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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

DANDO UMA PASSADINHA

Um tempão atrás morava em sampa e entrei na facu em Rib's. No início era um troço louco com relação às roupas. Ia para sampa todo fim de semana com uma mala de roupa suja e voltava com a mesma mala porém, com roupas limpas.
Dona Alzira resolveu me ensinar a passar roupa. Porque as ditas chegavam ligeiramente amassadas pela viagem. Como se eu me importasse. Mas, mãe é mãe. Queria ver seu filho todo mauricinho.

Mas, aconteceu um fenômeno estranhíssimo. Ao passar uma camisa/camiseta uma da mangas restava amassada. Ao passar a amassada a outra amassava. E, por aí vai.
Até hoje não consigo passar roupa decentemente. Pelo menos aprendi a dobrar.
Então, "dar uma passadinha" desperta o lado defeituoso em termos de afazeres domésticos. Traumas, traumas.

Mas, o título do post é sobre algo que o universo sabe e dona Ferrari finge que não sabe.
Eles estão sabotando Vettel.
Tanto que, depois de duas corridas sofríveis, descobriram um problema no chassi do lemão. Claro, causado por um impacto em uma zebra qualquer. Como as zebras são gente boa e não dão coices sem serem provocadas, jogaram a culpa pelo chassi capenga no colo de Sebastian.

Vamos ver em Barcelona como o carro se comporta porque a pista é semelhante ao circuito de Silverstone: rápida e o clima vai estar (literalmente) quente.

Tem muita gente apostando que o piloto lemão sai de mamã Ferrari antes do final do campeonato. 
Eu acredito que, dependendo das negociações pela quebra do contrato, tal fato ocorra. 

terça-feira, 12 de maio de 2020

O COZIDO ESTÁ PRONTO

Esta frase, se dita bem alto, provoca correria dos esfomeados à mesa.
Ou não. Se a frase for de dona Gertrudes haverá um silêncio sepulcral seguido de "não estou com fome".
Mas, normalmente a rainha da mansão, com esses pratos, provoca o fim de dietas/regime e etc.
Sempre digo que "amanhã retomo". Não sei porque todos riem.

Enfim, temos uma notícia sacolejante vinda do forno de mamã Ferrari.
Vettel deixa a equipe no final da temporada, se é que vai haver.
A saída do lemão era mais que esperada pelo cozimento perpetrado na cozinha escaldante de Maranello. Depois de vários chutes por debaixo da mesa ficou claro que a dupla de pilotos de mamã não se bicavam. Por mais sorrisos amarelos na tentativa de disfarçar.

Em verdade não houve capacidade da equipe em gerir a convivência entre um piloto consagrado e o monochatoguesco Leclerc. (não sei muito bem o porquê mas, sinto um ar de falsidade no moleque).
Tourear egos nunca é tarefa fácil. A F-1 é pródiga neste quesito.
Puxando o fio, como exemplo, Sebastian enfrentou um novato bão de braço lá nos Toro Seniores. Um tal de Daniel Ricciardo. Saiu fora indo para mamã. Daniel, por seu turno, foi obrigado a aguentar um fraldento que encantou Helumt "hammer" ganhando a preferência da escuderia. Foi para a Renault.

Assim é a vida. Hoje um é cozido, amanhã é outro.

Agora o povo quer saber Quem substituirá o lemão?
Lógico que será alguém que não vá fazer sombra (não no início, pelo menos) ao monochatoguesco.
Ele é o queridinho e vai ter toda a atenção do mundo.
Falam em Ricciardo (hummmm, não), Carlos Sainz Jr (hummmm, pode ser), Rubim (hummmm, perdeu o telefone de Matia) Felipe Massa (hummmmm, está "aposentado" de fato), e tantos outros.

Não podemos esquecer de Fernando Mimadon Alonso que (dizem) já se ofereceu quando sentiu o cheiro do cozido.
Mas, temos que ter em mente que saiu da Ferrari em 2015  queimando pontes.
Para piorar seu escudeiro Briatore (o famoso Britadore) declarou que a equipe não conseguiu desenvolver um carro à altura do espanhol (uáu!). Mamã, segundo o malucão tinha inveja da capacidade de Mimadon.
Com isso nosso favorito à vaga vai ter que rebolar para conseguir um lugar.
É nosso favorito porque adoramos ver o circo pegar fogo.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

DEFECADA SOBRE DEFECADA

Tião Vetor não se ajuda. Ele e mamã Ferrari estão sob uma saraivada de críticas pela péssima gestão de crises e o lemão ainda dá um tiro no pé nos treinos que não valem porra nenhuma para a corrida de Áu-Áu-stin.

