Mostrando postagens com marcador chuva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador chuva. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de maio de 2018

"DESCULPE A POEIRA"

Interessante novidade da dona Mercedes para dias chuvosos. Luzes nas extremidades da asa traseira para servir de alerta aos malucos de todas as voltas.
Novidade para os monopostos, bem entendido. Alguns carros esportes já utilizam essas luzes.

Poderiam acrescentar um "desculpe a poeira". No caso "desculpe o spray".


domingo, 7 de agosto de 2016

NA MADRUGADA

NAVEGAR É PRECISO

sábado, 21 de junho de 2014

FINALMENTE

Depois de muitas promessas não cumpridas rubim massa fez e aconteceu.
Foi pole na volta do GP da Áustria tirando o chopp da mão de Válerio Botinas no apagar das luzes, como dizem os poetas.
Esta conquista lembra muito os dizeres de uma certa pessoa que, tempos atrás, dizia que "hoje vai chover". Nunca chovia. Nunca é para dar mais ênfase, uma vez que todo dia essa pessoa proferia a profetização (ui!).
Lógico que um dia chovia. Ela triunfante dizia "eu não disse?"
Mais ou menos o que assistimos hoje. Depois de muita "agora vai", foi.
Espero que amanhã também seja um grande dia para rubim massa. A maré tem que virar. E, fazer a pole tirando um companheiro chato do primeiro lugar é bem legal.

"finalmente estou bem na foto"

domingo, 24 de novembro de 2013

LAMBÃO MOLHADO

Final da Prática 2 em Interlagos. Sábadão com chuva e a pista estranha. Mezzo rápida, mezzo calabreza.
Todos tentando melhorar e nosso desempregado Chapolin Perez fez o que fez.
Cometeu um erro primário para quem anda no molhado. Acelerou na hora errada quando estava passando por cima da pobre zebra.
Para quem tem uma jamanta de alfacinhas e algum talento a ser aflorado foi um erro que pesa na hora da escolha por parte de alguma equipe. Afinal, temos vários pilotos com din din no saco e equipes precisando de din din no saco.
Desconfio que Chapolin vai amargar, como ele mesmo diz, um ano sabático.
Por enquanto, leva o leitão molhado do início da quermesse.

sábado, 24 de agosto de 2013

UFANISMO NOVES FORA


O treino oficial de hoje lá no Spa do Franco foi daqueles em que a gente teme por quem torce. São Pedro não decidiu se chove se não chove e ficamos naquele de pinga aqui e pinga ali.
Interessante porque contribuiu para subida ao Q2  de alguns nanicos. Como exemplo o rapaz do Jardim que fez um incrível terceiro tempo no Q1 ao arriscar pneus para pista seca quando São Pedro resolveu dar um tempo.
O Q3 começou com um misto de garoa e secura ao molho pardo.
Paulo restou ser mais esperto e saiu dos boxes com pneus para pizza mezzo seca mezzo molhada enquanto o resto da rapaziada saiu com pneus para pizza seca. Massinha de modelar saiu um pouco mais atrás com pneus iguais aos do Paulo.
A chuva aumentou e nosso ufanista de plantão começou a bradar que massinha estaria na primeira fila porque a "chuva aumentou". No vídeo nota-se que o piloto brasileiro não conseguiu superar Paulo. Então, pelas contas do ufanista largaria em segundo.
Segue a carruagem.
Veio uma grande defecada da mamã Ferrari. Massinha de modelar foi para os boxes enquanto os outros pilotos davam suas voltas com a pista secando.
Então, os melhores tempos ficaram com os três últimos a cruzar a linha.
Hamiltão que estava quietinho o fim de semana inteiro é o pole.
A dupla de mamã Ferrari vai sair na quinta fila e vamos ter que aguentar o ufanista passar o GP inteiro dizendo que eles tem uma tática do carai para o final da corrida.

massinha de modelar será o pole se virarmos a tabela de ponta cabeça

sexta-feira, 19 de julho de 2013

CIDADE

hell

rain

light

sexta-feira, 28 de junho de 2013

PARA NÃO PERDER O COSTUME

Ainda rola o treino extra oficial lá em Silvastone (o segundo para ser exato) e já temos material para um post rápido.
Massinha de modelar bateu na primeira volta rápida. No primeiro treino, com chuva, fez o décimo primeiro tempo.
Engraçado são as explicações oficiais. Os globais dizem que a pista ainda estava úmida no trecho em que ele bateu. Ou seja, uma desculpa para a bicuda no gradil. 
O problema é que ninguém mais saiu da pista neste trecho. Quando escrevo faltam 25 minutos para o final.
Então, massinha de modelar errou mesmo. Veio forte demais na primeira volta lançada.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

