Lembro daqueles filmes antigos quando descobriam alguma coisa que iria acabar com o mundo, ou algo assim.
Entrava, na redação, um repórter dando a fatídica notícia e o chefe da redação berrava "parem as máquinas".
Ou seja nada será impresso até que a notícia seja avaliada.
O blog para tudo porque nosso piloto preferido (e de zilhões de fãs da categoria) venceu o GP de Austin lá no Texas.
Fica para mais tarde as análises da corrida, lambão e etc.
O que importa é a 21ª vitória do finlandês que ultrapassa, assim, outro preferido do blog Mika Hakkinen (finlandês também bom de copo) que tem 20 vitórias.
Vodkanem bateu na trave inúmeras vezes ao longo da secura mas, hoje venceu com maestria.
Felizes estamos.
E, o campeonato não acabou.
Era dado de barato que os Laranjas iriam fazer uma espécie de acordo com a equipe do gordito braço duro (quando corria) Michael Andretti participando assim do campeonato da Indicar em 2019. Tudo para agradar Mimadon que deixa (ufa!) a categoria máxima (?) do automobilismo no final deste ano.
Mas, Zak Cinzento disse não.
Declarou que a McLaren não está preparada tal e coisa e vão ficar quietinhos sofrendo com a F-1 mesmo.
Talvez uma participação nas 500 milhas de Indianápolis.
Com isso Mimadon fica naquelas de vestir o pijama e só tirar nas participações nas corridas da WEC, cada vez mais chatas. Como são poucas provas e tudo termina em junho de 2019 com as 24 horas de Le Mans o espanhol vai ter muito tempo ocioso para admirar-se no espelho.
Quem nunca comeu um pão amanhecido por preguiça em colocá-lo na frigideira ou torradeira ou no lixo?
Pois é. Já quebrei um dente com essa brincadeira. Outro dente partiu-se quando comia pipoca doce indo para Brasília em busca do aumento perdido. Com relação ao pão amanhecido meu dentista praticou bullying dizendo que deveria saber que o pão endurecido exerce pressão fidapu nos dentes. Bom, vivendo e aprendendo.
A imagem abaixo é pão amanhecido.
Mostra, no entanto, nosso maluco de várias voltas Magnificúzem praticando o que mais gosta. Fechando um adversário. Moveu o carro quando Carlinhos Lacraia iria ultrapassá-lo resultando numa encoxada que poderia ter sérias consequencias. Não houve punição para Kevin "suck my balls", que vai acumulando lances dantescos e inimigos pelo grid.
Aliás, o dinamarquês maluco foi o que mais sofreu porque a atitude rendeu um pneu furado e logo depois o abandono.
Lacraia disse que iria questionar a múmia Charles Whting sobre o ocorrido dizendo que se "ele pode, eu também posso".
Vai sair faísca.
Na boa?
Magnificúzem deve ser do partido tucano. Pode tudo.
Tião Vetor não se ajuda. Ele e mamã Ferrari estão sob uma saraivada de críticas pela péssima gestão de crises e o lemão ainda dá um tiro no pé nos treinos que não valem porra nenhuma para a corrida de Áu-Áu-stin.
Carlinhos Lacraia saiu da pista, voltou trazendo bostritos, situação que ocasionou bandeira vermelha.
O piloto da Ferrari não diminuiu a contento a velocidade levando uma punição de três posições na grelha de largada. Uma senhora cagada. Dessas de interditar meio quarteirão.
O regulamento é besta? É, mas, aí está.
Todos tem a obrigação de conhecer e respeitar. O cara está num treino que não vale nada e não reduz a velocidade. Ou burrice, ou burrice.
Escovão Cocô levou uma punição idêntica para o GP do Japão mostrando que os "home" não estão para brincadeira.
Confesso que ando meio "escondido" neste tempo em que o horizonte anda cinza.
Mas, ora cabeças iram rolar?
Mimadon não venceu as 6 horas de Fuji, pela WEC, num campeonato com o campeão da LMP1 já decidido. Mimadon e a Toyota devido a um regulamento para chamar de "meu".
Desta vez o trio José Maria Lopes/Mike Conway/Kamui Kobayashi (nosso Koba san) venceu a bagaça. Pelo que entendi o espanhol não conseguiu acompanhar o ritmo do outro carro japonês, parou nos boxes para uma chacoalhada dessas que a gente usa para consertar máquinas engripadas, e ficou chato, pela distância, ordenar uma troca de posições como ocorrera anteriormente.
