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sexta-feira, 24 de março de 2017

Poderíamos parar por aqui?

Começou! Mais morno do que esperávamos, dada toda a expectativa gerada pela mudança de regulamento e pelos testes, mas é ótimo ter a Fórmula 1 de volta. 
Nos testes, vimos a Mercedes andando milhões de quilômetros a mais que os outros - Ferrari incluída - e, hoje, vimos o Hamilton detonando a concorrência sem dificuldade, por mais de 0,5s. Vai fazer a pole amanhã de madrugada, vencer a corrida no domingo; ao final das vinte etapas, sagrar-se-á tetracampeão, aposentando-se a seguir. 
A Ferrari começará na frente da Red Bull, mas perderá terreno ao longo do ano e, na metade da temporada, Marchione estará ameaçando demitir meio mundo. 
Pois bem. Estão aí as minhas profecias; torço contro todas elas. Sou ótimo com profecias. Ano passado, escrevi isto aqui após os treinos livres para o GP da Austrália. Analise você, caro leitor, a acurácia da minha clarividência. 

sábado, 19 de março de 2016

Poderíamos parar por aqui

Já temos um campeão. Lewis Hamilton vai levantar o tetracampeonato no final desta temporada. Rosberg vai muito mal, foi massacrado nos treinos e não vai se recuperar tão cedo. Aliás, foi exatamente isso o que aconteceu no ano passado: quando o alemão reagiu, já era tarde demais. 
As Ferraris não têm velocidade para brigar por vitórias. Pelos treinos de hoje, a Mercedes está colocando três décimos a mais em relação à imensa vantagem que já tinham na última temporada. 
Com isso, então - a não ser que haja uma abismal diferença entre o desempenho de treino e de ritmo de corrida para Ferrari e Mercedes -, a F-1 ganha um novo tetracampeão, ao lado de Alain Prost e Sebastian Vettel. 

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Alô, alô, testando - II

Bom, 2016 será mais previsível que 2015 em relação aos ponteiros do grid. Dona Mercedes vai ganhar quando, como e com a vantagem que bem entender. Não tem segredo. Só esperamos que deixem Roseberg e Lúis brigarem à vontade - e, pelo visto, a vantagem vai ser tanta, que não tem por quê não deixarem. 
Ainda que a Ferrari tenha feito tempos melhores, a Mercedes cobriu o dobro de quilometragem em relação aos vermelhos. É muita, muita coisa. Isso significa, para começar, que eles já compreenderam o carro, já resolverem tudo o que diz respeito à confiabilidade e, agora, só vão deixar o bólido mais rápido. Eles sequer levaram outros tipos de pneu que não o de maciez intermediária para esta primeira bateria de testes. 
Então, todos vão comer poeira. A briga pelo título só vai acontecer se Hamilton estiver animado para correr - e não preocupado com a pussycat da vez -, e Rosberg, na sua melhor forma.