O sujeito da foto é um tal de Derek White, piloto da NASCAR (que tem três divisões). Tem 45 anos e é índio da tribo Mohawak que vivem perto de Montreal.
Até aí Ulisses está em uma ilha cercado de donzelas arrepiado com as coisas que ocorrem no brasil-sil-sil.
Acontece que o piloto em questão foi preso por conta de um esquema fraudulento de exportação/importação de.....tabaco. Se fosse de gasolina, pneu de competição, volantes esportivos, cervejas. Mas, tabaco? O que tem a ver com automobilismo?
Ele também está envolvido com gangues de motoqueiros e crimes correlatos a esta atividade. Aí sim, tem ligação com motores.
El Mimadon não vai participar do GP de Báeunhein, em Sacohir, por conta de fraturas na costela descobertas, segundo ele, na semana seguinte ao GP da Austrália.
No entanto, ele foi até o circuito do próximo GP onde revelou, em uma coletiva, que foi vetado porque poderia ter um problema com os pulmões em caso de nova batida. A costela fraturada poderia perfurar o pulmão. Foi mesmo é vuduzar seu substituto Stofado Vandormi (vulgo Stoffel Vandoorme,) belga que foi campeão da GP-2 do ano passado. Vai que o cara se sai bem.
Fico me perguntando do porquê não ter ventilado antes que estava com costela quebrada, já que todo mundo só falava, e ainda fala, no acidente que sofreu na Austrália. Mesmo que fosse correr não haveria motivo para esconder dos seus fãs o problema.
Mimadon é cheio de mistérios. Desde o acidente estranho no início do ano passado que o deixou fora de uma corrida aparentemente sem motivo a não ser ter acordado em 1995.
E, para encerrar, ainda pode nem correr o GP da China. Tudo dependerá de uma análise sobre suas condições.
O GP da China vem depois de quinze dias do que será disputado em Sakhir no Báeunhein. Coisa estranha.
Lá na Fórmula chocante existe uma ideia interessante que tem o nome de fanbosta, quero dizer, fanboost.
É muito simples: o fã vota em determinado piloto que, com maioria das indicações, ganha um pum atômico de presente a ser usado na corrida.
Louco de Graça já ganhou um desses.
Enfim, o companheiro de Louco o Daniel Abt (que nome é esse?) resolveu apelar. Como nunca foi vencedor da promoção prometeu ficar nu se ganhar o concurso para o GP de Long Beach (vulgo Praia Grande) neste fim de semana.
Só não disse como vai ser.
Espero que não vença. Porque se a moda pega ...
Estou lendo que dona McLaren teve um prejuízo de R$ 1,2 milhões de reais com a pancada de Mimadon.
Tá certo que os carros de hoje são cheios de viadagem mas, é muita grana.
E nem tudo foi perdido. Chassi e cockpit vão ser reaproveitados. Sei lá. Estão investigando o banco que quebrou com a batida.
Enfim, os carros são caros demais.
Lembro que, ao longo desses anos, ouvimos a equipe pedir para os pilotos aliviarem no final da corrida quando, aparentemente, nada pode ser feito para melhorar a posição.
Uma das explicações dos entendidos para essa prática é justamente a economia de equipamento.
Todos perdemos com isso.
Dona Honda, a japonesa que fornece o pum atômico para dona McLaren, disse que Mimadon vai ter que usar o segundo pum logo de cara.
Regulamentos ridículos à parte, penso que é uma piada essa informação.
Pois bem, algum acéfalo, na reunião do Conselho Mundial de Automobilismo da FIA (Federação Internacional de Acéfalos) votou contra a volta do antigo formato da classificação para os GPs.
Então, nada muda. O Q-3 vai continuar com som de grilos.
Estou ficando velho, é verdade. Mas, não entendo como gente tão poderosa, ou "poderosa", pode ser tão obtusa.
Bom, a F-1 era chamada de circo pela mobilidade que envolve as idas e vindas de tudo o que diz respeito aos amados bólidos.
Hoje, circo é o espírito que envolve os chefões. São uns palhaços.
Sim, não existe mais o pingo no "J", o sete cortado e etc.
Algumas manifestações acerca da F-1, no entanto, parecem datadas e sem propósito.
