quinta-feira, 9 de abril de 2015

ELÉTRICOS DE FATO

Sabemos que a F-E tem atraído muita gente boa dentro e fora da pista.
Estrelas de Hollywood foram prestigiar a corrida de Long Beach (que fica em Santos fake) no último fim de semana.
Por ironia ou sapiência do destino Piquetezinho venceu pela primeira vez na categoria na pista onde seu pai Piquetezão venceu a primeira na F-1. O traçado é quase igual.
Pelo rescaldo do que ocorreu em Cingapura em 2008 os dois andam estremecidos. Mas, quem sabe uma vitória significativa como essa não ajude em algo.
Mas, a corrida em si foi interessante nem tanto pela velocidade (reduzida. Pelo que percebo os carros mal passam dos cento e cinquenta por hora) ou pelo barulho de vespas enlouquecidas. Porém, tem muito piloto de primeira. Gente que já passou pela F-1 e brilha na categoria caçulinha mimada.
E, temos (porque não?) alguns pilotos que não entendem nada de física e tentam passar por dentro de outros carros.
No vídeo, Charles Pic (vulgo Carlos Pênis) acerta Jarno Trulli (vulgo Jarro Truta) feito um torpedo na casa das máquinas.
Estranho é que ele dá ré, uma vez que está na boca dos boxes, e troca de carro (sim o pit stop é uma troca de bólido elétrico). Enquanto Trulli fica puto Pic continua todo faceiro na corrida. Tá certo que chegou em décimo sexto. Que é estranho é.
Bruno Senna dessa vez entendeu que as zebras dão coice e fez boa corrida chegando em quinto.


O resultado final está aqui

- GP de Long Beach, 39 voltas, 83,1 quilômetros:.
1. NELSINHO PIQUET (BRA/China Racing) 46min01s971.
2. Jean-Éric Vergne (FRA/Andretti) a 1s705.
3. LUCAS DI GRASSI (BRA/Audi Sport) a 2s994.
4. Sébastien Buemi (SUI/e.dams) a 3s518.
5. BRUNO SENNA (BRA/Mahindra Racing) a 8s844.
6. Jérome D'Ambrosio (BEL/Dragon Racing) a 13s460.
7. Antonio Felix da Costa (POR/Amlin Aguri) a 16s171.
8. Jaime Alguersuari (ESP/Virgin Racing) a 17s975.
9. Loic Duval (FRA/Dragon Racing) a 18s436.
10. Stéphane Sarrazin (FRA/Venturi) a 20s418.
11. Nick Heidfeld (ALE/Venturi) a 21s326.
12. Karun Chandhok (IND/Mahindra Racing) a 32s917.
13. Vitantonio Liuzzi (ITA/Trulli) a 38s592.
14. Nicolas Prost (FRA/e.dams) a 42s375.
15. Daniel Abt (ALE/Audi Sport) a 44s361.
16. Charles Pic (FRA/China Racing) a 58s125.
- Não completaram a corrida: VOLTA.
. Salvador Durán (MEX/Amlin Aguri) 27.
. Sam Bird (ING/Virgin RacingVenturi) 22.
. Jarno Trulli (ITA/Trulli) 7.
. Scott Speed (EUA/Andretti) 3.

AH, A SOBERBA!

El Mimadon é um cara que não tem envergonha em se declarar o bãozão do pedaço.
Não perde oportunidade.
Certamente incomodado com a performance da Ferrari com Vettel disse que não tem remorso em ter saído da escuderia vremeia.
Falou que estava cansado em ser o segundo e só vai ficar amuado se os italianos fizerem o campeão, coisa muito difícil apesar da vitória malasiana.
Claro está que fez um péssimo negócio ao sair do colo de mamã Ferrari. Dona McLaren não vai a lugar algum este ano. E, talvez para o brejo com essas unidades de força motrizes ou algo que o valha.
Porque, pelo visto os motores tradicionais vão acabar retornando para 2017. Ou seja, começa tudo do zero.
E Mimadon vai estar aposentado.
"juro que foi só um gole"

terça-feira, 7 de abril de 2015

07/04/1968

Nesta data eu tinha 13 anos e era um garoto assombrado pelo mundão véio. Já sabia sobre a ditadura militar e corria para casa toda vez que via um carro oficial. Qualquer que fosse.
Queria usar botas feito o Reibeto Carlos e Cia e deixar o cabelo crescer.
Acompanhava automobilismo por revistas e parcas e porcas imagens da TV.
Foi neste dia que o maior ídolo da F-1 morreu tragicamente disputando uma corrida de F-2.
Jim Clark, como a maioria dos pilotos de ponta participava de competições outras além da F-1.
A história todos conhecem.
A pista de Hockenheim, na Alemanha, sem nada a separar a pista das árvores. Um provável defeito no carro Lotus de F-2 e a batida fatal.
Lembro que fiquei chocado ao ler nos jornais e revistas. Afinal, um super-homem não morre. Décadas mais tarde vi meu filho ter a mesma sensação quando morreu Ayrton Senna.
Aliás, uma vez assisti uma reportagem de Senna visitando uma escola na Escócia, terra de Jim Clark, e dizer que ele era seu maior ídolo ao lado de Juan Manuel Fangio, argentino.
Fangio e Jim Clark foram destes pilotos fora do modelo. Gênios a entender e tirar tudo o que uma máquina consegue fornecer.
Tivemos um piloto deste naipe com uma morte igualmente trágica e difícil, até hoje, de engolir.
Ayrton Senna e outros, se minha teoria tiver embasamento, estão disputando e se divertindo na interminável pista reservada aos pilotos fora de série.
o verdadeiro escocês voador

