| na vigilância |
| encontro amoroso ao cair da tarde |
| Imaginem o porquê algumas pessoas são equiparadas às gralhas quando falam. "Conversa" em altos brados. |
| na vigilância |
| encontro amoroso ao cair da tarde |
| Imaginem o porquê algumas pessoas são equiparadas às gralhas quando falam. "Conversa" em altos brados. |
Nestes tempos sombrios viemos passar uns dias de férias num sítio morro acima. Lindo lugar.
Algumas fofas fotos.
| cidade ao longe |
| visita noturna |
| vaca alpinista |
| Jacuguaçu. O famoso Jacu do rabo grosso |
| onde moram as bruxas |
Lembro que morávamos na periferia. Outros tempos. Jovens com predisposição para as mais variadas aventuras.
Havia um matagal no final da rua que era sem saída. Ali os motoristas davam a volta criando um pequeno descampado que acabou servindo, de dia, ao futebol e, à noite, para reuniões da garotada. Participavam destas reuniões os jovens intrépidos que escapavam da vigilância dos pais. Mas, todos com o compromisso de ir para casa antes das dez horas. Uns dez garotos.
As reuniões, dependendo dos participantes, versavam sobre lobisomens, assassinatos na escuridão da noite, mulas sem cabeças, ataques zumbis, loiras que esperavam os xixizentos perto da árvore mais regada pela urina nossa de cada noite com a intenção de cortar a "mangueira" e por aí vai.
Mas, o matagal, tema da maioria das histórias, era de fato tenebroso. A rua era parcamente iluminada ajudando no clima fúnebre. A iluminação insuficiente e as árvores do início do matagal davam azo para o frio na barriga toda vez que alguém tossisse ou arrotasse. Por sinal, arrotar quando alguém relatava uma tenebrosa história, era a especialidade do Júlio. Um menino meio chato (não de todo chato porque era engraçado algumas vezes) que vivia dizendo que gostaria de provar algumas das histórias relatadas. A da loira era sua preferida. Dizia que ela não teria coragem de cortar a sua "mangueira" pelo poder hipnotizante da dita. Bom, o matagal começava no final da rua e terminava, uns duzentos metros em linha reta, na avenida que desembocava em nosso bairro. Então, tínhamos árvores do tempo "em que tudo era mato", arbustos e tudo o mais fechando a visão. Sim, havia uma trilha no meio. As pessoas mais corajosas cortavam caminho até a avenida.
Certa noite lá estávamos nas velhas e novas discussões. Júlio, num certo momento, levantou e anunciou que iria inaugurar outra árvore. Esperando encontrar a loira. Entrou na mata sem nossa preocupação porque ninguém ia mata adentro. Naquela noite, no entanto, coisas estranhas estavam acontecendo. Clarões como relâmpagos ao longe. Seria uma tempestade ou ETs preparando a descida. Lembrando que todos assistimos deslumbrados o filme "Contatos Imediatos do Terceiro Grau".
Júlio demorou um pouco mais que no normal e alguém comentou que a loira tinha feito uma vítima. Neste momento houve um clarão seguido do estrondo do trovão. As luzes da rua e casas próximas se apagaram. Gelamos. Olhamos para a mata mas, sem enxergar quase nada. Repentinamente, um clarão em meio às árvores. Uma luz intensa percorreu um trecho e sumiu. Nada do Júlio. Corremos para as casas e pegamos nossas lanternas. Todo mundo tinha uma porque era normal faltar energia.
Com a notícia do sumiço do nosso amigo adultos se juntaram e entraram na mata. Os garotos, assustados, iam atrás relatando teorias malucas. Não encontramos traços de Júlio. Amanheceu. A polícia já estava presente. Pior, interrogando os últimos a ver o garoto como suspeitos. Metade do bairro estava mata adentro. Nem havia tanto para ser percorrido. No final do dia alguém balbuciou: "o clarão, ETs, abduzido". Não restava dúvidas para nós, os garotos, que Júlio havia sido abduzido. Alguns adultos olhavam incrédulos. Outros inclinavam para nossa versão. Sim, foi uma noite muito esquisita.
Na tarde do dia seguinte ao desaparecimento o caldo estava engrossando para nós, os últimos a ver Júlio. Muita gente dizia que ele morreu fruto de alguma brincadeira estúpida e demos um fim ao corpo. Como se, fosse verdade a teoria, não encontrassem indícios. Já era noite quando estávamos na boca da mata tentando materializar nosso amigo. Pois não é que deu certo?
Júlio, como num passe de mágica, surgiu em meio às árvores. Mancando, com marcas de sangue na cabeça e todo sujo de terra. Gritamos feito loucos e logo o pobre coitado estava numa maca de ambulância. Dissemos que tínhamos razão. Ele foi abduzido e devolvido depois de sofrer experiências malucas nas mãos dos ETs, aqueles viados. Nosso amigo, em estado de choque, balbuciava algo mas, ninguém prestava atenção. Lá vem a polícia novamente interrogar os que estavam na mata quando Júlio reapareceu. Finalmente, um policial mais calmo aproximou-se do garoto e ouviu o que ele tentava dizer em meio aos pedidos de explicação acerca da nave espacial. Gemeu, "o caminhão".
Para a garotada a nave tinha o tamanho de um caminhão. O policial perguntou onde estava o caminhão. Júlio como a pedir desculpas pelo incomodo respondeu "na avenida." Estava desvendado o mistério, segundo o homem da lei. Foram até a avenida e a atravessaram. Ninguém havia feito isso. Todos se concentraram no lado da avenida do nosso bairro. Do outro lado foram encontradas marcas de presença de um corpo. Mato pisado e sangue na terra. Conclusão: Júlio, sabe-se lá porque, resolveu atravessar a avenida. Um caminhão o atropelou e ele ficou inconsciente na mata. Do lado que não foi averiguado. Até que acordou e voltou, glorioso.
