terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

FUTEBOL X ESPORTES

É fato e notório que o futebol põe para escanteio qualquer outro esporte. E, qualquer jogo.
Dona Bobo, por ex., ao invés de transmitir F-1 exibe o jogo Orelhudos contra Cabeçudos da vigésima divisão de Quiprocó de Dentro.
A falida TV Bundadantes cansava nossa paciência dividindo a tela para mostrar qualquer peido relacionado ao futebol, uma vez que transmitia a F-Indy que, pelo fuso horário, ocorre no domingo à tarde.
Pois não é que a moda pega?
Estava assistindo a prova da Fórmula Chocante sábado, no Fox Esportes, quando cortaram, ou dividiram a tela, para mostrar o resultado da eleição para não sei o quê daquele time que só ganha roubando.
Lógico que, em se tratando daquele time a eleição virou briga com uns gordinhos dando barrigada uns nos outros. 
Tudo começou quando o "vencedor" (parece que a eleição foi cheia de falcatruas) estava dando entrevista e jogaram um líquido na cabecinha dele.
O repórter castigado em cobrir o evento disse era cerveja. Puta desperdício.
Enfim, ficamos de um lado com o que interessava e de outro com cenas lamentáveis, porém, esperadas. O vencedor da eleição escondido no banheiro feminino (significa?) e os gordinhos se esfregando graciosamente.
Digo que interessava porque estava assistindo uma prova de automobilismo e não queria nem saber o que rolava na eleição do time que ganha roubando.
Bom, rolou briga também no twiter. Gente reclamando e um dos chatos que participa da transmissão (até o Edgar ficou chato e gagá!!) que se destaca pela falta de educação (além de ser um piloto frustrado) desandou a defender o ocorrido e ofender quem reclamava.
E, a corrida? Não sei porque desliguei a TV e fui abrir uma latinha de cerveja em homenagem ao gordinho que desperdiçou a dele jogando no "vencedor".

"calma. Ele já sai. Está trocando o absorvente!"



NA CRISTA DA ONDA

Minha geração cresceu incorporando gírias tipicamente cariocas. Algumas disseminadas pelo rebelde sem calças Reibeto Carlos. Sim, ele mesmo. Lá no tempo da Jovem Guarda.
Barra limpa, mora. 
Só um exemplo do que ele dizia quando tudo estava bem. Um belo dia alguém explicou. Barra limpa é o fato de não haver nenhum navio esperando para entrar no canal de acesso ao porto. 
E, o "vamo nessa?"
Dizem que é a expressão usada pelos surfistas quando vem uma onda boa. 
Daí vem o "na crista da onda". Se o sujeito da prancha for bom ele está na crista da onda.
O que tem tudo isso com a F-1, essência do blog?
Mimadon, que adoramos odiar.
Ele está na crista da onda. Sim, é bom de braço. Sim, é ruim de convivência. Sim, tem um monte de puxa saco a nos lembrar de como ele é bom.
E, finalmente, sim é um chute no escroto ler coisas que mereceriam o troféu xepa.
Tem gente dizendo que vai disputar o título deste ano com Hamiltão. Outros dizem que, ao invés de tirar férias, o cara é tão focado que está negociando contratos para disputar provas da WEC. E, por aí vai.
Essa situação lembra muito os factoides que pipocam na web envolvendo celebridades que são celebridades por.... por..... 
Enfim, mal posso esperar o início da temporada para que todos (inclusive nós) voltem a ter assunto que realmente interessam.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

TROFÉU XEPA!!

Ao voltar das férias deparei-me com uma notícia aterrorizante no que diz respeito ao visual da F-1.
Eliminaram as chamadas Grid Girls. Não só da F-1 como também das categorias acessórias como F-2 e GP-3.
Imaginei que o motivo seria um processo movido pela A.M.D. (associação das mulheres destemperadas) ou algo parecido.
Afinal, esse liame entre mulheres bonitas com pouca roupa e outras coisas boas da vida (além delas, naturalmente) como cerveja, carrões, filmes do James Bond e muito mais é algo que trespassa o raciocínio rasteiro da visão sexista/machista do mundão véio. 
Transformou-se em algo cultural e natural. Aceitável e compartilhável. Vejam este "ibagem" do salão do automóvel....

o troço do meio parece uma locomotiva
alguém se interessa por esta coisa horrorosa? Com as duas vendedoras a ornar as laterais, certamente.
Enfim, fui procurar as explicações para um corte despropositado como este.
Encontrei declarações de um tal de Sean Bratches (vulgo Sim Bichas) a saber: "durante o último ano, olhamos para várias áreas que sentimos que (sic) precisavam de uma evolução a fim de deixarmos isso mais ajustado com nossa visão para este esporte". 
Como assim, cara pálida?
Visão de esporte? As tradicionalíssimas grid girls estão para embelezar e dar um aspecto menos masculinizado do esporte, uma vez que não há mulher piloto. 
Tudo bem.
Por estas idiotices começamos a sentir falta do duende Aquistone que nunca mexeu no time que está ganhando: as grid -girls.
E, Bratches (sim, o bicha) leva a torta assada com fim de feira livre, o troféu Xepa perpetrada por dona Gertrudes. Por sinal ela avisa que o molho é de sangue menstrual. "Tá na moda e é, também um protesto!" Berrou ao telefone.


e agora? Como subir a ....placa?

COMO DITO "LIMÃO? LIMONADA!"

Orlando Bloom é esse ator simpático...


quero dizer este...




que foi até Marrakesh participar do fim de semana da Fórmula Chocante. No dia de seu aniversário, diga-se. Divertiu-se e divertiu. Até pensar que vestir um macacão e entrar num carro de corrida (vá lá, um F-E) faz alguém virar piloto.
O resultado está no vídeo abaixo. Transformaram o limão (a destruição do carro, o braço duro, e possível mimimi à la Mimadon) em limonada.
E, cereja do bolo de aniversário, levou um pedaço da asa, arrancada na batida, como presente.
Assim, se faz.

