domingo, 21 de março de 2010

Cinquentão e ainda em forma

Ayrton Senna faria, hoje, como de conhecimento geral, 50 anos de idade.
Eu fiquei até espantado com a repercussão desse fato na mídia especializada. Não imaginei que fariam especiais, homenagens etc. Pensei que seria apenas uma data a ser lembrada.
O próprio blogueiro oficial Flavio Gomes fez uma série em lembrando alguns momentos pouco conhecidos da carreira do piloto brasileiro lá no seu blog.
O Grande Prêmio também fez um especial, mostrando como Senna ainda é referência entre outros pilotos e esportistas brasileiros.
Na verdade, é difícil de entender e explicar como, mesmo depois de tantos anos de sua morte, Senna continua sendo lembrado com uma certa comoção pelas pessoas. Até porque automobilismo não é um esporte tão fácil de entender e acompanhar. Tanto é assim que muitas pessoas não entendem nada do esporte, mas amam Ayrton Senna.
Exemplo disso são os mais de 2 mil comentário ao post do Flavio Gomes em que o blogueio oficial tentou expor seu ponto de vista no sentido de que Senna não era um deus nem um santo, e que deveria ser lembrado pelo que fez na pista. Quando olhei a última vez, tinha 2.304 comentários, quase todos espinafrando o jornalista. No Brasil, dizer qualquer coisa sobre o Senna que não seja um um elogio é mexer em um vespeiro.
Hoje em dia, quase 16 anos após sua morte, Senna é mais do que um piloto que faleceu em atividade. Sua memória invoca um sem número de outras coisas: projeto social, com o Instituto Ayrton Senna; atividades empreenderas de sucesso, com a marca Senna; invoca uma série de emoções que foram associadas à sua imagem, quisesse ele ou não, antes e depois de sua morte.
Para a "equipe" aqui do blog, é sempre complicado falar de Senna, pois somos, inegavelmente, fãs do piloto. É só olhar a "capa" do site. Em alguma medida, a própria existência do blog deve-se a Senna.
Entretanto, Senna foi, antes de tudo, um piloto de corridas profissional. Era o que ele fazia, era para isso que vivia e, consequentemente, moldava seu comportamento para ter sucesso em sua profissão. E ter sucesso no automobilismo, especialmente na F-1, não implica, de modo algum, ser "bonzinho". Muito pelo contrário, há quem afirme que o sucesso na categoria depende de uma dose de desumanização. Senna não fugiu a essa regra, tanto que o único companheiro de equipe do brasileiro que se tornou seu amigo foi Gerhard Berger.
O próprio Senna explica que o ambiente da F-1 implica "ser durão":




De qualquer modo, isso não significa que Senna fosse "mal caráter", ou coisa que o valha. Muito pelo contrário, ele apenas se adaptou às condições de sua profissão e por isso foi muito bem sucedido, tão bem sucedido que é lembrando ainda hoje pelas marcas que deixou no esporte a motor.
Por fim, como forma de homenagem, deixo abaixo o depoimento de David Crabtree, segundo mecânico do carro de Senna em 1993. O depoimento de Crabtree é interessante porque é um homem que trabalhou diretamente com Senna nos tempos de McLaren, mantendo com ele uma relação profissional. Pode-se dizer, então, que Crabtree conheceu muito bem o piloto Ayrton Senna. Suas palavras, pronunciadas antes da morte do brasileiro, não estão contaminadas pela comoção das condições de seu falecimento.
A frieza britânica deixa entrever a admiração do mecânico por seu piloto:




Em seu quinquagésimo aniversário, é assim que gosto de lembrar de Senna: como o melhor piloto de sua geração, que encantava por sua perícia, bravura e determinação pelas pistas mundo afora.

terça-feira, 16 de março de 2010

ULTRAPASSAGENS

Por uma feliz coincidência assistimos, no sábado dia 13, uma corrida de F-1 de 1980 lá em Brands Hatch, Inglaterra, puxada da infernal inter pelo chefe deste blog. Como neste ano, não havia paradas para reabastecimento, somente permitida a troca de pneus.
Nesta corrida os carros Ligier eram os mais rápidos (muito mais rápidos, por sinal), mas tiveram problemas e abandonaram. Problemas com furos de pneu. Para constar, Alan Jones (Williams) em primeiro, Piquet(ezão) (Brabham) segundo e o Carlos Reutemann (Williams) em terceiro.
A corrida não teve grandes ultrapassagens, mas, foi emocionante pelas quebras, paradas de boxes e os carros andando relativamente juntos. Infelizmente, o Emersão levou 'centas voltas dos líderes por conta de seu carro ser movido a pedal.
Tudo para dizer que já andam reclamando do novo regulamento da F1. Onde estão as ultrapassagens?
Oras, a graça em corrida sem reabastecimento é justamente a tática que o piloto tem que adotar em função do carro estar muito mais pesado no início da corrida. Sou contra a parada obrigatória em função do uso de dois tipos de pneus.
Penso que a troca deveria ser livre. Quem pode mais gasta menos pneu e, numa dessa, leva o troféu para casa.
As ultrapassagens ocorrem mais pela diferença dos carros (uns mais velozes e confiáveis) do que em função do regulamento. Domingo, naquele país desértico, distante, com petróleo saindo pelas torneiras aconteceu mais ou menos a mesma coisa. O Vetor dançou em função do motor. E, o Afonso disse a que veio. Já vou adiantando que torço pelo Vetor e em segundo lugar pela prima dona do Afonso. Ele é um chato, mas manda bem no da direita.
Querem ver ultrapassagens?
Coloquem o grid de ponta cabeça. O Senninha largaria em primeiro e em meia volta já teríamos mais ultrapassagens que em todo o campeonato passado.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Pelo menos a publicidade...

