quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

ORA DIREIS TESTES

Estão correndo lá em Barcelona os testes pré temporada da F-1.
Não acompanho de perto mesmo porque estou no brasil (piadinha sem graça para animar).

Este ano mamã Ferrari vai bem, obrigado. Manda e desmanda. Colocou aquela toalha horrível parecendo colcha de retalhos na mesa, ordenou quem senta aonde, quem come quem (quero dizer, que), a ordem dos pratos e etc. Ano passado foi igual. E, no final do campeonato acabou pagando o pato. Dona Mercedes, como uma boa lemã, quietinha levou tudo e deixou a conta.

Mas, vamos lá.
Tempos atrás disse aqui que dona Clara Williams deveria ser defenestrada do comando da equipe porque, com ela, a vaca vai fundo no brejo. Atrasaram o carro que só entrou na pista dois dias depois do início dos treinos. Dizem mesmo que sua suspensão ou algo assim parece fora do regulamento. Era só o que faltava.

De resto todo mundo "satisfeito". Mad Max diz que o carro é bão e o motor Honda é fodão.
Hamiltão não dá bola para a torcida e diz que estão num tête-à tête com o carro. Tipo assim: a gente se conheceu pelo Tinder e vamos ver se vale a pena um rala e rola.
Kuajato, com Toro Mirim,  foi o mais rápido de hoje (olha aí, geiiinte!) superando nosso querido Vodkanem.
Ricardão foi o terceiro e Pietro Fittipaldi com a Rá foi oitavo. Sinceramente não sei se o pimpolho Fitti vai para a frente. Vamos observar.

É isso. Voltaremos mais tarde com mais anotações.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

COM "V" MAIÚSCULO

Louco de Graça venceu com propriedade o GP chocante lá no México. Claro, temos que esperar o tempo passar porque os caras adoram punições estapafúrdias. Por enquanto está valendo.
Bem, logo de cara Piquetezinho encheu a lata de João Erico Verme ocasionando um bandeira vermelha.  Não acredito em barbeiragem pura do brasileiro porque João foi defender a posição e, pelo que parece, diminuiu a velocidade.

Enfim, Louco ficou comboiando Pascoal Vêlánhein e Oliver Rolando a corrida toda. No final o lemão Rolando foi entrar naquela porra esquisita que é chamada de Attack Mode que dá um choque no carro fazendo com ele ande mais rápido por um tempo. Mais ou menos como o fã bosta. Oliver errou a manobra perdeu a posição para de Graça.
Então lá foi o brasileiro todo pimpão para cima do lemão (outro). Bom, os carros chocante usam bateria (ah, vá!) que vão perdendo energia ao longo da corrida (não diga). Louco soube economizar a dita e Pascoal não.
A ultrapassagem seria inevitável. Mas, entrou o modo Mad Max no lemão que resolveu agir desonestamente. Onde não havia chance de ultrapassar praticamente parava o carro. No final, vejam o vídeo, sacaneou evitando uma ultrapassagem cortando a gincana. Pênalti claro como a luz solar, diriam os entendidos. 

Veio a punição de Vêlánhein antes do final da corrida. Mas Louco quis mostrar e chacoalhar fazendo linda ultrapassagem nos metros finais. Pascoal ainda tentou jogar de Graça na parede. Sifu.

Com os cinco segundos de punição caiu para sexto lugar. Rolando ficou sem energia em seu I-Pod acabando em vigésimo lugar. 
Esta é a única corrida em circuito de verdade. O resto acontece em lugares estreitos e sinistros.
Não sei se vou conseguir assistir.

Sei que Louco de Graça vive mostrando que é um senhor piloto. Quem perdeu foi a F-1.


sábado, 16 de fevereiro de 2019

VENCER OU VENCER

Houve um tempo em que, fazendo uma analogia com o futebol, uma equipe contratava 'centos jogadores e o presidente anunciava que não aceitava nada mais que o campeonato. Normalmente dava merda.

Mamã Ferrari mostrou ao mundo seu novo carro. Todo pintadinho, enceradinho, feiínho para carai. Como todos os carros da atualidade, por sinal.
O que chama a atenção, no entanto, é o momento do campeonato que entra.
A escuderia completa 90 anos de existência.
É a equipe que tem o maior orçamento do planeta F-1. Ganha uma mesada da FIA (da puta) só por existir. E, vem tomando baile da concorrência desde 2008. Ou seja, dinheiro não traz felicidade.

Mas, contrataram 'centos jogadores bons. Dispensaram Vodkanem e trouxeram Lacraia. Para o simulador Pascoal Vêlánhein, que era da Mercedes e pode trazer informações. Brandão "cometa" Halley que sabe tudo da Honda. Além disso Tonho Foco e Davi de Rigor (ilustres desconhecidos para este que vos tecla).

Com a defenestração de Aquivaimal e a ascensão de Matia Birrento o time está completo para os títulos de piloto e equipe.
Falta avisar o combalido Vetor, Lacraia (que chega com grande responsabilidade) e a concorrência. Dona Mercedes, claro. Os lemães quietinhos são, na minha opinião, favoritos novamente.
Mas, claro, iremos torcer para os vremeios.

"se dar merda a gente empurra"

ESPECULAÇÃO

O babaca que foi eleito governador já queria entregar o autódromo de Interlagos para a "iniciativa privada" quando era prefeito de sampa. Ou seja, vamos derrubar tudo e construir uma porrada de prédios.
Nem vou falar do aspecto histórico de Interlagos.

Suas ideias parecem firmes na nova prefeitura. 
De olho no desfecho outro babaca, lá do Rio, anunciou a construção de um autódromo numa área que já foi do exército e, dizem, contaminada. Artefatos não deflagrados vamos assim dizer. Este prefeito é o mesmo que anunciou a volta da F-Indy para o Rio. Deu no que deu. 
Licitação no brasil todos sabem como funciona. Vai ter dízimo para a igreja do babaca. 

Fico aqui pesando com meus botões e zíper. Não existem outras prioridades lá e cá?
Bom, lá já foi publicado edital para a tal obra.
Cá os ratos estão na moita esperando o momento certo.
Tamufu.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

ESTAMOS DE PASSAGEM

Morremos.
Quando era mais jovem que hoje li um artigo de um médico que esclarecia o que, muitas vezes, não queremos saber. Começamos a morrer no dia em que fomos concebidos. Ou noite.
A minhoquinha junta com o óvulo e a pornografia (uêba!) gera um serzinho adorável. Que já nasce morrendo.
Este artigo mexeu comigo. Desde então olho para minhas mãos e tento voltar ao tempo em que elas eram crianças. E evoluindo em Rib's, em Curitiba, em Sampa, em Rib's (na Filô), em Santa Rosa do Viterbo (?), em Jaboticabal, em Sampa (novamente) e finalmente em Rib's onde espero sejam cremadas. Tenho uma brincadeira tétrica. Não existia forno crematório aqui em Rib's (parece que agora sim). Então eu digo que basta uma fogueira de São João......

