sexta-feira, 22 de setembro de 2017

RESCALDO

Com todas as equipes mais ou menos acertadas para o ano que vem, resta falar sobre a equipe de dona Clara, quero dizer, papi Troll, um pouco de Sauber e, finalmente, o adeus de Jóia Parmera.
Este, aliás, conseguiu seu melhor resultado no ano justo no GP em que levou o famoso pé na bunda. O chute deve ter ajudado da velocidade.
A volta de massinha, que aposentou-se e voltou ao grid, parece que tem o dedo, ou a grana, de papi Troll. Em Monza percebeu-se que o piloto brasileiro estava cheio de dedos quando perseguia o pimpolho canadense, companheiro de equipe. Não fosse Chapolin Perez a mastigar seus calcanhares nem tentaria aquele arremedo de ultrapassagem. Após a prova disse que não poderia arriscar prejudicar a equipe se os dois se envolvessem num acidente. Cuzão.
Ele disse que não fica na equipe de papi Troll se for a última opção. Então, tchau.
Tá um rolo a contratação ou renovação dentro da escuderia. Dizem que papi não quer Roberto Kudebica porque, certamente, o polonês vai deitar e rolar em cima do filho fraldento. Temos correndo por fora (e, por incrível que pareça o piloto reserva não tem preferência) Paulo que Resta que tenta porque tenta (como diz aquele locutor) voltar a ser titular.
Enfim, as águas vão rolar. Logo saberemos quem vai molhar os pés e quem vai subir no tablado.


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

LAMBÃO EM CINGAPURA

Dona Gertrudes, acabado o GP de Cingapura, Singapura, Pingapura, ligou numa mistura de berros e gargalhadas.
Disse que fica difícil torcer para a "molecada vermelha."
E queria dar o leitão para o "soviético" e a freada mirim (aprendeu o "mirim" com o chefe do blog).
Bom, fizemos uma reunião. Este lado do blog, o chefe e as notícias pós corridas. Decidiram não punir nenhum dos pilotos envolvidos. O blog ora achou que Mad Max era culpado, ora queria jogar a culpa em Mad Max, ora execrou o pimpolho pedante.
Mas, a bem da verdade houve um entrevero de corrida. Cada um foi vítima e algoz.
Coisa de livro da Gata Triste.
Vetor fez aquela manobra que é permitida mas, em se tratando de Mad Max ao seu lado, arriscada.
Veio para o lado esquerdo. 
O fraldento holandês/belga/marciano parecia não ter a intenção de evitar a batida. Pelas tantas resolveu abrir espaço indo para onde? Sim. Para o lado esquerdo onde estava nosso piloto preferido que havia feito uma largada do carai.
Kiwi Vodkanem veio que veio como nos seus melhores tempos. Iria contornar a primeira curva na frente.
Penso que foi aquele mais vítima do que culpado.
Os babacas globais disseram que ele não deveria largar daquele jeito porque esperava-se que iria comboiar Vetor. 
Não dá nem para comentar a asneira. O cara é piloto de competição.
Bom.
Legal foi o rádio de Mad Máx logo após o toque com os vremeios. 
 - Porra, acertaram meu carro. Foi aquele véio cego. Ou o lemão besta. Mas, estou andando. Ah ah. Se fuderam. Estou andando.
Daí veio o torpedo vermelho de Kiwi e pimba no pimpolho. 
Gostei também que sobrou para Mimadon e seus mimimis. Ainda deu umas voltas com o carro em frangalhos, mas acabou abandonando.
E o leitão porcamente assado?
Vai para quem?
Resolvemos dividi-lo entre Vetor e Mad Max. O raciocínio é interessante. Dois pontos.
O pimpolho viu um troço vermelho vindo pela direita. Esse troço estava à frente. Se não tira o pé bate.
Resolveu não tirar o pé. Porém, adernou para a esquerda. Lógico que não deve ter visto o outro troço vermelho muito mais à frente. 
Vetor leva porque fechou a porta sem pensar que o holandes/belga/marciano poderia, vamos assim dizer, deixar bater.
O resultado foi uma dor de cabeça para o time italiano.
Vão ter que remar muito para compensar o prejuízo.
Enquanto isso nossos escolhidos pela maldonadice poderão saborear o leitão do lambão.