SACANAGENS EM QUATRO RODAS

Sobre o falado num post atrás acerca dos malucos de todas as voltas da F-Indy. Vejam o vídeo deste acidente em Toronto (vulgo Totonto) em 2014.
Alguém dá um totó em Simon Pagenaud e a pista vira um amontoado de carros batidos ou entupidos.
Em 1:40 é possível ver melhor a atitude típica de quem pilota um carro esporte e não um monoposto.
Tá certo que na F-1 também rondam pilotos fazendo maldonadices mas, na Indycar eles fazem com gosto.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

EXPLICADO O SILÊNCIO

Felipe Nariz andou aprontando com Kiwi Vodkanem nas duas primeiras provas do ano e não ouvimos o falador finlandês reclamar de nada. Pelo menos na mídia que acompanhamos. E, são várias.
Fiquei pensando nas razões para atitude tão lordiana e leio que Kiwi tem o mesmo agente, Steve Robertson (vulgo Filho Estive com Roberto ).
Nariz até correu pela equipe fundada pelos dois na F-3. E o brasileiro diz que foi apoiado financeiramente por Vodkanem.
Então tá. Por enquanto tudo está em casa.
Quero ver a atitude do piloto ferrarista em uma eventual narigada do nariz na China neste fim de semana.
"ainda tenho saldo"

STOCK

Neste fim de semana o blog foi completo assistir in loco (ô loco) a etapa da Stock Car em Rib's.
Para contrariar a terra abrasívis (como diria Mussum) choveu no sábado e domingo.
Pista de rua não favorece os espectadores mas, foi válido o evento.
No sábado conseguimos gravar uma escapada do carro cinco de Denis Navarro e a confirmação do que dizia Nélson Piquet: a maioria torce mesmo é pela pancada eventual. A galera vibra com a escapada.

A prova no domingo foi prejudicada por uma tremenda tempestade matinal o que não é comum na cidade.
Largada com pista molhada que, ao secar, favoreceu aqueles que preservaram os pneus para piso molhado. A primeira bateria foi vencida pelo nervosinho Cáca bueno nhein filho. A moça da bandeira fez confusão com a placa de última volta e não conseguiu dar a xadrezada para os dois primeiros colocados. Mas, a prova já estava encerrada. Porém, o piloto filho do homem deu piti. Pelo menos xingou os dirigentes com propriedade uma vez que o regulamento é de uma confusão atroz.
Os pilotos da Eurofarma trocaram pneus (para slick) após o término da primeira bateria. O regulamento, no entanto, afirma que não podem mexer nos carros entre uma bateria e outra. Resultado: anularam a primeira prova dos dois, Ricardo Maurício (vulgo mauricinho ricardão) e Max Wilson (vulgo Mais Virson).
Tudo está nas mãos dos mandatários da categoria porque houve interposição de recurso.
Penso que a desclassificação dos dois da primeira bateria (ou prova, como queiram) não tem sentido porque infringiram a  regra para a segunda bateria (ou prova). Como abandonaram a segunda bateria (ou prova) prejuízo total.
Aguardemos os próximos capítulos.


Post Scriptum: leio aqui que Marcos Gomes também foi punido por não respeitar os boxes fechados e Cáca bueno nhein filho é o líder de um campeonato que precisa ser colocado urgentemente nos trilhos. Neste link também o resultado (até segunda ordem) da corrida
A temporada começou muito mal.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

RARIDADE

Foto da revista Racing edição especial de setembro de 2013.
Descontração raramente vista hoje em dia.


SOBE! DESCE!

Nada como o sobe e desce da vida
Páscoa: preço do bacalhau sobe 40% e o da sardinha cai 56% em mercado de SP

SENZA PAROLE

PAPEL DO ÍDOLO

Não me estendi em relação a outra declaração infeliz do anão mor do circo de F1.
Ele disse que Hamiltão é um campeão desejado e amado e tal e coisa porque promove o circo. 
Ou seja, ajuda a trazer alfacinhas para seu cofrinho uma vez que, ele enquanto anão-mor, domina as finanças da F-1
O piloto inglês, até  por conta de seu namoro/casamento/noivado/ficada com uma dessas cantoras da vida e da onda (gíria do tempo de minha avó), vive nas bocas sociais e interneticais. 
Segundo o pensamento berniano essa exposição ajuda a promover a F-1.
Mas, até que ponto?
Será que os fãs da ex/atual/não sei vão sentar em frente à TV e assistir um evento com o qual não se identificam só porque são conhecidos da prima do irmão, do amigo da namorada de Hamilton?
Não. 
Eu gosto de automobilismo mas, não assisto muitos eventos da categoria por falta de conhecimento do que ocorre na pista ou falta de saco mesmo.
Nem F-Indy assisto regularmente.
Não sou mais o jovem de outrora. 
Abrindo um parente: uma vez assisti entrevista de Juca Chaves (quem não conhece guga aí) em que ele dizia que o difícil em envelhecer é acordar com dor. Hoje em dia entendo sua fala.... Fecha o parente.
Mas, quando comecei a gostar do automobilismo não me importava com a atividade dos pilotos fora da pista. E, alguns faziam e aconteciam. Até nosso "santo" Emersão.
Eu queria mais era ver o que aprontavam dentro da pista.
E, consumia revistas, e outras cositas, baseado no desempenho dos meninos nos circuitos do automobilismo e não nas rodas que frequentavam.
E, o que já foi dito "ad nauseam", o fã de carros esportivos é diferenciado. Não nos comparem aos fãs de futebol, pelamô.
Eu não quero nem saber se Vodkanem bebe todas. Ou se Hamiltão aparece em eventos "in". Ou se Mimadon fica horas ajeitando aquela barba de profeta que anda cultivando. Ou se pastor sem ovelhas treina o olhar de doido sem nó no espelho.
Nem sabia que Vetor já é papai. Veja aqui a opinião de quem já esteve lá e merece nosso (do blog) respeito por tudo o que fez na F-1. 
Como dizem, cada um é cada um. 
Não acompanho a vida social de Hamilton nem de qualquer piloto da atualidade. Me divirto com as babaquices acerca de Vodkanem e suas atividades etílicas porque sei que exageradas. Ninguém que abusa do álcool pilota como ele pilotou na Malásia. Eu, você e todos que gostamos e consumimos produtos relacionados ao automobilismo sabemos disso. 
Se ele toma várias depois das corridas o problema é dele. Será nosso se não sobrar nenhuma....
Penso que a promoção midiática da F-1 é tarefa daqueles que pagam o salário dos protagonistas e não tarefa exclusiva deles.
Se o anão quiser que Vetor fique mais exposto que pague para isso. Sabemos como são essas coisas hoje em dia.
Nós, fãs e admiradores da F-1 respeitamos tanto um (Hamiltão) como outro (Vetor). Mas, na atualidade e Ferraris a parte, Vetor mostrou e chacoalhou. Tem todo o direito de resguardar sua vida particular. Porque a profissional não merece qualquer reparo.

