terça-feira, 15 de outubro de 2019

MELHOR CALADO

De vez em quando Flavio Briatore, nosso Britadore, sai do túmulo para falar besteiras.
A sandice do momento: dizer que mamã Ferrari precisa de Mimadon, o Fernando Alonso deles, para voltar a ganhar.
Claro que ele tem que dizer essa merda porque é empresário do espanhol. Engraçado fingir que os italianos não querem Mimadon Aliás, não precisam. Até esconderam o cara na festa dos 90 anos da escuderia. E, olha que ele foi até Monza fazer caras e bocas.

Uma coisa está ficando clara no horizonte vremeio. Vetor está sendo cozido em fogo brando (como dizia dona Sidália, minha avó). Lacraia é o cara do momento. E, pelo andar da carruagem Ricardão vai sentar num dos carros. 

Britadore precisa voltar para o túmulo. E, calado.
"meu garoto"

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

LAMBÃO EM SUZUKA - 2019

O lambão foi fácil.
Depois de 'centos baldes de pipoca ingeridos por mim dona Gertrudes ligou com a voz empastada. Disse que estava tomando várias cervejas para ficar acordada. "Desde os treinos", bradou.
"Pipoca não resolve. Só aumenta a sede", disse com toda a razão.

Após a corrida veio aquele arrependimento por só considerar a maldonadice dos pilotos na pista.
Quem merecia levar é o equipamento sideral que veio de outra galáxia que conta as voltas. O troço falhou e um tal de painel deu a corrida por encerrada na penúltima volta. Mesmo que a bandeirada física fosse no momento certo a defecada já estava no vaso sanitário.
Com isso Chapolin Perez, que havia batido na última, levou a nona posição e prometeu pagar uma rodada de cerveja para o equipamento obtuso.

Enfim, o lambão oficial vai para Carlinhos Lacraia e sua bundada em Mad Max na segunda, ou terceira curva, logo após a largada.
Não aceitou levar um passão do maluco aposentado (ou não) e deu um chega para lá no  holandês/belga/marciano.

Depois aquela novela mexicana. O carro de mamã Ferrari se desmanchando soltando pedaços que ferraram (verdadeiramente) a corrida de Lando "chuck" Norris por detritos no duto de freio e a desobediência dos italianos em chamar o monochato aos boxes para arrumar a lambança.
O engraçado da história é que o queridinho de mamã não seria punido. Apareceu na transmissão. Grita geral e, no final da prova, a punição pela bundada e a desobediência. 
Mexeu com o resultado da prova e ficamos com a impressão que a F-1 anda com inveja da F-chocante e suas punições esdrúxulas. 

Enfim, Lacraia leva o leitão porcamente assado por dona Gertrudes pela falta de esportividade.
Ela informa que o dito leitão vai numa embalagem especial mergulhado em shoyu.

sábado, 12 de outubro de 2019

"ACORDADO PARA VIVER"

Título Ctrl-C da série da Netflix para o que acontece aqui na mansão acerca das corridas da F-1 que ocorrem madrugadas adentro aqui no brasil-sil-sil.
Sempre aquele dilema. Corrida três de la matina. Ou como a do Japão, duas.
Dormir e acordar no horário?
Gravar e assistir off-line do mundo?
Vale o "aqui agora" ou o gravado?
Se gravamos, assistimos, ainda que sem saber o resultado, algo que já passou. Confuso, não?

Mas, o espaço/tempo é louco. Já passamos. O mundo que conhecemos já passou. Somos uma pálida sombra no cosmo. Um reflexo do que já foi. A via Láctea não existe mais. 
Então, o velho dilema resta resolvido.
A dúvida de sempre (gravar ou não gravar, dormir e acordar e por aí vai) fica em segundo plano quando o horário do treino, ou corrida, se aproxima e ficamos acordados para assistir o que já passou ao vivo. 
Juro que não bebi.
Mas, é assim que o universo funciona.
Neste ano, em Suzuka, Hagibs resolveu a questão em relação aos treinos. 
Vão acontecer no sábado dez da noite e logo após a corrida duas e dez de la matina. Haja pipoca.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

O FUTURO

Estou lendo, entediado, sobre as mudanças na F-1 para 2021.
O futuro da categoria e equipes.

Lembro dos meus tempos de criança/adolescente e as previsões acerca dos carros e como o futuro seria afetado por eles.
Vi uma reportagem nos anos sessenta (procurei na infernal internet e nada achei) em que um sujeito nos Estados Unidos criou um carro voador. Ele, o carro, saía da garagem e o dono tirava do porta malas o leme as asas e instalava no bruto. Depois colocava as hélices na frente. E, pronto. O risível é que a reportagem terminava sem que o automóvel voador voasse. Faltavam ajustes.
Mas, até hoje o carro voador é falado como uma realidade palpável. Para amanhã.

Cresci ouvindo que nos anos 2.000 não haveria mais gasolina. Urgia descobrir novas alternativas. Não lembro do carro elétrico mas, um brasileiro foi ao Fantástico dizer que inventou o motor movido à água. Foi aos Estados Unidos, sempre eles, vender a ideia e uma das grandes companhias abarcou o projeto engavetando-o. 
Enfim, descobriram petróleo pelo mundo afora e não se fala mais em final do mundo movido a combustível fóssil. 

