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sábado, 30 de novembro de 2013

LAMBÃO EM INTERLAGOS

Sempre dizem, nas transmissões, que os pilotos tem pouquíssima visão externa quando estão mandando ver na pista.
Capacete, cockpit apertado e, hoje em dia, as laterais altas. Fora a miopia e coisas afins.
Temos também as condições de pista: chuva, poeira, fumaça, poluição, mulheres nuas à beira da pista, a novela passando no telão, aclives, descidas e tudo o mais.
Agora, no GP de Interlagos de 2013, massinha de modelar demonstrou uma, digamos, falta de atenção.
Cometeu uma senhora barbeiragem, passando por onde não deveria, porque não prestou atenção no quadro de avisos.
Por esta, leva o leitão da última quermesse do ano.
Quem conhece Interlagos sabe que ele estava numa leve subida com visão deslumbrante da pista.
Não tem desculpa e a mãe do fiscal também não.
Se a ordem de não "invadir" a faixa quadriculada é bobagem ou não, deveria ser discutida antes da corrida. Se alinhou e largou sabia, ou deveria saber, que era proibido fazer o que fez.


Dona Globo mostrou o quadro de avisos. Tava lá, desenhado, aqui não pode.

domingo, 26 de maio de 2013

OS ESTÚPIDOS!

Uéber se referiu a eles como "maníacos da primeira volta".
Hoje, Kiwi Vodkanen disse que o "estúpido" iria estragar a corrida dele.
Por aí um post intitulado "Avant-Premiere?" sobre Romã da Granja.
Pois estes três pilotos pagantes se destacam pelas idiotices que fazem quase todo fim de semana.
Romã da Granja, Chapolin Perez, e Pastor sem ovelhas.
Todos com os cofres cheios de ouro para conseguir lugar em alguma equipe.
Chapolin fez que fez e a batida em Kiwi foi anunciada. Já haviam cortado a chicane (a mesma de Alfonso) mas, como ambos cometeram a irregularidade ficou por isso mesmo.
Mas, Chapolin é persistente. Perpetrou uma burrice sem tamanho forçando a barra que resultou num pneu furado de Vodkanen e seu abandono. Levou as orelhas de burro como troféu.
Diga-se de passagem que Kiwi, numa recuperação fantástica e digna de nota, caiu para 16º e último lugar (ou algo assim) e chegou em décimo marcando pontos pela caralhada vez. 



Romã da Granja estava calmo quando no fim da corrida fez algo como tentar passar pelo pobre Riatchimcardo como se ele não existisse. Levou dez posições para trás na próxima corrida.


Já nosso Pastor sem ovelhas pode ser beneficiado pela dúvida. Afinal, o que couve? Forçou a barra ou foi vítima? Que levou um baita susto levou.


Tá certo que eles fazem a alegria do pessoal do guincho, mas, passou da hora de adquirirem um pouco de juízo nas cabecinhas ocas.

domingo, 24 de março de 2013

A EXPLICAÇÃO

Buenos. O mimimi de Uéber no ponto de refresco antes do pódio e após a corrida tem explicação.
Vetor desobedeceu ordens dos toros vremeio e ultrapassou o australiano.
Bastião pediu desculpas tal e coisa.
O pódio foi de uma alegria só.
O primeiro e segundo vencedores deveriam estar trocados e o terceiro, Hamiltão, nem deveria estar ali, uma vez que Roseberg, ao contrário de Vetor, obedeceu e ficou amargando um quarto lugar quando era mais rápido que o inglês. Então, a champã teve um gosto de limonada estragada.
Na questão de obedecer ordens já vimos este filme. Senna sempre vazia o que dava na telha ignorando os mimimis de  Prost (ituto) quando eram companheiros de equipe. Por essa e outras o clima entre os dois era sempre de trovoadas e puxadas de tapetes.
Cá entre nós detesto esse negócio de "tragam as crianças para casa" que aquele global adora repetir.
O scambáu!
Piloto que é fodão faz o que Vetor fez. Uéber, que levou uma volta inteira para ultrapassar prima dona com asa quebrada, não é um piloto aguerrido na hora que deve ser. Ora, quando sentiu o bafo quente do faminto companheiro de equipe tinha mais é que acelerar. Mais, chegou quatro segundos atrás quando todos imaginavam que iria partir para a briga o final quando, teoricamente, teria pneus mais inteiros que os de Vetor.
Enfim, essa história vai dar o que falar e pelo menos a gente tem o que comentar.
Até a China, em 14 de abril vamos ter assunto.

notem a alegria esfuziante
 Prima dona deu aquelas declarações de sempre, mas, disse que não podia ver a asa de dentro do carro (o que é verdade) e seguiu adiante por ordem da equipe, pensando em parar duas ou três voltas depois e trocar, além da asa, pneus.
Ou seja, disse que o cego não foi ele.

"a burrada não foi minha"