A dona morte está conosco todos os dias. Como diz Henrique "hoje morreu um monte de gente". Esse moleque tem que ser estudado.

Enfim, as notícias não falam dos anônimos que partem de várias maneiras. Falam das pessoas em Brumadinho, dos jovens do Flamengo, do Boechat, da(o) menina(o) que morre por bala perdida em tiroteios envolvendo nossa gloriosa polícia. E, por aí vai.

Tento não me envolver com essas tragédias cotidianas. Para proteção. Algumas notícias sobre mortes foram chocantes para mim.
Tudo começou quando era menino e dormia na sala de nossa casa na gloriosa Djalma Forjaz, em sampa. Havia um programa parecido com esses em que o sangue escorre na tela da TV. Era o "Homem do Sapato Branco". Meu pai adorava. Eu tentava dormir com um travesseiro na orelha para não ouvir as tragédias. Uma noite, não teve jeito. Vi o corpo de uma menina sendo içado de um poço onde havia caído. Imagem forte. 
Desde então sempre me pergunto sobre a importância das mortes. E, não escapo de sentir emoções em uma escala de acontecimentos. 

Vivemos no brasil um momento em que o ódio toma conta. O tucano moro (em minúsculo como o indivíduo) apresenta um plano de segurança no qual a polícia vai ter permissão para matar. Tudo de acordo com o plano de governo apresentado pelos milicianos boçalnaros.

Então, para amenizar minha alma/espírito/de porco agarro a premissa segundo a qual estamos de passagem neste plano. Aqui fomos colocados para ascender a alma e partir para um plano superior.
Se não cumprir o planejado volta e começa tudo de novo.
Em vários aspectos voltarei. 
Estou resignado.
Mas, gostaria de voltar em Marte, fá favô!



Jacinto Figueira Júnior. Assombrando criancinhas desde 1960 e tantas 

F-1 RAIZ E NUTELLA

Todo mundo bota a colher no formato atual da F-1.
Dizem que a categoria era muito melhor nos antigamente. Recentemente foram criados mecanismos artificiais de ultrapassagens (as famosas asas móveis). As pistas tem áreas de escape asfaltadas. Os caras saem fora e voltam todos pimpões como se não tivessem defecado. Com regras de pum atômico e punições esdrúxulas nunca se sabe qual a posição de largada de seu piloto preferido.
Os carros dificilmente quebram. Sim, a não ser o carro de Sorrisão.
E por aí vai.

No passado tínhamos também carros andando na frente dos outros sem dó nem piedade. A McLaren de 1988, por exemplo.


"é nóis contra a rapa!"


Mas,  havia algo que deixou de existir. A interação público/piloto nas corridas.
Na foto abaixo vemos Ayrton Senna e sua McLaren. Olha lá o braço do cara domando a fera. Cabeça caída para o lado e etc.



Vejam também a Lotus 72 do Emersão. A gente batia o olho e reconhecia o piloto pelo capacete. Não tão estiloso como os de hoje com excesso de cores.

"número um"





Os carros eram, na medida do possível, simples. Asas dianteiras simploronas, a asa traseira enorme e vamos que vamos.

Hoje os carros são extremamente detalhados em relação à aerodinâmica. São horríveis. Ainda mais com o "ralo".

E, para reconhecer o piloto só apelando para os números. Perdeu a graça a interação. Mesmo com 'centas câmeras onboard. 

"quem vem lá?"

Então, faço coro com os saudosistas. Muitas corridas se tornavam sem graça pelo excesso de quebras e domínio de determinado carro. Mas, até o fantasma da quebra a qualquer momento era um tempero que nos deixava atentos ao que ocorria dentro das pistas.
Enfim, gosto da F-1 raiz e engulo a Nutella. Fazer o quê....

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

O DOIDO EMPLACOU

Lembram deste post?
O cara que tem uma fábrica (ou algo que o valha) de bebida energética e está muito a fim de atazanar a Red Bull. Só que ninguém sabe ninguém viu a beberagem.
Pois o cara conseguiu emplacar um patrocínio master na equipe Rá.
Com isso os carros serão preto e dourado. O que nos remete aos tempos de Emersão e sua Lotus (aquela) preta e dourada.

Bom, o carro ficou bonito.



Agora é esperar para ver se o dinheiro entra ou nosso aparente maluco é mais um maluco.

"sou especial. Vejam minha aura".

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

MULTAS NUTELLA

Com o passar do tempo as multas se sofisticaram na forma de radar. A impessoalidade de uma máquina implacável com sua velocidade. Ainda te dá uma lambuja de uns 3% por conta da aferição da engenhoca.

Pois bem. Usuário da rodovia Anhanguera/Bandeirantes conheço os radares fixos. Ao chegar perto aquela levantadinha de pé resolve a questão. Ainda contamos com o maps/waze a dedar os radares.

De uns tempos para cá começaram a usar os radares móveis. Mas, sem muita imaginação. Ficam mais ou menos nos mesmos lugares. E, tenho uma técnica em descobri-los. Normalmente são colocados nas muretas centrais das rodovias. Fico de olho em carros estranhos parados no acostamento. Meio que enfiados no mato. É o pessoal que cuida da instalação e vigilância dos radares. Funciona assim: vejo o carro esquisito e presto atenção na mureta. Dá para ver o radar pela saliência sobre a dita. Levanto o pé e dou uma banana mental para o "fazedor" de multa.

Mas, não estou imune. Certa vez fomos até Gramado de carro. Eu e a rainha da mansão. A Régis ainda estava em reforma. Caminhões alucinados, motoristas sem noção e desvios quando menos se espera. Não vi um só radar até a estrada do sol, no Rio Grande do Sul. Estrada linda, dupla, sem buracos etc e tal. Problema. Velocidade limitada em oitentinha por hora. Taquei o pau sem medo de ser feliz. Finalmente correr como os Mustangs (cavalos selvagens, explicando) livre leve e solto.  A estrada, no entanto, era dotada de 'centos radares. De metro em metro.
Resultado. Três multas e muito xingamento. 

Bom, mais recentemente resolvemos alimentar os borrachudos lá de Ilhabela. Todos conhecem a ilha.
Chegando perto existem aquelas praias/comunidades à beira da estrada. Radares tipo lombada e velocidade de quarentinha por hora. Milhares de radares.
Estávamos usando um carro zero com multimídia. A mocinha (que não era a Dani) passou grande parte do tempo avisando "você está acima da velocidade". Virou um meme na família por sinal. Até Henrique imita a voz da mocinha quando a rainha da mansão lembra que "aqui é cem por hora".
Bom, lá perto da Ilhabela eu dizia que não estava vendo radar nenhum. Resultado: mais três multas.
E, tome xingamento.