Essa foi a versão oficial. Para nós ele foi abduzido coisa e tal. O caminhão era algo da cabeça dele. Sei que o acontecimento transformou nossa vidinha. Júlio evitava a antiga turma o que, para nós, era indício da abdução. Sabe-se lá que pacto tinha feito com os seres extraplanetários.
Logo a família dele mudou de bairro para evitar os cochichos e elucubrações sobre o menino. Nós, que restamos, temos assunto até hoje quando nos reunimos no barzinho da praça. O campinho e a mata não existem mais. Construíram casas no terreno. Destruíram o palco de um acontecimento quase único. Mas, enquanto vivermos a verdadeira história daquele noite permanecerá. Má que caminhão que nada.
Éramos jovens e sonhadores. Lembro de deitarmos na grama do terreno baldio, olhar para o azul do céu e imaginar que uma nave espacial surgiria para resolver os problemas cotidianos. Minhas tenebrosas lições de matemática, por exemplo. Aos onze anos as preocupações dos adultos eram distantes. Tínhamos nossos próprios medos e assombrações. Fazia uma brincadeira idiota (hoje penso assim) em que a comparava com um extraterrestre. Seus pais e ela, filha única, possuíam um tipo físico único. Vinham de um país de nome impronunciável. Cabelos tão loiros que pareciam descoloridos. Olhos azuis como o céu. Por sinal, via nos olhos dela o céu sem nuvens. Pensava que com pouco esforço vislumbraria o espaço sideral. Quando da brincadeira ela olhava para mim de maneira inexpressiva. Era um elogio, certamente pensava. Minha amiga era de poucas palavras. Estudava em escola particular, o que era um luxo para a maioria do bairro. Quase nunca falava de sua vida. Eu, tinha certeza, era alguém importante em sua vida. O único a quem ela procurava. Não participava de brincadeiras com o restante da garotada. Dizia que as brincadeiras eram infantis demais. Enfim, ao meu modo estava apaixonado.
Invariavelmente, quando estávamos olhando o céu, perguntava o que eu faria se pudesse voltar no tempo. O que tentaria mudar. Ela insistia mesmo quando eu falava que tinha onze anos. Muitas decepções ainda viriam a ponto de querer mudar. Havia uma inquietude em sua voz. Como se algo inevitável estivesse por acontecer. Para ser sincero nunca pensei mesmo depois de quarenta anos na possibilidade de voltar no tempo e arrumar a casa bagunçada, por assim dizer.
Um belo dia minha amiga veio me ver. Com seu habitual jeito impessoal informou que iriam mudar de cidade. Fiquei tão aturdido que não ouvi para onde iriam. Disse que iria passar o resto do dia arrumando suas coisas.
Pela primeira vez na vida chorei um amor perdido. E, nem havia me declarado. No dia seguinte fui até sua casa para as despedidas. Não havia mais ninguém ou nada. Já haviam partido. Fiquei devastado com minha cartinha declaratória nas mãos.
O tempo passou. Outras paixões vieram. Casamentos (sim, dois) filhos, uma vida normal na medida do possível. Como toda vida normal, algumas frustrações.
Nesta noite, no entanto, estou me amaldiçoando por não dar a devida atenção ao que minha amiga de quarenta anos atrás dizia. Para qual época iria se pudesse voltar no tempo.
Estou esperando o socorro porque meu carro quebrou na estrada voltando de uma curta viagem. Na minha frente minha amiga, que não envelheceu nadinha. Está ao pé do que chamamos de disco voador. Explicou que são viajantes espaciais. E, que tenho três minutos (sei lá porque três minutos) para decidir se quero voltar no tempo. Basta entrar no tal disco voador. E, voltar, por exemplo, ao início da viagem e levar o carro à oficina antes da quebra. Ou voltar no dia em que ela informou que iria mudar. E, me declarar. Deixar quarenta anos da minha vida desvanecer no tempo/espaço.
Que fazer?
Vivemos época de trevas. O mundo, que deveria aproveitar a pandemia e refletir sobre a existência terrena, perdeu-se no jogo. Basta ler os chamados cabeçalhos das notícias dos sites de notícias. Confesso que não tenho estômago para ler a maioria dos conteúdos.
O esporte favorito deste país é matar mulher, que não passa de propriedade de um escroto qualquer. Lembrando que um escroto qualquer ocupa a presidência.
O assunto não pode ser ignorado pela categoria máxima (ah ah) do esporte motorizado que tem esse papo de modernidade e puns atômicos que tiram o som como apelo à velocidade. Nesta seara temos um idiota russo a desrespeitar uma garota postando um vídeo com abuso envolvendo uma "amiga".
Estou lendo que o braço curto e execrável ser humano Nikita Mazepin, do alto do din-din de papi, foi confirmado como piloto da Haas, que se torna deste modo a equipe lixo da F1. Espero que perguntem para seu companheiro de equipe (Schumacher fi) o que pensa disto tudo. E, claro, a F1 "firma" enfia a cabeça na areia ignorando tudo ao redor. Os tempos mudaram mas, a bolha da categoria finge que tudo está bem.
Nós, deste lado do blog, estarrecidos esperamos que a nave mãe venha nos buscar. Já deu. Pare o mundo que quero descer. Marte está de bom tamanho.
Um tempo atrás, e bota tempo nisso, o "must" de fim de ano era (junto com o, já, especial do reibeto) a previsão do que aconteceria no ano vindouro. Dona Alzira adorava as previsões e arrastava o resto da família para a frente da TV para antecipação do óbvio. Tipo "alguém famoso vai morrer". Bom, se não for famoso o pessoal força a barra e mata um famoso mais ou menos (tipo participante do BBB,se houvesse naquela época). Determinadas previsões são relativamente relativas (ai, meu saco!). Um famoso (ou não) vai ter problemas no casamento, o brasil vai ganhar a copa do mundo (ou perder). O "Santios" vai dar vexame em algum campeonato. E por aí caminha a carruagem. Infelizmente as previsões perderam força ao longo do tempo. Povão anda incrédulo. Era muito divertido rir das previsões junto com véio Mero. Dois incrédulos por natureza.
