Filme de dona Mercedes e a visão do piloto, no caso Botas, com o halo instalado. Dizem, os pilotos, que não atrapalha a visão. Pergunto: dá para enxergar as luzes de partida?
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
TROFÉU XEPA!
A gente demora mas, de vez em quando sai um troféu Xepa.
Desta vez vai para nada mais nada menos que Berne Aquistone. O cara é campeão em bobagens.
Não manda mais porra nenhuma mas, fala asneiras e a imprensa repercute como se o cara fosse o profeta do amanhã.
Enfim, veio com um papo dos carros de F-1 terem motores elétricos no futuro. Pior. Fala como se mandasse alguma coisa. Deu a entender que o nome Fórmula 1 é dele e que vai mexer os pauzinhos para assegurar a eletricidade na categoria.
Xô vê. Carros totalmente elétricos com aquele barulho irritante de zabeia já existem. Nem conseguem andar a trezentos por hora. As baterias não aguentam uma corrida inteira. Etc, etc e etc.
Quer carros totalmente chocantes? Invista na F-E e não enche.
A cereja foi dizer que o antigo ruído (ave 10 cilindros) pode ser artificialmente produzido. Lógico que sim. Bota umas "potências" com "falantes" fudidos e sons de corridas antigas. Um dos meus sobrinhos pode ajudar. Tem uns troços no porta malas do carro dele que ocupa mais da metade do espaço. Mas, faz um barulho do cão.
O chantili mofado foi a velha ladainha da saída de mamã Ferrari da categoria. Parei de ler neste ponto e encomendei a torta de resto de feira de Dona Gertrudes.
Ela avisou que a torta já estava na caixinha do Sedex fazia uma semana. Esperando a escolha. Berrou no telefone, "já avisei o moço para vir buscar com máscara anti-gás".
![]() |
| "estou vivo. Mas, não estou morto!" |
Marcadores:
troféu xepa
ABANDONANDO O BARCO
Dizem que, quando o barco começa a afundar os ratos são os primeiros a correr para os botes.
A equipe Williams vem, nos últimos anos, descendo a ladeira. Apesar de bons profissionais e o melhor pum atômico da categoria. Tá certo que os pilotos não ajudaram muito na última temporada. E, decisões acerca dos cockpits para 2018 acabaram mais para comédia pastelão.
Diante deste quadro todo foi anunciada a saída da fábrica de bebidas Martini da equipe de dona Clara Williams.
Final de contratado que não será renovado tal e coisa. A mesma conversa de sempre. "Fomos felizes enquanto durou."
O fato é que não se sabe se a fábrica vai procurar outra equipe, ou se vai abandonar a vitrine chamada F-1.
Mas, lembram daquela história de um piloto com mais de 25 anos que participaria de eventos alcoólicos ? Coisa de legislação hipócrita.
Fizeram pouco caso da exigência contratando um fraldento que trouxe mais alfaces que Roberto Kidebico. O soviético (como diz o afanador do trono) Sergin Tironokuzim.
Roberto tem 33 anos e seria o escolhido porque tomaria todas sem problemas.
Mas, eis que surge Sergin e seus rublos. Apesar de ter 22 anos foi o escolhido por seus lindos olhos.
Kudebido virou o terceiro piloto e seria o escolhido para a participação nos eventos da fábrica de bebidas. Eu disse terceiro piloto. Nada dos titulares impedidos pela idade. Portanto, óbvia a decisão dos garrafentos. Enfiamos mó grana e não somos ouvidos?
Com isso a Williams depende cada vez mais de piloto pagante. Vai, neste ano, despencar ladeira abaixo, brigando com a Sauber.
Quem viver verá.
![]() |
| "tamos fora. Hic!" |
Marcadores:
claire williams,
martini
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
SEMI-NOVO NOVO
Sabem aquelas revendas que colocam os carros em exposição sobre plataformas?
Pois é.
A Força Aí Índia já colocou seu carro à venda. Os vendedores, no clima, até vestem roupas com a cor do automóvel.
Eu acrescentaria alguns detalhes que vejo nas redondezas de casa. De vez em quando ocorre um festival de carro usado no centro de eventos (no estacionamento) e penduram um veículo numa plataforma içada por um guindaste. Meninos, dá um medão do cacete passar embaixo da gambiarra e levar uma "carrada". Outra revenda passa o fim de semana soltando fogos de quinze em quinze minutos. Mariana disse, ante minha indignação com o barulho, que o dono solta fogos toda vez que vende um carro. Balela. A revenda continua lotada.
Bom. A Força Aí Índia está no caminho certo. Tenho até um slogan vendo um dos patrocinadores com o nome daquele deserto. "O carro é tão econômico que o tanque de combustível vai estar sempre deserto". Tudo bem. Doeu.
Marcadores:
force índia
COMEÇOU!!
Hoje o pontapé inicial da temporada de F-1 com os testes em Barcelona. Não dizem muito.
Tem sempre equipes escondendo o jogo, outras mostrando mais do que realmente valem e etc.
Engraçado a babação que envolve Mimadon e, por extensão, a McLaren. Tem gente dizendo que a pintura do carro deste ano é o máximo do cacete.
![]() |
Sinceramente não gostei desta cor amarelo gemada/ovo podre. E, olha que gosto de amarelo. Notem a estatal alvo de polêmica ao ser anunciada como patrocinadora da escuderia de dona Clara. Ali no capô.
Sorrisão terminou a primeira parte em primeiro. Destaque para Mimadon que provocou a primeira bandeira vermelha. Motor? Não. Roda solta.
Marcadores:
barcelona
O CAÇULA FARIA 75
Ontem, 25/02 o caçula dos Beatles faria 75 anos. Seu twiter oficial convidou a ouvir esta versão de "isn't a pity" do "Concert for George".
Marcadores:
George Harrison
sábado, 24 de fevereiro de 2018
PORRADA!