Portanto, o espanhol não é 100%. E a notícia da corrida ficou escondida nos sites "especializados".
Esse era um dos horizontes que tínhamos aqui da mansão alada em 2006.
Estamos no sexto andar e, acreditem, não precisávamos de ar condicionado apesar da boca do vulcão que é esta cidade. À noite sempre havia uma brisa fresca.
Na foto de ontem o mesmo horizonte.
Alguém vai dizer que a mata cresceu. Mas, a mata de concreto também. Fora um edifício construído no terreno ao lado. Não sei se conta mas, não venta mais como antes. O ar condicionado é primordial para o viver. Por sinal, ligado agora.
Sem contar as transformações no entorno do prédio.
Sempre me pego repetindo o velho chavão "no meu tempo era melhor".
No quesito "horizonte limpo", é verdade.
O blog foi em peso ao show de terça-feira de Roger Waters, baixista do Pink Floyd e grande defensor dos direitos humanos. Foi um dos melhores que assisti. Tecnicamente perfeito. Nem é preciso falar das músicas icônicas. A produção, no entanto, foi espetacular. Caixas de som foram colocadas no lado oposto do palco, no alto. Sensação de estar dentro das canções.
Vamos lá. Penso que o objetivo do blog não é polemizar e sim entreter nossos dois leitores. Eu e eu. Nem o chefe do blog passeia por aqui. De vez em quando obrigo o pessoal da mansão a ler algum post.
Em todo caso, a minha vida neste plano/planeta permite algumas reflexões.
Vivemos um período de polarizações.Os tempos estão bicudos. Lá onde trabalho já disse que se o golpe militar (tão desejado por tanta gente) vier seremos (eu e uns três colegas) os primeiros a ir para o paredão, "dedados" pelos fascistas de plantão. Gente que se informa pelas notícias falsas e acreditam que o nazismo era comunista.
Pior. São jovens.
Eu, na minha juventude, não tinha acesso fácil a determinados assuntos por obra da censura. Lembro perfeitamente quando fui, com minha prima, visitar o namorado dela em São Bernardo. O pai do rapaz, metalúrgico de São Bernardo. Na estante, livros subversivos como Karl Marx. Diante de meu interesse queriam que levasse um exemplar do "capital". Minha paranoia, no entanto, não deixou.
Hoje, temos acesso fácil a todo tipo de informação. Mas, a ignorância prevalece.
Na onda das falsidades o PT é o responsável pelo que de pior acontece. Quando algum político vai fazer uma rápida visita ao xilindró (até Gilmar soltar o bandido amigo) dizem que o partido dos trabalhadores é responsável pela lambança em que todos se meteram. Corromperam a classe política tão honesta.
Sem me estender muito. Houve uma época, na Alemanha, que os judeus eram o mal do mundo. Aqui, hoje, são os "comunistas". Havia necessidade, na Alemanha, em fechar o regime e extirpar o mal do mundo (os judeus). Veio um maluco populista "salvar" a Alemanha. No brasil tem um maluco, que nem é populista porque não entende nada de nada, e que já deu entrevistas dizendo que dará um golpe de estado no primeiro dia de seu governo. E, tudo indica, vai ser eleito.
Bom, meu passaporte está em dia. Só falta um porto amigo.
Voltando ao show. Era esperado manifestação política pelo histórico de Roger Waters. No intervalo passou um vídeo, "Resist" com alusões diversas. Desde proteção ao meio ambiente até a execração dos neo-fascistas. Entre eles o candidato obtuso.
Duas vezes a hashtag "elenão" apareceu no telão. Vaias e aplausos. Até aí tá valendo. Mas, os chamados bolsominions que estavam num camarote (tinha que ser) atrás de nós começaram a jogar cerveja no povão que estava abaixo. Começou um tumulto e a sensação era que iria se iniciar uma briga generalizada. Por sorte nada mais grave aconteceu.
Lógico que, no dia seguinte, pipocaram 'centos vídeos, comentários contando o que interessa para os fascistas. Então vem a grande ignorância. O que esse cantorzinho tem a ver com o brasil?
Pois é. Ele disse exatamente isso no final do show. Mas, reafirmou que é contra o neo-fascismo. Portanto, contra o obtuso.
Enfim, no vídeo abaixo um pouco do que ocorreu do ponto de vista de meu celular e abaixo um CTR-CHUP do tubão.
