domingo, 30 de março de 2014

LOS TRÊS LAMBÕES (OU QUATRO)

E agora nossa escolha parcial e sem vergonha, como os vídeos, dos lambões da corrida.
Levam o leitão afogado de véspera no chuvão que antecedeu o treino oficial. Ele, o leitão, apareceu boiando perto do hotel onde Dona Gertrudes estava hospedada como correspondente virtual de uma fábrica de macarrão instantâneo. Aproveitou e ofereceu a criatura mal assada em troca de fotos como papagaio de pirata.
Enfim, vamos ao que interessa.
A melhor parte do leitão, o meio do bicho, vai para a equipe Toro Vremeio e a defecada na troca de pneus de Ricardão. Parece até coisa mandada pelo Vettel, ha ha. Só que os chefões da F1 aproveitaram a chance e deram uma ferrada no pobre Ricardão. Don Mimadon agradece. Um a menos para andar na sua frente.





Outro pedaço (parte dianteira) vai para a chamada lambada duas em uma. Na mesma cena, Julio Branco e seu branco. Outro que esqueceu onde fica o freio ou com ideia que a corrida tem uma volta só.
Em seguida, Magnificuzem se envolve com Kiwi Vodkanem. Para a parte interiorana do blog foi coisa de corrida. Mas, para os chefões não.
Então, Branco e Magnificuzem dividem parte do leitão.



Agora a pior parte (onde fica o intestino) vai para o mecânico sem noção da Sauber.
No vídeo podemos notar que Gugutierrez balança a cabeça inconformado com a falta de informação do mecânico que, pensando ser aniversário do piloto, assopra a roda dianteira como se fosse um velinha. Ainda chama o resto do bar da dona Sauber para ajudar. Em verdade, a situação mostra como um time que utiliza alta tecnologia age, em situações extremas, como time de várzea. O carro chega com problemas e eles não sabiam onde enfiaram aqueles secadores de cabelos gigantes que resfriam os freios. Acharam no banheiro de dona Mônica Kátembom.
Mas, aí a lambança cômica estava armada e levam o rabo do leitão.



MACHO MASSA

Virou motivo de telefonemas entre Barack Obama (que nome é esse?) e Vlad Putin (que nome é esse?) a atitude de massinha de modelar em peitar a equipe da dona Clara (a Williams).
Em certa altura da prova houve aquele famoso aviso pelo rádio que Bottas vinha botando para quebrar e que ele (massinha) saísse da frente para não atrapalhar o aparente gordim.
Massinha estufou o peito, empinou o nariz e do alto dos patrocínios que levou para a equipe ignorou a ordem e não cedeu a posição. Ponto para massinha de modelar. Não tem nada que ceder posição nesta altura do campeonato. Acham que aqui é a casa da mãe Joana?
No final, Bottas disse que poderia ultrapassar Butão se massinha desse passagem e ficou emburrado.
Engraçado é que a equipe de dona Clara (a Williams) não tem, ou tinha, o hábito de encher o saco de seus comandados com ordens ridículas. Deixavam o pau comer. Pelo menos até que um dos pilotos não tivesse mais chances de vencer o campeonato.
Como agora dona Clara manda na equipe (a Williams) mudaram os rumos da história. Para pior, sem dúvida. Começo a não achar a menor graça quando focalizam a dita nos boxes e seu blasé.  Para ser mais da periferia diria que ela passa a impressão do silêncio que precede o peidinho.


"puta que la merda. Esse foi um peidim molhado"

CAINDO NO RIDÍCULO

Vamos ao rescaldo do GP de F1 lá onde o Judas perdeu a Malásia.
A corrida, em termos de ultrapassagens e quetais, foi sonolenta. Sem emoções a não ser as especulações sobre quem iria quebrar ou por qual motivo os chefões iriam desclassificar os Toro Vremeio.
Até agora, quase nove da noite, ninguém foi desclassificado.
Porém, a F1 começa a ter atitudes ridículas em relação ao evento automobilístico propriamente dito.
Hoje tivemos, a meu ver, punições exageradas. Uma transcende  o GP malaio e deságua no próximo GP.
A equipe Red Bull fez defecada na parada de Ricardão. Ele saiu com uma roda dianteira solta (vejam no post lambões), parou imediatamente, foi puxado de volta e nada mais aconteceu. Quero dizer. Aconteceu. Alguém "sentou" em cima da asa dianteira do pobre Ricardão. Ela quebrou na pista, furou um pneu dianteiro e no final resolveram que era melhor ele abandonar antes que um meteoro caísse em sua cabeça.
Ele, não a equipe, foi punido com 10s nos boxes e ainda por cima vai perder dez posições no grid seguinte. Um baita exagero não há dúvidas. O piloto não tem culpa se um ceguinho o liberou sem ver o companheiro avisando do problema na troca da roda. Além de ver a corrida ir para o saco (estava em quarto) vai ter um belo incentivo na seguinte que também estará comprometida.
Kevin Magnificuzem também foi punido por um incidente de prova. Tocou o pneu traseiro de Vodkanem (também nos lambões), quebrou parte de sua asa, comprometeu sua corrida, ferrou a corrida de Kiwi que teve um pneu furado, levou cinco segundos paradão nos boxes e ainda dois pontos na carteira.
Já o Julio Branco mereceu a punição de cinco segundos e a perda de pontos. Deu um branco, ou sei lá, e o cara atropelou Pastor sem Ovelhas e sua capenga Lotus, essa, não aquela.
Esse excesso de punições (algumas sem sentido, como a de Ricardão) mostra uma tendência da atual F1 a engessar as corridas. Quem arrisca, ou comete um erro por excesso de entusiasmo, acaba com uma punição tão exacerbada que podemos prever corridas onde os caras largam e saem em alegres procissões até a bandeirada final.
Sei lá.
De resto, Hamiltão levou fácil, Roseberg foi assado em forno brando, Vettel está renascendo, Don Mimadon vai comendo pelas beiradas, incrível Hulk vai fazendo incríveis corridas, butão teve a sorte com o azar de Magnificuzem, Massinha de modelar vai merecer um post à parte, Bottas vai botar as barbas de molho, Magnificuzem é bão má não pode se tornar um maluco de primeira volta e Daniil (que nome é esse?) Kuajato é uma grata surpresa.