segunda-feira, 11 de setembro de 2017

FOI DADA A LARGADA

A dança das cadeiras para o ano que vem, finalmente, começou. Nada que afete as grandes equipes.
O que parece certo é a saída da Honda da McLaren indo para os Toro Mirins. E, Renault, motores, indo para McLaren.
Mesmo com problemas cansativos (para todos) o pum atômico da Honda deve ser preservado na F-1. Por isso a intervenção federal das forças ocultas (outras nem tanto) do mundão da categoria para que tudo se ajeite.
Lógico que Mimadon vai dizer que o mundo girou ao seu redor. Que não fosse assim seria assado. Ele iria para a Indycar, ou coisa parecida, e seríamos penalizados sem a sua magnífica presença.
Neste momento, uma explicação.
Aprendi a interpretar os sinais no horizonte quando fiz uma viagem à China, quando jovem, para interiorizar os raios invisíveis que varrem o cosmo e nossa pequenitude existência. Meu mestre, Si Fhu Djeu, lecionava durante as madrugadas. Amanhecendo, apontava para cima pedindo silêncio. Então, mostrava o horizonte onde o sol nasce murmurando algo como "estão vendo aquele raio esquisito? Se não for uma bomba nuclear são os deuses enfurecidos".
Em seguida olhava para nós, os dez ou quinze (alguém sempre chegava ou partia) escolhidos, começava a caminhar nos chamando e dizendo "Tamu fudidos, cambada. O bar é para lá."
Bom, até hoje tenho calafrios ao amanhecer. Principalmente porque aquele gordinho da Coréia do Norte pensa que é gente. Pior, pato Donald pensa que ele é. Tamu fudidos.
Ah, esqueci. Aprendi mais tarde que os raios não são interiorizáveis. Passam por nós (nós a terra) como se não existíssemos. E, que a cerveja chinesa é horrível.
Bom, o horizonte pode ser o amanhã. 
As mudanças podem começar sorrateiras. Nada parecido com um caminhão de transporte parando na sua porta. Ou o japonês da Federal. Por sinal, criminoso.
Li que Carlinhos Sain Noção (seu novo nome) assinou contrato com a Renault. Equipe. Vai correr junto com incrível Hulck. Facilita a rescisão do contrato dos Mirins com a Renault motores.
Tudo faz parte do grande plano.
Lógico que o braço duro Jóia Parmera dançou. As luzes no horizonte dizem que o espanhol vai correr já neste ano pelos franceses.
Então, entra em cena o famoso sem ter sido, franguinho Pierre Gasly, vulgo Pedrinho Galinha.
No passado deu declarações no sentido de correr pelos Toro Mirins, não esperando o anúncio oficial. 
Resultado: levou um pé na bunda sem ter contrato assinado. A demissão mais rápida da história.
Agora, disse que vai correr em Singapura, ou Cingapura, ou Pingapura, pelos Mirins.
No lugar de quem cara pálida?
Como diz o filósofo, "quem viver verá".

"se o Luizão está assim segunda de manhã, imagina sexta à noite...."

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

TEMPO QUE ESCOA

A paisagem revela o horizonte tão conhecido. 
Décadas no horizonte.
O morro, a plantação de cana de açúcar, ora prestes a ser cortada, ora a ser cultivada. 
Décadas.
Estou no campinho de futebol, hoje abandonado. Bem que nunca efetivamente utilizado. Mas, outrora um campo de batalhas inesquecíveis. Tempos passados quando os perna de pau de Rib's enfrentavam os perna de pau de sampa. Embates nada gloriosos porém, com a lembrança de uma peitada de um certo sobrinho contra o tio, que o adora anote-se. Hoje, o fato é digno de comentários e brindes pela ousadia, áras.
Décadas.
Hoje, 07/09/2017, estava a observar o morro e recordar as décadas passadas na velha chácara.
A porra do tempo que escoa mas. nos deixa o morro imutável a marcar a passagem das décadas.
Então, Henrique o neto/rei/herdeiro de tantas emoções alocadas num zip qualquer, chama minha atenção no espaço/tempo.
Zizi, zizique, nênes é o depositário de tantas décadas a observar o horizonte. O morro que sempre muda mas, sempre nos revela o tempo passado e guardado. Filhos, sobrinhos, parentes, amigos.
Crescem e pensam que se vão. Passam dessa vida e pensam que serão esquecidos. Estão do nosso lado e sempre amados.
No meu torpor (ave skoll) não distingo o antes de Renato/Mariana daquele que quem vem depois, Henrique.
Há uma doce mistura de voz, feições e a rebeldia que não adianta combater.
Nênes exige minhas habilidades em eliminar as formigas marcianas e suas bases terrestres instaladas na chácara. Entre inundações por água e devastações provocadas por chutes nas entradas secretas dos inimigos marcianos vivem em mim as inesquecíveis lembranças de Renato/Mariana neste mesmo espaço/tempo e embates contra os inimigos de sempre. Besouros, chifrudos, borboletas malucas, ou formigas marcianas.
De tudo, inclusive o choro feito bezerro desmamado, a certeza de que, enquanto nosso esquadrão secreto existir não há Trumph nos destrua.

décadas


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

O QUE TE ESPERA


SIGA O CHEFINHO

Após o GP de Monza o twiter passarinhou 'centos comentários sobre a disputa Troll/massinha.
A grande maioria maldizendo o piloto brasileiro pela falta de combatividade ou excesso respeito ao chefinho, uma vez que papi Troll manda e desmanda na equipe.
Dizem que não queria, digamos assim, perder o lugar para 2018.
Penso que não.
Massinha de modelar já vem no automático faz um tempão. Seu ritmo de corrida provoca sonolência.
Com carro bom ou ruim ou carroça.
E, na minha opinião, durante toda a carreira demonstrou dificuldades na hora de atacar. Para defender tudo bem. Não dá espaço e joga sujo algumas vezes. No caso da defesa sobre Mad Max, ainda em Monza, ignorou a tentativa e fez seu traçado como se fosse o último habitante da terra. Agiu certo, tanto que não foi punido.
Mas, falta a ele, e a outros pilotos na atual F-1, aquela gana que poucos mantém ao longo da carreira. Seu tempo passou.
Duvido que permaneça na F-1 ano que entra. 
Já declarou que tem a F-E (de choque) em mira. Boa sorte com aqueles malucos de todas as voltas.



terça-feira, 5 de setembro de 2017

LAMBÃO NA ITÁLIA

Terminado o GP de Monza dona Gertrudes ligou com seu berreiro habitual e provocações idem.
Depois de vários minutos consegui informar a ela que concordava com o ganhador do leitão porcamente assado.
Mad Max. Por conta do risco quando da tentativa de ultrapassar massinha de modelar e pelo chega para lá em cima de Magnificúzem. 
O pimpolho belga/holandês/marciano nem quer saber, como mesmo disse após a corrida, em relação às reclamações do piloto da Rá. Corre como se o mundo fosse dele. Ou seja: deveria saber que massinha não é um piloto gentil. Não iria deixar espaço na gincana. Muito menos para ele. Tentou e se deu mal. Com o dinamarquês não foi diferente. Passou pelo cara e fez a tomada da curva como se não houvesse ninguém no mundão véio. 
Adoramos o segundo caso. "Suck my balls", deveria ter dito Mad Max ao ouvir as reclamações de Magnificúzem, um piloto bem boca e comportamento sujos.
O piloto dos Toro Seniores se acha, como dizem hoje em dia. Não tem maturidade nem educação esportiva. Toda vez que seu carro quebra reclama como se não tivesse sua parcela de culpa. Despreza os outros pilotos porque se julga acima deles.
No fundo, no fundo Sophie Kumpen, sua milf mãe e Jos, seu maluco pai, tem culpa no cartório. Uns puxões de orelha não fariam mal nenhum.
Enquanto não cresce faz nossa alegria com maldonadices que o levam a ser escolhido o lambão do domingo.