Sobre a nova equipe Rás um dos chefes da dona Williams disse que a parceria com mamã Ferrari não é boa para a F-1 porque é uma equipe que tem uma interação muito estreia com os italianos sugerindo que acaba com o espírito da categoria que é algo acerca de construtores apaixonados tal e coisa.
Uma baboseira sem tamanho. A F-1 não é mais um esporte de malucos construindo carros na garagem de casa. Faz tempo que um carro tem muitas digitais. Desde o chassi até o câmbio. Nada mais pertence a uma marca específica. A própria Williams tem como parceira dona Mercedes que fornece as unidades de pum atômico e, certamente, dá palpites em relação ao carro e sua tecnologia embarcada.
Na F-1 moderna dizer que a equipe Rás é virgem é como dizer que só tem gente honesta no congresso nacional.
O carro tem chassi Dallara e parceira mais que técnica com mamã Ferrari que fornece unidade de pum atômico, câmbio, túnel de vento, pizzas, aquele spaghetti amigo etc, etc.
Todos sabiam disso há um tempão. Desde que anunciaram a criação da equipe. Ninguém reclamou até então.
O resultado na Austrália não pode ser levado em conta graças à Mimadon e sua barbeiragem que mudou o rumo da história.
Temos que esperar mais dois ou três GPs para analisar melhor do que a Rás é capaz (rimou).
Então, vamos ver se a equipe norte-americana chegou mesmo para encerrar uma era.
El Mimadon disse que gastou uma vida na Austrália. Não sei quantas tem mas, já andou gastando algumas.
Logo de cara, em sua estréia na F1 pela Minardi, estampou o gradil. Não deu para gastar uma vida. Mas, que arranhou arranhou.
O GP da Áustria em 1975 foi disputado debaixo de chuva torrencial. Durou 29 voltas. Valeram metade dos pontos.
Até aí morreu Ulisses.
Quando a direção de prova resolveu encerrar a brincadeira Vitório Brambilla liderava pilotando um March. Piloto italiano chegado à maldonadices.
Diz a lenda, não dá para ver no vídeo, que ele ao ver a bandeira xadrez ergueu os braços em comemoração e pimba no gradil.
Mesmo assim conseguiu levar seu carro aos boxes.
Foi sua única vitória na carreira, já aos 37 anos.
Como dizem, um lambão direto do túnel do tempo.
Cresci em meio à guerra fria. Lembro que um dos meus livros prediletos era de um general americano que descrevia um ataque soviético à Europa através da Alemanha Oriental. Ele dizia, no livro, que o exército comunista era imbatível e, num determinado momento, os bonzinhos da Otan, e EUA, teriam que fazer uso das armas nucleares para preservar o mundo livre. Como assim, cara pálida? Os soviéticos não iriam revidar? Iria sobrar algum mundo para ser livre?
Nunca soube ao certo o pensamento político de véio Mero mas, ele adorou quando o "barbudo" desceu da Sierra Maestra e botou para quebrar. Eu era pequeno. Não dava muita importância para estas coisas de adulto. Mesmo assim achava incongruente aquela foto de Fidel Castro bebendo uma Coca-Cola entre um tiro e outro.
aqui ó, imperialistas americanos
O tempo passou o livro do general foi para o lixo, a Alemanha Oriental voltou a ser a grande Alemanha, a União Soviética foi para o vinagre e por aí vai.
O hilário da história é que, até outro dia, Cuba de Fidel era uma sanguinária ditadura a aprisionar qualquer um que pensasse em liberdade. Uma ilha no meio de um paraíso sofrendo sanções dinossáuricas incabíveis num mundo moderno.
A revista Veja sempre vinha com umas notinhas a respeito. Fidel era o diabo (barbudo) em pessoa.
Sobre outras ditaduras maiores e mais ferozes, tipo China, nem uma linha.
Sobre violação de direitos humanos dos norte-americanos nadica de nada. Lembrem-se de Guantánamo, que por sinal fica em Cuba.
Por essas e por outras, deixei de ler essa revista porta voz do fascismo.
Mas, meninos eu vivi para ver.
A foto diz tudo. O gordinho ao lado de carros do século passado observando o futuro que chega em um 747 tunado. Por sinal, predominantemente azul.
No tempo da ditadura militar frequentava o curso de Bacharelado em Química na USP aqui em Rib's.