Muito boa a campanha publicitária para o GP do Brasil de 2010. Mas, será que vai ter assento na arquibancada este ano?




Já era sem nunca ter sido

E a USF1 foi para o saco. Conforme anunciado pela Autosport, os funcionários do time que restaram foram todos demitidos nesta terça-feira, dia 2 de março.
Estava meio na cara que isso aconteceria. Um dos sócios, Peter Windsor, é (ou foi, não sei bem) jornalista - era editor da F1 Racing, revista inglesa. Os EUA não têm o menor interesse por F-1 e pescar patrocínio por lá seria difícil. Nem mesmo os pilotos norte-americanos têm interesse na F-1. Danica Patrick chegou a declarar que não correria na categoria, pois não queria mudar para a Europa.
Aliás, eu desdenhei quando Peter Windsor falou que Danica era muito para correr na USF1. Para mim, na época, a mocinha deveria agradecer qualquer oportunidade de sentar em um carro de F-1.
Parece que eu errei nessa. Danica é infinitamente maior do que a USF1 foi... sem nunca ter sido.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Emerson, 40 anos

Este ano, precisamente no dia 18 de julho, completar-se-ão quarenta anos da estreia de Emerson Fittipaldi na Fórmula-1.
Para comemorar a data e celebrar a vida e carreira deste sensacional piloto, o Fórmula-1 Literária fará uma série especial contando as vitórias dos dois títulos mundiais de Emerson.
As fontes para a tal série serão as revistas Placar e Quatro Rodas da época, que traziam reportagens, imagens e, principalmente, no que se refere à Quatro Rodas, relatos feitos pelo próprio Emerson sobre as corridas.
Ao longo do ano, vamos colocando os textos e imagens por aqui. O primeiro passo já foi dado hoje: vascullhamos os imensos armários de uma de nossas sedes, localizada em Ribeirão Preto, separando o material a ser utilizado, tomando todo o cuidado para que ele não se desmanchasse em nossas mãos.
Em meio à muita poeira e revistas sobre automobilismo, algumas coisas muito interessantes foram encontradas: diversas revistas Placar sobre a Copa de 1970; uma revista O Cruzeiro especial sobre o bicampeonato mundial do Brasil em Copas, em 1962; um pôster do time do Flamengo (?!), Campeão do Povo (?!?!?!) de 1972.
Agora, é só esperar nossa própria boa vontade - e disponibilidade de tempo - para começarmos.
Enquanto isto, um vídeo bem legal - umas das minhas primeiras lembranças automobilísticas:


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Mulher no volante

Acabo de ler no Grande Prêmio que Bia Figueiredo será a sexta representante brasileira na abertura da temporada da Indy 2010, que ocorrerá no Brasil no dia 14 de março. A notícia completa está aqui.
Tenho simpatia pela pilota, e já escrevi algo sobre ela em outra ocasião.
Bia não tem presença garantida em todos os GPs. Estará no GP do Brasil e nas 500 Milhas de Indianápolis, correndo com o terceiro carro da Dreyer & Reinbold, ao lado de Justin Wilson e Mike Conway.
Resta-nos desejar a ela boa sorte e celebrar a primeira mulher brasileira a chegar a um categoria top do automobilismo mundial.

Tinha, não tenho mais

No dia 22 de outubro de 2006, eu e meu dileto pai assistimos, pela primeira vez, ao GP do Brasil de Fórmula-1 em Interlagos, no maravilhoso setor G.
Naquela ocasião, ganhamos diversos brindes: queimaduras de segundo grau no sábado, por termos esquecido o protetor solar - coisa de principiante altamente mirim; vimos de perto a conquista do segundo título de Fernando Alonso, em meio à grande torcida espanhola que, vestida de toureiro, povoava as arquibancadas; vimos à primeira vitória de Felipe Massa no Brasil, a segunda de sua carreira; vimos uma grande atuação de Jenson Button, que saiu de décimo quarto na largada para terminar em terceiro; e, mais até do que tudo isso, vimos a última corrida de Schumacher na Fórmula-1.
Bom, aquela ainda é a última corrida de Schumacher na Fórmula-1. Mas, o alemão, voltando às competições, toma de mim um dos meus brindes de 2006. Se quiser de volta, terei de ir ao GP de Abu Dhabi em 2012, última corrida antes do término de seu contrato com a Mercedes.
Como com certeza não irei à Abu Dhabi, não vou poder contar para os meus netos que vi a despedida do Schumacher da F-1.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Fórmula-1 Literária atrás do volante