Confesso que assisto algumas corridas para ver as pancadas. A Stock daquele país do Trumpete (mistura de trumpete e topete) é um prato cheio (e transbordante) de porradas que tiram o tédio de corridas que consistem em voltas e voltas em circuito oval.
Abaixo uma amostra. A melhor é em 2:00 m (mais ou menos) quando a baixinha invocada dá adeus à categoria envolvida numa suruba (quero dizer panca geral).
Como as 500 milhas de Daytona inauguraram a temporada de 2018 e não tinha mais o que fazer resolvi dar uma espiada na prova. Perdi a paciência quando no início deram uma bandeira amarela. Ninguém, nem seudeus, sabia o motivo. Os narradores escarafunchando as redes sociais, as transmissões marcianas, jornais antigos, vaso sanitário, e nada. Certo tempo depois a resposta. Alguém leu em algum lugar e mandou, via trinado (twiter), que um carro ficou lento de repente. Só que se ficou, desficou porque ninguém viu. Falaram o número do dito que continuava pimpão. Minha pequena paciência foi para o saco. Voltei ao meu esporte favorito que é a roleta televisiva.
Voltei à transmissão a tempo de ver a chegada. Que é sempre igual. Alguém vem berrando "mamãe vou ganhar!", leva uma encoxada e beija o muro. Desta vez foi um tal de Almirola, em mais ou menos 50 segundos, o infeliz.
Vale tudo. Só não vale levar a sério um troço desses.
Marcadores:
daytona
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
PONTO PARA ELE
Acostumamos a ouvir pilotos de competição dar declarações xuxuzísticas. Ou seja, mais em cima do muro possível.
Outro dia Rubim deu a entender que falaria sobre as mazelas de mamã Ferrari no tempo em que lá correu. Como se não soubéssemos.
Mas, instado a falar, disse que não desnudaria o que sabia porque o filho estava em início de carreira e poderia ser prejudicado. Rá!
No entanto, adorei a declaração de Louco de Graça a respeito do acordo da fedida Petrobrás e a falida equipe de dona Clara Williams. Chutou no ponto mais sensível com toda razão. A estatal não apoia nenhum (que eu saiba) piloto em ascensão, nem categoria de monopostos (para ficar nos monopostos, nossa paixão) e joga alfaces numa equipe que despenca ladeira abaixo.
Com essa demonstração de coragem de Graça ganhou nossa torcida no campeonato da Stock.
Outro dia Rubim deu a entender que falaria sobre as mazelas de mamã Ferrari no tempo em que lá correu. Como se não soubéssemos.
Mas, instado a falar, disse que não desnudaria o que sabia porque o filho estava em início de carreira e poderia ser prejudicado. Rá!
No entanto, adorei a declaração de Louco de Graça a respeito do acordo da fedida Petrobrás e a falida equipe de dona Clara Williams. Chutou no ponto mais sensível com toda razão. A estatal não apoia nenhum (que eu saiba) piloto em ascensão, nem categoria de monopostos (para ficar nos monopostos, nossa paixão) e joga alfaces numa equipe que despenca ladeira abaixo.
Com essa demonstração de coragem de Graça ganhou nossa torcida no campeonato da Stock.
![]() |
| "mato a cobra e mostro o troféu!" |
Marcadores:
lucas di Grassi,
petrobrás
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
TODOS IGUAIS?
Algumas equipes estão lançando o carro para 2018. A novidade é o banimento da famosa barbatana de tubarão. Como a gente sempre diz, os apêndices aerodinâmicos não precisam ser bonitos, mas eficientes.
Em alguns casos, como na March aí de cima, o engenheiro roubou a mesa de centro de mamãe e instalou no bico do carro. Horrível, mas eficiente. Nem tanto porque este carro era muito ruim.
O uso da barbatana de tubarão foi justificada "porque otimizava o fluxo gasométrico do ar frontal em relação ao cosmo de maneira que saísse pelo intestino grosso de modo delgado".
Quem gostava mesmo do troço era o patrocinador.
Mas, voltando aos lançamentos. Um tempo atrás comentava com o chefe do blog que bastava trocar a pintura dos carros e apresentá-los como sendo desta ou daquela escuderia. Todos muito parecidos.
Sim, não costumo reparar nos detalhes que fazem a diferença. Um buraquinho (êpa!) aqui e ali.
Os Toro Seniores tiveram dissabores com buracos mal explicados em 2011.
Enfim, estamos aguardando ansiosamente o início da bagaça e o enrosco que os Ralos vão proporcionar aos pilotos. Como entrar no carro? Como sair? E se capotar? Como dar tchau para as grid girls (ah, esse problema já foi resolvido).
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
NERVOSINHA
Nos últimos tempos assistimos o despencar ladeira abaixo da equipe de dona Clara Williams.
Assisti o documentário sobre a equipe e seu fundador Frank Williams (está na Netflix).
Ali. sem cobertura de chocolate, todas as lutas para alcançar o topo. Hoje, por ex., os irmãos não se falam porque dona Clara foi escolhida para conduzir os negócios, uma vez que Frank não tem condições físicas para tal.
Existe a lenda de uma equipe gosta de pagar pouco e dispensar campeões. Mais ou menos o que aconteceu com Nigel Mansell em 1992.
O ápice desta avareza acontece agora, véspera da temporada de 2018. O fraldento, e cada vez mais babaca, Lancei Troll é virtualmente o dono da equipe. Papi despejou uma tonelada de alfaces na conta da equipe e até mesmo massinha de modelar andou recolhendo o pé em disputas com a filhinho do papai nas pistas na tentativa de renovar contrato.
Ainda assim foi dispensado.
No meio da temporada passada ventilou-se que Robertão Kudebico seria o companheiro do canadense. Diziam que o clã Troll era contra. Previam, com razão, que o polonês não iria amaciar para o fraldento.
Nessas de vai não vai, aparece Sergim Tironokuzim e mais alfaces a oferecer. Levou o cockpit.
Dançou Kudebico, que virou terceiro piloto. Sem falar no terceiro piloto de 2017, Paulo que Resta, que levou um bico nos fundilhos sem mais aquela.