Seres normais irão dizer que eu deveria obedecer a velocidade oficial e pronto. Mas, haja saco.
Eu já resolvi a questão. Nunca mais a estrada do sol e Ilhabela.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

MULTAS

A pauta é multa de trânsito.
Antigamente as multas eram do tipo raiz. A toridade mandava o sujeito parar, passava um sabão (expressão do tempo do véio Mero) e tome multa.
Lembro da cena do guarda rodoviário munido de cronômetro e binóculo a medir a velocidade do carro em determinado trecho. Rudimentar e sem chance de apelação. Se o cara errou na medição azar do "infrator".

Dessa época tenho duas lembranças. Uma boa e uma péssima.
Primeiro a péssima. Passei no último concurso da CPFL e estava fazendo os ultimamente em Araraquara. Morava em Jaboticabal. Nosso carro era o famoso Fiat 147 Rallye dois em um. Dois em um porque, descobri um tempo depois, pegaram dois carros batidões e fizeram um. Nosso valente Fiat.
Bom, há uma descida do carai entre Araraquara e Jaboticabal. Vinha eu na descida, na banguela claro, e o guarda me parou na subidinha logo depois. Binoclão no peito disse que eu havia feito uma ultrapassagem em faixa contínua. Cuma? Não era excesso de velocidade?
Não era verdade. Nem havia outro veículo por perto. Comecei a argumentar de maneira cada vez mais incisiva enquanto o maluco examinava meus documentos. Então, o anjo da guarda deu um peteleco na minha cachola. Os pneus do carro, até então anônimos, estavam mais carecas que o Esperidião Amim. Um deles tinha que ser calibrado todo dia porque a câmera de ar já aparecia. Sim, naquele tempo os pneus tinham câmera.
Fiquei quieto e levei uma injusta multa. Fiquei sabendo, mais tarde, que um colega nosso teve um carro (um Fiat!) apreendido no mesmo lugar por causa de calvice pneumática. Teve que gastar os tubos para comprar pneus e trocar no pateo onde o carro estava guardado.
Em tempo. Fui defenestrado do concurso por conta de exame médico fraudulento. Sem dinheiro para advogado.....

Agora a boa.
Num tempo razoável tínhamos um opalão cinza quase zero.
Vindo de Sampa para Jaboticabal, ainda no começo da Bandeirante fui parado por um guarda num posto de fiscalização logo após um descidão. Eu sabia do posto mas, o pé é pesado.
Não deu outra. O sujeito me parou e foi logo dizendo que eu estava voando baixo. O que dizer em defesa? 
Disse que sabia do posto de fiscalização mas esqueci de tirar o pé. O senhor tem razão. Lavre a multa.
O cara ficou furioso. Disse que meu carro era a gás. Coisa normal naquele tempo. Instalavam um bujão de gás, uma "barbuleta" para a troca de combustível quando havia autoridade perto e tome polca. O carro a gás soltava um cheiro parecido com vazamento de gás dos fogões.
Cismavam em todo lugar que meu opalão era a gás. Não era. Depois de muito examinar o motor, porta malas (cheio de muamba), luzes, pneus e tudo o mais, a autoridade catou o talão, os documentos. Olhou bem para mim, suspirou, devolveu os documentos e mandou que eu fosse para puta que o pariu. Não literalmente lógico. Mas, penso que ele ficou puto com a minha sinceridade somada com o carro em ordem. Deu preguiça em escrever a multa por excesso de velocidade. Mandou que eu seguisse. O que fiz sem olhar para trás.

Como este post ficou grande vou guardar as multas nutella para outro.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

SÓ PARA DIZER "OI"

Sem ânimo para grandes postagens o blog vem dizer que mamã Ferrari coloca pressão sob si mesma.
Ela tem duas equipes satélites: a Rá e a Sauber.
Melhor dizendo, a ligação com a Sauber vai ser mais escancarada porque ela (Sáuber) mudou o nome para Alfa Romeo (do grupo Fiat). O carro é o mesmo. Muda o logotipo na "porta".

Enfim, duas equipes que podem dar uma mão em termos de desenvolvimento do carro e na corrida. Mais ou menos como Cocô dando passagem para Hamiltão num GP do ano passado (não lembro qual). O francês pilotava uma Força Aí Índia, que usava pum Mercedes. Enfim, uma putaria só.

Para completar na panela de pressão ainda cabem Pascoal Vêlánhein (que foi piloto Mercedes) e Brandão "cometa" Halley (piloto dos Toro Mirins) como pilotos do simulador. Em verdade eles devem passar algumas informações sobre os carros que pilotaram. Não deve ajudar muito. Mas, é lenha na fogueira.

Com tudo isso os entusiastas esperam que, finalmente, mamã Ferrari tire o pé do lodaçal neste ano.
É pagar para ver.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

CIRCO DOS HORRORES

Era uma vez um país, onde nasci, que foi pisoteado pelos tanques em busca dos corruptos. Esta foi a desculpa.
Mas, a corrupção dos amigos era escondida pelo manto da censura. Quem tentava se informar, lendo nas entrelinhas das notícias dos jornais e revistas, criava uma realidade abstrata. Onde está a verdade?
Pulando alguns anos os tanques enferrujaram e acharam por bem voltar à penumbra. Mas, mostrando os canhões volta e meia.

Finalmente um presidente civil. Eleição indireta, claro. 
De qualquer maneira um mineiro com cara de vendedor de carro usado foi eleito.
Mas, ó ironia.
Morreu Tancredo. Herdamos seu sobrinho. A cara do novo brasil. 

Pulando outros anos. Ontem assisti (entre uma vomitada e outra) o circo de horrores que retrata o novo brasil. 
Eleição do presidente do senado. 
A justiça (ah, o supremo) tentou ajudar o alagoano corrupto. O ministro amigo interferiu no regimento de outra instituição decidindo que o voto deveria ser secreto. Com o voto aberto seria constrangedor votar no alagoano. 
Enfim, os senadores decidiram que votariam por meio das cédulas (secreto) mas, mostrariam o papel para seus colegas.
Genial?
Estamos no brasil. Ao invés de 81 votos (o número de senadores) a urna continha 82 cédulas. Bandidagem da grossa e sob os holofotes da TV.
Rapidamente um dos condenados (aleluia!) que cumpre pena em regime semiaberto rasgou as provas.
Nova eleição. 
Um obscuro senador do Amapá cheio de acusações diversas (ah, vá!) foi eleito com a ajuda dos "home" do executivo. 
Este é o circo brasil. 
Infelizmente o show que se repete é de horror.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

PRESTIGIADO

Nos velhos tempos quando um time de futebol caía pelas tabelas os dirigentes declaravam que "o técnico está prestigiado". Logo depois o "prestigiado" levava um pé na bunda.