Foi tentar uma ultrapassagem onde nem é ponto para tal. Poderia contar com a ajuda dos que vão à frente como Hamiltão teve na Inglaterra e Alemanha que abriam passagem para o inglês.
Mas, além do ponto não ser apropriado quem estava na frente era Mad Max. Não precisa dizer mais nada.
Um piloto que ainda acreditava no campeonato, apesar das estrelas dizerem que a temporada já tem um campeão, e um que não sabe disputar posição limpamente.
Pela maldonadice mental Vetor com toda propriedade leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes.
Estou lendo que Totó Lobão ainda não digeriu as críticas sobre a ridícula ordem de equipe na Rússia quando Botas, o subserviente, abriu as pernas para Hamiltão.
Esse papo de longas conversas nos bastidores sobre a situação não cola.
Com Vetor largando em Tóquio as chances de deixarem o finlandês ganhar aumentaram. Mais ou menos aquele roteiro onde o inglês não brigaria pelo primeiro lugar na largada tendo que se preocupar com Mad Max (que certamente vai alucinar na hora do vamu vê). Acaso Botas, o subserviente, consiga o primeiro lugar, ou ficar à frente de Hamiltão, no início da prova provavelmente não vão dar a ordem para troca de posições.
A única explicação para os "azares" de Ricardão depois que anunciou a saída dos Toro Seniores é a vingança maligna da equipe.
Punições por troca de peças no pum atômico, quebras esquisitas e etc.
E, ainda tem gente que ironiza o fato de estar sempre largando atrás de Mad Max (o queridinho). Se treinasse de bicicleta estaria melhor.
No treino oficial de hoje, seu carro desmaiou e não recobrou a consciência em tempo de fazer volta rápida. Larga em décimo quinto se não trocarem coisas em seu carro.
É o que dá estar de saída de uma equipe comandada por Helmut "hammer" Marko, uma véia vingativa.
Mamã Ferrari agiu como aquelas véias que, ao avistar o céu com algumas nuvens, sai de casa com galochas, guarda-chuva (guardachuva, ou guarda chuva, ou umbrella) e casacão impermeável.
Foi assim que iniciou o Q3 nesta madrugada.
O tempo estava naquele chove não chove. Algumas gotas caíam e não caíam.
Mamã colocou galochas para chuva fina em seus carros que saíram assim que liberado o Q3.
O resto da humanidade, sem medo de ser feliz (como dizia o poeta), saiu de chinelos para aproveitar a praia.
Não deu outra. Vodkanem e Vetor nem abriram volta rápida tendo que voltar para os boxes.
Os outros marcaram tempo.
Com pneus apropriados Vetor errou na volta rápida. Por ironia do destino atropelou uma zebra que estava molhada devido ao chove não molha. Nenhum outro piloto fez o mesmo. Todo mundo respeitou a zebra.
Quando tentou outra volta rápida, mais ironia, a chuva veio (mas, não veio) o suficiente para o dito rodar "parado".
Deu no que deu. Hamiltão em primeiro (usando três rodas) e Vetor em oitavo.
E o campeonato, se não tinha acabado, acabou.
Escovão Cocô levou uma punição de três posições por não ter diminuído (ou não ter entendido a situação) quando da bandeira vermelha ainda no Q1.
Punições no modo imbecilidade é o must da categoria. Logo, logo teremos punições para peidos dentro do cockpit. Peido molhado gera desclassificação e um rolo de papel higiênico.
Durante um bom período de minha vida fui um cinéfilo dos bons.
Minhas primeiras lembranças da tela grande vem lá de Curitiba com incursões nem sempre pacíficas (como veremos) aos cinemas da capital do Paraná.
Engraçado que só lembro das idas com véio Mero. Nas minhas lembranças não estão dona Alzira ou os irmãos recém nascidos. Talvez minha mãe ficasse em casa para cuidar dos meus rivais.
Matinês com Tom e Jerry, por exemplo, eram extasiantes pelo tamanho da tela e o som altíssimo.
Lembrando que televisão era algo de Marte naqueles tempos.
Esse fascínio me levou aos incríveis devaneios. Uma vez assistimos um "farveste" (como dizia o véio). Saí do cinema andando de pernas abertas em direção ao bandido para um duelo. Mãos prontas para sacar o revólver na primeira piscada do oponente.