Sentar aqui, atrás do computador, e escrever que o Fisichella isso, o Badoer aquilo, o Barrichello aquilo outro, é uma tarefa fácil, que demanda, apenas, paciência e boa vontade. Agora, sentar atrás do volante de um veículo de competição e acelerar é algo realmente trabalhoso.
Pensando nisso, o F-1 Literária lançou mão de parte de seu (apertado) orçamento e enviou um representante para o Kartódromo Internacional da Granja Viana, que, aliás, não fica na Granja Viana, mesmo sabendo dos protestos da ala patriarcal do blog que certamente viriam. Afinal, onde já se viu gastar dinheiro com este tipo de coisa?
De qualquer forma, lá foram eles. Quatro "pilotos" dirigindo-se ao kartódromo, com grandes expectativas, ansiosos por colocar as mãos e pés no kart e mandar bala. Só não contavam com um dilúvio no caminho. Nosso representante, diante de tanta água, já se conformava: não iria dar para correr.
O traçado utilizado nesta semana no kartódromo é o chamado "traçado 3", com 1.140 metros de extensão. Talvez seja a variação mais rápida da pista da Granja, como se pode perceber neste vídeo:



Quando os bravos competidores se aproximaram da pista, constataram que haviam chegado antes da chuva. Haveria corrida.
Mas o céu negro e as nuvens carregadas não deixavam dúvidas de que a chuva chegaria depois, mas chegaria com certeza.
E não deu outra. Em poucos minutos, leves pingos se transformaram, mais uma vez, em dilúvio.
Naquele momento, havia uma bateria em curso. Pilotos semi-profissionais, com seus capacetes impecavelmente pintados, seus macacões e sapatilhas a prova de balas, penavam para manter o kart dentro da pista.
A chuva, no entanto, ia diminuindo e nosso representante tinha certeza de que iria correr. Tinha certeza, também, de que iria passar muita vergonha com a pista naquele estado. Era a primeira vez na Granja Viana e a primeira vez na chuva.
Mas, todo mundo passa por isso. Quem nunca ouviu aquela história do Senna? Dizia ele que sua primeira corrida no kart debaixo de chuva havia sido uma lástima de tão ruim. Então, nosso representante não precisava ficar constrangido. Teria uma estreia na chuva muito ruim, assim como o Senna teve - embora o muito ruim do Senna seja anos-luz melhor que os "muito ruins"ordinários. Quem quiser vê-lo contanto a história, basta ver este vídeo, a partir de 1min50s.
Chegada a hora da bateria, lá foram eles assistir ao sempre útil briefing, em que é ensinada a diferença entre bandeiras amarelas e azuis.
Na Granja Viana, não há sorteio de karts; os próprios pilotos podem escolher aquele que lhes parece mais simpático. Corrida no molhado, nosso representante correu para o kart nº 12. A explicação:

Senna com a Lotus nº 12 no GP de Estoril de 1985. Sua primeira vitória, sob muita água. Fonte da foto: F-1 Um outro ângulo


Nosso representante estava com medo. Todo mundo ali com macacões, luvas, capacetes e muita pose de piloto.
Então, vem o mecânico ligando kart por kart. Era o momento.
A saída dos boxes é em descida, dá em uma reta, também em descida, e uma curva à direita. A pista toda molhada - e o kart com pneus slicks - e a primeira sensação de "agora f****". O representante do nosso blog freia e vira o volante. O kart segue reto, como se nada tivesse sido feito. À direita, passa um outro piloto, já rodando na freada e indo parar na área de escape. Era o caos.
Mas, depois de algumas curvas, toda a insegurança se transforma. O prazer de pilotar começa a fazer efeito, e todo o medo dá lugar à vontade de ir cada vez mais rápido. Pilotar na chuva é uma sensação ímpar. Você acelera e a traseira vai embora; você corrige. Você vira o volante, e o kart continua indo reto; corrige-se com o acelerador. E assim vai, deslizando curva a curva. Não houve uma volta em que nosso representante não foi passear na ondulada área de escape da curva 1 do traçado e voltou pulando para a pista.
Nosso kartista, apesar dos pesares, qualificou-se em quarto, já totalmente encharcado. Passou para terceiro na largada. Avistando os dois líderes logo a frente, lembrou que estava com o kart nº 12 e foi para cima. Coração na boca, adrelina correndo nas veias e então... rodou na curva 2, sendo ultrapassado por todo mundo - ou, pelo menos, pelos que não tinham rodado também. Todavia, a situação era tão crítica que ao final da primeira volta, já estávamos em terceiro lugar de novo. E nesta posição ficamos até a bandeirada, não sem passar por umas 4 ou 5 rodadas, uma batida em um retardatário que estava virado ao contrário e muita água que subia para lavar a alma.
Um excelente fim de carnaval.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Títulos em campo