1. Lewis Hamilton        Mercedes                1min40s25
2. Nico Rosberg          Mercedes               +17.313s
3. Sebastian Vettel      Red Bull-Renault       +24.534s
4. Fernando Alonso       Ferrari                +35.992s
5. Nico Hulkenberg       Force India-Mercedes   +47.199s
6. Jenson Button         McLaren-Mercedes       +1m23.691s
7. Felipe Massa          Williams-Mercedes      +1m25.076s
8. Valtteri Bottas       Williams-Mercedes      +1m25.537s
9. Kevin Magnussen       McLaren-Mercedes       +1 volta
10. Daniil Kvyat          Toro Rosso-Renault     +1 volta
11. Romain Grosjean       Lotus-Renault          +1 volta
12. Kimi Raikkonen        Ferrari                +1 volta
13. Kamui Kobayashi       Caterham-Renault       +1 volta
14. Marcus Ericsson       Caterham-Renault       +2 voltas
15. Max Chilton           Marussia-Ferrari       +2 v
oltas

sábado, 29 de março de 2014

COTOVELO DOLORIDO

Desconfio que Vettel não é um cara simpático. Assim explicaria certas reações quando emite opinião.
A última diz respeito ao som dos novos carros da F1.
Lembro que, quando do primeiro treino da atual F1, os jornalistas chapa branca da dona Globo se apressaram em elogiar o som de vaca moribunda dos motores.
Um deles chegou a dizer que estava com saudades do silvo característico de um turbo. Só que demorou a arriscar o famoso "sobe o som".
O resto da humanidade, sem compromisso com contratos publicitários ou necessidade de puxar o saco de alguém para ter emprego, detestou o som.
Berne Aquistone é um deles. Também é manda chuva que não manda nada, pelo visto, na mesa de som da balada da F1.
Evidentemente o som está ligado ao tipo de propulsor que se usa. Hoje em dia é um motor V-6 turbo com punzões elétricos e tal.
Com isso os carros estão mais lentos e o barulho é mais baixo.
Então, tá.
Até aí morreu Tancredo e Ulisses está numa ilha cercado de beldades.
Mas, outro dia perguntado o que achava do som da F1 atual, Vettel disse que era uma merda. Disse também coisas legais que me remeteram ao ano de 1976, primeira vez que tentei ir a uma corrida de F1, em Interlagos. O relato está em algum lugar deste blog. Digo sempre ao chefe do blog que, daquela jornada inglória, o que restou foi o som. Como Vettel, minha maior lembrança foi o som. Fiquei com dor de cabeça só de ouvir os carros no warmup (naqueles tempos havia um treino domingo pela manhã). Os V-12 da Ferrari e Alfa (se não me engano os Matra que equipavam as Ligier) faziam doer até os ossos.
Pois bem, alguns urubus encheram Vettel de bicadas como se carniça fosse.
Massinha de modelar (!) e Mickey Lauda disseram que ele só reclama porque não está ganhando corridas.
Todos defendem as mudanças e Mickey ainda disse que sem elas a categoria iria para o brejo. Os fabricantes de motores, como Honda não voltariam e a Renault sairia. Salvo engano, os motores da Renault ainda não vieram para a nova F1.
Hoje, Vettel fez o segundo tempo e no fim do ano pode levantar o caneco mais uma vez. E vai poder continuar a achar o som uma merda. Não parece ser uma carniça a ser bicada.
Enquanto isso, Mickey Lauda só fala o que fala porque os motores Mercedes estão, momentaneamente por cima.
Já Massinha de modelar não acha o som uma merda. Mas, adora falar merda. Cresça e apareça.


"pensem antes de falar"

"pó deixá que eu chuto, dona Mercedes"

"hum! Será que deveria pensar antes de falar?"
  

PARA CONSTAR

Para constar as posições de largada para amanhã.
Se tudo correr bem a chuva vem durante a corrida e não próximo ao horário de largada, como no treino oficial, que atrasou 50 m. Assim, Vodkanem pode ir tomar sorvete no caminho de casa. Porque pela quantidade de água que caiu a situação vai ser igual à de 2009.
Não deixa de ser surpresa o segundo lugar de Vetor. O carro, pelo visto, ainda deixa passar o fluxo menstrual em quantidade acima do permitido além de não ser muito confiável. Vamos ver no que dá.
Bottas atrapalhou Ricardão e perde zilhões de posições. Só larga na frente daqueles que aparecem no fundo da foto, como papagaios de pirata.

1) L. Hamilton (ING/Mercedes) 1min59s431
2) S. Vettel (ALE/Red Bull-Renault) 1min59s486
3) N. Rosberg (ALE/Mercedes) 2min00s050
4) F. Alonso (ESP/Ferrari) 2min00s175 
5) D. Ricciardo (AUS/Red Bull-Renault) 2min00s541
6) K. Raikkonen (FIN/Ferrari) 2min01s218
7) N. Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) 2min01s712 
8) K. Magnussen (DIN/McLaren-Mercedes) 2min02s213
9) J. Vergne (FRA/Toro Rosso-Renault) 2min03s078 
10) J. Button (ING/McLaren-Mercedes) 2min04s053 
11) D. Kvyat (RUS/Toro Rosso-Renault) 2min02s351 
12) E. Gutierrez (MEX/Sauber-Ferrari) 2min02s369 
13) F. Massa (BRA/Williams-Mercedes) 2min02s460 
14) S. Perez (MEX/Force India-Mercedes) 2min02s511 
15) R. Grosjean (FRA/Lotus-Renault) 2min02s885 
16) P. Maldonado (VEN/Lotus-Renault) 2min02s074 
17) A. Sutil (ALE/Sauber-Ferrari) 2min02s131
18) V. Bottas (FIN/Williams-Mercedes) 2min02s756*  
19) J. Bianchi (FRA/Marussia-Ferrari) 2min02s702 
20) K. Kobayashi (JAP/Caterham-Renault) 2min03s595 
21) M. Chilton (ING/Marussia-Ferrari) 2min04s388 
22) M. Ericsson (SUE/Caterham-Renault) 2min04s407 
*Bottas perdeu três posição em função de uma punição por impedir uma ultrapassagem de Ricciardo


Abaixo Kiwi Vodkanem e seu sorvete de vodka.

"quem? eu me preocupar?"



O CARRO ELÉTRICO


Dentre as novidades da atual F1 genérica existe uma que é interessante e pouco comentada.
Notem que abaixo da entrada de ar (no caso a Catarrã de Ériquinãosão depois da pimba) há uma luz vermelha. Significa que o Punzão atômico está ativo e não é seguro encostar no carro. Realmente, enquanto a imagem estava no ar, ninguém arriscou a levar um choque digno de "seu" Homero. Não percebi, na remoção do carro, se a luz passou para verde ou seja, tudo bem podem remover a tralha.
Não li se o aviso se refere ao carro por inteiro ou partes dele, tipo o traseiro.
Imagino as gracinhas dando carona para os coleguinhas no final da corrida com a luz vermelha acesa.
A cena: Don Mimadon vence uma corrida e Vetor quebra na última volta. O espanhol, espertamente, para na volta de desaceleração e dá uma carona para Vetor. Este, distraído põe a bunda no carro e cráu. Fica torradinho. É o próprio leitão da corrida.

põe a mão não

LAMBÃO DA CHUVA


Terminado o treino oficial para o GP onde Judas perdeu a Malásia vamos ao escolhido para devorar o leitão que morreu afogado no dilúvio pré-treino.
Ériquinãosão, pelo que entendi, tentou fazer o impossível com sua catarrã e passar do Q1 para a glória do Q2. No final do Q1, no entanto, debaixo de chuva sua catarrã pensou ter avistado um sapo (sim, sei que rã é uma coisa e sapo é outra coisa), na beira da pista e foi lá conferir. O resultado foi uma pimba legal e um estrago mais ou menos naquelas placas de isopor que são colocadas à beira do brejo, quero dizer, pista.
Levou o leitão.




sexta-feira, 28 de março de 2014

OFICINA

Acabou de acabar o primeiro treino da F1 lá onde Judas perdeu a Malásia.
Para registro, Vodkanem andou bem e ficou com segundo tempo. Engraçado que logo após ter cruzado a linha com sua Ferrari, fazendo o segundo tempo, a imagem cortou para a outra, de prima dona, após uma rodada. Os globais se apressaram em dizer que era Kiwi. Foram obrigados a corrigir e, como o espanhol não conseguiu andar mais rápido (ficou em 11º), disseram que o problema foi o desgaste dos pneus traseiros. Então tá. Pareceu claro que tentaram um ajuste que não deu certo.
No filminho sem vergonha imagens que remeteram ao passado. Os pilotos e pessoas ligadas à F1 sempre comentam que antigamente havia a improvisação e até confecção de peças nas oficinas em volta dos autódromos. Interlagos inclusive.
No fundo, as coisas não mudaram tanto. Vejam que um mecânico está tentando aparar o bico do carro de Chapolin Perez. Como nos nossos modelos em miniatura a peça não encaixa direito. Sem problemas. Vamos usar essa lima pós moderna. Notem que Chapolim não parece achar graça e joga o batom, digo, luvas longe.