Aliás, antes de entrar no mérito, gostaria de falar sobre um técnico mucho lôco dos tempos em que acompanhava o futebol. Yustrich, o homão.

O verdadeiro nome dele era Dorival Knippel. Nascido em Corumbá em 1917 e falecido em 1990.
Como era parecido com um goleiro, Yustrich, do Boca Junior acabou por ganhar o apelido. Aliás, ostentava dois. Homão era porque fazia o tipo linha dura. Brigou com o argentino Doval quando dirigia o Flamengo por causa dos cabelos compridos. Não gostava de barba e roupas "extravagantes".  Sim, no fundo um idiota. Quase levou um tiro de João Saldanha por conta de inimizades antigas. E, por aí vai.
Mas, o que lembro era que, quando dirigia o Corinthians, perpetrou uma cena inesquecível. Um jogador corintiano caiu feito o Neymar. Aquela cena que todos conhecemos. Saiu de maca para a margem do gramado (poético "margem do gramado"). Repentinamente o homão sai do banco. Pensei que ele ia dar instruções ao Neymar jurássico. Qual o quê. Do alto de seus 1,85 m catou o sujeito no colo e o jogou de volta ao campo. Nem ele aguentava o cai cai. Tentei encontrar a cena na infernal inter porém, sem sucesso.

Mas, o verdadeiro motivo do post foi uma declaração de Cristiano Horny no sentido de que a promoção de Pedrinho Galinha para os Toro Seniores foi "cedo demais". No entanto, nas palavras de Horny o francês está prestigiado e vão ter paciência com ele. Apesar de ser companheiro do, este sim, prestigiado Mad Max. Penso que, mesmo antes do campeonato começar, Pedrinho foi alçado ao telhado.

Quanto ao Yustrich:

uma fineza de homão

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

UMA NAU SEM RUMO

Marcus Vinícius Carvalho Rodrigues. Esqueçam o currículo dele.
Ao tomar posse como presidente do Inep mostrou que é inapto para o cargo.
Parte da imprensa chamou a ignorância de gafe.
VTC.



Marcão subindo os "degráis" da fama.

PENDURICALHOS

O troféu Xepa para o bestalhão do Irvine foi muito apropriado.
O cara andou falando que só não é melhor (ou era) que Shushu. E, perdeu o título de 99, quando o lemão quebrou a perna, porque a equipe largou mão do carro atual para desenvolver o do ano seguinte. Hummmm. Podemos dizer que se não fosse Michael ele levantaria 'centos campeonatos. Alguém tem que parar de beber.

Na F-bostante os pilotos estão chiando barbaridade. Primeiro a pista de Santiago do Chile é estreita e foi "derretendo" ao longo da corrida. Depois o excesso de punições. O Jerômo do Ambrósio, por ex., perdeu a liderança do campeonato por andar acima da velocidade permitida durante a bandeira amarela. E, por aí vai para o ralo uma categoria que todo mundo, estranhamente, coloca em um nível acima da estratosfera. Kiko Roseberg, lá em Davos, disse que não faz sentido a F-1 usar gasolina. Pensa que o negócio é usar motores elétricos. Calma lá gente.

 Dona Liberdade, cada vez mais perdida, queria que todos os carros para a próxima temporada fossem apresentados num evento único. Esquecendo que tem zilhões de interesses por detrás dessas cerimônias. Patrocinadores que não gostariam de dividir holofotes e pilotos que passariam despercebidos diante das estrelas. Pensar em coisa útil nem pensar (boa essa).

domingo, 27 de janeiro de 2019

FÓRMULA BOSTANTE

Não assisti (e nem pretendo) a etapa do Chile da F-E.
Mas, li as notícias. Louco de Graça botou 0,5 s de vantagem para cima de Tião Boêmio na classificação. Motivo de manchetes na mídia. Mas, foi punido largando em último.
Sabemos que Louco não tem papas na língua (como diziam os antigos). 
Algumas punições que sofreu nesta categoria são, digamos, polêmicas. Cheirando a perseguição.
Fui buscar o motivo da punição. Ele freou mais forte na volta de retorno dos boxes do que na volta rápida. Cúma?

Por mais que os freios ajudem na recuperação de energia e etc., cá entre nós os caras estão pirados na batatinha. Regras esdrúxulas que nem os fiscais entendem. 

As corridas são um festival de punições.
Desanima qualquer um. Só para constar. Quatro horas depois do final dois pilotos foram punidos por andar mais rápido que o devido sob bandeira amarela.

Difícil. Se quiserem credibilidade que melhorem a porra da bagaça. Senão a comparação com a F-1 e suas abobrinhas serão inevitáveis.


quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

TROFÉU XEPA!

Estamos em falta com o blog porque em férias. Sim, curtimos férias durante o recesso e agora oficiais.
Mas, dando uma olhada nas notícias, entre uma cerveja e outra, descobrimos um motivo para agraciar alguém com a famosa torta de restos de feira de dona Gertrudes.

Eddie Irvine, o capacho de shushu. Uma vez ele declarou que tinha orgulho em comboiar o lemão. WTC

Em uma entrevista confusa questionou a capacidade de Vetor como piloto. Muita gente faz isso dizendo que o atual piloto da mamã Ferrari não tem capacidade em lutar com outros pilotos de igual para igual. Foi campeão por causa do carro superior na época de seus títulos.

Esquecem que Hamiltão pilota um carro superior nestes últimos anos.
Lógico que, pelas tantas, colocou shushu nas alturas da porra da bagaça. O engraçado é que fez as comparações mas declarou que não assiste corridas porque são chatas.

Mesmo considerando que todos tem preferidos algumas puxadas de brasa para sardinhas alheias (no caso shushu) merecem a torta mal assada.

Dona Gertrudes também está na praia e informou que vai usar restos de vegetação que infestam a praia. Bem como algas presentes em todos os dia

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

CHOCS

Nestes tempos de deserto em relação à F-1 os sites especializados concedem atenção maior para categorias como a F-chocante.

Confesso que assisti parte da primeira corrida desta temporada. Detestei aquele puxadinho que lembra vídeo game onde os carros ganham um chute maior no traseiro para ajudar nas ultrapassagens.

Fora o local da corrida. Riad na Arábia Saudita um lugar, digamos, tóxico.

Mas, segue o bonde. A segunda foi em Marrakesch no Marrocos.

Na verdade temos pilotos interessantes correndo na categoria.
Como  Stofado Vandormi (corre pela HWA HG (?)), Gary Paffetti (vulgo Gari Topete), Pascoal Velánhein, Louco de Graça, o Nelsinho Piquetezinho, Daniel Ab(c,d,e....)t e o recém chegado massinha de modelar.