A VOLTA

Estivemos, o lado de cá do blog, fora do ar por algum tempo em virtude de praia.
De volta captei este vídeo legalzinho da Fórmula Chocante apresentando o novo carro. Tem a bosta do "Rálo" e uma aparência que engana. Todo cheio de penduricalhos aerodinâmicos passando a imagem de um avião a decolar. 
Só que não.
O dito alcança (em 2017) a velocidade máxima de 220 Km/h.
Praticamente um carro de rua. 
Minha Lamborghini 1.0 faz isso no plano. Na descida nem se fala.
Mas, a propaganda é a alma do negócio.




"falta motor"

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O AMIGO DA ONÇA

Ciryl Abiteboul (vulgo Cirrose Aquiestou) capo da Renault provocou em mim aquelas estranhas reações do tipo "acordei em qual mundo".
O dito declarou que a Renault contribuiu para a formação da esquadra willianica para 2018.
Renault e Williams?
Pera lá. O pum atômico da equipe inglesa não é Mercedes? Donetou, Quaéesseano? Quissou?
Lendo a matéria entendi. Ele se referia aos defenestrados Kudebico e Tironokuzim. Pilotos testados, saboreados, lambidos e chutados pela Renault. Acabados na Williams. Um reserva e outro destinado a comboiar o dono da equipe, Lancei Troll.
Seria melhor Cirrose ter ficado quieto no canto. Verdadeiro amigo da onça.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

DEU DIN-DIN NA CABEÇA

A equipe de dona Clara fez a escolha óbvia para substituir massinha de modelar.
Escolheu o dinheiro russo. Em meio às dúvidas sobre a capacidade física de Beto Kudebico a solução foi mantê-lo por perto, como "piloto de desenvolvimento" e entregar galhardamente o outro carro para Sergin Tironokuzim (Sergey Sirotkin). Lógico que vem aquele papo de "dar chance aos novos talentos" e o scambau. Sergin tem 22 anos.
Ainda não li o que vai ser resolvido sobre a conversa de um dos pilotos ter mais de 25 anos para satisfazer o pessoal da Martíni, que patrocina a escuderia.
Enfim, conhecendo a Williams dos últimos tempos, o carro de 2018 vai ser uma carroça sem cavalo e vamos nos divertir vendo os pimpolhos brigando para não largarem em último.

o sorriso de quem se livrou do algoz


DOLORES

Vida de artista é coisa louca. Não são, evidentemente, pessoas normais. Os que alcançam o topo sem precisar da bunda ou estranhos apoios da grande mídia possuem um talento especial nos caminhos artísticos que escolheram.
E, alguns, não estão preparados para permanecer no alto da montanha do sucesso sem sofrer desgaste. Lá, perto do Olimpo, existe o frio, a solidão, e um monte de almas penadas tentando, ou derrubar ou sugar o artista.
Kurt Kobain odiava o sucesso. Foi duramente criticado por isso. Mas, o mundo sombrio por trás da fama pode ser devastador. E, inexplicável porque móvel. Cada artista carrega seu casulo. 
Conheci Dolores O'Riodan com o Cranberries. Impossível ficar indiferente ao som e a voz com sotaque irlandês.
Nos últimos tempos acompanhei, de longe, suas entrevistas relatando problemas tão próximos da realidade mundana como abusos sexuais na infância. Quando li sobre seu surto em um voo imaginei que algo não ia bem.
Dolores deixa este plano mas, o vozeirão que aprendemos a amar vai nos acompanhar até sermos os próximos.

sábado, 13 de janeiro de 2018

CARDOSO DA PADARIA

Sabem aquela coisa que uma história puxa outra?
Falando do famoso goleiro voador, o Barbosa, lembrei de outo ícone de minha adolescência. 
Cardoso, da padaria da esquina.
Nesta altura do campeonato já morávamos na famosa Av. Santa Inês de frente para a Rua Sargento Advíncola. Ô sôdade. Hoje, pelo "maps" vejo que tudo mudou.
O que interessa é que, do lado direito a famosa padaria do Cardoso. Hoje é "Boutique dos pães Dourados". Ah, ah ah. E mais ah ah ah.
Quem conheceu o Cardoso, antigo dono, sabe que esse nome geraria tiros para tudo quanto é lado.
Do lado esquerdo, como diria véio Mero, "tudo era mato".
Vamos lá.
Cardoso era dono da antiga padaria. Português da gema. 
E, uma espécie de mecenas do time de várzea da Santa Inês. Fornecia bolas, e parte do uniforme. Em troca era titular do time A. Sob protestos, apupos, vaias, gozações e todos os memes (já explico) possíveis. 
Cardoso era ruim de bola. Muito ruim. Mas, meio que dono do time. Então, dava ordens, escalava os "meninos" e etc.
Cardoso era desprovido do software "fair play". Tudo era ferro e fogo. 
Três episódios envolvendo a figura se destacam na parede minha memória.
O primeiro foi a presença de Pelé (o deus) na padaria do dito(!!!!). 
Pois é. 
Dona Alzira, minha mãe, entra correndo casa adentro e conta que o rei estava na padaria do Afonso.  O ano era mais ou menos 1971, logo após a inesquecível copa de 70. Quá, quá. Não acreditei. Mas, os olhos esbugalhados de minha mãe pediam uma conferência "in loco".
Atravessei a rua (ó dificuldade logística) e entrei na padaria. Meninos!
Sim. Lá estava o rei. Com duas pessoas comendo um sanduba de mortadela!
Estava gravando um filme com cenas rodadas na academia do barro branco (já comentada). Bateu uma fominha e foi mastigar um sanduba na padaria mais próxima. Quer atitude mais plebéia?
Entrei, sem voz, andei para lá e para cá. Fui até o balcão e (imaginem) comparei minha altura com o rei. Estava com uns quinze anos e um pouco mais alto que deus. Lembro direitinho que Pelé deu uma olhadinha no babaca do lado. Deus olhou para o mortal.
Resumindo. A padaria começou a lotar por causa dele. Pelé resolveu ir embora. Falou para o esbugalhado Cardoso quanto era a conta. Todos pensamos em uníssono "porra nenhuma". Sua deusa presença basta.
Mas, Cardoso cobrou. Só ele. Filho da puta torcedor do Eusébio.
O próprio rei pagou o consumo para todos que o acompanhavam. Cardoso, com essa insensibilidade ganhou nossa antipatia (quero dizer mais) para o resto da vida. 
Outra memória envolve o famoso revólver 38 do Cardoso.
Como era ruim de bola a gente encarnava nele. Bastava o dono mais odiado (por causa do episódio envolvendo o rei) da padaria receber a bola que a arquibancada/barranco vinha abaixo em "elogios" ao dito. 
Um belo domingo Cardoso se desentendeu com um torcedor. Saiu de campo (sob aplausos. Pensamos que havia desistido da carreira) foi ao vestiário e voltou com o revólver em riste. Escalou a arquibancada e enfiou a arma na cara do desafeto. Lembro que não sobrou viva alma. Só o Cardoso e o torcedor/arrependido/desculpa aí.
A turma do deixa disso perna de pau conseguiu demover o atacante em marcar o coração do comentarista para toda a eternidade. Marcar com chumbo, lógico.
Foi tenso. Nossos domingos deixaram de ser engraçados por um bom tempo.
Também por conta de três sandubas e um tanto de guaraná Cardoso virou alvo da malhação do Judas.
Na época em que todo mundo confeccionava os bonecos a serem malhados, incendiados, chutados, mutilados, mordidos, retalhados um deles foi pendurado no poste bem em frente à padaria do Cardoso. Na esquina como podem ver no "maps". O poste está lá até hoje.
Puseram cartazes aludindo ao evento pelezístico e a ganância de Cardoso. Cobrou sanduba de mortadela do rei/deus. Merece a malhação que virá. 
Lógico que o boneco foi pendurado durante a madrugada. O homem era feroz. Imaginem alguém tendo a atitude de pendurar o "Judas/Cardoso" em plena luz do dia.
Cardoso foi cardoso. Pegou o já famoso 38 e deixou à vista no balcão. Decretou "o primeiro a botar a mão no boneco, leva chumbo".
Bom, muitos diziam, aos berros, que iriam malhar o Cardoso. Aquilo durou o dia todo. A petizada, devidamente protegida, botando fogo na encrenca. O dia passou, nenhum macho teve coragem. Veio a noite, as pessoas foram embora, a padaria fechou. O dia seguinte amanheceu sem o Judas/Cardoso no poste. Diz a lenda que o "homenageado" se encarregou em sumir com o boneco. Ele jurou que não. Deve esperar até hoje, arma em riste, o corajoso se apresentar como o autor/confeccionador do Cardoso/Judas. Para, como disse na época, "encher o rabo do gajo de chumbo".
Pelo Judas acredito que o primeiro meme que tenho notícia foi envolvendo o português da padaria