Os matemáticos do F-1 Literária andavam meio sem ter o que fazer. Então lhes ocorreu uma coisa: 2010 talvez seja o campeonato com mais títulos de pilotos alinhados no grid da história.
Teremos 7 títulos de Schumacher, 2 de Alonso, 1 de Hamilton e 1 de Button, totalizando 11 triunfos.
Em 1991, por exemplo, havia 2 títulos de Senna, 3 de Piquet e 3 de Prost, perfazendo 8. Em 1985, havia Lauda com 3 títulos, Piquet com 2, Alan Jones com 1 e Rosberg com 1, totalizando 7.
Claro que os matemáticos não olharam ano por ano desde 1950, afinal, não são tão desocupados assim. Mas, parece ser 2010 o ano com mais títulos de pilotos em campo.
Outro dado curioso é que, caso Kimi Raikkönen estivesse na F-1, teríamos no grid todos os campeões da última década: Schumacher, Alonso, Raikkönen, Hamilton e Button. Contudo, o finlandês está feliz da vida capotando por aí no Campeonato Mundial de Rally.

Campanha pelo laranja


Este ano que se inicia vê a volta da "Lotus", que da velha Lotus não tem nada, exceto o nome e a pintura do carro. Vê, também, a volta da Mercedes com equipe própria: as velhas flechas de prata com dois pilotos alemães ao volante.
Pensando nisso, eu me pergunto: por que a McLaren não volta a utilizar a pintura alaranjada em seus carros? Já que a Mercedes tem equipe própria, essa, sim, prateada, bem que a McLaren podia voltar a sua cor original.
Na verdade, a montadora alemã ainda não deixou a McLaren de vez. As operações de venda de ações estão sendo feitas aos poucos, e devem terminar até 2011.
A foto acima é de 1971, em Silverstone, na última vez em que a McLaren utilizou o laranja em seus carros. O piloto em questão é Peter Gethin. A foto foi surrupiada do fantástico site F1 Nostalgia, do Rianov Albinov. Vale a pena dar uma olhadinha por lá. As fotos são, realmente, fantásticas.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

MAIS BOCEJOS

Em meio aos treinos que ocorrem antes do início da temporada, que mais colocam dúvidas do que esclarecem, reflito sobre as novas equipes que nasceram as que nem nasceram, e outras que vão morrer antes da primeira largada.
A F1 é uma tremenda vitrine para os mais variados tipos de produtos. Patrocinar uma equipe significa ver sua marca mostrada em muitos países. No entanto, desde que acompanho este esporte surgem as mais variadas formas de picaretagem em termos de equipes e mesmo patrocínios.
Antigamente a maioria do dinheiro vinha da indústria do tabaco e houve quem dissesse que a F1 acabaria sem essa grana. Não acabou.
Lembro que a Hesketh, simpática equipe que comprava chassi March e andava mais que os oficiais, chegou a ter como patrocinadora uma importante revista literária chamada Penthouse. Fora a Coopersucar que bancou os Fittipaldi. O véio Mero adorava chamar os carrinhos amarelos de "açucareiros".
Enfim, hoje estou vendo, entre bocejos, que nada mudou.
A maioria das equipes novatas não tem patrocínio e muito menos carro para mostrar. Carro que ande, lógico. Carro para aparecer dando umas voltinhas até eu monto.
Algumas equipes apresentam carros que foram projetados sem o uso de um simples túnel de vento. Vi outro dia na TV uma dessas equipes apresentando o pessoal responsável pelo projeto do carro: uma salinha com uns quatro computadores e uns carinhas que, aposto, estavam passeando em páginas pornô.
Agora eu entendo a resposta do Senna quando perguntado quem seriam os favoritos para a temporada prestes a se iniciar: "os mesmos".
Porque, "os mesmos" são aqueles que levam a coisa minimamente a sério.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

BOCEJOS

Nestes séculos em que acompanho a F1 nunca me interessei pelos testes antes, durante ou depois dos campeonatos. É um blefe só.
Confesso que nem sabia da tal equipe Stefan (de onde saiu esse nome?) que vai levar equipamentos para não sei onde, sem ter pilotos anunciados ou mesmo mostrado um carro.
Não tem inscrição e dizem que pode tomar o lugar da Campos que não tem dinheiro. Bocejos à parte, andei dando uma olhada nos tempos de hoje lá na Espanha e pelo visto as coisas vão andar conforme o script: massa na frente (na frente também em número de voltas), e aquele povo todo atrás. De bom o Koba em segundo. Não sabemos o acerto dos carros e etc.
De resto, o rubim falando bobagens, o Dick chamando o massa de "ermão", o roseberg dizendo que o rubim perdeu para o Dick por seis anos, e, portanto, deve ficar de bico fechado.
Mas, o leitão da quermesse vai para o Aquelesoares (vulgo Jaime Alguersuari) que afirmou que o Schuchu é "como outro qualquer". Era melhor colocar uma melancia no bico do carro......

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Quench my thirst with gasoline

Shows do Metallica em São Paulo, testes da F-1 comendo soltos.. então...

Gimme fuel, gimme fire!