Meu pai adorava filmes de "farveste". Eu, por meu lado, gostava das paisagens abertas com os cavaleiros compondo o cenário como pequenos pontos que, afinal, somos nesse mundão véio. E, lógico, gostava de ver o malvado morrer crivado de balas. Inocente menino.
Para finalizar Curitiba duas lembranças mais para o lado negro da força. Assistindo um dos filmes do 007 (não lembro qual) levei um susto do carai. O filme começa com uma cena de perseguição (o mote da franquia) e o herói escapa saltando de paraquedas. Só que não. Os vilões estão esperando lá embaixo, enchem o cara de balas. e quando viram o corpo, puta susto. Era um boneco e não o James. O close no boneco quase me fez cair da cadeira. E, fico a pensar. Como um pentelhinho de uns seis anos entrou num filme desses. Só véio Mero para explicar.
A outra lembrança é bem surreal. Fomos assistir um desenho da Disney na sessão das vinte horas.
Havia alguém, deveria ser fiscal de alguma coisa, que não deixou o pimpolho entrar. Deveria ter por volta de sete anos. Vejam bem. Desenho da Disney. E, a criança impedida de assistir. Bom, lembro que a explicação era mais ou menos o horário, evidentemente. Lembro também que baixou o santo no véio que partiu para a ignorância. Numa certa altura alguém pediu que eu intercedesse porque iriam chamar a polícia. Abri um berreiro assustado com a situação e acabamos de volta para casa. Véio Mero havia tomado umas e continuou o discurso no ônibus para desespero das pessoas.
Pulando para sampa. Quando comecei no colegial (no velho Cedom) voltou a acender em mim a chama por filmes no escuro do cinema. Houve uma época em que fui picado pela mosca que transmite o vírus acetato. Lembro que saía de casa para a sessão das duas e perambulava até a sessão das dez. Quase perdendo o ônibus e, mais tarde o metrô, porque a última viagem era no horário do vampiro (meia noite).
Assistia todo tipo de filme. Quando ainda "dimenó" falsificava a carteira do Cedom. Os porteiros não estavam nem aí, na verdade. Com exceções, é claro. Havia um, no cinema da Voluntários da Pátria, em Santana, que era das antigas. Olhava minha cara (já barbada) para a carteira com falsificação rudimentar e desandava em ameaças policialescas. A solução?
Para esse cinema horário em que o reaça não estivesse na entrada.
O lado interessante é que não me importava muito com as pornochanchadas. Ainda nos tempos bicudos (que, pelo visto, vão voltar) da censura assistia filmes "cabeça" como "A Conversação" com Gene Hackman, um dos meus atores preferidos. Aliás adorei também com ele "Operação França".
Nestas andanças aconteciam coisas engraçadas. Alguns dos cinemas do centro eram terra de ninguém. Porém rolava um certo armistício nas sessões da tarde. Mesmo porque as salas ficavam quase vazias. Mas, em algumas ocasiões tive que mostrar quase belicamente que não queria um encontro casual e gay.
Outras situações engraçadas aconteciam devido à censura. "Laranja Mecânica" foi liberado pela censura com aquelas bolinhas pretas nas partes pudentas dos atores. Eles andavam e as bolinhas corriam atrás. Assisti mais de uma vez na esperança das bolinhas perderam o fôlego. Brincadeira. Fiquei fascinado com o filme.
Confesso que hoje em dia só vou aos cinemas sob protestos. Não pelos filmes em si e o fato de estarem disponíveis na web/TV/internet pouco tempo após o lançamento. Mas, pelo cheiro de pipoca e a falação interminável das pessoas. Pode ser coisa de véio. Mas, penso que na maioria das vezes não existe mais a cumplicidade da platéia com a película. As várias interpretações que os filmes bem elaborados proporcionam. E, a maioria dos filmes estão aí para serem consumidos como as pipocas.
Dona Gertrudes ligou gargalhando, para variar, após o GP da Rússia.
"Quem fala muito dá bom dia ao cavalo". Ditado antigo mas válido no caso de Totó Lobão.
Um tempo atrás só dava ele a proferir besteiras a cada dois ou três dias. Tanto que o blog queria promovê-lo ao lugar de Berne Aquistone no quesito "falo merda o tempo todo".
Totó criticava o jogo de equipe praticado por mamã Ferrari dizendo que o esporte não merecia tal coisa.