Vejam aí o link da esquina famosa.



https://www.google.com.br/maps/@-23.4694488,-46.6304635,3a,75y,102.16h,86.81t/data=!3m6!1e1!3m4!1sEVXgdGiB6NpDITnw7VT4eQ!2e0!7i13312!8i6656?hl=pt-BR

ATUALIZANDO

- Danica Patrick (lembram? Nossa querida Pânica Des Bundada) jogou o batom e não quer mais brincar de ser piloto(a) (?) de automobilismo. Veio com aquela conversinha de se despedir com pompa e circunstância das 500 milhas de Indianápolis e Daytona 500. Mas, (óóó) leio que nenhuma equipe decente das duas categorias aceita fornecer carro para a dita. Putz. Triste, né? A baixinha pedante e rabugenta deve enviar o rabo entre as pernas e correr de patinete na despedida. Ou alegar compromisso inadiáveis e abrir mão da participação nos dois eventos.

- Hamiltão sumiu (por enquanto) das redes sociais depois da bobagem postada sobre o sobrinho mago e o vestido. Só confirma o que o blog pensa sobre ele.

- Fico puto com esses pilotos (bons e nem tanto) que ficam rastejando pela possibilidade em andar pelo padock vestindo macacão pensando estar no Olimpo.
Kudebico, Tironokuzim, Kuajato e outros se contentam em ocupar lugares menores que merecem para se manter (sei lá) debaixo dos holofotes. Hoje em dia a F-1 não é o supra sumo. 
Cresçam e apareçam em outras categorias. Mostrem serviço como incrível Hulck que venceu as 24 horas de Le Mans. 
Enfim, ...

- Para encerrar uma nota cômica. Ghenther Steiner (o famoso Guenta Sentado) declarou que nenhum piloto norte-americano está pronto para a F-1. Lembrando que a Rás tem raízes naquele país de presidente retardado mental. Milhares de pilotos daquele país grande e bobo  desceram a lenha (linda esta expressão. Nos remete aos primórdios da ocupação humana em lugares inóspitos onde a lenha tinha que ser descida em lareiras/fogueiras pramó de aquecer/cozinhar os aventureiros) na declaração do dito. Não li se a Pânica reagiu à declaração. Mas, perdeu uma grande chance de despedida cômica. 

 - Juro que li em algum lugar que Rubim entrou com pedido de cidadania norte-americana de olho na vaga.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

NADA QUE UMA MARTELADA NÃO RESOLVA

Estou lendo que Adrian Newey revela dificuldades em "montar" o pum atômico da Renault no carro dos Toro Seniores.
Lembrei de um episódio em que fui alvo de uma gozação.
Meu pai, o véio Mero, trabalhava em uma firma, como vendedor externo, que tinha manutenção de veículos por conta própria. Trocando em miúdos, com mecânicos próprios Um deles, no entanto, tinha uma oficina montada perto de casa. Em sampa significa alguns milhares de Kms.
Bom, tínhamos uma Brasília branca. Ela precisava de manutenção e fui o encarregado em levar a dita na oficina do colega de meu pai.
O que véio Mero não explicou é que o cara era um tremendo gozador.
Lembro que fui buscar a dita branca num sábado pela manhã. Horas de caminhada. 
O mecânico explicou o que foi feito para um adolescente (sim, não tinha carta de motorista) que fingia tudo entender. Em seguida mostrou uma série de peças que haviam sobrado do conserto. Colocou tudo num encerado dentro da Brasília e disse que era para meu pai conferir. Lá fui eu para casa dirigindo esportivamente como sempre fazia.
Ao chegar contei para meu pai sobre as peças que sobraram. Ele foi conferir. Arregalou os zóios (dois) zázuis e conferiu o motor. Em seguida caiu na gargalhada. Pensei que o véio finalmente tinha pirado de vez.
Que nada. Os caras aplicaram uma peça (como se dizia) no abestalhado (como diz Tiririca).
Um monte de peças que deveriam ir ao lixo e que nem eram do motor de Brasília. Bem que desconfiei de um pistão enferrujado.
Fiquei puto, imaginando os caras rolando no chão ao ver o babaca indo embora com o lixo dentro do carro.
Bom, meu pai explicou que eles eram gozadores tal e coisa. E, acabei voltando à oficina quando a Brasília ficou doente outras vezes. Mas,  não acreditava em nada do que diziam com aquela cara de riso contido.
Vendo a dificuldade de Newey pensei em enviar o telefone do mecânico colega de meu pai. Garanto que ele monta qualquer pum atômico e ainda devolve peças.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

