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sábado, 24 de fevereiro de 2018

PORRADA!

Confesso que assisto algumas corridas para ver as pancadas. A Stock daquele país do Trumpete (mistura de trumpete e topete) é um prato cheio (e transbordante) de porradas que tiram o tédio de corridas que consistem em voltas e voltas em circuito oval.

Abaixo uma amostra. A melhor é em 2:00 m (mais ou menos) quando a baixinha invocada dá adeus à categoria envolvida numa suruba (quero dizer panca geral).



Como as 500 milhas de Daytona inauguraram a temporada de 2018 e não tinha mais o que fazer resolvi dar uma espiada na prova. Perdi a paciência quando no início deram uma bandeira amarela. Ninguém, nem seudeus, sabia o motivo. Os narradores escarafunchando as redes sociais, as transmissões marcianas, jornais antigos, vaso sanitário, e nada. Certo tempo depois a resposta. Alguém leu em algum lugar e mandou, via trinado (twiter), que um carro ficou lento de repente. Só que se ficou, desficou porque ninguém viu. Falaram o número do dito que continuava pimpão. Minha pequena paciência foi para o saco. Voltei ao meu esporte favorito que é a roleta televisiva.

Voltei à transmissão a tempo de ver a chegada. Que é sempre igual. Alguém vem berrando "mamãe vou ganhar!", leva uma encoxada e beija o muro. Desta vez foi um tal de Almirola, em mais ou menos 50 segundos,  o infeliz.
Vale tudo. Só não vale levar a sério um troço desses.

sábado, 18 de julho de 2015

OH! MY GOD!

Americanos adoram berrar Oh, my god quando se deparam com eventos como esse, filmado das arquibancadas.
Lá em Daytona, onde nasceu a indústria automotiva, numa panca geral Austin Dillon se estatelou na grade. Alguns feridos nas arquibancadas mas, sem gravidade.
Depois de muitos oh, my god de alguma insana espectadora aplausos porque o dito saiu andando perguntando onde era o ponto de ônibus.



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

PARA CONSTAR

Meu gordito favorito, junto com uma pá de outros pilotos, venceu as famosas 24 horas de Daytona disputada naquele país grande e bobo.
O carro é este:


Uma BMW da equipe Chip Ganassi. Os outros pilotos foram Scott Dixon, Scott Pruet, Charlie Kumball e Memo Rojas. Pelo tamanho do carro alguns correram no porta malas. Brincadeira.
Mas, quem cruzou a linha foi Montoya nosso gordito favorito.
Eu o coloco no mesmo balaio que contém pilotos como Kiwi Vodkanem: andam muito e são bicudim. Não se curvam diante de imposições bestas do mundo da F1.

"gordito o karai!! Carrego muito lastro"

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

PIMBA NO GORDUCHINHO

Vemos de tudo em corridas de automóvel.
Nos Estados Unidos contra o resto do Mundo a coisa não é diferente.
Vejam a bizarrice cometida por, lógico, um latino gordinho de quem sou fã declarado.
João Paulo 100 kg em oposição ao João Paulo II antigo chefe da igreja católica.
A Daytona 500 é a prova mais tradicional da Stock Car deles. O campeonato é organizado por uma organização com o nome de Nascar e as corridas são entediantes. Ou quase. Na imensa maioria das corridas do campeonato os caras ficam girando por um circuito oval e quem não fica tonto ganha.
Só melhora quando eles enchem a lata no muro. E, muitas vezes o circuito tem uma inclinação monstruosa nas curvas. Daí os carros batem e vem escorregando para a canaleta de escoamento direto para o ferro velho. A imagem do carro descendo a ladeira vale uma latinha.
No caso em tela, havia uma bandeira amarela e os carinhas da organização passavam um ferro quente na pista para secar a dita.
Nosso amalucado herói (como diria o Peter Miau) vem todo faceiro dirigindo como se a pista estivesse seca e ele a ponto de marcar o melhor tempo em toda a galáxia.
O carro escorrega e catapimba bate num tal de caminhão turbina.
Essa é outra faceta interessante das corridas nos States X World. Em meio aos bólidos os sujeitos resolvem limpar a pista suja de restos de excrementos de passarinho, pedaços de carros, água, xixi, vômito, combustível, silicones descartados por alguma sirigaita, latinhas de cerveja jogada na pista por algum piloto mais porcão e etc.
Nós vemos os carros da limpeza fazendo seu trabalho e, atrás do carro madrinha, os possantes loucos para acertar algum gari.
Foi o que aconteceu.
Mais. Eles espalham câmeras por todo lado. Até no banheiro feminino. Vemos imagens de todos os ângulos. Mas, na hora que interessa (a tal de hora “h”) só tem imagem das câmeras de segurança.
Como eu gosto de falar em altos brados aqui na mansão ainda vou ser diretor de TV destas porras.
Em tempo: depois de seiscentas bandeiras amarelas, toneladas de hot-dog, hectolitros de milk shake, canos entupidos pelo excesso de urina, o vencedor foi Matt Kenseth.
Na foto vemos o Mate Leão comemorando e deixando a bebemoração para depois.




Agora prestem atenção no inicio do vídeo. Estamos acostumados a ver os pilotos da F1 magros de dar dó. O João Paulo 100 kg sai do carro andando com dificuldade como se tivesse pisado na merda. Mas, eu acredito que o excesso de peso pesou dificultando sua locomoção. Brincadeira. Juan Pablo Montoya, o nome da criança, é um desses pilotos que não se submetem para conseguir espaço e apoio dentro do automobilismo.
É dos chamados pilotos natos. Dessa estirpe só nos resta na F1 aquele que está voltando: Kimi Raikkonen. Já tem nossa torcida.