Tempos brabos. Um dos pontos de encontro da moçada era a cantina da Filô. O intervalo das aulas de diversos cursos se dava mais ou menos no mesmo horário e, era comum juntar aluno e professor em busca de algum salgadinho horrível e coca-cola quente.
Havia um professor, da Química, que era mais acessível e brincalhão. E come quieto também. Herói de muitos tímidos.
Enfim, um belo dia lá estávamos na cantina lotada, muita algazarra, quando entra um professor e exclama para o Zé Ricardo, o professor em comento, "notícias alvissareiras..."
Não teve tempo de terminar a frase. O Zé berrou do balcão "Caiu a ditadura!"
O que se seguiu lembrou aqueles desenhos animados em que todos correm e só o personagem central fica em cena. Lógico, alguns ficaram por petrificação instantânea.
O cara tinha culhões.
A notícia alvissareira de hoje é a reversão do sistema de classificação para a corrida noticiada pelos mandões.
Não agradou ninguém. Engraçado foi assistir os "meninos" do Sportv dizendo que o novo formato é espetacular, muito bom, supimpo, bão mermo e, ficarem com cara de tacho no Q3. Lógico, eu não vi a cara deles mas, deu para imaginar.
Nem foi preciso uma escolha parcial e tendenciosa, como sempre acontece na escolha do lambão da corrida. Ele se destacou na Austrália mandando destroços para todo lado e influenciando no resultado da corrida
Apesar da gravidade do acidente que poderia ter consequências maiores do que gastar uma vida (como ele mesmo disse) não há como evitar o leitão assado à la creme de rivotril ("depois dessa ele precisa", disse dona Gertrudes).
Mimadon perpetrou uma senhora maldonadice ao errar o bote e encher o pneu traseiro esquerdo de Tábão Gugu (vulgo Esteban Gutièrrez) e sair voando pista afora.
O mexicano da vez vinha mais lento com sua Rás e levou um puta susto.
Temos que dar um desconto para Mimadon uma vez que, no ano passado, não conseguiu se divertir e esqueceu os procedimentos de ultrapassagem.
Recentemente um juiz meteu os pés pelas mãos. Em escuta telefônica autorizada, por um caso fortuito, a Polícia Federal gravou a presidenta (ou presidente, sei lá) em conversa telefônica com o ex-presidente Lula. O juiz, extrapolando sua competência resolveu divulgar o tal diálogo. Entre outros motivos, pelo interesse público. Em verdade, porosas as suas justificativas. Divulgou porque a intenção da Lava Jato é, como muitos suspeitam, "pegar" o PT. Todos sabemos que o alvo não era a presidente(a). Ela é detentora de foro especial. O que o juiz de primeira instância deveria fazer? Remeter o material para o STF, competente para a análise do grampo. Nunca divulgá-lo. Mesmo porque nem processo existe contra o ex-presidente.
Mas, estamos no brasil-sil-sil. O cara é um herói. Enfrenta o PT como ninguém ousou. Sei, sei.
Gostaria que divulgasse tudo que remeteu para instâncias superiores sobre o descoberto envolvendo políticos de outros partidos. Até por uma questão de isonomia.
Desabafo à parte, um caso fortuito tirou a vitória de Vetor no GP da Austrália neste domingo.
Liderava com folga, tendo seu companheiro Vodkanem em segundo quando Mimadon errou feio e encheu a traseira de Gugutierrez. Veio a bandeira vermelha e, na minha opinião, erro de mamã Ferrari em não colocar pneus médios como as Mercedes que não iriam parar até o final da corrida. Toda a vantagem que ele tinha foi para o vinagre (como dizia véio Mero). E, a aposta em usar pneus supermacios foi errada. No final, em perseguição à Hamiltão quase perde o terceiro lugar despistando na curva que antecede a reta de chegada.
Pode ser que o carro de mamã Ferrari gaste mais pneus e resolveram não arriscar. De qualquer sorte, o caso fortuito foi a fortuna de Roseberg que vinha de um fim de semana ruim.
Acredito também que a bandeira vermelha embaralhou a ordem de chegada lá atrás. Massinha de modelar não parecia ter chances de chegar onde chegou. A dupla de fraldianos dos Toros mirins vinha muita bem. No final andaram trançando bigodes com Ven no Tápen Zinho reclamando de privilégios ao Carlito Semnoção. Tempestades se avizinham.
