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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

DEFECADA SOBRE DEFECADA

Tião Vetor não se ajuda. Ele e mamã Ferrari estão sob uma saraivada de críticas pela péssima gestão de crises e o lemão ainda dá um tiro no pé nos treinos que não valem porra nenhuma para a corrida de Áu-Áu-stin.

Carlinhos Lacraia saiu da pista, voltou trazendo bostritos, situação que ocasionou bandeira vermelha.
O piloto da Ferrari não diminuiu a contento a velocidade levando uma punição de três posições na grelha de largada. Uma senhora cagada. Dessas de interditar meio quarteirão.

O regulamento é besta? É, mas, aí está.
Todos tem a obrigação de conhecer e respeitar. O cara está num treino que não vale nada e não reduz a velocidade. Ou burrice, ou burrice.

Escovão Cocô levou uma punição idêntica para o GP do Japão mostrando que os "home" não estão para brincadeira.

Durma-se com uma situação dessas....

terça-feira, 27 de outubro de 2015

A CORRIDA

O GP de Austin naquele país grande e bobo foi bastante movimentado. 
O restinho da Patrícia Furacão (só que não) animou o início por causa da chuva.
Mostrou que todos sabemos: os toro vremeio oficiais tem um bom chassi e uma bosta de unidade de potência. Chegaram  mesmo a andar na frente com Ricardão Sorrisão. Daniel Kuajato andou mais fora da pista do que dentro. Reclamava dos freios mas, não tirava o pé. Então, frequentou o acostamento como ninguém.
Quando a chuva passou a falta de velocidade em reta ficou patente. Foram "jantados" por todo mundo.
Tivemos as McLarens andando (quase) como gente grande. Butão andou proporcionando boas brigas e fez valer seu estilo e experiência chegando em sétimo. Claro que adoramos ver Mimadon se arrastando nas últimas voltas. Perdeu a décima posição na última, por sinal.
Agora, esse grid atual da F-1 deixa muito a desejar. Uma categoria que pretende ser o espelho em termos de esportes motorizados não pode se dar ao luxo de ver, em resultado final, um carro que chegou arrastando em décimo primeiro e um cacareco em décimo segundo. O resto quebrou ou bateu. No caso de Kuajato, pelo que entendi, bateu porque não tinha freios. Tem sido recorrente as quebras de carros que poderiam render mais e abrilhantar o espetáculo.
Enfim, parece que finalmente os donos do circo estão pensando em se movimentar. 
Vamos ver o que acontece.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

CABÔ

Como era de se esperar o campeonato de 2015 já tem dono.
Todos sabíamos que seria disputado pelos dois pilotos de dona Mercedes.
Por um motivo ou outro (principalmente linguagem corporal quando a TV focaliza os chefões) a equipe prefere Hamiltão.
Percebe-se que Roseberg sente a pressão em ter um companheiro melhor que ele (verdade seja dita) e lidar com o fato dele ser o escolhido. Pelo menos por Mickey Ladas que nunca escondeu a predileção pelo inglês. 
Enfim, entre marchas e contramarchas lá se foi o título para a lareira do Luis.
Antes de comentar a corrida propriamente dita uma reflexão.
Um grande piloto deve dar exemplo, principalmente, de humildade. Schumacker é dono de tudo isso e tudo aquilo na F-1 em termos estatísticos. Mas, não desperta a paixão que outros despertaram ou despertam. Fazia um tremendo esforço para não rebaixar seus companheiros de pista, pedante que era. Nem sempre conseguia. Mimadon é outro. Os homens da TV o adoram mas, o grande público prefere Raikonem (o calado). Foi, pelo menos, o resultado de uma enquete a nível (a nível, é horrível) mundial promovida pelos mandões da categoria.
Não sabemos o que rolou entre os pilotos de dona Mercedes antes durante e depois da corrida em termos de entendimento. Digo logo depois da corrida.
De cara,  Hamiltão, na primeira curva espalhou o carro na ultrapassagem sobre Roseberg numa atitude feia. Eu, se fosse o alemão, deixaria bater.
Mas, Kico preferiu evitar o choque e caiu lá para trás. Depois, circunstâncias o colocaram na frente da prova faltando pouco para acabar e acabou por errar jogando a corrida no colo do inglês.
Totalmente desnecessária, portanto, a atitude ridícula e provocativa do inglês em jogar o boné para o alemão que já estava para baixo o suficiente. 
Não é à toa que a rainha da mansão chama Luis Hamiltão de "filhote de Shushu".