O que chama minha atenção é o enrosco entre o Nelsinho Piquetezinho e massinha de modelar.
O primeiro foi protagonista daquela monstruosidade em Singapura que dispensa maiores comentários.
Mas, soltou o verbo dizendo que massinha só chegou porque tem amigos importantes. O ex piloto de dona Claire disse que está cagando e andando para as críticas, principalmente de onde vem.

O fato é que o bolo tende a crescer e talvez eu me disponha a dar maior atenção às rusgas. Quero dizer corridas.

Lá em Marrecocasher o que vale é a defecada perpetrada pelos dois pilotos da equipe BMW que caminhavam para fazer 1-2 quando resolveram se esfregar na pista (em 3:17m). Resultado; Ambrósio agradeceu e venceu (rimou). Em 1:12m Pascoal Velánhein mostra que é mimadinho.

Enfim, normalmente as corridas são chatas por causa das pistas estreitas, o som é horrível porque parece um enxame de zábeias alucinadas e o fã bosta é maracutaiado.

Mas, vamos dar uma olhadinha nas próximas etapas esperando que cruzem na pista e bigodes Piquetezinho e massinha de modelar. Vai ser chocante.


quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

FAKE NEWS

Como já expliquei neste blog herdei o ceticismo de véio Mero. A primeira vez que ouvi a frase "muda a tubulação e a merda é a mesma" foi de sua profética boca quando tentava explicar para o  então jovenzinho confuso o golpe de 64 quando ainda morávamos em Curitiba. Lá pelas tantas soltou a frase valendo uma reprimenda de dona Alzira.

Quando lia o jornal, depois do trabalho, ainda em Curitiba xingava desde os "inimigos" do Parmera até os políticos. Sempre duvidando das notícias e promessas que quase nunca são cumpridas. 

Quando mudamos para sampa o ritual não mudou. 
Mas, um novo ingrediente entrou no meu rol de leituras. Havia uma banca de jornal perto da padaria do Cardoso (já fiz um post sobre a padaria). Na época da censura brava garotas de biquini ou bikini ou maiot ou maiô eram o must para a molecada com os hormônios em ebulição. Algumas revistas colocavam as ditas na capa. Jornais também.
Entre eles o famoso "Notícias Populares". Meu pai não comprava. Era fã do "Diário de São Paulo".
Então, eu passava todo dia pela banca (mesmo porque era caminho da escola) dando uma espiada nas "manchetes" desses periódicos mais, digamos, populares.
Bom, a primeira vez que me deparei com uma fake news brava foi a manchete do "Notícias".


A foto da moça não era reveladora mas, o diabo havia nascido em sampa. Carai.
Era maio de 1973, estava prestes a completar dezoito anos. Não era tão ingênuo assim. 
Mas, a manchete me pegou no contrapé. Ah sim. O jornal era o famoso que espreme e sai sangue.
Então, ufa! Fake News.
De qualquer maneira o bebê diabo rendeu manchetes e mais manchetes.

Outras parecem tremendamente atuais. 




Se ontem era a Roberta Close hoje tem muita gente que acha o/a (who?) Pablo Vittar linda(o) de morrer.




Um remédio para a falta de ereção que não deu muito certo. E, uma moderna para os dias de damares: bacanal em novela. Mesmo que seja de sangue. 

Nos dias que seguem deixei vários grupos de zap-zap por conta de fake news espalhadas como verdade e que acabaram por eleger o ....o ......o, vocês sabem quem.
Cansei de pesquisar e informar que "isso é fake", "isso é vídeo de 'centos anos atrás" e etc. Então apertei o botão do "foda-se" e saí fora. 

As pessoas estão se comportando como aquele Luiz de 1973 que levou um susto mas, num segundo momento raciocinou concluindo que o diabo não nasce. Vem pronto. Eh eh.







terça-feira, 8 de janeiro de 2019

FÉRIAS

Neste ano fomos passar o fim de ano no sul. De carro porque passagens de avião estavam inviáveis.
Pois bem. 
A viagem foi realizada em duas etapas. Rib's - Curitiba. Curitiba - Floripa. Na volta o inverso
Apesar da Régis Bittencourt estar toda duplicada avisaram que não seria mamão com açúcar.
Não foi. 
Certa vez fizemos um caminho alternativo "por dentro" do estado de São Paulo e Paraná. Estrada cheia de curvas que derrubou todo mundo. Náuseas e quejandos.
Para encurtar: estrada cheia de caminhões que são dirigidos por pessoas com síndrome de motorista de fusquinha. Trocam de faixa, sem acionar a seta, como se fossem os únicos no universo.
Saímos de Curitiba em direção à Floripa no dia 27-12 e pegamos congestionamento já na avenida de saída. Meros 306 Km. Normalmente feitos em três horas. Contando que gosto do pedal da direita.
Levamos 9 horas. 
Precisamos urgentemente de outra estrada para o sul. Tipo Bandeirantes e Anhanguera.

Enfim, valeu a pena?
Claro.
Abaixo uma amostra.

fogos ao cair da meia noite de 31-12









segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

CIAO BELLO

O blog volta ao ar depois de férias/recesso num lugar que adoramos. Depois voltamos ao assunto.

Hoje tivemos uma novidade que era esperada já no ano passado.
Mamã Ferrari troca de técnico no meio dos afazeres acerca do novo carro para 2019.
Maurizzio Arrivabene foi defenestrado entrando Mattia Binotto.

Em se tratando de mamã Ferrari sempre existe aquela briga surda (ou não) pelos holofotes e comando.
Tá certo que a equipe bateu cabeça em várias ocasiões na temporada passada. Juntando algumas defecadas de Tião Vetor lá se foi o campeonato de pilotos ralo abaixo. Faltou comando em algumas ocasiões.

Não vamos entrar no mérito da troca porque envolve bastidores e até o defunto Macarrone.

Mas, torcemos para que tudo se encaixe, produzam um carro competitivo dando condições para que Lacraia, ou melhor Vetor, levante o caneco na temporada que entra. 


segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Ten years gone

Podemos esquadrinhar incontáveis modelos teóricos sem nunca ter certeza sobre a forma e natureza do tempo. A física, contudo, não pode teorizar apontamento nenhum sobre a experiência humana na temporalidade. 
Este humilde espaço virtual foi iniciado por um menino recém-saído da graduação que achava que perdia muito tempo comentando os textos de outros blogs e que seria, então, mais apropriado criar o próprio.
Como precisar, no entanto, a noção de muito tempo? Veja-se o automobilismo, que nos encantou e levou-nos, justamente, a perder muito tempo no blog dos outros. Nele, os grandes feitos que se eternizam duram pouco mais de um minuto, em uma volta ao redor de um circuito qualquer.
Passei estes dez últimos anos quase integralmente na escola, deram-me mais dois diplomas que, sejamos francos, pouco me servem porque ninguém efetivamente entende qual a função deles; mudei de casa, casei, visitei outras partes do globo, quis não voltar de muitas delas.
A narrativa breve que dá sentido aos dez últimos anos deixa também entrever que uma década, como uma volta em torno de um circuito qualquer, passa em pouco mais de minuto e meio. Tão rápido que quase não dá para ver. 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

DEZ ANOS!