Inesperada a colocação de Romã da Granja e sua Rás. Sexto lugar está muito bom.
Sou obrigado a concordar com o chefe do blog. A gente torce para mais brigas lá na frente. Mas, a não ser que Hamiltão tenha daqueles xiliques ao longo do ano, já está consagrado.
Então, vamos ver se a novidade que vai abaixo perdura.
Esse vídeo foi chupado da página oficial da F-1 no Youentuba. Já li reclamações de alguns blogueiros que vídeos incorporados acabam apagados sem mais aquela.
O grande dilema do lado caipira do blog, neste ano, é a produção do famigerado post "lambão". Nós escolhemos um lambão nas várias corridas e oferecemos um leitão preparado pelas inábeis mãos (e muitas vezes pés, quando cai alguma coisa no chão) de dona Gertrudes.
Gravamos a corrida e filmamos toscamente o que vai para o post.
Nestes tempos bicudos trocamos de operadora de TV, internet, telefone, entrega de pizzas, comida joãoponesa e etc.
Acontece que o equipamento instalado não grava nada da TV. Estamos trabalhando nisso. Ou seja, caçando links que permitam editar as maldonadices da vida.
Aliás, diga-se de passagem que a troca só foi completamente instalada na mansão oito dias depois da primeira tentativa. Meninos, não aguentava mais sujeitos o dia inteiro sem resolver o problema. Só quando dei a famosa carteirada ("trabalho na justiça. Minha muié tumém. Vou meter um processo nocêis. Vão ter que pagar a reinstalação da Net e danos morais".) é que resolveram enviar um técnico que entendia da coisa. Segue a boiada.
O vídeo é de Johnny Dumfries de 1986 em Adelaide. Então companheiro de Senna, o Ayrton.
Gostei do som, do trabalho que o piloto tinha para controlar o bichão. Notem que, na largada, o carro patina. Dá para ouvir o pneu "cantar".
Lembrando que esta corrida foi uma das mais espetaculares. Mansell perdeu o campeonato que dona Williams deu para ele, ferrando Nelson Piquet. Furou um pneu e Prost levou o título.
Lá atrás, a largada de Dumfries.
Já temos um campeão. Lewis Hamilton vai levantar o tetracampeonato no final desta temporada. Rosberg vai muito mal, foi massacrado nos treinos e não vai se recuperar tão cedo. Aliás, foi exatamente isso o que aconteceu no ano passado: quando o alemão reagiu, já era tarde demais.
As Ferraris não têm velocidade para brigar por vitórias. Pelos treinos de hoje, a Mercedes está colocando três décimos a mais em relação à imensa vantagem que já tinham na última temporada.
Com isso, então - a não ser que haja uma abismal diferença entre o desempenho de treino e de ritmo de corrida para Ferrari e Mercedes -, a F-1 ganha um novo tetracampeão, ao lado de Alain Prost e Sebastian Vettel.
Em uma dessas viagens à capital deste país para protestar contra a falta de reposição salarial (que agora vai para dez anos) a rainha da mansão levou uma pisada no pé. Já faz quase um ano e, só agora a unha do dedão está deixando aquela marquinha preta.
Pois a F-1 deu uma tremenda pisada no nosso pé com esse novo formato de qualificação. O Q-1 ainda passa porque tem todo mundo na pista. A TV fica meio perdida pois não sabe quem mostrar. Os nanicos (e, são os mesmos) ficam se estapeando até a degola ir alcançando um a um.
A partir do Q-2 a coisa complica. Menos carros e a previsão de quem vai ser eliminado se torna mais difícil. Os pilotos acabam gastando mais jogos de pneus do que seria razoável.
Resultado: o Q-3 foi a coisa mais ridícula dos últimos tempos. Os pilotos saíam do carro sem tentar nada porque estavam sem borracha para brigar com dona Mercedes.
Já saiu a notícia de reunião dos chefões para discutir a parada. Se queriam tornar a classificação mais atraente erraram.
Fico pensando. Quem bolou essa mudança? Não é piloto, não foi o Aquistone, não foi o Zé das Couves, nem o amigo do Lula. Mas, aceitam sem perguntar aos maiores interessados (pilotos) o que acham do formato.