Novamente a Lotus, essa, não aquela, enfrentou grandes problemas em seus carros. Romã da Granja não chegou a dar uma volta e seu carro desmaiou. Corta a imagem para os boxes e notem a turma toda trabalhando no carro de Pastor sem Ovelhas. Carro tão desmontado que nem parece F1.

sempre cabe mais um quando se usa rexona
Daqui a pouco tem mais treino. Tudo pode mudar na classificação. Por isso é melhor ir dormir.

terça-feira, 25 de março de 2014

SOBRE MISTÉRIO E URUBUS


Na semana do GP onde Judas perdeu a Malásia (a corrida começa 5 de la matina) vale uma reflexão sobre os acontecimentos no GP anterior, onde nosso Judas perdeu a Austrália.
Espero que os comentários sobre a preocupação das equipes em chegar e não forçar o equipamento seja verdadeiro. Há algum tempo as corridas depois do último pit stop, se transformam num irritante desfile de carros coloridos.
Na Austrália fiquei com a impressão que os pilotos tinham ordens para não forçar o ritmo. Tanto que os abandonos foram menores que o esperado.
Depois da primeira etapa ainda resta dúvida sobre a mudança da F1.
 Para nós, que estamos do lado de cá do muro, não sabemos muito bem o que aconteceu com o carro de Vetor. Melhor dizendo a equipe não divulgou de maneira satisfatória que raio de malemolência atingiu o bólido (nem tanto) do alemão. Não andou bem em nenhum dia. Pela TV percebia-se que o campeão do anopassado estava furioso com o desempenho.
A equipe disse que quebrou um cilindro por culpa do software e além disso a rebimboca não estava bem apertada. Tá, acredito.
Será que os toro vremeio incorporaram mamã Ferrari e mostraram para ele que Ricardão está na moita?
É pagar para ver.
De qualquer modo, Ricardão fez uma bela corrida mas, será que fez uma bela corrida porque o fluxo cambial estava fora do regulamento?
É continuar pagando para ver.
Hamiltão também sofreu com seu carro tendo xilique nos treinos e fazendo greve de potência na corrida. Estou lendo que vai usar o mesmo “motor” na Malásia. Sorte para ele.
Chamou minha atenção, o fato de grande parte da mídia estar feliz com o fraco desempenho de Vetor. São os urubus agourentos.
Depois da primeira corrida, em que o carro não ajudou, leio comentários em que o entendido sempre afirmou que ele não é nada disso e que apenas sabe conduzir um carro excepcional.
Ou seja, sabe o que fazer para ser campeão. Até, Uéber (seu ex “companheiro” de equipe e desafeto) reconheceu.
São críticos fãs de prima dona que, por seu turno, sempre alegou que o carro é muito bom e Vetor má ou mê. Ele, prima dona, sim é um gênio a carregar a carroça do cavalinho rampante nas costas.
Esquecem que o carro energético deste ano ainda não funcionou nas mãos do alemão.
E, vamos pagar para ver.
Para encerrar, adorei a entrevista do manda chuva dos toro vremeio Marlene Dietrich Mateochatis. Queremos carros velozes e pilotos furiosos. Esses carrinhos de autorama não estão com nada.
Tá certo que houve  chororô pela desclassificação de Ricardão. Mas, não deixa de ter razão.


apesar do sorriso, Marlene ameaça jogar o batom

quarta-feira, 19 de março de 2014

MAIS LENHA NO TURBO

Ainda sobre o som dos carros atuais um vídeo interessante chupado do Youseentubou.
Noves fora, e Ricardão também, que os carros de 2013 eram mais rápidos.


segunda-feira, 17 de março de 2014

PATO ROUCO

Todos já devem ter ouvido, e visto, o vídeo que bomba (êpa!) na infernal internet.
Comparação do ronco dos motores na Austrália entre 2013 e 2014.
Resolvi postar porque, ao ouvir o ronco de 2013, deu saudade das arquibancadas horrorosas de Interlagos.
O som de 2014, pensando bem, lembra um bando de patos roucos atravessando a estrada.
Quero meus V8 de volta.

domingo, 16 de março de 2014

LAMBÕES DA MADRUGADA


Agora vamos partir para a escolha tradicional e parcial da parte interiorana do blog.
Os lambões do evento. Aqueles que levam o tradicional leitão mal assado da quermesse em prol da reforma da casa da dona Gertrudes.
Hoje, ou nesta madrugada, a escolha é óbvia. Resolvemos dividir o leitão em dois. A melhor parte vai para Valério Bottas (literal) pelo excesso de entusiasmo. Vinha que vinha, sentando a bota (metafórica) quando pecou numa saída de curva resultando numa bundada no muro. Pneu para cá, pedaço de roda para lá, e Dona Clara Williams com cara de "onde fui amarrar meu burro?"
No entanto, Bottas (literal) chegou, noves fora e Ricardão também, em quinto lugar mostrando para a chefona que o burro está em boas mãos.




E o pior pedaço do leitão (onde fica o intestino) vai para nosso glorioso Crashaí Kobakrash.
Não explicaram para o rapaz onde fica o freio de sua Catarrã. Notem que ele pegou Kiwi e depois sobrou para massinha de modelar que nem viu o meteoro.
A equipe Catarrã soltou um comunicado dizendo que "a porra do freio traseiro falhou e Kobacrash virou passageiro da agonia."
Disse também que vai reclamar com o bispo e o papa Chicão.
O problema é que a porra do freio eletrôncio bostial é parte importante da recarga do aquífero punzal. Então, ....


Para nós, torcedores de massinha de modelar resta esperar a próxima. Não pancada, mas, corrida.

"o que é isso, companheiro?"