Na hora do exemplo mostrou a verdadeira face. Situação muito parecida com Áustria em 2002. Lá Shushu seria campeão por uma questão de tempo. Não havia necessidade em tirar a vitória de rubim. Aqui acontece a mesma coisa. Quarenta pontos de vantagem são suficientes para Hamiltão vencer o campeonato com três rodas. Mas, aconteceu a ordem. Botas, o subserviente, amargou mais uma. Será que vale a pena?
A justificativa pode ser qualquer uma. A bosta foi feita estragando uma corrida num campeonato disputado por dois pilotos desde o início.
Enfim, Totó Lobão e sua eterna caras e bocas leva o leitão porcamente assado por dona Gertrudes.
Tal qual o campeonato o blog anda desanimado com a F-1. Só os malucos de sempre animam a assistir.
"sei que fedeu. Mas, ficamos com medo do bicho papão..."
Na Sauber sai (só que não) o Filho do Eric (Marcus Ericson) entrando Antonio Giovinazzi (conhecido nas bocas como Tonho Gigio).
O defenestrado sueco ganhou nossa antipatia primeiro porque sentava no porcaria de carro pela grana que enfiava na equipe. Depois por peitar Felipe Nariz, brazilian turtle, que não soube administrar a encrenca. Trocavam farpas, tapas, empurrões e bundadas pistas afora. Falou ao Nariz a percepção de que perderia as parada pelo peso das alfaces.
Notem que ninguém falou em pilotagem. Houve até um episódio mal explicado onde Felipe andou muito nos treinos e seu carro/carroça virou uma carroça no dia seguinte. Aquela sabotagem básica que as equipes perpetram de vez em quando. Maluco mas, verdadeiro.
O tempo passa, o tempo voa e a porpança Bamerindus nem existe mais. A situação do Filho do Eric ficou insustentável com a chegada/cheguei de Carlinhos Lacraia. O menino queridinho de mamã Ferrari não tomou conhecimento do sueco que ficou naquele de "tenho que aprender com ele". Ah ah. Desculpa mais esfarrapada impossível.
Enfim, não pensem que Marcão Filho do Eric está morto. Vai continuar na equipe como terceiro piloto (?) e embaixador da marca na categoria. Ou seja, vai vuduzar os titulares em toda corrida do ano que entra.
Quando os filhos eram pequenos assistíamos juntos vários programas infantis. Desde desenhos da minha época de criança (como o pica-pau) até os, então, modernos.
He-Man era um desses que eu não engolia fácil. Preconceitos à parte o jeitão marombado dele nunca me enganou. Tanto que logo todo mundo adaptou o bordão "pelos poderes de gay que sou. Eu queimo a rosca".
No entanto, era muito legal essa interação com a TV. Mesmo porque é inevitável o grude que a tela exerce sobre a molecada/adultos.
Com a chegada do Henrique tudo mudou. Agora a moda são os desenhos interativos. A petizada ouve, no início do desenho, que eles desenvolvem isso e aquilo outro. Aprendem noções de matemática, geografia e o scambau. Tudo para enganar os pais.
Hoje ele está interessado em coisas comedoras de internet, como Minecraft, Roblox e outras porcarias mal desenhadas. Ou, como na moda, interface merdal.
Um tempo atrás assistíamos, por exemplo, Dora, a aventureira. Vá lá. Estou velho para curtir uma menina vivendo aventuras acompanhadas de um macaco falante. Tentei usar o Botas, o tal macaco, para arregimentar Henrique para as bandas da F-1. Dizia para ele que Botas (o finlandês) era o Botas amigo da Dora, a aventureira. Até no blog usava o subterfúgio. Não funcionou com Henrique. Não sente a menor graça com as corridas.
Enfim, assistindo o desenho, muitas vezes, me sentia como no meme abaixo. Henrique sempre ignorou as perguntas. Eu, algumas vezes, respondia para incentivá-lo a interagir com o desenho.
Imaginem só. Ainda bem que não havia ninguém por perto.
Depois de algum tempo assistindo esses desenhos Dora ficava no vácuo....
Os fanáticos fãs de Mimadon perderam uma oportunidade de elevar o espanhol ao nível hiper/super mais uma vez ao término do GP de Cingapura.
Fez uma bela e solitária corrida chegando em sétimo lugar. O primeiro do resto.
Os sites especializados não renderam loas ao dito.
Estranho marquinhos.
Foi lembrado por Mad Max que jogou lenha na fogueira na questão foi ou não convidado para o lugar de Ricardão nos Toro Seniores.
Lógico que o belga/holandês/marciano não o queria como companheiro.
