Nelson Piquetezinho foi proibido de correr a F-3 em Pau, Fr.
Levou um pau de nada mais nada menos que Stefano Dominicali (ele mesmo, antigo funcionário de mamã Ferrari) que liderou uma espécie de votação com resultado negativo para a inscrição do filho do home.
O italiano é uma espécie de executivo da FIA para a categoria que vetou dizendo, mais ou menos, que o brasileiro está em nível superior ao da molecada. E daí? Tantos pilotos em nível superior correm em categorias ditas inferiores. Ou, pelo menos corriam.
O mundo anda estranho.
Lembrando que Jim Clarck já consagrado na F-1 morreu em um carro de F-2.
Era muito comum pilotos de F-1 participarem de corridas de F-2 ou de protótipos. Faz bem para o esporte esta miscelânea. Estou vendo que não é só duendes que tem o cérebro embotado.
Um desses pilotos pagantes, no caso Takachicho Inoue (vulgo Takanolixo Inãovi), foi atropelado pelo "táxi" no GP da Hungria em 95.
Pagou para ter um lugar na Arrows e, depois de um princípio de incêndio em seu carro, tentou correr para um tribunal qualquer para reclamar do produto com defeito. Chamou o táxi mas, lembrou que esqueceu (boa essa) algum documento no carro. Quando voltou levou uma pimba do taxista afobado.
Tudo bem, no entanto. Ficou com leves escoriações e uma improcedência porque sabia muito bem onde tinha enfiado as grana.
Não é que as escuderias vão participar de treinos extra oficiais, extra-oficiais, extraoficiais, após o GP de Barcelona?
Pistinha manjada, como já disse.
Dona McLaren vai deixar Mimadon descansando. Eu acho estranho porque o cara sempre diz que é super focado, que é super trabalhador, que é o melhor, que está sempre à disposição e etc.
Apesar de tudo, Stofado Vandormi, aquele que substituiu Mimadon em Báeunhein chegando em décimo, vai ganhar mais uma chance de deixar o espanhol tendo faniquito nos boxes. No caso em casa (essa doeu, no caso em casa).
Neste fim de semana teremos uma corrida de F-1 na pista mais manjada pelas equipes. Porque é nela que todos treinam na pré temporada.
Como diz massinha de modelar ela é tão conhecida que só os pneus para fazer diferença.
Na foto chupada do twiter as equipes chegando.
- Lembram do Timo (panela de pressão) Glock? Ele foi protagonista em 2008 quando, em Interlagos, sofreu ultrapassagens na última curva da corrida. Vetor passou por ele e Luís Hamiltão também. O inglês, chegou em quinto sagrando-se campeão (mais jovem por sinal). Até então, massinha de modelar, era campeão. Venceu a corrida e nem conseguiu torcer para que Luís não chegasse aos pontos necessários. O blog estava em peso no setor A. Mil vezes pior que o famoso Setor (ponto) G.
O campeonato acabou na mão do Luís Hamiltão num anticlímax digno de novela mexicana.
Bom, Timão Grogue (o piloto em questão) venceu a prova da Stock lá da lemanha. A DTM. Foi em Hockenheim na primeira corrida. Assisti um bom pedaço da corrida que lembrou muito as do brasil-sil-sil. Pancada para cá, piloto saindo da pista e andando pelo "acostamento" como se estivesse na pista sem sofrer punição e etc. Depois de 24 horas desclassificaram o pobre Grogue por diferença de 18 mm (18 mínimos mínimos) na tampa do porta-malas. Quando vi a manchete sobre o porta-malas pensei que haviam encontrado um cadáver no dito. E, não. A equipe de Timão não é a mesma de Louco de Graça que vive sendo desclassificado na fórmula chocante.
- Dona Mercedes todo dia anuncia que está preocupada com o avanço das equipes adversárias. Mais um pouco e vão dizer que a McLaren é candidata ao título. Enche o saco essa conversa que é para desconversar sobre a superioridade do carro lemão.
- Dois Piquets vão disputar uma prova de F-3 lá em Pau, França. Nelsinho Piquetezinho, doze anos depois de conquistar o título da categoria (está com 31 anos) e Pedro Maispiquetezinho.
Muita gente vai torcer o nariz uma vez que Nelsinho deveria pensar em outras coisas do que correr em uma categoria tida como de acesso. Mas, eu acho legal. Mesmo que não desempenhe bem mostra que não tem preconceitos e vai enfrentar um monte de meninos malucos. Quero ver se vão respeitar o tio.