"como não sabe o que é face?"

POÇO SEM FUNDO

Uma coisa a admirar em Berne Aquistone. O cara é um poço sem fundo em babaquices.
Agora vem declarar que interessante seria uma categoria da F-1 formada por mulheres.
Nem li direito. Parece que fariam preliminares das corridas principais.
Já é um preconceito do carai.
Ou seja, de acordo com a proposta,  as pilotas não tem capacidade em mostrar serviço de igual para igual com os pilotos.
Então, vamos criar uma vitrine para elas.
Mas, em verdade elas não tem chances em disputar postos em equipes nas mesmas condições que os pilotos do sexo masculino (ou nem tanto). Normalmente por uma questão de patrocínio.
E, algumas, nem vou citar nomes, andariam melhor que muitos meninos empurrados pela grana que ergue e destrói coisas belas.
Contra mais uma ideia tantã levantou-se a voz de Dona Loba. Suzie Wolf, que não pediu para sair, pilota de testes e não substituta de dona Williams, disse que não correria numa situação como a desejada pelo anão doido. Tô com ela.
A categoria do automobilismo mais assombrada pelo feminismo não dá chances para a  mulherada mostrar serviço. Essa é a verdade.
Quanto ao palpite é só mais um chiste do anão que perde o sono, toma uns vins quatrocentões e desanda a falar abobrinhas.
"quer pilotar meu fogão?"

quarta-feira, 1 de abril de 2015

MENINOS DA FRALDA

Não poderíamos deixar de destacar, neste início de temporada, o desempenho dos dois meninos da Rosso Sem Vergonha.
Max Vemnotapém (vulgo Max Verstappen) e Carlos Saem (vulgo Carlos Sainz Jr).
Ambos foram amamentados com gasolina ao nascer uma vez que filhos de corredores manjados como Jos Verstappen, que correu de F-1 entre 1994 e 2002 e Carlos Sainz piloto espanhol de Rally.
Carlinhos correu bem na Austrália e chegou em nono lugar, enquanto Vemnotapém abandonou.
Já na Malásia mostraram que correm como gente grande e Max tornou-se o mais jovem a pontuar na F-1 com 17 anos, cinco meses, e vinte e sete dias. É mole?
Lembrando que Carlinhos ainda não fez 21, temos uma dupla de crianças "fraldentas" que estão mostrando velocidade e maturidade para desespero dos que previam o caos como os dois na pista.
Principalmente se compararmos com os lambões Pastor sem ovelhas e Romã da Granja que vivem fazendo maldonadices....
"gu gu"
"dá dá"

MMA/UFC

Já foi falado sobre a vitória de nosso gordito favorito, João Paulo Montaí, na prova de abertura da F-Indy lá na estranha St Petersburg que não fica na Bahia mas, onde o tio Sam perdeu a noção.
Um dos motivos do meu desinteresse em relação à categoria é a motivação bélica que paira sobre as corridas. Bem ao gosto da babaquice norte-americana. Eles atiram antes e depois.
Pilotos se digladiam o tempo todo provocando quebras e bandeiras amarelas intermináveis.
Segundo leio a mudança aerodinâmica para este ano fez com que os carros se tornassem mais vulneráveis às pancadas que os pilotos tanto adoram. 
Tentam ultrapassagens em lugares estranhos que nos deixam na dúvida se realmente sabem pilotar ou se entram no carro, aceleram e saí da frente que não sei frear.
Bom, na primeira corrida vários carros terminaram com peças emprestadas dos companheiros de equipe e o vencedor cruzou a linha com o bico danificado.
Nessa sandice uma espectadora foi atingida na cabeça por um pedaço de carro e por pouco não vai desta para melhor (ou pior, sei lá).
Como resultado os pilotos estão declarando que vão ter que modificar o estilão cowboy de pilotagem porque os carros estão mais "delicados" e não resistem mais como tanques de guerra.
Até o vídeo do site oficial mostra uma série de raspadas e coisas do gênero. 


bandeira verde: "seguuuuuuura peão"

tome sangue
"nóis capota má num breca"

terça-feira, 31 de março de 2015

ZOAÇÃO GERAL

A infernal internet não perdoa

FORÇA AÍ ÍNDIA

Dona Força Aí Índia viu seus dois pupilos dando bicadas e bicudas nos adversários e recebendo punições por tal feito.
No caso de Chapolin Perez, como já dito, foi como aqueles Oscars que os caras recebem pelo conjunto da obra.
Na minha opinião não era caso para tanto. Mas, vindo a bundada de quem veio....