Estou lendo algumas declarações acerca do ano que entra na F1. Dirigentes (cínicos, bem anotado) e o comportamento das equipes com relação aos pilotos que formarão dupla. Não contive o riso e a vontade de "postar".
Primeira: mamã Ferrari (aquela mesma que dispensou por telefone e sacaneou a temporada inteira um quatro vezes campeão) garante que o monochato vai correr em igualdade de condições com o novato (na equipe) Carlos Sainz (o Júnior). O velho e nausebundeante papo sobre a liberdade de lutar e o que vale é a equipe. O espanhol, sabemos, não é qualquer um. Em igualdade de condições colocará Leclerc (o queridinho) no chinelo. Charles não é ruim Tem potencial mas, é ainda estabanado. Aguardemos os próximos capítulos.
De outra banda os Toros Seniores contrataram o defenestrado Sergio Perez (nosso Chapolin Perez). Acontecimento a ser marcado na folhinha pelo fato de não ser um piloto da "escolinha do professor Hammer Marko" a ser triturado sem dó. Sergio tem história a ser considerada. Surgiu como grande promessa e, ainda por cima, amparado pelo dono da globo do México. Perdeu-se no jogo e encontrou o caminho neste ano de 2020 quando deu muitos crocs na cabeça do dono da equipe. Não do pai, mas, do "fi" Stroll o que dá na mesma. O mexicano entra numa equipe que faz o que o mimadinho Max quer. O holandês/belga/marciano faz biquinho e ganha chupeta com leite condensado. Fica assim então. Será que o mexicano vai ser ouvido em seus anseios por um carro ao seu gosto? Dizem que o carro dos Seniores que está no forno vem ao gosto de Mad Max. Não terá vida fácil o nosso Chapolin. Aguardemos, também, os próximos capítulos.
Como sabem sou conhecido na família por errar caminhos ou "desbravar" outros sem a menor noção.
Pelo menos estes acontecimentos entram no folclore familiar.
Durante este ano em toda transmissão da F1 alguém brincava com o fato de Carlos Sainz ter assinado com a carroça da Ferrari. Vai sofrer, não vai andar na frente como estava andando com a McLaren e etc. Em suma, escolheu o caminho errado.
Mas, vem a notícia de um motor totalmente novo de mamã Ferrari para o ano que entra. Sim, já para 2021 onde (teoricamente) tudo estará congelado. Ficamos, o blog, com a pulga atrás da orelha porque sabemos do acordo sigiloso (e pornográfico) dos italianos com a FIA (da puta) em relação ao pum atômico fora dos conformes ano passado.
Foi quando ouvi numa transmissão Felipe Giaffone, que sabe das coisas, falar como num devaneio que essa coisa de pum novíssimo é conversa para a boiada dormir. Ou seja, por conta do acordo mamã peidou com menos intensidade neste ano e no próximo vai poder soltar seus puns com vigor. Dentro do regulamento, esperamos. Para não sofrer uma punição mais dolorosa os vremeios estrangularam seu pum sofrendo a humilhação de ficar em sexto lugar no mundial de construtores. Ano que entra, tudo volta ao quase normal.
Mas, enquanto o campeonato não começa a gente tira uma da cara do Sainz no carro de mamã.
Sim, já tem um monte de memes desta foto. Mas, que ele está com cara de "mamãe me tira desta" está.
Terminada a corrida em Abu Dhabi dona Gertrudes não ligou como habitualmente faz. Preocupado o blog entrou em contato. Ela atendeu com voz sonolenta dizendo que havia dormido a partir da metade da prova.
Não quis eleger o lambão mesmo a corrida foi de um tédio total. Ela acenou com a possibilidade de entregar o leitão porcamente assado para Vettel e sua cantoria pós-corrida. Vá cantar mal assim no "the voice". Não tem desculpa por estar dentro do carro. Até a "cola" da letra ele levou no "bolso".
Mas, o blog é fã do lemão e a indicação foi rejeitada.
De qualquer maneira o blog também "dormiu" a maior parte da corrida e resolvemos não agraciar ninguém com o leitão porcamente assado de dona Gertrudes.
Como foi a última corrida mais tarde voltaremos com impressões sobre a temporada e quetais.
Sem mais.
A F-1 sempre deu preferência aos endinheirados da vida. Mas, não como hoje em dia. Os famosos e escabrosos custos obrigam, segundo as equipes, contratar quem leva dinheiro. Em detrimento de bons pilotos.
A equipe Haas não foge à regra. Mais um filho de quaquilonário ganha um presente de papi. Um tal de Nikita Mazepin cuja carreira só tem brilho nas atitudes anti esportivas como na última corrida em Sakhir.
Fora das pistas o russo é um exemplo do riquinho machista. Leio aqui sobre o assédio cometido por ele sobre uma garota. Publicou certamente se achando o máximo. Apagou só que não. Hoje em dia em segundos posts são baixados e eternizados. Se diz arrependido (ah ah). A moça estranhamente relata que são amigos e tudo bem. Como?
A equipe Haas condenou a atitude abominável do sujeito e "vamos tratar do caso internamente". Ou seja, vão esperar a poeira abaixar e fingir que tudo se resolveu. Afinal, o dinheiro é que importa. Ghunter Steiner, o boca suja, vai ter que posar para a foto da galeria fingindo, ou não, que está tudo bem. A atitude de tratar do caso dentro da escuderia pode cheirar a cumplicidade.
Fica assim, o não rompimento do contrato não é só vergonhoso para os norte-americanos. É uma vergonha para a F-1 ver o cara desfilar com a carinha de playboy "posso tudo" nos boxes ano que vem.