P.S.: o vídeo é velho, mas não tem problema.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Outros (e fantásticos) tempos

Foi o blogueiro oficial Flávio Gomes quem postou lá em seu blog. É um vídeo produzido pela Elf mostrando os momentos que antecedem a largada de um GP de F-1.
Há coisas inimagináveis de se ver hoje em dia: o próprio piloto limpando e adesivando o capacete; mecânicos sem camisa trabalhando nos boxes; piloto andando por aí, dando autógrafo e fazendo gracinha para o fã (reparem no Jacques Laffite, 3min28s).
Ah, e estamos comentando por aí a beleza dos carros de 2010 e etc... bom, eu prefiro estes daqui.
Dez minutos que valem a pena.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ATÉ TU, JEAN?

Estou lendo que o Jão Lelési (conhecido como Jean Alesi) andou dizendo que o shumacher resolveu voltar para a F1 depois do desempenho do rubim, com 37 anos, no campeonato passado. Se o barrica disputou o título até o fim o shuchu teria chance porque sempre enquadrou o dito.
Tudo bem. Eu sempre gostei do Lelési que considero um dos pilotos mais azarados da F1.
Mas, desconsiderar as condições em que o rubim disputou campeonatos tendo o lemão como "companheiro" é passar recibo de ignorante. Nem vou lembrar algumas sacanagens contra o rubim.
Eu, no entanto, acho legal essas ilações quase filosóficas sobre os destinos dos que foram e voltaram e coisas da espécie. Todos temos direito a dar palpites. Senão não existiriam essas loterias todas.
Até eu tenho uma opinião sobre a volta do Dick Vigarista. Lá vai.
Ele foi lançado ao mundo automobilistico pela dona mercedes. E, nunca deu sequer uma encochada como agradecimento. Daí, a dona mercedes andou ameaçando o Dick e ele resolveu pagar o tal lançamento voltando a correr de F1. Portanto, o verdadeiro motivo é o medão.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

COMEÇOU

A temporada nem começou e o schumacher já colocou as manguinhas de fora.
Com a desculpa de superstição pediu para correr com o carro de número 3 ao invés de número 4.
Com isso, o original número 3 que seria do rosebife vai para o supersticioso alemão.
Com isso, o mico rosebife fica atrás do lemão já na numeração dos carros. E, o schumakão, mais uma vez, mostra quem é o "bão" no pedaço.
Ah, tem aquela coisa de ganhar os títulos com números ímpares e tudo o mais. O Renato, chefe do blog, diz que ele (schumacher) nasceu num dia 3 e etc.
Mas, sou adepto da teoria da conspiração. O lemão já começou a sacanear....

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CORTINAS

A volta do Schumakão provoca também uma reflexão em torno da falada desonestidade do homem em relação ao esporte.
Que ele faz de tudo para pisar, literalmente, nos adversários não resta dúvidas.
O que me intriga é o "esquecimento" rápido dessas manobras à la Dick Vigarista. Até o nosso locutor oficial da F1, chato bueno, berra aos quatro microfones que o alemão é o "mó" genio que já correu na F1 esquecendo de lembrar, como um bom jornalista faria, as manobras sujas que renderam algumas glórias inglórias.
Não é, no entento, atitude isolada. Muitos, talvez até por preguiça, descem uma cortina rápida nesses fatos nebulosos.
É nessa hora que euzinho fico pulando no sofá e berrando que o home é "sujo que nem pau de galinheiro" (como diria aquela minha famosa avó).
Além disso, tem certos torcedores de futebol travestidos de jornalistas entendidos em automobilismo que, se admitem a sacanagem do alemão, dizem que o "Senna também era sujo".
Enfim, nestes dias de ócio e intermináveis campeonatos de GP-4 (férias, merecidas férias), li que o Alonso já andou dando umas cutucadas no alemão por conta dessas atitudes sempre relevadas pelos dirigentes esportivos. Abrindo um "parentes", a vista grossa era tão grossa que levou o Michael a parar o carro nos treinos em Mônaco em 2006 para atrapalhar a volta da prima dona Alonso crente que nada aconteria. Foi tão descarado que até o leme sem direção (aquele alienado que fala bobagens na transmissão da globo faz uns trezentos anos) entendeu a sacanagem. Daí a punição.
Mas, o que o mundo da F1 espera, e eu também, é o comportamento do alemão, dos dirigentes (lembrando sempre que o duende vermelho virou chefão de todo o circo) e etc nesta volta em 2010.
Tenho uma certeza: ele não voltaria se não tivesse certas garantias. Quem sabe algumas escusas. Ou escuras...
É pagar para ver. E, o sofá que aguente......

sábado, 16 de janeiro de 2010

SETOR G - 2007 I



Mais um vídeo de 2007.
Esse é interessante pelo lado torcedor de futebol da moçada.
Portanto, vale mais pelo som do que as imagens.
Notem que no final o cara do megafone tira uma da numeração dos ingressos.
Sim, os ingressos eram numerados mas ninguém obedeceu.
Então, ele passou grande parte do tempo zoando com os números.
Exemplo: um casal entra no setor. Ele gritava que o número do ingresso dela era o 000.000.1 e o do infeliz do namorado (ou algo que o valha) era 1.000.000.
Vale notar que o 000.000.1 seria do lado dele.
O chato é que depois de horas sentado, sua bunda ficar quadrada, suas pernas não obedecerem mais, qualquer zoação por um megafone na sua orelha perde a graça......