Este blog completa dez anos em 30/12/2018.
O chefe lançava o primeiro post com, vamos assim dizer, as propostas a nortear o blog.

Propostas são como leis. Estão aí para serem vilipendiadas.

O tempo passou e o chefe do blog resolveu que eu deveria passar para o lado de dentro do balcão.
Minha primeira participação está aqui nos comentários. 

Meu primeiro post aqui

No começo a gente tenta ser sério, escrever soluções para as aflições do mundão véio. Textos elucidativos acerca do automobilismo mundial tal e coisas. Depois, se instala a putaria.

Andei relendo alguma coisa aí atrás e descobri algumas coerências. Como não engolir Michael Shumacher, por ex. E a descida na escala de admiração de Fernando Alonso.

Algumas ideias para incrementar o blog como um filósofo de sala de espera que anda sumido porque foi fazer meditação em Osasco.
A sempre presente dona Gertrudes, uma faz-tudo da F1 do passado que abandonou (mais ou menos) a categoria para se tornar uma cozinheira mundialmente conhecida e temida. 

Enfim, tem sido gratificante buscar notícias que viram postagem ou ter um lampejo de ideia que se transforma em post. Desde que comecei a batucar na velha e amada máquina de escrever portátil, que Véio Mero adotou do serviço porque ia para o lixo, acostumei a sentar, começar o texto que acaba por adquirir vida própria, usando este que vos tecla como meio para um final que nunca é entregue pronto.
Este prazer em deixar a imaginação fluir faz com que eu continue a batucar as teclas com textos praticamente anônimos apesar de estarem no éter (ou internet, se preferirem).
Como disse uma pessoa, é uma terapia.

Enfim, para comemorar o aniversário do blog algumas providências vão ser tomadas. Como por exemplo pedir ao chefe do blog que dê uma passadinha de vez em quando. Ah ah.

Tenho que intimar a família a ler algum texto. Dizem, as mulheres, que não entendem de F1. Mariana, desde que Jasão Butão parou, não quer dar seu número de telefone para outro piloto. Henrique reclama que "vovô, você só faz post!"

Dona Gertrudes ligou informando que dez anos não podem passar incólumes. 
Disse que fará não um jantar mas, uma efeméride. 
Conseguiu, através do puto Putin (que estranhamente tornou-se seu amigo) um mamute siberiano que estava num museu lá em Moscou. 
Vai perpetrar um mamute no rolete com ajuda de um guindaste e cinco dias na brasa. 
A beberagem fica por conta de alguns tonéis de cerveja viking descoberta recente de um naufrágio no mar do Norte. 
"Tudo retrô como a ocasião merece", diz ela.
Então, tá.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

LAMBÃO EM ABU DHABI - 2010!

Com algum atraso, mas com muito prazer, o blog presenteia o piloto que fez maldonadice (antes mesmo da estréia do venezuelano na F-1) no GP de Abu Dhabi.

Calma que vamos explicar. Naquele tempo dona Gertrudes andava desgostosa com a categoria e não aceitava o desafio de perpetrar um leitão porcamente assado para ser entregue ao lambão da corrida.

O canal Sportv anda reprisando algumas corridas e, entre elas, o GP de Abu Dhabi de 2010 que decidiu a parada em favor de Tião Vetor. Venceu e levou seu primeiro título.

Fizemos um post que está aqui http://f1literaria.blogspot.com/2010/11/domingao-de-corrida.html

Revendo a corrida decidimos por um leitão extraordinário.
Senão vejamos.

O bacana é que uns duzentos pilotos tinham chances de levantar o caneco. Mimadon, Vetor, Markão Uéber e Hamiltão. Dependiam das famosas combinações que o gavião mais chato do planeta adora repetir até a gente vomitar.
Não importa. O que importa é que Mimadon precisava de um quarto lugar se Vetor vencesse. E, na largada Tião saiu em primeiro e primeiro ficou. O espanhol perdeu a posição para Jasão Butão e caiu para quarto. Ótimo.

Aí começam as emoções.

Um acidente feio tirou Shushu e Vitantonio Liuzzi da corrida logo na primeira volta.
Alguns pilotos trocaram pneus para ir até o final da prova. Pasmem, uma corrida de 55 voltas.
Entre eles o russo Vitaly Petrov (vulgo Vital Petrão) correndo pela Renault. 
Até o gavião mais chato do planeta já berrava que a situação poderia ficar preta para o espanhol xiliquento porque, quando fosse trocar pneus, voltaria atrás do russo e outros carinhas. Ou seja, Mimadon estava marcando o cara errado. Tinha que focar no quarto lugar e a cabeça estava em Vetor.  

Deu no que deu. Mimadon trocou na vigésima volta e ficou atrás de Petrão a eternidade. Todo o resto da corrida cheirando o escapamento de Vital. 
Correu mal para carai. Saiu da pista umas cinco vezes atrás do soviético (ave Temer). Se a pista fosse raiz, e não para viadinhos, atolaria em uma brita qualquer. Então é assim: se conseguisse, num esforço, emparelhar com o russo alguém imaginaria que Petrão iria bater? Claro que não. Sem nada a ver com a decisão deixaria o espanhol ser feliz lá na frente. Mas, Mimadon nem chegou perto de ficar lado a lado e dar aquele tchauzinho.

Tá certo que, atrás dele, Markão Uéber com chances reais ao título (mais que seu companheiro Vetor) fez uma corrida de amigo sem tentar atacar o espanhol. Mais tarde descobrimos que os dois dividiam um sorvete. Vergonhoso para o australiano.

Bom, Mimadon cruzou em sétimo e ainda viu Robertão Kudebico cruzar em quinto. Não ia dar mesmo.

Levou o leitão porcamente assado pelo gesto feio no final da prova. Petrão não estendeu o tapete vermelho para sua majestade. Não deu moleza e recebeu o "carinho" em troca.