A verdadeira lambança no GP de Sakhir foi protagonizado pela equipe Mercedes. Mas, foi um erro tão ridículo que o blog pensa ser intencional. Colocar pneus para o segundo carro no primeiro que entrou? Sim, Russell estava na frente e entrou para o pit na frente. Acreditamos que a intenção era, sei lá, ferrar a corrida dos dois. Aguardemos.
Mas, o leitão porcamente assado de dona Gertrudes vai para o piloto que adora fazer maldonadices nas primeiras curvas. Foi assim com Vettel em uma das corridas na Áustria e agora acertando Perez (o defenestrado) acabando com sua corrida e a de Max Versttapen (por sinal dois mimizentos). Charles Leclerc o nome do agraciado. Esse tipo de afobação faz a gente pensar se os caras merecem o destaque como herdeiros de tal e tal piloto. Tem um belo e espinhoso caminho pela frente.
Sergio Perez sacodiu a poeira e foi cuidar da vida. Acabou vencendo a prova.
Max Verstappen, que novamente era favorito, chutou o muro feito menininho mimado de Helmut "hammer" Marko e foi chorar na cama.
E, o monochato leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes. Por sinal, na opinião dela Leclerc é daltônico uma vez que quando tem Vettel por perto sempre joga o carro para cima do lemão. Confundiu rosa com vermelho e pimba.
Uma coisa puxa a outra. Antes de comentar a foto em questão, "senta que lá vem história". Tinha um coleguinha lááá atrás nos tempos do ginásio. Estamos falando da década de sessenta do ano passado. Tipo séc. 20.
Bom, como sabem morava no alto do Mandaqui. Serafim era o coleguinha. Por sinal, nada amistoso. Filho de PM estudava no famoso GESI (famoso só nas minhas memórias, bem entendido) na mesma época que este que vos tecla. Vocês tem conhecimento que, desde sempre, sou um um cara sem noção. Mesmo sabendo da belicosidade do Serafim toda vez que o avistava gritava "será o fim?"
Até que chegou o dia que quase foi o meu fim. Serafim resolveu me interpelar sobre a gracinha sem graça. Ele era (ou é, não sei se morreu) bem maior que eu. Lembro que exerci o meu lado diplomático/cuzão para não levar uma surra. Escapei.
Enfim, a ideia inicial do post seria Henrique e seu lado catastrófico. Ele adora temas como Titanic e desgraças gerais. Quando tira os olhos das várias telas que o hipnotizam fala sobre tiros, mortes e fim do mundo. Um tempo atrás tive que explicar o que levou o Titanic ao fundo do mar. Muitas vezes.
Ainda bem que não perguntou o porquê da tal Rose não puxar o Jack para cima da "táuba" já que havia espaço. Puta falha do filme.
Nos últimos dias as bombas atômicas lançadas sobre duas cidades japonesas na segunda guerra mundial virou tema. Ele assiste umas porradas de canais do Youtube e a gente não consegue filtrar o conteúdo. Penso que o tema saiu de um canal qualquer. Eu tenho um certo bloqueio sobre o tema. Não cabe aqui a explicação. Para resumir, um crime comparável aos campos de concentração nazistas.
Bom, para encerrar o lúgubre post, a foto.
Um belo pôr do sol. Mas, se mostrar para Henrique ele vai dizer, "vovô, a bomba atômica explodiu em Rib's".
Sem mais.
Lembro quando um primo me ensinou a jogar xadrez num período de férias. No início não era páreo para ele. Então, o cara jogava sem a rainha. E, ganhava. Fiquei ligeiramente obcecado em conhecer o jogo e seus segredos e dar um pau no cara. Comprei um livro e estudei as jogadas dos grandes mestres.
Morava em sampa e ele aqui no forno chamado Rib's. Quando me igualei em termos técnicos surgiu uma tensão entre nós. Não gostávamos de perder. Os outros primos se renuíam em torcida. Quem joga xadrez sabe que torcida barulhenta não ajuda em nada. Enfim, quando ele voltou para cá começamos um jogo via cartas. Enviávamos cartas com as jogadas. No início com uma frequência a preocupar os pais pelo dinheiro gasto com os selos postais. Os mais novos nem sabem o que é isso. Em verdade, os selos eram baratos. Com o tempo o jogo entrou numa enrascada. Pensava que ele repetia um jogo de um mestre qualquer como eu estava fazendo. Mais uma encrenca (desta vez postal) e o jogo restou esquecido. Depois de um certo tempo disse a ele que o empate seria a melhor saída. Argumentou que estava em vantagem e minha desistência seria o desfecho correto. Mais uma encrenca. Desta vez física. E, o jogo está em aberto até hoje.
Tentei ensinar Henrique mas, ele não sabe perder e não segue regra alguma. Aliás, em jogo nenhum. Desisti, por enquanto.
Na F-1, se pensarmos bem, houve uma jogada por parte de Toto Wolff (nosso Totó Lobão) que cheira o jogo milenar.
Hamilton pegou Covid numa estranha situação uma vez que correu em Bahrein infectado porém, sem sintomas. Não vai participar da corrida no mesmo, só que não, circuito neste fim de semana.
Surgiram as mais variadas situações para sua substituição. Para apimentar havia a substituição de Romain Grosjean, o renascido das chamas, na carroça da Haas.
Candidatos não faltavam para o carro de Lewis. O eterno Nico Hulkenberg, Stoffel Vandoorne (substituto em várias equipes), Esteban Gutierrez (!!!!), também reserva da Mercedes e, claro, Rubim.
Mas, veio uma jogada ainda a ser estudada. O escolhido foi o piloto da Williams e jovem da escola dos prateados (pretos, por ora) George Russel (para nós Jorjão Russo). No lugar do britânico entra Jack Aitken um misto de britânico e sul-coreano.