- Por falar em disputas em categorias diversas Romã da Granja está sendo cotado para correr na categoria NASCAR, a stock daquele país grande e bobo.
Gênio Rás é sócio da Stewart-Haas, equipe que disputa o tal campeonato, e quer ver o ex/atual maluco de primeira volta dando umas panca por lá. Vai ser gozado.
Não estamos sós. A frase é de uma série antiga sobre a imensidão do universo apresentada por Carl Sagan. A sua frase predileta é também a minha. "Se quiser ver objetos voadores não identificados, olhe para o céu".
Tá certo que, tomado por euforia etílica, já confundi vaga lume com disco voador.
Mas, também vivenciei estranhas experiências. Uma delas quando era pré adolescente em sampa.
Hoje, na famosa chácara da cunhada tive uma dessas revelações.
Sempre imaginamos os seres extraterrenos como mais ou menos do nosso tamanho. Baixinhos, cabeçudos, zoídos, carecas, com ventre avantajado (creio que tem cerveja à vontade nas naves espaciais) e de certa maneira tímidos. Porque aparecem para poucos e nunca sorriem para as selfies.
Caminhando no fim de tarde, tentando fotografar algo interessante, me deparei com uma base extraterreste. Em uma pacata árvore uma nave espacial pousada no caule.
Eles estavam saindo em missão para dominar o mundo. E, para minha surpresa, pequeninos com asas. Lógico. Quem iria prestar atenção em coisinhas que mais parecem abelhas raquíticas.
Notem que entram e saem da nave mãe em frenética atividade.
Ainda não notei nada de estranho em Rib's. Não sei se abortaram a missão ao notarem que estavam sendo filmados. Ou, se já estão tomando conta da cidade entrando nos cérebros dos cidadãos pelos ouvidos, dominando suas vontades.
A família morava em Jaboticabal e muitas tardes de domingo eram passadas montando aviões, barcos, casas, monstros, muros (coisa fácil), submarinos e tudo o mais que o balde de Lego permitia.
O balde (caro para carai, por sinal) acompanhou a família. Hoje Henrique brinca com ele como sua mãe, seu tio, seu avô e avó brincaram um dia.
Cá entre nós, mamãe e tio Nanato aprenderam como se brinca com Lego.
Vejam o que tio Nanato montou em sua rápida passagem pelos dia das mães.
Louco de Graça é considerado o melhor brasileiro nos esportes a motor da atualidade.
Rubim (que "parou" já faz tempo) noves fora concordo.
Lucas di Grassi (nosso Louco de Graça) venceu as 6 horas de Spa-Francorchamps no Audi Híbrido #8. Com ele Löic Duval (o famoso Louco Do Vale) e Oliver Jarvis (aquele sistema faz tudo do homem de ferro).
Foi uma corrida cheia de problemas mecânicos como tem que ser uma prova de seis horas.
Di Grassi quebrou um jejum de 1987 quando Raul Boesel venceu uma prova da WEC justamente em Spa.
O cara não teve a chance que merecia na porra da F-1. Lembro, no entanto, do chefe falando que o cara era/é bom.
Anda provando que a categoria máxima e pedante precisa repensar suas contratações.
em verdade quem chegou na frente foi o gordinho do para-lama
Acho que é inusitado uma promoção/rebaixamento deste tipo. Penso que, teoria da conspiração, há algo por detrás (êpa!) que não sabemos.
O fato é que Danieldo Kuajato troca de lugar com Ven No Tápen Zinho como as nuvens no horizontes previram.
Dizem que é até o final do ano.
Ficamos assim. O primeiro que fizer maldonadice (e ambos são capazes) desencadeia toda a falação novamente.
Estou ansioso pelos próximos capítulos.
"o jeito é mudar de categoria"
De qualquer maneira, tem uma tachinha no banco esperando o rapá da esquerda....
- Pelo visto Kuajato vai cair do telhado antes do previsto. Até Mickey Lauda que andava quieto disse que mataria o russo se fosse Vetor. Ainda bem que não é. No entanto, os Toros se mexem e podem trocar, já para Barcelona, Danieldo por Ven No Tápen Zinho. Considero prematuro porque coloca pressão desnecessária sobre um e joga água fria e com blocos de gelo sobre outro. Mas, tudo pode acontecer nessa categoria.
O engraçado disso tudo é que o piloto russo fez um bom campeonato no ano passado. Mas, nada como um pouco de maldonadices para ferrar alguém.
- Lembram do vídeo da NASCAR? Foi em Talagada, Alabama (estado conhecido como Aláobama). Pois antes da corrida foram encontrados dois corpos dentro de um trailer dentro do oval. Melhor dizendo, no estacionamento. A polícia descartou assassinato. Vai saber....