Carlinhos Lacraia saiu da pista, voltou trazendo bostritos, situação que ocasionou bandeira vermelha.
O piloto da Ferrari não diminuiu a contento a velocidade levando uma punição de três posições na grelha de largada. Uma senhora cagada. Dessas de interditar meio quarteirão.

O regulamento é besta? É, mas, aí está.
Todos tem a obrigação de conhecer e respeitar. O cara está num treino que não vale nada e não reduz a velocidade. Ou burrice, ou burrice.

Escovão Cocô levou uma punição idêntica para o GP do Japão mostrando que os "home" não estão para brincadeira.

Durma-se com uma situação dessas....

terça-feira, 18 de setembro de 2018

ACABADO

O título e Vetor.
Quarenta pontos separam o estabanado lemão e Hamiltão no campeonato deste ano.
Em Cingapura mamã Ferrari parecia dar as cartas. Mas, na hora do vamu vê, o inglês fez a pole e Mad Max o segundo tempo. Vetor ficou em terceiro. Por sinal, o pódio do dia seguinte.

A corrida foi um espelho do que tem ocorrido ultimamente. Quando não se esfrega em alguém, ou bate sozinho, como na Alemanha, Tião sofre com a estratégia de merda. Trocou pneus cedo demais, optou por um composto que não permitiria ser competitivo até o final da prova e, ainda por cima, voltou atrás do famoso Chapolin Perez. Vacilou ao ultrapassar o maluco, perdeu o segundo lugar para Mad Max e bye bye campeonato.

Em verdade faltou confiança na pilotagem. Tantas defecadas passadas fizeram com que Vetor adotasse um ritmo de "não posso fazer besteira". Ou seja, mais lento que o normal.

Tudo combinado com um momento fantástico do caras e bocas inglês nos leva a crer que assistiremos muito mais cenas teatrais bem ao gosto de Hamiltão. Ele pensa (como Villeneuve já disse) que está em Hollywood. Um saco. Depois da pole fez aquela pose como se rezasse aos céus. Oh, céus.

Enfim, leio que Tião declarou que nada está perdido. Basta ganhar todas até o final da temporada. 
Nem ele acredita nisso.

Conversa para boi dormir.

"vamos vencer todas"


sábado, 22 de outubro de 2016

CANDIDATO A LAMBÃO

Nesta época de eleições (blargh!) vamos ao candidato ao leitão porcamente assado de dona Gertrudes.
Em meio aos rumores sobre renovações/contratações envolvendo os pilotos da F-1, corre o boato que Vetor tiraria um ano sabático em 2017. Má ou mê como Butão.
Sabemos que Butão não volta mais. Conta com 36 anos de idade e um monte de garotas querendo seu telefone. Inclusive Mariana.  Essa história de "descansar" um ano, no caso dele, é coisa para inglês ver. Como ele é inglês tudo se encaixa.
Já no caso de Vetor a coisa muda de figura. O sujeito tem 29 anos de idade, fogo no rabo (eh eh), e muita lenha para queimar. Mudou para a mamã Ferrari na hora em que Sorrisão sentou no colo do Toro e ofuscou toda a história do lemão. Lógico que nós entendidos (ah ah) de F-1 vislumbramos uma certa má vontade dos Toro Seniores com Vetor que venceu e aconteceu na equipe chifruda. Coisas da categoria. Não sabemos o que rolou nos bastidores mas, Vetor ficou sem espaço O blog até anunciou sua saída após uma quebra esquisita (tenho preguiça em pesquisar o post).
Chegou na casa de Mamã Ferrari, como se diz, chegando. Ganhou corrida e distribuiu sorrisos, simpatias e tudo o mais.
Mas. Ferrari é mamã Ferrari. A equipe é dirigida meio que aos trancos e barrancos. Recebe um caminhão de alfacinhas só para participar do campeonato e vive dando cabeçadas em termos de veículo. Como se não tivesse dinheiro suficiente para contratar/construir um senhor veículo.
Veículo diga-se de passagem, aquela coisa com quatro rodas que anda mais que os outros.
Mamã Ferrari anda apanhando em termos de competitividade e hoje apresenta um carro que desaba escadaria abaixo Esta situação afeta um piloto acostumado a sentar em bólidos confiáveis e rápidos e velozes e vencedores e etc.
Nem vou falar da estratégia cotidiana. Aquela que vemos no calor da corrida. Aquiíabene é todo caras e bocas e uma merda frita na hora da estratégia. Nós do blog, que entendemos para cacete da bagaça, ficamos zapeando sobre "que bosta estão fazendo?". Fora dona Gertrudes que berra nos ouvidos, via telefone, deste que vos tecla. Coisas tipo "o que este porra de galã dos anos quarenta está fazendo? Cadê o comendador para botar ordem nesta porra? Porra!".
Enfim, Vetor é um puta piloto destruído por uma puta (no sentido stricto sensu) equipe.
Sobra nosso querido Vodkanem que não está nem aí para a situação. Senta, corre, e, encanta.
Mas, Vetor está incomodado. Não é de hoje que parece um maluco de primeira volta. 
Amanhã, é um sério candidato a ser o lambão da corrida. Naquela primeira curva à esquerda com  freada em ponto cego. 
É ver para crer.