Ôpa!
Fala-se sim.
Zilhões de países estão criando leis no sentido do banimento dos carros movidos pelos restos dos dinossauros e árvores e bichos estranhos que viveram centilhões de anos atrás. Várias cidades já proibiram a circulação dos carros pestilentos nos chamados centros urbanos.
Até 2040 haverá a proibição total lá na Europa
Sem falar no país do norte. Aquele grande e bobo.

Os carros chocantes deverão tomar o lugar.
Aqui entra a F-1 e o compromisso com a indústria automobilística. 
Dizem que, em breve, a categoria adotará motores totalmente elétricos. 
Uma bosta.
Mesmo porque já existe a F-E e suas corridas deprimentes. Muito bate-bate e punições esquisitas.
Ainda por cima as corridas são realizadas nos corredores de apartamentos. Ultrapassagem só se o carro for voador.

Como conciliar duas categorias de monopostos com motores elétricos?
Acredito que uma delas vai definhar.
E, a bola da vez é a F-1 e suas cabeçadas infindas acerca de regulamentos, desenhos dos carros, e etc.
Até mesmo porque  a boataria é forte no sentido de que dona Mercedes vai fechar as portas como equipe em 2021. Ela está entrando na fórmula chocante já tendo apresentado seu carro e tudo o mais. Aliás, um de seus pilotos será nosso querido Stofado Vandormi.  Ficaria, em relação à F-1, só no fornecimento de motores.
A Renault, pelo visto, não vai tirar a vaca do lodaçal desistindo, mais uma vez, da chamada categoria máxima.
Junte-se a isso tudo uma dose de soberba em relação ao regulamento a partir de 2021 onde ninguém quer ceder espaço e teremos um desastre a médio prazo.
A F-1 irá para o brejo de onde só sai com a ajuda de um tratorzão movido a diesel.





sábado, 5 de outubro de 2019

MÉDICO POR UM DIA

Senta que lá vem história.
Láááá nos anos setenta cursei Química aqui em Rib's. 
O campus era diversificado com vários cursos e suposto congraçamento entre os estudantes.
Explico: a maioria (e bota maioria nisso) das garotas faziam parte da A.S.M.A. (Agarre Seu Médico Agora).  Neste aspecto a convivência era difícil. Em qualquer festinha ou coisa parecida bastava surgir um estudante de medicina para virar a atração do pedaço. Mesmo que fosse um filhote de cruz credo.
Por ex., o Gafanhoto. Um japonês feio para carai que só andava com o uniforme de atleta da Med. Abrigo verde mamãe cheguei. Como era esquelético o apelido pegou. Até ele era cercado pelas garotas e ficava olhando para os mortais com aquele ar de superioridade. Tipo "sou sensual, nego".
Os biólogos eram os esquisitos que ficavam sentados na rotatória olhando besouros e quejandos. Os psicólogos eram os malucos que cursavam Psicologia para se curar. Os Químicos os viadinhos e seus vidrinhos coloridos. Os da Odonto torturadores em formação. E, outros.

Pois bem, em 1979 um colega meu estava se engraçando com uma estudante de medicina.
Logo ela ganhou o apelido de pilha fraca por causa da voz que começava alta e diminuía na medida em que a frase terminava.
Como esse nosso colega namorava uma garota que já havia encerrado o curso de Química e voltou para sua cidade natal, a pilha fraca ganhou a antipatia geral.

Um belo dia o caldo entornou de vez. Eu já não morria de amores pelo Reibeto por conta de seu afastamento do ye-ye-ye. Roqueiro ele nunca foi. No restaurante do campus, certa vez, falei mal do dito. Pilha fraca tomou as dores e atacou os Beatles. Disse que não gostava dos cabeludos ingleses.
Virou briga de faca. Entrou a turma do deixa disso e ela encerrou a conversa dizendo que não gostava de mim. Como assim? A gente nem convivia. 

O tempo passou a gente evitava um ao outro, o que significava almoçar com galera diferente. 
Naquele ano o prédio novo do Hospital das Clínicas da Usp, o já famoso FMRP-USP estava funcionando meia boca. Ainda em obras mas, com algumas alas em ação.
Por ironia estávamos almoçando todos juntos e eu comentei que havia um puta aparelho de tomografia sendo instalado no prédio. Se não me engano o primeiro da Ámerica do Sul. Disse que gostaria de ver o bichão. 
Pois do nada a pilha fraca me convidou a ir ver o aparelho. Como assim?
Acho que ela se arrependeu de não gostar de um cara tão legal quanto eu.
Só havia um problema. Era ambiente restrito por causa das obras e só acessível para médicos e estudantes de medicina. E agora José?