- Mimadon já pensa em pódio com sua capenga McLaren. Claro, aproveitou para pedir mais potência no pum atômico. Usar um pum de dona Mercedes, por ex.
Este é o Audi Híbrido com o qual Louco de Graça brinca nas pistas por aí.
A foto é chupada do Twiter do próprio.
O carro em termos de beleza deixa os F-1 atuais no chinelo.
Em termos de potência também.
1.100 cavalos vapor contra 800. Nem vou comentar sobre os empurradores porque nem um nem outro são semelhantes aos do nosso Lamborghini 1.0.
Tirando o gordinho abaixo dos faróis..... perfeito!
Americano gosta de corridas em ovais. Eu não gosto. Mas, essas pancas, quando ninguém sai machucado, são legais... (comentário politicamente incorreto)
Danieldo Kuajato tem companhia no telhado. Neste caso uma equipe inteira.
Dona Sauber, vem cambaleante faz tempo. Felipe Nariz se tivesse uma bola de cristal jamais levaria seu patrocínio para os lados da equipe suíça.
Vem a notícia de sua desistência aos testes após a corrida de Barcelona em 15 de maio. Falta grana e piloto reserva que é obrigatório. Faltam também novos componentes para testar.
Ainda não entendi porque não venderam a josta para a Alfa Romeo, que é do grupo de mamã Ferrari, fornecedora do pum atômico da escudeira, A Alfa está querendo voltar para a F-1 e negocia com os suíços mas, pelo visto, vai esperar a Sauber cair do telhado.
- Uma notícia estranha surge após o incêndio que foi a corrida de Vetor e mamã Ferrari.
Diz a imprensa italiana que o piloto lemão está sentido a pressão uma vez que a equipe deveria disputar o título deste ano.
Ora, pois, pois, diria o Manoel. Quem acompanhou (bem ou mal) a pré-temporada, ou pré temporada, ou prétemporada (essa acho que não), ou os treinos antes do início da temporada, não vislumbrou a mínima chance da equipe do cavalinho rampante disputar o título deste ano. Dona Mercedes até escondeu as virtudes com vestidos mais longos que o normal para não assanhar os assanhados de plantão.
Dizem as más línguas que o pum atômico ferrarista deste ano tem desempenho pior que o do ano passado. Os Toro Mirins usam o tal pum com cheiro mais significativo que os da matriz. Lógico, o GP do Saco da Rússia não deve ser o único termômetro.
Portanto, pressão só se for dos pneus. Ou os caras não tem noção do que tem na mão. E, mais estranho. Vetor não provocou nada em termos de incidentes e acidentes. Tá certo que suas largadas, na China e Rússia, foram meio afoitas. Mas, não tem culpa pelos outros. E, o fato de ficar puto feito o Putin na Rússia é mais do que justificado. Levou duas encoxadas. Parecia baile funk.
Engraçado é que sobrou até para Vodkanem que não poderia fazer mais nada a não ser chegar em terceiro. Dizem que ele pegou no sono durante a corrida. Ou seja, queriam um desempenho acima do que o carro permite. Vamos esperar cenas do próximo capítulo.
- Uma boa explicação para a pressão vem de declarações de Sergião Macarrone que, além de tudo, compara mamã Ferrari de hoje com a de Michael Schumacher (vulgo Mico Shushu). O homem ajuda muito.
"essa equipe me entedia"
- Danieldo Kuajato subiu no telhado. Hell Matto e Marco, o chefe dos Toro Seniores e Mirins chamou o aloprado para uma conversa. Dizem que o austríaco foi visto levando um chicote para o telhado.
"devo me preocupar?"
- Uma estatística hilária anda pelos sites de notícias. Dão conta que os meninos de dona Mercedes tem dividido irmanamente os problemas nos carros da equipe lemã desde 2014. Eu diria que quem gosta de estatística são os matemáticos. O que interessa é o aqui e agora (expressão poética).
Antes de começar o GP lá em Saco, terras russas, sabíamos que Roseberg só não venceria se o botão vremeio viesse a ser acionado.
Por isso, ele saiu em disparada deixando toda a confusão atrás na esperança de não ser lembrado o resto da prova.
Confusão causada pela maldonadice de Danieldo Kuajato que deixou muita gente puta. Desde Vetor (o desfortunado) até seu chefe nos Toro Vremeio.