Leio que a chefa, Clara, no lançamento do carro para a temporada que entra reclama do tratamento da imprensa especializada. Defende que, os pilotos pagante não são apenas pagantes. São pilotos que criam interesses em parceiros (endinheirados) o que é bom para eles e para os negócios.
Não acompanhei o raciocínio tortuoso. Mas, é evidente que a atual administração da equipe Williams coloca os assentos de seus carros em leilão. O resto é conversa mole.
![]() |
| "ôrra meu! Não são pagantes. Despertam interesses em parceiros que pagam" |
Marcadores:
claire williams
COMEÇOU!
Prometi que não iria mais me importar sobre Mimadon até o início das corridas.
Mas,...
Estou lendo algo interessante.
A categoria superior da WEC, a LMP1, terá dez carros nesta temporada. Oito de equipes privadas e dois da Toyota, equipe oficial.
Estes carros da Toyota são híbridos, os famosos carros fantasmas. Mezzo elétricos, mezzo explosão (os motores, claro).
Os outros são "não híbridos".
Bom, o regulamento maluco diz que ninguém pode superar os híbridos, ou seja os carros da Toyota. Quem superar será punido. Ainda não definiram qual vai ser a punição. Fuzilamento não está descartado.
Competição para quem cara pálida?
Portanto, ninguém poderá andar na frente dos Toyotas.
Nem vou dizer que Mimadon estará num desses carros japoneses. Só nos resta aguardar qual punição ocorrerá se o outro carro da Toyota superar o carro do espanhol.
É maluco mesmo.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
AINDA SOBRE ONTEM
O assunto Mimadon é recorrente em todos os sites (ou quase todos). Está se tornando chato, é verdade.
Um episódio mexeu mais do que uma tentativa de ajudá-lo a ganhar corridas na WEC.
Como sabemos alteraram a data da corrida em Fuji, no Japão de modo que não coincidisse com o GP dos Estados Unidos da F-1. Para que o espanhol possa participar do campeonato inteiro das duas categorias.
Não levaram em consideração compromissos de outros pilotos da WEC, que reclamaram com toda razão . Um deles disse, com propriedade, que seria mais fácil Mimadon ficar de fora de uma corrida da F-1 do que passarem por cima de tantos outros pilotos. O espanhol, por sinal, deixou no ano passado de participar do GP de Mônaco para correr as 500 milhas de Indianápolis.
Até Jim Bigodon Carrey (disfarçado de Cadê Carey) declarou torcer para o espanhol. Só espero que não mexa com os pauzinhos (êpa!) para ajudar Mimadon nas corridas da F-1.
Esses holofotes e ajuda escancarada jogam uma pressão enorme sobre o piloto. Ele atende aos interesses falando o que esperam. Declarou que vai vencer em 2018, só não disse em qual categoria. Também rendeu loas ao pum atômico da Renault que vai empurrar a McLaren neste ano. Só não disse que o pum quebrou inúmeras vezes em 2017. Portanto, nada confiável.
Fácil prever que, pelo menos para quem acompanha o automobilismo, qualquer resultado que não uma pá de vitórias será uma decepção tamanha a expectativa criada.
E, chega de Mimadon. Vamos esperar o início das competições.
![]() |
| "meu garoto!" |
Marcadores:
mimadon
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
TIRO PARA TODO LADO
Ou, postagem politicamente incorreta.
Não. Não se trata de um post sobre o Rio de Janeiro.
É sobre o automobilismo. Repentinamente a semana que estava aguardando o carnaval recebe "tiros" disparados por alguns pilotos.
Nelsinho Piquetezinho mandou bala contra Louco de Graça. Ambos vão estar na Sotck do brasil em 2018. Disse que o "outro" sempre atrapalhou sua carreira. É uma briga de longa data que, será coincidência (?), vai continuar na Stock. Para nós uma atração a mais.
Ainda Piquetezinho. Sobre Mimadon disse algo interessante. Além de tudo o que sabemos declarou que a WEC vai favorecer o espanhol para que vença (por ex.) Le Mans. Pode ser. Mudaram datas de corridas para não "bater" com uma prova de F-1. Merchã é foda, mérmão. Mimadon sabe das coisas. Quanto ao favorecimento, vamos aguardar sentadinhos no sofá com uma latinha na mão.
Lá na Fórmula Chocante, um dos maiores ganhadores do Fã Bosta disse que o troço é fraudado.
Para quem não sabe o bagúio consiste no piloto ganhar um pontapé extra se for agraciado com o voto dos fãs pela internet. Eu mesmo, confesso, já votei no Louco de Graça. Os três melhores votados ganham a bicuda. Daniel Abt (que nome é esse?), por sinal um dos maiores ganhadores, disse que na etapa do Chile o troço foi fraudado. E, que não é de hoje. E, a categoria sabe. Catso. Se fosse no Brasil nem precisava denúncia.
Enfim, parece que zilhões de votos vieram de algumas cidades chinesas (ah, os comunistas).
Onde há fumaça há bagúio, diria o noiado. Quem faz a computação é uma tal de Telescope Ela trabalha para esses programas que utilizam a ferramenta de voto pela web. Ou seja, tipo o BBB. Portanto, Abt tem razão.
Jim Carrey (quero dizer, Chase "bigodon" Carey) o chefão a mando de dona Liberdade poderia ficar quieto. Mas, veio defender o fim das grid girls. Por sinal, a ceifada nas meninas gerou polêmicas sem fim.
Bigodon disse que a F-1 vai continuar sendo um esporte "com garotas bonitas". Não disse quantas, nem como. Garotas bonitas sempre aparecem nos boxes. São ligadas aos pilotos e as câmeras adoram mostrá-las.
O comediante Carey ainda foi infeliz ao dizer que gosta das grid girls e deu a entender que o fim delas ocorreu por vontade dos fãs. Cara pálida, não sei para quem perguntaram sobre as meninas. Respondi todas as pesquisas feitas pela categoria e não lembro de questionamento sobre as ditas. Fica quieto, Jim Carrey.