quinta-feira, 31 de agosto de 2017

NEM TUDO É VERDADE

Mad Max, o novo maluco de primeira volta, anda possesso com as quebras de seu pum atômico.
Quebra tanto que surgiram perguntas do alto da colina.
"o carro quebra porque quebra ou quebra por Verstassice?"
Ou seja, o cara trata mal seu carro?
Até Sorrisão deu declarações no sentido contrário à tese.
Não. Mad Max não faz nada errado.
Tá bom. Entendemos.
O belga/holandês/marciano exagera no pé direito e o pum atômico não aguenta o excesso de giros.
O pimpolho nem tem vinte anos (completa em 30/09) e mostra que não tem paciência em administrar corridas.

"Red Bull! Cadê minhas asas?"

NO MATO SEM LOBÃO

Falemos de Fernando Alonso, o Mimadon.
No GP da Hungria perpetrou o que podemos chamar de ocaso de sua carreira. Já que se julga o sol a iluminar a F-1.
Para variar reclamou do carro o tempo todo com seu habitual pedantismo. E, não estava tão atrás assim. Analisando o grid, Felipe Massa teria mais motivos para reclamar já que tem um motor Mercedes atrás de si e um carro que lembra uma carroça.
Mimadon poderia, no final da corrida, ter conquistado alguns importantes pontos para a equipe. Foi assim com Felipe que chegou em oitavo com sua carrroça.
Mas, depois de perguntar à equipe se havia possibilidade de chuva, que melhoria sua chance de galgar o grid, o espanhol abandonou a corrida alegando inexistente problema no motor (ou "unidade de força"). Em verdade o famoso pum atômico.
Como ficamos?
Existe algo no seu contrato que leve a uma punição por uma atitude desrespeitosa dessas?
Pelo silêncio da equipe parece que não.
E agora, José?
Baseado (êpa!) no que leio, o xiliquento condicionou sua permanência à saída da Honda. Um contrato desses não é descartado de uma hora para outra. 
Sobre os motores. 
McLaren quer empurrar a Honda para alguém do grid, seria a Toro Rosso, para ficar com motores.....Renault. A situação, em termos de confiabilidade (por ex.) não mudaria. Motor Renault não tem toda esta potência e, para desespero de Mad Max, vive quebrando.
Bom, só resta sair da atual equipe e partir para alguém que forneça um carro que lhe permita o terceiro título tão sonhado.
Só que não.
Sobre os cockpits.
Ninguém quer o sujeito. Esta é a realidade. O cara é insuportável. Coleciona relações de desrespeito para com as equipes onde passou, sem falar nos companheiros.
Até mesmo Papi Troll não quer saber do dito. Surgiram boatos de que bancaria a contratação de Alonso para alavancar a equipe e, consequentemente, a carreira do filho. Boataria desmentida.
Totó Lobão, por interesses ocultos, disse no começo do ano que o espanhol seria uma boa opção. Agora declarou que, pelo histórico envolvendo Fernandito e a Mercedes em seus tempos de McLaren em 2007 (aquele escândalo de espionagem) não há possibilidade de acordo. Claro, o motivo maior é Hamiltão ("companheiro" de Mimadon em 2007) que não quer o espanhol nem besuntado de ouro. Mamã Ferrari já declarou, através de Sergião Macarrone que não há espaço para o sujeito. 
Portanto, resta a Renault que não parece ter condições de construir um carro vencedor da noite para o dia. Tanto que Cyril Abitepoul (vulgo Ciro Apitagol), o chefão, disse que não há condições de contratar o espanhol, justamente pela falta de carro. Sincerão ele.
Mimadon deu declarações no sentido de estar feliz com o número de propostas sobre sua mesa. 
Continua sendo o sol. Porém, eclipsado por seu ego.
Mas, só resta a rua ou ficar onde está. Com Honda.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

LAMBÃO NA BÉLGICA

Terminado o GP da Bélgica o lado de cá do blog teve que lidar com a escolha do lambão.
Dona Gertrudes berrava no telefone que os dois pilotos da Força Aí Índia deveriam levar/rachar o leitão porcamente assado.
Em verdade, oscilamos entre os dois e a direção da equipe que não consegue controlar os egos inflados com esta estranha tendência em estapear justamente o "inimigo" do box ao lado. No caso, boxe.
Mas, passada a ressaca (diga-se de passagem) resolvemos escolher aquele que, pelo tempo de estrada, deveria ter a cabeça mais centrada. 
Sim, Chapolim Perez perde oportunidades com esta situação em alavancar sua carreira.
Essa briga, literal, com Escovão Cocô levanta dúvidas em sua capacidade em lidar com situações limites. Os entendidos vivem dizendo que voltará (um dia) a pilotar por uma grande equipe (já foi da |McLaren) mas, vai ladeira abaixo com o passar do tempo.
Não sei quais as declarações pós corrida mas, fica claro que espremeu a outra Força Aí Índia na parede tentando evitar uma ultrapassagem. Situação de risco sim senhor. Com a afirmação de Cocô de que houve uma tentativa de assassinato muita gente preferiu se referir ao episódio como situação de riso e não de risco. Acham que o piloto francês exagerou. Não acho. Se batem roda com roda a chance de uma decolagem é imensa.
Enfim, o mexicano leva o leitão, apesar dos protestos de Dona Gertrudes. Ela disse que. por estar contrariada, vai caprichar no prato e mandar um leitão gourmet. 
- Recheado com camarão rosa e vinho tinta. Não tinto. O must é vinho tinta. Disse ela.
Não conhecemos este tipo de vinho. Mas, se nossa cozinheira preferida conhece deve ser ruim para carai.
Azar de Chapolim.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