Incrível Hulk não é dado a essas atitudes intempestivas mas, na corrida da Malásia acabou enfiando o carro onde não tinha espaço e deu uma bicada em Kuajato. Mereceu a punição porque foi afoito e tive a impressão de que não aceitava o fato de perder a posição não para uma mas, para as duas Bull vremeias. O interessante é que, mesmo sendo beneficiado pela bagunça perpetrada por Hulk, Ricardo Sorriso Nem Tanto acabou atrás de seu companheiro Kuajato. Nono e décimo.

segunda-feira, 30 de março de 2015

SETENTA

Um dos grandes nomes da guitarra de sua geração faz, hoje 30/03, setenta anos.
Eric Clapton. Não vou me estender porque a história todos conhecem.
Mas, quando ouvi pela primeira vez esta música "Cocaine" fiquei espantado. A música foi lançada em 1977 e sua autoria é de J.J. Cale, morto em 2013.
A ditadura estava firme e forte e não a proibiu.
O nome é uma alusão à droga cocaína (nem precisava destacar) e os home ficavam loucos com qualquer referência.
Sei que, como diz o poeta, toda ditadura é burra.
A nossa não sabia inglês e nem ligou alhos com cocaine.
Mas, talvez eu esteja enganado uma vez que, em verdade, a música é ambivalente e permite uma leitura não de apologia e sim de alerta.
Parte da música diz "if you wanna get down, down on the ground, cocaine" em tradução "se você quiser ficar para baixo, baixo até o chão, cocaína".
Enfim, na voz e guitarra de Eric Clapton tornou-se um sucesso.

EL GORDITO MANDOU BEM

Perdi, em função de uma festa e esquecimento em gravar, a estréia da F-Indy lá onde Tio Sam perdeu St Petersburg. 
Faz um tempo que não assisto uma corrida inteira dessa categoria pelo fato de haver um excesso de bandeiras amarelas dentre outras coisas.
Para a largada de ontem seiscentos e trinta carros da equipe Penske alinharam na frente dos outros. Uma espécie de multidão de dona Mercedes.
Mas, quem venceu?
Nosso gordinho favorito Juan Pablo Montoya.
Sempre que seu nome é lembrado nas transmissões da F-1 os buenos da vida tentam diminuir a importância dele no automobilismo. Tudo porque desprezou o mundo da F-1 e voltou aos EUA.
O que os buenos escondem, ou esquecem, ou não tem capacidade para entender, é que ele tinha toda razão. Chegou na F-1 amparado em inúmeras vitórias na F-Indy de então.
Mas, foi preterido na dona Williams em favor do grande campeão (como é mesmo o primeiro nome dele?) Ralf Schumacher. Sim, os ingleses, sábios como são, ajudavam o carinha que andava de macacão para lá e para cá se dizendo piloto de competição. Mas, era só o irmão ruim de braço. Ah, claro que o irmão ruim de braço é alemão e dona Williams era empurrada por motores alemães (da BMW).
Montoya, de seu lado, foi para dona McLaren e o caldo desandou de vez. Ronron Pênis não é um cara afável e o colombiano não é um cara afável (hoje é segundona brava. Não pensei em outro adjetivo).
Resultado: foda-se esta porra.
Mas, Juanjão ainda corre e ainda mostra serviço.
Este ano na F-Indy, aos 39 anos, vai dar trabalho para os companheiros da Penske. 
Pelo que andei lendo a corrida, num circuito de rua, foi típica da categoria. Pancadas para todo lado e pilotos tentando ultrapassagens onde só um carro fantasma passa por outro.
Por isso a categoria faz sucesso na terra do amalucado e beligerante tio Sam.
"gordito cheio de sorrisos e lastro"

domingo, 29 de março de 2015

"DA FORÇA DA GRANA QUE ERGUE E DESTRÓI COISAS BELAS"

Do site sephlawless foto de um shopping abandonado lá nos States

SÓ PARA LEMBRAR

O anão Berne Aquistone falou abobrinhas sobre o papel de um campeão da F-1.
Questão de imagens. Esquece que este ou aquele campeão só dá as caras para promover isto ou aquilo se entrar isto ou aquilo na conta bancária.
Todos sabemos que celebridades ganham para ter contas na dita "rede(s)" social(ais)".
O resultado do GP da Malásia desnudou (mais uma vez) o anão, que babou no campeão do ano passado e desprezou o campeoníssimo Vetor.
Fico pensando como um babaca avarento desta categoria conseguiu amarrar as finanças da F-1 em torno de seus próprios interesses.
"aqui para o bom senso".

MOMENTO QUE FAZER QUÉSSAPORRA?

Cena que atrapalhou minha caminhada.

QUEQUEFIZ?

