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sexta-feira, 13 de novembro de 2020

TÉDIO NA TELA

 Dona Bobo, quero dizer Globo (bobo somos nós), anunciou que não iria renovar o contrato de transmissão com dona Liberdade (a tal) acerca da F1.

Até que fiquei feliz porque ultimamente a transmissão é uma bosta. Acaba a corrida e você é convidado a migrar para uma página da internet (penso que paga) para ver o pódio. Um desrespeito total.

Mas, quem assumiria? No imbróglio entrou a renovação do autódromo de Interlagos. Tudo vencendo e negociações complicadas. O chefão de dona Liberdade é um tal de Chase (bigode ridículo) Carey. Um braço duro.

Lógico que entra em cena o presidente e uma tal de Rio Motorsport, um conglomerado com dinheiro vindo não se sabe de onde. A gente sabe mas, é melhor não comentar. Pois é. O mandatário supremo desta merda toda está preocupado em enfrentar o governo de sampa (o estado) por conta das eleições presidenciais e garantiu a F1 lá no Rio de infortúnios janeiros. Não tem autódromo por lá. Jacarepaguá foi destruído. Sem problemas. Vamos construir um num lugar de preservação ambiental. Normal neste governo. 

 Então tá. O bigode sem noção até posou com a "turma".


Não. Não tem algemas na foto.

Bom. Resumindo: não existe outra TV aberta com a capacidade de dona Globo. Falaram que a TV Cultura aqui de São Paulo iria transmitir a bagaça. Lembrando que lá atrás havia a transmissão também pela Cultura. Muito boa, por sinal.

Mas, o tempo passou e a categoria máxima (ah ah) exige amplitude nacional que só a Globo tem.

Correndo por fora o governo de São Paulo, ao que parece, renovou o contrato e Interlagos estará nos calendários vindouros.

Dona Liberdade ficou num mato com cachorro brabo. Meteu seu próprio rabo entre as pernas e voltou a negociar com a Globo. Que, agora, vai fazer enorme ânus doce para renovar.

O bigode, que está louquinho para entregar o cargo, ficou com cara de tacho e, se bobeou, "perdeu" a carteira depois da foto.

Quem ri disso tudo é o papi/avô Eclestone. Negociar é com ele.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

VELHO GAGÁ

Todo começo de transmissão da F1, com o Gavião da rede Bobo narrando, eu envio zap zap para o chefe do blog com os dizeres "galvão está gagá". Na verdade escrevo coisas piores.
Sinceramente penso que deveria se afastar da F1 uma vez que nem presta atenção no que acontece no mundo atual da categoria. Bobagens sempre disse em parceria com o Leme (outro que cansou). Graças às besteiras da dupla vou começar a procurar meios alternativos para acompanhar as corridas. Antigamente abaixava o som da TV e ouvia pela Jovem Pan e o velho barão. Hoje nem rádio temos. Mas, vou providenciar.
O que queria escrever sobre o dito, no entanto, está aqui no blog de Flavio Gomes que não é exatamente uma unanimidade do nosso blog.
Como dizem por aí, matou a pau. Percam um pouco de vosso tempo e leiam.


"Cumá?"


quarta-feira, 24 de abril de 2013

ASAS CORTADAS

Também deu o que falar o problema "asal" ocorrido com prima dona alfonsinha.
No passado outros tiveram problemas com asas que abriam e não fechavam. Se não me falha a memória Shushu abandonou uma corrida por esse problema.
Acredito que, como muitos outros, esse negócio de asa e pum atômico (Kers) que são novidades introduzidas para dar, vamos assim dizer, mais movimentação às corridas com o aumento das ultrapassagens são uma maneira de entendiar a disputa.
O coitado que vai à frente não pode fazer nada para evitar a ultrapassagem. Se rebolar demais é punido. Então fica feito boi no matadouro.
Cadê a graça?
Os pilotos tem que saber conduzir seus carros, sabendo a hora de poupar o equipamento e a hora de apertar o da direita. Quem não for cerebral faz bonito durante umas vinte voltas no máximo, e, acaba em último.
Enfim, o que ia dizer é que fiquei muito feliz com o problema do espanhol pedante. Não escondo.
Não havia reparado na primeira vez em que a asa continou aberta. Só quando o problema foi mostrado pela transmissão e o piloto preferido de mamã Ferrari foi chamado aproveitando para trocar pneus além de levar umas pancadas na asa.
Assistindo, novamente, a corrida percebi que ele deu umas quatro voltas com a dita escancarada.
Em primeiro lugar é de se estranhar que o cara conseguisse andar na parte de baixa velocidade da pista sem total aderência da parte traseira do carro e não perder posições. Talvez, tenha tido um desgaste maior que os outros em relação aos pneus. Mas, só entrou para os boxes depois que a TV mostrou em close o problema em seu carro.
Pelo regulamento não poderia andar com a asa aberta sem punição. Estranhamente ninguém cogitou em punir o espanhol por ter andado tanto tempo com a asa aberta.
Sei lá.
Por outro lado andaram criticando o fato dele ter tentado abrir a asa novamente sabendo do problema.
Nesta parte concordo com sua atitude. Ora, não era possível saber se o problema continuaria. Da maneira como foi tratado, na base da porrada, o negócio era tentar usar outra vez. Ninguém tinha idéia da extensão do caso. Se ferrou, no entanto. A asa não fechou, teve que retornar os boxes e a pobrezinha levou outras porradas para entrar nos eixos. Daí em diante ele não tentou novamente.
Mas, e sempre existe um mas, vimos que ele chegou grudadim na traseira de seu melhor amigo. O Uéber.
E se (e sempre existe um se) ele abrisse a asa na penúltima volta?
Provavelmente passaria Uéber num dos pontos em que era possível o uso da asa aberta. Sem contar o fato que o piloto australiano nem tentaria manter a posição. Seria punido?
Sei lá.
red bull te dá asas abertas

terça-feira, 31 de julho de 2012

TROFÉU

Leio aqui que uma das condições para que Hamilton renove contrato com a McLaren é levar os troféus originais para casa.
Mesmo aqueles em forma de bosta.
Uma das minhas curiosidades acerca do mundo da F1 sempre foi o destino dos troféus e dos carros antigos.
O destino dos carros é fácil porque vira e mexe alguém surge com um modelo antigo.
Alguns goiabas compram carros de F1 aposentados e fazem questão de arrebentar os pobrezinhos em algum muro pelo mundão véio afora.
Já os troféus eram um mistério.
Será que aqueles que aparecem na TV de vez em quando são os originais?
Pelo visto, nem sempre
Se Hamilton não tem acesso ao que tem de direito neste quesito imaginem um piloto de menor quilate.



 Se ele quiser servir salada aos convidados com o original, o problema é dele nénão?