segunda-feira, 29 de abril de 2013

JOGO DO UM ERRO

Aconteceu em Bhárã um evento pitoresco.
Fruto da moderna ciência médica.
Vejam o pódio de 2012

los três primeiros de 2012 e Cristiano Horror


Agora o pódio de 2013

los três primeiros de 2013 e Cristiano Horror



Notem que são exatemente as mesmas figurinhas. O detalhe é que Cristiano Horror fez uma senhora plástica e implante de cabelos que não deu certo. Ficou mais feio ainda.....
Oh, maldade....

domingo, 28 de abril de 2013

TÁ NO SANGUE!

Nelsinho Piquet sempre se comportou diferente do pai em entrevistas e nunca se envolveu em polêmicas.
Até mesmo o caso Cingapura foi tratado com o máximo de discrição.
Mas, na terra dos home sem lei ( a NASCAR) uma hora tinha que acontecer. Acabou se envolvendo numa tosca troca de bundadas com um tal de Brian Scott. Nem importa o motivo.
O legal é que Nelsinho mandou um pé no saco do adversário de luta livre. Vale tudo meu amigo. E, ambos de capacete, que ninguém é idiota.
O problema é que o caso acabou em B.O. porque no estacionamento os mecânicos do Scott agrediram o brasileiro e foram presos em flagrante delito.
Abaixo o troca-troca e o que interessa está em mais ou menos 1m,30s.



A cena nos remete ao Piquet pai em cena parecida.


sábado, 27 de abril de 2013

AH, OS PNEUS!

Massa de modelar fez uma corrida para esquecer. Mais uma. Desta vez foram os pneus.
Dona Pirelli diz que foram detritos os responsáveis pelos furos do traseiro direito.
Não havia detrito visível na pista, mas, a explicação caiu bem para massa de modelar porque, em contrário, o responsável seria ele mesmo pelo acerto equivocado da suspensão ou algo assim.
De qualquer maneira, largando em quarto pelas punições a outros pilotos, entrou no rol dos possíveis vencedores do nosso bueno de cada dia.
Acabou em décimo quinto.

CHEGA PARA LÁ!

Nosso querido Uéber fez uma corrida daquelas esquisitas. Ele não tem constância e entremeia boas participações com algumas em que dá a impressão de estar desligado.
Neste GP do Báhrã largou em sétimo e fez uma força danada no final da corrida para perder a posição para seu amigo pedante o alfonsinho. Acabou em sétimo, perdendo duas posições na última volta da corrida.
Mas, deu o ar da graça ao sair dos boxes e dar uma bundada no Roseberg.
Ele deveria respeitar quem vem embalado e ficar atrás do piloto alemão.
Por algum motivo jogou o batom e quase provoca o abandono dos dois.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

ASAS CORTADAS

Também deu o que falar o problema "asal" ocorrido com prima dona alfonsinha.
No passado outros tiveram problemas com asas que abriam e não fechavam. Se não me falha a memória Shushu abandonou uma corrida por esse problema.
Acredito que, como muitos outros, esse negócio de asa e pum atômico (Kers) que são novidades introduzidas para dar, vamos assim dizer, mais movimentação às corridas com o aumento das ultrapassagens são uma maneira de entendiar a disputa.
O coitado que vai à frente não pode fazer nada para evitar a ultrapassagem. Se rebolar demais é punido. Então fica feito boi no matadouro.
Cadê a graça?
Os pilotos tem que saber conduzir seus carros, sabendo a hora de poupar o equipamento e a hora de apertar o da direita. Quem não for cerebral faz bonito durante umas vinte voltas no máximo, e, acaba em último.
Enfim, o que ia dizer é que fiquei muito feliz com o problema do espanhol pedante. Não escondo.
Não havia reparado na primeira vez em que a asa continou aberta. Só quando o problema foi mostrado pela transmissão e o piloto preferido de mamã Ferrari foi chamado aproveitando para trocar pneus além de levar umas pancadas na asa.
Assistindo, novamente, a corrida percebi que ele deu umas quatro voltas com a dita escancarada.
Em primeiro lugar é de se estranhar que o cara conseguisse andar na parte de baixa velocidade da pista sem total aderência da parte traseira do carro e não perder posições. Talvez, tenha tido um desgaste maior que os outros em relação aos pneus. Mas, só entrou para os boxes depois que a TV mostrou em close o problema em seu carro.
Pelo regulamento não poderia andar com a asa aberta sem punição. Estranhamente ninguém cogitou em punir o espanhol por ter andado tanto tempo com a asa aberta.
Sei lá.
Por outro lado andaram criticando o fato dele ter tentado abrir a asa novamente sabendo do problema.
Nesta parte concordo com sua atitude. Ora, não era possível saber se o problema continuaria. Da maneira como foi tratado, na base da porrada, o negócio era tentar usar outra vez. Ninguém tinha idéia da extensão do caso. Se ferrou, no entanto. A asa não fechou, teve que retornar os boxes e a pobrezinha levou outras porradas para entrar nos eixos. Daí em diante ele não tentou novamente.
Mas, e sempre existe um mas, vimos que ele chegou grudadim na traseira de seu melhor amigo. O Uéber.
E se (e sempre existe um se) ele abrisse a asa na penúltima volta?
Provavelmente passaria Uéber num dos pontos em que era possível o uso da asa aberta. Sem contar o fato que o piloto australiano nem tentaria manter a posição. Seria punido?
Sei lá.
red bull te dá asas abertas

CUTUCARAM O CHAPOLIM

A grande tônica, como diria minha avó, do GP do Bahrã (onde Judas perdeu o público) foi a briga "fraternal" entre os pilotos da McLaren.
Um dirigente da equipe reclamou que Chapolim Perez andava apagadão sem mostrar o piloto de futuro que demonstrava ser na Sauber. Então, o mexicano resolveu mostrar serviço.
E, para o pessoal da McLaren ver bem de perto mandou ver para cima de Butão, que ficou tiririca da vida. Na realidade, Chapolim não precisava sem tão anti-ético (se é que podemos falar em ética na F1 atual). No vídeo vemos que força a barra, erra a freada e toca a traseira de Butão quase pondo fim à corrida de ambos.


No segundo vídeo a imagem vista do carro do piloto inglês.