A saída de Mimadon de mamã Ferrari tem contornos de novela mexicana. Na verdade, foi nebulosa.
Montedemerda deu uma entrevista no ano passado que ele deveria sair se mamã não entregasse um carro decente.
Em verdade havia uma cláusula sobre pontuação, lugares em shows do Reibeto Carlos nos cruzeiros da vida, camarotes no desfile de escola de samba em Castanheira do Centro, água de côco (ou cocô, ou coco, nunca sei do acento) colhidos em menos de 24 horas na ilha da Conceição, primeira fila no espetáculo do Molha Rougido e coisitas do gênero.
Como dizem, El Mimadon exerceu o dito e escrito no contrato.
Mas, a frase do cappo soou como  uma declaração de incompetência em relação ao que uma equipe de competição deve construir. Bons carros e boas relações com seus empregados.
Na minha opinião mora neste ponto a questão da saída de El Mimadon.
Ele ultrapassou a linha do bom senso e fez valer as alfaces que levou para os italianos. Passou a mandar e não soube agregar a equipe em torno de seu interesse maior que é provar ao universo que é o gostosão dos gostosões. Mas, o caminho para tanto não é pisar em pescoços amigos. Mimadon é uma pessoa que (como dizem) se acha. Comparado ao Shushu (vulgo Michael Schumacher) vemos que este soube, vamos dizer, ficar na dele. A equipe de mamã Ferrari orbitava em torno de seus interesses ou mesmo caprichos. Creio (até com quase certeza) por questões contratuais. Desde o capacho do Edie Irvine até rubim. Shushu, na minha opinião, era um piloto comum que surgiu na hora errada (morte do Ayrton) e lugar certo (F-1 precisando de um piloto "gênio" pós Senna).
Ganhava corridas e campeonatos sem precisar mostrar (na verdade era escondido) sua arrogância.
Havia uma blindagem em torno do lemão. Blindagem que caiu por terra quando voltou a correr pela dona Mercedes. Surgiu então, o verdadeiro shushu. Piloto comum que nem conseguia ser mais rápido que roseberg, seu companheiro de equipe.
Mas, isso é motivo para outras conjecturas.
Nosso foco é El Mimadon e o fato que perdeu espaço na mamã Ferrari. A relação ficou insustentável porque Mimadon cansou em dar declarações dizendo ser o the best entre os bestas e não ganhava nada porque tinha um lemãozinho conduzia o melhor carro do grid. 
Conclusão: o best não tinha carro porque a besta da mamã Ferrari não era competente para tanto.
Acrescentem as declarações de Montedemerda e pimba, tchau belo.
A escolha da nova equipe não poderia ser pior. 
Havia brigado com dona McLaren, tempos atrás, feito uma barraqueira de cortiço (preconceitos à parte).
Mas, pensem no grid de 2015. As opções reais apontavam para a equipe em que está. Mesmo porque a parceria antiga McLaren/Honda vencia tudo e todos.
O que Mimadon não esperava, nem nós, é que o começo fosse tão trágico.
Tanto que apostei em um ano sabático após o choque nos treinos em Barcelona.
Na corrida da Malásia Mimadon acabou abandonando. Mas, fiquei com a impressão de que abriram as porteiras de seu carro e Butão para que tentassem algo digno. Um abandono numa boa posição. Os dois tiveram problemas e saíram antes do final.
E, essa situação toda levou-se a algumas reflexões. Se Mimadon fosse mais humilde e pensasse (ou alguém pensasse por ele) no futuro, não teria saído do colo de mamã Ferrari. Uma equipe cheia de dinheiro em uma F-1 falida. Não ficaria, a Ferrari, por baixo tanto tempo assim. Tanto que veio toda reformulada para 2015.
Dispensaram Matattuci antes mesmo que ele esquentasse a cadeira. Hoje o cappo é um cara que tentou fazer caras e bocas na vitória de Vetor. Não vibrou nem quando o lemão cruzou a linha fazendo zig-zag. Mauricio Aquivabão, no entanto, parecia prestes a ter uma síncope no cercadinho onde os pilotos param os carros antes de ir ao pódio. Ele precisa aprender com Vodkanem que, tudo bem em ser gelado mas, uns berros de alegria de vez em quando evitam infartos.
Vetor caiu na equipe certa na hora certa. Motivo para um futuro post.
E, motivo para Mimadon dar centas cabeçadas na parede. Levou sua relação com mamã Ferrari a um ponto insustentável e saiu na hora errada. Ganhamos nós.

"devolve meu carro, fidapu!"

DE VOLTA!

A corrida de F-1 lá onde Judas perdeu a Malásia foi emblemática. Pena que perdi a intimidade que proporciona uma corrida de madrugada assistindo de manhã, no horário alternativo como eles dizem.
Dois arrependimentos: a perda da ação real e aguentar abobrinhas e informações erradas. Coisas básicas como qual piloto está parando nos boxes. E a cereja do bolo. Vetor se esgoelando dentro do carro depois de uma vitória brilhante e os Kicos litos desafazendo da façanha falando em cima da comemoração. Perdemos o pimpolho falando a língua aleitaliana.
Evidente que algo estranho aconteceu para que dona Mercedes elaborasse uma estratégia tão amadora no decorrer da prova. Eu diria que foi a soberba. Sabendo que tem um carro fodão pensaram que a liderança de mamã Ferrari na pele do menino Vettel fosse mais um traque de salão.
Quando o filho do Eric defecou por excesso de entusiasmo provocando um carro madrinha (desnecessário na minha opinião) na volta quatro chamou seus dois pilotos para troca de pneus.
Um monte de gente permaneceu na pista. Inclusive Vetor que abriu um sorriso e uma distância que permitiu a ele vislumbrar não um segundo lugar mas a vitória. Deu no que deu.
Por fim, na última troca colocaram pneus duros no carro de Hamiltão provocando até uma reclamação do inglês uma vez que seria mais difícil descontar a distância para Vetor. Deu no que deu.
Tem gente que vai dormir de orelha quente na equipe lemã.
Quanto ao outro piloto de dona mercedes: alguém precisa avisar roseberg que o campeonato já começou.