GOLEIRO VOADOR

Quando mudamos de Curitiba para Sampa fomos morar na famosa Djalma Forjaz. Eu tinha entre dez e onze anos.
Nas proximidades, descobri um campinho de futebol de várzea que era uma várzea. Entrei no Google Earth e constatei que, hoje, tudo virou instalação da polícia militar porque o campo era encostado na academia do barro branco. O campinho, que era de terra batida, não existe mais.O que existe hoje é gramado e menor.
Mas, vamos ao que interessa.
Havia um barranco usado como arquibancada e desafios de escalada para a molecada. Não pensem que a várzea não era organizada. O time da Santa Inês tinha camisa, time A, time B, timinho (a molecada iniciante) e coisas do gênero. Até vestiário que ficava nos fundos do bar. Lógico que tinha o bar para o aquecimento e desaquecimento dos jogadores.
O time A angariou uma série de desafetos pelos bairros vizinhos uma vez que respeitável. Uma expressão que nunca entendi mas assimilei pelo resto da vida envolvia o bairro Lauzane Paulista. Quando alguém dava um chutão a esmo todo mundo gritava "êêê Lauzane".
Não era propriamente um elogio e, quando o jogo era contra o Lauzane, repetido ad nauseam para irritar os inimigos. Até devolução de bola pelo goleiro era motivo para a chacota.
Havia também um goleiro inesquecível. O Barbosa. Magro de rosto afilado, nariz proeminente e bigode à la México.
Como disse, o campo era de terra batida. De vez em quando o embate era tão violento que a poeira não permitia que víssemos quem estava sendo degolado.
Exageros à parte, Barbosa era um goleiro destemido. Voava feito um falcão em busca da pomba da paz. Eu imaginava que o cara era de borracha. Até que olhei mais de perto.
Barbosa fumava. E debaixo das traves. Como minha mãe era fumante inveterada eu entendia o vício do goleiro.
A molecada da arquibancada murmurava que o cigarro do Barbosa era do capeta. 
Foi aí que juntei alhos com bugalhos. Uma das traves do campo ficava perto do bar e vestiário. A outra fazia fronteira com um belo matagal.
Quando não havia adversários a enfrentar o time A jogava contra o time B. 
Barbosa jogava os dois tempos na trave que dava para o mato. Ou seja, trocava de time. Sem problemas. Era um treino, afinal. E, Barbosa voava como sempre. Fumava como sempre. Como todo fumante dessas coisas do capeta era meio paranoico. Conversava olhando para os lados e desconfiado de tudo. Eu achava o máximo um cara confrontar o sistema fumando maconha ao lado da academia militar.
Pois um belo dia as suspeitas se confirmaram. Barbosa na trave do mato. Pelo caminho de terra que descia até o campo perto do vestiário, aproximou-se uma baratinha. Era um fusca da PM. Veio de boa sem sirene e luzes de advertência desligada. Mas, época da ditadura militar. Todo mundo se arrepiou e esperou. Um dos policiais desceu e começou a bater papo com alguém perto do bar. Alívio geral.
Quando olhamos de volta para o campo, cadê o Barbosa?
Estava agachado, mó medão, no meio do mato de olho no carro da polícia. Melhor dizendo. Um olho no carro e outro no jogo. Ninguém parou o futebol e aparentemente não ligaram para o sumiço do goleiro. E, chute a gol do mato. Sacanagem.
Pois não é que Barbosa saiu da moita, voou feito um gavião alucinado e defendeu?
A arquibancada veio abaixo. Gritos, aplausos. 
Porém, meninos eu vi. Barbosa fez aquele sinal pedindo silêncio e correu de volta para o mato.
Gargalhadas gerais. A polícia, que nada percebeu, foi embora, o jogo continuou, Barbosa voltou para a trava do mato com seu cigarrinho do capeta. E minha admiração para o resto da vida.
O verdadeiro goleiro voador.




REALIDADE

Falar mal do Fernando Alonso, nosso Mimadon, é comprar briga com os babacas de plantão que dizem ser o espanhol um gênio caído da garrafa. De vez em quando alguém lembra de seu pedantismo e falta de respeito para com os companheiros de equipe. Mas, logo a seguir, babam na camisa novamente.
Pois Nelsão Piquetezão falou o que todos admitem nas sombras. O sujeito pode ser bom piloto mas, é péssimo para as equipes. Justamente por querer todos os doces da mesa.
Nos últimos tempos seus fãs adoram compará-lo com Stofado Vandormi, seu "companheiro" de escuderia que somente em 2017 correu uma temporada inteira e nem carro decente possui. Vamos ver em 2018.

Para encerrar o duende mor Berne Aquistone tá todo choroso porque descobriu que dona Liberty, proprietária da F-1, não o quer por perto. Quem quer um véio pentelho que critica tudo o que de novo tentam introduzir (êpa!)?
Vendeu, vendeu. Vai para casa cuidar da horta, fazendeiro que é.

"ninguém me ama, ninguém me queeeeer..."