![]() |
| A namorida do Jos. Como não se divertir com suas caras e bocas? Principalmente quando aparece com batom azul. |
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
INSTINTO
Meu instinto alertou quando da postagem do foguetão Falcão Pesado. A música de fundo não batia com meus instintos. Mas, uns três sites davam o título como sendo Space Oddit. Só que não. A música é Live in Mars.
Pelo menos veio a oportunidade para assistir esta versão de Space Oddit ao vivo. Com os Spider from Mars. Mick Ronson, já falecido, tenta acompanhar nos vocais. Seu negócio era mesmo a guitarra.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
"...AUDACIOSAMENTE INDO..."
“Estas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos para a exploração de novos mundos, para pesquisar novas vidas, novas civilizações, audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve!”
Cresci extasiado com a série Star Trek (Jornadas nas Estrelas) e suas aventuras em mundos estranhos, inóspitos (muitas vezes) e perigosos. Havia uma certeza recorrente entre a petizada fã da série lá em sampa. Quando aparecia um personagem que não era do núcleo central e conhecido, iria morrer. E, morria.
Acompanhar as jornadas reais era mais complicado. Basta ver as "ibagens" da chegada do homem à lua. Horríveis.
Pois, meninos, vivi para presenciar algo que pode abrir as portas para uma exploração mais "decente" em termos de equipamentos a serem enviados ao espaço e do planeta mais próximo aqui de casa. Marte.
Em 06/02/2018 um troço com o maior pum atômico controlável do mundo subiu aos céus. O Falcon Heavy fabricado por uma empresa particular (!), a Space X foi lançado com êxito. Levou um carro elétrico, Tesla, de outra empresa do dono de tudo. Um tal de Elon Musk. O cara é, evidentemente, um quaquilonário. E, chupa NASA.
Como outros lançamentos resultaram em fracasso, desta feita um singelo carro serviu de carga. Tripulado, o carro, por um boneco vestido de astronauta. A cereja do bolo é a trilha sonora. Space Oddity de David Bowie. O cara tem bom gosto.
O carro vai "trafegar" pelo espaço até a órbita de Marte.
Fico aqui "Startrekeando" sobre a possibilidade, cada vez mais real, de uma visita ao planeta vermelho com máquinas mais sofisticadas. Esse foguetão pode levar carga pesada e, quem sabe, veículos maiores para a exploração de nosso planeta de origem, destruído por uma hecatombe nuclear. Descobriremos, enfim, que somos marcianos exilados. E, prestes a destruir nosso novo lar.
Quem viver, verá.
Abaixo uma animação muito legal do evento. Notem, em mais ou menos 3:00 m, que nosso "astronauta" dirige sem a devida cautela. Aprendi que os dois braços devem estar ao volante.
Marcadores:
falcão pesado,
tesla
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
BULLSHIT
- começamos com a alteração dos horários das largadas dos GPs de F-1. Lógico que algumas corridas tem horário de largada nas madrugadas adentro aqui. Mas, de qualquer sorte, todos serão acrescidos de dez minutos. A desculpa é que as emissoras entram com a transmissão no horário cheio. A nova prática vai permitir que o público acompanhe os preparativos para a largada. Uma bobagem bem ao gosto de Dona Liberdade, a dona. Na prática, se for o caso, as emissoras entram com os dez minutos de atraso para compensar o atraso das largadas. O que pega é o preço do satélite, catso.
- para compensar o fim das grid girls entram os grid boys. Serão meninos que correm de kart e vão ter a chance de aparecer fazendo sei lá o quê. Uma ideia seria que roubassem os carros de F-1 nos proporcionando um espetáculo surreal. Dona Liberdade merece.
- por essas e outras "bullshitazes" fico imaginando como Dona Liberdade tem tanto dinheiro. Comprou a F-1 e não sabe o que fazer com ela. Fica nessa de pensar em abobrinhas quando deveria atacar, só para lembrar, os custos da categoria. A distribuição da grana, a regalia de mamã Ferrari que ganha milhões só porque existe.
Enfim, o atual gerenciamento é uma decepção geral.
- aguardemos os próximos capítulos.
FUTEBOL X ESPORTES
É fato e notório que o futebol põe para escanteio qualquer outro esporte. E, qualquer jogo.
Dona Bobo, por ex., ao invés de transmitir F-1 exibe o jogo Orelhudos contra Cabeçudos da vigésima divisão de Quiprocó de Dentro.
A falida TV Bundadantes cansava nossa paciência dividindo a tela para mostrar qualquer peido relacionado ao futebol, uma vez que transmitia a F-Indy que, pelo fuso horário, ocorre no domingo à tarde.
Pois não é que a moda pega?
Estava assistindo a prova da Fórmula Chocante sábado, no Fox Esportes, quando cortaram, ou dividiram a tela, para mostrar o resultado da eleição para não sei o quê daquele time que só ganha roubando.
Lógico que, em se tratando daquele time a eleição virou briga com uns gordinhos dando barrigada uns nos outros.
Tudo começou quando o "vencedor" (parece que a eleição foi cheia de falcatruas) estava dando entrevista e jogaram um líquido na cabecinha dele.
O repórter castigado em cobrir o evento disse era cerveja. Puta desperdício.
Enfim, ficamos de um lado com o que interessava e de outro com cenas lamentáveis, porém, esperadas. O vencedor da eleição escondido no banheiro feminino (significa?) e os gordinhos se esfregando graciosamente.
Digo que interessava porque estava assistindo uma prova de automobilismo e não queria nem saber o que rolava na eleição do time que ganha roubando.
Bom, rolou briga também no twiter. Gente reclamando e um dos chatos que participa da transmissão (até o Edgar ficou chato e gagá!!) que se destaca pela falta de educação (além de ser um piloto frustrado) desandou a defender o ocorrido e ofender quem reclamava.
