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segunda-feira, 25 de maio de 2020

NINGUÉM ESCAPA

Quando nos deparamos com uma foto como esta,



logo pensamos que o autógrafo está sendo dado por James Hunt que era chegado na boa vida.
Mas, ora ora, o "assinante" em questão é Ronnie Peterson em seu momento glorioso.
Notem que a assinatura saiu trêmula de emoção.

terça-feira, 7 de abril de 2020

UMA COISA PUXA OUTRA

Estava lendo sobre a profanação do cemitério na cidade de Örebro que atingiu, entre outros, o túmulo do ex-piloto Ronnie Peterson.
Todos que gostam da F-1 gostam deste sueco, morto em 78 decorrente de ferimentos recebidos num acidente besta em Monza.

Fui até a infernal internet dar uma olhada nas fotos antigas sobre o tema F-1. Por sinal, os carros mais feios daquela época são mais bonitos que os atuais.
Encontrei esta foto.


Dois grandes pilotos. Peterson controlando a Lotus 76 numa curva e Emerson Fittipaldi com sua McLaren M-23 atrás.
Emerson seria campeão em 1974.

Mas, pera aí!
Ronnie pilotando a Lotus número 1?
Que se passa?
O número um era utilizado pelo campeão do ano anterior. E, seu companheiro o número 2.

O campeão de 1973 foi o chato Jackie Stewart.

Ah. Tem explicação. Uma coisa puxa outra. A foto tem significado lógico. O chato escocês pendurou o volante ao final de 1973.
Pelo regulamento da época o número um seria herdado pela equipe campeã dos construtores.
Que foi a Lotus e não a Tyrrel, equipe de Stewart.  Então, os pilotos da Lotus usaram os números um e dois.
Regulamentos à parte Peterson merecia ser o número um.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

CARRO FEIO, PILOTO BOM

Da série "mamãe que porra é essa"?
March 711
Com e sem a mesa de jantar.

faltam as cadeiras....



Para piorar a asa traseira não ajuda





mais clean até que ajuda

terça-feira, 23 de abril de 2019

SAUDADES EM DOSE DUPLA


Interlagos antigo. Tyrrell P-34.
Na frente o número 4, Patrick Depailler. Atrás o número três Ronnie Petterson.
Pilotos fodões. Pista fodona.
Nunca mais como antes.......



"seguuuuura peón"

terça-feira, 11 de setembro de 2018

SIMPLESMENTE LINDO

No dia 11 de setembro de 1978 morria Ronnie Peterson um piloto que dispensa apresentações.
Postei certa vez sobre uma audiência de conciliação que conduzi em que a parte autora era um tal de Rone Peterson. Sim, o pai do cara era fanático pelo piloto sueco. 

Pois bem. A história da foto abaixo esta aqui.

Nem é preciso grandes explicações. A neta que, evidentemente, não conheceu o avô, abraça carinhosamente a foto do famoso Ronnie.
Lindo.


quinta-feira, 30 de março de 2017

30/03/1972

Lembram do post sobre corridas extra campeonato? Mais precisamente o balão de ensaio de Rose Bráu?
Pois hoje, 30/03 faz aniversário o primeiro GP de F-1 em solo pátrio ("solo pátrio", positivismo em ação).
Tenho poucas lembranças porque, evidentemente, véio Mero não deixou seu pimpolho mais velho sonhar (sequer) em comparecer ao autódromo de Interlagos. Mas, certamente assisti pela TV e sofri com a quebra de Emersão no final da corrida. Com a retirada de nosso maior representante o vencedor foi Carlos (Lole) Reutemann, argentino bom de braço.
Poucos carros vieram neste dia. Oficialmente 14 carros.
Carlitos foi o vencedor com Ronnie Peterson em segundo e Wilson Fittipaldi (Virson, segundo véio Mero) em terceiro. Os outros pilotos cruzaram com uma volta, ou mais, de atraso. Lembrando que, naquela época, uma volta durava mais ou menos 2:35.
A corrida contou com bons pilotos como Jean-Pierre Beltoise e Andrea de Adamich (um de meus ídolos porque, como eu, usava óculos).
Destaco um tal de Helmut Marko, quarto colocado, que pode ser visto hoje em dia no bar dos Toro Seniores.