Vale dizer que esses enroscos entre os dois pilotos não tinha muito sentido se pensarmos que teriam que parar para trocar pneus. O desgaste da refrega certamente prejudicou a ambos. Vejam que Romã da Granja fica na espreita feito coruja prestes a massacrar os filhotes de cruz credo.
Tanto que nos finalmente Chapolim foi sexto e Butão destilou sua raiva por ter acabado em décimo.
Finalmente, neste vídeo Jasão esquece a fleuma britânica joga o batom e parte para a ignorância de terceiro mundo. Então tá. Se Chapolim quer a gente se abraça e cai no precipício.
Para sorte dos dois estas pistas modernosas tem área de escape do tamanho de um campo de futebol. Dá para ir no banheiro e voltar para a corrida no mesmo embalo.

sábado, 20 de abril de 2013

SER HUMÃE

Tive uma professora na facu de Direito que dizia acreditar em destino. Dizia que nosso destino está traçado no Código Civil. Não há como escapar de seus artigos a nortear nossa existência.
Mas, o que vem a ser o destino de cada um de nós?
É aleatório ou escolhemos o caminho terreno antes mesmo de nascer?
Sei que à medida que crescemos o meio influencia no que "queremos ser".
A família, os amigos, as circunstâncias. Mudamos nossos planos futuros de acordo com a maré. E, como diz a música eternizada por Zeca Pagodinho, na maior parte do tempo a "vida leva eu".
Eu disse circunstâncias. Devemos nos preparar para a chamada vida adulta (que é um saco). Perguntamos para um para outro, pesquisamos profissões e tudo mais. A escolha nunca é do nosso agrado, pelo menos num primeiro momento. 
No fundo, o que rege a vida são os planos quase sonhos. Uma casa no meio da mata, com muitos bichos. Tá certo, tem um pai que vive falando da insegurança de se morar no meio da mata numa cidade grande (aqui do lado tem uma mata dessas). Fora o custo disso tudo. Mas, são detalhes.
Um dia, essa vida de faculdade, balada, teclar com amigos, planos/sonhos sofre o que os antigos diziam uma trombada de FNM (que era um baita caminhão).
Planos, sonhos, faculdade, amigos e até família, em algumas ocasiões, ficam para segundo plano.
Um novo Cógido Civil é editado em sua vida. E, passa a literalmente ordenar.
Vale o comentário de nunca se submeter e ter que obedecer aos ditames de uma maquininha de fazer cocô.
Para essa maquininha não existe o tempo. Qualquer hora é hora de querer mamar, chorar, exigir atenção, trocar fralda, chorar sem motivo, chorar com motivo e etc.
Mudança no corpo, hormônios, na vida, nos sonhos. Planos? Serão adiados. Mas, serão retomados. Assim é a vida.
Aconteceu com Mariana uma trombada dessas.
Ainda está assimilando e fazendo uma leitura de seu Código Civil. Ele está ali, neste instante (cinco e meia da la matina), no berço ou na cama (não sei) junto dela. Por incrível que pareça e, como os véios disseram, hoje dorme quase a noite inteira. Afinal, é um Código com mais de um ano de vigência. Vai amadurecendo.
Enfim, a vida aos poucos vai sendo retomada. Vida antes da trombada, bem entendido. Henrique veio para dar um novo significado nisto tudo. Bagunçou o coreto e impôs nova ordem. Tem até um escravo favorito.
Mariana fez aniversário dia 16 de abril. Não vou dizer a idade porque já entra naquela fase em que a mulher esconde o tempo passado.
Sei que, vendo o carinho com que ela trata o filho, o amor que envolve Henrique cada vez que chega da faculdade enche os pais de orgulho. A maternidade, mesmo sendo uma trombada, trouxe um amadurecimento na marra. Um novo sentido na vida. Novas alegrias. Henrique cresce rápido e já aprendeu a fazer gracinhas (piscadinhas, beijos e etc) como salvaguarda para as artes. Não há honorários de sucumbência que paguem tudo isto.
O novo Código Civil veio para dar um lindo rumo/destino na vida (não só) dela.
Quem viver verá.
Parabéns Tamãe.

Mariana e o Código Civil

sexta-feira, 19 de abril de 2013

QUE PÓDIO!

Dia 19 de abril é dia do índio. Tem a música da Baby Consuelo que mudou o nome, mas, não importa.
Vamos ouvir enquanto falamos de outro evento ocorrido em 19 de abril de 1970 (acho que nem eu era nascido).



Pois é, foi corrido o GP de Jarama na Espanha.
Olhem só o pódio.
Em primeiro lugar o vesgo Jackie Stwart, correndo com March.

"tá vendo algum vesgo?"




 Em segundo lugar cruzou Bruce McLaren com McLaren. Sim, ele fundou a equipe.

"Vettel copiou o verdadeiro número um"


Em terceiro um dos meus pilotos preferidos de todos os tempos. Vencedor em várias categorias.
Mario Andretti com um March, pai do improvável gordito Michael e avô do menos provável Marco Andretti.

"em verdade, da família, só eu vim com o software pézão"
Para completar, a pole foi do Jack Brabham, com Brabham (sim, ele fundou a equipe).

"não fosse o motor....."
Jack não completou a prova, porém, chegou em sétimo. Sabem porque?
Só cinco pilotos cruzaram a linha de chegada. Doze quebraram e cinco não se qualificaram para a corrida.

Grandes e saudosos tempos. Naquela época só os fortes sobreviviam.

A IMAGEM CONFIRMA A REFLEXÃO

Que lindinhos.
A foto foi ctr chupada do site do Flávio Gomes.

"um Vettel ao molho branco, fá favô"

domingo, 14 de abril de 2013

DUENDE RIDES AGAIN

Estou lendo aqui mais uma idéia acachapante do duende mor do circo da F1 Berne Brainstone.
Conhecem aqueles caminhões/ônibus/mansões que pertencem às equipes ou mesmo pilotos que ficam estacionados atrás dos boxes?
Vejam este singelo exemplo:


Pode não parecer mas, é o motorhome (ou um deles) da McLaren. Pois o duende Berne deve ter tomado um chá de cogumelos na floresta preferida e resolveu que estes bagulhos devem ser embaralhados.
Ou seja, o da Ferrari fica junto aos boxes da Red Bull e coisas assim.
Má, pra que rapá?
Só para obrigar os pilotos a circularem mais pela área ficando mais acessíveis ao público e jornalistas.
Não vou entrar no mérito desta mirabolante idéia, mas, penso que basta obrigar aos profissionais do volante a disponibilizarem um tempinho para os fãs e jornalistas. Hoje temos aqueles cercadinhos onde os pilotos são ciceroneados pelo representante de imprensa das equipes e dão entrevistas/desculpas/explicações sobre os mais diversos assuntos.
Basta criar outro onde eles seriam expostos ao público dando autógrafos, tirando fotos, pegando criancinhas no colo, dando beijinhos nas véias de guerra e coisas do gênero.
Mas, quem sou eu. Não estou à altura dos geniais duendes.