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

TROFÉU XEPA

A essência do troféu Xepa, a famosa torta de restos de feira de dona Gertrudes, é lamentar/rir/temer declarações nonsense de quem quer que seja.
Pois vamos agraciar uma personalidade (?) de fora da F-1 com a torta pela primeira vez desde sua criação.
Quando travei conhecimento das declarações do agraciado fiz exaustiva pesquisa na infernal inter para ter certeza da veracidade da porra.
Não é que de fato é?
Todos sabemos que adolescente homem é foda. Um saco. Existe competição sobre alguns assuntos, que hoje sei, são fantasiosos. Lembro de certa ocasião em que alguém confrontou um certo babaca sobre o tamanho de seu órgão reprodutor. Incitado a ir no banheiro da escola (!) fugiu do pau, quero dizer da régua. Nosso colega disse que não haveria incentivo suficiente para que a bandeira subisse no mastro. Mas, nunca mais tocou no assunto.
Nestes tempos bicudos dois adolescentes babacas ficam brincando sobre o tamanho de seus respectivos paus.
A última, finalmente, chegou ao limite da internação compulsória. 
Donald (pato) Trump é um arrogante ridículo líder (eleito !!!!) de uma nação ridícula.
Não vamos lembrar de suas declarações passadas que atestam a absoluta falta de preparo para a vida adulta.
Enfim, também não vamos perder tempo com o mimadinho gordinho líder (?) não eleito da Coréia do Norte Kim Jong Un, vulgo Kim Cocô Um. Este declarou que tem um botão nuclear instalado em sua mesa de trabalho. É a declaração que se espera de um idiota mandatário de um país paupérrimo que se apega ao holocausto nuclear para manter os arredores (no caso o planeta inteiro) sob tensão.
O que se espera do líder de um dos países mais ricos do planeta, detentor da capacidade de mandar para a puta que pariu o gordinho pentelho?
Silêncio.
Mas, o babaquinha rico não tem a mínima capacidade em discernir o que deve ser considerado digno da privada cibernética porque uma balela sem tamanho. Ou de quem não tem pau.
Vem, o riquinho ridículo, anunciar para a escola inteira que o pau dele é maior. Seu god do sky!
Procurei e ninguém pediu a internação do sujeito num hospício qualquer.
E os racionais dizem ter tudo a Temer.
Por essa e outras, Donald (pato) Trump leva o troféu Xepa com restos de feira em forma de torta assada em uma fogueira nuclear perpetrada pela dona Gertrudes.

"Óia o tamanho do meu butão!"



  

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

TIRANDO A POEIRA

Falta de assunto não é fácil para ninguém.
Na procura de notícias li, num site especializado, que Danica Patrick (vulgo Pânica Pânica), está solteira.
Ela é uma baixinha invocada, braço duro, que andou correndo pela Indycar e estava na Nascar. Abandonou, no final deste ano, a Nascar por onde andava nos últimos tempos e, de quebra, seu namorado, também piloto da Nascar Ricky qualquer coisa. Ela, em certa época, mereceu destaque enquanto na Indy por conta de alguns bons resultados tal e coisa. Foi quando alguém lembrou que a porrinha tem 1,57 m e pesa alguns mini-kilos. Ótimo para os carros carregarem pouco peso.
Pânica, se notabilizou em ser a baixinha invocada que tirava satisfações com pilotos que se envolviam em incidentes com ela. Sabia que as câmeras estavam "em cima" e ganhava audiência com a situação.
Até o dia em que resolveu pentelhar outra braço duro. A venezuelana Mika Duno (vulgo Mico Duro) atrapalhou a baixinha que foi tirar satisfações (para variar). Levou umas toalhadas na cara e (juro que ouvi!) uns "suck my balls" como brinde.


Saudades teremos só desses micos.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

CARISMA E KARMA

Desde que acompanho a F-1 existe a lenda do piloto bom no lugar errado na hora errada e do piloto mais ou menos (ou ruim mesmo) no lugar certo e hora certa.
E, as injustiças que se cometem ano após ano com as dispensas de alguns pilotos pelos mais variáveis motivos. O grande motivo é dinheiro. Quem tem senta em bons carros. Quem não tem nem entra mais na categoria.
Mas, vamos deixar o lado financeiro de lado.
Nos últimos tempos alguns pilotos surgiram e, talvez, não tiveram tempo em mostrar serviço. Ou foram sacaneados pela equipe. Vejam o caso de Felipe Nars. Todos tem seu Karma.
Há um aspecto interessante nesta máquina de moer carne.
Carisma.
Nos velhos tempos acompanhar a F-1 era ler em revistas e jornais. E as transmissões sofríveis da TV.
Qual piloto eu gostava de acompanhar? Aquele que transmite uma um apelo (nada sexual, pelamô) que transcende a pista. 
James Hunt e Clay Regazzoni, por exemplo.
Eram pilotos com personalidade. Bebedores e comedores. Hunt tem uma sessão de fotos com modelos totalmente nuas. Imaginem hoje um Hamilton fazendo uma coisa dessas.
Um foi campeão. O outro, dizem, foi mandado para a rua pela mamã Ferrari, em um de seus contratos com a escuderia, por não se submeter. 
Atitude. Ou você tem ou some na história.
Não vou me alongar porque não gosto de textão mas, leio que Pascal Wehrlein declarou que seu tempo na F-1 não acabou. Como disse, ano passado, Felipe Nars. São pilotos bons, agressivos na pista e tudo mais. Porém, zero em carisma.
Nos tempos modernos o sujeito carismático pode sobressair-se o suficiente para ser lembrado pelo público e patrocinador.
Exemplo?
Kimi Raikkonen. Anda mal das pernas, ou das rodas, e é sempre lembrado como o maior carisma dentro da categoria. Acham que não conta na hora da renovação?
Um piloto que entra no carro e não faz política. Não amacia na hora do rádio, fazendo a alegria das transmissões. Mimadon faz algo parecido. Mas, soa falso com seus mimimis e pedantismo. Carisma movido ao patrocínio do banco com logotipo em forma de bosta.
Chegamos no campeão da mídia. Hamilton está por cima e vive nas redes sociais. 
Mas, deixa o cara chegar em segundo lugar. Cara emburrada de quem perdeu o melhor presente para o irmão mais novo. Carisma zero.
Recentemente mostrou um pouco de sua personalidade ao postar um vídeo repreendendo um sobrinho porque o menino usava um vestido e varinha de condão. Não sei a idade do menino mas sei que o piloto não gostou e mostrou nas redes sociais. Acossado pelas críticas apagou o vídeo, pediu desculpas e disse que brincou de forma perigosa. O que diria James Hunt na mesma situação?
Provavelmente mandaria todo mundo sifu.
O piloto inglês tem a personalidade mutante de acordo com a direção dos ventos.
Saudades dos velhos tempos.
  