Sem problemas. Marcamos hora na frente do prédio e ela me forneceu um avental de algum colega dela. Virei o Dr. Qualquer Coisa, quintanista de medicina. Mó chic.
Ao adentrar ao prédio ela me avisou para não falar nada com ninguém e aceitar amostras grátis que os representantes da indústria farmacêutica iriam me oferecer. 
Sim, meninos. Desde aquela época e num hospital que nem estava operando (boa essa, hospital operando) a pleno.
Foi muito gozado. Um quintanista barbudo e cabeludo, tipo bicho grilo como diziam, entrando solenemente como se fosse um Jesus Cristo médico.
Mesmo assim fui cercado e ganhei vários remédios. A pilha fraca foi me arrastando e conseguimos escapar para o andar onde repousava o aparelho.
Um túnel enorme de aço escovado. Não era possível chegar perto por causa das obras de instalação. Mas, valeu. Pilha fraca ganhou minha admiração pela ousadia.
Na saída mais remédios. 
Ela ficou com todos menos as cartelas de Cibalena.

Dona Alzira adorava Cibalena. Resolvia tudo. Enxaqueca? Cibalena. Diarreia? Cibalena. Prisão de ventre? Cibalena. Falta de dinheiro? Cibalena. Notas baixas? Cibalena. Quebrou o carro? Cibalena.

Hoje eu lembro desse dia e fico feliz por ter resolvido a questão com a pilha fraca. Ficamos mais próximos apesar dos pesares. Sei que ela é uma médica respeitável em sampa. E, espero que tenha frequentado uma fono para resolver o problema da voz. 


quinta-feira, 3 de outubro de 2019

FUTURO SEM TETO

George Russel, nosso Jorge Russo, disse que apostaria a própria casa dizendo que a Williams não repetirá os erros na F-1.

Veio com aquela que estão reestruturando a equipe aproveitando o ano de bosta.

Duas coisas chamam a atenção. As coisas estão tão ruins que pediram ao Kudebico que parasse o carro no GP da Rússia para economizar equipamento. Parece que a vaca vai continuar perdida no lamaçal.
A outra coisa é que Russo não possui casa.
Mesmo assim é um futuro sem teto.

"Sacaram? Apostar algo que não tenho é certeza de vitória."

COISAS DE FAMÍLIA

Mad Max demonstrou grande humanidade ao se declarar contra o aumento de corridas, 22, para o ano de 2020.
Por um motivo inusitado e pouco pensado (rimou).
Disse que o sacrifício maior será para os mecânicos que trabalham cinco ou seis dias por etapa.
Então, o aumento de corridas significará, para Mad, aumento de divórcios envolvendo os mecânicos por conta do pouco tempo com as famílias.
Quem diria um piloto preocupar-se com uma coisas dessas......

"fala que te escuto"

"OLHA A PRACA FORGADO"

O trânsito em Rib's é algo a ser estudado.
Só como exemplo. Quando temos congestionamentos (que não são nada comparados aos de sampa) ninguém para nos semáforos. Não há explicação lógica. Claro que piora a situação. Mas, é assim que funciona. Hoje, voltando para casa levei três fechadas num espaço de cinquenta metros. Por sorte estou em outro patamar e comecei a rir. Muito comum o cara ficar na esquerda e, repentinamente, entrar à direita. Sem dar seta, claro.

Certa ocasião a rainha da mansão quase bateu o carro porque um idiota não respeitou a via preferencial. Ela buzinou para o estúpido e ouviu um "olha a praca forgada". Pelo que deduzimos a placa de "pare" instalada na rua de onde o maluco avançou significa "não pare".
E, virou um bordão na família. "Olha a praca forgada!"

Bom, reminiscências à parte, o que aconteceu com Kico Magnificúzem no GP da Rússia mostra que o dinamarquês mora em Rib's.
Os caras se reúnem com os comissários antes da corrida e recebem a informação que, se despistar, siga as placas de instruções para voltar com segurança. O maluco da Haas, nossa Rás, simplesmente passou à direita da placa informando que deveria seguir à esquerda passando por detrás da dita.
Foi punido com cinco segundos e saiu xingando todo mundo do planeta. 
Seu chefe Ghunter Steiner, nosso Guenta Sentado, seguiu na mesma linha.
Espero que o Guenta seja punido.

Ele, pela boca suja, foi o grande protagonista da série da Netflix "Dirigir para Viver" (bosta de título, por sinal), junto com seus amalucados pilotos.

Agora, está perdendo a graça. Por renovar com o braço duro do Romã da Granja e disparar palavrões sem razão.



"olha a praca forgado"

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Sobre o que esperamos de nossos heróis