"vamos nesta direção"

ESCONDENDO O JOGO

Como sou adepto da teoria da conspiração estou vendo mais uma. Talvez, por parte de alguns, seja involuntária. Coisa de maria vai com as outras.
No passado, shushu era o máximo. Super isso e super aquilo. O tempo mostrou que, em verdade, não era muito isso ou muito aquilo.
Hoje o gostosão é o príncipe das Astúrias.
Criou-se a lenda que o carro de mamã Ferrari nunca é lá essas coisas. Ruim de aerodinâmica e comedor de pneus como a história de que o italiano come macarronada até vazar pelo ladrão.
A partir daí, prima dona deita e rola. Seus desempenhos são fantásticos porque o carro é uma porcaria. Vejam o que massinha de modelar faz com o outro carro: quase nada.
Mas, Alfonsinho é gênio e carrega o mastodonte vremeio nas costas.
Palhaçada. A Ferrari é o melhor carro do grid no domingo, que é o que importa.
Se a prima dona estivesse usando óculos não bateria na traseira de Vetor na Malásia e provavelmente teria levado a corrida.
Ontem, hoje (sei lá) venceu com facilidade o GP da China que o pariu. E, como shushu, tripudiou da galera ao dizer que tinha mais para oferecer.
Enfim, veremos o que vem por aí. Só sei que esta história de carro ruim funciona para aqueles que pretendem elevar um piloto bom (como muitos no grid) ao patamar de gênio inconteste.
Só para citar outros bons. A corrida de Kiwi Vodkanem com um carro inviável (ainda). Mesmo levando uma pornográfica fechada do Chapolin Perez. Acabou tocando em sua traseira. Foi segundo com bico arregaçado, precisando de uma plástica urgente.
Outro é o Butão que levou a McLaren ao pódio.
Mas, o que importa é aquele sujeito que leva zilhões de alfaces para o circo.
Quanto aos outros pilotos as explicações para o desempenho frustrante são aquelas de sempre:
"Fizemos o possível diante da situação peripotética criada pelo alargamento da bolha dos juros e a queda da onomotética das condições amalhada da pressão atmosférica."
Mas, vamos aos vídeos sem vergonhas.
Nem é preciso dizer que o ídolo do Gugutierrez é shushu. Tal quel o aposentado aposentado esqueceu onde fica o freio e acertou sem sutileza nenhuma a traseira da Força Aí Índia de Sutil. Com isso, e como aconteceu com seu ídolo, vai perder cinco posições na próxima corrida.


Agora nosso Uéber. O amigão da prima dona. Não acredito em excesso de coincidências. No sábado sua gasosa acabou e ele largou dos boxes, punido que foi. Ontem, sua falta de habilidade o colocou numa situação estranha. Primeiro, após uma das paradas foi tentar passar pelo berne (da amiga Toro Rosso) como se ele não existisse. Mas, berne existe e fechou a porta. Sua afoiteza o levou de volta aos boxes. Como resultado uma porca porcamente fixada e o vídeo em seguida. Vale dizer que foi punido (Uéber, claro) e vai perder três posições na etapa seguinte. Cá entre nós: coincidência ter colocado a boca no trompete e acontecer tudo isso? E Roseberg. Fez biquinho de infelicidade e, coincidência (?), teve o carro quebrado.


Agora a parte cômica da história. "olha a roda aí gente". Vejam que por pouco incrível Hulk não acerta a dita.

sábado, 13 de abril de 2013

FRUSTRAÇÃO

No treino classificatório para o GP da China que o pariu nesta madrugada de sábado o tom foi de frustração.
Se juntarmos os três períodos não dá um.
Por causa da porcaria dos pneus que derretem os pilotos saíam para a pista com todo o cuidado do mundo dando uma só volta para garantir a passagem para o período seguinte e voltavam para os boxes.
Os pilotos das equipes que contam, claro.
Esse fato é tratado como normal pelos profissionais que acompanham o circo.
Mas, nós do blog, amadores que somos, queremos mais é ver o jiripoca piar.
Fica aquele climão com os buenos da vida enchendo linguiça e os mortais comendo abacaxi (literalmente) para ficar acordado.
Alguém precisa bradar que essa brincadeira perdeu a graça. Pneu que não aguenta a pancada e manda na corrida é insano.
Corrida de automóvel é para os fortes.
Forte de braço, de motor, de advogados para conseguir bons contratos (shushu), de patrocínio (prima dona), de copo (kimi), de fotogenia (Button, segundo a Mariana, bem entendido), de fisico para aguentar as porradas nossas de cada dia (os malucos de primeira volta), de estômago para aguentar os duendes que assombram a F1 (nós) e outras forças por aí.
Pneu é, ou seria, coadjuvante.
Um chute no saco essa realidade do circo.
Por tudo isso, Vetor adotou uma estranha estratégia em usar pneus médios (mais resistentes, porém, sem dar chances da pole) no Q3. Nem completou a única volta porque saiu da pista e foi direto para os boxes. Larga em nono com pneus melhores e a estratégia é ficar mais tempo na pista quando aqueles que largaram com pneus macios forem para os boxes. Sei lá.
Finalmente, como esperado, massinha de modelar ficou atrás da prima dona. Pelo que entendi cometeu um pequeno erro na volta rápida. Mas, andou na frente do espanhol pedante em alguns momentos.
Vamos ver o que acontece na hora que importa, ou seja, na corrida.
Vejam só o que aconteceu com Uéber: depois de toda a polêmica com Vetor acabou sem combustível no Q2. Foi punido e larga em último. Não sei se existe um santo protetor do combustivel, mas, repito ficar sem gasosa no Q2?
Sem comentários. Aí tem.

webber: "além de tudo esse cara vai soltar um peidinho?"

sexta-feira, 12 de abril de 2013

NÃO RESISTO!

Sei que este blog é sério. Tem um escriba que é avô e tudo. 
Mas, não resisto.
Juro que só olhei o rosto do aparvalhado piloto.
Digo mais: estes trajes animavam o grid antes dos motores roncarem.

"cof, cof!"

MÁ RAPÁ!

Certa vez publicamos uma brincadeira de Nelson Piquet pai tirando uma de Nigel Mansell. 
Pois não é que esse moleque Shushu fez algo parecido com Mika Hakkinen?
Quem diria que ele já teve senso de humor?

IGUAL QUE NEM QUE ANTES

Em algum blog passado dissemos que na China que o pariu o assunto seria a santa desobediência de Vettel ultrapassando o atarantado Weber e levando o GP da Malásia dos quintos.
Não deu outra. Os que concebem a F1 como um desfile de carros coloridos e seus pneus de farinha preta estão furiosos com o lemão insolente. Mas, nós estamos adorando.
Disse o piloto alemão, já em Xangai (China que o pariu), que Weber não merece respeito por vários motivos. Provavelmente o australiano nem o convida para seu aniversário. Seria esse um dos motivos. Agora tem um que berrei aos quatro cantos da sala durante a largada do GP do Brasil do ano passado.
Vettel disputando o título e Weber (que, na minha opinião, prefere ajudar a prima dona) espremeu seu companheiro de equipe no muro. Se não fosse essa atitude Vettel não ficaria para trás e não levaria uma bica nos fundilhos de Senna esse, não aquele. Tudo seria diferente.
Por isso e principalmente pela sinceridade o piloto alemão mostrou que vai continuar fazendo o que faz de melhor: mandar ver no da direita.
E, nós agradecemos.
Enquanto isso na caverna dos mafiosos prima dona alfonsinha deu declarações a la shushu sobre o fato de levar poeira na cara de seu companheiro de equipe o massinha de modelar.
Sabedor das mumunhas vremeias tripudiou do pobre brasileiro (pobre maneira de dizer, né?) desnecessariamente. Esse tipo de atitude pode fazer com que massinha de modelar fique mais motivado a andar na frente do espanhol pedante.
Para encerrar o treino de logo mais começa num horário muito agradável fazendo com que os aficcionados que "não" conhecem o modo gravação de seu aparelho Net fiquem naquela de "durmo antes ou depois?"
De minha parte acho maneiro ficar arrastando correntes durante a noite e zumbizando no dia seguinte.