TEMPESTADES

Acabei de ler/ver o post do chefe do blog, que por sinal está sentado quase ao meu lado.
As manifestações da natureza em forma de tempestades me fascinam.
Desde meus tempos de Curitiba e suas chuvas de verão, mistura de água e granizo a machucar as costas dos moleques que corriam para a rua Henrique Itiberê da Cunha sempre a encher de água para nossa alegria e desespero das mães, uma vez que não é muito higiênico brincar em água empoçada por entupimento de bueiros.
Gosto de assistir uma tempestade desde seu início com a formação das nuvens a assustar os medrosos.
Sim, convivo com gente, como diria o Faustão no particular e no profissional, que se desespera ao menor sinal de chuva.
Enfim, uma tempestade é um belo espetáculo.
No começo, os pássaros vão abrigar-se em lugar seguro. Alguns, querendo aparecer para seus compadres, voam em meio ao vento. Sei lá o que pensam da vida.
Mas, nada como o flash dos raios seguidos dos trovões e o magnífico stéreo que mamã natureza proporciona.
Se orquestra fosse este seria o início tipicamente rockeiro de uma tempestade.
Após, vem a chuva propriamente dita como uma apoteose de violinos.
Como dizem hoje, se a chuva for “tensa” vamos ter alagamentos e as mesmas reportagens na TV a repetir-se ano após ano.
Prefiro ficar com a atração que a chuva exerce sobre mim. Mesmo porque, vejam a foto do sol se pondo ao fim de uma chuvarada, após a tempestade vem a bonança.
É batido mas verdadeiro.

Raining deep in heaven

Tem chovido um bocado neste feriado.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

ENSAIO

Bem, o mundo não acabou dia 21 de outubro.
Mas, hoje 25 de outubro o ensaio geral foi bem assustador.
Vejam o filminho.
Na verdade foi um anticlímax.
Já tivemos um tornado por aqui em maio de 1994 com destruição nunca vista.
Desde então quando arma um tempo desses todo mundo lembra do ocorrido arrepiando geral.
Apesar do céu carrancudo o ensaio de hoje terminou em uma chuva daquelas normais.
Tsc, tsc.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Bullcrap

Sempre que eu escrevo aqueles posts com o marcador "bullcrap", recebo, no dia seguinte, um telefonema dos meus pais, preocupados: "o que aconteceu? Por que você escreveu aquilo?" Minhas respostas são sempre evasivas, dizendo que é nada, "aquilo é uma tentativa frustrada de literatura". Lógico que eles sempre sabem que é mentira.
Realmente, sinto-me compelido a escrever principalmente em momentos não muito bons. Quando há felicidade abundante, a gente sai para brindar e brincar, e não senta para escrever. Não é?
Isso se tornou uma constante, principalmente desde mais ou menos um ano atrás. Algumas coisas não agradáveis aconteciam desde um período anterior, mas, há aproximadamente um ano, um ciclo meio tenebroso se iniciou por meio de um evento - ou o último evento de uma série de eventos - com consequências dramáticas.
Ontem, eu já nem notava que ainda estava girando naquele círculo. Percebo, agora, que ainda estava lá porque suspeito que o ciclo se fechou. E se, durante este tempo todo, usei este canal para dar preocupações aos meus pais - que estão lá longe -, nada mais justo que usar o mesmo meio para aliviá-las.
Claro que, como de costume, as coisas não serão explicitadas. Vamos dizer que foi assim: choveu por aqui nos últimos dias. Choveu e tem feito muito frio. Trombei com alguém, por acaso, e estava todo encharcado. Comentei, como que me explicando: "choveu". Recebi, em resposta: "eu não tenho um guarda-chuva para te emprestar, nem roupas secas. Mas fique por aqui. Gosto de você".
Um gesto singelo, muitas vezes, tem significado enorme na vida de alguém. E esse mero "fique por aqui" significa um rompimento com uma série de encontros e desencontros marcados por desaprovação e descrença. E esse rompimento me faz ter o coração leve, como há muito não tinha.
Hoje, pela primeira vez em muito tempo, a insônia é de entusiasmo e aprovação pela vida, e não por preocupação e pesar.
Então, papai e mamãe, estou escrevendo um monte de bullcrap, como sempre. Mas estou bem. Muito bem.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Barrichello, 300 [7] - A Maior das Homenagens

Já em meio ao início das atividades em Spa, façamos a derradeira lembrança dos bons momentos de Barrichello na F-1 em vista de sua participação de nº 300 em finais de semana de Grandes Prêmios.
Desta vez, o texto não será meu. As palavras abaixo foram escritas pelo jornalista Reginaldo Leme por ocasião do GP da Inglaterra de 2008, publicadas em 11 de julho do mesmo ano, lá no site oficial do Flavio Gomes.
Infelizmente, o texto não está mais acessível pelo site. Neste momento, fico muito feliz por tê-lo "salvado" na ocasião em que li.
Silverstone, 2008, Barrichello chega em terceiro com aquela sofrível Honda. Todos já esperavam a aposentadoria do brasileiro naquela época e o resultado excepcional, sob forte chuva em parte da corrida, foi tido como o "canto do cisne" do piloto.