E, a corrida? Não sei porque desliguei a TV e fui abrir uma latinha de cerveja em homenagem ao gordinho que desperdiçou a dele jogando no "vencedor".
![]() |
| "calma. Ele já sai. Está trocando o absorvente!" |
Marcadores:
aqui é curíntia
NA CRISTA DA ONDA
Minha geração cresceu incorporando gírias tipicamente cariocas. Algumas disseminadas pelo rebelde sem calças Reibeto Carlos. Sim, ele mesmo. Lá no tempo da Jovem Guarda.
Barra limpa, mora.
Só um exemplo do que ele dizia quando tudo estava bem. Um belo dia alguém explicou. Barra limpa é o fato de não haver nenhum navio esperando para entrar no canal de acesso ao porto.
E, o "vamo nessa?"
Dizem que é a expressão usada pelos surfistas quando vem uma onda boa.
Daí vem o "na crista da onda". Se o sujeito da prancha for bom ele está na crista da onda.
O que tem tudo isso com a F-1, essência do blog?
Mimadon, que adoramos odiar.
Ele está na crista da onda. Sim, é bom de braço. Sim, é ruim de convivência. Sim, tem um monte de puxa saco a nos lembrar de como ele é bom.
E, finalmente, sim é um chute no escroto ler coisas que mereceriam o troféu xepa.
Tem gente dizendo que vai disputar o título deste ano com Hamiltão. Outros dizem que, ao invés de tirar férias, o cara é tão focado que está negociando contratos para disputar provas da WEC. E, por aí vai.
Essa situação lembra muito os factoides que pipocam na web envolvendo celebridades que são celebridades por.... por.....
Enfim, mal posso esperar o início da temporada para que todos (inclusive nós) voltem a ter assunto que realmente interessam.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
TROFÉU XEPA!!
Ao voltar das férias deparei-me com uma notícia aterrorizante no que diz respeito ao visual da F-1.
Eliminaram as chamadas Grid Girls. Não só da F-1 como também das categorias acessórias como F-2 e GP-3.
Imaginei que o motivo seria um processo movido pela A.M.D. (associação das mulheres destemperadas) ou algo parecido.
Afinal, esse liame entre mulheres bonitas com pouca roupa e outras coisas boas da vida (além delas, naturalmente) como cerveja, carrões, filmes do James Bond e muito mais é algo que trespassa o raciocínio rasteiro da visão sexista/machista do mundão véio.
Transformou-se em algo cultural e natural. Aceitável e compartilhável. Vejam este "ibagem" do salão do automóvel....
![]() |
| o troço do meio parece uma locomotiva |
alguém se interessa por esta coisa horrorosa? Com as duas vendedoras a ornar as laterais, certamente.
Enfim, fui procurar as explicações para um corte despropositado como este.
Encontrei declarações de um tal de Sean Bratches (vulgo Sim Bichas) a saber: "durante o último ano, olhamos para várias áreas que sentimos que (sic) precisavam de uma evolução a fim de deixarmos isso mais ajustado com nossa visão para este esporte".
Como assim, cara pálida?
Visão de esporte? As tradicionalíssimas grid girls estão para embelezar e dar um aspecto menos masculinizado do esporte, uma vez que não há mulher piloto.
Tudo bem.
Por estas idiotices começamos a sentir falta do duende Aquistone que nunca mexeu no time que está ganhando: as grid -girls.
E, Bratches (sim, o bicha) leva a torta assada com fim de feira livre, o troféu Xepa perpetrada por dona Gertrudes. Por sinal ela avisa que o molho é de sangue menstrual. "Tá na moda e é, também um protesto!" Berrou ao telefone.
![]() |
| e agora? Como subir a ....placa? |
Marcadores:
troféu xepa
COMO DITO "LIMÃO? LIMONADA!"
Orlando Bloom é esse ator simpático...
quero dizer este...
quero dizer este...
que foi até Marrakesh participar do fim de semana da Fórmula Chocante. No dia de seu aniversário, diga-se. Divertiu-se e divertiu. Até pensar que vestir um macacão e entrar num carro de corrida (vá lá, um F-E) faz alguém virar piloto.
O resultado está no vídeo abaixo. Transformaram o limão (a destruição do carro, o braço duro, e possível mimimi à la Mimadon) em limonada.
E, cereja do bolo de aniversário, levou um pedaço da asa, arrancada na batida, como presente.
Assim, se faz.
A VOLTA
Estivemos, o lado de cá do blog, fora do ar por algum tempo em virtude de praia.
De volta captei este vídeo legalzinho da Fórmula Chocante apresentando o novo carro. Tem a bosta do "Rálo" e uma aparência que engana. Todo cheio de penduricalhos aerodinâmicos passando a imagem de um avião a decolar.
Só que não.
O dito alcança (em 2017) a velocidade máxima de 220 Km/h.
Praticamente um carro de rua.
Minha Lamborghini 1.0 faz isso no plano. Na descida nem se fala.
Mas, a propaganda é a alma do negócio.
![]() |
| "falta motor" |
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
O AMIGO DA ONÇA
Ciryl Abiteboul (vulgo Cirrose Aquiestou) capo da Renault provocou em mim aquelas estranhas reações do tipo "acordei em qual mundo".
O dito declarou que a Renault contribuiu para a formação da esquadra willianica para 2018.
Renault e Williams?
Pera lá. O pum atômico da equipe inglesa não é Mercedes? Donetou, Quaéesseano? Quissou?
Lendo a matéria entendi. Ele se referia aos defenestrados Kudebico e Tironokuzim. Pilotos testados, saboreados, lambidos e chutados pela Renault. Acabados na Williams. Um reserva e outro destinado a comboiar o dono da equipe, Lancei Troll.
Seria melhor Cirrose ter ficado quieto no canto. Verdadeiro amigo da onça.
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
DEU DIN-DIN NA CABEÇA
A equipe de dona Clara fez a escolha óbvia para substituir massinha de modelar.
