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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

O CARRO BALA

Christian Horner, nosso Cristiano Horny, deu uma declaração interessante. Parece que finalmente entendeu o que o blog sempre falou. Os motores atuais são, em verdade, um pum atômico.

Dona Gertrudes avisou recentemente que jantou com o pessoal dos Toro Seniores e acabou contando o que sabe sobre o pum de maneira geral. Lembrando que a velha senhora é veterana frequentadora das rodas automobilísticas. Com fina lábia e bebidas especiais acaba descobrindo segredos classificados como "top secret" das equipes. 
Adora dizer que foi a mentora das asas instaladas nos carros na década de sessenta. Diz que Colin Chapman reclamava da falta de velocidade dos carros. Então, ela teve a ideia de sugerir a instalação de asas nos bólidos. Foi o que ele fez. Mas, diz ela que a intenção era fazer com que os carros decolassem na reta e Chapman acabou instalando asas invertidas aumentando o downforce. "O resto é história", brada entre um gole e outro.

Desta vez, no entanto, foi vítima das beberagens alucinógenas que inventa e deu com a língua nos dentes. "Horny é duro na queda", ela disse.
Bom, então Cristiano deu essas declarações como se sua a conclusão. Ou seja, os carros de mamã Ferrari são a força do momento e que estão usando combustíveis "explosivos". A explosão vem da energia elétrica que entra em ação quando o piloto aperta o da direita com vontade. Ele não entendeu com clareza a explicação de dona Gertrudes. Mas, não sabemos como a informação foi passada porque, como disse, estava para lá de Calcutá.

É mais ou menos isso. Vamos deixar Horny ser o autor da "Eureka".

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

GALINHA NO TELHADO - PARTE II

Já discorremos sobre o fenômeno galináceo no telhado. Foi no começo do ano quando Pedrinho Galinha bateu o único carro da equipe dos Seniores nos treinos em Barcelona, atrapalhando a prima dona Mad Max.

Agora, no entanto, o telhado é escorregadio e o penoso pode escorregar a qualquer momento.
Depois das sofríveis atuações, principalmente se compararmos com o gostosão Mad, a situação de Pedrinho se complicou.

Até Cristiano Horny, normalmente discreto, desandou a cobrar melhoras imediatas.
Disse que não há pressão mas, se o gajo não sair do atoleiro vai perder o lugar.
E, dando uma martelada no dedão, não pensam em substituir Galinha neste ano.

Enfim, Pedrinho é aquele cara que deu piti um tempo atrás porque se dizia merecedor de um lugar nos Toro Mirins. Levou uma cacetada de Helmut "hammer" Marko. Mas, está onde está.
Ou estava.

As férias do penoso vão ser daquelas em se procura emprego.....

"cara...!"

sábado, 4 de maio de 2019

DE PASSAGEM

Véio Mero tinha uma mania enervante nos tempos em que eu assistia a F-1 lá nos idos dos anos 70.
Aparecia do nada e, de passagem, perguntava "o Fintinpaldi já quebrou"?
Antes que pudesse explicar que o "Fintinpaldi" não havia quebrado saía da sala em direção à cozinha e suas caipirinhas dominicais.

Bom, cá estou eu de passagem. 
Para lembrar que nosso pitacador mor, Jacques Villeneuve deu uma declaração forte acerca da dupla de pilotos de mamã Ferrari. Resumindo: do jeito que os italianos trabalham ter dois pilotos fodões só atrapalha. 
Lacraia quer ascender ao Olimpo e Vetor, mesmo perdidão, quer se manter no topo.
Os vremeios não estão sabendo lidar com a situação ferrando Carlinhos o tempo todo.
Concordo que deveriam ter renovado o contrato de Kiwi Vodkanem deixando Lacraia na geladeira para o futuro sem Vetor.
Agora é "correr atrás do prejuízo", expressão mais besta. O negócio é correr atrás do lucro.

Assisti à série da Netflix sobre o campeonato passado e entendi um pouco sobre a briga entre a fabricante dos motores Renault e os Toro Seniores. Cirrose Aquiestou (Cyril Abiteboul) é um mala sem rodinhas. Pedante até o último fio de cabelo (que são raros). Outro dia, cutucado por Adrian Newey sobre as críticas ao motor francês nos últimos anos de parceria, desandou a falar que os austríacos não seriam grandes se não fosse o motor. Mais adiante, nas declarações, admitiu que, na era dos puns atômicos, os franceses faziam bosta. 
Considerando o sofrível carro deste ano e o gasto monumental para construí-lo era melhor o pseudo careca ter ficado na casinha.
Mesmo porque muito se fala que ele e Maria Bonita (Mattia Binotto) estão sendo convidados ao telhado.

Cirrose cobriu a boca mas, sabemos que cochichou para Totó Lobão: "manda Horny tomar na carrapeta"


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Uma possível explicação

O pater familias do blog não entendeu a estratégia de Jenson Button no GP do Japão. Eu achei que não houvesse nada a entender. Uma estratégia que não funcionou e nada mais.
Não foi a leitura que fez Christian Horner, da Red Bull, para quem Jenson foi utilizado como uma espécie de "gado de sacrifício" pela McLaren, e a coisa toda só não funcionou porque Lewis Hamilton teve um problema na caixa de câmbio. É o que noticia o F-1 News.
Explica-se. Com a pista encharcada no sábado pelo dilúvio que caiu sobre Suzuka, a McLaren esperava que, sem borracha na pista, os pilotos que largassem com pneus macios teriam problemas com desgaste de pneus bem cedo na corrida. Por isso, colocaram Jenson com pneus duros na largada, o que possibilitaria uma longa perna de corrida na liderança, ditando o ritmo e abrindo vantagem para os concorrentes.
Ocorre que com o calor de domingo, o pessoal com pneu macio não teve grandes problemas e pôde fazer um primeiro stint mais longo que o esperado, prejudicando a estratégia de Button, que teve pista limpa por menos tempo que o necessário para o plano funcionar.
Frustrada a estratégia para Jenson, Horner afirma ter a McLaren utilizado o piloto do carro nº1 para segurar os carros da Red Bull, enquanto Lewis Hamilton se aproximava do pelotão. Nas palavras do próprio Horner, formou-se uma espécie de sanduíche entre as duas McLarens. Tudo foi por água abaixo quando Hamilton perdeu a terceira marcha.
É claro que o pessoal de Woking negou, mas parece ser uma explicação razoável. E, diga-se, não há nada de ilegal nisso. Pode ser condenável, contudo, utilizar um de seus pilotos, que ainda tem chance matemática de título, em benefício do outro. Mas isso são outros quinhentos.
No fim das contas, a estratégia de Button não funcionou para ele devido à boa durabilidade dos pneus macios no início da corrida. Não funcionou para Hamilton, pois, apesar da troca da caixa de câmbio, Lewis acabou perdendo uma marcha ao longo da corrida. E, com isso, o time prateado vai ficando cada vez mais longo do título mundial.