Mostrando postagens com marcador Ross Brawn. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ross Brawn. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de maio de 2018

CULPADA É A AERODINÂMICA

Finalmente concordo com algo dito por Rose Bráu, hoje manda chuva da dona Liberdade, a dona da bagaça.

Declarou que Ricardão Sorrisão não poderia fazer nada (como não fez) quando o pimpolho amalucado mudou de trajetória (infringindo o regulamento). O formato aerodinâmico dos carros hoje em dia faz com que "flutuem" quando muito próximos um dos outros. Sorrisão veio com a "asa" aberta e velocidade maior. Mad Max, para evitar o inevitável agiu com sua costumeira imprudência mudando a trajetória. Quando o australiano freou para não bater aconteceu o que aconteceu. 
Bráu defende a ideia de mudanças na aerodinâmica para melhorar essa questão. 
Aproveitaria para banir a imbecilidade da asa móvel que promove ultrapassagens artificiais.

Sobre a atuação dos dois pilotos dos Toro Seniores. Ricardão Sorrisão mostrou, pelo menos nesta corrida, que é muito mais piloto que o holandês/belga/marciano. O fraldento é daqueles que joga o carro e "vamu vê o que acontece". No entanto, na hora da onça beber água (expressão do tempo de meus avós) o australiano mostrou talento. Tanto que iria ultrapassar facilmente seu "companheiro" de equipe. Falta um monte de coisas para Mad Max se firmar.
Mickey Lauda, o grande, declarou que não falta maturidade e sim inteligência.




Provavelmente o vídeo não vai abrir. Coisas do site da F-1. Assistam no Youtube.

quinta-feira, 9 de março de 2017

ZOEIRA NA POEIRA

Os treinos da F-1 transcorrem, mais ou menos, como esperado lá em Barcelona (que time é esse, Galvão?).
Sim, como diria Juan Manoel "treino é treino, corrida é corrida". 
Acredito, como muita gente, que dona Mercedes esconde o jogo. E, esconde Hamiltão. Quem está se divertindo na maior parte do tempo é Botas o amigo de Dora, a aventureira. Há um revezamento dia a dia nos melhores tempos. Dona Mercedes, mamã Ferrari e até mesmo dona Williams com massinha de modelar quando Lancei Troll não bate a máquina.
O que acontece em volta, no entanto, acaba roubando a cena.
Mimadon sentou a língua, para variar, na Honda. Primeiro ele bate e depois assopra. Quero dizer solta uma ironia. Disse que eles tiveram dois anos para aprender e vão dar um jeito no pum atômico. Quá, quá.
Jean Todão, o homem do botão vremeio, soltou uma besteira digna de suas sacanagens quando em mamã Ferrari. Declarou que os motores "barulhentos" não voltarão à categoria porque a "sociedade global" não aceitaria isso. Veio com a baboseira de trabalhar contra a poluição etc e etc.  Lembrando que a F-1 é um esporte e todo mundo gosta (ou gostava) do barulho dos motores antigos. Lógico que devemos pensar na poluição e trabalhar contra. Mas, soa demagógico um dirigente ir ao encontro da opinião de (quase) todos em relação ao motores e vir com um discurso de exemplo para a sociedade. Existem outras formas de combater a poluição mundial. Nem vamos entrar na questão.
Rose Bráu, o cúmplice de Todão, para não ficar atrás, disse querer tirar os pilotos pagantes da F-1. O cara é impagável no quesito sonho que se sonha só. Para isso, segundo a figura, as equipes teriam que ter estabilidade econômica. Não disse como. Lembrando que o inglês é dirigente indicado pela Liberty a compradora da F-1. Tudo porque Lancei Troll mostrou que precisa de quilometragem para mostrar que vale mais que o din din de papai. Penso, como já disse, que é cedo para julgar o fraldento. Quanto aos pagantes. Imaginem uma equipe estável em termos financeiros. Num belo dia aparece um rapazinho se dizendo bom na coisa e carregando um baú de alfaces. Claro que será contratado. Dinheiro sempre é bão.
Por fim, nesta manhã de quinta, Vetor marcou o melhor tempo dos testes. Cravou 1:19.024. Não importa que Hamiltão vinha que vinha para bater este tempo e uma bandeira vermelha atrapalhou. Provocada por quem? Não. Não por Mimadon mas, por seu companheiro de equipe Stofado Vandormi. Dona McLaren e sua sofrência. Vão acabar chamando Ronron Pênis de volta.