LENHA NA FOGUEIRA

Enquanto isso, no ninho do espanhol xiliquento, especula-se se renova com McLaren ou não. Um belo suspense.
Lógico que ele prefere dona Mercedes já que Macarrone fechou as portas da casa de mamã Ferrari na cara dele. Já os lemões tem Hamiltão sem vontade alguma em dividir boxes com companheiros como Mimadon ou mesmo Vetor. Já declarou que espera a renovação de Botas, o amigo de Dora, a aventureira.
Então, correndo por fora, vem Jasão Butão  jogando lenha na fogueira com uma pitada de gasolina para ajudar. O piloto sabático declarou que volta às corridas ano que vem.
Na F-1? Ainda tem contrato com a McLaren. Com a renovação de Vandormi só corre pelos ingleses se o espanhol não renovar.
Declarou que volta em alguma categoria. Desde a própria F-1 até patinetes. Quem viver verá.

"tô de olho numa vaga!"

TERRA CHAMANDO

Stofado Vandormi pode estar feliz com a renovação de contrato com a McLaren. No entanto, de volta à realidade, vai perder 35 posições no grid em casa por conta de um monte de peças substituídas de seu pum atômico. Para constar, vai usar o oitavo turbocompressor. 
Regras são regras. Dizem que as equipes aprovaram uma besteira dessas. Pune-se o piloto por problemas que ele não causou.
Seria mais sensato multar as equipes por essas trocas. 

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

MANTENDO O SEGUNDO PILOTO

Apesar de toda a falação envolvendo a McLaren, nas últimas corridas seu carro demonstra recuperação.
Os babacas de plantão dizem que a equipe anda porque existe Mimadon.
Mas, também temos Stoffell Vandoorne (famoso Stofado Vandormi) que acabou de renovar contrato com a equipe. Não é piloto para descarte. Lembrando que seu carro vive capengando nos treinos porque a escuderia reserva toda atenção ao espanhol xiliquento.
Quem sabe?
Ele é belga, vai correr em Spa neste fim de semana. Pode ser que, de contrato novo, surpreenda.

"o carro precisa melhorar este tiquinho"

PIRONI

Confesso que não lembrava de algumas histórias envolvendo Didier Pironi, que seria o primeiro piloto francês a sagrar-se campeão mundial de F-1, não fossem as intercorrências.
Hoje, 23 de agosto, faz trinta anos de sua morte em um acidente de lancha off-shore.
Lembro de suas disputas com Gilles Villeneuve na Ferrari em 1982. Na teoria, em San Marino, Didier desobedeceu ordens da equipe trançou bigodes com Gilles e venceu a prova. Eu disse teoria porque, na época não havia rádio entre os boxes e pilotos, foi mostrada para ambos placa com os dizeres "slow". Para um, o canadense, significava manter posições, para outro, o francês, era para tomar cuidado com a disputa. Deu no que deu.
Gilles morreria nos treinos em Zolder no mesmo ano e Didier sofreria um acidente desnecessário (existe isso?) em Hockenheim batendo na traseira da Renault de Prost debaixo de chuva, treinando com pneus para pista molhada. Fraturou as pernas, recuperou-se mas, não a ponto de voltar à F-1.
Foi correr de lancha.....
Aqui uma boa postagem sobre Didier. Vale a pena ler.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

MANTENDO O PRIMEIRO PILOTO

O anúncio da renovação de contrato de Kiwi Vodkanem pela mamã Ferrari revela que estão fazendo o necessário para manter  primeiro piloto Tião Vetor. 
O finlandês é tratado, nesta temporada, como segundo piloto. Nas estratégias de corridas, principalmente.
Anotando a última corrida, na Hungria, quando Vodkanem tinha carro para ultrapassar Vetor e vencer a corrida mas, foi "intimado" a ficar onde estava. E, onde chegou. Segundo lugar.
Com isto, ganhou a renovação de contrato (não tenho dúvida).
O problema todo não é o tratamento recebido. 
O problema é que ele está acomodado nesta situação.
Esperamos que com mais um ano na categoria ponha as manguinhas de fora.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

PRESENÇA

INDO






VINDO




ESTRAGANDO A FOTO

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O QUE FICA, AFINAL?