a largada. Naquele tempo largavam na formação 3x2

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

COISAS BOAS ACONTECEM

Como sabem sou conciliador da justiça federal aqui de Rib's.
Hoje, olhando a pauta dos processos do dia encontrei um Ronie Peterson.
Não um Ronnie Peterson mas, um Ronie Peterson.
Havia um Ronie Von também. 
Mas, o nome sueco com sobrenome italiano (melhor não dizer o sobrenome) chamou por demais minha atenção.
Não há como não ligar o nosso Ronie ao piloto. Um nome nada brasileiro.
Por sorte, o processo veio parar na minha mesa. Antes da chegada do autor e seu advogado comentávamos, eu e os advogados da parte ré, sobre o nome.
Disse que, lógico, iria perguntar. E, foda-se o protocolo. Conciliação tem que ser mais informal nénão?
Bom, houve acordo (menos mal) e, colhendo assinaturas perguntei se o nome Ronie Peterson tinha a ver com o piloto.
O autor disse que sim. Seu pai gosta de F-1 e colocou seu nome em homenagem ao piloto porque ele (o autor) nasceu no ano em que o sueco morreu.
Pronto, nós mais velhos (advogados da parte ré e eu) começamos uma discussão acerca do excelente piloto e a tragédia que o abateu. Matei a pau, como se diz. Numa certa altura o advogado resolveu consultar (via celular) o google sobre uma informação que eu passei.
Quase pulei na mesa dizendo, "pó confiar. Temos até um blog sobre F-1".
Encurtando a história o autor, Ronie Peterson, olhava atarantado para nós como a dizer "quanta celeuma por causa de um nome". Sem falar na jovem advogada espantada com tanta informalidade.
Enfim, coisas boas acontecem. Acordo fechado e a descoberta que alguém gosta tanto de F-1 a ponto de batizar o filho com o nome de um ídolo do esporte. 

o original mostrando toda a sua habilidade
É que, na época não pensei neste tipo de homenagem mas, no ano de 1984 o campeão foi um renascido das cinzas. Venceu por meio ponto um campeonato marcado por uma "curintianada" para cima de Ayrton Senna.
Se eu resolvesse homenagear o piloto do ano dando o nome do dito ao meu filho, o marido da Dani iria ter o nome Niki Lauda.
Que tal?





segunda-feira, 22 de agosto de 2016

DA SÉRIE "TIO, TÁ FALTANDO ALGUMA COISA"

Ronnie Peterson com Tyrrel P-34 (o famoso seis rodas) em Long Beach, 1977.




sábado, 13 de agosto de 2016

SEGÚÚÚRA PEON!

Ronnie Peterson mostrando habilidade segurando na unha sua March 701 (porcaria de carro, diga-se de passagem) em Clermont Ferrand, Fr.


domingo, 12 de dezembro de 2010

PASSAGEM PELAS BEIRADAS

Meninos e meninas,
Depois de várias latinhas que fazem parte do “ciclo de comemorações da conclusão do curso de direito etc. e etc.” resolvi dar uma olhada no museu das revistas antigas e etc. etc. (como percebem não estou muito ligado na questão da fundamentação).
Para minha surpresa vejo logo de cara essa reportagem que está na digitalização abaixo.
De quebra imagens de pilotos que admirava como o Clayzão Regazzoni e sua Ferrari, no caso, a number 11.
Ele, segundo as más (ou boas) línguas era, digamos, um dos grandes papadores de garotas da F1.
Coisas do tempo romântico deste esporte.
Na primeira imagem o Rega e a informação acima “no fim da corrida, quando estava em quarto lugar, Jacky Ickx “ e o complemento na imagem seguinte “recebeu ordens da Lotus para deixar Peterson passar à frente”
E, a imagem do Ickx (isso é nome, gente?) com a Lotus nº 2.
A informação é tão banal que li e reli a matéria e não descobri como a ordem foi passada ou se alguém reclamou chutando o balde de gelo do uísque ou cerveja, dependendo do patrocinador da equipe.
Abrindo um parêntese (e não parente porque este é um blog que respeita a família) alguém acredita que uma latinha que te dá asas não tem uma vodkinha básica embutida?
Enfim, hoje nós pulamos do sofá e caímos no tapete quando os massas da vida abrem passagem para quem quer que seja.
Mas, vejam só o sucedido no GP da Alemanha em 1974 !!!!!!! (no século passado, garotada. Não lembro, mas certamente assisti essa corrida. Fazia cursinho pré vestibular!!!!!!!).
O Joaquim Iqsso, piloto que foi respeitado por mim até ser o único que ficou ao lado dos patrões na questão da segurança dos circuitos, anos mais tarde, cedeu lugar ao grande Ronnie Peterson (o filho do Peter, não resisto!).
Ninguém morreu e o complemento da revista 4 rodas (mais o estepe, please), distribuído junto com a revista edição 169 de agosto de 1974 não trouxe nenhum editorial conclamando os leitores a sabotar a equipe Lotus por conta do sucedido.
É o tal de jogo de equipe.
Dois pilotaços (Ickx nem tanto, na minha opinião) obedecendo ordens de equipe.
Hoje, um piloto nem tanto (o massa) obedece a ordens para deixar um piloto como a prima dona alfonsina passar e recebe toda a solidariedade de quem gosta de esporte e f1 pelo despropósito do sucedido, por coincidência no mesmo GP da Alemanha. Episódio, de resto, fartamente documentado e comentado, na ocasião dos fatos.
Mas, esta merda é jogada no ventilador da F1 desde sempre.
Enfim, que equipe teria coragem de mandar uma ordem para que seu piloto, perdão senhoras e senhoritas, fudido, deixasse seu “cumpanheiro” passar?
Imaginem o Senna recebendo uma ordem para que deixasse o Prost (ituto) passar?
Iria, certamente, cruzar a linha de chegada com o dedo em riste para quem quer que ousasse mandar uma ordem dessas. E, com o chorão do Prost (ituto) comendo poeira.
Afinal, como diria o Luizão, assim funciona o bagúio da bagaça..