"Vão combiná. Primeiro a minha merda e depois a sua."

sexta-feira, 21 de junho de 2013

CHUCRUTES COM CHOPP

Depois de um julgamento mequetrefe saiu a punição para dona Mercedes por usar carros da atual temporada em testes "secretos" de pneus visando levar vantagem no campeonato. 
Quero dizer, lógico que não aproveitaram nada, não receberam informações privilegiadas e etc.
A F1 prima (e irmã) por ser um esporte transparente e sem as sacanagens futebolísticas.
Então tá.
Dona Mercedes não vai participar dos testes com novos pilotos que serão realizados em Silverstone no mês de julho.
Oh! Que desgraça!
Para servir este chucrute com chopp não era necessário toda a pomba e circunstância.

"não vou poder testar os meninos. Snif"

quinta-feira, 26 de abril de 2012

DISCÓRDIA NA CONCÓRDIA

Muitas vezes a F1 é um saco.
Em vários sentidos.
Também como saco de gatos a serem interpretados.
Vamos sacar alguns gatos do saco. (doeu!)
Recentemente deu na Bloomberg (não é o Berger explodindo, por favor. Trata-se de uma emissora americana especializada em palpites financeiros) que dona Daimler que é dona da dona Mercedes (confuso, né?) está descontente com as grana que receberá em 2013 daqueles que distribuem o din-din da F1. Resumindo o tal Pacto da Concórdia. Todo ano há discórdia dentro da Concórdia (não resisto!)
Eles (da dona Mercedes) estão fazendo biquinho porque vão receber menos que Ferrari e Red Bull. Penso que esse povo precisa daquele chá Simancol. Não dá para comparar os carros prateados com os energizados ou os da máfia. Quem anda mais recebe mais. Algo em torno de 45 paus para renovação até 2020. É pouco, mas, eu aceitaria para colocar meu golzinho (onde anda?) 1.0 a encarar os plastiquinhos.
Agora, será que dá para comparar Mercedes e os outros?
Seria interessante manter os carros prateados pela beleza?
Após as corridas iniciais e a atuação tipo bunda meu boi do Roseberg em Bahrein andam dizendo pelos cantos que há um favorecimento aos carrinhos alemães. A não punição do piloto múltipla pátria (não há entendimento quanto ao o Kico. Se é alemão, sueco, finlandês, corintiano, baiano, ou coisa assim) foi marcante. Concordo com prima dona alfonsina e seus comentários sobre o episódio.
Portanto, a tendência da F1é agradar dona Daimler que é a verdadeira dona Mercedes. Mantém-se o polêmico duto que equipa os carros e vamos ajudar no que for possível para que os prateados andem na frente.
Tudo para que ela não jogue o batom e vá para sei lá onde.
Agora, é preciso acordar o seu Schumacher. Como diz o bordão inventado pelo Luiz “ele está devendo”.
Ainda por cima vejam só que aconteceu com o antes incontrariável piloto.
Depois do décimo lugar (até que não foi ruim para quem largou lá atrás) shushu lascou o verbo nos pneus Pirelli dizendo que algumas equipes tem sido prejudicadas pelos borrachudos.
Essa questão pneumática é antiga para carai. Houve um tempo em que o lemão corria pela mamã Ferrari e um dos fabricantes de pneus desenvolvia os compostos para ajudar no desempenho dos carros vremeios. O resto que se contentasse com o resto. Naqueles “gloriosos” tempos ele não reclamava.
Bom, nosso alvo preferido da máquina secadora foi obrigado a ouvir do diretor de corrida da Pirelli que suas reclamações pareciam coisa de principiante. Antigamente uma resposta como essa valeria cinquenta e duas chibatadas disparadas pelo tal de Anderson Silva.
Para completar Rose Bráu o chefão da equipe e “amigão” do shushu disse que há um longo caminho para a renovação de seu contrato. Ou seja, o chucrute de Michael está assando. Para ser escatológico (e mais um bordão do Luiz) shushu hoje em dia é muito peido e pouca bosta.
Acredito que não haverá renovação do contrato do lemão abrindo caminho (porque não?) para nosso massinha. Basta o todinho trabalhar um pouco. Mas, esse é um post para o futuro.