                                      
Filho do Eric todo pimpão fazendo a dancinha da brita

A corrida ficou legal, no entanto, depois do erro primário do Filho do Eric quando vários pilotos resolveram não trocar pneus embaralhando a corrida. Penso que dona Williams deveria ter deixado pelo menos um de seus pupilos na pista. Pois era evidente que tomavam pau dos vremeios de mamã Ferrari. Lógico, aqui de fora tudo parece claro e evidente. Não sabemos o que se passa lá no turbilhão. 
Sei que massinha de modelar teve um apagão (um choque?) durante segundos suficientes para ser ultrapassado por vários carros. E, no fim Botinas enfiou a bota no da direita e chegou na frente do brasileiro ultrapassando-o na última volta. Má que respeitar os mais velhos que nada.
Bom, quanto ao resto.
Incrível Hulk deu uma bicada no carro de Kuajato quando estava numa carnificina com os carros da Red Vermelha de Vergonha. Ricardo Sorriso Nem Tanto passou pelos dois. O verdão sem noção foi punido. Seu companheiro de equipe, Força Aí Índia, Chapolin Perez também foi punido (para "alegria" do bar da Índia) porque deu uma ligeira bundada em Romã da Granja tentando proteger a posição. Acho que essa punição só aconteceu porque Chapolin está sempre presente no quesito "quem bateu em quem?". Não foi tão abominável assim.
Nada que já não vimos em outras edições.


Quanto ao outro Felipe. Nariz infelizmente está se tornando uma pedra no sapato de quem está por perto dele no início da corrida. E, outra vez ele se encontra com Vodkanem. Vejam, que barbeiragem cometeu. Vodkanem foi obrigado a dar uma volta inteira com três rodas. E, ele teve o nariz quebrado.
Nariz, tomou um cacete de seu companheiro, o Filho do Eric, o fim de semana inteiro. É a pressão? Não sei.
Mas, precisa aprender a ser mais cauteloso.
Kiwi Vodkanem fez um corrida do cacete. Quando entrou o carro madrinha não conseguiu alcançar o pelotão porque agora tem essa porra do carro madrinha virtual. Não podem passar de uma determinada velocidade. Ele e Nariz (que foi obrigado a trocar o nariz do carro) ficaram bem para trás. Mas, o finlandês parece motivado e acabou num belo quarto lugar. E, merece uma cerveja pela façanha. Sabemos que iria tomar cervejas de qualquer modo. Mas, com motivo é melhor ainda.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Ô LOCO, MANO!!!!

Sabem aqueles filmes pastelão?
Tem alguém se afogando e surge o pateta (não o amigo do Mickey) e, ao invés de jogar uma bóia, joga uma âncora para o pobre sujeito?
Esse pateta tem nome: Berne Aquistone.
Estou lendo que ele está propondo mais uma idéia de jerico.
O pole ganha dez pontos mas, larga em décimo segundo ou coisa que o valha. Ou seja,se o papo vingar, na F-1 atual é bem capaz do pole encontrar um pastor sem ovelhas fazendo maldonadice e se ferrar.
Tantas coisas mais simples para melhorar a porra da bagaça e o cara vem com sugestões dignas de um internado em hospício.
E, na contramão do que vinha dizendo, agora quer conquistar as redes sociais e gostou que o atual campeão seja o Hamilton porque é jovem etc e tal. Se não me engano Vettel é ainda mais jovem.
Sei lá. Ou é remédio a mais ou menos. Ou vinho quatrocentão a mais ou menos.
Ou El Mimadon segurava a mão dele quando levou o choque. Ou não.
Sei que passou da hora do anão largar o bonde.
"enxergo longe, mano"

DESMANCHANDO

Nesta madrugada tivemos o segundo treino extraoficial para o GP de onde Judas perdeu a Malásia.
Sem grandes sustos.
Hamilton teve um problema meio estranho no primeiro treino e perdeu grande parte do segundo. Mas, quando andou, andou.
Ficou em primeiro.
Roseberg que, aparentemente, não passou por agruras e andou nos dois treinos normalmente, acabou em terceiro. Em segundo ficou Kiwi Vodkanem. Esses treinos não dizem muita coisa mas, o finlandês andando bem deixa o blog feliz. Somos fãs do estilo falante dele.
Seu companheiro, Vetor, ficou um tempo nos boxes e fez o sétimo tempo. 
Logo mais teremos mais um ensaio e cinco de la matina o que vale. 
El Mimadon andou e disse que se sentiu bem no kart. Mexeu nos fiozinhos e nada de choque. Terminou em décimo sexto uma posição à frente de Butão.
Tem gente apostando que dona McLaren não vai andar nada como na Austrália. Eu penso que vão surpreender. Além dos Mano Marússia (um carro café com leite) podem colocar as barbas de molho algumas equipes que estão conservadas em vinagre, como a Lotus (essa, não aquela).
A coisa está tão feia que o carro de Pastor sem ovelhas deu uma ligeira desmanchada na reta.
Alguém esqueceu de prender peças com esparadrapo. 
Carros desmanchando não são novidades. Cansamos de ver alguns carros perdendo o espelho retrovisor, por ex.. Mas, com a carruagem da F-1 seguindo a vaca em direção ao brejo, qualquer peça voando dá o que pensar.

quinta-feira, 26 de março de 2015

É ITALIANO OU NÃO?