A Julianne Cerasoli fez um vídeo analisando por que os ingleses não torcem para o Lewis Hamilton na mesma proporção de seu grande sucesso na Fórmula-1. Achei muito interessante a opinião da jornalista-guru deste blog, mas fiquei pensando que não torço e nunca torci para o Hamilton - acho que nem mesmo contra o Alonso - e que isso não tem nada que ver com as razões expostas no vídeo, e nem têm relação direta com a admiração que nutro pelo piloto em questão. 
Evidentemente, sabemos o quanto o sujeito é bom de corrida, sabemos o quão bem sucedido ele é, mas o outro lado também é verdade: acompanhamos corridas e vimos pilotos suficientes para sabermos das (poucas) qualidades que ele não tem. Agora, torcida mesmo é algo muito pessoal. Por que torcemos para algum time de futebol em especial? Por causa do pai, tio, avô, primo, porque ganhou alguma campeonato de forma marcante quando tínhamos seis ou sete anos, etc. Ou será que, talvez, os times carreguem alguma mensagem que nos toca e gera identificação? 
No automobilismo, torce-se em regra para um piloto, não para um time, sendo a Ferrari, evidentemente, a exceção. Na Alemanha, ninguém liga muito para a Mercedes, a não ser quem trabalha para a marca. A torcida e a mídia se ligam mesmo no Vettel e no Hulkenberg. O piloto para quem torcemos, e não seu time, é quem carrega a mensagem com que nos identificamos. O piloto contra quem torcemos - os nossos Prosts, Schumachers, Alonsos - carregam a mensagem antagônica. Mas que mensagem é esta e quem verdadeiramente a propaga?
Chamou muito a minha atenção, após o GP da Rússia, o fato de que, até onde pude ler na mídia internacional, apenas a brasileira ter atribuído ao Vettel o papel de vilão na lambança organizada pela Ferrari - Vettel, aliás, foi escolhido "piloto do dia" por meio da votação da F-1 na internet. Chegou-se ao ponto de desmentirem com estatísticas o comentário de Vettel sobre os motores V12 após seu abandono, num desvirtuamento completo do sentido da reclamação do alemão: 


No outro lado da garagem vermelha, só há sorrisos e elogios ao "predestinado" Charles Leclerc. Isso me incomoda, me irrita mesmo, pelo reducionismo que implica e porque grande parte da história recente da F-1 fica soterrada pelo culto ao novo. Claramente, a situação na Ferrari parece extremamente complexa, especialmente desde a morte de Marchionne e Leclerc é um moleque muito esperto que tem sido muito bem orientado sobre como navegar dentro da equipe - lembrando que sua carreira é gerenciada por Nicolas Todt, vulgo Todtinho, filho de Jean Todt, atualmente presidente da FIA e antigo dono do botão vermelho da Mamã Ferrari. Seus choramingos e mimimis não são apenas de um menino minado, mas de quem sabe muito bem que, se pedir, ganha. 
Carlinho é, então, retratado como um prodígio que exige muito de si, que aprende muito rápido e a quem nada abala, nem a morte do pai, nem a morte de um de seus melhores amigos - ambos eventos que foram sucedidos por triunfos seus na pista. E, aqui, podemos voltar à mensagem que o piloto carrega e que transferimos a nós mesmos quando ela gera identificação. 
A história da morte do pai de Leclerc, seguida da vitória do filho no GP de Baku de F-2 em 2017, bem como de sua primeira vitória na F-1 em Spa-Francorchamps, após a morte do amigo Antoine Hubert na mesma pista no dia anterior, me fez lembrar do quanto fiquei abismado quando Michael Schumacher venceu o GP de Ímola de 2003 logo após a morte de sua mãe. Lembro de ter pensando, antes daquela corrida: "hoje este cara não vai ganhar. Talvez não vá nem correr". Correu e ganhou. Leclerc, tendo sabido do passamento do pai, concluiu que pouco mudaria caso ele deixasse de correr e que o pai gostaria que corresse. Correu e ganhou. 
O contraste com Vettel e com o próprio Hamilton é evidente. Lewis esteve a ponto de sucumbir, segundo boatos, após o rompimento com antiga Pussycat Doll Nicole Scherzinger. Fosse pelo motivo que fosse, Lewis bateu, rodou, andou mal pra burro. Lewis, como Sebastian, é humano
Para quem cresceu vendo Ayrton Senna como o modelo de piloto, seria fácil se encantar pela resiliência demonstrada por quem vê o pai ou a mãe falecer e, horas depois, arrisca o próprio pescoço para vencer uma corrida. No entanto, estas demonstrações têm implicações éticas importantes. A maneira como Schumacher se comportou ao longo de sua carreira demonstra que ele passaria por cima da morte da mãe e de qualquer coisa que se colocasse entre ele e o seu objetivo. 
Muito do sucesso no automobilismo se dá pela maneira como se ocupa espaço: espaço na equipe, espaço na pista. Ocupar espaço significa necessariamente, neste ambiente de competição, tirar o espaço de alguém. Evidentemente, isso é do jogo: ser o mais rápido não significava nada se há alguém na frente impedindo que a velocidade se desenvolva. No entanto, se se colocar no caminho do outro é parte do jogo, o jogo não admite todas as formas de atrapalhar o concorrente. Schumacher parou o carro na pista para Alonso não passar, arremessou o carro contra adversários, ganhando e perdendo, arremessou adversários para fora da pista, ganhou corrida sem cumprir a penalização que lhe havia sido cominada e a lista poderia ir facilmente madrugada adentro. 
O cinismo de Schumacher, como o de Leclerc, começou a aparecer muito cedo em sua carreira. Quem não se abala com nada pode ser um grande piloto, mas também pode ser um grande psicopata. Fico com a mensagem de quem se descabela com a perda de uma pussycat doll.