Tempos atrás, cursava Química aqui em Rib's e havia um certo "frisson" pelos entendimentos superiores da vida material. Elétrons, prótons, spins, estudos quânticos (só que não), moléculas que formam tudo o que existe. Inclusive as "muié", seres sempre estudados e nunca entendidos.
Enfim, numa dessas um dos nossos carrascos, digo, professores resolveu abrir espaço para que voluntários apresentassem seminário sobre o assunto que bem entendessem. Valendo nota, claro.
O professor era um belga de língua presa. Um cara extremamente bom na área dele. Físico-química.
Só que zero em didática. Não entendíamos metade de que ele falava. Pela língua presa e sotaque.
E, ninguém tinha coragem de peitar o cara e mandá-lo para ..... uma fonoaudióloga.
Bom, voltando.
Um carinha, metido a gostosão, levantou a mão (aliás, o único a se atrever) e anunciou que iria dar um seminário sobre a teoria da relatividade. Quinze dias depois.
Todo mundo pensou: "óóó". Muito atrevimento. Ousadia. Como ele iria desempenhar?
Não se falava em outra coisa. Perguntávamos, com o tempo esgotando, como estava indo a montagem da aula que desvendaria, para nós mortais, o segredo maior do maior físico.
Nosso colega não adiantava nada. Mó suspense. Estava gostando em ser o centro das atenções.
Chegou o grande dia.
Todo mundo na espera. O professor olhando o relógio. Nós imaginando o cara no banheiro com desarranjo intestinal.
Qual nada. O sujeito não apareceu. Mais tarde não deu explicação alguma. Irritava-se com as indagações e acabou como um dos grandes fiascos do ano. A relatividade, porém, não ficou sem explicação.
O professor tomou à frente e, no quadro negro, desandou a esclarecer que tudo é relativo tal e coisa.
O problema começou quando colocou algumas equações na lousa. A gente balançava a cabeça, não por estar entendendo tudo, mas, para fazer o cérebro pegar no tranco.
O mestre, no entanto, mostrou que entendia da teoria.
Toda esta história porque, ao contemplar a famosa foto do cientista, comecei a divagar sobre a herança e o simbolismo que algumas personalidades deixam para a posteridade.
Einstein legou para o mundo das ciências estudos e teses que poucos entendem.
Porém, deixou uma marca que mostra seu bom humor ante aos paparazzi da época.
A icônica foto foi tirada após a festa de seu aniversário de 72 anos. Depois de posar pacientemente para os fotógrafos entrou no carro, acompanhado de um casal. Ao pedido para mais uma foto acabou colocando a língua para fora e pronto, fez-se a eternidade. Houve, então, a transcendência do mundo fechado da ciência para o mundo global onde todos passaram a conhecer o homem de cabelos eternamente revoltos. Mesmo não entendendo nada de sua teoria.


a foto original



o famoso recorte


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

BLOG AINDA RESPIRA

Estamos, todos do blog, em fase de muito trabalho/estudos e pouco dinheiro.
Não temos estagiários a tapar lacunas de postagens.
Mas, "tamos aí".
A foto pescada da infernal inter mostra bem a ingenuidade da criançada.
Lembro que Marina pedia "coisas" no mercado. Quando dizíamos que os tempos bicudos não permitiam ela, com certa lógica, dizia "dá um cheque".
Simples assim.



terça-feira, 1 de agosto de 2017

CHEGOU LÁ

Louco de Graça finalmente sagrou-se campeão da F-E (chocante).
Na medida do possível assisti às provas em Montreal. Sábado e domingo.
A pista não era exatamente um corredor de apartamento e foi possível divertir-se. Principalmente com Tião Boêmio que, correndo com o melhor carro, tinha tudo para sair mais uma vez campeão, apesar de perder a etapa de Nova York por ter compromisso na WEC. Mas, a pressão acabou atrapalhando.
Largou mal no sábado e domingo.
A corrida do sábado foi hilária. Na hora da troca de carro, Boêmio entrou nos boxes atrás do companheiro de Louco, o Abt (sim esse é o nome da figura) que não teve pressa nenhuma. Devagar quase parando. O piloto narigudo gesticulava feito intérprete de discurso para surdo mudo.
Saiu na frente de Abt, freou o carro levando uma encoxada. Ninguém foi punido, no entanto. Acabou a corrida e Tião meteu a boca em todo mundo. Reclamou e reclamou. Só que foi obrigado a enfiar a viola no saco. Seu carro estava abaixo do peso permitido e acabou desclassificado. Ah ah.
Enfim, no domingo Louco de Graça só manteve o carro na pista e Boêmio, mais uma vez, perpetrou uma corrida desastrada.
O brasileiro bateu na trave nas duas primeiras temporadas da fórmula chocante e sagra-se campeão na terceira.
Parabéns. Lembrando que tem fábricas de peso a desaguar na categoria. Te cuida F-1.

"olha o fio terra!"

LAMBÃO NA HUNGRIA

Após o GP da Hungria o lado de cá do blog ficou com dúvidas sobre quem seria agraciado com o leitão porcamente assado de Dona Gertrudes.
Senão vejamos.
Mamã Ferrari não deu ordem para Vetor deixar Kiwi Vodkanem passar uma vez que o homem de gelo (com vodka) era mais "fast" que ele. O finlandês queixou-se várias vezes que tinha mais carro (o que é verdade). Mas, não tentou uma ultrapassagem. Será que o lemão iria embaçar e arriscar a corrida dos dois?
O leitão iria para essa novela mexicana que tomou grande parte da corrida. Quem seria o escolhido? Pois é.
Decidimos, então que os "home" ditantes das regras escolheriam.
Dos enroscos dignos de nota, sobraram dois.
Magnificúzem jogou Incrível Hulck para fora da pista. Mereceu um post em homenagem à sua educação de lord viking. Levou cinco segundos de punição.
Mad Max, o novo maluco de primeira volta, deu uma pernada em seu pobre companheiro Ricardão.
Não sei como seu carro (de Mad Max) resistiu já que provocou lágrimas no carro do australiano ao quebrar o radiador de água tamanha a pancada.
Levou dez segundos e o leitão porcamente assado.
Desta vez Dona Gertrudes não ligou. Mandou um zap zap informando que mandaria o leitão para quem o blog indicasse. Mandou um emoji significando ou tédio, ou saco cheio. Não entendo muito desses bonequinhos.
Alguns experts disseram que o culpado do sinistro foi Vodkanem. Os caras não gostam de Kiwi. Não teve nada a ver com o peixe.
Notem, no vídeo, que Mad Max larga com aquele entusiasmo insano que o caracteriza. Quase bate na traseira do carro do finlandês. Na curva seguinte freia tarde. O carro escorrega e se não fosse o ombro "amigo" de Ricardão teria saído da pista.
O engraçado da história é que tem muita gente que gosta deste estilo desprovido de cérebro do infante (já nem tanto) holandês.
Enfim, o leitão vai Mad Max que será convidado a compartilhá-lo com o boca suja.
Anotando que o "soviético" Kuajato não fez nada digno de nota ou papel higiênico durante a corrida. Mas, foi punido por ter atrapalhado Lancei Troll no Q1 de sábado. Lógico que saiu reclamando dizendo que todos são estúpidos menos ele.

