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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

ZONA!

Evito mas, temos que falar sobre o que aí está.
Quando preciso minutar alguma decisão na firma onde trabalho faço pesquisa jurisprudencial. Por isso o nome do atual (?) governador do Rio de Janeiro não me era estranho. Usei algumas decisões dele como paradigma.
O espanto foi em relação ao alinhamento com a violência do estado para cima seja lá de quem for. Foi eleito na esteira da direita raivosa que odeia tudo o que não é da "família". Entenderam, né?
Decepcionante, para quem deveria defender o estado de direito, as afirmações do tipo "dar tiro em quem porta arma".

Assisti seu pronunciamento nesta manhã. Suas acusações quanto à lisura da ação não devem ser consideradas bravatas de quem foi pego com a boca na botija. Sim, como cidadão e cético penso que "aí tem". E, tem em outras plagas. 

Mas, o motivo da zona é o fato da dona Globo declarar que não vai transmitir o campeonato de F-1 a partir do ano que vem. Significa, creio  eu, que nem seu braço pago (Sportv) transmitirá. Ou seja, ruim com ela, pior sem ela. Era duro aguentar o Galvão. O Leme perdeu o rumo e foi defenestrado (não falava coisa com coisa nos últimos tempos).  Hoje, assisto com um ouvido na transmissão via TV e outro no rádio. 

E agora José?
José anda dizendo que aquela estranha empresa que estranhamente diz que constrói um puta autódromo no Rio em lugar de preservação ambiental (lógico. Estamos no brasil) em tempo recorde também deterá os direitos de transmissão. 
José explicou mas não entendi. Dona Globo com toda a grana não entrou em acordo com dona Liberty. A estranha empresa deverá ter belos argumentos, em forma de alfacinhas, para conseguir os direitos de transmissão. Melhor não perguntar de onde sairá o din din. Afinal, estamos no brasil.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

AMADOR

O blog torce para Tião Vetor. Porém, o piloto lemão, sob pressão. tem reações amadorísticas. Quando larga em relativa desvantagem nem se fala. Mete os pés pelas mãos e comete erros dignos de Pastor sem ovelhas.

Em Paul Ricard uma bela amostra. Encaixotado não teve paciência em ficar onde estava e sair da curva em terceiro. Acertou Botas com todas as consequências.

Um piloto habilidoso como ele não pode se dar ao luxo de agir como um touro em loja de louças. Keep Calm e beer goela abaixo. Enfim, o pior para nós, torcedores do dito, foi aguentar as provocações de Mad Max. O pimpolho acéfalo deitou e rolou uma vez que chegou em segundo lugar numa corrida em que Hamiltão correu com o freio de mão puxado. Por sinal uma merdança de corrida. Único ponto que valeu a pena foi a esfregada na primeira curva.

A F-1 caminha para ser um desfile de carros horríveis (olha o halo aí, geiiinnnte!) definida na primeira volta. Podem reparar. Os caras largam, olham no volante sua posição na primeira volta e passam o resto do tempo poupando pum atômico, pneus, paciência (nossa), poupança (deles) e por aí vai. 

Dona Liberdade está mais preocupada em faturar algum com a categoria ao invés de mudar o "que aí está". 

Em contrapartida quem gosta de competição a motor anda prestando atenção nos sujeitos da Motogp. Apesar das "ibagens" da bunda dos caras enchendo a tela de vez em quando.


terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

BULLSHIT

- começamos com a alteração dos horários das largadas dos GPs de F-1. Lógico que algumas corridas tem horário de largada nas madrugadas adentro aqui. Mas, de qualquer sorte, todos serão acrescidos de dez minutos. A desculpa é que as emissoras entram com a transmissão no horário cheio. A nova prática vai permitir que o público acompanhe os preparativos para a largada. Uma bobagem bem ao gosto de Dona Liberdade, a dona. Na prática, se for o caso, as emissoras entram com os dez minutos de atraso para compensar o atraso das largadas. O que pega é o preço do satélite, catso. 

- para compensar o fim das grid girls entram os grid boys. Serão meninos que correm de kart e vão ter a chance de aparecer fazendo sei lá o quê. Uma ideia seria que roubassem os carros de F-1 nos proporcionando um espetáculo surreal. Dona Liberdade merece.

- por essas e outras "bullshitazes" fico imaginando como Dona Liberdade tem tanto dinheiro. Comprou a F-1 e não sabe o que fazer com ela. Fica nessa de pensar em abobrinhas quando deveria atacar, só para lembrar, os custos da categoria. A distribuição da grana, a regalia de mamã Ferrari que ganha milhões só porque existe. 
Enfim, o atual gerenciamento é uma decepção geral.

- aguardemos os próximos capítulos.


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

WHAT'S NEW PUSSYCAT?