atitude é isso

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

ANOTANDO

Vamos falar da Rás!
Ghuenter Steiner (vulgo Guenta Sentado) capo da equipe diz que pararam o desenvolvimento do carro de 2017 para avançar no projeto do carro de 2018. Na temporada que findou perderam a sétima posição no campeonato para os Toro Mirins o que, convenhamos, não é bom se levarmos em conta a bagunça que se instalou na equipe italiana (?) no segundo semestre graças aos entreveros com dona Renault, fornecedora do pum atômico. 
Mas, otimismo é um fator sempre presente e obrigatório no entrecampeonatos.
O que achamos, aqui do blog?
Em 2017 faltou, obviamente, carro e piloto.
O carro era fraco mas, muitas vezes mascarado pela condução, digamos, selvagem de seus pilotos.
Romã da Granja continua sendo um maluco de primeira volta com o agravante de incluir no cardápio reclamações deselegantes à la Mimadon pelo rádio. Não sabemos se o carro tem freios ruins (só ele reclama) ou ele acaba com os freios que tornam-se ruins.
E, nosso querido Kevin (suck my balls) Magnificúzem parece aqueles pilotos de circo onde importa é destruir os carros alheios.
De qualquer modo anotamos a declaração de Sentado. E a torta Xepa dele está assando...

sábado, 23 de dezembro de 2017

"LINHA"

Senta que lá vem história.
Quando cursava Química, lá nos anos 70 do século passado (meninos, tô véio) algumas coisas nos assombravam além da ditadura militar e o descobrimento da liberdade de costumes para quem deixava a cidade natal convivendo em repúblicas.
Indo direto ao ponto, a postura dos professores era algo a ser desvendado com todo cuidado. Uma fala ou posição ideológica além do contexto a que o dito defendia poderia trazer problemas para todo o restante do curso. Já falei que era, ridiculamente, considerado da "esquerda festiva".
Mas, o post é sobre algo mais básico, ou seja a educação.
Alguns professores eram educados, vamos assim dizer. Outros verdadeiros seres saídos de alguma estrebaria.
Quando íamos começar uma matéria perguntávamos para os veteranos (os confiáveis) sobre o comportamento a adotar para não melindrar a "coisa".
Certa vez, creio que cursávamos o segundo ano, um dos considerados oriundos da estrebaria voltou da Inglaterra com o término, prematuro, da bolsa de estudos que todos, em certo momento, eram agraciados para o aprimoramento de seus conhecimentos.
Nunca tivemos aula com ele. 
Neste ponto, uma explicação. Lógico que não havia celulares naquele tempo. Se algum familiar quisesse falar com alunos, ou algo assim, deveria ligar para a secretaria e contar com boa vontade de um dos funcionários para "caçar" o procurado. Na Química existiam poucas linhas externas no prédio antigo (o do IML). Para o uso era necessário pegar o gancho, esperar a telefonista atender e pedir, encarecidamente, a liberação de uma linha. Fornecido o nome, se aluno, a resposta inevitável era a ocupação de todas as linhas externas. Então tá. 
Este professor, com a educação estrebateriana recebida, levantava o fone e quando a telefonista falava "alô" ele simplesmente vociferava com voz gutural de um Darth Vader ao descobrir que não daria tempo de tirar a armadura para a explosão de fezes que se aproximava: "linha!!"
E, a linha se materializava.
Um belo dia uma colega precisava falar na cidade e estava com medo de pedir a linha e ser maltratada pela "educada" telefonista.
Não tive dúvidas. Peguei o telefone e ao "alô" imitei o Darth Vader cagado: "linha!"
Voilá.
Virei o sumo sacerdote dos precisados de linha telefônica.
Lógico que tudo o que é bom dura pouco. Um belo dia a telefonista invocou com o professor estrebariano que tanto telefonava e perguntou "quem está pedindo linha?"
Desliguei o telefone e o personagem.
Mas, fiz história. Pelo menos para minha biografia. 






quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

FAKESIDADE

Vivemos num mundo cheio de fakesidades. Acabei de lançar o termo que será adicionado ao vernáculo pátrio e, quem sabe, cosmológico.
Ou seja, o cara não tem o que falar e fala merda.
Mimadon  declarou que as semanas passadas entretido com a F-Indy foram as melhores do ano. Lembrando que, padeceu com o pum atômico da McLaren, qual seja Honda. E, correu com motor Honda na Indy. E, o motor quebrou na prova quando o falsiane corria em quinto. Bom, o esquisito é que passou o ano na F-1 fazendo nossa alegria pelo rádio em brigas com a equipe que, em algumas oportunidades, pedia que apertasse determinado botão e ele dizia que não iria apertar porra nenhuma. Iria se divertir até o pum atômico explodir em zilhões de pedaços. Pum atômico da Honda, diga-se.
Enfim, agora vem declarar que no ano que entra serão todos felizes. Ele sem a Honda e a Honda sem ele. 
Penso que a Honda vai ser feliz sem ele.
Ele vai ser feliz sem a Honda e infeliz com a Renault. Sacaram?
Cá entre nós. 
O automobilismo europeu e o norte-americano tem um abismo a separá-los além de um oceano.
O europeu, até outro dia, pauta-se pelo que ocorre na pista. Carros velozes disputando provas sem interferências externas na medida do possível. O norte-americano pensando no patrocinador. Explicando: como disse Nersão Piquetezão ( o sênior) certa vez, se um pombo defecar (ele disse cagar mas, o blog é quase familiar) na pista lá vem bandeira amarela. E, interminável bandeira amarela. Aproveitando a, muitas vezes inexplicável amarelice , nossos patrocinadores ocupam o saco, quero dizer espaço.
Mimadon, criado no quintal europeu, chegou e aconteceu porque (detestamos dizer isso) é bom no que faz.
Agora, declarar que conviver com o mundão véio das 500 foi o melhor dos melhores é forçar a barra.
Foi uma cutucada no mundão véio da F-1.
E, que venha 2018. Ele ou vai ou racha. Para bom entendedor o racha significa sentar a pá no pum atômico da Renault.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

WHAT'S NEW PUSSYCAT?