Dona Gertrudes vai exumar um leitão que foi reprovado pela vigilância sanitária e enviar ao aposentado (má ou mê) via Tartarudex. Tem vários leitões enterrados no quintal para emergências como esta. Para disfarçar o cheiro defuntal vai encher o dito com desodorante Rexona recebido de brinde por estarem vencidos.



quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

BULLYING

 Alguns dias atrás quando entramos no banheiro lá onde trabalho fomos surpreendidos por um ser a nos espionar com olhinhos curiosos e ao mesmo tempo assustados.

Pela segunda temporada consecutiva  mamãe pomba faz ninho na janela do banheiro. A gente entra distraído e leva um susto quando percebemos mamãe de olho em nossos movimentos.
Puro bullying.

"lava a mão..."

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

MICO

O automobilismo de competição tem ligação com o reino animal.
Véio Mero adorava me atazanar dizendo que o "Emersão Fintinpaldi parece uma tartaruga".
Um tempo atrás a imprensa italiana dizia que o desenho da Ferrari de um campeonato dos anos 90 lembrava um tubarão. 

Então, para pagar mico basta apenas um passo.
A Fórmula chocante já correu contra um guepardo com João Louco Verme.
Recentemente Massinha de modelar deu sua inestimável contribuição correndo contra um falcão peregrino lá na Arábia Saudita (toc, toc, na madeira, se me entendem).
Fez pose com o adversário, cagando de medo pelo visto.
Deveria ter aproveitado e cortado as asas do bicho garantindo a vitória.

"se esse papagaio me bica......"

Bom, colocaram uma isca na traseira do carro e tome polca (que é uma dança oriunda da Boêmia, que por seu lado é uma cerveja mais ou menos).

Claro que o passarinho iria ganhar a parada porque voa a trezentos e qualquer coisa contra uma barata (para ficarmos no reino animal) que chega no máximo a uns duzentos e oitenta km/h.

Pelo que entendi, assistindo o vídeo massinha ganhou. Sacaneou o pobre bichinho balançando o rabo impedindo a ave em agarrar a isca. 
Discípulo de Dick Vigarista......


sábado, 8 de dezembro de 2018

O CARA

O blog ficaria triste com Kiwi Vodkanem fora da F-1. Ele é o cara e não está nem aí para o protocolo vamos assim dizer. Já apareceu segurando uma garrafa de cerveja para a foto com a equipe após uma vitória pela Lotus (essa).


Agora, em São Petersburgo, na Rússia, mostrou que estava à vontade na terra da vodka. Tomou todas antes da premiação e se tornou a atração.
Mais do que o bigode ridículo de Tião Vetor.
O evento era uma premiação qualquer mas, ninguém quer saber. 
O que vale é a festa.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

MARTELANDO

As notícias que pipocaram sobre as declarações não indicam o porquê, mas Helmut "hammer" Markão já começou a botar pressão em Pedrinho Galinha dizendo que ele precisa de disciplina para 2019. Penso que o recado é para ficar quietinho e não atrapalhar Mad Max andando na frente dele.

Alguém deveria dizer ao austríaco malucão que a temporada 2018 ainda não esfriou e que o francês nem andou no brinquedo novo. 
Essas marteladas fora de contexto sugerem uma pessoa intratável. Como dizem pelos cantinhos quem o conhece. 
Como Britadore o cara quer resultados antes mesmo da corrida começar. E, não tem paciência em esperar a fruta amadurecer. 

Outro ponto é a conturbada relação de Galinha com Brandão "cometa" Halley que acabou defenestrado dos Mirins. 
Halley deu declarações no sentido de que a equipe favorecia seu "companheiro". Ao realizar boas corridas, no final do campeonato, já com a corda no pescoço, disse que finalmente ajustaram o carro ao seu gosto. Ou seja, com fritas e chopp gelado. Os Mirins não gostaram, via Frango Tostado, o capo. Mas, ......

Pedrinho, por seu lado, antes de conseguir o lugar na equipe, cobrou via imprensa a promessa de ser elevado. Levou a primeira martelada pública de Markão.
Não é, pelo visto, um sujeito catequizado.

Enfim, o que esperamos é o circo pegar fogo. Esperamos que Pedrinho não dê ouvidos ao chefe doidão e que brigue muito com seu "companheiro" Mad Max. Dentro e fora das pistas.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

RALA O HALO

Restou uma certa polêmica acerca do acidente de Kiko "incrível" Hulk lá em Abu Dhabi.
Muita gente se apressou em dizer que o halo (famigerado) salvou a vida do indivíduo. Pelo menos Leme teve a audácia de discordar do chato sabetudo dizendo que mais importante foi o santo Antonio (o desprezado). De fato o santo foi o responsável pela integridade do piloto.

Baixada a poeira veio a constatação tétrica pelas imagens e desespero de Hulk ao avisar sobre o fogo.
O tal halo impedia sua saída do carro. Essa é a verdade. Se o fogo se alastrasse teriam que encher o sujeito com aquele talco corta fogo. Talvez ele não saísse ileso como saiu.
Lembrando que, mesmo com toda a tecnologia, ensaios e propaganda enganosa, os fiscais pelo mundo afora deixam a desejar. Demoram para chegar e, muitas vezes, parecem baratas tontas.

Num acidente recente na Austrália Mimadon, após uma barbeiragem sua, para no muro igualzinho Kiko.


Porém, a exemplo de Senna no México, saiu todo pimpão do carro porque não havia o obstáculo halo a atrapalhar.


Para tentar amenizar o óbvio leio que uma investigação que durou séculos concluiu que  o halo salvou Lacraia de um impacto maior naquele acidente na Bélgica onde o protagonista foi (quem, quem?) Kiko "incrível" Hulk (o cegueta). Mais ou menos assim: o halo matou o pneu do carro da McLaren no peito e mandou um chutão jogando o carro para longe. Lendo a matéria vemos que tem muito "se" na investigação. 

Quer saber?
Vão cagá. O halo é uma bosta feia para carai e não vai ser protagonista em acidentes nos carros fórmula. Somos fãs do santo antonio e do santo onofre (não onofri).

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

BUROCRACIA

Sou do tempo em que necessitar de algum documento oficial era coisa para seguidores do Dalai Lama.
Exigências das mais difíceis, inexplicáveis e irritantes. Normalmente sem orientação ou, como hoje, tutorial para clarear os caminhos espinhosos. Tudo com autenticação em cartório, o que significava mais exigência do software paciência. 

Mais ou menos assim: a gente saía da frigideira (serviços do governo) e caía no fogo (os cartórios).

Lá em 1979 foi criado o Ministério da Desburocratização no governo do ditador João Figueiredo.
Para desburocratizar criaram um ministério com cargos, funções e o diabo a quatro. É o brasil-sil-sil.
O primeiro Ministro foi Hélio Beltão, um burocrata. 
Na minha opinião as mudanças não foram tão profundas a ponto de se criar um Ministério para facilitar, por ex, a criação de empresas e etc.