LAMBÃO NA RÚSSIA


O blog bem que tentou mas, o VAR (tomá.....) não deixou.
Romã da Granja foi vítima desta vez. O homem é para-raios. Tudo o que tem que cair vem para cima do dito.

Enfim, no vídeo notamos que o causador da batida saiu ileso e faceiro.
Antonio Giovinazzi, nosso Tonho Gigio, agiu como os motoqueiros deste brasil-sil-sil. Enfiou o carro entre Romã e Ricardão. Três numa curva não é possível.
Totó para cá, totó para lá o salame do sanduíche prosseguiu na corrida e as fatias do pão se ferraram.
Depois que colocaram a cabeça de Tonho à prêmio resolveu mostrar serviço e começou a andar bem.
Mas, está querendo entrar no time dos malucos de todas as voltas.
Por essa maldonadice à la entregador de sanduba leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes.





segunda-feira, 30 de setembro de 2019

(QUASE LAMBÃO) NA RÚSSIA

Quando havia aquela coisa ridícula de troca-troca, ou não, envolvendo os pilotos de mamã Ferrari lá em Sochi dona Gertrudes ligou full pistola.

Argumentou, com razão, que Maria Bonita iria engordar 'centos quilos se a indicação da maldonodice da corrida seguisse os critérios até então. Estratégia no modo "tiro no pé" é o mote de mamã.

Portanto, decidiu-se que, daqui para a frente, o lambão será entregue ao piloto que comete uma maldonadice. Corremos o risco de Romã da Granja ser o gordinho no final da temporada. 

O blog vai assistir a corrida, gravada, para decidir quem leva o leitão porcamente assado.
Mas, adiantamos que a vontade de concedê-lo ao Romã é muito grande. 
Consultaremos o VAR e retornaremos.

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

PÉ 'TENÇÃO

Aconteceu algo interessante durante o GP de Singapura. Logo depois das trocas de pneus dos pilotos das grandes escuderias quem liderava a corrida era um (normalmente) retardatário.
Mais precisamente na volta 28 o líder era Antonio Giovinazzi, com Gasly em segundo e Ricardo em terceiro.

Até mandei um "blue flag", via zap,  para o chefe do blog porque o líder era Vettel e seu bordão um tempo atrás era esse.
Mas, ó céus! Eles estavam na mesma volta e liderando a competição. Fiquei um tempo com nó na cabeça.
Foram quatro inesquecíveis voltas. Tanto que confeccionaram uma camiseta com os três primeiros na volta 28.
O piloto italiano quer comprar 'centas delas para presentear os amigos.

Como anda a F-1. Lembrando que o cara terminou em décimo.


quarta-feira, 25 de setembro de 2019

O CARRO BALA

Christian Horner, nosso Cristiano Horny, deu uma declaração interessante. Parece que finalmente entendeu o que o blog sempre falou. Os motores atuais são, em verdade, um pum atômico.

Dona Gertrudes avisou recentemente que jantou com o pessoal dos Toro Seniores e acabou contando o que sabe sobre o pum de maneira geral. Lembrando que a velha senhora é veterana frequentadora das rodas automobilísticas. Com fina lábia e bebidas especiais acaba descobrindo segredos classificados como "top secret" das equipes. 
Adora dizer que foi a mentora das asas instaladas nos carros na década de sessenta. Diz que Colin Chapman reclamava da falta de velocidade dos carros. Então, ela teve a ideia de sugerir a instalação de asas nos bólidos. Foi o que ele fez. Mas, diz ela que a intenção era fazer com que os carros decolassem na reta e Chapman acabou instalando asas invertidas aumentando o downforce. "O resto é história", brada entre um gole e outro.

Desta vez, no entanto, foi vítima das beberagens alucinógenas que inventa e deu com a língua nos dentes. "Horny é duro na queda", ela disse.
Bom, então Cristiano deu essas declarações como se sua a conclusão. Ou seja, os carros de mamã Ferrari são a força do momento e que estão usando combustíveis "explosivos". A explosão vem da energia elétrica que entra em ação quando o piloto aperta o da direita com vontade. Ele não entendeu com clareza a explicação de dona Gertrudes. Mas, não sabemos como a informação foi passada porque, como disse, estava para lá de Calcutá.

É mais ou menos isso. Vamos deixar Horny ser o autor da "Eureka".

terça-feira, 24 de setembro de 2019

PINTURAS DE ZIZI

Sempre falo para Zizi, o Henrique, que ele vai ser um colaborador do blog.
Hoje me chamou para mostrar o desenho abaixo como sua primeira colaboração.



Então é assim: uma árvore de natal (diferentona) com uma estrela na ponta. Nos pontos azuis rostos de espíritos, como anjos.

Assim, o primeiro de vários posts com obras de zizi

A IDA DE QUEM NÃO VEIO

Infelizmente a volta de Robert Kubica, nosso Robertão Kudebico, não foi nada épica.
Por mais que não admita havia limitação física. Tanto que quase nunca vimos imagens de dentro do cockpit quando ele estava na pista. Certamente para evitar comentários embaraçosos. O braço direito não serve nem para pegar ônibus. 
O carro (na verdade uma carroça) não ajudou. Uma Williams com motor Mercedes andando sempre atrás. Se bobear não ultrapassaria nem o carro de segurança.