No caso a gatinha é mamã Ferrari e sua interminável ladainha contra a Liberty que comprou a F-1 do véião brochante, o duende Berne Aquistone.
Mais precisamente Sergião Macarrone. Lá no almoço ferrarento de fim de ano sentou a língua, talvez entorpecida pelo vinho, em tudo e todos.
Até, vejam só, acusou Tião Vetor pelo suposto fracasso da escuderia neste ano. Lógico que não lembrou da limitação do carro e besteiras aprontadas como carros que alinharam e não partiram porque alguém esqueceu de acender a vela (não lembro em qual GP e estou com preguiça de pesquisar).
Confirmou que mamã Ferrari vai sair da F-1 se não fizerem a coisa certa, que é mais ou menos deixar que as equipes gastem o que bem entenderem em desenvolvimento de carros e motores.
No fundo, no fundo nada de novo no que disse antes. Também como antes tem o apoio do duende Aquistone e suas famosas abobrinhas. O duende não esconde a mágoa por ter sido defenestrado do comando. Como se alguém vendesse uma casa e continuasse a morar nela....
De nossa parte verificamos, que em realidade, não aconteceram grandes mudanças. Sabemos que a F-1 é um paquiderme acéfalo travestido de vanguarda em termos de tecnologia. Mudanças de regras e quetais são extremamente dolorosas e, normalmente para trás. Lógico, tem outras entidades envolvidas na questão das regras e rumos. No entanto, o peso da dona da coisa deve valer alguma coisa. Uma mudança bemvinda seria banir a ridícula punição aos pilotos quando o pum atômico tem peças trocadas. Mas, nada se faz.
Enfim, dona Liberdade (a estátua), por seu turno, vem com uma ideia espetacular para melhorar o espetáculo.
Através do tristemente infame Rose Bráu quer banir as muié (grid girls) do grid. Nossa. Ninguém pensou nisto antes. 
Sexismo à parte prefiro ver as girls no grid que qualquer dos pilotos sem capacete.

"muié pra quê?"

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

TROFÉU XEPA!

Luís Hamiltão vai se tornando um sério candidato a levar a torta feita com restos de feira barbaramente perpetrada por dona Gertrudes toda vez que abre a boca.
Senão vejamos: tempos atrás, um mês mais ou menos, declarou que nunca mais iria dividir equipe com Mimadon pelo que passaram na McLaren etc e tal. Colocou em Totó Lobão, capo da equipe Mercedes, uma saia justa ao dizer que ele entende a dinâmica da escuderia e o que a corrosiva convivência significaria.
Agora saiu dizendo que espera o espanhol disputando o título de 2018, que seria legal uma "batalha" entre eles e mais etc e tal.
Wel, wel, wel.
Todos sabemos que Mimadon quer um carro pimpão para mostrar todo o potencial que diz ter. 
Mercedes é o nome deste carro. 
Botas estava sem contrato até outro dia. Se quer alguém para disputar "batalhas" que deixasse o espanhol sentar no carro ao lado.
Então, ficamos assim: primeiro chuta o saco ao dizer que não quer o cara como companheiro. Depois, afaga (o saco?) desejando um bom carro para o rival.
Pela falação sem sentido Hamiltão vai saborear a torta de fim de feira barbaramente assada por dona Gertrudes. 

FAZENDO GRAÇA

Dona Clara Williams perdeu o número do telefone de rubim.


"snif, snif"

DERRUBANDO O BLOG

Depois de muita gente boa, e alguns pegando carona (como nós) dar de barato, a equipe de dona Clara Williams foi e voltou na escolha do outro/segundo piloto.
Muitas críticas foram feitas quando Kudebico foi dado como certo. Não consegue mudar de marcha com o braço direito e adaptaram o volante para que fizesse tudo como o esquerdo. Fiquei na dúvida quanto ao problema em deixar o carro em situação de emergência. Será que o braço afetado dá conta em sair no tempo exigido?
Mas, tudo mudou. A icônica agência de notícias Tass (que era soviética e agora é russa) diz que Sergey Sirotkin (vulgo Sergim Tironokuzim) deve levar umas quinze milhões de alfaces, quero dizer, deve ocupar o outro cockpit da equipe que está sempre negociando seus bancos. 
Ele deu um pau (êpa) no polonês nos treinos que dividiram o carro. Não quer dizer muita coisa porque os carros andam como programados são. Entenderam? É mais ou menos o congresso foder o povo dizendo que defende os direitos destes.
Bom, noves fora, Lancei Troll e seu séquito devem estar felizes porque não queriam um piloto que desse um couro no infante endinheirado. 
Tironokuzim tem só 22 anos, lenha para queimar sem tempo para fazer graça para o poderoso (financeiramente falando) do carro ao lado. Se não mostrar serviço vai precisar mais do que as quinze milhões de alfaces para se manter. Portanto, o fraldento canadense pode ir colocando as barbas de molho.
E aquela história do patrocinador alcoólico que precisa de um piloto com mais de vinte e cinco anos para fazer graça?



domingo, 10 de dezembro de 2017

VELHA NOVA

Esqueci que dona Sauber casou e mudou de nome. Agora é Alfa Romeo Sauber.
Na verdade o cafetão foi Sergio Macarrone, capo da Ferrari, que era adversária da Alfa, que foi comprada pelo cavalinho rampante que foi empurrada para o decadente suíço. Digo, a matrona Alfa Romeo foi empurrada
Enfim, aquela zona. 
Pior. Dizem que é "uma parceria estratégica, comercial e tecnológica". Não sei o que isso significa.
Mas,  motor não será Alfa e sim Ferrari.
Tentaremos entender melhor essa confusão quando o domingo acabar.