A batata do russo assa e Ven No Tápen Zinho esfrega as mãos. Papi Ven No Tápen Zão canta aos quatro ventos que deveriam trocar os pilotos das equipes seniores e mirins. Parece que vai dar certo pelo empenho em desempenhar (ui) mal do russo.
Bom a corrida em si não teve graça. Vamos falar a verdade. Hamiltão chegou a se assanhar quando andava em segundo tirando a diferença para o "me esqueçam" Roseberg quando foi avisado que a água do café motorzal ferveu. Tem tantos detalhes essa porra de Pum Atômico que nem sabia que ia água na fervura. O inglês teve que acalmar o pé que aperta o da direita e tudo acabou como estava.
"que pódio mais alegre"
A animação dele no pódio foi algo contagiante. Depois da corrida o piloto inglês deu umas declarações dizendo que não acredita em proteção ao seu companheiro de equipe mas, que aí tem tem. Deve ter lido um post aí atrás sobre a teoria da conspiração.
Vodkanem, outro animadíssimo, conseguiu ultrapassar Botas (o amigo de Dora, a aventureira) na troca de pneus (única para quase todos, por sinal) e nada mais.
Botas fechou em quarto e massinha de modelar, apesar da torcida oficial, cruzou em quinto. Ainda se deu ao luxo de trocar pneus tamanha a diferença para o sexto que foi nada mais nada menos que Mimadon.
De nota o fato das Toro Seniores se ferrarem pela maldonadice de Kuajato uma vez que Vetor, quando levou a encoxada, acertou Risonho que estava do seu lado.
Não foi preciso nem a reunião dos experts aqui do blog para a escolha do vencedor do Lambão.
Depois de bater na trave na China, Kuajato se esmerou em conseguir o leitão porcamente assado de Dona Gertrudes.
Por sinal feito à la índios do Pingú (que fica ao lado do Xingu). Dona Gertrudes cavou um buraco no chão, ao lado do chiqueiro, forrando com folhas de bananeiras. Em seguida jogou um caminhão de brasas, temperos à vontade, uma garrafa de Shoyou sem abrir a tampa ("vai torrar tudo mesmo", disse ela). Finalizando um galão de vodka. Homenagem ao puto Putin, segundo ela. Quando se preparava para cobrir a gosmeira toda alguém lembrou que faltava o leitão. Por sorte, enquanto isso, um deles percebendo que poderia ser o escolhido, pulou a cerca e caiu direto no buraco. Mais do que depressa nossa cozinheira preferida cobriu com terra. Segundo a receita, quatro horas depois a desgraça estaria completa, ou melhor, o leitão estaria assado como fazem, ou faziam os indígenas.
Neste momento, ela está tentando descobrir onde enterrou o pobre leitão porque esqueceu o ponto certo.
Mas, Danildo Kuajato foi merecedor com méritos do sumido leitão.
Veio feito um torpedo lançado no GP da China e, desta vez, acertou a traseira de Vetor numa maldonadice pornográfica. Não satisfeito completou o serviço na reta/curva que vem a seguir.
O piloto dos Toros Seniores corria em casa e tentava mostrar serviço. Já nos treinos não oficiais andava afoito e seu carro parecia mal ajustado saindo muito de traseira.
Enfim, todos ficaram como Putin, putos com ele. Estragou a corrida dos Toro Seniores de Vetor e deixou o manda chuva russo com cara de esfinge. E, cara de esfinge não é boa em se tratando de.
Se Dona Gertrudes encontrar o leitão Vladimir (o puto Putin) vai enfiá-lo goela abaixo.
Herdei, como já disse, o ceticismo do véio Mero. A teoria da conspiração anda de mãos dadas com a teoria.
Senão vejamos. Os carros de dona Mercedes andaram na pré-temporada, o equivalente daqui até Netuno, ida e volta, sem problemas mecânicos e com irritante consistência e velocidade. Por estas e por outras, até os netusianos (ou netuninos) afirmavam que Hamiltão seria o campeão deste ano mesmo considerando o assanhamento de Roseberg no fim da temporada passada. Eu concordava com esses seres.
Começa a temporada e coisas esquisitas aconteceram com o piloto inglês, além dos percalços naturais. Ele, por sinal, faz o tipo rebelde. Reclamou da estratégia da equipe em diversas oportunidades, como no México no ano passado, e questiona pelo rádio determinadas ordens.
Mais do que sua vida fora das pistas as atitudes de enfrentamento acabam por ferir os egos inflamadíssimos dos caras que detêm o poder do botão vremio. Totó Lobão é um belo exemplo de um cara medíocre que caiu no lugar certo. Era sócio, ou algo que o valha, da dona Williams nos tempos de vaca magra atolada no mangue. Foi para dona Mercedes numa troca que envolveu oportunismo e sorte. Lembra a situação de João Toddy quando manda chuvou na mamã Ferrari. Pois Lobão é o homem do botão vremeio da dona Mercedes.