domingo, 30 de julho de 2017

SUJEITINHO SIMPÁTICO

Kevin Magnificúzem é um cara estranho. Gosta de atrapalhar os líderes quando vai levar uma volta e vende caro uma ultrapassagem.
No GP da Hungria jogou Incrível Hulck para fora numa disputa de lugar. Ao ser confrontado no cercadinho de entrevista acabou sendo extremamente grosseiro.
Tá certo que Hulck deu uma ligeira sacaneada ao pegá-lo de surpresa. 
Mas, depois da patada, corri para ver a nacionalidade do boca suja.
Sim, ele não é inglês. Portanto, não tem nada de lord.
É dinamarquês.



Rá!
O vídeo acima foi retirado do tubebosta.
Mas, tem outro.


ROUBANDO A CENA

Mimadon pode ser um chato mas, sabe roubar a cena.
Hoje nem pode reclamar do carro. Chegou em sexto numa pista complicada e, para completar, fez a melhor volta da prova.
Abaixo do pódio a organização estendeu uma espécie de lona com a cena famosa dele em Interlagos depois de uma quebra (mais uma) de sua McLaren numa alusão ao período de férias da F-1 que se inicia hoje.
Pois o espanhol não perdeu tempo e tratou de roubar a cena na hora da entrega dos troféus. 
Esse é o espírito.

Marketing é com ele mesmo


sexta-feira, 28 de julho de 2017

BOCA DO CARAI

Ainda bem que saí da (in) Justiça na hora em que "aquele" colega que fala da mola do Massa entrava no ambiente em que, atualmente, trabalho.
Leio que o brasileiro passou mal e foi para o hospital "pramó" de verificar o que de errado aconteceu, além do consumo (brincadeira) de cevas.
Não venham com histórias sobre a molada, porque mais pessoas entrarão no rol dos que devo eliminar além do meu colega de (in) Justiça. Uma mola nada tem com um porre, ou melhor, virose.
Brincadeiras noves fora, temos poucas informações sobre o ocorrido. Dizem que é uma virose porque um elemento da equipe de dona Clara (ou papi Stroll) padece do mesmo problema.
Enfim, até agora, sexta feira gorda (se me entendem) nem quero saber deste tipo de imbróglio. 
Amanhã, sabadão, na hora do vamu vê quem larga em que posição pensarei no caso.



quinta-feira, 27 de julho de 2017

PITACÓIDES

- chegando o GP da Hungria e eu fugindo daquele meu colega que, quando surge o assunto F-1, diz que o "Massa não é mais o mesmo depois da molada na Hungria. E, a mola era do carro do Rubim".

- dia sim, dia também, dizem que Jóia Parmera subiu no telhado. Agora com a novela Robertão Kudebico testando véios carros Renault o assunto não sai da pauta. O polonês vai ou não vai substituir o fritado. Sinceramente espero que sim. Parmera já teve tempo para mostrar a que veio e não mostrou. Mesmo com um carro não tão no chão quanto outros do grid.

- pelo visto o tal Halo (ou Ralo) vai ser enfiado goela abaixo dos pilotos na próxima temporada.
Muita polêmica envolvida na história. Não sei como andaram os testes de abandono do carro em situações de emergência mas, o troço parece atrapalhar. 
Até o Charles (bráu) Whiting, o véio chato que comanda a corrida, disse que o Ralo que as equipes recebem é cru e que vão explorar a peça para melhorar a aerodinâmica e coisas assim. Mó loco. Decerto vão colocar asinhas, espelhos retrovisores centrais, entradas para USB e, quem sabe uma capota uma vez que a tendência é transformar os carros fórmula em esportes-protótipos. Na verdade Magnificúzem tem razão: o Ralo é uma merda.

será que o halo evitaria a "molada"?



- andei lendo que a Sauber rompeu contrato com a Honda para 2018. Preciso parar de beber. Nem acordo havia. Só aquele namorico de fim de tarde. "O que vc vai fazer no ano que entra?" 
"Sei lá. Mas, quer ver meu pum atômico?" Não rolou.

- Uma grande sacudida está acontecendo no mundo do automobilismo de competição. Dona Mercedes anunciou a saída do time da DTM, a stock alemã. Vão entrar na fórmula elétrica e suas corridas nos corredores da vida. Agora dona Porsche, pelo visto, vai cair fora da WEC (e seus carros fantasmas). São categorias importantes com grandes corridas. Estranho, Marquinhos. Muito estranho.
Eu disse que os elétricos correm nos corredores porque as pistas são estreitas demais. Parecem correr no corredor do apartamento. Em Nova York tinha um grampo em que os carros praticamente paravam para retomar velocidade. Um saco. Sem falar na troca de carro que é hilária. Os pilotos saem correndo de um carro e entram em outro novinho em folha. Mais uma vez, estranho.