o carro

LITERALMENTE OS ÚLTIMOS

Dona Sauber anunciou sua dupla de sofredores para 2018.
A última equipe escolheu por último. Até nisso.
Charles Leclerc (vulgo Carlos O'creck) e Marcus Ericsson (o Filho do Eric).
Marcus Ericsson é um cara interessante.
Parece que sua única ambição é andar de macacão para lá e para cá. Além de ser dono da Sauber, pelo visto.
Seu nome nunca é lembrado para ocupar um cockpit melhor que o que tem. E a equipe costuma limar seus companheiros que são, normalmente, melhores que ele.
Foi assim com Felipe Nariz e agora com Pascoal Vêlánhein.
Felipe ousou trombar com o sueco. Por sinal, literalmente em algumas ocasiões. Isto custou a ele uns estranhos problemas com o carro (ah, o botão vremeio) e o lugar na equipe. 
Pascoal tinha a seu favor a chefona da equipe, Mônica Kátaobom. Resultado, a chefe levou um pé na bunda por não favorecer o sueco. E Vêlánhein também ficou a pé no fim do ano.
Reinação absoluta. Ninguém pensa que a escuderia só perde com o apoio descarado a um piloto limitado. Enfim, dinheiro não é problema. 
Vamos assistir de camarote o convívio entre O'creck e o Filho do Eric. Novamente o primeiro é melhor que o segundo.
Faíscas brilham no horizonte.

"quero ver esse narizinho empinado no fim do ano"

TROFÉU XEPA!

A situação foi tão surreal que demorei a entender.
Luís Hamiltão fez uma postagem digna de rubim barriganochinelo.
O acidente entre Nilolas Prost (ituzinho) e Nico Colinalta ocorreu em 2014 na Fórmula que dá choque. Acho até que mereceu um post.
No final de 2017, Hamiltão postou sobre ela revoltado a ponto de pedir o banimento do filho de Prost (ituto).
Sei lá o que esse cara fuma mas, é forte para baralho. Rubim perde de longe.
Dona Gertrudes ligou diretamente da feira gargalhando. "Encontrei umas ervas melhores que as que ele usa".
E a torta Xepa vai para o desligadão do momento.



quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

AH! AGORA ENTENDI!

As ridículas punições recebidas pelos pilotos por conta de problemas com o pum atômico, que ocorrem sem a interferência deles, foram "ajustadas".
Não.
Banidas jamais.
Mas, a FIA (da puta) deu um jeito em tornar as coisas menos confusas para os fãs.
Quem receber mais de 15 punições vai para o fim do grid. Ou seja, ou invés de largar em Mônaco, larga em Austin, por exemplo.
É isso. Trocando em miúdos, não muda porra nenhuma.
Legal que os babacas tentem clarear a nebulosidade escurecendo ainda mais o horizonte cinza.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

TUDO BEM ANO QUE VEM?

Estamos naquele fosso em relação à F-1.
Fim de temporada e especulações para a que vem por aí.
Tenho a impressão que a categoria anda para trás com a restrição de motores, a introdução do halo (vulgo ralo) e o pessimismo em relação às ultrapassagens. Por sinal, artificiais. A maioria gritante ocorre quando, feito borboletas, os carros abrem as asas. Coisa mais sem graça.
Difícil para o público entender quem manda na zona chamada F-1. Se a dona Liberdade, Jean Todão, FIA (da puta), FISA, FIFA, os corruptos de Brasília, marcianos ou mesmo os venusianos. 
Fica aquele jogo de empurra. Tá uma bosta por causa das equipes que não se entendem. Não, a verdade é que dona Liberdade quer show e não esporte. Jean Todão quer carros cada vez mais híbridos, porque é o futuro. E, nós queremos corrida de verdade.
Ano que entra teremos mais restrições em relação ao pum atômico. Serão apenas três com a previsão, lógica, de mais punições (ridículas) ao longo do interminável campeonato.
Assim quer Todão. Cristiano Córner (dos Toro Seniores) tentou mudar o estado das coisas mas, todo mundo tem que concordar. Claro que dona Mercedes, só para citar uma, não topa mudar porra nenhuma.
Fácil prever que todo mundo vai correr com o freio de mão puxado para economizar os peidos.
Não tá, e será, fácil.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

LAMBÕES PELO MUNDO

Leio que, na F-Elétrica, Daniel Abt (vulgo Douno Apto) venceu a corrida de domingo mas, não levou.
Foi desclassificado pelos rótulos de segurança dos quetais dos fuzis do motor trio elétrico não estarem de acordo com os raio X das paradas.
Termos técnicos é comigo mesmo.
Então, pensando com meus botões e zíper resolvi que vamos estender o troféu lambão para outras categorias.
Mas, só quando der na telha deste que vos tecla ou os berros de dona Gertrudes.
Não costumo acompanhar outras corridas com a mesma frequência/ansiedade que a F-1.
E, os horários não ajudam. Quando dei por mim a corrida dos elétricos já tinha ido para o saco.
A ideia surgiu pela quantidade de desclassificações na categoria dos motores de geladeira.
Ou os caras não conhecem o regulamento, ou são desonestos por demais, ou burros idem.
Desta vez escaparam. Porém, tamu de zóio daqui para frente.

"Sabe o que é? Enfiaram a tomada no lugar errado..."

TROFÉU XEPA (FINALMENTE)!

Foi só criar  o troféu Xepa que as abobrinhas minguaram. Ninguém declarava nada que justificasse a primeira torta de sobras de feira de dona Gertrudes. 
Penso que os caras acompanham o blog (ah ah ah).
Mas, eis que o primeiro agraciado não poderia ser melhor.
Nosso velho conhecido Alain Prost(ituto).
O francês, que hoje é um consultor sei lá o que, da Renault afirmou que Stofado Vandormi está no mesmo nível que Mimadon "ou até melhor".
Vamos por partes, diria Zequinha, meu açougueiro preferido.
Concordo que o belga não tem o mesmo equipamento que Mimadon. E, em muitas ocasiões mal saiu dos boxes em treinos oficiais ou não.
Mas, o espanhol está um pouco à frente. Torcida à parte.
Por este "agrado" ao piloto dois de dona McLaren, Alain leva a primeira torta Xepa do blog. 
Tetracampeão falando besteira não é algo que acontece todo dia.

"Acompanha vinho?"