parodiando Alfred Neumman "eu me preocupar?"

quinta-feira, 4 de abril de 2013

AO NÊNES COM CARINHO

A primeira vez que fui apresentado ao tempo, esse dos ponteiros do relógio, foi em Curitiba. Estava fazendo nove anos e uma vizinha me abraçou dizendo mais ou menos que dali a nove anos eu faria dezoito. "Veja só", disse ela.
Eu fiquei imaginando que raio de mágica é essa de se passarem nove anos. Eu nem tinha idéia da passagem do tempo.
Há uma época em nossas vidas que olhamos para as pessoas mais velhas que falam de tempos passados como se falassem de outro mundo. Coisas distantes. Coisas de velhos.
Certa vez, véio Mero contou uma história da década de 1940. Ele havia pulado o muro da Santa Casa, aqui em Rib's onde morava, para roubar frutas das árvores que ficavam na parte de trás do hospital. Na época ele tinha uns quinze anos e lembro que quando ouvi a história estava com uns vinte anos.
Que ironia, pensei, meu pai já teve a minha idade!
O tempo foi passando e minhas lembranças enchendo baús, memórias, fotos, histórias, lembranças que se esmaecem com o tempo. Como era mesmo o nome daquele meu desafeto da rua Djalma Forjaz? Imaginava mil formas de matá-lo. Tempos passados. Nem o nome lembro.
Semana passada tivemos uma festa surpresa para minha cunhada. Ela completou setenta anos.
No entanto, é mentira. Ela não tem setenta anos. Pode ter esta idade cronológica. Tenho em minha lembrança o primeiro dia em que a conheci e desde então sou um dos participantes da festa sem fim que ela e o Carlitão sempre proporcionaram para aqueles que os rodeiam. Dizem que Carlitão não está mais entre nós. Besteira. Nunca deixará de estar. Aqui uma singela homenagem a ele.
E, assim o tempo vai escoando e me pregando peças.
Vejam a última. No dia cinco de abril essa criança sapeca vai fazer um ano de existência. Entrou em nossas vidas de surpresa, bagunçou o meio de campo, tomou conta da sala, do quarto, dos banheiros, da cozinha e tudo o mais. Até do lixo se a gente bobear.




a ferinha quer "descobrir" a máquina fotográfica

E, então, o tempo voltou. Novamente, como aconteceu com meus filhos, estou aprendendo um mundo novo, nova linguagem, novos olhares "pedintes", novas maneiras de enganar para distrair, novas músicas pintadinhas, novas colheres para dar a comidinha, mamadeiras muito mais fáceis de preparar, fraldas descartáveis (uma grande invenção!!!),  mas, as mesmas emoções e saudades inexplicáveis ao longo do dia.

el bigodón tomando suco
Claro que temos momentos em que a exigência por atenção passa um pouco dos limites. Já até andei falando para que ele fosse ler um livro, porém, sem sucesso. Ainda mais eu o escravo preferido dele.
No entanto, temos que aproveitar. Sabemos que o tempo está correndo contra a ingenuidade do Henrique. Ele vai crescer, aprender a linguagem dos adultos, a forma e os gestos. Vai questionar o mundo em que vive. Vai escolher seu caminho. Vai sair do ninho. Vai nos deixar saudosos por um contato qualquer. Telefone, whatsup, um post no blog e etc. Já vi este filme.
Por isso, mesmo tendo curtido a infância dos meus filhos, não perco a chance de aproveitar o tempo com Henrique.

até com chupeta não deixa de ser estiloso

Vai chegar o dia em que não terei mais o tempo do relógio. Mas, olhando para trás vejo que o tempo com meus filhos e neto, um até agora, foi de felicidade plena. Valeu a pena.
Para completar, dos zilhares de filmes e fotos de Henrique este é um dos meus preferidos.
Ele percebe o eco de sua voz enquanto explora o ambiente de uma garagem de uma certa casa em uma certa praia do sul.






Para o outro lado do oceano

Pietro Fittipaldi, bisneto do homem, neto do filho do homem, anunciou que irá correr na Europa neste ano, abandonando, pelo menos por agora, a Nascar. Vejam só, aqui. A categoria é uma tal de F-4, que está sendo criada agora como acesso à F-3. 
A notícia é boa, pois o menino agora integra o programa de jovens pilotos da Telmex, o mesmo que revelou Sergio Perez e Estaban Gutierrez. Dinheiro não falta. 
Deu para ver, no Desafio das Estrelas deste ano, que o menino é do ramo, tem condições de andar com os figurões. Vamos esperar que esta mudança de ares renda bons frutos para o automobilismo. 

Fittipaldinho na ponta da fila, Alfonso fechando a fila no Desafio das Estrelas. Seria este o lugar do menino? 

sexta-feira, 29 de março de 2013

NASCAR É DE LASCAR!

A NASCAR, a Stock Car daquele país lá do norte, também tem seu bad boys.
O atual é o sujeito do caro nº 22, Joey Logano, que anda se envolvendo em confusões a dar com o pau.
Não foi punido em nenhuma ocasião, mesmo porque o que os home "das grana" gostam de uma polêmica que pode atrair verdinhas.
Neste vídeo ele se enrosca com Denny Hamlin, do carro 11, na última curva do GP de Fontana.
Notem o carro de Kyle Busch, nº 18, passando pelos dois briguentos para vencer.
Aparentemente foi coisa de corrida. Um dando peitada no outro até que ambos batem em algum muro abandonando a corrida. Hamlin se ferrou quebrando alguma coisa e indo parar no hospital.
Mas, na continuação do vídeo vemos um gordinho, que não o Montoya, partindo para cima do Logano e sentando umas porradas nele até a turma dos mecânicos deixa disso dispersarem os briguentos.
É Tony Stwart que também quer tirar uma lasca da cara do "amado" Joey, porque supostamente foi fechado por ele numa das inúmeras relargadas.