Hoje, como na China, o pum atômico de Luís Hamiltão soltou um traque. Na China foi no início do treino e ele saiu em último. Hoje foi antes do Q-3 e sai em décimo.
Resultado: o inglês dando entrevista no cercadinho antes do início da parte final do treino e Roseberg no bar erguendo um chopp enquanto o treino corria solto com pilotos em volta rápida nos segundos finais. O piloto alemão, então com melhor tempo, errou em uma curva foi aos boxes e não voltou porque não havia tempo para abrir volta rápida. Ninguém bateu seu tempo. E, olha que torci para Vetor. Aliás, o alemão centas vezes campeão perdeu cinco posições no grid por troca de câmbio. Triste regulamento. Ridículo.
Então fica assim:
Roseberg em primeiro, Botas ( o amigo de Dora, a aventureira) em segundo, apesar de toda a torcida dos locutores que diziam massinha de modelar melhor. Vodkanem, massinha, Sorriso e etc.
Vetor sai em sétimo e vamos torcer para que não se envolva em problemas, assim como Hamiltão que sai em décimo.
Na largada a TV costuma mostrar os chefões e suas caras e bocas um pouco antes do sinal verde. Prestem atenção no sorriso de vitória de Totó Lobão....
Tenho um colega que, que vira e mexe, comenta sobre a "molada" que massinha de modelar levou na Hungria em 2009. E, sempre ironiza dizendo que a mola soltou-se do carro de rubim.
Aqui um vídeo muito legal que explica o acidente.
Diga-se de passagem que foi, aqui em casa, a rainha da mansão quem cantou a bola (ou melhor, a mola) quando começaram a passar a imagem em câmera lenta.
No final do vídeo, Luciano Burp diz que o acidente foi uma fatalidade.
Chegamos, finalmente à proteção de cuca dos Toros Seniores.
Vejam o vídeo.
Uma bala de 1 Kg atinge a encrenca a 230 Km/h. Não faz nem "cosquinha" no para brisa que equipa o carro.
Se o carro de Massinha de modelar estivesse equipado com a proteção de cuca semelhante aos Toro Seniores não perderia o ímpeto que demonstrava,segundo meu colega, e que, segundo ele novamente, perdeu depois do acidente.
Um ponto a favor da proteção. Mas, ainda é cedo para dizer que o para brisa seria a solução porque, pelo que entendi, a entrada de ar logo acima da cabeça do piloto fica prejudicada porque o ar é jogado para cima dela. Alterações teriam que ser feitas.
Aguardemos o próximo capítulo.
O "Aeroscreen", versão da Red Bull alternativa ao Halo, de sei lá quem, é menos feio que seu irmãozinho pouco mais velho.
Antes de ler o texto do Véi, fiquei pensando nesta coisa de um eventual ganho aerodinâmico em função da presença do dispositivo acrílico.
Já é cediço há anos que o carro de corrida é tão mais rápido quanto maior a possibilidade de desviar o fluxo de ar para longe daquilo que represente a ele uma barreira, notadamente os pneus e a cabeça do piloto. O Halo, por ser vazado, aparentemente não permite seu uso para tal finalidade. O Aeroscreen, ao contrário, parece ideal para tanto.
Em 2010, a Red Bull desenvolveu, pelas mão de Adrian Newey, o protótipo X1, que seria o "carro de corrida ideal". O projeto foi utilizado no jogo de automobilismo Gran Turismo 5, do Playstation 3.
O desenho apresenta, como se vê, a proteção para a cabeça. Certamente, ela não está ali para a segurança do piloto, já que se trata de um modelo puramente ideal, mas para a eficiência aerodinâmica.
Olhando o protótipo e o Aeroscreen, lembrei de uma entrevista do Lucas Di Grassi publicada há algumas semanas - não encontrei de novo texto. Dizia ele que os carros de Fórmula 1 contemporâneos parecem velhos. Quando li, achei que não fazia muito sentido a afirmação, mas, no final das contas, parece que ele tem razão. O carro de F-1 já não parece o que pode existir de mais rápido, como foi até, sei lá, uns dez anos atrás. Talvez, se fosse permitido um desenvolvimento mais "orgânico" na categoria, os engenheiros já teriam coberto a cabeça do piloto há muito tempo.