Rose Bráu e seu visual mendigo chique

domingo, 30 de outubro de 2011

Ah, a Dona Mercedes...

Estranho o que houve entre os carros da Mercedes na pista indiana. Schuchummy foi chamado para o boxe bem depois de Rosberg - que teve seu tempo de pit-stop significativamente mais elevado que o do alemão oficial. Claro que tudo é por acaso e, se o Sapateiro chegou a frente do alemão mais novo, é por conta de sua sempre incrível competência, sem ter havido - como nunca houve - qualquer interferência do Sr. Ross "Trabalhamos para um Carro Só" Brawn.

sábado, 15 de maio de 2010

Chupa, Schuchumy

Sim, perdi a compostura. Até então, estava paciente, olhando o desenvolvimento da coisa, respeitando mais a atitude corajosa de voltar aos 41 anos, do que os fracos desempenhos do alemão-mor.
A paciência acabou quando, ridiculamente, a equipe Mercedes resolveu construir um chassis novo, com uma tendência a sair de traseira que o Schumacher adora - e só ele consegue dirigir assim - para salvar a temporada do sujeito.
Em termos práticos, aconteceu o seguinte: uma equipe com carro medíocre, que vinha conseguindo bons resultados com um piloto jovem e promissor, que chegou duas vezes ao pódium nesta temporada, abriu mão de qualquer coisa para chegar em quinto ou sexto nas mãos de umeterano que vinha dando mostras de que não acompanharia seu parceiro mais novo. Assim como em outras oportunidades, Ross Brawn precisava justificar o porquê de Schumacher ganhar (em termos financeiros) muito mais que seu companheiro de equipe.
E assim foi. Construíram o tal novo chassis, só dirigível pelo Schumacher. Rosberg penou em Barcelona. Largou lá para trás, e chegou mais para trás ainda. Um veículo de notícias especializado publicou, ridiculamente, "o campeão voltou", por Schuchumy ter chegado bem a frente de Rosberg no GP Espanhol.
Não, campeão não voltou. A Mercedes é que forçou a barra para que ele voltasse. Abriu mão do piloto promissor em nome da reputação de um veterano que veio se divertir e encher ainda mais o bolso de dinheiro.
E hoje, o que vimos na classificação em Mônaco? Um carro medíocre, classificando seus pilotos em sexto e sétimo lugares. Com Rosberg, novamente, a frente de Schumacher.
Dizem que, em Mônaco, é o piloto que faz a diferença. Quem irá negar? Rosberg, com ou sem traseiradas, deu um baile em seu companheiro mais velho. E é o piloto que mais conta com minha torcida neste momento.

domingo, 18 de outubro de 2009

É esse aí que é o home


Ross Brawn é o home. A equipe Honda representava para a Fórmula-1 apenas um projeto frustrado com alguma tentativa de demonstrar consciência ecológica. Abandonaram o barco; Ross Brawn serviu-se de um bote salva-vidas e da grana deixada pelos japoneses, pintou os bólidos de branco e um amarelo duvidoso, botou seu nome na reta e pronto: campeão mundial de pilotos e construtores na temporada de estréia. Fantástico.
A equipe trabalhou na pré-temporada, mesmo sem saber se iriam ou não correr. E quando, na abertura da temporada, os carros brancos sem patrocínio fizeram dobradinha, foi realmente um momento muito bonito da Fórmula-1.
Agora, o ciclo se completa: Button campeão, Brawn campeã. Ao que tudo indica, vem Nico Rosberg, com a Mercedes por trás, rivalizar com Jenson. Uma dupla de pilotos que me parece forte.
Mas com a temporada 2010 vem também a pressão: manter o ritmo passa a ser obrigação, patrocínios não serão mero luxo, e os carros provavelmente não serão só brancos.
De todo modo, foi interessantíssimo ver um sujeito botar seu nome no carro, o carro na pista e vencer com os dois pilotos usando macacões sem estampas. Deu para sentir o gostinho de uma Fórmula-1 de outros tempos.

(Fonte da foto: Globo.com)