Toto Wolff tem Russel sob contrato e o coloca numa situação (diria eu) difícil. Tem a obrigação de, no mínimo, andar junto com Bottas. Se ficar mais atrás, como Albon em relação ao companheiro de equipe vai ter seu passe desvalorizado. Se andar na frente de Bottas quem perde é o finlandês. Quem ganha com tudo isso? Sim, o Lobão. De qualquer maneira sai com dinheiro no bolso.
Vamos ficar de olho.
Quanto aos outros pilotos acredito que não vão perpetrar nada marcante. Carros ruins, pista rápida e curta.
Se fosse manager diria para fazerem um feijão com arroz e talvez um ovo frito por cima.
Depois de muita confabulação o blog decidiu não entregar o leitão porcamente assado referente à Maldonadice do dia lá no Bahrein. Dona Gertrudes, isolada em algum lugar por aí, ligou dizendo que ainda estava impactada pelo acidente e não iria opinar. "Vou sim abrir mais uma", disse ela.
O motivo é simples: Grosjean merecia, em condições normais de temperatura e pressão, o prêmio por ter levado seu carro para a direita como se não existisse mais ninguém no mundo. Pegou a Alpha Tauri do "soviético" Kvyat e deu no que deu. Agiu como um motorista aqui da abrasiva Rib's.
Não fosse a estranha e milagrosa (não gosto desta palavra. Mas, ...) sequência levaria o leitão. Sei que não é politicamente correto. No entanto gostaria de brincar dizendo que Romain teve seu momento Daenerys Targaryen ao sair em meio às chamas.
Enfim, segue o bonde. Neste fim de semana tem corrida no mesmo circuito. Só que não.
Muito relutei em escrever este post. Ídolos são seres que transcendem o homem/mulher e não deveriam ter atitudes mundanas. Atitudes essas só reservadas aos terrenos. E, os terrenos, não deveriam contestar o ídolo. Mas, por detrás do ícone existe um ser de carne e osso. Tá certo, depois de um tempo gordurinhas são acrescentadas ao "tipo".
Desde uma frase de Pelé (não sei o ano) tento separar o homem do atleta/piloto e etc. Ele disse, certa vez, que o Pelé era o Pelé e o Edson era o Edson. Sabendo do homem por detrás do ídolo.
Vou restringir o post aos dois grandes ídolos de minha infância/juventude. Além de Pelé, Emerson Fittipaldi.
Por sinal, Pelé foi meu primeiro grande ícone de grandes e inesquecíveis conquistas. Já escrevi sobre meu primeiro contato com ele lá em Curitiba e o famoso 11 X 0 sobre o Botafogo de Rib's. Em 21/11/1964. Ontem. Oito gols só dele sobre o time de coração (depois do "Parmera") do véio Mero. Virei santista naquele dia para tristeza do véio em questão.
O sujeito Edson Arantes do Nascimento é execrável.
Tentando resumir, seu primeiro divórcio incluiu uma cláusula de silêncio acerca do relacionamento entre os cônjuges (ou cônjes, segundo um ex/atual pilantra juiz). Ou seja, eventos que não deveriam ser divulgados. Não reconheceu uma filha nem mesmo depois do exame de DNA. Disse, certa vez, que "o brasileiro não está preparado para votar" que foi "traduzida" pelos apoiadores da então ditadura como "o brasileiro não sabe votar". Neste ponto estou com ele. Basta observar o resultado das eleições passadas (para presidente.)
Mas, não estendendo a conversa, recentemente enviou uma camiseta ao "presidente" desta merda. Do meu time do coração. O "Santios". Com dedicatória. Muitos vão dizer "o cara está com oitenta anos e não lê notícias". Pelo passado penso que a assinatura está errada. Pelé é um monumento ao futebol. Edson é um cara a ser esquecido. Triste mas, verdadeiro.
![]() |
| Como santista digo que esta camiseta deveria ser queimada |
Vem, o pioneiro dos campeões brasileiros na F-1, declarar, sobre as dívidas, que vai honrar os compromissos. Mas, o tempo passa e o dito não honra porra nenhuma. Então, para foder minha admiração, deu uma declaração ridícula culpando o PT por sua "caloterice". Investiu numa usina de etanol e o PT deu prioridade (segundo ele) à gasolina. Bom, sabemos que essa conversa é para boi dormir. Nenhuma usina de etanol se deu mal (quase rimou) em qualquer governo desta porra de país. Lógico, desde que bem administrada.
Então ficamos assim: Fittipaldi diz que vai pagar e não apresenta sequer bens que deveriam ser penhorados. De um dos vários processos.
Enfim, não sei o que pensam esses ídolos sobre o legado que restaria após seu "passamento", como diria minha avó. Bens materiais ou espirituais serão confrontados pelas gerações futuras como são agora por muitos daqueles que os admiravam incondicionalmente e descobriram a fatalidade inerente aos seres humanos em sua essência. Escolheram o lado errado da "força".
Fodam-se. Minha vidinha é mais honrada que a deles
![]() |
| Blarg |
O ser humano adora dar palpite. Entendendo ou não do assunto.
E, palpite traz a lembrança, por exemplo, do começo da loteria esportiva lá nos anos 70. Virou febre. Todo mundo apostava. Lembro que um tio ganhou duas vezes, para desespero de Véio Mero que não ganhava nada. Lembro também dos palpites acerca do sexo do bebê que iria nascer. A mulherada se reunia em rodinhas examinando a situação. Tamanho da barriga (algumas enganavam porque a futura mamãe já era ligeiramente barriguda), se a barriga estava muito para baixo, pontuda, a quantidade de chutes do pentelhinho e etc. Uma vez Véio Mero cortou o barato dizendo que era menino. Sem mais. E, nasceu um menino. Lógico. De saco cheio dos palpites intermináveis ele cravou um "X" qualquer. Mas, dona Alzira ficou com a certeza que o marido tinha um lado vidente.