PELA MADRUGADA - A MISSÃO

A corrida foi, pensando bem, monótona. Único a quebrar a monotonia da prova foi Bottas (literal) que sentou a bota (metafórica) andando muito e mostrando que o carro tem futuro.
Massinha de modelar continua sua sina de protagonista de novela com anticlímax. Quanto todo mundo diz "agora vai" vem um japonês ou algo que o valha a dar uma pimba nos fundilhos do cara.
Muito sal grosso é bão.
Valeu pelos novos (alguns nem tanto) meninos que rondaram as primeiras posições.
Magnificuzem largou em quarto e, valendo a desclassificação de Ricardão, foi segundo com McLaren, deixando o veterano Butão com o sinal amarelo aceso. Tá certo que o inglês, típico come quieto, chegou logo atrás em terceiro. Mas, o menino andou sempre na frente dele. Vamos ver no que dá.
Luis Hamiltão e Vetor não foram para a corrida. O piloto da dona Mercedes, pole, certamente decepcionou-se mais que o atual campeão, com problemas no carro desde o aeroporto.
De resto, Mamã Ferrari fez uma porcaria de carro e, com isso, vai começar aquela ladainha de prima dona dizendo que todo mundo ainda vai ter problemas e as sacanagens esperadas dos italianos. Cansativo.
Kiwi Vodkanem também levou uma pimba do Kobacrash. Vejam no vídeo dos lambões. Não sei se foi esse o motivo de seus freios não funcionarem direito. Mas, sofreu com os ditos e não andou bem.
Todo mundo anda reclamando dos freios traseiros dos carros que agora funciona de maneira eletrônica. Não entendi muito bem o mecanismo da coisa. Sei que, quando o piloto freia, parte da energia é acumulada numa bateria para reaproveitamento do punzão (agora é punzão) atômico.
Vamos tentar entender e explicar depois. Agora bateu preguiça.

PELA MADRUGADA

Algumas corridas passam num horário bem maluco aqui nesta terra de ninguém. Três de la matina é um divisor de noite. Dependendo das horas não compensa dormir antes. Foi o que aconteceu comigo. Domingão começa onze e meia da manhã.
Enfim, vamos ao que interessa.
Em primeiro lugar a desclassificação de Daniel Ricardão, o homem da casa. Feliz com o segundo lugar o piloto sorriso foi alijado da prova por irregularidades no fluxo de combustível. Alguém instalou um pareio nos carros que mede o tal fluxo. Esta no regulamento a quantidade de combustível que deve passar pelo sei lá o quê. Como tudo é muito confuso entendo que os carros podem levar combustível à vontade. Uma ida e volta para Marte, por exemplo. Mas, o fluxo não pode ser maior que os 100 kg/h previsto no artigo 47584, inciso 2584, do parágrafo 6325 da Lei 55.698/2069, o chamado Código a ser lido em seis anos e nunca compreendido.
Os Toros Vremeios, vermelhos de raiva vão recorrer. Não alegam inocência mas, dizem que todo mundo fornicou naquela suruba. Adepto da teoria da conspiração penso que Mamã Ferrari acionou a máfia para ferrar os energéticos. Não é a toa que Montedemerda andou dizendo que "algumas sacanagens recentes devem ser evitadas". Não com essas palavras, mas valeu o aviso.


o cara arrisca o pescoço, fica feliz e no final paga mico

sábado, 15 de março de 2014

LAMBINHO E LAMBÃO

Começou  o tal campeonato de F1 que veio para revolucionar a categoria. Como exemplo, motor não é mais motor. Pretensiosamente, é uma "unidade de força". Como diria véio Mero "Bela Roba"
Os carros são horríveis e o som que fazem lembram uma vaca moribunda.
Bom, como não vamos deixar de assistir vamos ao que interessa.
Percebemos, desde o primeiro treino que Mamã Ferrari vai fazer com Kiwi Vodkanem o que fez com outros tantos companheiros do queridinho primeiro piloto. Ferrar o cara. O finlandês mal saiu dos boxes nestes tempos de pré temporada e treinos extra oficiais. 
Enquanto prima dona fazia seu serviço, Kiwi amargava um carro instável saindo da pista várias vezes.
Aliás, tive a impressão de que os carros são difíceis de conduzir. Mesmo no seco os pilotos "bailaram" muito com seus bólidos (tá certo, nem tão bólidos assim).
Surpresa boa, pelo menos por enquanto, são os estreantes Kevin Magnificuzem da McLaren e o russo Daniel Kuájato com Toro Vremeio Jr.
O menino da McLaren larga em quarto (!) e o menino do líquido energético em oitavo. Vamos ver no que dá.
Notei algo interessante no treino oficial. Para quem está acostumado a ver o chefão da McLaren Ronron Pênis todo sisudo e com cara de quem vai pular no pescoço de alguém, toda vez que Magnificuzem melhorava os tempos ele abria um sorriso e olhava para os lados como a dizer "menino bão de bota." Significa que a batata de Butão está assando. O inglês andou falando mal do carro e isso na F1 é tão proibido quanto fazer xixi no pódio.
Massinha de modelar ficou em nono e culpou a aderência (ah vá!) pela performance abaixo das expectativas que os treinos extra oficiais trouxeram. 
Seu companheiro de equipe, o pseudo gordinho Valter Botas (o literal), já teve problemas e trocou a caixa de câmbio (se é que hoje em dia ainda é caixa de câmbio). Com isso, perdeu duzentas e duas posições no grid e vai largar na sede da equipe, em Salvador, Bahia.
Portanto, quem chegar ao fim a corrida chegou. Desconfio que muita gente boa vai ficar pelo caminho. 
Nossa prima dona disse que ficaria feliz em terminar a corrida. Logo ele que teve poucos problemas de durabilidade do carro nos testes pré temporada. Na verdade, espera vencer a primeira do ano.
Agora, os lambões do treino. Terminando o Q2, pista molhada, Chapolin Perez saiu de um lado e Vodkanem de outro. Bela imagem.