Em vista da habilidade de Barrichello em correr na água, recorrentemente demonstrada ao longo de sua carreira, Reginaldo Leme teceu as seguintes considerações:

"Coluna Grand Prix: A chuva e Rubinho
11/07/2008 - 07:30

Já faz um bom tempo que não falo do Rubinho aqui na coluna. O momento não tem sido de bons resultados e, mesmo as boas corridas que ele já havia feito este ano, andando lá atrás, fora dos pontos e da posição em que ele e a Honda deveriam estar, ficaram apagadas diante do equilíbrio que marca a briga pelo campeonato. Portanto, é com alegria que, desta vez, eu dedico a coluna toda a Rubinho, o melhor piloto do GP da Inglaterra de domingo passado e, certamente, um dos maiores da história das corridas com chuva.

Ainda na transmissão de TV do último fim de semana, foi lembrada a única prova de F-1 disputada em Donington, que será a nova sede do GP da Inglaterra a partir de 2010. Isso aconteceu em 1993 e, até hoje, a primeira volta do Senna naquele dia é tida como a "volta mágica" de abertura de um GP. Isso porque ele largou em quarto e já estava em primeiro quando passou diante dos boxes. Só que a volta inicial do Rubinho na mesma corrida foi melhor que a de Senna. Ele largou em 12º e completou a primeira volta em quarto, fazendo oito ultrapassagens com um carro Jordan, debaixo de chuva. Uma façanha que acabou ofuscada pela do Senna, por se tratar do líder e um tricampeão mundial. Mas jamais será esquecida pelos que acompanham a F-1.

Pois é. Choveu de novo domingo. E ninguém andou tanto quanto Rubinho Barrichello, embora o mais premiado, claro, tenha sido Lewis Hamilton, aquele que na semana anterior ao GP, toda Inglaterra perguntava se ele seria capaz de conseguir uma vitória em casa. Minutos depois da bandeirada, eu mandei uma mensagem via celular para Rubinho, dizendo da alegria que era ter visto não um brasileiro, um amigo ou companheiro, mas um piloto, seja ele de onde for, andar daquele jeito. Ele saiu do 16º lugar, fez ultrapassagens sem muita negociação, brigou com McLaren, BMW, Renault – a Ferrari não está nesta lista porque ficou logo para trás – e chegou ao pódio com um terceiro lugar porque falhou a bomba que injetou gasolina no segundo pit stop. Se a bomba tivesse feito bem o seu papel, Rubinho teria sido o segundo colocado. Na segunda-feira ele me respondeu o SMS. Contente, claro, mas consciente de que ele só fez o que a alma e o talento mandaram. Resumindo, divertiu-se como ninguém.

Eu continuo na Inglaterra e, depois de ler todos os jornais, me certifico que não exagerei ao dizer na TV que Barrichello está entre os melhores pilotos de chuva da história da F-1. Mas quantos são esses melhores? Cinco, quatro, três? Eu vi Jacky Ickx, um especialista na chuva. Assim como Ronnie Peterson, Keke Rosberg e alguns outros no decorrer de três décadas. Incluindo Michael Schumacher e Ayrton Senna. Shows inesquecíveis de Senna. Mas acredito que, se houvesse um campeonato com 18 corridas na chuva, nem para Schumacher Rubinho perderia o título. Ou seja, ele é o melhor de todos, sem exagero.

Aliás, da mesma forma como enalteceram Barrichello, os jornais europeus levantaram dúvidas a respeito da habilidade de Felipe Massa na chuva. Já falamos disso algumas vezes e ele diz que não se incomoda com pista molhada. Vi poucas vezes - algumas ruins, outras normais - e, portanto, é algo ainda a conferir. O certo é que isso não pode desqualificá-lo como candidato ao título. Nelson Piquet e Niki Lauda detestavam corrida com chuva e foram tri-campeões. Alain Prost, então, tinha verdadeiro pavor, e foi tetra".