Na F-1 zilhões dão palpite. Até o blog. Palpite no sentido de chutar. Não uma opinião abalizada. Mesmo ex-pilotos adoram opinar no chute sem conhecimento do ocorrido. Ou seja, palpitam.
Um campeão é Jacques Villeneuve. Canadense campeão de 1997 derrotando Michael Schumacher. Tá certo que em 2018 cravou que Hamilton é melhor que o alemão. Concordamos. Mas, vive polemizando por polemizar.
Bom. Vimos a péssima largada do novo mimadinho da F-1 Max Verstappen lá na Turquia. Por sinal Albon acompanhou o chefe. No fundo ninguém, dos Toro Seniores, vai externar o verdadeiro motivo. O asfalto estava um sabão para todos. Portanto, meu palpite (ah ah) é uma falha de embreagem. Os dois carros saíram mal. E, já havia acontecido antes por falha justamente da embreagem. Mas, para desespero do belga/holandês/marciano vários ex-pilotos sentaram paulada. Até Timo Glock. O sempre presente Villeneuve e quetais.
Verstappen então veio rebater os ditos alegando preliminarmente que não são especialistas. Bola fora. Todos já sentaram num F-1. Certo que, poderiam ponderar alegando desconhecer os reais motivos da lambança na largada. Disse que o problema foi a asa dianteira ajustada errada. Pera aí. A asa (ou asas) não influem tanto assim numa largada. Lá na frente tudo bem. Mas, exatamente na hora de tacar o pé no acelerador? Não colou.
O grande enrosco para Max foi o fato de ser franco favorito para a vitória. Com a largada ruim cometeu uma série de maldonadices. Só não levou o leitão porcamente assado de dona Gertrudes porque o blog gosta menos do monochato. Penso que, mesmo com a péssima largada, poderia ter vencido. Mas, a pressão não foi bem administrada.
O primeiro gostosão dos Toro Seniores raramente entra em disputa com outros pilotos nos últimos tempos. Não tem carro para enfrentar as Mercedes e tem carro para estar folgadamente na frente dos outros. E, quando tem que dizer a que veio faz o que fez. Ficou uma marca, diria o poeta.
Acima o leitão merecido e não agraciado. Precisava entrar embutido?
Durante a prova torcemos muito para Vettel. Mas, o monochato Leclerc fez, reconhecemos, uma bela corrida de recuperação, passou meio mundo e, no final, iria chegar em segundo após um erro de Sergio (bye bye) Perez.
Então, fez uma maldonadice no apagar das luzes (como diria o poeta). Desceu a reta com a asa aberta por ter passado o ponto de abertura ainda atrás do mexicano e defecou na frenagem. Podemos ver nas "ibagens" que o piloto da Mercedes rosa não iria conseguir a ultrapassagem. Noves fora Vettel passou o "companheiro" de equipe e quase cruza em segundo.
Como sempre faz depois de uma maldonadice o monochato xingou a si mesmo. Dona Gertrudes ligou dizendo que ele deveria deixar os xingamentos para o espelho. Soa meio mimimi demais essa atitude.
Enfim, pela maldonadice de fim de prova Leclerc leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes. Como a segunda onda da Covid 19 está dando as caras por aí, nossa cozinheira predileta recheou o dito com muito álcool gel. Torcendo para que ele não coloque no microondas (ou algo assim) para esquentar.
O blog contém muitas postagens sobre eleições de ontem, hoje e sempre. Uma das transgressões mais icônicas de minha vida política ocorreu em 1978 (faz tempo!!!). Titio Geisel (como a gente se referia a ele) permitiu (a ditadura, na verdade) uma eleição para vários cargos. Nem lembro quais.
Lembro que era uma ditadura militar e, dependendo do resultado, a bola seria levada do jogo pelo resultado, digamos, inesperado.
Mas, lá estava este que vos tecla com véio Mero na fila para a votação. Em sampa. A gente passou o tempo todo xingando "tudo o que aí está". As pessoas em volta de olhos arregalados, com aquela expressão "não conheço os malucos". Não sei em que ele votou. Mas, no escurinho da urna escrevi "Geisel filho da puta" na cédula. Pelo menos descobri que a votação foi anônima de fato. Nunca fui interpelado pela transgressão.
Já fiz um post sobre a invasão do restaurante da USP aqui em Rib's nos idos de setenta onde escrevi no ponto dos funcionários a mesma frase. Puxava a alavanca do ponto e aparecia um papelzinho com a data impressa. O funcionário deveria assinar o horário de entrada/saída. Depois de 'centas frases homenageando o ditador de plantão alguém me alertou que estava bom. Chega. Sabemos sua opinião.
Enfim, eleições são contestadas por quem perde e, por incrível que pareça, por quem ganha. O atual "presidente" desta merda diz que houve fraude na eleição que o elegeu. Lógico, vindo de quem veio, não existem provas provando (ui!).
Aquele sujeito presidente (ainda) do país enorme e bobo diz que foi roubado na atual eleição. O pleito foi fraudado etc e tal. Lógico, tudo sem provas. O que deveria ser levado em consideração pelo sujeito que aparentemente entra num forno micro-ondas toda manhã (que cor de cenoura é essa, Arnaldo?) é que a sua atitude põe em dúvida todo o sistema democrático do país enorme e bobo. Se os Estados Unidos lá do norte são o exemplo de democracia o que leva um ex-atual-ex presidente a contestar o pleito que o defenestrou?
Aguardemos os próximos capítulos.
Bom, na esteira dos líderes sensatos o blog declara que reconhece a vitória de Joe Biden na eleição para presidente daquele país enorme e bobo lá no norte.
Em consequência, "chupa Trump, chupa Bozo".
Segue a história.....
Dona Bobo, quero dizer Globo (bobo somos nós), anunciou que não iria renovar o contrato de transmissão com dona Liberdade (a tal) acerca da F1.