Agora, Robert anuncia a saída da F-1 deixando o futuro, no entanto, em aberto. Algumas equipes estão interessadas em sua experiência e tentam contratá-lo como piloto de testes e "palpiteiro".
O polonês ainda não sabe o que fazer. Talvez vá correr de DTM, a stock lemã.

Esperamos que seja feliz para onde quer que vá.

O RECADO ESTÁ DADO

No bolão do blog, com uma "intrusa" participando, eu ganhava todas. Até que resolveram mudar as regras e nada fiz desde então.
Porém, no último domingo fui o único a cravar a vitória de Mad Max. Pista favorável, piloto maduro, motor bão.
Tudo conspirava. Finalmente sairia do zero E, dancei bonito, Dançamos. Eu e Mad Max.
E, minha maior decepção foi o terceiro lugar monótono do belga/holandês/marciano.

Mas, o primeiro piloto dos Toro Seniores deu o recado.
Disse que o GP de Singapura/Cingapura liga o sinal de alerta na equipe.
Sei, sei.

Considerando que papi Jos (o lôco) Ven no Tápen Zinho já declarou que, ou os Toro andam ou o filho anda para outra equipe, o alerta é um recado.

Mad Max está na beira da estrada procurando uma carona de mamã Ferrari ou dona Mercedes.

"Tem GP de Sóchi no fim de semana, Luizão!"

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

QUE CACETE QUE É ESTE?

A frase do título é um bordão antigo da rainha da mansão para mostrar indignação com os mini súditos. Quanto saíam da linha antes de qualquer atitude vinha o bordão.
Como os súditos eram/são insubordinados logo a frase virou gozação.
Lógico que eu também tenho meu bordão que virou zoeira mas, não vou declinar.

Mas, que cacete que é esse que acontece na F-1?
Na corrida em Singapura vários acontecimentos deixam claro que o esporte é para inglês ver.
Pior. Nem disfarçam.
Senão vejamos.
Vetor deu o tom ao dizer que "a Ferrari está acima de qualquer indivíduo".
Tendo em vista as paradas de boxes quando o lemão realizou o chamado undercut sobre o monochatesco a frase foi uma resposta ao mimimi que se seguiu. Lacraia reclamou (e muito) da estratégia.
Bom, são coisas de corrida. De vez em quando alguém sai no lucro com esse chamado jogo de xadrez.
Mas, a merda cheirou mesmo quando Maria Bonita declarou ter cogitado ordenar a inversão de posições porque o pobrezinho Carlinhos havia feito a pole, trabalhava direitinho e etc.
O monochato caiu na armadilha armada pela equipe. Aquela coisa de segurar o pelotão para evitar que o curíntia se beneficiasse quando das paradas resultando numa crise intergalática que resultaria numa reação de Thanos acabando com os Marvel.

Em relação à Ferrari o que aconteceu, olhando o mapa dos tempos, é que Vetor acelerou na hora certa e Carlinhos ainda naquele de segurar o bonde.
Quando trocou pneus percebeu que deveria ter apertado o da direita quando Tião entrou para o pit.
Sim, só saberia se mamã avisasse. Porém, o aviso não veio e ele caiu para segundo.
O que fazer? Partir para cima e ultrapassar o companheiro (nem tanto) na pista.
Isso é corrida amiguinhos.
E foda-se Thanos.

Já falamos sobre dona Mercedes e a soberba. O cordeirinho de sandálias obedeceu ordens e tirou o pé para que a prima dona (eu chamava Mimadon de prima dona) saísse dos boxes sem sua presença a atrapalhar o desfile. Resultado. O que poderia ser um terceiro lugar de Sandálias virou um quinto.
Mais ordens de equipe a atrapalhar o esporte.

Enfim, euzinho aqui que gosto/gostava de competição e o trançamento de bigodes. Como fica?
O circo promove esses horrores em nome dos interesses das equipes e o palhaço perde tempo assistindo.
Luizão no domingo



domingo, 22 de setembro de 2019

LAMBÃO EM CINGAPURA - 2019

Dona Gertrudes fez uma reflexão após o GP de Cingapura, ou Singapura.
Os pilotos estão na F-1 para vencer. Para serem campeões. Para tanto agarrar as oportunidades é o mínimo que se necessita. Afinal, estão arriscando o pescoço nesta brincadeira.
Pois bem. Hoje o piloto que está no segundo lugar do campeonato tinha uma bela chance de chegar à frente daquele que está em primeiro. Mas, obedeceu ordens de equipe, tirou o pé não aproveitando a parada de Hamiltão para chegar, no mínimo em quarto. 
Veio com uma desculpa para lá de esfarrapada dizendo que são as regras dentro da escuderia. Nenhum dos dois pode se beneficiar para ficar à frente quando da parada nos boxes para troca de pneus.
Ora, vá cagá. 
Quero ver Hamiltão obedecer a regra estúpida. 
A resposta de Sandálias deveria ser "foda-se. Estou disputando o campeonato e vou partir para cima".
Mas, obedeceu cordeirinho que é.
Por essa e por outras seu contrato foi renovado. Mas, vai passar para a história como aquele cara que poderia ser e jogou tudo ralo abaixo por conta de sei lá o quê.