Claro que isso muda tudo: a relação do piloto com o vento, do público com o piloto, a função da cor do capacete, etc. No entanto, quando Colin Chapman colocou uma asa ao contrário sobre o Lotus 49, deve ter tido um que disse: "isso vai acabar com o automobilismo". E não foi bem assim, foi?
Estreou, com Sorriso, a proteção de cuca dos Toros Seniores. No fundo, lá no fundo, ficam com essa lenga lenga sobre o formato porque não querem transformar a F-1 em mais um campeonato com carros fechados. Tipo Le Mans Series.
Ou copiam o cockpit daqueles carros ou deixam como está. Soluções horrorosas para carros horrorosos, como são os F-1 de hoje, só contribuem para aumentar a saudade dos fãs daqueles tempos em que os pilotos corriam com cabelos aos ventos (poesia em plena sexta).
Tornou-se moda, ou não prestava atenção, na mídia de hoje essa coisa de "há centos anos atrás".
São fatos desde moda, política, esporte, sexo, ufologia, literatura e quejandos.
Leio sobre este triste episódio acerca de um enfrentamento (bélico, no caso) das seleções brasileira e uruguaia. Em 1976 (séc passado) em 28/04/1976, uma quarta feira. Um clássico do cacete. Em todos os sentidos.
Ecoavam, então, os acordes do Maracanã em 1950 quando o time do Uruguai venceu, na minha opinião, a copa das copas. Em pleno Maracanã cheirando a tinta fresca, novo que era, a celeste olímpica vencia o Brasil-sil-sil levantando a Copa do Mundo e abaixando a moral deste país (com a moral, hoje, no chiqueiro, que me perdoem os porcos).
Foi uma puta conquista. Inigualável.
Em 1970 (eu vi!! Ou melhor assisti pela TV, pela primeira vez, ao vivo via satélite) lá no México os uruguaios lembravam a cada segundo do episódio de 1950. Brasil e Uruguai jogavam a semi final. Grandes provocações e um grande jogo.
Quem tiver saco que veja os melhores momentos.
Grandes e inesquecíveis lances. Morava em sampa na av. Santa Inês que era fechada pelos moradores a cada vitória do Brasil-sil-sil. Em 1970, ditadura militar e nada de levarmos porrada. Ah, ah.
Enfim, os anos passaram. Toda aquela rivalidade que resultava em pancadaria generalizada em jogos dos times da sul América (seleções ou não), foram diminuindo.
Em 1976 houve essa tal de Copa Atlântica. E o jogo em questão.
Brasil e Uruguai em Maracanã. Tudo para terminar em pancadaria. E, terminou em pancadaria.
Eu lembro que assisti ao jogo. Um dos protagonistas dos embates UFC foi Rivelino. Na época ele jogava pelo Fluminense mas, fez história no Curintiá.
A lembrança do Rivelino neste jogo foi a pior possível para o torcedor que quer ver seu profissional agindo como tal. No caso, dando porrada para todo lado. Se é para brigar vamos partir para quebrar cabeças. Afinal, é futebol, nénão? Coisa de gente a ser catequizada.
No final do jogo, tenso, Ramirez, da seleção uruguaia, resolveu revidar as provocações de Rivelino. Partiu para cima do brasileiro que saía de campo. Quando percebeu o, então inimigo, partindo para cima, Rivelino, ao invés de revidar, saiu correndo como uma gazela foge da chita. Resultado: escorregou escadas abaixo numa cena de comédia pastelão. Vergonha alheia. Eu esperava uma reação tipo Rambo e veio algo como He-Man. Tenha dó.
Hoje em dia não acompanho mais o futebol. Diria que tem pouca porrada e muito cabelo esquisito.
O assunto no treino extra-oficial de sexta na terra do puto Putin vai ser a proteção para a cabeça dos carros da equipe Toro Sênior. O tal do Halo, Ralo, Hello, e outros tantos nomes que batizam.
A proteção virou uma febre com muitos palpites, desenhos e protótipos e etc e quetais.
Aparentemente quem vai testar a bagaça é Ricardo Sorriso.
Luís Hamiltão desceu a lenha (expressão do tempo do véio Mero. Quer dizer críticas destrutivas) no dispositivo. Comparou a um escudo da polícia, o que me deu calafrios. Afinal, vivo nesta terra de malucos chamada brasil-sil-sil. Qualquer "pobrema" e os home baixam o pau.
Estou com ele. Proteção é salutar. Mas, o excesso tira a pimenta que o risco do esporte oferece.
Enfim, vamos dar uma olhada no para-brisa, parabrisa, para a brisa, paraovento, protegeacuca.