No caso a gatinha é mamã Ferrari e sua interminável ladainha contra a Liberty que comprou a F-1 do véião brochante, o duende Berne Aquistone.
Mais precisamente Sergião Macarrone. Lá no almoço ferrarento de fim de ano sentou a língua, talvez entorpecida pelo vinho, em tudo e todos.
Até, vejam só, acusou Tião Vetor pelo suposto fracasso da escuderia neste ano. Lógico que não lembrou da limitação do carro e besteiras aprontadas como carros que alinharam e não partiram porque alguém esqueceu de acender a vela (não lembro em qual GP e estou com preguiça de pesquisar).
Confirmou que mamã Ferrari vai sair da F-1 se não fizerem a coisa certa, que é mais ou menos deixar que as equipes gastem o que bem entenderem em desenvolvimento de carros e motores.
No fundo, no fundo nada de novo no que disse antes. Também como antes tem o apoio do duende Aquistone e suas famosas abobrinhas. O duende não esconde a mágoa por ter sido defenestrado do comando. Como se alguém vendesse uma casa e continuasse a morar nela....
De nossa parte verificamos, que em realidade, não aconteceram grandes mudanças. Sabemos que a F-1 é um paquiderme acéfalo travestido de vanguarda em termos de tecnologia. Mudanças de regras e quetais são extremamente dolorosas e, normalmente para trás. Lógico, tem outras entidades envolvidas na questão das regras e rumos. No entanto, o peso da dona da coisa deve valer alguma coisa. Uma mudança bemvinda seria banir a ridícula punição aos pilotos quando o pum atômico tem peças trocadas. Mas, nada se faz.
Enfim, dona Liberdade (a estátua), por seu turno, vem com uma ideia espetacular para melhorar o espetáculo.
Através do tristemente infame Rose Bráu quer banir as muié (grid girls) do grid. Nossa. Ninguém pensou nisto antes. 
Sexismo à parte prefiro ver as girls no grid que qualquer dos pilotos sem capacete.

"muié pra quê?"

terça-feira, 28 de março de 2017

LAMBÕES NA AUSTRÁLIA

Foi para isso que compraram a F-1?
Gostaríamos imensamente em atribuir o leitão "carne fraca" a um piloto. Dona Gertrudes preparou um de seus leitões especiais lá na praia onde passou o fim de ano. Esqueceu de congelar o bruto mas, sem problemas. Um balde de ácido ascórbico e uma demão de tinta vremeia (à base de água", gritou ela) resolveu o problema. Como ela mesma salientou "não vou comer mesmo".
Em telefonema perguntei se a operação "carne fraca" não afetou sua vara. Bom, explicando que "vara" no caso é sua criação de porcos. Ela gritou que "carne fraca" é o avistamento de um salva-vidas saradão. "Tremo todinha", disse.
Também explicou que seus contatos são mais, digamos, poderosos. Berrou, aliás adora gritar no telefone, "nada tenho a Temer".
Enfim, o fim de semana foi um circo de horrores em termos de transmissão pela TV, que é o que nos afeta diretamente.
Desde os treinos a impressão que tínhamos era a de que não sabiam que haveria corrida no fim de semana. Os caras coçando o saco quando recebem um zap-zap tipo "onde vocês estão? Tem corrida aqui na Austrália!"
Na correria ficamos sem aquela grade de classificação, nos treinos, e boa parte da corrida. Imagens desnecessárias como a do Ricardão pós quebra. Horas e horas mostrando o vai e vem do pobre porque largou o carro e teve que voltar para ajudar os fiscais a remover seu carro. Poucas imagens dos pit stops uma vez que a corrida foi monótona. E, por aí afora.
Foi uma decepção.
Por isso, o leitão porcamente assado e congelado vai para dona Liberty e sua imensa maldonadice do fim de semana. Penso que é melhor chamar o pessoal da mídia do ano passado.

muito peido e pouca bosta

segunda-feira, 13 de março de 2017

PEGA O EXEMPLO, LIBERTY!

NASCAR. Prova em Las Vegas. Como é comum lá naquele país grande e bobo diferenças são resolvidas no tapa. Ou jogando bombas em quem não pode revidar.
Em todo caso, Joey Logano e Kyle Busch resolveram no tapa algum problema de pista.
Nem interessa o que se passou.
Mas, fica a dica para a Liberty.
Podem promover encontros UFC entre pilotos que se estranharam dentro da pista.
Vetor e Mad Max. Vodkanem e Mad Max. Hamiltão e Kico Roseberg (ôpa! Esse não conta. Já pendurou as luvas). 
Seria um fator para elevar a audiência e promover a amizade entre os mimados (ou não).