Por essa atitude Sandálias leva o leitão mal assado de dona Gertrudes. Ela diz que é mal assado mesmo em homenagem à lentidão finlandês na pista.




quinta-feira, 19 de setembro de 2019

A PIOR ESCOLHA

Todos fazemos escolhas que nos levam ao arrependimento.
Cervejas com cara de diferentona que não passa de água suja (como diz o chefe do blog).

A equipe Rás fez uma escolha que, num primeiro momento, não faz sentido.
Ao invés de defenestrar Romã da Granja renovou seu contrato em detrimento de Incrível Huck que é muito superior.

Romã é aquele cara que bate o carro inexplicavelmente fazendo a alegria de dona Gertrudes e seus leitões porcamente assados. Um legítimo sucessor de Pastor sem ovelhas e suas maldonadices.

Acredito que, em verdade, Incrível foi vetado por Keco Magnificúzem por conta de antigas desavenças. Como o braço duro dinamarquês só continua por força das alfacinhas que leva para a equipe certamente não quer um piloto de verdade no outro box.

Guenta Sentado, o capo, mostra que tentar levantar a vaca que chafurda no brejo não é coisa para 2020.
Sei que vamos continuar a esbugalhar os olhos com as maldonadices da dupla.

Vendo a dupla da Rás.


quarta-feira, 18 de setembro de 2019

ENQUANTO ISSO EM FLORIPA

Já falei aqui que adoro viajar pelo google maps.
A gente vê cada uma.....


praia dos ingleses

domingo, 15 de setembro de 2019

RUBIM - DEZ ANOS DEPOIS

Num dia 13 de setembro de 2009 Rubim venceu o GP de Monza pela "categoria máxima" do automobilismo. Depois disso não mais se ouviu o "ouviridum" pelo lugar mais alto do pódio na F-1.

Para comemorar, correndo pela Stock brasileira, Rubim venceu a chamada segunda corrida.
Sua equipe perpetrou uma tática perfeita para a corrida curta e Barrichello chegou lá.
O importante é que o sujeito ainda tem lenha para jogar na fogueira.

"eu era comportado..."



"agora é festa...."

sábado, 14 de setembro de 2019

LOTUS 72-D DE 1971


Sim, o famoso Lotus 72 em vermelho e branco com o bico dourado horroroso.

Emerson Fittipaldi utilizou em 1971 o modelo C o D e o famoso carro turbina 56B (B de bosta).
Para 1972 pintaram o D de preto e dourado e deu no que deu.





sexta-feira, 13 de setembro de 2019

VIRGIN VR-01

O tal Richar Branson resolveu ser dono de equipe de F-1.
Em 2010 esse era o carro que assombrou o mundo. Por ser uma porcaria.
Louco de Graça, Lucas de Grassi para os não íntimos, sofreu o ano inteiro.

Para terem uma ideia o carro nem tinha tanque de combustível com capacidade o suficiente no início dos testes.

Virgem.






quinta-feira, 12 de setembro de 2019

FERRARI F2008

Massinha de modelar quase sagrou-se campeão com este carro em 2008. Mas, uma série de porcarias aconteceram. Nem é bom lembrar. Mas, o blog estava em peso lá em Interlagos quando massinha foi campeão por alguns segundos.
Hamilton ultrapassou Timo Glock dando um tiro (sacaram? Glock) nas pretensões do brasileiro.







quarta-feira, 11 de setembro de 2019

CARA DE JOELHO

Não sei de onde surgiu a expressão acima.
Sei que, vira e mexe alguém chama um recém nascido de cara de joelho. Por ser feio.
Bom, a família da mamãe pomba cresceu.

E, feios paca. Cara de joelho.



terça-feira, 10 de setembro de 2019

PORTA FECHADA

Todos passamos por situações na vida em que o desejo é tacar a porta na cara de alguém ou situação.
Tipo "nunca mais".
Ou, mais precisamente, "não preciso disto. Sou maior".

Mamã Ferrari comemorou noventa primaveras com uma festança em Milão.
Confeccionou pôsteres com os pilotos que correram com seus carros.
E, escondeu Mimadon. Quero dizer, ele está lá. Escondido, porém.

Na verdade sua saída em 2014 foi ocasionada por suas reclamações acerca do carro. Um belo dia descobriu que Vettel estava acertado com a equipe. Levou um pé na bunda. Por ser "maior que isto",
Mimadon tornava tóxico o ambiente ao seu redor. Em todas as equipes.
Todas trabalhavam abertamente para ele que, por seu lado menosprezava seus companheiros.

Bateu a porta na saída de mamã Ferrari.
Neste ano resolveu aparecer em Monza, ainda tem contrato com a McLaren, para fazer suas caras e bocas e declarar que pode voltar em 2021. Com duzentos e poucos anos de idade.