Joey Logano tem apenas 22 anos e já foi considerado uma grande promessa da NASCAR. Pelo que leio perdeu o foco da carreira nestes acidentes de trânsito, provocados por ele ou não. Vai ter que colocar a cabeça no lugar se quiser ir longe.
Stwart disse, após a pancadaria, que o garoto é "nada mais que um menininho rico que nunca teve que trabalhar por nada na vida."
Uma frase dessas naquele país grande e bobo tem um peso maior do que neste onde muitos menininhos ricos realmente não querem trabalhar por nada na vida.

bad boy não só na pose

quarta-feira, 27 de março de 2013

Isso tem que parar

A temporada começa de um jeito muito amargo. Na Austrália, foi a coisa toda entre Massa e Alonso. É óbvio que a intensão da equipe era inverter a posição entre os dois. Adiantar o pit-stop de Alfonso é uma coisa, mas segurar Massa na pista por mais três voltas, quando o brasileiro perguntava pelo rádio se não seria melhor parar - e qualquer telespectador via que era melhor parar -, foi, claramente, uma manobra programada para que as posições se invertessem sem maiores dores de cabeça para o Mimadinho Alfonsinho, a Prima Dona.
Daí vem a Malásia. Eu estava preparado para ficar acordado até às 5h da manhã e ver 40 minutos de corrida, pois choveria em seguida, depois não teria luz para continuar, e aquela merda de todos os anos. Mas não foi assim. Fiquei animado de ver a briga entre Vettel e Webber e, naquele memento, achei a conduta da Red Bull exemplar, ainda mais em contraste com as ordens explícitas do bandido Ross Brawn na Mercedes.
O desfecho já é conhecido: Vettel ganhou lindamente, mas não podia ganhar, Hamilton levou o carro cambaleante até o fim, mas deveria estar atrás do Rosberg, e tudo isso vem dando muito o que falar. Até John Watson ressurgiu das cinzas irlandesas para dizer que Vettel deveria ser suspenso pela equipe. O alemão ganhou três títulos em três anos, com 27 corridas vencidas na carreira. Naturalmente, com esse histórico e com tudo o que ganhou para a equipe Red Bull, suspender o cara é o mais indicado. Tenha dó, Watson.
Tenho vários amigos que me dizem: "se o Senna estivesse no lugar do Massa, você acha que ele se sujeitaria a escoltar o Alonso?" A resposta é que é óbvio que não. Se o Senna fizesse o que o Vettel fez, seria um herói nacional. Mas não foi o Senna, foi o Vettel.
Acontece que a Ferrari, ainda no tempo do Comendador, se colocava acima da competição entre os pilotos. É conhecida a história de que o Comendador em pessoa teria pedido para que Gilles Villeneuve não brigasse pelo título com Jody Scheckter e foi assim que um dos maiores ídolos da F-1 e da Ferrari morreu sem vencer um campeonato.
Esta cultura de "equipe acima dos pilotos" se institucionalizou na década de 90 quando uma corja de bandidos salafrários tomou conta das equipes de ponta. Na Ferrari, a quadrilha formada por Luca di Montezemolo, Jean Todt, Ross Brawn, Rory Byrne e, posteriormente, Michael Schumacher manipulava a posição de seus carros pista. Gente como Flavio Briatore e Tom Walkinshaw, que não tem qualquer ligação com o esporte, bárbaros fazedores de dinheiro sem nenhuma compreensão sobre a nobreza do esporte, comerciantes procurando diversificar seus investimentos e lavar o que havia de sujo, passaram a comandar equipes vencedoras ou potencialmente vencedoras. É conhecido o golpe que Walkinshaw deu na Arrows, o que, inclusive, atrapalhou fundamentalmente a carreira de Enrique Bernoldi.
Não existe qualquer razão esportiva para não deixar os carros da mesma equipe brigarem na pista. O que a equipe quer preservar é o seu patrimônio e o lucro dos seus acionistas. Nada mais. Por isso, essas ordens de "não passe", "não brigue", "fique na sua", "cuidado com os pneus", "não assuma o risco", são pura bandidagem, fruto da estratégia de maus elementos que tomaram conta do esporte.
Então, o menino vai lá e desobedece a equipe. Antes de tudo, o piloto é educado para pilotar visando vencer. Nenhum moleque vai andar de kart para não brigar para vencer. O instinto que te leva a sentar em um automóvel de competição é ir o mais rápido possível e mais rápido que todos. E, então, quando ele se torna o mais rápido, o mais rápido de todos, a própria equipe o pede para poupar, ficar atrás, levar o carro de volta para a garagem.
Imaginem um jogo de futebol em que os times combinassem que jogariam sério até os 25 minutos do segundo tempo. Dali em diante, porque estava fazendo muito calor, eles tocariam a bola até o fim, sem correr muito, sem cansar, o resultado ficaria como estivesse. Todo mundo ficaria indignado, mas é exatamente isso que tem acontecido no esporte a motor.
O carro é um instrumento para o talento do piloto; a equipe é, nada mais, que um instrumento para o piloto. Ser piloto de Grand Prix sempre significou correr para ser o mais rápido, para vencer e, então, levar o nome da equipe ao prestígio. Mas sempre, ao longo da história, o nome do piloto vencedor aparece em primeiro plano e, só depois, é que se vai olhar qual a escuderia. Repito: em Grand Prix, a equipe é instrumento. Se a ideia não é essa, que coloquem os pilotos para correr no mesmo carro, como acontece no endurance. Enquanto não for assim, quem vence é o piloto, quem briga é o piloto, quem põe seu pescoço à prova toda corrida é o piloto, o risco é dele, e a única coisa que compensa isso tudo é a vitória. Se o indivíduo mais rápido vai ser privado de brigar para vencer e concordar com isso, melhor é mesmo ir vender pastel na feira ou jogar golfe.
A F-1 tem seus bandidos e alguns estão nomeados acima. Sebastian Vettel não é um deles.

"If you no longer go for a gap that exists, you're no longer a racing driver". 

MAS, NÃO É ESPORTE?

A atitude de Vettel no GP onde Judas perdeu o senso malasiano está bombando como se diz.
Inclusive bomba nossa paciência.
Todos se dizem horrorizados pelo Vettor agir como deve agir um piloto de competição.
Até Hamilton, beneficiado por uma ordem de equipe, deu seu pitaco.
Fica no seu canto "mirton".
Vejam onde parou a F1. Perdeu totalmente o senso do ridículo. O circo deve, em verdade, promover um desfile de carros coloridos com vitorioso escolhido de acordo com interesses ou fatos muitas vezes escusos.
Houve mesmo uma comparação com o ocorrido ente Senna e Prost em Imola em 1989.



Havia uma combinação segundo a qual quem estaria na frente após a largada não seria atacado na primeira volta. Pois sim! Senna ignorou o combinado e mandou ver.
Prost fez mimimi com relação a este fato o resto da vida (ele está vivo.). O que ele não diz é que, em verdade, queria enquadrar seu companheiro de equipe, campeão o ano anterior e melhor piloto que ele.
Prost, apesar de não precisar uma vez que era bom de braço, sempre agia politicamente para rebaixar colegas de equipe. Mansell que o diga.
Essa comparação não tem o mínimo sentido. Weber não é Prost e Vettel não é Senna.
Webber não é um piloto que mereça respeito.
Perdeu sozinho o título de 2010 e detesta ultrapassar a prima dona alfonsinha.
Repito que deveria ter dado todo o gás quando sentiu que Vettel vinha para cima. Prefere fazer caras e bocas.
De vez em quando falo para o chefe do blog que as equipes deveriam ter um carro só. Pelo regulamento poderiam alugar chassi para quem tivesse dinheiro para tanto. Mas, sem essa de jogo de equipe. Se assim fosse não estaria postando sobre essa chacrinha.
Por falar em chacrinha, o sósia do velho guerreiro Flávio Briatore desandou a falar abobrinhas.
Se bem que falou uma coisa certa. Quem manda na Red Bull é o Vettel. Se eu fosse dono da equipe diria a mesma coisa. Quem tem a preferência é o tricampeão e não um sujeito chato que pensa ser maior do que é.
E, Webber não é argentino. É australiano.
Lembrando que Britadore é empresário de Webber e desafeto de Christian Horner.
Também foi expulso da F1 por ser um cara legal....
Sobre este assunto "ordens de equipe" nós do blog temos posição totalmente contrária.
Criam situações absurdas como a do GP da Áustria em 2002 quando Rubim merecia vencer e foi ridiculamente impedido pelos mafiosos de mamã Ferrari.
Manchou ainda mais a biografia de Shushu. Ele nem precisava desta proteção para sagrar-se campeão naquela temporada.