"É sangue nos zóio, Luizão!"


sábado, 6 de agosto de 2016

ATÉ TU, VÉTUS?

Antigamente era comum pilotos confundirem a última volta como se não houvesse amanhã e dar mais um giro com o de pé embaixo. Não avistavam a bandeira xadrez. Afinal, não havia rádio e a contagem de voltas poderia ser precária. As placas de informação das equipes não eram oficiais. Ou seja, pelo sim pelo não pé embaixo até a certeza de fim de prova.
O contrário também acontecia. Pilotos tiravam o pé ao cruzar a linha na penúltima volta acreditando no fim da corrida.
Eu disse acontecia? 
Vetor cruzou a linha entrando na última volta e está tão de saco cheio com mamã Ferrari que acreditou no término da prova.
Tirou o pé, ligou para o bar mais próximo reservando mesa, distraiu-se mudando o rádio para alguma FM com músicas para baixo astral e acabou saindo da pista. Quando voltou notou um monte de carros acelerando. Num primeiro momento pensou que estavam com pressa para pegar uma mesa melhor que a dele. 
Aparentemente, pela luz vremeia no volante, alguém berrou em suas orelhas "que pássa?" 
Acelerou e terminou em quinto onde estava. Meno male que os carros velozes eram retardatários.



domingo, 29 de março de 2015

QUEQUEFIZ?

A saída de Mimadon de mamã Ferrari tem contornos de novela mexicana. Na verdade, foi nebulosa.
Montedemerda deu uma entrevista no ano passado que ele deveria sair se mamã não entregasse um carro decente.
Em verdade havia uma cláusula sobre pontuação, lugares em shows do Reibeto Carlos nos cruzeiros da vida, camarotes no desfile de escola de samba em Castanheira do Centro, água de côco (ou cocô, ou coco, nunca sei do acento) colhidos em menos de 24 horas na ilha da Conceição, primeira fila no espetáculo do Molha Rougido e coisitas do gênero.
Como dizem, El Mimadon exerceu o dito e escrito no contrato.
Mas, a frase do cappo soou como  uma declaração de incompetência em relação ao que uma equipe de competição deve construir. Bons carros e boas relações com seus empregados.
Na minha opinião mora neste ponto a questão da saída de El Mimadon.
Ele ultrapassou a linha do bom senso e fez valer as alfaces que levou para os italianos. Passou a mandar e não soube agregar a equipe em torno de seu interesse maior que é provar ao universo que é o gostosão dos gostosões. Mas, o caminho para tanto não é pisar em pescoços amigos. Mimadon é uma pessoa que (como dizem) se acha. Comparado ao Shushu (vulgo Michael Schumacher) vemos que este soube, vamos dizer, ficar na dele. A equipe de mamã Ferrari orbitava em torno de seus interesses ou mesmo caprichos. Creio (até com quase certeza) por questões contratuais. Desde o capacho do Edie Irvine até rubim. Shushu, na minha opinião, era um piloto comum que surgiu na hora errada (morte do Ayrton) e lugar certo (F-1 precisando de um piloto "gênio" pós Senna).
Ganhava corridas e campeonatos sem precisar mostrar (na verdade era escondido) sua arrogância.
Havia uma blindagem em torno do lemão. Blindagem que caiu por terra quando voltou a correr pela dona Mercedes. Surgiu então, o verdadeiro shushu. Piloto comum que nem conseguia ser mais rápido que roseberg, seu companheiro de equipe.
Mas, isso é motivo para outras conjecturas.
Nosso foco é El Mimadon e o fato que perdeu espaço na mamã Ferrari. A relação ficou insustentável porque Mimadon cansou em dar declarações dizendo ser o the best entre os bestas e não ganhava nada porque tinha um lemãozinho conduzia o melhor carro do grid. 
Conclusão: o best não tinha carro porque a besta da mamã Ferrari não era competente para tanto.
Acrescentem as declarações de Montedemerda e pimba, tchau belo.
A escolha da nova equipe não poderia ser pior. 
Havia brigado com dona McLaren, tempos atrás, feito uma barraqueira de cortiço (preconceitos à parte).
Mas, pensem no grid de 2015. As opções reais apontavam para a equipe em que está. Mesmo porque a parceria antiga McLaren/Honda vencia tudo e todos.
O que Mimadon não esperava, nem nós, é que o começo fosse tão trágico.
Tanto que apostei em um ano sabático após o choque nos treinos em Barcelona.
Na corrida da Malásia Mimadon acabou abandonando. Mas, fiquei com a impressão de que abriram as porteiras de seu carro e Butão para que tentassem algo digno. Um abandono numa boa posição. Os dois tiveram problemas e saíram antes do final.
E, essa situação toda levou-se a algumas reflexões. Se Mimadon fosse mais humilde e pensasse (ou alguém pensasse por ele) no futuro, não teria saído do colo de mamã Ferrari. Uma equipe cheia de dinheiro em uma F-1 falida. Não ficaria, a Ferrari, por baixo tanto tempo assim. Tanto que veio toda reformulada para 2015.
Dispensaram Matattuci antes mesmo que ele esquentasse a cadeira. Hoje o cappo é um cara que tentou fazer caras e bocas na vitória de Vetor. Não vibrou nem quando o lemão cruzou a linha fazendo zig-zag. Mauricio Aquivabão, no entanto, parecia prestes a ter uma síncope no cercadinho onde os pilotos param os carros antes de ir ao pódio. Ele precisa aprender com Vodkanem que, tudo bem em ser gelado mas, uns berros de alegria de vez em quando evitam infartos.
Vetor caiu na equipe certa na hora certa. Motivo para um futuro post.
E, motivo para Mimadon dar centas cabeçadas na parede. Levou sua relação com mamã Ferrari a um ponto insustentável e saiu na hora errada. Ganhamos nós.