- e chega. 

sábado, 22 de julho de 2017

FAÇO FILMES

Sobre uma tribo indígena e a entrada de um jovem índio no mundo secreto dos adultos.
O filme começa com imagens de helicóptero sobrevoando a selva verde escura (para dar um ar tenebroso. Basta um filtro na câmera) descendo até o centro da oca de uma tribo no meio, aparente, do nada.
De tempos em tempos os homens da tribo se reúnem num espaço afastado. Lá, durante o entardecer e boa parte da noite, bebem uma mistura secreta e conversam com os deuses. Os jovens não podem se aproximar. Ajudam no preparo da cerimônia e na garantia que ninguém não autorizado possa perturbar.
Quando chega o tempo certo eles estarão em  meio aos adultos que tem acesso aos espíritos da floresta.
Nosso personagem é um jovem índio ansioso pelo passar do tempo. Seu amigo, um pouco mais velho, já entrou no círculo. Mas, não pode falar nada. Quando vão pescar ele faz muitas perguntas sem respostas. A situação o entristece. 
Até que chegou o grande dia.
Quando, inesperadamente, um dos adultos do círculo secreto morre, um jovem é escolhido para ocupar seu lugar. 
É de conhecimento que alguns adultos são encarregados em preparar a bebida mágica. Ao entardecer embarcavam numa canoa e navegavam rio acima. Pouco tempo depois voltavam entusiasmados com a bebida e alguma comida igualmente secreta. Era quando os jovens se afastavam.
Naquele dia o jovem não sabia quem seria escolhido. Muitos tinham mais ou menos a mesma idade.
Depois de limpar o local da cerimônia, colocar folhas de bananeira no chão e outros preparativos, se encaminhou até a barranca do rio. Num pequeno monte avistavam-se misteriosas luzes à margem rio acima. Tremulavam com o calor e inspiravam as mais variadas teorias. Desde feiticeiras com olhos brilhantes a atrair quem ousava navegar à noite, até seres que desciam das estrelas para buscar água.
Distraído não percebeu a aproximação de alguns adultos. A câmera mostra seu rosto melancólico e a repentina surpresa com a aproximação dos outros. 
Agora o enquadramento dos outros índios. São cinco. 
O mais velho prepara-se para falar. Ele sabe que o grande segredo da cerimônia vai ser revelado. Finalmente vai entrar para o mundo secreto dos adultos. Seu irmão mais novo não vai mais ter direito a torrar seu saco com brincadeiras como colocar formigas do fogo em sua cama. Conquistaria o respeito de todos.
O velho índio coloca a mão em seu ombro.
Câmera ao alto mostrando em primeiro plano os índios com o mais velho apontando as luzes distantes.
Close no ancião. 
Explica ao jovem.
- Com a morte de Ian-Ian você foi escolhido para ocupar o lugar dele. Inclusive nas tarefas.
- Vê as luzes?
- Pois é. Não estamos sós nesta selva do caralho. Aquelas luzes são de um povoado dos homens brancos. Você vai ter oportunidade de descobrir de onde vem nossas beberagens e comidas especiais.
 - Hoje celebraremos Ian-Ian. Ao fim da cerimônia atearemos fogo em seu corpo e o jogaremos às piranhas. Ou algo assim.
-  Enfim. Vá com seus novos companheiros até as luzes. Vocês vão buscar um monte de cerveja e quilos de pururuca. 
- Quando voltarem, vamos beber, falar bobagens, conversar com deuses inexistentes, praguejar contra os homens brancos e outras coisas que acontecem quando entramos em transe.
Close no jovem índio que extasiado mal pode esperar para entrar neste mundo tão falado e desejado entre os índios.
Final do filme. Câmera no helicóptero que se afasta, agora pelo outro lado, descortinando a cidade comentada pelo velho índio. 

segunda-feira, 17 de julho de 2017

LAMBÃO EM SILVERSTONE

Pelo visto temos de volta a escuderia "Malucos de Primeira Volta". 
Nas últimas corridas Carlinhos Sains Rumo e Danieldo Kuajato fazem questão de merecer o título e o leitão porcamente assado de Dona Gertrudes.
Tanto que, no GP de Silverstone, rolou uma dúvida sobre o protagonista maior da maldonadice que envolveu os malucos dos Toro Mirins.
Dona Gertrudes concordou com o blog e resolveu dividir a lambança, quero dizer, o leitão.
- Vamos fazer como aquele cara do templo do Salomão, ou Salmão. Dividir para somar e todos ficam felizes.
Reportando a falha de não haver "ibagens" de fora dos carros resolvemos que ambos levam o troféu em forma de pururuca porcamente assado. Um acusa o outro, que acusa o um e todos ficam putos dentro da equipe porque saem logo de cara da competição. Anotando que, repetindo a Áustria, o "soviético" prosseguiu na prova mas, sem qualquer chance de deixar marcas que não àquelas no carro de seu "companheiro" de equipe.
Dona Gertrudes inventou uma nova maneira de servir a iguaria. Mergulha o leitão em um caldeirão com óleo fervente por alguns minutos, retira e voilá. Leitão à pururuca por fora e crua por dentro. 
- É para comemorar o renascimento da vara. Comprei uma porrada de porcos.
Então, os meninos inquietos dos Toro Mirins serão os primeiros a provar a inigualável iguaria.


sto

quarta-feira, 12 de julho de 2017

TIOZÃO

Só para anotar a reportagem com massinha de modelar.
Na coluna que mantém em um site de esportes disse que falta respeito aos pilotos mais jovens. No caso, em relação às bandeiras azuis. Na Áustria, Kuajato tomou uns pontos na carteira por ignorar bandeira azul. Se não me engano (assisti em duas etapas) Cocô também atrapalhou o líder mas, pelo visto passou batido.
Mas, lembrei dos tiozões da minha juventude. Quando seus argumentos levavam ao precipício diziam "respeitem meus cabelos brancos". 
Ou seja, pela hierarquia da tribo  posso fazer/falar besteiras e quejandos sem oposição. 
Massinha de modelar, pelo visto, virou tiozão. Pelo que aparenta um tiozão que "plantou" e pinta cabelos.