Pelo menos a autenticação em cartório de qualquer cópia necessária para a papelada em órgãos governamentais foi abolida.

Meus últimos embates tem sido, de certo modo exasperantes. Estou tentando uma certidão de tempo trabalhado para fins de aposentadoria na (in) justiça. Não que pense em parar tão cedo, menino que sou.
Mas, sabendo, devido ao meu trabalho, como funciona a máquina do INSS quanto mais cedo melhor.
Pois bem. Meu tempo trabalhado fora da (in) justiça está lá nas entranhas do CNIS (Centro Nausebundeante de Informações Sacais). O que é incrível dada a, digamos, dificuldade em registrar tantos dados.

Fui, com o pé atrás, até a agência mais próxima com agendamento via internet. Mó modernidade. Qual o quê. Passou a hora agendada, fui falar com a informação mais próxima que era o "guarda" terceirizado. Ele, com ar de enfado, explicou que o agendamento não serve para porra nenhuma. Quem chega antes é atendido antes. Simples.
Descobri, com o queixo caído, que meu tempo de professor (toc, toc, na madeira) que está todo lá não serve. O próprio órgão que cuida dessa informação disse que preciso de uma certidão da Secretaria da porra da Educação comprovando meu tempo de professor (toc, toc, na madeira).
É isso? Tem certeza? Não estou biruta?

Descobri que espernear só piora a situação. Alguns olhares de "estou te marcando, babaca" e lá fui eu atrás da prova que a Autarquia, zureta que é, reluta em aceitar.

Fui na Secretaria da porra da Educação (regional) e, ora ora ora, fui muito tem atendido. Mas, lá vem a burocracia de novo. Quem fornece a certidão é a escola onde dei aula. Virge Santa!
Encarei meus fantasmas da época e lá fui eu. A escola não mudou muito. Mais grades e um portão dentro da entrada dos professores para evitar os pais malucos que assombravam eu e meus colegas dos anos 1990 (de 95 em diante, para ser mais exato). Meninos, várias vezes assisti parentes dos mais variados (desde pais até primos) dos pentelhos partirem para a ignorância. Bastava colocar o futuro meliante para fora da classe que era briga na certa.

Nesta altura é melhor resumir. Dentre todos os documentos (inclusive certidão de casamento, se houver!) havia um tal de extrato de PIS/PASEP. Quem fornece?
O banco onde tenho conta.
Nesta altura do campeonato estava prestes a entrar na faca (como diziam antigamente) e desanimei de vez. Os médicos tiraram mais um pedaço de meu corpitcho e a vontade de zanzar de balcão em balcão.

Mas, não pensem que me livrei. Há um ano a escola manda e-mails dizendo que tenho que ir lá resolver as paradas. Respondo que vou e não vou.
Um belo dia, aproveitando uma ida ao banco pedi a porra do extrato. Agora sim.
Continuei não indo.

Pois bem. Semana passada recebi um telefonema aflito de um funcionário da porra da Secretaria dizendo que meu processo havia sido enviado para lá e que deveria comparecer para normalizar. Mamma mia. "Estou causando", pensei.
E, estava de posse de tudo o que é necessário para ..... o que mesmo?
Ah, a certidão do tempo de professor (toc, toc, na madeira).
Lá fui eu na Secretaria. Depois de rodar uns vinte minutos porque não há lugar para estacionar no entorno (Rib's é metrópole!) entrei no prédio com o software paciência no máximo.

A pessoa que me atendeu no ano passado já aposentou (hummm).
Meu processo é um processo mesmo. Com capa e recheado com aquelas folhas com palavras burocráticas que tanto conheço.
O funcionário foi solicito. Explicou que não sabia o destino do processo quando juntasse a documentação faltante. Perguntou para alguém que falou em algo como "Núcleo de Pagamento Final". Pelo menos foi o que entendi. Fiz uma brincadeira na hora errada. Herdei essa virtude do Véio Mero. Disse que tinha alguma coisa a receber. Todos olharam para mim com cara de "Cê tá loco?"

Descobri, também, que o tal processo saiu da escola, foi para esse núcleo que enviou para a secretaria que me chamou. Não desistiram de mim, por algum motivo. Agora não sabemos os finalmente.
O funcionário, tão perdido quanto eu, disse que liga assim que tiver notícias.

Já na rua me senti num conto de Franz Kafka. Não eu mas, o brasil-sil-sil.



terça-feira, 27 de novembro de 2018

ESQUENTANDO OS TAMBORINS

Antigamente o carnaval era mais celebrado, cultuado, esperado.
"Esquentando os tamborins" era qualquer batuque em qualquer lugar. Esperando o carnaval chegar.
Na F-1, logo após o último GP, os pneus estão esquentando.
Apesar de faltarem uns três meses para o início da próxima temporada.

Olhando para a formação das equipes podemos concluir algumas coisitas.
Dizem que Pedrinho Galinha vai sucumbir legal em relação ao seu companheiro de Toro Senior o Mad Max. 
Mas, quando percebeu que perderia o lugar nos Mirins, Brandão "cometa" Halley deitou falação sobre a relação nada amigável com o Galinha.
Lembrando que Pedrinho reclamou em altos brados quando, lá atrás, Kuajato foi confirmado pelos Toro Mirins em detrimento dele, Galinha. Helmut "hammer" Markão deu umas marteladas na cabeça do francês para amansar o irritadinho.  
O tempo passou Kuajato foi limado, Pedrinho entrou na F-1 e ganhou um Toro Senior para brincar.
Se ele vai ficar quietinho no seu canto só o tempo vai dizer. O que espero é que dê umas caneladas no belga/holandês/marciano.

Por falar em Daniel do Kuajato "ói" ele de volta. Justamente nos Mirins com o tailandês Alexander Albon, vulgo Xande Avon (chama), terceiro colocado na GP2.
Não deixa de ser uma equipe nova, apesar do Daniel já ter experiência. Desconfio que vão sofrer com um carro que não é lá essas coisas.

A Williams vem com o ressurgido das cinzas Beto Kudebico e Jorge Russo. Beto pilota com a mão esquerda fazendo de tudo porque a direita não serve nem para o onanismo. Eita maldade.
Com a porcaria de carro que terão nas mãos (três, no caso) podemos imaginar quem estará no fim do grid.

Os Laranjas não ficam muito atrás. Terão Carlos Sains (noção) Jr e (ro)Lando Lero. Briga de foice pelos últimos lugares.

Enfim, acredito que a categoria não dá chance real para a molecada se firmar. Principalmente porque tem molecada supostamente boa no forno todo ano. 
Não acho legal essa rotatividade porque, vide Stofado Vandormi, a impressão que passa é que certos pilotos estão no grid sem apoio tendo que se virar. O resultado já conhecemos.