quinta-feira, 9 de março de 2017

ZOEIRA NA POEIRA

Os treinos da F-1 transcorrem, mais ou menos, como esperado lá em Barcelona (que time é esse, Galvão?).
Sim, como diria Juan Manoel "treino é treino, corrida é corrida". 
Acredito, como muita gente, que dona Mercedes esconde o jogo. E, esconde Hamiltão. Quem está se divertindo na maior parte do tempo é Botas o amigo de Dora, a aventureira. Há um revezamento dia a dia nos melhores tempos. Dona Mercedes, mamã Ferrari e até mesmo dona Williams com massinha de modelar quando Lancei Troll não bate a máquina.
O que acontece em volta, no entanto, acaba roubando a cena.
Mimadon sentou a língua, para variar, na Honda. Primeiro ele bate e depois assopra. Quero dizer solta uma ironia. Disse que eles tiveram dois anos para aprender e vão dar um jeito no pum atômico. Quá, quá.
Jean Todão, o homem do botão vremeio, soltou uma besteira digna de suas sacanagens quando em mamã Ferrari. Declarou que os motores "barulhentos" não voltarão à categoria porque a "sociedade global" não aceitaria isso. Veio com a baboseira de trabalhar contra a poluição etc e etc.  Lembrando que a F-1 é um esporte e todo mundo gosta (ou gostava) do barulho dos motores antigos. Lógico que devemos pensar na poluição e trabalhar contra. Mas, soa demagógico um dirigente ir ao encontro da opinião de (quase) todos em relação ao motores e vir com um discurso de exemplo para a sociedade. Existem outras formas de combater a poluição mundial. Nem vamos entrar na questão.
Rose Bráu, o cúmplice de Todão, para não ficar atrás, disse querer tirar os pilotos pagantes da F-1. O cara é impagável no quesito sonho que se sonha só. Para isso, segundo a figura, as equipes teriam que ter estabilidade econômica. Não disse como. Lembrando que o inglês é dirigente indicado pela Liberty a compradora da F-1. Tudo porque Lancei Troll mostrou que precisa de quilometragem para mostrar que vale mais que o din din de papai. Penso, como já disse, que é cedo para julgar o fraldento. Quanto aos pagantes. Imaginem uma equipe estável em termos financeiros. Num belo dia aparece um rapazinho se dizendo bom na coisa e carregando um baú de alfaces. Claro que será contratado. Dinheiro sempre é bão.
Por fim, nesta manhã de quinta, Vetor marcou o melhor tempo dos testes. Cravou 1:19.024. Não importa que Hamiltão vinha que vinha para bater este tempo e uma bandeira vermelha atrapalhou. Provocada por quem? Não. Não por Mimadon mas, por seu companheiro de equipe Stofado Vandormi. Dona McLaren e sua sofrência. Vão acabar chamando Ronron Pênis de volta.

"Vão combiná. Primeiro a minha merda e depois a sua."

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

BYE DUENDE

O grupo norte americano que recentemente comprou a F-1 resolveu assumir de vez a bagaça e o que vinha sendo levado em banho maria se concretizou.
Berne Aquistone foi defenestrado da categoria onde era ditador por quarenta anos mais ou menos.
Largou a Brabham, sua equipe na época, e resolveu botar ordem na casa da categoria que vivia dividida. O preço: o cara mandou em tudo durante muito tempo. E, din-din sua maior paixão. O que elevou custos e uma distribuição de dinheiro entre as equipes o mais calhorda possível. 
Nelson Piquet diz aqui que a F-1 de hoje deve tudo a ele.
Nem lá nem cá. 
Hoje, os custos são enormes. O duende, aos poucos, foi inflacionando os GPs a ponto de quase todos estarem no bico do corvo (como se diz).
Pelo que andei lendo as corridas são deficitárias e mesmo a TV anda perdendo interesse.
O regulamento não é feito por ele (embora tenha influência) mas, vem engessando o esporte de tal modo que gênios como Adrian Newey não podem exercer toda a criatividade que tem na cachola.
Não sei o que esperar do futuro.
Mas, os novos dirigentes não parecem capazes de mudar muita coisa.
Tem até Rose Bráu de sacanagens ferraristas. 
É pagar para ver.

 

Na foto "la máfia". Da esquerda para a direita, Sean Bratches (vulgo Sou Bichas), Chase Carey (el Bigodón) e um dos homens do botão vremeio de mamã Ferrari nos tempos de Rubim, Ross Brawn vulgo Rose Bráu). 

terça-feira, 20 de setembro de 2016

NOVOS (SERÁ?) ARES

Acompanho entre tédio e bocejos a propalada mudança (será mundana a mudança?) de direção da F-1. Esses anúncios de mudanças espetaculares e radicais e para melhor sempre me deixam com a pulga atrás da orelha. 
A Liberty Media, compradora da dita, promete, dentre outras coisas, libertar (ui, doeu) a categoria de sua ditadura atual, comandada pelo anacrônico Berne. 
No GP de Cingapura tivemos a primeira visita em um GP do gerentão (agora CEO) da Liberty, Chase Carey. Pelo jeitão do bruto deve ser pai do Jim Carey.
Vendo o bigodon do moço penso que passa uma hora mais ou menos para conseguir harmonizar esteticamente o apêndice pelal.
Para compensar já andou dizendo que acredita na democracia. Vai ouvir todo mundo e todo mundo será ouvido, além de escutado.
Sabemos que um dos grandes problemas da F-1 é a distribuição de dinheiro entre as equipes. As grandes levam a maior fatia e as pequenas estão sempre na beira do precipício. Qualquer idiota (menos o Berne Aquistone) sabe que, para melhorar, essa divisão tem que ser revista.
Então, bocejando, aguardemos.
"fica bom na foto, vá"