Todos os entendidos falam abertamente que ninguém quer saber do cara. O mercado vai bem obrigado.
Duvido que mesmo a McLaren aceite seu retorno agora que as coisas melhoraram em termos de desempenho dentro da pista.
Ou seja, se manca Mimadon.


Onde está Wally?

domingo, 8 de setembro de 2019

LAMBÃO NA ITÁLIA - 2019

O fim de semana foi para Vettel esquecer a F-1.
Houve o problema do vácuo na classificação de sábado. Tião acusou/insinuou que Lacraia deveria ajudá-lo "fornecendo" vácuo numa das tentativas em fazer tempo no Q3. Houve aquela lambança geral quando a maioria dos pilotos não conseguiu abrir volta cronometrada. Disse que Carlinhos ficou ensebando e perdendo tempo. Em verdade Incrível Huck e Carlos Sainz (noção) é que atrapalharam geral.

De qualquer modo foi com essa sensação que Vetor alinhou hoje. Saiu em quarto e acabou rodando sozinho na Ascari. Infelizmente o lemão não consegue segurar a onda quando sob pressão.
Mamã Ferrari aposta suas fichas no monedadagasto em detrimento de seu antigo primeiro piloto.
O resultado de hoje foi uma ducha gelada nas pretensões de Vetor. Como exigir alguma coisa daqui para a frente?
Depois de nove anos a Ferrari venceu em Monza. E, com Carlinhos Lacraia. Sangue novo.

Com a rodada e volta para a pista de maneira insegura (para piorar) Vetor leva o leitão porcamente assado de Dona Gertrudes.
Com dor no coração porque somos fãs dele.
Como recheio Dona Gertrudes colocou o livro "Como Sair à Francesa".
Estamos, o blog, esperando o comunicado do lemão dizendo que vai pendurar as luvas....

O lado cômico da história foi a reclamação de Lancei Troll dizendo que Tião voltou à pista no modo idiota. Ironicamente ele também voltou no modo idiota.
Ambos foram penalizados. Vetor de maneira mais pesada.



sábado, 7 de setembro de 2019

ORA QUEREIS VÁCUO

Morrendo de rir da última saída dos pilotos no Q3 hoje em Monza.
Parecia aquela suruba onde o cara queria o vácuo mas, não queria dar.
Incrível Huck saiu na frente, quis dar uma de esperto passando por fora da chicane.
Só que os outros surubentos esperaram sua volta à pista. Nesta altura os entendidos diziam que os pilotos não iriam conseguir abrir volta antes do término do tempo.
Mesmo assim ficaram naquela de vou, não vou, vou, não vou e não foram.
Quero dizer o já pole Lacraia e Carlinhos Sainz (noção) conseguiram passar antes do relógio zerar.
Mas, um já tinha o melhor tempo e o outro não tinha carro para ameaçar a pole.
Faço minhas as palavras de Totó Lobão, "parecia um bando de idiotas".

Legal ver as Renault em quinto, com Ricardão e sexto, Incrível Huck. 


quarta-feira, 4 de setembro de 2019

TROFÉU XEPA!!

Dona Gertrudes ligou da feira cobrando a volta do troféu Xepa, a famosa torta de restos de feira ofertado ao sujeito que fala merda.

Ele andava esquecido mesmo porque, no brasil atual, haja resto de feira.

Mas, lendo a declaração do aposentado Kiko Roseberg a lembrança e o retorno se torna inevitável.
Ele, para alfinetar Vetor comparou o tetracampeão ao piloto brasileiro Rubens Barrichello e suas aberturas de pernas em favor de Shushu.

Domingo em Spa tratou-se se uma situação pontual. Para Lacraia vencer houve a necessidade do sacrifício da corrida de Vetor. E, só.

Uma situação bem diferente daquelas enfrentadas por Rubim e até por massinha de modelar, para ficarmos na Ferrari.

Kiko perdeu (mais uma) oportunidade em ficar de bico fechado.
Por esta declaração infeliz leva a torta cozida com restos de feira, uma das especialidades de dona Gertrudes.
Ela, em homenagem ao país de origem de Roseberg acrescentou alguns joelhos de porco podres.

"morra de inveja do meu pijama, Luizão!"

terça-feira, 3 de setembro de 2019

LAMBÃO NA BÉLGICA - 2019

Finalmente nossas expectativas foram confirmadas.
O lado mad de Mad Max apareceu após uma largada ruim. Sem paciência veio feito um "mad" para a primeira curva.
Notem que Vodkanem já está por dentro e ele vem pela zebra. 

Pior, os entendidos disseram, pelo menos no início, que o culpado foi o finlandês. Nada como ser o queridinho de todos.

Dona Gertrudes ligou durante a prova meio sem fôlego. Explicou que estava empolgada com as brigas no meio do pelotão.
Mas, gritou que o lambão teria que ser o belga/holandês/marciano. 
"Lógico. Temos que esperar o que o pessoal da Rá vai fazer....."

No final prevaleceu a ideia inicial e nosso pimpolho leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes.
Recheado de laranjas. Por vários motivos. Alguns, bem brasileiros.