cura

Igor Rossello, um dos médicos responsáveis pelo acompanhamento de Robert Kubica, informou que o piloto já dirige um carro de rua e, em breve, poderá sentar em um bólido de corrida. A notícia está aqui.
Rossello, no entanto, admite que não há certeza quanto à recuperação total da mobilidade da mão do piloto, que ainda será submetido a uma nova cirurgia.
Após a grave pancada do polonês, a eventualidade de ele não poder dirigir um carro de Fórmula-1 tão rápido quanto antes é um detalhe. Pode ser frustrante para ele e seus fãs - eu, inclusive - não tê-lo disputando as primeiras posições na principal categoria do automobilismo. Não se deve, entretanto, deixar de destacar que a volta a uma vida normal já é uma vitória absurdamente grande, considerando que a amputação foi considerada no caso.
Para mim, até o acidente, Kubica era o mais completo piloto da nova geração. Rápido, consistente, inteligente em termos de conservação do equipamento e estratégia, além de ousado quando necessário. Seria uma pena que ele não pudesse mais disputar um título mundial. Mas o indivíduo já passou por, pelo menos, duas porradas homéricas, voltou e colocou todo mundo no chinelo. Torçamos para que seja assim de novo.
Se não for, não tem problema: "olho para ele e não posso deixar de lembrar como tudo correu bem, todas as fraturas e feridas foram curadas (...)", disse Rossello. Não é assim que todos nós queremos sair de nossas pancadas?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

LONGO TEMPO

Estou em falta com o blog há algum tempo.
Em verdade, o motivo é um certo desânimo com as coisas do automobilismo.
As notícias da pré temporada são as mesmas de tempos atrás e a única notícia que mereceu minha atenção foi a porcaria do acidente do beto kubico.
Agora, fico indignado com as escolhas das equipes.
Não entendo o motivo da Renault escolher um piloto que nunca foi para substituir o betão enquanto o dito fica xavecando as enfermeiras. Sim, ele é tão bonito que vai ganhar o troféu "o mais lindo paciente".
Brincadeiras de lado, o Hydefield já deu o que não tinha que dar.
Por que não entregar o carro para o Senna sobrinho?
Seria uma atração junto com o Petrão. Uma equipe demonstrando confiança em seus pilotos que em condições normais seriam número 2, mas, diante da fatalidade do afastamento (espero) temporário do piloto principal teriam a chance de mostrar serviço.
E, que bosta de ironia.
A Lotus, a verdadeira Lotus, no século passado viveu a tragédia de ver o seu piloto número um morrer tragicamente em Monza. Ele, por sinal, foi o primeiro e, até agora, único campeão póstumo da F1.
Naquela ocasião a Lotus entregou seu melhor carro para um rapazinho estreante neste mundo áspero que é a F1. Não é que o cara deu o que falar?
Um tal de Fintinpaldi (como dizia o véio Mero).
Hoje, esse arremedo de Lotus não tem culhões para demonstrar ousadia.
Vai passar 2011 em branco.
Pelo menos até a volta do betão.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

PQP

Muito triste saber do acidente de Robert Kubica na manhã de hoje. O piloto participava do Rali Ronde di Andora, na Itália. A notícia completa está aqui.
Chegou-se a especular que o polonês poderia ter sua mão direita amputada, o que, felizmente, já foi descartado pelo hospital. Apesar de não correr risco de morte, o piloto foi seriamente ferido e não se sabe se poderá disputar as primeiras provas da temporada de F-1. O favorito a assumir a vaga é o reserva da Lotus Renault, Bruno Senna.
Kubica é um dos melhores do grid. É claro que muito se revela sobre um piloto quando ele é submetido a situações de pressão extrema, como a disputa do título mundial, coisa por que o polonês ainda não passou. Mas, ainda assim, considero-o um dos mais - senão o mais - completo piloto da atualidade.
Quando li sobre a possível amputação, lembrei do caso do Alessandro Nanini, piloto italiano extremamente talentoso que teve a carreira interrompida por conta de um acidente de helicóptero em 1990. Na ocasião, Nanini, que vinha tendo um desempenho excelente na temporada, chegou a ter o braço amputado e reimplantado.
O italiano só voltou às competições em 1992, mas nunca pode dar seguimento à sua carreira na F-1.
Resta esperar que a coisa funcione de forma diferente para Kubica e que ele possa levar a efeito todo seu potencial. Como fã, fica minha torcida.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

REALIDADE?

Leio na coluna de Fábio Seixas na Folha de São Paulo que o capo di tutti capi Flavio Briatore pode assumir o lugar do Domenicali (vulgo dominguinhos (?)) na mamã Ferrari.
Seria o óbvio não é mesmo?
Já que é para promover a bandalheira vamos colocar um profissional.
Daí, o massinha voltaria para a sauber. Na minha opinião ele não deveria ter saído da Sauber para a Ferrari. A maior prova é o lemão mó sacana chamá-lo de irmão. Ou seja, mais um Irvine nas paradas. O Ihvainessa é aquele piloto que adorava ser capacho do lemão sacana.
Fróide explica......
Ah!
Diz o Flávio Seixas que o Raikkonem iria para a Renault. Uma boa notícia.
Mas, o Kubica na Ferrari nem pensar. Imaginem o xilique da prima dona quando o Robertão Kubo ganhar dele por um nariz.....

domingo, 18 de outubro de 2009

Austrália no topo


Mark Webber conquistou hoje em Interlagos sua segunda vitória na carreira e na temporada de 2009. Aliás, temporada essa que vai ficar marcada pelos ressurgimentos que proporcionou: Barrichello, da aposentadoria à briga pelo título; o próprio Button já estava esquecido até pelos compatriotas ingleses, após a aparição fantástica de Lewis Hamilton; e Webber, que no começo do ano teve um terrível acidente em uma prova de triatlo, em que fraturou ambas as penas e alguns outros ossos por aí, quase não treinou na pré-temporada e, ainda, teve que lidar dentro da equipe com a estrela ascendente e novo queridinho da Fórmula-1, Sebastian Vettel.
Webber está, por enquanto, com uma vitória a menos que Vettel. Acho que um dos dois tende a vencer em Abu Dhabi. Mas vai saber. Quando fiz meus prognósticos sobre o GP do Brasil, acabei errando quase tudo. Então, é melhor deixar previsões para a mãe Dinah.
Webber fez uma corrida consistente do começo ao fim, não deixou Barrichello disparar no começo, mesmo com carro mais pesado. Depois do primeiro pit-stop, foi só controlar e não fazer nenhuma bobagem.
Destaque também para a corrida de Robert Kubica, arrancando um importante segundo lugar, com um carro sabidamente abaixo da média.
Também Lewis Hamilton que, ao ultrapassar Barrichello, garantiu seu primeiro pódio em Interlagos.

(Fonte da foto: markwebber.com)