Até que fiquei feliz porque ultimamente a transmissão é uma bosta. Acaba a corrida e você é convidado a migrar para uma página da internet (penso que paga) para ver o pódio. Um desrespeito total.
Mas, quem assumiria? No imbróglio entrou a renovação do autódromo de Interlagos. Tudo vencendo e negociações complicadas. O chefão de dona Liberdade é um tal de Chase (bigode ridículo) Carey. Um braço duro.
Lógico que entra em cena o presidente e uma tal de Rio Motorsport, um conglomerado com dinheiro vindo não se sabe de onde. A gente sabe mas, é melhor não comentar. Pois é. O mandatário supremo desta merda toda está preocupado em enfrentar o governo de sampa (o estado) por conta das eleições presidenciais e garantiu a F1 lá no Rio de infortúnios janeiros. Não tem autódromo por lá. Jacarepaguá foi destruído. Sem problemas. Vamos construir um num lugar de preservação ambiental. Normal neste governo.
Então tá. O bigode sem noção até posou com a "turma".
![]() |
| Não. Não tem algemas na foto. |
Bom. Resumindo: não existe outra TV aberta com a capacidade de dona Globo. Falaram que a TV Cultura aqui de São Paulo iria transmitir a bagaça. Lembrando que lá atrás havia a transmissão também pela Cultura. Muito boa, por sinal.
Mas, o tempo passou e a categoria máxima (ah ah) exige amplitude nacional que só a Globo tem.
Correndo por fora o governo de São Paulo, ao que parece, renovou o contrato e Interlagos estará nos calendários vindouros.
Dona Liberdade ficou num mato com cachorro brabo. Meteu seu próprio rabo entre as pernas e voltou a negociar com a Globo. Que, agora, vai fazer enorme ânus doce para renovar.
O bigode, que está louquinho para entregar o cargo, ficou com cara de tacho e, se bobeou, "perdeu" a carteira depois da foto.
Quem ri disso tudo é o papi/avô Eclestone. Negociar é com ele.
Gosto de comparar os seres humanos com automóveis no quesito idade/desgaste. Sempre falo para não levar o carro ao mecânico porque ele vai descobrir um monte de defeitos no seu veículo. Para que o automóvel possa desempenhar seu papel de ir e vir será preciso trocar um monte de peças. O mesmo em relação aos médicos.
Normalmente só vou ao consultório sob condução coercitiva. Mas, vou. Pois então. Nos últimos tempos descobriram um monte de defeitos no corpinho deste que vos tecla. Tiraram várias peças e não repuseram nenhuma. Em compensação um combo de remédios. Fico vagando pela casa tentando lembrar se tomei todos. Já tentei marcar num papel mas, não deu certo.
Mas, o post é sobre o efeito colateral que esta mistura maluca ocasionou em minha vida. Fui enviado para outra dimensão. Atualmente estou num país surreal. Só pode ser alucinação provocada pelos remédios.
Pequenos exemplos. O ministro do meio ambiente quer acabar com o meio ambiente. O presidente da fundação Palmares é racista. Tem ministro que viu Jesus na goiabeira. O ministro da economia encasquetou (como dizia minha avó) com o retorno da CPMF na falta de eficiência para gerir a tal economia. A politica externa está atrelada ao pensamento "trumpiano" de enfrentamento com a China. E, Trump (na teoria) caiu do cavalo. E etc, etc. Não vou falar do presidente (my god!) porque o remédio da pressão pode não dar conta.
Estou fugindo dos consultórios graças à pandemia. Mas, vou ter que voltar para rever o combo farmacêutico que me jogou neste universo maluco.
Como dizia aquele cantor "parem o mundo que eu quero descer".
Existem pilotos que caem na graça geral por desempenhos acima da média com carros ruins e companheiros idem. George Russel tem feito a graça em passar, em alguns GPs. para o Q2 com um carro que ainda é uma carroça. Ano passado foi companheiro de Robert Kubica. Sempre bateu o polonês. Lógico, em condições normais de temperatura e pressão, sem as limitações físicas, Kubica é muito mais piloto. Neste ano seu companheiro só está lá porque papi ricão comprou seu lugar na equipe. Nicholas Latife é o braço duro em questão. George sempre está na frente do canadense.
Mas, apesar de todo a festa para o britânico o blog prefere esperar para ver.
E, vimos uma maldonadice digna de um fora de série como Romain Grosjean: rodar com o safety car na pista. Pneus frios e pé pesado. Quando acelerou, atrás do carro de segurança, a Williams escapou e foi para o guard rail. Restou ao nosso Russel admitir o erro e levar o leitão porcamente assado de dona Gertrudes.
É um piloto jovem tal e coisa. Mas, um erro primário merece um prêmio à altura: o leitão porcamente assado.
Dona Gertrudes avisou que também vai enviar algumas latinhas de cerveja choca do pub favorito dela. Um tal de "Rotten Berr". O slogan é mais ou menos "entre, beba todas que a ambulância é gratuita".
Não lembro quando ouvi a expressão pela primeira vez. Mas, certamente foi por estas bandas interioranas. Conversando com algum conhecido este disse que "fulano comprou uma fazenda com porteira fechada."
A F-1, como todos sabem, busca diminuir custos. Uma das ideias é tirar um dia dos treinos livres. Quinta feira a voluntária escolhida. Até aí, tudo bem.
Descobri, no entanto, que uma nova forma de fim de semana será testada num fatídico circuito 14 anos depois da última corrida lá corrida (adoro estas bostas). Ímola. A prova ganhou o nome de Emília-Romagna. Feito a prova da Estíria que nunca mais será disputada.