"tiozão com charmão"

terça-feira, 11 de julho de 2017

ÁGUA FRIA

Existem figuras na F1 que se destacam pela vontade em aparecer. Se não de modo positivo, dando caneladas em alguém/algo.
Era assim com Berne Aquistone.
Uns tempos atrás Totó Lobão andou meio assanhado falando abobrinhas fritas com queijo podre (não lembro o nome mas, são queijos podres deliciosos).
Temos uma figura que surge de quando em vez e é forte concorrente ao troféu que o blog pretende lançar (na verdade tive a idéia enquanto teclava). Vamos pensar no nome.
Quero falar de Sergião Macarrone, o capo dos capos das terras  vremeias. Ele é o CEO, nome pomposo para gerente, e o INFERNO da FIAT. 
Aparece do nada nos autódromos e desanda a fazer caras, bocas e declarações. Adora pegar no pé de Kiwi Vodkanem. Diz que o finlandês precisa, vamos assim dizer, justificar o salário.
Mas, o interessante é que na mesma tacada cortou o barato daqueles que gostam de especular. Nós, inclusive. Jogou água fria no assanhamento especulativo "para onde vai Mimadon".
Disse que não é possível a volta do espanhol para os braços de mamã Ferrari.
Sim, um dos motivos é o fato dos vremeios serem ressentidos. O espanhol falava cobras e lagartos da equipe, e queria todos os colos possíveis. Nada para o sujeito do carro ao lado.
Com o breque percebemos que Macarrone não entende muito de marketing. Afinal, um suspã sempre veste bem.
E, só resta dona Mercedes a justificar o sorriso "vou ser campeão ano que vem" na face de Mimadon.
Tem um problema. Dois, na verdade. Botas, o amigo de Dora, a aventureira, vem mostrando eficiência silenciosa. Ou seja, já foi prejudicado em uma corrida (pelo menos) para ajudar seu "companheiro" de equipe mas, depois da Áustria ameaça tirar de Hamiltão o segundo lugar no campeonato. Sempre quietinho, com aquele sorriso enigmático no rosto. E, Hamiltão que já disse que não corre junto com o espanhol intratável.
Portanto, o sorriso de Mimadon é amarelo porque só resta dona Renault e seu improvável carro competitivo. 

"marketing é paulada na moleira"

segunda-feira, 10 de julho de 2017

LAMBÃO NA ÁUSTRIA

Terminado o GP da Áustria, dona Gertrudes liga com voz sonolenta reclamando que a corrida só animou mesmo quando terminou.
- mais cinco voltas e eu despertaria, disse ela.
Ela nem reagiu com seus famosos impropérios quando disse que coloquei o despertador no dia errado, acordei nove e meia asssitindo a parte monótona da corrida. Ainda fui obrigado a ouvir o Bueno gritar várias vezes que "ainda tem corrida!" Tadinho.
Mas, descobri que o lambão já havia pintado logo na largada.
Danieldo Kuajato.
O pimpolho soviético (como diria o Michel) cometeu uma maldonadice digna dos malucos de primeira volta.
O que eu entendi é que Danieldo largou razoavelmente bem. Passou Carlinhos Sains Rumo e deve ter pensado "vamu que vamu".
Só que no caminho havia uma curva. Uma curva havia no caminho. Kuajato sentiu o drama tacou o pé no freio, travou geral (o cérebro já havia travado) e pimba na bunda de Mimadon. Este, por seu turno, acertou Mad Max que havia largado mal e tentava se recuperar. A ironia é que o "soviético" seguiu na corrida, levou uma punição (passagem pelos boxes) e dois pontos na carteira. Mas, não abandonou, ao contrário de suas vítimas.
Dona Gertrudes concordou com a escolha entre um bocejo e outro. Disse que seus leitões estavam esgotados. Pediu alguns emprestados na vara (êpa!) ao lado. Conseguiu porque ameaçou fazer uma "deletação" premiada contra o vizinho.
- ele e eu ainda não aprendemos direito essa coisa de dedar e sair de boa. De qualquer modo levei uns leitões e a mulher dele não ficará sabendo de algumas cercas arrombadas, se é que você me entende.
De qualquer modo Kuajato leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes. Lembrando que ele e seu "companheiro" Sains Rumo estão em franca disputa pelos leitões.



sexta-feira, 7 de julho de 2017

Ferrari começa a abrir mão do campeonato de 2017

Já de se esperar que o time vremeio não pudesse acompanhar o ritmo de desenvolvimento da Mercedes, já que sua equipe é composta de engenheiros com menos experiência em F-1 que os prateados. 
Agora, além de questões técnicas, a Ferrari consegue se complicar escandalosamente nas questões políticas. O motor Ferrari melhorou horrores, está próximo da cavalagem mercedônica e, então, julgou o presidente Sergio Marchione, nada mais natural que demitir o engenheiro-chefe de motores. A notícia está no motorsport.com. Marchione teria dito que "se todos tiverem estabilidade e tranquilidade para trabalhar, tudo fica muito fácil, vencer perde a graça; além de que, bagunçando tudo, meu cargo fica protegido destes carreiristas burocratas safados, que querem ser promovidos porque são bons e eficientes". 
Fontes alegam que Vettel teria aberto a primeira gaveta da escrivaninha para dar uma olhada no pré-contrato com a Mercedes, que ele havia displicentemente jogado ali após o GP da Austrália.