Outro que desmente o que foi dito em relação ao chocante acidente é El Mimadon.
Agora, seu caso é mais grave.
Desmente tudo o que dona McLaren disse. Falou que vento algum iria fazer o carro derivar daquela forma, o que está certo. Vento não cola. Tenha dó.
Não ficou inconsciente com a batida. Também mais coerente, caso não tivesse levado um choque.
A batida não foi nada tenebrosa.
Não perdeu a memória. Portanto, não acordou em 1995 e não falou italiano.
Tenho a impressão que preferiu abrir o jogo para dar mais um sufoco em Ronron Pênis que admitiu ter mentido num primeiro momento sobre o acidente.
Não sou nem um pouco fã dele mas, gostei da suposta sinceridade.
O problema é que, enquanto isso na caverna do dragão, ninguém explica a batida.
"não acordei em 1995. Acordei em 1983

O DE SEMPRE

Via de regra quando algum piloto dá uma declaração sincera demais, para os padrões UTI da F-1, logo adiante vai desmentir o dito.
É o caso de massinha de modelar que andou dizendo após o GP da Austrália que o motor mercedes de dona Williams não é o mesmo dos carros da equipe oficial. Nós aqui da geral sabemos disso. Não é de hoje.
O motor Ferrari da Sauber não é o mesmo do motor Ferrari da Ferrari.
Faz tempo que as equipes fabricantes de motores precisam tomar cuidado para não andarem atrás dos clientes que usam suas unidades de força.
No caso das declarações do piloto brasileiro o desmentido do tido foi nas vésperas do GP lá onde Judas perdeu a Malásia.
Diz que foi mal interpretado. Que brincou com roseberg tal e coisa.
Então, tá. Fica o não dito pelo dito que não dito.
foi brincadeira

quarta-feira, 25 de março de 2015

CHRIS AMON

Quando comecei a gostar de F-1 (há muuuuiiiiiito tempo atrás) lógico que meu piloto favorito era Emersão Fintipaldi (como dizia seu Homero). Acompanhava por revistas e virei aficionado com as transmissões pela televisão. 
Com o tempo aprendi a gostar de outros pilotos por vários motivos. Principalmente porque eram, digamos, ligeiramente insanos.
Clay Regazzoni era um deles. O alvo de minha vuduzação naqueles tempos era o chato do escocês Jackie Stewart por sua rivalidade com o brasileiro. 
E o chamado ítalo-suiço Clay adorava jogar o escocês mimadon (eh eh) para fora da pista.
Mas, gostaria de falar sobre outro piloto que atraiu minha simpatia. 
Chris Amon. O cara tinha um urubu pousado na asa traseira. E, outro na dianteira.
É conhecido até hoje como o piloto mais sem sorte do circo.
Nasceu na Nova Zelândia que não é um celeiro de grandes pilotos. Quero dizer, hoje em dia.
Mas, temos grandes nomes nascidos lá. Denny Hulme, Bruce McLaren e Howden Ganley, para ficar nos mais conhecidos.
Enfim, Amon começou sua carreia nos anos 60. Naquele tempo os pilotos disputavam vários campeonatos dentro do automobilismo. Não eram exclusivos da F-1. Bobeasse e correriam até de bicicleta.
O que importa para nós, no entanto, é a carreira dele dentro do circo máximo.
Lembro de uma ocasião que adoro contar "ad eternum".
Em 1972 corria pela Matra que fabricava seus próprios motores. No GP da França em Clermont-Ferrand um desses circuitos monstruosos que faziam a nossa alegria. Quero dizer mais ou menos uma vez que não haviam câmeras disponíveis para cobrir todo o trajeto.
Amon dominou os treinos e largou na frente. Tinha uma carreta de vantagem sobre a concorrência quando sumiu do mapa. Quero dizer da TV. Ninguém sabia onde ele estava. Lembrem-se, a TV brasileira não tinha o aparato de hoje e, creio, os caras estavam aqui no Brasil-sil-sil assistindo tanto quanto eu.
De repente, lá vem a Matra se arrastando com um pneu furado. Mamma mia! Amon deveria dormir numa banheira de sal grosso. É o que dá não se prevenir.
Fiquei chateado. Até porque o segundo era Stewart que acabou vencendo com Emerson em segundo.
E, Amon acabou em terceiro mesmo com o furo. Diga-se de passagem que esta foi a última corrida de Helmut Marko, piloto austríaco, que levou uma pedrada no olho "chutada" pelo carro de Emersão. Ela, a pedra, trespassou o visor e atingiu o austríaco que perdeu a visão. Depois disso os capacetes começaram a ser fabricadas com visores à prova de balas.
Chris Amon, por seu turno, no final de 1973 quando corria com um carro chamado Tecno (uma porcaria, por sinal) resolveu montar sua própria equipe.
O projeto tinha chassi monocoque feito de alumínio, baseado no Lotus 72, com tanque de combustível entre o motor e o chassi (uma novidade na época) e radiadores laterais. Essa frente esquisita foi trocada por uma convencional na hora do "vamuvê".
Apesar disto tudo, a falta de dinheiro acabou atrapalhando e Chris Amon sumiu na poeira do tempo.
Não para nós que sempre lembramos com carinho do piloto tão azarado que foi atribuída a Mário Andretti a frase "se ele se tornasse um coveiro, as pessoas parariam de morrer ".
como diria um amigo do chefe do blog "um carro à frente de seu tempo"
"não sou azarado. Só não tenho sorte"
não dá para ver mas, os urubus estão ali

terça-feira, 24 de março de 2015

RUBIM RIDES AGAIN!

