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terça-feira, 29 de maio de 2018

DANICA PANCA

Por falar em corrida chata ainda bem que gravei e assisti "correndo a fita" as 500 milhas de Indianápolis. Acabou passando meio que despercebida a chegada. Foi chata. Só parava a fita na hora das pancas.

Admirável também as explicações de Felipe Giaffone, que já correu as 500. Precisas e didáticas. Sem as intervenções escabrosas dos buenos da vida. Burp sofre na F-1 com as babaquices de buenos e leme. 

Vários pilotos bateram nas saídas de curva mas, já perdendo o carro no meio. Por força do novo pacote aerodinâmico que todos os carros da categoria usam. Apenas cores e acertos diferentes. E, motores a gosto, claro. 
Felipe explanou que, neste ano, os carros estão mais soltos e difíceis de "domar". Em compensação quando acertavam o muro não decolavam como antigamente.

Ao mostrarem "ibagens" de dentro do carro de Danica Patrick mostrou que ela tinha dificuldades na condução, principalmente nas entradas das curvas. Tirava o pé mais que outros pilotos.

Danica está se despedindo, ou não, das pistas e entregaram a ela um carro da Indycar. Nos últimos tempos ela participava da NASCAR

Na volta 68 o resultado das dificuldades. Uma despedida melancólica. Anotando mamã correndo para lá e para cá feito barata tonta. 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

TIRANDO A POEIRA

Falta de assunto não é fácil para ninguém.
Na procura de notícias li, num site especializado, que Danica Patrick (vulgo Pânica Pânica), está solteira.
Ela é uma baixinha invocada, braço duro, que andou correndo pela Indycar e estava na Nascar. Abandonou, no final deste ano, a Nascar por onde andava nos últimos tempos e, de quebra, seu namorado, também piloto da Nascar Ricky qualquer coisa. Ela, em certa época, mereceu destaque enquanto na Indy por conta de alguns bons resultados tal e coisa. Foi quando alguém lembrou que a porrinha tem 1,57 m e pesa alguns mini-kilos. Ótimo para os carros carregarem pouco peso.
Pânica, se notabilizou em ser a baixinha invocada que tirava satisfações com pilotos que se envolviam em incidentes com ela. Sabia que as câmeras estavam "em cima" e ganhava audiência com a situação.
Até o dia em que resolveu pentelhar outra braço duro. A venezuelana Mika Duno (vulgo Mico Duro) atrapalhou a baixinha que foi tirar satisfações (para variar). Levou umas toalhadas na cara e (juro que ouvi!) uns "suck my balls" como brinde.


Saudades teremos só desses micos.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

BAIXINHA ARRETADA

Quando eu disse que a Danica é uma baixinha invocada também significa arretada.
Vejam a atitude dela em relação ao Sam Hornish Jr em Talladega (talagada) neste ano de 2012.
Ela tentou passar pela direita o tio Sam foi fechando a porta até que ela deu uma leve bundada no muro. Em seguida jogou tio Sam no muro.
Pelo que li os dois são casca grossa. Então empatou.

VOLANTE PARA CIMA


Vejam do que escapou a baixinha invocada Danica Patrick numa prova da NASCAR lá nos EUA.
O volante quase sai pelo teto.
O engraçado é que ela tenta abaixá-lo na sequência.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Já era sem nunca ter sido

E a USF1 foi para o saco. Conforme anunciado pela Autosport, os funcionários do time que restaram foram todos demitidos nesta terça-feira, dia 2 de março.
Estava meio na cara que isso aconteceria. Um dos sócios, Peter Windsor, é (ou foi, não sei bem) jornalista - era editor da F1 Racing, revista inglesa. Os EUA não têm o menor interesse por F-1 e pescar patrocínio por lá seria difícil. Nem mesmo os pilotos norte-americanos têm interesse na F-1. Danica Patrick chegou a declarar que não correria na categoria, pois não queria mudar para a Europa.
Aliás, eu desdenhei quando Peter Windsor falou que Danica era muito para correr na USF1. Para mim, na época, a mocinha deveria agradecer qualquer oportunidade de sentar em um carro de F-1.
Parece que eu errei nessa. Danica é infinitamente maior do que a USF1 foi... sem nunca ter sido.