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

2007 - "O SETOR G"



Vejam e ouçam este vídeo particular do setor G em Interlagos na corrida de 2007.
Acredito que foi feito por volta das dez horas do treino de sábado.
Nós conseguimos sentar no final do setor, perto da curva.
Tem apito, um toque de celular no megafone, e muita gritaria.
Pelo menos pudemos observar os carros na curva. E, ouvir também. Naquela ocasião ainda era permitido o controle de tração e os carros de fim de grid contornavam a curva com o dispositivo funcionando por falta de acerto ideal (que nem era possível em carros mal nascidos). E, dentre os pilotos, o Raikonem tinha um jeitão todo particular em fazer a curva do fim da reta oposta: freiava antes dos demais e em consequência acelerava antes também. Sei lá, mas a impressão é de que fica com o carro mais na mão.
Enfim, tudo isso com o pano de fundo sulista. Tem mais vídeos que colocarei depois.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

VOLTANDO

Estivemos fora do ar por motivo de força maior. Férias para ser mais exato. Como não sou do tempo das facilidades técnicas nem pensei em usar o lap top para escrever alguma coisa. Mesmo porque, pelo visto, nada mudou no circo da F1. Senão vejamos:
Bruno não deve ser comparado ao tio. Não é justo etc e tal. Mas, toda reportagem sobre ele vem acompanhada de imagens do tio e a comparação que deveria ser evitada.
Aliás, o duende elepedra sugere que a equipe do Bruno nem vai largar porque não tem suporte financeiro. Putz!
Por falar em duende o elepedra é o maluco do momento. Agora sugeriu atalhos que poderiam ser usados pelos pilotos de maneira limitada para ultrapassagens. Ou seja, a velha sacanagem de furar a gincana (o schumaquinho era craque nisso) seria oficializada. Tem mais. O duendinho reclama que os carros não quebram, que os freios são muito bons e por aí vai. Desconfio que ele não anda tomando seus remédios regularmente.
Ma, sobre o assunto, canso a orelha do Renato falando em como a F1 era melhor sem essas merdas tecnológicas de hoje. Esporte é esporte. Os carros deveriam exigir não só que os meninos mimados apertem pedais como também que saibam economizar pneus e trocar marchas. E os motores não deveriam ter limitadores de giros. E, etc, etc.
Eu queria ver metade dos mimadinhos explodindo motores. Como antigamente. Bom, depois dessa demonstração de velhice ("no meu tempo tudo era meió". "Aqui tudo era mato".) vou me despedindo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

INGRESSOS

Estou lendo que os ingressos para a F1, etapa do Brasil-sil-sil, já estão à venda. A mesma situação dos anos anteriores. Nos casos de meia entrada, uma burocracia do carai que é para os interessados morrerem de raiva e desistirem de ir pagar os pecados no autódromo. Para quem compra a meia entrada modernismos como entrega dos ingressos pelo correio nem pensar. O comprador é tratado como meliante. Se quiser pegar a meia entrada tem que ir no guichê de campo de futebol com o sol ou chuva na cara. A gente não consegue ver com quem está tratando. Os caras ficam atrás de um buraco no muro. Sim, como eu disse é guichê de campo de futebol. E, para quem vai comprar o ingresso na hora o tratamento é igual. Não importa de que país o sujeito veio. Já vi uns branquelos alemães sofrendo na fila em dia de corrida.
Não há informação sobre mudanças nas acomodações para o público. Nem vou comentar sobre esse assunto agora. Quem acompanha o blog já sabe o que penso.
Ah, para completar as notícias houve um aumento no preço do ingresso.
Brincadeira......

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Pit Stop

A volta do Schu-Schummy não é a única novidade para 2010 na Fórmula-1. Como já sabemos faz tempo, na próxima temporada não teremos mais os reabastecimentos, que são o "ponto alto" das corridas desde 1994.
A história dos reabastecimentos na F-1 não começa, contudo, em 1994. Em 1982, a Brabham, time liderado por um tal de Bernnie Ecclestone, resolveu arriscar alinhar os carros com menos combustível e, no meio do caminho, pará-los para completar o tanque e ir até o fim.
Houve várias tentativas frustradas por percalços no caminho: falhas mecânicas, batidas e uma luta de karatê entre Nelson Piquet e Eliseo Salazar.
Finalmente, o plano quase funcionou no GP da Áustria, não fosse uma tentativa de Riccardo Patrese de escalar um barranco de marcha-ré.
De qualquer modo, a Brabham inaugurou o reabastecimento na era moderna da F-1. Não foi, todavia, a primeira vez que se encheu o tanque de um carro em uma corrida. Na década de 1950, isso já era feito.
O filminho abaixo, encontrado por acaso no YouTube, conta a historinha, com toques de bom humor do narrador.