Escolheu o dinheiro russo. Em meio às dúvidas sobre a capacidade física de Beto Kudebico a solução foi mantê-lo por perto, como "piloto de desenvolvimento" e entregar galhardamente o outro carro para Sergin Tironokuzim (Sergey Sirotkin). Lógico que vem aquele papo de "dar chance aos novos talentos" e o scambau. Sergin tem 22 anos.
Ainda não li o que vai ser resolvido sobre a conversa de um dos pilotos ter mais de 25 anos para satisfazer o pessoal da Martíni, que patrocina a escuderia.
Enfim, conhecendo a Williams dos últimos tempos, o carro de 2018 vai ser uma carroça sem cavalo e vamos nos divertir vendo os pimpolhos brigando para não largarem em último.
Escolheu o dinheiro russo. Em meio às dúvidas sobre a capacidade física de Beto Kudebico a solução foi mantê-lo por perto, como "piloto de desenvolvimento" e entregar galhardamente o outro carro para Sergin Tironokuzim (Sergey Sirotkin). Lógico que vem aquele papo de "dar chance aos novos talentos" e o scambau. Sergin tem 22 anos.
Ainda não li o que vai ser resolvido sobre a conversa de um dos pilotos ter mais de 25 anos para satisfazer o pessoal da Martíni, que patrocina a escuderia.
Enfim, conhecendo a Williams dos últimos tempos, o carro de 2018 vai ser uma carroça sem cavalo e vamos nos divertir vendo os pimpolhos brigando para não largarem em último.
![]() |
| o sorriso de quem se livrou do algoz |
Marcadores:
Williams
DOLORES
Vida de artista é coisa louca. Não são, evidentemente, pessoas normais. Os que alcançam o topo sem precisar da bunda ou estranhos apoios da grande mídia possuem um talento especial nos caminhos artísticos que escolheram.
E, alguns, não estão preparados para permanecer no alto da montanha do sucesso sem sofrer desgaste. Lá, perto do Olimpo, existe o frio, a solidão, e um monte de almas penadas tentando, ou derrubar ou sugar o artista.
Kurt Kobain odiava o sucesso. Foi duramente criticado por isso. Mas, o mundo sombrio por trás da fama pode ser devastador. E, inexplicável porque móvel. Cada artista carrega seu casulo.
Conheci Dolores O'Riodan com o Cranberries. Impossível ficar indiferente ao som e a voz com sotaque irlandês.
Nos últimos tempos acompanhei, de longe, suas entrevistas relatando problemas tão próximos da realidade mundana como abusos sexuais na infância. Quando li sobre seu surto em um voo imaginei que algo não ia bem.
Dolores deixa este plano mas, o vozeirão que aprendemos a amar vai nos acompanhar até sermos os próximos.
Marcadores:
artista,
cranberries,
dor
sábado, 13 de janeiro de 2018
CARDOSO DA PADARIA
Sabem aquela coisa que uma história puxa outra?
Falando do famoso goleiro voador, o Barbosa, lembrei de outo ícone de minha adolescência.
Cardoso, da padaria da esquina.
Nesta altura do campeonato já morávamos na famosa Av. Santa Inês de frente para a Rua Sargento Advíncola. Ô sôdade. Hoje, pelo "maps" vejo que tudo mudou.
O que interessa é que, do lado direito a famosa padaria do Cardoso. Hoje é "Boutique dos pães Dourados". Ah, ah ah. E mais ah ah ah.
Quem conheceu o Cardoso, antigo dono, sabe que esse nome geraria tiros para tudo quanto é lado.
Do lado esquerdo, como diria véio Mero, "tudo era mato".
Vamos lá.
Cardoso era dono da antiga padaria. Português da gema.
E, uma espécie de mecenas do time de várzea da Santa Inês. Fornecia bolas, e parte do uniforme. Em troca era titular do time A. Sob protestos, apupos, vaias, gozações e todos os memes (já explico) possíveis.
Cardoso era ruim de bola. Muito ruim. Mas, meio que dono do time. Então, dava ordens, escalava os "meninos" e etc.
Cardoso era desprovido do software "fair play". Tudo era ferro e fogo.
Três episódios envolvendo a figura se destacam na parede minha memória.
O primeiro foi a presença de Pelé (o deus) na padaria do dito(!!!!).
Pois é.
Dona Alzira, minha mãe, entra correndo casa adentro e conta que o rei estava na padaria do Afonso. O ano era mais ou menos 1971, logo após a inesquecível copa de 70. Quá, quá. Não acreditei. Mas, os olhos esbugalhados de minha mãe pediam uma conferência "in loco".
Atravessei a rua (ó dificuldade logística) e entrei na padaria. Meninos!
Sim. Lá estava o rei. Com duas pessoas comendo um sanduba de mortadela!
Estava gravando um filme com cenas rodadas na academia do barro branco (já comentada). Bateu uma fominha e foi mastigar um sanduba na padaria mais próxima. Quer atitude mais plebéia?
Entrei, sem voz, andei para lá e para cá. Fui até o balcão e (imaginem) comparei minha altura com o rei. Estava com uns quinze anos e um pouco mais alto que deus. Lembro direitinho que Pelé deu uma olhadinha no babaca do lado. Deus olhou para o mortal.
Resumindo. A padaria começou a lotar por causa dele. Pelé resolveu ir embora. Falou para o esbugalhado Cardoso quanto era a conta. Todos pensamos em uníssono "porra nenhuma". Sua deusa presença basta.
Mas, Cardoso cobrou. Só ele. Filho da puta torcedor do Eusébio.
O próprio rei pagou o consumo para todos que o acompanhavam. Cardoso, com essa insensibilidade ganhou nossa antipatia (quero dizer mais) para o resto da vida.
Outra memória envolve o famoso revólver 38 do Cardoso.
Como era ruim de bola a gente encarnava nele. Bastava o dono mais odiado (por causa do episódio envolvendo o rei) da padaria receber a bola que a arquibancada/barranco vinha abaixo em "elogios" ao dito.