sexta-feira, 14 de março de 2014

Grandes mulheres e seus homenzinhos

Contam por aí que James Joyce era um sujeito arrogante, extremamente egoísta, que se utilizava da boa vontade das pessoas à sua volta para que lhe servissem em todas as suas necessidades, inclusive financeiras. Embora nunca tivesse um puto no bolso, não se importava em gastar o dinheiro alheio em caríssimas refeições, generosas gorjetas, apartamentos confortabilíssimos e viagens de férias. Mesmo com reservas aos automóveis e seus possuidores, não deixava de ir para cima e para baixo de táxi. Portava-se como uma espécie de messias com seus apóstolos, um sujeito perseguido por ser genial e que demandava constante apoio para cumprir sua missão na literatura. Não por mero acaso foram doze os escritores que contribuíram para divulgar, por meio de ensaios críticos, o livro que viria a ser intitulado Finnegans Wake, no volume "Our exagmination round his factification for incamination of Work in Progress".
O escritor irlandês tinha sérios problemas com álcool e contam que bebia todas as noites até seu corpo estar anestesiado ao ponto de não sentir que o cigarro queimava seus dedos. Joyce deixou de frequentar encontros e reuniões diurnas, pois era muito difícil para ele manter-se sóbrio se houvesse bebida disponível. Comprometeu-se, então, a expor-se ao álcool apenas depois das cinco da tarde.
Já nos últimos anos de sua vida, atormentado pela ideia de perseguição, pela falta de visão que atrapalhava o desenvolvimento de seu trabalho, pela constante necessidade de dinheiro e pela doença psiquiátrica sofrida pela sua filha Lucia, Joyce desenvolveu um certo grau de misoginia, o que pode soar como contrassenso se olharmos para as pessoas que o ajudaram a ser uma das figuras mais importantes da literatura universal.
Para que pudesse viver de seu trabalho como escritor, Joyce, que sempre teve dificuldade em publicar seus textos, até por conta de seu caráter vanguardista, dependia da ajuda financeira da senhorita Harriet Weaver. Encantada com o talento do artista, ela se comprometeu a auxiliá-lo para que sua obra fosse desenvolvida.
No entanto, mais do que o suporte financeiro, o escritor contou com ajuda em todos os outros campos de sua vida de uma outra mulher, que tomava conta de sua correspondência, de seus negócios pessoais, de adiantamento de royalties e empréstimos para as necessidades da família, angariava intelectuais e literatos para as resenhas críticas e para divulgação da obra de Joyce e, acima de tudo, foi responsável pela publicação do principal livro do irlandês, Ulysses. Trata-se da senhora Sylvia Beach.
É possível afirmar que sem Sylvia Beach, que escrevera apenas um livro de memórias ao longa da vida, a história da literatura do século XX seria outra, não só por causa da publicação de Ulysses, mas também pelo número significativo de associações criativas entre a literatura francesa e anglo-americana a que ela e sua companheira, Adrianne Monnier, fomentaram em suas livrarias na rue de l'Odeon em Paris do entre-guerras.
Nascida nos Estados Unidos, filha do pastor presbiteriano Sylvester Beach, Sylvia emigrou para Europa, vindo a fundar a célebre livraria Shakespeare & Company em Paris. O nome sobrevive nas proximidades do marco zero da capital francesa, nomeando, agora, a antiga livraria Mistral, de George Whitman. 
Sylvia Beach viu sua mãe suicidar-se em uma visita a Paris e manteve a informação sobre a razão de sua morte em segredo, a fim de preservar sua progenitora dos julgamentos da família; sua companheira, Adrianne Monnier, também tirou a própria vida e foi tratada com a mesma dignidade por Sylvia; um dos seus melhores amigos, Ernest Hemingway, também foi um suicida. 
Durante a ocupação nazista, um oficial alemão demandou, na Shakespeare & Company, que lhe fosse entregue o livro Finnegans Wake. Sylvia disse que a obra não estava a venda e que era seu único exemplar. O oficial disse que voltaria mais tarde, não só para o livro de Joyce, mas para todas as obras nas prateleiras. Com ajuda de sua assistente e de Adrianne, Sylvia encaixotou toda a livraria, escondendo o acervo no quarto andar do prédio que abrigava o estabelecimento. Foi o fim da história da Shakespeare & Company, que não mais reabriu. O oficial nazista ficou sem seu Finnegans Wake
Por seu legado como pessoa e pelo encorajamento às letras, homenageamos Sylvia Beach, nesta data que seria seu centésimo vigésimo sétimo aniversário.

São uns imbecis

Após os testes da pré-temporada, Massa já era campeão. Faltava só abrir o Martini e se embebedar. Claro, a imprensa fez um estardalhaço enorme com a boa performance da Williams e a ruim performance da Red Bull no inverno. "Massa vai ganhar corrida", "Massa vai brigar pelo título". Previsões com pouco fundamento e de realismo questionável. Temos que esperar para ver e criar expectativas sobre um carro ou piloto nesta fase é só um exercício de especulação. 
Então, ontem começou para valer. Massa obteve um pouco significativo 12º lugar nos treinos desta madrugada. "Pouco significativo" aponta que a colocação em um treino livre não quer dizer muita coisa. Pode ser que ele estivesse fazendo simulação de corrida ou seja o que for. Mas a primeira manchete sobre F-1 que leio no dia dizia "Massa decepciona". Está, na página inicial do site. A esta hora, a orelha de Felipe já deve estar fervendo, com ferozes torcedores vociferando que se trata de "um novo [novo?] Barrichello". Ele é que deveria esquentar de porrada a orelha do imbecil que pôs em seus ombros uma pressão que não pediu. 

terça-feira, 11 de março de 2014

O MUNDO VAI ACABAR

Minha infância/juventude transcorreu sob o signo do fim do mundo.
Nos anos sessenta a idéia de uma hecatombe nuclear era muito concreta. A crise dos mísseis em Cuba em 1962 por pouco não levou USA e URSS a um MMA fatal.
Naquela época havia influência de um e outro (influência sinônimo de fornecimento de armas e cositas más) para supostos revolucionários nos países sob influência, ou do capitalismo selvagem ou do comunismo comedor (literal, literal) de criancinhas.
Nós, pobres mortais, no meio desse bang-bang.
Não vou descrever as mazelas da guerra fria que são conhecidas por todos.
O objetivo deste post é dizer que a atual crise lá onde o Judas perdeu a Ucrânia e a Criméia provoca em mim nada mais que sonolência.
Aprendi nestes anos todos que o mundo em que nasci e cresci (1955 para cá, portanto) sempre esteve sob a influência dos dois gigantes nucleares. China correndo por fora.
O único ponto dissonante é Cuba. Os norte americanos não engolem um país comunista (nem sei se de fato é comunista) na porta da Flórida. Desde que o barbudo desceu a Sierra Mestra tirando do poder o marionete da máfia americana, Fulgêncio Batista, que nossos prezados amigos da liberdade doa a quem doer tentam "libertar" a Ilha.
De resto, o mundo está repartido entre "nós" e "eles". Estranho que "eles" não são mais comunistas. Como diria Ronald Dããã Reagan "ganhamos a guerra." Então tá.
Portanto, Barack Obama (que nome é esse?) pode espernear, telefonar, ir na encruzilhada, xingar, ameaçar, dar xilique e tudo o que tem direito. É só para inglês ver. Ele não vai mexer um dedinho sequer se Putin (que nome é esse?) puto que está invadir a, como é mesmo?, Ucrânia quebrando uns crânios à lá crimeiada (não resisti).
Hoje eu tenho sono. Mas, já perdi muito do dito na minha juventude. Lembro do início dos anos 1970 quando convivia com alguns jovens mais velhos que diziam para aproveitar a vida porque vinha ali na esquina o bloco da guerra nuclear. Noves fora, a ditadura militar também dava seus pitacos ajudando no desânimo em viver uma vida ordinária.
As notícias que lia no jornal ou o que passavam na TV me arrepiavam todo. Golpes para cá e guerras em fim de mundo (tipo África) para lá.
Até que uma entrevista acabou de vez com meu sono.
Um correspondente da Globo deu um depoimento num programa qualquer dizendo que tinha medo de uma guerra nuclear. Até aí morreu Tancredo e Ulisses está numa ilha cercado de beldades.
Ele disse que havia, no entanto, um consolo. Morava, em Londres, próximo a um entroncamento ferroviário alvo, certamente, de um míssil qualquer em caso de guerra. Morreria de saída, sem sofrer os efeitos da radiação. Morrer com esses efeitos, disse ele é muito pior. Fora o inverno nuclear e quetais.
Porra, mano!
Eu vivia no Brasil!
Este enorme e bobo país não merecia nem uma bombinha de efeito moral. Significava que eu iria morrer com os tais efeitos da radiação. Fora o inverno nuclear. Tá certo. Adoro frio. Mas, nuclear não, obrigado.
Perdi o sono. E passava o dia tentando bolar alguma coisa que colocasse a rua Djalma Forjaz no alvo de uma bela e repousante bomba nuclear.