Depois disto o regulamento foi alterado depois disso porém violado pela própria Ferrari na Alemanha em 2012 quando mandaram descaradamente massa abrir caminho para a prima dona. A equipe recebeu apenas  uma multa.
Muitos dizem que estas ordens fazem parte do jogo mas, em verdade, afastam cada vez mais os fãs da categoria. Podemos até assistir mas com uma certa distância. Sabemos que na moita duendes e sósias do chacrinha estão à espreita.

"eu vim para sacanear não para explicar"

segunda-feira, 25 de março de 2013

ESTA DANDO O QUE FALAR

A desobediência de Vetor está dando o que falar. Até o pessoal dos toro vremeios ficaram ligeiramente putos com o menino impertinente.
Vamos voltar ao assunto.
Mas, por ora a gente se diverte com nosso querido Uéber mostrando o dedo médio para o Vetor.
Notem que nem se o alemão estivesse olhando no espelho veria a falta de educação de seu companheiro de equipe.
Meio escondido tal e coisa.
Seria mais produtivo o australiano arrancar o sutiã no pódio e chicotear Vetor faminto.
Ui!!


domingo, 24 de março de 2013

A EXPLICAÇÃO

Buenos. O mimimi de Uéber no ponto de refresco antes do pódio e após a corrida tem explicação.
Vetor desobedeceu ordens dos toros vremeio e ultrapassou o australiano.
Bastião pediu desculpas tal e coisa.
O pódio foi de uma alegria só.
O primeiro e segundo vencedores deveriam estar trocados e o terceiro, Hamiltão, nem deveria estar ali, uma vez que Roseberg, ao contrário de Vetor, obedeceu e ficou amargando um quarto lugar quando era mais rápido que o inglês. Então, a champã teve um gosto de limonada estragada.
Na questão de obedecer ordens já vimos este filme. Senna sempre vazia o que dava na telha ignorando os mimimis de  Prost (ituto) quando eram companheiros de equipe. Por essa e outras o clima entre os dois era sempre de trovoadas e puxadas de tapetes.
Cá entre nós detesto esse negócio de "tragam as crianças para casa" que aquele global adora repetir.
O scambáu!
Piloto que é fodão faz o que Vetor fez. Uéber, que levou uma volta inteira para ultrapassar prima dona com asa quebrada, não é um piloto aguerrido na hora que deve ser. Ora, quando sentiu o bafo quente do faminto companheiro de equipe tinha mais é que acelerar. Mais, chegou quatro segundos atrás quando todos imaginavam que iria partir para a briga o final quando, teoricamente, teria pneus mais inteiros que os de Vetor.
Enfim, essa história vai dar o que falar e pelo menos a gente tem o que comentar.
Até a China, em 14 de abril vamos ter assunto.

notem a alegria esfuziante
 Prima dona deu aquelas declarações de sempre, mas, disse que não podia ver a asa de dentro do carro (o que é verdade) e seguiu adiante por ordem da equipe, pensando em parar duas ou três voltas depois e trocar, além da asa, pneus.
Ou seja, disse que o cego não foi ele.

"a burrada não foi minha"

MALÁSIA

O LAMBÃO DA CORRIDA

Terminado o GP da Malásia vamos aos comentários temperados pelo sono devido acordar de madrugada.
No vídeo (e para noooooossssa alegria) o lambão da corrida.
A atitude de prima dona, em ficar na pista com a asa dianteira ferida, mostra que o sujeito não tem respeito pelos companheiros de profissão. A peça, arrastando no chão, poderia se soltar provocando um acidente grave pela proximidade dos carros. Afinal, era a primeira volta. 
No entanto, o mimadinho resolveu arriscar esperando a pista secar mais um pouco e efetuar uma troca de pneus e asa dianteira. 
Não deu certo e acabou atropelado pela própria asa. 
Vale dizer que ele largou bem e estava em segundo atrás de Vetor quando cometeu a barbeiragem em bater na traseira do alemão que tem a bunda dura e nada sofreu.
Alguns globais, por incrível que pareça, primeiro disseram que Vetor pode ter freado antes do tempo e por isso levou uma pimba. Depois insinuaram que Uéber teria tocado no dito. Pelo menos Luciano Burp desmentiu tudo isso, ajudado pelas imagens que não deixaram dúvidas sobre a barbeiragem. 


SAUDADES DE CASA

O momento cômico. Hilário Hamilton faz sua primeira parada nos boxes da .... McLaren. Os frentistas de luxo morrendo de rir, naturalmente, mandam o pimpão trocar óleo em outro lugar. De preferência em sua própria equipe, dona Mercedes.


VEXAME

Dois vídeos que valem por um. Parece replay mas, a escuderia que está à beira da falência mostra o porquê.
Força aí Índia, que não Resta nem Sutileza.
Pelo que informaram houve um problema na junção do parafuso da rebimboca que estolou a porca.
Nos dois carros. Acho que, na verdade, não pagaram a conta da pistola pneumática. 


Nestas horas fico imaginando o rosário de palavrões desfiado pelos pilotos. Até na língua venusiana.

A RODA IÔ-IÔ ESTÁ DE VOLTA!!!

Lembram da roda iô-iô relatada aqui?
Pois a McLaren retornou com o projeto. A "vítima" é o mesmo Butão de antes. Desta vez ele nem saiu da área dos boxes. Pelo visto o projeto continua aquela merda.