"cara! Como sair dessa porra em caso de acidente?"
o vento bate aqui e sobe ali
Sou adapto da teoria da conspiração e da esperteza. Cá entre nós não passa a impressão de ganho aerodinâmico?
Vamos comparar os tempos do antes de depois, uma vez que o dispositivo só vai ser usado na sexta.
Sem querer comentei num post que a próxima corrida, na Rússia, será numa data triste para os brasileiros. Primeiro de maio, em 1994. A corrida em Ímola foi para esquecer.
Leio que, depois de 22 anos, a data se repete.
Por sinal, aquele fim de semana foi para esquecer.
Na sexta, Rubim estatelou seu carro no muro e sábado houve o acidente fatal com Roland Ratzenberger. Toc, toc na madeira.
Resumão da corrida da F-E em Paris (ah Paris). Tentei assistir a corrida em VT depois de vociferar contra a Fox. Lembram?
Mas, a corrida só teve graça no final. Em 2:45 no vídeo. Antes disso desisti devido ao tédio.
Essas corridas em ruas estreitas não tem a graça que poderiam se permitissem ultrapassagens sem maiores esfregas.
Por algum motivo a F-E não tem permissão para correr em autódromos e acabam por "inventar" circuitos sem a mínima condição de competitividade. Em Mônaco, no ano passado, conseguiram estreitar ainda mais as ruas já estreitas.
Enfim, Louco de Graça soube aproveitar a largada, tomou a frente, venceu apesar de perder a vantagem com o carro de segurança e, até agora, não foi desclassificado.
A gente sempre vê o Bernie Ecclestone falando bobagens e a teoria, já bem abordada pelo Véi, é que ele quer é manter os holofotes sobre seu produto, a F-1.
Talvez o Hamilton, pensando em uma vaguinha de cartola quando deixar de usar boné e capacete, esteja já seguindo os ensinamentos do mestre. Disse por aí que não deveriam parar de fuçar no arranjo do treino classificatório até encontrem um modelo ideal. Segundo o moço, 2016 deveria ser um ano "laboratório" para encontrar o modelo ideal.
Estou pensando em propor uma abordagem como esta aos meus alunos, algo para criar o caos e quebrar paradigmas. Em uma disciplina como história do direito, poder-se-ia ignorar a cronologia e começar da época moderna, abordando, em seguida, a antiguidade, pulando, então, de Ulpiano para Savigny e assim por diante, seja lá o que "por diante" signifique. Acho que um curso doido deste teria mais sucesso do que trocar o modelo de classificação toda semana.
O inglês tricampeão andou reclamando que está fazendo a mesma coisa há dez anos e que a F-1 precisa mudar. Está entendiado, coitado.
Procurei o horário da corrida chocante em Paris (ah Paris) e descobri que seria num horário atraente. Onze da madrugada de sábado. Corri para a Fox, canal pago que transmite a bagaça, e descobri um jogo de futebol ao vivo. Tudo bem. Futebol de verdade lá das lemanhas.
Mas, corrida chocante não é em todo fim de semana. Vão passar o VT meio dia e meio e tenho que terminar este post até lá.
Enfim, uma falta de respeito absurda. Mesmo porque o jogo em questão tem um jogador chamado Lewandowski e cada vez que seu nome é mencionado tenho vontade de chutar a TV nos testículos.
Vamos ao que interessa: a corrida acabou de acabar (como diz aquela menina global)
Nosso Louco de Graça levou novamente. Se não for desclassificado tá valendo.
Terceira seguida e, portanto, candidato firme e forte ao título. Fotinhas chupadas de sites especializados.
Foto da chegada: Não. Louco de Graça não pilota o carro branco. A corrida acabou com carro de segurança
Agora sim. Louco fazendo loucuras de alegria
toda a vantagem na pista se foi devido ao carro de segurança
- O título do post lembrou meus tempos de estudante de Química e nossas inovações em termos de medidas. No laboratório, em nossas experiências inexperientes, era comum se referir às talagadas quando líquidos, tantadas quando sólidos. Longe dos mestres, que fugiam logo após passar a tarefa, nossas aulas eram mais para empíricas do que qualquer outra coisa. Lembro que, em certa ocasião, havia uma névoa lodosa e azul pairando no labs. Sim, lodosa porque embaçava os óculos de quem usava óculos com uma gosma irritante. Naquela época eu era usuário. Ninguém esquentou a cachola com a névoa. Na verdade o local para uma parte da experiência era a chamada capela equipada com exaustor. Problema: muitos alunos e pouco espaço na capela. Resultado: muitos coziam as "coisas" na bancada mesmo. Quando o mestre adentrou o recinto, por volta de cinco da tarde (tudo começava de manhã) levou mó susto e, da porta, disse que a nuvem azul e lodosa era cancerígena. Bom, naquela altura do campeonato era melhor acabar a experiência porque, se fosse o caso, o mal já estava feito.