Mimadon jogou o batom recentemente e cobrou explicações de Cristiano Horny dizendo que a equipe Austríaca o convidou etc e tal. Não vieram explicações e ele foi para o cantinho amuado.
Quem sabe com a lenha atirada por Mad Max não volte a cobrar o convite que houve mas, não houve. Talvez houvesse. Sei lá.
Quarenta pontos separam o estabanado lemão e Hamiltão no campeonato deste ano.
Em Cingapura mamã Ferrari parecia dar as cartas. Mas, na hora do vamu vê, o inglês fez a pole e Mad Max o segundo tempo. Vetor ficou em terceiro. Por sinal, o pódio do dia seguinte.
A corrida foi um espelho do que tem ocorrido ultimamente. Quando não se esfrega em alguém, ou bate sozinho, como na Alemanha, Tião sofre com a estratégia de merda. Trocou pneus cedo demais, optou por um composto que não permitiria ser competitivo até o final da prova e, ainda por cima, voltou atrás do famoso Chapolin Perez. Vacilou ao ultrapassar o maluco, perdeu o segundo lugar para Mad Max e bye bye campeonato.
Em verdade faltou confiança na pilotagem. Tantas defecadas passadas fizeram com que Vetor adotasse um ritmo de "não posso fazer besteira". Ou seja, mais lento que o normal.
Tudo combinado com um momento fantástico do caras e bocas inglês nos leva a crer que assistiremos muito mais cenas teatrais bem ao gosto de Hamiltão. Ele pensa (como Villeneuve já disse) que está em Hollywood. Um saco. Depois da pole fez aquela pose como se rezasse aos céus. Oh, céus.
Enfim, leio que Tião declarou que nada está perdido. Basta ganhar todas até o final da temporada.
Dona Gertrudes ligou duas vezes neste domingo. A primeira na largada quando declarou que votava em Chapolin Perez para o Lambão. Mesmo sem saber o que vinha pela frente.
Começamos uma discussão sobre a maldonadice. Cocô arriscou demais em tentar ultrapassar por fora logo no início da prova? Sim, porque é piloto de competição. Quando a brecha aparece tem mesmo que enfiar o carro (bem pornográfico mesmo). Havia o espaço e, com o trenzinho (êpa!) formado quem fosse para o lado de fora sairia mais rápido da curva. Claro, muitas vezes as coisas não saem de acordo com a receita. Havia um maluco de primeira volta que, alegando que não viu seu "companheiro" de equipe lascou uma bundada no pobre.
Concordo com Dona Gertrudes num aspecto. Os dois da ex-atual-Força Aí Índia não podem entrar no mesmo terreiro que voa pena. Escovão deveria prever o resultado.
Chapolin disse pelo rádio que não viu o carro de Cocô. Tá. Nem a mãe dele acredita nisso.
Não bastasse a falta de esportividade inicial Chapolin continuou sendo o protagonista da corrida.
Quando trocou pneus voltou atrás de Tironokuzim, da capenga Williams. Ou seja lá em Moscou.
Desandou a reclamar pelo rádio alegando que o russo estava sacaneando e por isso não conseguia passar. Pediu, vejam só, a interferência de Carlinhos Branquinho (o babaca). Chamado a meter a colher na encrenca Branquinho, capo das corridas, disse que não via nada errado. Aliás, ninguém via.
Por sinal o mimimi do mexicano foi uma das coisas mais ridículas acontecidas nos últimos tempos na categoria. Lembra aqueles meninos mimados chamando a mãe para estapear o desafeto.
Resultado. Quando conseguiu colocar o carro lado a lado deu uma bundada federal no pobre Sergim Tironokuzim. Uma atitude semelhante ao do piloto da Motogp 2 Romano Fenati que apertou o freio da moto ao lado.
Ao invés de bandeira preta um drive trouhgt.
No final da corrida o tal Branquinho disse que não acredita que o mexicano tenha batido de propósito no russo. Passou, inexplicavelmente, a mão na cabeça do tresloucado. Uma atitude bem cuzona.
Mas, tantas maldonaldices fizeram com que Chapolin Perez merecesse a premiação do blog. Leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes.
No dia 11 de setembro de 1978 morria Ronnie Peterson um piloto que dispensa apresentações.
Postei certa vez sobre uma audiência de conciliação que conduzi em que a parte autora era um tal de Rone Peterson. Sim, o pai do cara era fanático pelo piloto sueco.