TIRANDO A POEIRA

Depois de séculos sem aparecer por aqui confesso que apanhei um pouco para adentrar ao "escrever".
Aliado ao tempo curto, nestes tempos de avô/babá/quebaba, vem uma decepção com os rumos que a F1 tomou.
Mudanças radicais que ainda serão testadas na quinta feira.
A ameaça de abandono da maioria dos carros por falta de treinos de desenvolvimento. Principalmente para quem usa motores (não mais motores, mas, continuarei a chamar a engenhoca de motor) Renault.
Até o som dos carros tornou-se uma aberração.
Enfim, continuaremos a acompanhar. Sem aquela animação de sempre.
Afinal, se até prima dona reclamou que os carros estão mais lentos e que os pilotos gostam de carros velozes....
Mas, tem uma pimentinha nesta feijoada estragada.
O duende mor do circo, Berne Aquistone, fez uma besteira que não agradou ninguém. Mas, colou.
Introduziu uma regra segundo a qual na última prova do campeonato vale ponto dobrado.
Porque aquele que trabalhou melhor foi campeão no ano passado com centenas de etapas de antecedência. A regra veio para ferrar Vetor, resumindo.
Pois, nesta temporada os Toros Vremeio estão vremeios de raiva porque não conseguem sair dos  boxes sem uma quebra qualquer.
Ou seja, no final do campeonato quando o carro estiver nos trinques (como dizia véio Mero) a pontuação dobrada pode ajudar Vetor a mostrar e chacoalhar.
E nós (do blog) vamos defecar de tanto rir.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Um pouco de F-1

Já estamos com saudade de assistir alguma corridinha e o YouTube provém um sem número de vídeos de certames antigos para os entusiastas se esbaldarem. 
O vídeo abaixo é muito interessante. Trata-se do primeiro treino oficial, realizado na sexta-feira, para o GP da Austrália de 1990. Senna havia assegurado, duas semanas antes, o bicampeonato mundial por meio daquela famosa batida em Prost na primeira curva do GP do Japão. Naquele tempo, o treino da sexta à tarde valia para a qualificação, de modo que conseguir um bom tempo poderia assegurar uma boa posição de partida para o domingo. 
A volta mais rápida de Senna nesta sessão foi 1:15:671, a mais rápida do fim de semana. Todos ainda viravam na casa de 1:17 quando Senna  virou a primeira volta na casa de 1:15. No fim do treino, apenas Prost e Alesi alcançaram 1:16, mas ainda 0.6 atrás do brasileiro. 
Na sessão de sábado, Senna não melhorou o tempo - quer dizer, não sei dizer se ele tentou melhorar. O segundo melhor tempo foi de Gerhard Berger com 1:16:244, mais de meio segundo, portanto, mais lento que a melhor marca de Senna no dia anterior, ainda que com o mesmo carro e um dia a mais de treino. Coisa de louco. 
A história da corrida - que, aliás, era a de número 500 da F-1 -, todos conhecem: Senna bateu bestamente, deixando a briga pela vitória entre Piquet e Mansell. O veterano brasileiro, que vencera no Japão seguido por Roberto Pupo Moreno, levou a Benetton à segunda vitória consecutiva. 
Destaque-se ainda a volta onboard com Alain Prost na Ferrari de transmissão semi-automática e de belo ronco proveniente do propulsor V12. 



E, aqui, o compacto da corrida, em que Piquet mostra para Mansell que ele ficaria na frente na última corrida da temporada. Note-se, narração de Cléber Machado. 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A favor, pela primeira vez

Eu poderia dizer que nasci e, desde então, torci por Ayrton Senna. Em seguida, após a morte do piloto brasileiro, passei a torcer contra Schumacher. Torci para Damon Hill, porque ele era contra o alemão; Villeneuve, idem; os únicos que me despertaram uma torcida autônoma a favor, quer dizer, não só por serem antagonistas de Schumacher foram Häkkinen, Barrichello e, recentemente, Vettel. O resto, só reflexos de minha torcida contra o Sapateiro. 
De um jeito torto, acompanhei a carreira toda de Schumacher na F-1, e de modo sempre muito apaixonado - Schumacher era tudo o que eu não gostava em um piloto. Hoje, o distanciamento "histórico" me faz ver mais que eu via há alguns anos, mas, ainda tenho muitas reservas.
Por ser um ponto de referência desde meus tempos de menino, o acidente de ski do indestrutível Schumacher - o cara que ganhou uma corrida de F-1 no dia em que sua mãe morreu - foi muito triste. Torço por sua recuperação com muito mais força que torci ao longo de toda vida para que ele não ganhasse uma ou outra corrida. 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Um ano de poucas palavras

Lembro-me do dia em que percebi que as coisas não estavam mais no lugar certo. Era para ser, aliás, uma ocasião especial, pois íamos a um concerto de uma das bandas que mais gosto. Vê-los tocar, para mim, é quase como ver os Beatles. Quer dizer, claro que gosto mais dos Beatles e de suas músicas, mas acompanho a outra banda desde adolescente, aprendi a executar várias canções, mesmo que elas durassem 20 minutos, e elas significam muito para mim.
Eu assisti o show e me diverti, mas quis ir embora. Mesmo diante dos Beatles da pós-modernidade, eu quis ir embora para casa. Na época, coloquei a culpa em uma das nossas companhias. Hoje, não tenho dúvidas de que a culpa era minha mesmo. Eu é que estava estragado.
Então, decidi crer que estávamos vivenciando a falência da civilização ocidental e que a popularização do MMA seria um sinal claro disso: a pancadaria tornou-se parte do cotidiano e do entretenimento das pessoas. 
No último fim de semana, recebemos a visita de um sujeito incrível, com sensibilidade ímpar, que fez observar que não é a falência da civilização, pois a civilização é assim mesmo. É assim mesmo, oras. Não há falência da civilização, mas falência da alma, o total descolamento entre um sujeito e sua sensibilidade. "Comigo me desavim", diria Sá de Miranda. 
Por isso, não escrevo mais. 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Um fio de cabelo

Sempre que encontro cabelo na comida, não me preocupo muito. Normalmente, trata-se de um dos meus próprios cabelos caídos. Assim, é melhor não fazer qualquer furdunço, pois é culpa exclusiva da vítima. Não foi o caso, entretanto. O anúncio foi feito ao gerente de forma polida:

"Não vou deixar de ser cliente, mas é bom que se registre. Olha aqui, o cabelo". 
"Eu agradeço. Todos os funcionários usam a toquinha, mas, com os clientes passando pela pista, sempre pode acontecer de cair alguma coisa. Quer se servir de novo?"
"Não, não, estou satisfeita". 
"Pegue uma sobremesa. Não quer?"
"Não, não, obrigada". 

