quinta-feira, 30 de julho de 2009
ARQUEOLOGIA
domingo, 26 de julho de 2009
TERRA DE GIGANTES
quinta-feira, 16 de julho de 2009
INTERLAGOS - 2008

quarta-feira, 15 de julho de 2009
E o Carbone?

Un grande numero di Rosberg
Interlagos 2006
O Renato acabou por me convencer e por sorte presenciamos a decisão do campeonato.
Em primeiro lugar algumas impressões sobre o autódromo e o que nos oferecem em termos de acomodação. Comprei os ingressos pela internet pagando meia entrada (sou estudante!) e mesmo assim doeu no bolso. Compramos para o sábado e domingo no setor G. Pelo preço e também por estarmos no séc 21 deduzi que receberia os ingressos em casa, e que eles seriam numerados . Assim, poderíamos chegar momentos antes do evento com a garantia do lugar garantido. Quá, quá.
Estamos no Brasil. Além de ser obrigado a retirar os ingressos, no meu caso no sábado de manhã, pois moro no interior e não teria como ir antes ao autódromo apanhar os ditos fui tratado como bandido. Tive que levar uma porrada de documentos provando que eu era eu e falar com o sujeito lá na bilheteria por uma fresta no muro. Diálogo nem pensar.
Tudo bem. Vamos relevar em nome da emoção em voltar ao autódromo tanto tempo depois.
O portão que dá acesso ao setor G fica onde Judas perdeu as cuecas. No sábado ainda conseguimos entrar sem muitos problemas. Só existe uma entrada que afunila numa passarela sobre o antigo retão. Meninos, se estoura a boiada, vai ter gente sendo pisoteada porque, no final dos treinos e corrida todo mundo tem que sair por ali. Toc-toc na madeira.....
Quando conseguimos entrar no sábado o final do setor, perto do final da reta, já estava tomado. Isso por volta das oito e meia.
Sabem quem ocupou o espaço? Sim, os mesmos sulistas de 1976!!!!
Eles andam em bando, ignoram a numeração dos ingressos (ninguém fiscaliza) e ocupam os melhores lugares. Isto porque alguns deles dormem na fila. Bom, lugares ocupados e sem nada para fazer até o início dos eventos o melhor que eles fazem é se comportar como torcedores de futebol. Provocações, cantilenas sobre as mulheres acompanhadas ou não e etc. Em 2006 tinha um cara com um megafone e uma disposição de maratonista. Quando a voz falhava colocava o celular e um toque de hospício no volume mais alto. No começo a gente acha graça. Mas, experimente ficar ouvindo abobrinhas das oito da manhã até sair do autódromo após a corrida. Sim senhores. O cara saiu do autódromo berrando imbecilidades no megafone. A gente ria de nervoso....
Em 2006 o campeonato estava entre o Alonso e o Dick Vigarista (Schumacher para os íntimos).
Todo mundo, ao nosso redor, torcia para o Dick Vigarista. Eu e o Renato para o Alonso. Ah! Tinha mais um que torcia para o espanhol. Era outro espanhol. Ele chegou em má hora. A gente estava espremido e ele quis sentar na frente onde colocamos os pés. Eu disse que não dava. O cara era espanhol. Já viu, né? Pois ele armou uma briga e sentou na nossa frente com a namorada. Gritava pelo Alonso a cada volta. Até parece que o piloto ouve alguma coisa. A corrida todo mundo sabe como terminou. A gente saiu feliz da vida, apesar do sulista do megafone.
Separei duas fotos do arquivo pessoal. Numa delas, fiz questão de fotografar o asfalto que outra coisa. É o asfalto da antiga retona de Interlagos. Solo sagrado.
Na outra foto uma idéia de como a gente paga caro para ser tratado como torcedor de futebol. Os banheiros químicos ficam imprestáveis rapidamente, pois além de tudo os bebaços fazem de qualquer jeito. Saquem só a fila para a compra de bebidas na barraquinha...
Falo dos bebuns em outro post.