Para completar: novamente não tivemos os malucos de primeira volta. É uma pena porque a gente tem mais assunto quando pedaços de carros saem voando.
Sim, Pastor sem ovelhas deu uma escapada e perdeu um pedaço da asa, mas não é a mesma coisa.
Tivemos grandes pegas. Por exemplo, entre Uéber e Vetor pela liderança nas voltas finais. Tudo muito dentro da lisura. Uéber ficou naquele mimimi na área de refresco dos pilotos antes do pódio (ele foi segundo e Vetor primeiro). Mas, sem razão alguma. Vetor, tal como a Heidi é faminto.
Rose Bráu lembrou os tempos em que era um dos mandões da mamã Ferrari e ordenou ao pobre Roseberg que sossegasse o facho ficando atrás de seu companheiro Hamiltão apesar de estar mais rápido Tanto que Hamiltão disse, após a corrida que Roseberg deveria estar em seu lugar. Com isso, o alemão ficou em quarto na corrida e Hamiltão o terceiro.
Diga-se de passagem que dona Mercedes colocou seus carros para sambar. Fizeram excelente corrida tendo em vista os tempos de Shushu magro.
Kiwi Vodkanem ficou atrapalhado pelos atrapalhados pilotos intermediários e acabou em 7º atrás do Romã da Granja. Levou até uma tocada de roda do incrível Hulk. Foi muito feio da parte do verdinho.
Ah! Faltou o novamente festejado massinha de modelar. Ele correu como se mimadinho Alfonsinho estivesse na pista. Ou seja, ficou escondido a maior parte da corrida. No final da corrida alguém avisou "cara, você pode mostrar serviço". Então, trocou pneus e fez um grand finale. Uma ultrapassagem por fora sobre incrível Hulk (se não me engano) mostrando grande senso de oportunidade, uma vez que Hulk brigava com Vodkanem pela posição.

sábado, 23 de março de 2013

MAIS TEORIA DA CONSPIRAÇÃO

Sou daqueles que acreditam sempre haver algo por detrás de determinados acontecimentos. Ou algo dentro de acontecimentos. No caso do Kinder Ovo, por ex., tenho razão.
No treino oficial para a largada do GP da Malásia que acontecerá, obviamente, na Malásia (onde Judas esqueceu o aquecedor ligado) Kiwi Vodkanem foi punido por atrapalhar Kico Roseberg no Q3.
Não vi o evento mas, ele parece resignado com a punição.
Eu, no entanto, já elaborei minha teoria da conspiração.
Senão vejamos: Kiwi venceu a primeira corrida da temporada deixando prima dona com cara de tacho.
Virou alvo. Se não piorar seu desempenho outras punições virão. Quem viver verá.
Para fundamentar vejam neste vídeo onde incrível Hulk fica verde de raiva por ter sido atrapalhado pelo Chapolin Perez.
Tá certo, era o Q1 e faltavam por volta de cinco minutos para acabar a primeira parte do treino.
Mas, Hulk estava em 14º lugar perigando não passar para o Q2, enquanto Chapolin em 9ª estava mais tranquilo e beneficiado pela barbeiragem.
O mexicano não foi punido e a carruagem seguiu pelo vale encantado e árido da Malásia.
No frigir dos ovos fritos no asfalto escaldante Chapolin larga em 9º e incrível Hulk em 12º .
Ah. Massa larga em segundo num eletrizante fim de treino, conseguindo mais uma vez superar prima dona que ficou bicudim na pesagem dos pilotos após o treino. Vettel sai em primeiro e vamos ver se a Heidi faminta não desce do salto permitindo a ele vencer.
Prima dona sai em terceiro e, mais óbvio que a chuva, vai ser beneficiado por mamã Ferrari que inventará algo para ferrar o brasileiro.
Para finalizar resolvi dar uma gugada e descobri que Heidi faminta é a Heidi (ah vá) Klum, modelo famosa (que desconhecia) antigo caso de Britadore com quem tem um filho. Gugando e aprendendo.



esta é a poderosa Heidi faminta
"tranquilex, nego. Mamã me adora-me"
Massa pensando numa desculpa para a ferroada vremeia

sexta-feira, 22 de março de 2013

ONDE ESTÁ A GRAÇA?

Está por pouco o início do treino oficial para o GP de F1 onde Judas perdeu a Malásia num calor que lembra Rib's. Será num horário de Brasília bem legal. Cinco de la matina.
A tônica que domina o grid no entanto são os pneus de farinha preta que a Pirelli leva para os GPs o tempo suficiente para os fãs começarem a detestar esta marca. Não lembro, confesso, desde quando o duende mor da F1, Berne Aquistone, introduziu a ideia de trazer mais emoção com pneus que desmancham.
Uma merda de ideia por sinal.
Estou lendo comentários, reclamações dos pilotos e tudo o mais sobre a dependência química dos carros em relação aos pneus.
Dizem alguns que não haverá sapatos suficientes para a corrida inteira tamanha a degradação.
Sim, sabemos que haverá. Basta andar beeeemmm devagar para economizar os ditos.
E onde está a graça?

pode escolher qualquer um para equipar seu F1. Todos são uma grande merda

segunda-feira, 18 de março de 2013

CHAPOLIN "CULHÕES" PEREZ

Neste fétido mundo da F1 declarações dos envolvidos normalmente não refletem a realidade. São até mentirosas. 
Porém, estou lendo uma declaração extremamente corajosa e, tem todo o jeito, pensada de Chapolin Perez em relação às pressões que determinados pilotos sofrem dentro deste circo da F1.
Ele, até o ano passado, era piloto de uma escola de jovens talentos de mamã Ferrari com vinculação contratual e tudo. Corria na Sáuber (se lá) que utiliza motores Ferrari.
Diz ele que sempre ouvia para tomar cuidado com o mimadinho espanhol Dom Alfonsinho "el bicudim".
Mesmo se considerarmos que a declaração foi pensada, pela esnobada que levou da mamã Ferrari ao ultrapassar "el bicudim" em Monza na corrida de 2012 deixando o espanhol em terceiro é um fato novo nas pressões que sabemos existirem na calada dos boxes.
Naquela ocasião o  cappo di tuti capo da Ferrari Luca de Montedemerda disse "Colocar um rapaz bem jovem na Ferrari, com a pressão da Ferrari... É preciso mais experiência. Na próxima temporada ainda é muito cedo".
Só faltou dizer que "ninguém mandou ultrapassar nosso mimado pimpolho".
Não é a primeira vez que a Ferrari se vê às voltas com essas merdas todas.
Aqui uma declaração do ex-piloto de F1 Norberto Fontana (who?), argentino, relatando que o duende vremeio João Toddy então capo da Ferrari frequentava, em 1997, os boxes da Sáuber (!!!!)  a exigir que bloqueassem a passagem do então rival do falecido e aposentado Shushu Jackes Villaneuve, que mesmo assim levou o título para casa.
É por estas e outras que assisto corridas com máscara para evitar o cheiro de  podridão.
"Vô te contar. Ultrapassei o mimadinho porque estou com contrato assinado com a McLaren, eh eh"
"Tá vendo o que tenho na mão? Vou jogar no ventilador"
"fedeu, seu fidapu!