Haverá um só treino livre de 90 m no sábado e depois de duas horas e meia o treino de classificação. Ou seja, se alguém resolver conhecer o guard rail os mecânicos terão pouco tempo para aprontar o carro para o treino que vale. Tudo isso num circuito que não é utilizado faz um tempão e precisa ser "aprendido" por todos. Quatorze anos atrás os carros eram bem diferentes. Nem sei se algum dos pilotos da atualidade andaram nesta pista.
Enfim, planejamento é o que anda em falta no balaio de dona Liberdade, a dona (ah ah) da bagaça.
O teste do novo formato poderia ser feito num circuito já conhecido da rapaziada. Mas, parece que a equipe que cuida destas coisas se inspira no planalto brasileiro.
Enfim, estava todo pimpão (como diria minha avó "aquela") planejando assistir os treinos extras oficiais e descobri que terei que acordar seis da la matina no sábado se quiser acompanhar o único que não vale nada. Resumindo: vou assistir o treino oficial.
Torcendo para dona Liberdade vender os direitos da porra da bagaça para quem entende do riscado.
A primeira vez na vida que presenciei fogos de artifício (no caso só rojões) foi em Curitiba. O clã Onofri saiu de Rib's para conquistar o mundo sob a batuta de véio Mero. Devo ter contado a história em algum lugar no blog. Apesar da distância alguns parentes davam as caras. Inclusive minha avó Sidália sogra do véio.
Infelizmente minha avó era um saco. Como diziam chata de galocha. E, uma verdadeira sogra. Vindo de tão longe a estadia tinha que valer a pena. Portanto, alguns meses de chateação. Sei que é feio falar assim de um ente tão próximo. Mas, ela adorava martirizar os filhos (duas mulheres e um homem) em detrimento dos cônjuges (ou cônjes, segundo um certo ex-juiz).
Sei que era uma guerra surda entre os dois. De um lado meu pai tirando onda o tempo todo (para aguentar a chatice) e de outro Sidália e suas chatices (ah ah).
Em uma ocasião minha avó jogou a toalha e declarou que iria partir em breve. Meu pai saiu de casa meio que na surdina sem falar nada.
Algum tempo depois ouvimos fogos de artifício perto da casa. Saímos para o quintal (espantando os sapos) e vimos véio Mero no comando dos rojões. Claro era que festejando a ida de minha avó. Fechou o tempo mas, ficou na memória a lembrança engraçada.
Os fãs da F-1 tem um motivo duplo para festejar a saída de dois pilotos que fazem hora mais que extra na categoria.
Finalmente, caiu a ficha do boca suja Ghunter Steiner. A equipe Haas dispensou seus dois pilotos ruins de braço. Kevim (suck my balls) Magnussem e Romain Grosjean entraram com a bunda e a escuderia com o pé. Não sabemos para onde vão mas, certamente não mais na F-1. Não evoluíram como pilotos e só fazem a alegria dos jurados do lambão das corridas.
Que soltem os fogos.
![]() |
| "Acende o pavio aí, Zé!" |
Terminada a corrida dona Gertrudes mandou um zap. Concordou com o blog acerca das escolhas dos pilotos pelas equipes. O blog pensa que a condição financeira não devera ser determinante como é hoje em dia como condição para contratação dos pilotos. Dinheiro é o que conta. Talento...
Hoje a categoria está apinhada de filhinhos de papai brincando de carrinho veloz e furioso.
E, vem mais por aí. Por isso, a maldonadice do dia foi escolhida principalmente pelo critério bufunfa de ser.
Lance Stroll se envolveu num acidente num dos treinos livres com o mimadinho Verstappen. Este, foi extremamente grosseiro com o canadense perdendo a razão. Ao invés de pelo menos puxar a orelha de Max, todos, para variar passaram a mão na cabecinha (oca) do dito.
Na corrida Stroll cometeu uma maldonadice quando foi ultrapassar o pobre Norris (que também xingou adoidado). O lance do Lance (ai!) foi parecido com aquele do treino livre. Aparentemente ele não sabe calcular o zig porque quando vai para o zag tem um carro no espaço. Deu no que deu.
Por essas e outras leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes. Nossa cozinheira preferida já enviou o petisco para o próximo embate da F-1 que ocorrerá no tristemente célebre circuito de Ímola.
A escolha do 'premiado" que levará para casa o leitão porcamente assado de dona Gertrudes foi escolhido de maneira parcial pela nossa "equipe".
Após este incidente/acidente envolvendo um de nossos pilotos preferidos, Kimi Raikkonen, e George Russel o finlandês levou incríveis 10s de punição. Foi, na opinião de todos que entendem de corridas, algo inevitável (o toque) porque Kimi perdeu o controle do carro.
Mas, os caras que não gostam de ação na pista puniram o piloto da Alfa Romeo quando este completava sua corrida de número 323 batendo o recorde de Rubim.
Portanto, até dona Gertrudes concordou que "mexeu com Vodkanem, mexeu conosco". Vai enviar o leitão para o diretor da porcaria toda Michael Masi e suas lambanças no comando da bagaça. No futuro teremos uma categoria onde será proibida a ultrapassagem, ou tentativa de.
E aí você está de boas no seu prédio.
Repentinamente alguém resolve escanear.
Por vários dias.
Por falar em Beatles um dos meus quatro favoritos (!!) faria 80 anos hoje.
Talvez o que mais mergulhou no que a vida ofereceu de pesado em termos de infância e saídas pelas drogas. Tenho um livro, que mais parece uma bíblia (pelo tamanho), onde John Lennon é retratado como um usuário contumaz de drogas leves e pesadas.
Mas, o tempo passou, vencia a luta tentando ficar limpo, mudou para Nova York com "ela", venceu a (in) justiça de lá que o queria deportado, e estava numa fase light da vida. Então, um norte-americano típico o assassinou.
Deixou um legado eterno, nem preciso dizer.
Por exemplo esta música. Singela, porém, linda. Feita para "ela" que aparece no vídeo. Junto com George Harrison.