EU SABIA! EU SABIA!

Hoje li na uol que o irmão braço duro ráu-ráu schumizinho está se oferecendo desesperadamente para alguma equipe visando voltar para a F1.
Quem conhece a história do ráu-ráu sabe que o irmão Dick Vigarista está ligando para todo mundo vivo e morto para encaixar o chato do pentelho do irmãozinho caçula.
Foi assim que ele, digamos, adentrou ao circo. Mas, não serve nem para ser palhaço, função exercida no ano passado pelo Loucas Vaidoer, nem para marabalista, função exercida pelo campeão butão (que caiu da corda mas não quebrou a perna). Penso que poderia concorrer ao cargo de limpador de bosta (ou fezes se quisermos honrar o nome do blog). Pelo que vimos no ano passado matéria prima tem de monte.
Enfim, não esqueçamos do Free Willy que gerencia a carreira (?) do ráu-ráu assim como a da estrela da companhia Dick.
Free Willy tem a força das camisas nada a ver. E, voltando a ganhar quatrilhões arruma saco para carregar o braço duro da família.
Concluindo, tudo leva a crer que vamos ter que aguentar mais uma prima dona. Só que uma prima anda. A outra só tem pose.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

OH-OH-OH

Nesta época natalina onde todos se confraternizam, perdoam seus inimigos assim como são perdoados (ah, ah) fico imaginando o teor das cartinhas que os pilotos escrevem para o Papai Noel.
Sim, o velhinho pentelho de barbas brancas é uma espécie de terapeuta. Todos que escrevem para ele (mentalmente ou não) contam com o sigilo que deve prevalecer nessa relação, digamos, maluca.
O massa por ex. iria pedir que todas as molas passem longe, bem longe.
O Raikonem um carro de rallye com frigobar (maldade!).
O hamilton um carro bom à altura de seu charme e beleza inigualáveis.
O butão um carro bom à altura de seu charme e beleza inigualáveis.
O bocó roseberg uma equipe para 2011, porque a dona mercedes só tem olhos para seu dileto mimado.
O Dick pede um grid composto de um só carro. O dele naturalmente. Não tem mais aquela juventude para chutar os outros pilotos por debaixo da mesa.
O rubim pede que o esqueçam. Quem sabe funciona.
O vetor pede que continuem achando que ele é um moleque de fraldas a encantar com seu arrojo e falta de experiência.
O véber que caia da bicicleta nas férias e quebre a outra perna. Em 2009 quebrou uma perna e foi seu melhor ano.
A prima dona afonsina pede que baixe um santo alemão e que a véia ferrari pense que se trate de uma reencarnação divina.
O menino senna pede que o tio dê uma força lá de cima. Aí, não é com papai noel. Quem entende sabe que a carta foi enviada para quem não tem competência para julgá-la.
E, olhando a fauna que povoa a F1 constatamos que pululam uma quantidade assombrosa de duendes. Desde o toddy até o berne. Todos são donos da verdade e decidem tudo.
Pobre F1.......

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

DICK CAIU DO TELHADO

Finalmente confirmou-se o que vinha sendo ventilado em tudo quanto é canto.
Schumacher volta pela dona mercedes. Como já lemos num post do Renato ele deve o início de sua carreira a essa velha senhora que bancou sua entrada na F1 bem ao estilo alemão: chutou a porta e colocou seu mimadinho no primeiro carrinho de F1 que viu pela frente.
Engraçado é que sempre diziam que o nosso mimadinho iria, qualquer dia destes, correr pela dona mercedes via McLaren.
Todo ano as mães dinás cantavam essa bola.
Agora que elas esqueceram do assunto lá vem o Schumi de mãos dadas com a dona mercedes e chutando o bocó roseberg por debaixo da mesa.
Falam muito na questão da idade do lemão. O cara tem 41 anos e penso que ninguém é inválido nessa idade a ponto de não conseguir virar o volante (?) de um F1. Sim, hoje em dia os pilotos só servem para virar o volante (?). O resto vem mastigadinho mastigadinho.
Então, vai ser legal o lemão desafiar a macacada toda. Daqui do alto do morro dá para ver que o Dick tem lenha para queimar, a dona mercedes grana para gastar e uma praia ensolarada sem nenhum surfista de destaque.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Suturas