domingo, 17 de março de 2013

A ZEBRA BÍPEDE

Nesta madrugada de domingo, depois do chove e molha, aconteceu a primeira etapa da temporada de F1 lá onde o Judas perdeu o guarda chuva. Ou guardachuva, ou guarda-chuva. Sei lá o que virou o acordo pornográfico Pt-Br.
Quase nada mudou, senão vejamos: na largada nosso renomado pé murcho Uéber ficou para trás e nem prestei mais atenção no rapaz.
Massa largou bem e ousou ignorar prima dona babando em seu cangote. Daí, veio o esperado. Mamã Ferrari ferrou seu filhinho de poucas posses para ajudar o filhinho preferido daquele banco.
Grande corrida do Adriano (nada) Sutil. No final ficou sem borracha. Merecia uma melhor estratégia da  Força Aí Índia sua zonza equipe.
Hamilton mostrou que continua fera e dona Mercedes construiu um carro melhor que a McLaren. Pelo menos é o que parece.
E vamos aos destaques: em primeiro a corridaça de Wiwi Vodkanem. Bela estratégia deixando a prima dona Alfonsinha cheia de mimimis. Duas paradas e a vitória zebrada. Ainda esnobou dizendo que foi fácil.Esperamos que continue na mesma toada (como dizia minha avó).
Na parte negativa a corrida do Vetor. Pelos treinos a impressão era de que iria vencer com três rodas. Qual nada. Corrida esquisita, fraca e ficou a impressão de uma certa falta de ânimo. Como é cheio de graça e batizou seu carro de Heidi faminta ou algo assim a gente pode dizer que broxou legal.
Finalmente devemos registrar nossa indignação pela falta de ação dos malucos de primeira volta.
Nem um pedacinho de carro voou durante a corrida. Romã da Granja, Chapolin Perez e aqueles que estreiam não honraram a tradição batista (de bater).
Em certos momentos deu até sono.
Assim não dá. O blog vai enviar uma moção de repúdio ao bom mocismo desse pessoal. Áras!
Tivemos um momento uáu com (claro) Pastor sem ovelhas que errou a freada e deu trabalho para o guincho. Segue o vídeo.
Mas, foi só.


ele vai dar mil desculpas mas, aposto que estava fuçando no rádio

GGRRRRRRRRRRR

"isso nunca aconteceu comigo"

"vira, vira, vira,virou!"

sexta-feira, 15 de março de 2013

COMEÇOU!!!

Acabou de acabar (ui!) o primeiro treino para a primeira corrida da temporada da F1.
Como disse Massa, aqui é onde a coisa pega e não nesses treinos extra-oficiais (foi mais ou menos isso).
Não tivemos muitas novidades.
No vídeo prima dona leva o carro para dançar na curva, roseberg gasta pneus e chapolin perez maltrata a zebra.
Na foto, os primeiros de sempre e o paulo que restou saindo do carro.
Vamos aguardar os outros treinos e a corrida arrastando correntes madrugada adentro para "alegria" da rainha da mansão.


quinta-feira, 14 de março de 2013

VELHO BARÃO

Não poderia deixar de lembrar do grande incentivador do automobilismo no Brasil. Com sua atuação as corridas de motos e automóveis tiveram maior divulgação, acelerando corações e mentes a gostar deste esporte tão seletivo.
Lembro que sempre disse ao chefe do blog que assisti à corrida em Monza no ano de 1972 com o coração na boca porque detesteva o rival de Emersão na disputa daquele título, Jackie Stwart.
E, que o velho barão não transmitiu a chegada pela emoção. Seria o responsável pela narração da chegada o comentarista.
A infernal internet já me desmentiu em outras ocasiões e agora também.
Vemos no vídeo postado pelo chefe que a chegada foi transmitida pelo Wilsão sem a voz embargada da minha memória. Provavelmente essa voz veio mais tarde quando caiu a ficha.
Mas, eu lembro bem que assistia às transmissões pela TV e ouvia o velho barão pela Jovem Pan.
Pelo menos ele não confundia retardatários com o líder da corrida. Cansei de ouvir os locutores da época dizerem pela TV que o piloto que iria levar uma volta do líder era quem liderava a corrida pelo fato de estar na frente de quem realmente liderava.

velho barão ao fundo com a prole pé pesado.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Habemus Papam! Mas ele é argentino...

Imaginem um país hipotético. Neste país - laico, por sinal - o anúncio do cardeal que assumiria o posto de sumo pontífice da igreja católica seria transmitido ao vivo. Um animador de televisão diria: "estamos, ao vivo, transmitindo para a maior nação católica do mundo o anúncio do novo Papa". Não soprariam no ouvido dele que a nação, a rigor, não tem religião. 
E então, anuncia-se o novo Papa e ele é argentino. O mesmo animador resigna-se, mas observa que gostaria mais que o eleito fosse um cardeal "do nosso país", afinal de contas, agora eles têm o Messi e, também, o Papa. Vejam só. 
No mesmo dia, também ao vivo, entraria na transmissão o julgamento de um indivíduo acusado de matar sua namorada. Estamos bem no momento em que o acusado é arguido por seus advogados de defesa. Após alguns poucos minutos, aquele mesmo animador, irritado, mandaria retirar do ar aquelas cenas, pois seria absurdo ficar ouvindo a defesa fazer perguntas para o réu responder. Ele diria algo como "estas perguntas devem ser combinadas. Claro que não vão fazer com que o réu se enrole". Logo, vamos tirá-las do ar. Nada mais óbvio naquele nosso país hipotético. 
Em seguida, entra a reportagem sobre o caso de um acidente automobilístico em que um indivíduo dirigindo um carro colidiu com um ciclista. O ciclista, tragicamente, teve um braço amputado. Por estar embriagado - ou, por terem dito estar embriagado -, quiseram que o motorista respondesse por tentativa de homicídio. E o elemento subjetivo do tipo? Dolo eventual, claro. Levado o caso ao juiz, esse decidiu que não, que não houve dolo eventual, pois tal figura é incompatível com crime tentado, mas não consumado. Acrescentou o magistrado que "raciocinar de forma diversa consistiria em verdadeiro sofisma". 
Nosso animador de TV do país hipotético discordaria, procurando explicar ao seu público o que é sofisma: "era uma coisa da Grécia antiga em que você especulava sobre algo que era contra a lei". Claro que, neste país hipotético, a história da filosofia é completamente diversa daquela que nós conhecemos. Percebe-se, claramente, que neste lugar inventado Sócrates jamais seria um sofista. 
Continuaria nosso animador, dirigindo-se agora diretamente ao magistrado: "concordo com Vossa Senhoria" - ah, sim, neste país os juízes não são chamados de Excelência - "e é por isso que eu acho que a lei tem que mudar". 
De repente, a televisão desliga e somos colocados a pensar neste país hipotético. Ora, se este animador de TV é formador de opinião é porque os verdadeiros formadores de opinião são ignorados ou muito incompetentes. Deve ser esse, pois, o problema: quem deveria seriamente pensar as questões do país está metido em conchavo e politicagem barata e não tem tempo ou interesse nas questões nacionais mais relevantes. 
Ainda, neste lugar inventado na nossa cabeça, se o animador de TV, formador de opinião, não quer ouvir as perguntas da defesa porque com elas o réu não vai se enrolar; mais, se uma decisão que aplica corretamente a lei é apenas um sinal de que a lei deve ser mudada, então, temos um país neofacista em que a lei é usada, na verdade, para subverter o direito. 
Após pensar hipoteticamente neste lugar inventado, o indivíduo levanta-se do sofá, vai até a sua geladeira procurando o que comer e constata: habemus ignorantiam