Em diversas oportunidades já nos manifestamos dizendo que gostamos do jeito rubim de guiar um F-1, ou qualquer veículo de competição.
Também já dissemos que, em muitas oportunidades, ele fala demais.
Num país que adora sacanear aquele que se destaca essas atitudes são verdadeiros potes de ouro no fim do arco íris.
Para a mídia brasileira (leia-se dona Globo) que rodeia e suga a seiva do circo (cada vez mais mambembe) da F-1 há a necessidade de elevar um brasileiro que se destaca ao nível de herói salvador da pátria. Business, diriam. Eu penso que é uma coisa culturalmente rasteira mesmo. Falta entendimento do que seja esporte, política e o carai a quatro.
Nunca entendi o sujeito que paga zilhões em impostos, convive com político ladrão e nada faz. Nem aprende a votar. Mas, é capaz de levantar cinco de la matina para ir ao aeroporto xingar seu time de futebol que perdeu uma partida (qual mesmo?).
Fugi do assunto. Pera aí. Ah, lembrei.
Rubim teve a má sorte de surgir ao mesmo tempo que perdemos Ayrton Senna.
Como era bom piloto foi eleito sucessor. Daí, fodeu tudo.
Cercado pelas atenções, uma vez que outros brasileiros não "vingaram" na F-1 logo se perdeu entre corridas ruins e grandes atuações. 
Quando corria pela em Stewart em 1999 veio a hora do grande salto. De equipes médias para uma grande. Mesmo porque estava passando da hora em mostrar a que veio.
Tinha um convite da McLaren mas, nebulosamente, não aceitou.
Naquela época havia uma pressão enorme para que um brasileiro, finalmente, corresse pela equipe vremeia na F-1 moderna.
Não sei o que levou rubim a aceitar correr junto com shushu, uma vez que todos tinham conhecimento de ser uma roubada. Ele sabia que seria o segundo piloto. Não há a menor dúvida pelo histórico do lemão. Não aceitaria jamais never ter um companheiro de equipe a atrapalhar seus planos. E rubim mostrou, pelas equipes pelas quais passou, que acertar um carro era com ele mesmo. Tanto que shushu admitiu que copiava os acertos do brasileiro. Então, formou-se a parceria dos sonhos do tedesco. Um segundo piloto (que fingia ter condições de igualdade) a acertar o carro e ele vencendo nem que fosse preciso chutar alguém para fora da pista.
Pois bem, a carruagem andou. Rubim ainda fez o favor de perpetuar o vexame na Áustria em 2002 (vexame por parte da Ferrari e o circo, bem entendido) quando só cedeu a posição na linha de chegada ao invés de deixar o lemão passar antes como a equipe queria. Foi vice-campeão algumas vezes porém, não foi alçado ao status de primeiro piloto ou com as mesmas condições que o lemão. Pelo contrário, de vez em quando os Bráu e duendes apertavam o butão vremeio para ele.
Cá entre nós, tinha plena consciência de tudo. Dizem que ganhava horrores para ser o acertador de carros do companheiro fominha e mau-caráter. Provavelmente sua condição estava prevista num contrato assinado e abençoado. Ir de encontro à letra fria seria suicídio esportivo. Coisa que ele não fez, apesar de insinuar diversas vezes que era preterido. 
Agora, a frase "dos sete títulos de Schumacher um deveria ser meu" foi maldosamente pinçada de uma entrevista bem lúcida por aqueles que adoram sacanear o brasileiro se apressam a escrever abobrinhas.
O que ele disse é o que nós (que entendemos do assunto (uáu!)) sempre soubemos. E, o que está escrito aí em cima.
Rubim, do alto de sua idade, carreira, e campeonato da Stock, deveria, por seu turno prever que haveria este alarido desconfortável.
Porém (ai porém), prefiro acreditar que faz dessas coisas de caso pensado. Afinal, estamos em início de campeonato da Stock etc e tal.
Nada como surfar a onda da mídia para chamar holofotes.

"cadê meu título que estava aqui?"

segunda-feira, 23 de março de 2015

NUM FALEI?

Num post aí atrás falei que Mimadon iria aproveitar a onda do choque e não participar da roubada que vai ser o campeonato pela McLaren e o pum atômico japonês que mais parece um traque.
Irá todo fim de semana na encruzilhada "trabalhar" para que um dos dois pilotos de dona Mercedes seja defenestrado para assumir todo pimpão um dos cockpits.
Estou lendo em blogs de gente grande que pode ser que tal coisa realmente aconteça. Quero dizer, ele não correr este ano.
Como está gravado irei bradar aos quatro ventos interneticais "num falei"?
levanta a mão quem vai faltar neste ano

sábado, 21 de março de 2015

MINA DE OURO

Pesquisando sobre o Lotus Turbina fui remetido para o passado através de página do gugle livros.
A revista Placar de meus anos 1970 ( se não me engano surgiu com a onda da copa de 70) está toda escaneada. Ó lágrimas saudosas. Desde Henfil, o maior cartunista deste país, até as fotos de automobilismo de Lemyr Martins.
E todo o grafismo que remetem aos meus anos de início da adolescência não de todo assombrado pela ditadura militar. Ainda queria ser jogador de futebol (ah, ah) e acreditava no Brasil da porra da Transamazônica, uma das grandes furadas do Brasil-sil-sil.
Enfim, ainda não naveguei pelas páginas históricas da revista que comprava toda semana e guardava com carinho até que dona Alzira fez uma limpeza nas mofadas lembranças de seu primogênito. Bastou o Luizão ir para Rib's estudar Química que mamã Ziri limpou parte de minhas lembranças para abrir espaço no apê. Tudo bem. Mãe é mãe.