Reginaldo Leme coloca Barrichello como o mais talentoso piloto em pista molhada da história. Melhor até do que Ayrton Senna. Para o jurista, seria como ser comparado a Savigny ou Pontes de Miranda; para o compositor, a Beethoven; o artísta plástico, a Dalí; o poeta, a Camões... e por aí vai.
O jornalista tem razão? "Ele é o melhor de todos, sem exagero"? Não sei. Mas, qualquer piloto que suscite a dúvida "é melhor que Senna?", "é melhor que Schumacher?" em qualquer situação de pista, teve uma carreira de sucesso e recebeu o maior reconhecimento que se pode receber em sua profissão.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Fórmula-1 Literária atrás do volante

Sentar aqui, atrás do computador, e escrever que o Fisichella isso, o Badoer aquilo, o Barrichello aquilo outro, é uma tarefa fácil, que demanda, apenas, paciência e boa vontade. Agora, sentar atrás do volante de um veículo de competição e acelerar é algo realmente trabalhoso.
Pensando nisso, o F-1 Literária lançou mão de parte de seu (apertado) orçamento e enviou um representante para o Kartódromo Internacional da Granja Viana, que, aliás, não fica na Granja Viana, mesmo sabendo dos protestos da ala patriarcal do blog que certamente viriam. Afinal, onde já se viu gastar dinheiro com este tipo de coisa?
De qualquer forma, lá foram eles. Quatro "pilotos" dirigindo-se ao kartódromo, com grandes expectativas, ansiosos por colocar as mãos e pés no kart e mandar bala. Só não contavam com um dilúvio no caminho. Nosso representante, diante de tanta água, já se conformava: não iria dar para correr.
O traçado utilizado nesta semana no kartódromo é o chamado "traçado 3", com 1.140 metros de extensão. Talvez seja a variação mais rápida da pista da Granja, como se pode perceber neste vídeo:



Quando os bravos competidores se aproximaram da pista, constataram que haviam chegado antes da chuva. Haveria corrida.
Mas o céu negro e as nuvens carregadas não deixavam dúvidas de que a chuva chegaria depois, mas chegaria com certeza.
E não deu outra. Em poucos minutos, leves pingos se transformaram, mais uma vez, em dilúvio.
Naquele momento, havia uma bateria em curso. Pilotos semi-profissionais, com seus capacetes impecavelmente pintados, seus macacões e sapatilhas a prova de balas, penavam para manter o kart dentro da pista.
A chuva, no entanto, ia diminuindo e nosso representante tinha certeza de que iria correr. Tinha certeza, também, de que iria passar muita vergonha com a pista naquele estado. Era a primeira vez na Granja Viana e a primeira vez na chuva.
Mas, todo mundo passa por isso. Quem nunca ouviu aquela história do Senna? Dizia ele que sua primeira corrida no kart debaixo de chuva havia sido uma lástima de tão ruim. Então, nosso representante não precisava ficar constrangido. Teria uma estreia na chuva muito ruim, assim como o Senna teve - embora o muito ruim do Senna seja anos-luz melhor que os "muito ruins"ordinários. Quem quiser vê-lo contanto a história, basta ver este vídeo, a partir de 1min50s.
Chegada a hora da bateria, lá foram eles assistir ao sempre útil briefing, em que é ensinada a diferença entre bandeiras amarelas e azuis.
Na Granja Viana, não há sorteio de karts; os próprios pilotos podem escolher aquele que lhes parece mais simpático. Corrida no molhado, nosso representante correu para o kart nº 12. A explicação:

Senna com a Lotus nº 12 no GP de Estoril de 1985. Sua primeira vitória, sob muita água. Fonte da foto: F-1 Um outro ângulo


Nosso representante estava com medo. Todo mundo ali com macacões, luvas, capacetes e muita pose de piloto.
Então, vem o mecânico ligando kart por kart. Era o momento.
A saída dos boxes é em descida, dá em uma reta, também em descida, e uma curva à direita. A pista toda molhada - e o kart com pneus slicks - e a primeira sensação de "agora f****". O representante do nosso blog freia e vira o volante. O kart segue reto, como se nada tivesse sido feito. À direita, passa um outro piloto, já rodando na freada e indo parar na área de escape. Era o caos.
Mas, depois de algumas curvas, toda a insegurança se transforma. O prazer de pilotar começa a fazer efeito, e todo o medo dá lugar à vontade de ir cada vez mais rápido. Pilotar na chuva é uma sensação ímpar. Você acelera e a traseira vai embora; você corrige. Você vira o volante, e o kart continua indo reto; corrige-se com o acelerador. E assim vai, deslizando curva a curva. Não houve uma volta em que nosso representante não foi passear na ondulada área de escape da curva 1 do traçado e voltou pulando para a pista.
Nosso kartista, apesar dos pesares, qualificou-se em quarto, já totalmente encharcado. Passou para terceiro na largada. Avistando os dois líderes logo a frente, lembrou que estava com o kart nº 12 e foi para cima. Coração na boca, adrelina correndo nas veias e então... rodou na curva 2, sendo ultrapassado por todo mundo - ou, pelo menos, pelos que não tinham rodado também. Todavia, a situação era tão crítica que ao final da primeira volta, já estávamos em terceiro lugar de novo. E nesta posição ficamos até a bandeirada, não sem passar por umas 4 ou 5 rodadas, uma batida em um retardatário que estava virado ao contrário e muita água que subia para lavar a alma.
Um excelente fim de carnaval.