Que rei sou eu? (ou carros ainda são guiados por seres humanos)
segunda-feira, 13 de julho de 2009
PAUL TRACY
Não gosto do estilo “deixa que dou o totó” dele.
Lembro que no seu início de carreira, o dono da equipe Penske, o próprio Roger Penske chamou o então novato para os boxes depois dele rodar centenas de vezes no final da retona em Long Beach.
Mas, vejam o que o glorioso Helio Castroneves fez com o Paulducho.
Morri de rir. Deu uma prensa no Tracy como uma cachorra do funk.
Se os carros fossem gente eu diria que o Castroneves deu uma barrigada no Paul, prensando o cara no muro, como a dizer “Pode ser totoso?”
O Helinho lavou minha alma e está perdoado......
Vejam o vídeo
INTERLAGOS ONTEM E HOJE
13 de julho
Para não passar em branco, eis aí a encarnação do rock and roll. Fiquei pensando em que música colocar. Como pensei em várias e não conseguia escolher nenhuma, digitei "rock and roll" no Youtube. Eis o primeiro resultado que aparece. Uma justa primeira colocação.
Desperdício
domingo, 5 de julho de 2009
HERÓIS
sábado, 27 de junho de 2009
O INÍCIO
Não é fácil, não é fácil
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Fangio
terça-feira, 23 de junho de 2009
LEMBRANÇAS
Com relação ao “click”.
Estava em casa, em sampa e ouço pela TV que um tal de Emerson Fittipaldi havia vencido uma corrida de F-1 em Watkins Glen, nos Estados Unidos em 1970.
Sabia que o Emersão corria na Europa, que era respeitado como piloto e que já pilotava por uma das maiores equipes da F1, a Lótus. Mas, como as imagens de corridas de F1 eram raras eu não o acompanhava de perto.
Daí vem a notícia de sua vitória. Imagens nem pensar. A TV ainda era movida a lenha e preto e branco. Ou branco e preto, como queiram. Algumas notícias vinham acompanhadas de imagens gravadas, mas não era o caso. O companheiro dele Jochen Rindt, que seria o campeão póstumo naquele ano (primeiro e único, até agora), havia morrido e ele assumira o posto de piloto número um.
No outro dia, no jornal impresso, mais notícias e à noite imagens da corrida.
Então, eu comecei a me interessar verdadeiramente pela F1.
E, o Brasil também. Aliás, o Emersão era uma figura: cabelos compridos (como tinha que ser na época), costeletas enormes, sorriso simpático e o apelido de rato. Tudo bem, ele lembrava um ratinho mesmo.....
O Emersão foi o cicerone dos fãs da F1. Dava intermináveis entrevistas explicando que os motores dos carros não eram equipados com carburador. Também não tinham velocímetro!!!
Como pode?
Os caras correndo tudo aquilo e sem saber a quanto?
Fora pneu sem câmara e carecas. Uma loucura.
Mas, era assim.
Daqui a pouco a gente continua...
domingo, 21 de junho de 2009
"Like a flash you could miss him going by"

sexta-feira, 19 de junho de 2009
It's the end of the world as we know it (and I don't feel that fine)

quarta-feira, 17 de junho de 2009
24 horas de Le Mans
terça-feira, 16 de junho de 2009
Here comes the (Emer) son
terça-feira, 9 de junho de 2009
De novo, de novo...
sua análise está muito bem escrita. Muito melhor do que os textos de muitos pseudo-jornalistas por aí.
Acho o Barrichello um ótimo piloto, mas tenho certeza que lhe falta a força mental para ser campeão.
O RB foi mais rápido que o Button em todos os treinos até a definição da pole na Australia. Aí teve aquela falha na largada (que atribuo ao carro, ele cansou de demonstrar que pode largar bem, como na Espanha e em Monaco) e sei que passa pela cabeça dele que a imprensa eo Brasil vão falar que ele chegou em 2o e tal. Aí desanda a fazer bobagens.
Na Austrália deu sorte e herdou o 2o lugar. Aí foi para a Malasia seco pra descontar e ganhou de presente da equipe a perda de 5 posições no grid por causa da troca do câmbio. Button pole de novo. Ou seja, a cabecinha dele já começou a largar fumaça. Foi uma prova em que a equipe errou duas vezes na estratégia com ele, que podia até ter vencido se tivesse colocado intermediários, e não secos, na primeira troca. Teve que voltar para os boxes em 1 ou 2 voltas, se não me engano.
Ou seja, tomou 2 a 0 com uma certa razão pra se queixar. Aí ele se estrepou de vez. Faz como aquele time que parte pra cima de qualquer jeito e vai levando gol em contra-ataque.
Para concluir, é preciso dar a ele o valor que o próprio Ross Brawn dá. Na Espanha, em Mônaco e até na Turquia, é ele que vai acertando o carro. Na noite de 6a o pessoal pega as informações da telemetria, põe no carro do Button e o inglês dispara.
Isso mina as forças mentais do Barrichello. Tão perto e tão longe do título.
Schumacher foi um tremendo piloto. Os números provam: é o melhor da história. E ele, como ninguém, soube minar o Rubinho (no diminutivo mesmo). O ocorrido na Austria, a prova em que o RB ficou com o carro no cavalete no grid, a falta de gasolina no GP Brasil quando ele ia abrir 8 pontos de vantagem em cima do alemão.
É fácil aniquilar o Rubens: basta alimentar aquela nuvenzinha preta em cima da cabeça dele.
Uma troca de estratégia na Espanha, um jogo de pneus com 2 libras a menos, uma embreagem que dá pau quando ele declara que largando no lado limpo da pista pode passar quem está em segundo. Podem ser coincidências, mas na F1 e no mundo corporativo há várias maneiras de se atingir um objetivo.
O objetivo do Ross Brawn é ganhar os dois títulos e ele está bem a frente dos demais competidores em ambos os campeonatos".