"devolve meu carro, fidapu!"

domingo, 22 de abril de 2012

BAHREIN EM GOTAS



Não escondo que acho constrangedor essas cenas em que os três primeiros colocados passam por esta espécie de corredor polonês.
As meninas, pelo menos a maioria, certamente não sabem o significado desses carrinhos feiosos em disparada pelo circuito.
Mas, virou moda no circo da F1. Na foto o granja e o corredor.


Felipe Massa acusando o calor.


Raikonnen esfuziante com sua volta ao pódio.


O outrora ranzinza Vettel dando lugar ao Vettel que gostamos de ver.

sábado, 14 de abril de 2012

TECNOLOGIA CONTRA

Os carros de F1 hoje em dia são, como diria o chefe do blog, plastificados.
Meninos de lata mimados. Não são de lata, mas deu para entender.
Quando chegam aos boxes são recebidos por uma verdadeira equipe médica. Colocam ventiladores para refrigerar os radiadores, cobertores para os pneus, gelo seco para o show ficar mais feérico e por aí vai.
Perceberam que não falei do piloto?
O coitado fica lá dentro do cockpit observando tudo e esperando sua vez em ganhar uma garrafinha do patrocinador cheia de algum liquido horrível.
A aerodinâmica nem se fala. De vez em quando a gente aqui do blog se diverte dizendo que o carro ficou mais veloz quando alguma peça é arrancada por algum esbarrão.
E, não é incomum, as peças simplesmente saírem do carro por estarem mal ajustadas.
As asas dianteiras são, hoje em dia, um espetáculo à parte.
Com mais detalhes que uma obra de arte rococó.
Vejam o desenho da polêmica asa dianteira da dona Mercedes.
Ela contém o tal duto que joga o ar coletado pela abertura da asa traseira e faz com que a dianteira deixe de exercer seu papel de forçar o carro para baixo. Ou seja, estola a asa dianteira.
Meio doido de entender e nem sei se funciona bem em corrida. Vamos descobrir, espero, lá onde o Judas perdeu a China poluída.
Se dona Mercedes se der bem todos vão copiar a revolucionária asa.
Essa busca pela velocidade e o uso de componentes que, cada vez mais, afastam a condução do carro como atributo da vitória tira o brilho da competição.
Nos treinos oficiais para o GP da China atribuem o fato de Uéber (sétimo no grid) andar na frente do Vetor (décimo primeiro) a um novo escapamento instalado só em seu carro e não, por exemplo, o Tião estar um tanto desinteressado em andar forte (o que ocorre, na minha opinião).
Penso que deveria haver um limite para a tecnologia de modo que o piloto não se torne um mero apertador de botão.