Saímos em direção à rua, sem tomar café. Caminhamos em direção ao Largo São Francisco, tendo de esperar o semáforo para conseguirmos atravessar. Interessante que, agora, os semáforos para pedestres apenas piscam o verde e já voltam a sinalizar em vermelho sem dar tempo de chegar ao outro lado da rua, fazendo todo mundo sair correndo da frente dos carros. Tudo em nome do aumento do bem estar. 
Caminhamos margeando a Faculdade de Direito pela rua Cristóvão Colombo, observando como a cidade estava triste e sem cores, a ponto de ficar ela própria sem sentido. O assunto foi se dissipando conforme nos aproximávamos da Riachuelo. Ao atravessá-la, já no meio do caminho entre as duas calçadas, fazia uma imitação do Mr. Sheffield no The Nanny quando um estrondo nos fez voltar a cabeça. Só fui entender do que se tratava quando vi a moto e a pessoa que a guiava voando em minha direção. Fiquei parado entre a rua e o meio-fio, sem reação. Pensei que a motocicleta iria me acertar e julguei que poderia pará-la com as mãos - uma ideia estúpida que, felizmente, não levei a efeito. 
A roda traseira parou a um fio de cabelo dos meus pés. Estávamos todos bem, exceto pelo susto e pelo motociclista que levou alguns segundos até retomar a consciência. Caminhei até ele, como se procurasse alguma coisa que não sei bem o que era e, então, puxei o celular para discar 192. O policial que estava a postos em frente ao Ministério Público veio correndo em nossa direção e chamou a ajuda por rádio, informando que era sério. 
Enquanto prestava atenção aos procedimentos, pensei que, por muito pouco, não fora um acidente maior. Por muito pouco, não nos envolvemos nele. Se tivéssemos comido 50 gramas a menos, talvez saíssemos do restaurante uma fração de segundo antes do que, de fato, deixamos, sem encontrar um fio de cabelo no prato e outro entre meus pés e a moto. 
Ainda perto do acidentado, ouvi-o balbuciar: "por que ele fez isso?". Eis uma pergunta que não pude responder. Coloquei a culpa na cidade, que anda muito triste e sem sentido.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

ACONTECIMENTOS

Nestes intervalos em que a F1, mote do blog, fica em hibernação a gente também entra num vácuo.
Quebrado por posts interessantes como o último do chefe e suas lembranças inesquecíveis no mundo dos esportes. Melhor que eu. Minha lembrança inesquecível foi uma distensão muscular no primeiro chute em um aquecimento do primeiro jogo da nossa classe da química nos idos de sei lá quando.
Sim, eu nem sabia fazer um aquecimento decente.
Era o campeonato Interquímica. Joguei (pior que o normal) no sacrifício (como dizem) porque nosso time tinha um só reserva que não queria entrar nem sob ameaça de morte. Logo, todos queriam torcer meu pescoço. E, não adiantava dizer que não conseguia chutar com a perna esquerda (sou canhoto de perna, ha ha). Só consegui sair do time no último jogo porque nem andar era mais possível.
Enfim, resolvi sentar e batucar o teclado porque algumas coisas aconteceram.
Entramos em 2014. Existem algumas lendas na família nos janeiros em que passamos férias juntos.
Uma delas é o fato do motorista (eu) perder o rumo nas estradas do Brasil-sil-sil. Apesar de toda a tecnologia e placas disponíveis. Eu não me perco. Só quero desbravar novos caminhos.
Outra coisa é meu interesse pela desgraça do momento. Enchentes, buracos do metrô, assassinatos midiáticos e coisas do gênero.
Pelo visto, neste ano o tema vai ser o acidente do Shushu.
Espero, e sou sincero, que ele se recupere e volte a esquiar. Mesmo que fora da trilha oficial.
Sim, ele se acidentou fora da pista demarcada por algum motivo. Conhecia o local, sabia do perigo e correu o risco.
Quem viveu a maior parte da vida colocando a vida em jogo por adrenalina não abandona o desafio de hora para outra.
Assisti um documentário sobre o jogador Sócrates onde Zico diz que o atleta tem que se preparar para qando parar de praticar esporte. Iniciar outra atividade. Caso contrário, começa a viver do passado ficando vulnerável à depressão.
Shushu, aparentemente, ficou de saco cheio das politicagens da F1 e parou repentinamente. Ainda disse que parou para ajudar seu "irmão" Massinha de modelar dando a entender que, caso contrário, o piloto brasileiro nunca seria protagonista. Diga-se de passagem que o piloto alemão foi o maior beneficiário das sacanagens que permeiam o meio.
Correu de moto, caiu, machucou o pescoço. Não voltou por causa desta lesão. Mas, voltou. E, foi o maior vexame.
Dava a impressão que corria de pijama.
Parou de novo.
No dia do acidente assisti uma reportagem onde ele aparecia num cavalo (!) fazendo estripulias (como diria minha avó). Estava com um colete protetor e tudo.
Foi o chefe do blog, lá em Vegas, que me deu a notícia do tombo na montanha.
Portanto, ele não havia sossegado.
Agora, vejo comentários dos mais variados. Ele é o maior gênio que o esporte já viu. Um babaca num site dos gigantes da mídia justificou as vigarices e até o apelido de Dick Vigarista (que não foi dado por um brasileiro, como ele deu a entender). Ou seja, esporte honesto é para os imbecis. Vamos sacanear e entrar para a história.
Agora, dizem que ele se acidentou porque foi ajudar uma menina perdida.
Um herói.
Uma babaquice devidamente desmentida pela sua assessora de imprensa. O que houve de fato é que ele ajudou a filha de seus amigos a levantar devido a um tombo normal de quem esquia. Nada relacionado com seu tombo.
Durma-se com um barulho destes.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A primeira

Quando era menino, jogava futebol e, parece, era um bom goleiro. Sofria, então, do mesmo problema que sofro hoje: lembro-me que, em determinados dias, aconteciam defesas incríveis, eu pulava de um lado para o outro e não passava nada; em outra ocasiões, eu estava inseguro e um frango ou outro era esperado. Mas, em um bom dia, eu era um bom goleiro.
Para provar, tenho uma medalha guardada no fundo da primeira gaveta do guarda-roupa em Ribeirão Preto. Ela está dentro de uma embalagem azul que abrigou um relógio que ganhei naquela época.
Acho que o ano era 1996 e fui convocado pela esquadra da 4ª série A para pegar no gol no campeonato interclasse. Se não me falha a memória, éramos o segundo time da sala, o time "das sobras". Mas era um bom time. Claro que não teríamos chance contra a temida 4ª B: havia repetentes mais velhos, enormes e violentos. Como se isso não bastasse, jogavam no time infantil do Botafogo de Ribeirão, o que reduzia os confrontos com os demais times a mera formalidade até que chegassem ao título. 
De algum modo, nós chegamos à final do campeonato. Como não poderia deixar de ser, a partida seria  a contra a 4ª B. No entanto, para surpresa geral, os meninos que jogavam no Botafogo não apareceram na final, justamente porque tinham um jogo pelo pantera. Por essa razão, tínhamos uma chance de levar o caneco. Como goleiro, eu poderia estragar tudo - e quase o fiz, de fato. Primeiro chute a gol e não sei por quê diabos caí para o lado contrário da bola, jurando que ela havia desviado em alguma coisa.

"A bola desviou!" - bradei.
"Não começa, não, hein, goleiro!" - foi a bronca.