Um belo domingo Cardoso se desentendeu com um torcedor. Saiu de campo (sob aplausos. Pensamos que havia desistido da carreira) foi ao vestiário e voltou com o revólver em riste. Escalou a arquibancada e enfiou a arma na cara do desafeto. Lembro que não sobrou viva alma. Só o Cardoso e o torcedor/arrependido/desculpa aí.
A turma do deixa disso perna de pau conseguiu demover o atacante em marcar o coração do comentarista para toda a eternidade. Marcar com chumbo, lógico.
Foi tenso. Nossos domingos deixaram de ser engraçados por um bom tempo.
Também por conta de três sandubas e um tanto de guaraná Cardoso virou alvo da malhação do Judas.
Na época em que todo mundo confeccionava os bonecos a serem malhados, incendiados, chutados, mutilados, mordidos, retalhados um deles foi pendurado no poste bem em frente à padaria do Cardoso. Na esquina como podem ver no "maps". O poste está lá até hoje.
Puseram cartazes aludindo ao evento pelezístico e a ganância de Cardoso. Cobrou sanduba de mortadela do rei/deus. Merece a malhação que virá.
Lógico que o boneco foi pendurado durante a madrugada. O homem era feroz. Imaginem alguém tendo a atitude de pendurar o "Judas/Cardoso" em plena luz do dia.
Cardoso foi cardoso. Pegou o já famoso 38 e deixou à vista no balcão. Decretou "o primeiro a botar a mão no boneco, leva chumbo".
Bom, muitos diziam, aos berros, que iriam malhar o Cardoso. Aquilo durou o dia todo. A petizada, devidamente protegida, botando fogo na encrenca. O dia passou, nenhum macho teve coragem. Veio a noite, as pessoas foram embora, a padaria fechou. O dia seguinte amanheceu sem o Judas/Cardoso no poste. Diz a lenda que o "homenageado" se encarregou em sumir com o boneco. Ele jurou que não. Deve esperar até hoje, arma em riste, o corajoso se apresentar como o autor/confeccionador do Cardoso/Judas. Para, como disse na época, "encher o rabo do gajo de chumbo".
Pelo Judas acredito que o primeiro meme que tenho notícia foi envolvendo o português da padaria
https://www.google.com.br/maps/@-23.4694488,-46.6304635,3a,75y,102.16h,86.81t/data=!3m6!1e1!3m4!1sEVXgdGiB6NpDITnw7VT4eQ!2e0!7i13312!8i6656?hl=pt-BR
Marcadores:
mandaqui,
santa inês
ATUALIZANDO
- Danica Patrick (lembram? Nossa querida Pânica Des Bundada) jogou o batom e não quer mais brincar de ser piloto(a) (?) de automobilismo. Veio com aquela conversinha de se despedir com pompa e circunstância das 500 milhas de Indianápolis e Daytona 500. Mas, (óóó) leio que nenhuma equipe decente das duas categorias aceita fornecer carro para a dita. Putz. Triste, né? A baixinha pedante e rabugenta deve enviar o rabo entre as pernas e correr de patinete na despedida. Ou alegar compromisso inadiáveis e abrir mão da participação nos dois eventos.
- Hamiltão sumiu (por enquanto) das redes sociais depois da bobagem postada sobre o sobrinho mago e o vestido. Só confirma o que o blog pensa sobre ele.
- Fico puto com esses pilotos (bons e nem tanto) que ficam rastejando pela possibilidade em andar pelo padock vestindo macacão pensando estar no Olimpo.
Kudebico, Tironokuzim, Kuajato e outros se contentam em ocupar lugares menores que merecem para se manter (sei lá) debaixo dos holofotes. Hoje em dia a F-1 não é o supra sumo.
Cresçam e apareçam em outras categorias. Mostrem serviço como incrível Hulck que venceu as 24 horas de Le Mans.
Enfim, ...
- Para encerrar uma nota cômica. Ghenther Steiner (o famoso Guenta Sentado) declarou que nenhum piloto norte-americano está pronto para a F-1. Lembrando que a Rás tem raízes naquele país de presidente retardado mental. Milhares de pilotos daquele país grande e bobo desceram a lenha (linda esta expressão. Nos remete aos primórdios da ocupação humana em lugares inóspitos onde a lenha tinha que ser descida em lareiras/fogueiras pramó de aquecer/cozinhar os aventureiros) na declaração do dito. Não li se a Pânica reagiu à declaração. Mas, perdeu uma grande chance de despedida cômica.
- Juro que li em algum lugar que Rubim entrou com pedido de cidadania norte-americana de olho na vaga.
Marcadores:
atualizando,
computador
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
NADA QUE UMA MARTELADA NÃO RESOLVA
Estou lendo que Adrian Newey revela dificuldades em "montar" o pum atômico da Renault no carro dos Toro Seniores.
Lembrei de um episódio em que fui alvo de uma gozação.
Meu pai, o véio Mero, trabalhava em uma firma, como vendedor externo, que tinha manutenção de veículos por conta própria. Trocando em miúdos, com mecânicos próprios Um deles, no entanto, tinha uma oficina montada perto de casa. Em sampa significa alguns milhares de Kms.
Bom, tínhamos uma Brasília branca. Ela precisava de manutenção e fui o encarregado em levar a dita na oficina do colega de meu pai.
O que véio Mero não explicou é que o cara era um tremendo gozador.
Lembro que fui buscar a dita branca num sábado pela manhã. Horas de caminhada.
O mecânico explicou o que foi feito para um adolescente (sim, não tinha carta de motorista) que fingia tudo entender. Em seguida mostrou uma série de peças que haviam sobrado do conserto. Colocou tudo num encerado dentro da Brasília e disse que era para meu pai conferir. Lá fui eu para casa dirigindo esportivamente como sempre fazia.
Ao chegar contei para meu pai sobre as peças que sobraram. Ele foi conferir. Arregalou os zóios (dois) zázuis e conferiu o motor. Em seguida caiu na gargalhada. Pensei que o véio finalmente tinha pirado de vez.