E mudaram o sistema de pontuação da Fórmula-1. Ficou igual ao da Stock Car. Não parece ter sido uma boa mudança.
Primeiro, porque não afeta a proporção de pontos entre os concorrentes que pontuam. É vantajoso para quem chega em décimo, que terá mais exposição, agradando mais aos patrocinadores. Será vantajoso para o piloto que ganha dinheiro por pontos conquistados, cláusula que as equipes vão abolir a partir de agora. Mas, no geral, não mudou nada, já que 5 pontos entre o primeiro e o segundo colocados é pouco em um contexto em que o vencedor soma 25.
Segundo, porque descaracteriza o campeonato e as estatísticas. Na década de 1980, o sujeito, para marcar 25 pontos, teria que vencer duas corridas, chegar em segundo em outra e em sexto em outra (o sistema era 9-6-4-3-2-1 e só os 11 melhores resultados contavam), ou seja, levaria, pelo menos, 4 corridas para atingir tal somatória; na década de 1990, teria de ganhar duas, e chegar em segundo em outra, levando, pelo menos, 3 corridas (a partir de 1990, passou ao 10-6-4-3-2-1, sem as exclusões). Agora, com um calendário com cada vez mais corridas e esse sistema de pontuação, os pilotos de sucesso encerram suas carreiras com bilhões de pontos, coisa que era impossível há um tempo atrás (claro que "bilhões" é ironia, né).
O campeão também somará dez mil pontos por campeonato, e já era o recorde do Schumacher de campeão com mais pontos somados em uma única temporada.
Enfim, eu gostaria de ver de volta o sistema de 10 pontos para o vencedor, que valorizava bastante as vitórias. O que fizeram foi uma verdadeira "banalização" dos pontos.

Só a cabecinha do Dick

Schumacher, segundo ele próprio confidenciou a Luca Di Montezemolo, está "muito perto" de correr na Fórmula-1 no próximo ano. É a hora de o alemão pagar sua "dívida" com a Mercedes, empresa onde fez carreira no Mundial de Marcas e que financiou, pode-se dizer, sua entrada na F-1.
Agora, quando o sujeito fala que está perto, já entrou há muito tempo. Teremos "Il Tedesco" de volta; mas, desta vez, ele será "Der Deutsche", mesmo.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

DICK SUBIU NO TELHADO

Novela envolvendo a F1 é a coisa mais óbvia que existe.
Piloto elogia equipe que elogia piloto que visita a tia do dono da padaria em frente à fábrica e coisas do tipo.
Agora, dizem que o Schumacher (o Michael) conversa com a dona Mercedes e tudo pode acabar num motel qualquer.
Quem deve estar com a pulga atrás da orelha (como diria aquela minha avó) é o Roseberg (o Kico). Ou, dependendo do horário da novela, com os chifres nascendo.
Afinal, conhecemos a história do Dick e o que acontece com seus "amados" companheiros de equipe. Se bobear ficam com o carro sobre os cavaletes (remember rubim).
Uma volta do Schummy (é assim que se escreve?) vai ser uma atração a mais?
Craro Crarice.
Afinal, o cara pendurou o capacete (essa é velha), caiu da moto (duvido que permaneçam sequelas. É tudo firula) e etc. Mas, vira e mexe e lá estava ele nos boxes vermelhos com cara de quem fazia alguma coisa e babando nos carros. Eu tinha a impressão que ele ia pular dentro do carro do Raikonen e sair avenidas mundo afora. Não iria fazer isso no carro do massa porque ele (massa)tem contrato com o todinho filho do Toddy. Os brutos também tem ética.....
Não existiria surpresa numa possível volta. Eu acho salutar desde que não haja sacanagens para ajudá-lo. Lembrem-se que agora quem manda é o duende vermelho ( o tal do Toddy). Essa dupla bateu muitas carteiras. Dupla não. Trio, uma vez que o rose bráu (o inglês com ressaca permanente) sempre aparecia com o dedo no botão vermelho para ferrar a ferrari (não resisti!!!) do rubim.
Por outro lado, se ele correr como correu de kart lá no quintal do Massa em Floripa, vai colocar todo mundo no chinelo. Os meninos mimados que se cuidem. O tio está animado.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Inauguração de Interlagos

O link do vídeo chegou até mim pelo Luis Fernando Ramos (Ico) via Twitter.
É uma filmagem de 12 de maio de 1940 na inauguração do autódromo de Interlagos.
Sinto uma espécie de pesar e alegria em saber que o traçado original, quase intacto, ainda está lá, esperando ser restaurado, nem que seja para umas voltas esporádicas de meio dúzia de amalucados.
Aliás, o único blog que o Fórmula-1 Literária segue é, justamente este aqui, em que se propõem e discutem projetos para reviver o traçado antigo. Tomara que um dia resulte em alguma coisa.
É impressionante ver, no vídeo abaixo, como o local era um grande descampado. Hoje em dia, a cidade, literalmente, engoliu o autódromo.
Aproveitem!


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Di Grassi na F-1

Só uma nota rápida, para não passar em branco - o tempo anda curto demais.
Ainda não é "oficial", mas já é verdade incontestável: conforme divulgado pelo Grande Prêmio hoje de manhã, Lucas di Grassi será piloto da Manor/Virgin no próximo ano. Assim, o grid terá quatro pilotos brasileiros em 2010: Barrichello, Massa, Senna e di Grassi.
Eu confesso que di Grassi é o brasileiro que mais tenho curiosidade de ver na Fórmula-1. Acho até, que pela temporada que fez na GP-2 em 2008, merecia já estar na F-1 já em 2009. Sujeito talentoso, construiu uma carreira bem sucedida sem lá grandes apoios financeiros, se comparado, por exemplo, com Bruno Senna.
Boa sorte a ele!


O próprio avisa, via Twitter, que está na área!