Tremendo como uma vara verde, fui me recompondo ao longo do jogo. Fiquei confiante de vez ao defender um penalti no final do primeiro tempo. Depois disso, a coisa entrou nos eixos. Havia uma série de cobranças diretas para o gol, como se fossem lances-livres do basquete. Aparentemente, era - ou é - alguma regra do futebol de quadra. Defendi todos! A certa altura, o cobrador oficial da 4ª B olhou bem para mim, após uma dessas defesas, e vociferou:

"Goleiro filho da puta".

Tive certeza, então, que estava indo bem.
Vencemos o jogo e o campeonato. Nunca vou esquecer aquela sensação muito gostosa e particular das competições esportivas. Tudo continuava igual, no dia seguinte teríamos aula, tínhamos de ir para casa fazer a lição, mas, naquele momento, estávamos felizes, batemos a 4ª B e nada tiraria aquilo de nós.
Aguardei meus pais chegarem do trabalho com a medalhinha no peito, todo orgulhoso. Para comemorar, fomos à lanchonete "Da Hora" que ficava do lado de casa. Meu pai tirou fotos minhas com o uniforme de goleiro e a medalha. Ainda hoje, remexo a gaveta para ver de novo aquela medalha.
Esta foi minha única conquista esportiva, embora eu sempre tenha praticado esportes. Como dito, o problema sempre foi a confiança e eu não me arrisquei mais em competições. No ano seguinte a este, fiz um teste para o time da escola e, como era um teste, com pessoas olhando, não consegui segurar nada e recebi a sentença:

"É, baixim... assim não vai dar".

Foi o fim da minha carreira de atleta. Parece que é verdade ser o menino o pai do homem, mas na exata medida em que o homem é o produto das potencialidades esquecidas do menino. Ou que o homem é o menino amedrontado.
Enfim, julguei que aquele torneio interclasse seria, para o resto da minha vida, o único sabor de vitória esportiva. Seria isso mesmo se, agora, depois de velho, não tivesse voltado ao mundo das competições. Meu sonho de menino era correr de kart e, hoje, posso fazer isso. Desde o início de 2012, eu e meu companheiro de equipe sueco passamos a correr uma vez por mês, pelo menos. Competimos em baterias abertas de outros kartistas amadores de forma honesta, sem violentar os demais e, com isso, fomos melhorando. Chegamos a fazer uma dobradinha, com o sueco na frente e eu em segundo, houve alguns pódiuns para um e para outro e a briga sempre foi muito acirrada. Até que chegou o dia 30 de agosto de 2013.
Tínhamos uma bateria agendada para 21h30 no Kartódromo da Granja Viana. Em razão de uma manifestação no Rodoanel, levamos duas horas e meia para chegar em Cotia e, claro, perdemos a bateria. Inscrevemo-nos em outra, às 23h30.
Sentei no kart ansioso como de costume. Olhei ao redor e me julguei mais lento que metade do grid. Lembrando-me de que estava ali apenas para brincar e me divertir, parti para qualificação. Acho que fiz o quarto melhor tempo, atrás do sueco que se classificou em terceiro. No entanto, dois pilotos mais experientes,  por qualquer razão que desconheço, optaram por sair do fundo pelotão, o que me fez largar na segunda colocação. Sueco na pole-position, eu ao seu lado na primeira fila. Quando alinhamos, estava um pouco aflito, lembrando de outras ocasiões em que fui derrotado por ele mesmo estando mais rápido na pista. Tinha, naquele dia, uma boa chance de vencer, mas, para isso, teria de superar meu grande amigo. Como fazer isso? 
Dada a largada, mesmo saindo pelo lado de fora e tendo de percorrer uma trajetória maior até à primeira curva, superei o pole-position e abri uma considerável vantagem na primeira volta. Contornar a primeira curva na frente é uma sensação bastante interessante, que te faz querer forçar tudo para ir mais e mais rápido. E assim fui, da primeira à última volta, procurando intensamente melhorar os tempos de volta.
Senti a liderança ameaçada ao longo de toda corrida. Havia muitos retardatários e, sempre que olhava para trás, havia algum kart próximo, de modo que não conseguia identificar se aquele era ou não o segundo colocado. Apenas quando recebi impressa a classificação final, notei que terminei a prova mais de vinte segundos à frente dos demais e que tinha sido dominante naquela noite. Os pilotos que saíram do fundo do grid chegaram em terceiro e quarto, virando tempos parecidos com os meus. 
Foi a primeira vitória no kartismo amador. Vale alguma coisa? Não, claro que não; significa que sou bom piloto? Muito menos! Mas tem um gostinho tão bom quanto um pint de Old Speckled e posso, com isso, beirando os trinta anos, voltar à meninice das brincadeiras e dos sonhos que se tornam verdade.  

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

MÁFIA EM AÇÃO

O vídeo circula pela internet.
Mamã mafiosa Ferrari sacaneia e testa, irregularmente, o novo motor turbo para 2014.
Instalaram o dito num carro esporte. Conhecendo as práticas da F1, vai ficar o dito pelo não dito.
E se fosse outro time?

sábado, 30 de novembro de 2013

LAMBÃO EM INTERLAGOS

Sempre dizem, nas transmissões, que os pilotos tem pouquíssima visão externa quando estão mandando ver na pista.
Capacete, cockpit apertado e, hoje em dia, as laterais altas. Fora a miopia e coisas afins.
Temos também as condições de pista: chuva, poeira, fumaça, poluição, mulheres nuas à beira da pista, a novela passando no telão, aclives, descidas e tudo o mais.
Agora, no GP de Interlagos de 2013, massinha de modelar demonstrou uma, digamos, falta de atenção.
Cometeu uma senhora barbeiragem, passando por onde não deveria, porque não prestou atenção no quadro de avisos.
Por esta, leva o leitão da última quermesse do ano.
Quem conhece Interlagos sabe que ele estava numa leve subida com visão deslumbrante da pista.
Não tem desculpa e a mãe do fiscal também não.
Se a ordem de não "invadir" a faixa quadriculada é bobagem ou não, deveria ser discutida antes da corrida. Se alinhou e largou sabia, ou deveria saber, que era proibido fazer o que fez.


Dona Globo mostrou o quadro de avisos. Tava lá, desenhado, aqui não pode.

domingo, 24 de novembro de 2013

LAMBÃO MOLHADO

Final da Prática 2 em Interlagos. Sábadão com chuva e a pista estranha. Mezzo rápida, mezzo calabreza.
Todos tentando melhorar e nosso desempregado Chapolin Perez fez o que fez.
Cometeu um erro primário para quem anda no molhado. Acelerou na hora errada quando estava passando por cima da pobre zebra.
Para quem tem uma jamanta de alfacinhas e algum talento a ser aflorado foi um erro que pesa na hora da escolha por parte de alguma equipe. Afinal, temos vários pilotos com din din no saco e equipes precisando de din din no saco.
Desconfio que Chapolin vai amargar, como ele mesmo diz, um ano sabático.
Por enquanto, leva o leitão molhado do início da quermesse.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

QUEM TEM MEDO DE ANDORINHAS FECHE OS OLHOS E CURTA A MÚSICA!

 O título fala tudo.


PRATICE 2 = POESIA

Mar(ússia)!

Seguuuuuuuura peon!!!!!!!