Que nada. Os caras aplicaram uma peça (como se dizia) no abestalhado (como diz Tiririca).
Um monte de peças que deveriam ir ao lixo e que nem eram do motor de Brasília. Bem que desconfiei de um pistão enferrujado.
Fiquei puto, imaginando os caras rolando no chão ao ver o babaca indo embora com o lixo dentro do carro.
Bom, meu pai explicou que eles eram gozadores tal e coisa. E, acabei voltando à oficina quando a Brasília ficou doente outras vezes. Mas, não acreditava em nada do que diziam com aquela cara de riso contido.
Vendo a dificuldade de Newey pensei em enviar o telefone do mecânico colega de meu pai. Garanto que ele monta qualquer pum atômico e ainda devolve peças.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
GOLEIRO VOADOR
Quando mudamos de Curitiba para Sampa fomos morar na famosa Djalma Forjaz. Eu tinha entre dez e onze anos.
Nas proximidades, descobri um campinho de futebol de várzea que era uma várzea. Entrei no Google Earth e constatei que, hoje, tudo virou instalação da polícia militar porque o campo era encostado na academia do barro branco. O campinho, que era de terra batida, não existe mais.O que existe hoje é gramado e menor.
Mas, vamos ao que interessa.
Havia um barranco usado como arquibancada e desafios de escalada para a molecada. Não pensem que a várzea não era organizada. O time da Santa Inês tinha camisa, time A, time B, timinho (a molecada iniciante) e coisas do gênero. Até vestiário que ficava nos fundos do bar. Lógico que tinha o bar para o aquecimento e desaquecimento dos jogadores.
O time A angariou uma série de desafetos pelos bairros vizinhos uma vez que respeitável. Uma expressão que nunca entendi mas assimilei pelo resto da vida envolvia o bairro Lauzane Paulista. Quando alguém dava um chutão a esmo todo mundo gritava "êêê Lauzane".
Não era propriamente um elogio e, quando o jogo era contra o Lauzane, repetido ad nauseam para irritar os inimigos. Até devolução de bola pelo goleiro era motivo para a chacota.
Havia também um goleiro inesquecível. O Barbosa. Magro de rosto afilado, nariz proeminente e bigode à la México.
Como disse, o campo era de terra batida. De vez em quando o embate era tão violento que a poeira não permitia que víssemos quem estava sendo degolado.
Exageros à parte, Barbosa era um goleiro destemido. Voava feito um falcão em busca da pomba da paz. Eu imaginava que o cara era de borracha. Até que olhei mais de perto.
Barbosa fumava. E debaixo das traves. Como minha mãe era fumante inveterada eu entendia o vício do goleiro.
A molecada da arquibancada murmurava que o cigarro do Barbosa era do capeta.
Foi aí que juntei alhos com bugalhos. Uma das traves do campo ficava perto do bar e vestiário. A outra fazia fronteira com um belo matagal.
Quando não havia adversários a enfrentar o time A jogava contra o time B.
Barbosa jogava os dois tempos na trave que dava para o mato. Ou seja, trocava de time. Sem problemas. Era um treino, afinal. E, Barbosa voava como sempre. Fumava como sempre. Como todo fumante dessas coisas do capeta era meio paranoico. Conversava olhando para os lados e desconfiado de tudo. Eu achava o máximo um cara confrontar o sistema fumando maconha ao lado da academia militar.
Pois um belo dia as suspeitas se confirmaram. Barbosa na trave do mato. Pelo caminho de terra que descia até o campo perto do vestiário, aproximou-se uma baratinha. Era um fusca da PM. Veio de boa sem sirene e luzes de advertência desligada. Mas, época da ditadura militar. Todo mundo se arrepiou e esperou. Um dos policiais desceu e começou a bater papo com alguém perto do bar. Alívio geral.
Quando olhamos de volta para o campo, cadê o Barbosa?
Estava agachado, mó medão, no meio do mato de olho no carro da polícia. Melhor dizendo. Um olho no carro e outro no jogo. Ninguém parou o futebol e aparentemente não ligaram para o sumiço do goleiro. E, chute a gol do mato. Sacanagem.
Pois não é que Barbosa saiu da moita, voou feito um gavião alucinado e defendeu?
A arquibancada veio abaixo. Gritos, aplausos.
Porém, meninos eu vi. Barbosa fez aquele sinal pedindo silêncio e correu de volta para o mato.
Gargalhadas gerais. A polícia, que nada percebeu, foi embora, o jogo continuou, Barbosa voltou para a trava do mato com seu cigarrinho do capeta. E minha admiração para o resto da vida.
O verdadeiro goleiro voador.
Marcadores:
mandaqui,
santa inês
REALIDADE
Falar mal do Fernando Alonso, nosso Mimadon, é comprar briga com os babacas de plantão que dizem ser o espanhol um gênio caído da garrafa. De vez em quando alguém lembra de seu pedantismo e falta de respeito para com os companheiros de equipe. Mas, logo a seguir, babam na camisa novamente.
Pois Nelsão Piquetezão falou o que todos admitem nas sombras. O sujeito pode ser bom piloto mas, é péssimo para as equipes. Justamente por querer todos os doces da mesa.
Nos últimos tempos seus fãs adoram compará-lo com Stofado Vandormi, seu "companheiro" de escuderia que somente em 2017 correu uma temporada inteira e nem carro decente possui. Vamos ver em 2018.
Para encerrar o duende mor Berne Aquistone tá todo choroso porque descobriu que dona Liberty, proprietária da F-1, não o quer por perto. Quem quer um véio pentelho que critica tudo o que de novo tentam introduzir (êpa!)?
Vendeu, vendeu. Vai para casa cuidar da horta, fazendeiro que é.
![]() |
| "ninguém me ama, ninguém me queeeeer..." |
Marcadores:
bernie eclestone,
duende,
mimado
Assinar:
Postagens (Atom)



