Não pode dar certo mesmo.
De resto o grid é aquele mesmo que todos esperavam. Tem essa coisa de mamã Ferrari ter chegado em dona Mercedes e todo esse papo de bar. Na hora de emparelhar os carros verificamos que quase nada mudou. Talvez a corrida seja diferente. Mas, até agora....
Hamiltão, Roseberg, Vetor, Vodkanem, (ó) Vem no Tápen Zinho, massinha de modelar,(ó) Carlito Semnoção e Ricardão são os oito primeiros.
Os toros mirins são a surpresa. Espero que a garotada nos dê alegria cutucando os mais "velhos".
No fechar da cortina, a equipe Rás tão decantada e cheia de verdinhas só andou na frente da menor Manor.
Interessante o novo modelo de classificação que iniciou sua vigência neste final de semana, junto ao Novo Código de Processo Civil brasileiro. Interessante, porque mantém o Q1 e Q2 bem ativos, já que quem bobear, cai fora em um minuto e meio.
No Q3, a coisa fica muito ruim. O cronometro nem tinha parado ainda e o Vettel já estava de calça jeans. E era óbvio que isso aconteceria. Se o cara não vai brigar pela pole position e os pilotos que poderiam ameaçá-lo são eliminados - deixando, portanto, de ser ameaça -, porque ir para pista, arriscar o carro e gastar pneu que pode ajudar na corrida? Fica todo mundo no boxe.
Agora, para mim, o pior de tudo neste modelo é que ele nivela a categoria por baixo. Todos ficam na pista em função do risco de eliminação, mas toda a atenção do público vai para a ponta de baixo da tabela: "quem é o mais lento? Quem é que vai ser eliminado?". Nem importa quem está na frente e a disputa pelos primeiros lugares.
No final das contas, é mais uma tentativa artificial de tornar a categoria mais atraente, mas que tem como resultado deixá-la mais distante de sua própria identidade.
ATUALIZANDO: A primeira notícia na capa do Motorsport-Brasil é esta aqui. Não deu certo.
Não resisti ao me deparar com a foto. Carinha de filhinho de mamã desolado.
Mimadon já foi nosso preferido enquanto enfrentava Miguel Shuámarca (vulgo Michael Schumacher).
Depois de um tempo o cara mostrou que é um pé no saco.
Tanto quanto pedante. A diferença é que não soube aglutinar a F-1 em torno de seus interesses. Shushu tinha a seu favor o fator de "esquecimento" de Senna e a procura (desesperada) por outro gênio.
O tempo passou, a história é cruel, e tanto um quanto outro não substituíram o brasileiro no panteão dos ídolos inesquecíveis.
E, num lampejo, penso que a grande diferença entre todos é que Senna só queria chegar em primeiro.
Lembro que fiz um regime maluco (mas, deu certo) na década de 90.
Não comia nada de origem animal.
Um regime animal, também, porque deu muito certo. Claro que não iria perdurar. Sou um animal carnívoro e cerveríjeo.
Lembro também que de saco cheio de comer chuchu (muito bem feito pela rainha da mansão, diga-se de passagem) perguntei ao médico se poderia comer pipoca. Havia um microondas novinho (que continua ativo!!!) na cozinha e a pipoca de microondas era o must do momento.
Ele respondeu que sim. Poderia comer pipoca. Mas, ....
Não lembro que deveria ser com parcimônia. Devorava pipoca loucamente. E, estranhamente não houve problemas em relação ao regime.
Tudo para dizer que hoje começa a temporada de 2016.
Complementando o post do chefe do blog. Sim, já temos mulheres fazendo bico por aqui.
O primeiro treino, normalmente, é um saco. Os caras saem dos boxes dão uma volta e só. Mas, é o primeiro da temporada. Vale uma espiada.
E, nesses tempos bicudos de brasil-sil-sil meio que de ponta cabeça, vamos aos pingos.
- Todos dizendo que a F-1 anda chata para carai. Nenhuma novidade.
- Todos dizendo que tem chances de brigar com dona Mercedes. Nenhuma novidade.
- Novidade. Aston Martin dizendo que vai marcar um encontro romântico com a dona Red Bull (segundo ele uma potranca de porte). Vai sair faísca e quem sabe parceria motorzal.