Vamos ao que interessa:
- Mimadon voltou ao normal. Declarou que em igualdade de condições é o fodão dos fodões. Com carros iguais seria imbatível. Como os carros nunca serão iguais deixa o moço pensar assim.
- O duende mor, Berne Aquistone, disse que mulher não tem condições físicas para pilotar um F-1. Depois mudou de posição. Penso que ele fala essas coisas para manter os holofotes na categoria. Ou está gagá mesmo.
- Ainda a novela Rás: como eu disse é uma Ferrari genérica. Na verdade é uma equipe que montou um carro de corrida como se monta um carro de passeio. Comprou motor de um, chassi de outro etc, etc. Nada é original da garagem Rás. Foi para a pista se deu bem, apesar o último GP, e despertou ciumeira de quem levou pau na pista. Já pensam em modificar o regulamento para impedir situações semelhantes no futuro. Tsc, tsc.
- Não sei quanto ao futuro mas, Pedrão Piquedrão (filho do homem) não está conseguindo destaque na F-3 européia, onde corre atualmente. Tá certo que as etapas são malucas com um monte de classificação e outro tanto de corridas. Mas, para a corrida um na Hungria classificou-se em 17º lugar. Para quem ganhou tudo até então não está bom (rimou. Ou não. Rimou). Melhor que ele está Sette Câmera que larga em oitavo. Este vai acabar sendo promovido para Oitto Câmera.
- Sabem a Força Aí Índia? O dono está metido num imbróglio financeiro que, penso, vai arrastar a equipe para o lodaçal. Veja Mala (vulgo Vijay Mallya) também é dono da Kingfisher (Pescador Rei, para os íntimos) companhia aérea que faliu deixando um rastro de dívidas. Resumindo: o cara sumiu das pistas da F-1, está sendo procurado pelo governo da Índia e, dizem, se encontra no Reino Unido. A equipe deve estar com o fiofó na mão. A qualquer momento o japonês da federal vai aparecer e apreender tudo o que de direito.
- A revista Time, que apesar do nome não é especialista em esportes (não resisti) publica uma lista de pessoas influentes do ano anterior. Luís Hamiltão foi um dos escolhidos. Sinceramente, não sei o critério. Mário Andretti ( o pai do tresloucado Michael) escreveu sobre a escolha dizendo, entre outras coisas que ele exala confiança mas, é sereno. Espero que seja um problema na tradução. Não vou procurar o original. Sei lá. Cem figuras influentes. Existem bilhões no mundo. Sem comentários.
O título é forte e verdadeiro.
Assisti esta corrida ao vivo e umas três vezes nos últimos tempos. Ela foi "baixada" pelo chefe do blog.
Há 31 anos, tô ficando véio, em Estoril, Portugal, Ayrton Senna mostrou toda a genialidade que espantaria o mundo automobilístico.
Resumindo Senna correu como se estivesse no seco e o resto em gelo.
Inesquecível.
Vale a pena ver de novo (a frase também é nova).
Sei lá de onde surgiu esta expressão mas, Marcão Filho do Eric, "companheiro" de Felipe Nariz na Saubosta respondeu de uma maneira, digamos, interessante aos reclamos do brasileiro.
Este insinuou que a equipe favorece o sueco porque fornece a ele equipamento novo enquanto o brasileiro anda de cacareco.
Pois o invocadinho das zoropas disse que é melhor que o moço dos trópicos e se ele quiser trocar de carro para o GP da terra do puto Putin tudo bem. Uma boa sugestão para a equipe que até chamaria a atenção sobre outra coisa que não o carro ruim e a falta das grana.
Por outro lado, o Filho do Eric andou ralando com outro piloto encardido. O tal de Romã da Granja. Na largada, no imbróglio causado por Vetor houve um toque entre os dois. Resultado: Romã caiu de pau, quero dizer de língua, em Marcão que respondeu na mesma altura. No caso baixura.
Sei que o francês tem um belo histórico de maldonadices. Poderia ter ficado quieto.
Vamos dar um desconto porque sua equipe Rás andou lá atrás para alegria de seus detratores.
O próximo round, quero dizer, corrida será no domingo 01 de maio, dia de grande tristeza para os que amam o automobilismo.