domingo, 28 de agosto de 2011

TILT

Esta é a última volta da corrida.
A imagem é do carro do vencedor, Sebastian Vettel.
Notem que o painel indicador de marcha, velocidade, previsão do tempo, facebook, MSN, radar, mira, telefone e etc, está com tilt.
Não dá para saber se o carro está comemorando a vitória vibrando suas luzinhas ou se ia dar um pau geral logo mais.
De qualquer maneira o vetor venceu.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

MOMENTO PASTELÃO

A F1 começou o fim de semana com um treino na sexta feira lá no Canadá.
No primeiro treino o vetor resolveu testar o tal do muro absorvente, segundo alguns especialistas.
Seria absorvente com abas ou sem abas?
Brincadeiras à parte a batida não teve grandes conseqüências a não ser tirar o piloto alemão da brincadeira.
Mas, vejam no vídeo a cena engraçada do fiscal caindo de boca no chão.
Chamam isso de roubar a cena....

domingo, 29 de maio de 2011

TROCA ZONEADA

A troca dos toro vremeio.
Hoje resolveram aportuguesar (com perdão aos lusitanos) a troca.
Bateram cabeça que é uma beleza.
Vejam que um mecânico grita para outro.
“Tio, que faço com essa bolacha enorme?”
No final, com a troca do Uéber, outro grita “assim num dá!”
As frases foram mais ou menos assim, segundo dona Gertrudes sempre grudada no fone universal (direto até com San Pedro) e na garrafa de vodka.

Na minha opinião a zona foi ocasionada pela entrada precipitada do Vettel.
A equipe esperava o Weber.
Por isso, o mecânico não sabia o que fazer com o pneu que não era para aquele carro.

sábado, 28 de maio de 2011

MOMENTO DESCONTRAÍDO

Essa é a imagem que a concorrência tem do Vetor nesses últimos tempos.
Só enxergam a, digamos traseira do moço.
Este post foi inspirado na gargalhada da Mariana.
Ela não entende nada de F1 mas sabe rir de situações hilárias.


VETTEL E A OBVIEDADE

Finalmente, a volta da pole.
Como já foi dito, ou escrito, a prima dona alfonsina dominou os treinos extra oficiais.
Mas, como diria o poeta, treino é treino.
Vettel foi lá e não tomou conhecimento da rapaziada.
Ainda passou por um carro mais lento na área da piscina.
Vale registrar que o Hamilton não tinha tempo quando da batida do Pérez.
Saiu quando faltavam dois minutos e qualquer coisa e acabou em sétimo.
Conhecendo o menino como a gente conhece amanhã vai ter show do Luis

segunda-feira, 11 de abril de 2011

EXAGEROS

Eu ia fazer um comentário ao post do chefe do blog, mas, resolvi fazer um mini post.
Também não gosto de pneus que esfarelam só de olhar para eles.
Não há estratégia que acomode tantas variáveis.
Ninguém sabe ao certo o porquê do carro do Hamiltão gastar tanto pneu.
Virou loteria.
Tudo isso e ainda por cima asas que abrem e fecham e que não funcionam muito bem.
A prima dona teve as asinhas quebradas que não abriam depois de algum tempo de corrida. Isto deve render alguma bronca da mamã Ferrari no sentido de se proibir esta bobagem.
O Kessaco transforma os F1 em carrinhos de fricção e os pilotos em meninos que tem que prestar atenção no uso em conjunto com as tais asas que abrem, mas, só em determinadas situações.
O narrador fica explicando o tempo todo as luzinhas e o gráfico e a gente nem presta atenção na pilotagem que é o que interessa.
Enfim, o vetor anda muito porque se adaptou, ou se adaptou porque anda muito?
Uma coisa esta garantida: ou ele continua ganhando e escondendo o Kessaco ou o duende grisalho (que está muito quieto) aperta o botão rosso.
Em tempo: ficou gozado "esconder o Kessaco".

sábado, 26 de março de 2011

NOVIDADE?

Uma rapidinha porque este fim de semana é complicado por causa da zonab.
Já descobriram a "porva" quando ao desempenho dos touros vermelhos
Kers light, que só funciona na largada e portanto, não tem nada com a classificação de ontem, asa que abaixa mais que o permitido e etc.
Dona mamã mafiosa Ferrari está ansiosa para ver os touros irem para o matadouro já que vive de implicar com o sucesso dos outros.
Tudo isso, em relação aos touros tem um problema.
Só funciona com o vetor?
O uéber não andou tudo isso.
Portanto, podem esperar que logo logo vão descobrir que o vetor tem um dispositivo especial que aliado a muito chucrute e repolho podre, proporciona um ganho de velocidade devido ao pum atômico que além de impulsionar o carro reta adentro nocauteia os adversários mais próximos .