- Alonso ainda não superou a besteira que fez ao largar o colo de mamã Ferrari. Agora anda dizendo que a matriarca italiana ganhar, aí sim vai se arrepender. Bola pra frente, fi.
- lembram do Will Power? Aquele piloto da Indy que não correu em St Pedehambúrger por motivos não bem digeridos? Pois é. Diz que está tudo bem e que os problemas no ouvido eram antigos e vamo que vamo. Não sei não. Penso que na verdade não participou por rabada com polenta.
- Para encerrar. Outro que não superou ser batido (para não usar superado) pelo companheiro de equipe é Marcão Uéber. Lá vem ele puxar o saco de Mimadon. Disse que ele tem mais talento no dedo mindinho que muitos pilotos do grid. Dedo mindinho?
Ainda não valerá muita coisa, mas hoje, para desespero das senhoras da família, já tem treino de Fórmula-1!
O GP da Austrália, realizado em Melbourne, completa 20 anos. Rapaz, 20 anos e ainda parece novidade que a corrida na terra do canguru e outros animais medonhos não seja a última da temporada e em Adelaide.
A corrida de 1996 poderia ter sido ainda mais histórica se um problema no carro não tivesse tirado a vitória de Jacques Villeneuve, que estreava na categoria e poderia já partir vencendo. Não aconteceu, então fiquemos com a pancadaria inicial promovida por Martin Brundle (o vídeo não está bom, mas não encontrei outro melhor no VocêTubo).
Quando era pequeno lá em sampa não havia transmissão ao vivo de futebol. Falamos da década de 1960.
O rádio dominava. Ouvíamos a transmissão, dramática feito telenovela, imaginando noventa minutos em que a bola poderia entrar no gol a qualquer momento. Quando assistíamos o tape pela TV víamos que a coisa não era bem assim.
Mas, juro que numa dessas transmissões, um repórter de campo entrevistou um jogador sobre o que ele esperava do jogo e ele respondeu mais ou menos assim: "tudo pode acontecer. A gente ganhar, perder ou dar empate". Tremendamente lógico.
Pois quando li a declaração de massinha de modelar comecei a rir lembrando de como ri do pobre e filósofo jogador.
Sim, tudo pode acontecer. Ele chegar em primeiro é o que não vai acontecer...
Lembrando que, tempos atrás, quando perguntado no grid o que esperava da corrida, massinha sempre dizia que daria o seu melhor. Até alguém dar um toque. Dar o melhor é o que melhor se espera de um piloto.
Nelson Piquet costuma dizer que o público quer ver é pancada nas corridas de automóvel.
Este acidente em St Pedehambúrger fez a alegria da moçada.
Numa dessas relargadas da vida os caras vem que vem. Nem se preocupam em tomar cautela. Não "encontram" o pedal do freio e pimba em quem vai na frente.
A ralação já comia solta e Carlito Mumunha (vulgo Carlos Munhoz) colombiano como Montoya, acertou a traseira de Granhã Varal (vulgo Graham Rahal). O que se segue é típico da categoria. Todo mundo tentando voltar de qualquer jeito (mesmo com três rodas), dando a volta no estacionamento do mercado, pegando um metrô, pulando o muro e etc.
Hilário é o gesto de Varal erguendo os braços dentro do carro como a dizer "porra! Que couve?"
Disse, num post atrás, que não assisto uma corrida inteira de F-Indy porque acho um saco o excesso de raladas e bandeiras amarelas que demoram tempo demais. Penso que fazem de propósito para que o a turma vá ao banheiro e retorne à corrida. Estou me referindo aos pilotos.
Mas, dei uma olhadinha na corrida de estréia do campeonato deste ano em St Petersburg o suficiente para ver que agora existe um display na lateral do carro logo atrás da cabeça do piloto que mostra, por exemplo, o tempo de parada nos boxes. Muito legal.
Legal também que nosso ex-gordito favorito venceu.
Como no ano passado Juan Pablo Montoya levou o caneco de primeiro lugar para casa.
Will Power, depois desse acidente, que considero leve, foi substituído por Oriol Serviá.
Power sofreu uma leve concussão.
Montoya corre pela Penske e o segundo na prova Simão Pajem também. Pelo visto a equipe vai continuar dominando o campeonato.