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segunda-feira, 27 de junho de 2016

SÁBADO NO (OUTRO) PARQUE

também tem pedreira antiga

"onde está a cachoeira?"

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

VIVENDO "PEREGOSAMENTE" - O RETORNO

A andança no centro de Rib's fez aflorar lembranças dos tempos de passeata contra a ditadura militar e o salve-se quem puder quando a repra chegava o cacete. Ou seja, sempre.
Um amigo da época não conseguiu correr o suficiente e além de umas bordoadas foi preso.
Aqui em Rib's houve um tempo em que o pau comeu feio. Até o final de 1978 muita gente sumiu, foi torturada e os scambáu.
O ano era 1976. Pegaram meu amigo e o enfiaram num fusca com mais dois "sorteados".
Dois policiais civis (sim, civis) na frente praguejando porque eram de cidades vizinhas e perdiam tempo com os caras da "medicina". Naquele tempo quando a gente dizia para o cidadão comum que estudava na USP todos diziam "ah, na Medicina", porque o curso foi pioneiro no campus, por sinal, doado por um barão do café.
Voltando, meu amigo no banco de trás com duas garotas. Para fazer graça perguntou se não deveriam ligar a sirene. Tipo pacote completo. Para sorte dele os policiais civis não estavam muito interessados em apagar alguém ou algo assim. Foi levado para uma delegacia comum, fichado e solto.
Bom, passado um tempo esse amigo chegou na república com um fusca branco. Era noite e ele propôs irmos em busca do bar perdido. Topei, entrei no carro e lá fomos nós rumo ao centro da cidade. Nota: meu amigo não tinha carta de motorista. Detalhe insignificante na visão dele.
Começamos a rodar o centro e eu falando sobre os bares que pareciam legais e ele nada de parar. Sou paranóico e logo notei que havia um opalão seguindo a gente. Comentei com ele que olhava no espelho e deu uma risadinha sem graça. 
Foi quando tive um estalo. De quem é este fusca?
Meu amigo explicou: era de um dos líderes do movimento estudantil. Havia uma reunião marcada dos cabeças das manifestações e a repra sabia do encontro e queria pegar todo mundo com uma rede só.
Então, chamaram o porra loca e propuseram a ele a voltinha gratuita. Eles, meu amigo e o líder, tinham o mesmo físico. Cabelo enrolado e baixinhos. Perguntei para ele o que eu tinha com isso?
Ora, para os caras não desconfiarem que o motorista não era o alvo nada como pegar alguém e seguir para a reunião. Ou seja, o cara queimou nossa república e euzinho. Queimou porque se estávamos sendo seguidos eles iriam pesquisar quem era o barbudo e cabeludo que foi apanhado naquela casa.
Gelei. Tá certo que todo mundo tinha motivos para andar gelado naqueles tempos mas, o negócio poderia ficar sério. Ou não.
Aliás, não ficou. Continuamos a gastar gasolina por um certo tempo. O opalão desistiu de seguir a gente. Não sei porque.
Sei que nada aconteceu em relação a este episódio e me senti participante de um grande evento.



quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

VIVENDO "PEREGOSAMENTE" - A MISSÃO

Como dito no post anterior, fizemos um tour pelas minhas memórias do centro de Rib's. Ao passar em frente ao café Única lembrei de outra história.
Corria o ano de 1976. A coisa aqui no universo tupiniquim andava braba. Ditadura corrento solta.
O ditador de plantão, tio Geisel, fez uma visita na cidade que completava 120 anos.
A cidade faz aniversário em 19 de junho.
Mas, o home veio em 18 de junho de 1976.
Dia do Químico....
Eu, de olho na hoje rainha da mansão, resolvi comprar um mimo para ela em comemoração ao dia do que um dia iríamos ser, já que em 1976 cursávamos o primeiro ano.
Até aí destilação do bagaço de cana dá pinga. Entre outras coisas, claro.
Acontece que os tempos eram sombrios e a visita do home exigia uma logística doida. Ou seja, todo o centro foi fechado ao trânsito e havia soldados por todo canto. Inclusive com binóculos e fuzis no topo de vários edifícios. Tudo porque o "presidente" resolveu tomar um café na Única que ainda existe no centro da cidade na esquina oposta ao Pinguim 1 (que não existe mais, lembrem-se).
A Única era (ou é) a casa mais tradicional para um cafezinho antes de começar o dia, ou ao longo, ou ao anoitecer, ou sei lá. Alguns corretores de qualquer coisa começavam seus negócios encostando a barriga no balcão, tomando um café e dirigindo-se até a frente do Pedrão (ou Teatro Pedro II) no quarteirão seguinte para fechar grandes negócios (ou pequenos).
Pois na manhã da visita este desavisado rapaz foi comprar o mimo (uma caixinha de música) em uma loja no meio do quarteirão seguinte à Única. Quando dei por mim, havia um monte de gente verde oliva circulando, me encarando (eu, depois do trote, já estava barbudo e cabeludo) e alucinando minhas paranóias. Pensei em correr (e levar uns tiros na bunda como aconteceu com um amigo meu em sampa. Ele tinha uns quatorze anos e de terrorista não tinha nada. Só correu de medo quando a repra entrou a padaria em que ele estava), em sorrir (e ser preso por tentar disfarçar um atentado ou algo assim), em gritar "viva o home" (e ser preso por subversão. Ninguém em sã consciência gritaria deste jeito em favor do ditador), e outras maluquices mais.
Porém, consegui cumprir minha missão. Comprei o mimo e sobrevivi. 
Lógico que fiquei com certa dor por não dar minha contribuição e berrar "abaixo a ditadura" no meio da rua.
Mas, ficou a história a ser contada aos filhos e daqui a pouco ao neto. 
Em tempo. Naquele tempo a Única não tinha cadeiras (um charme). Hoje tem cadeiras ao longo do balcão. Heresia, heresia.



cadeiras na única!

VIVENDO "PEREGOSAMENTE"

Segunda, dia 28/12, fui até o centro de Rib's depois de anos sem aparecer por lá.
Aliás, fomos. Eu e o chefe do blog. O motivo primeiro era pagar por uma tortura sofrida por mim em uma cadeira de dentista. 
Em seguida fizemos algo que era de praxe na cidade antiga. Uma visita ao Pinguim. Todo mundo sabe o que é o Pinguim. Quero dizer, era.
Descobri que o Pinguim número um não existe mais. 
O famoso era este da foto abaixo.

o templo do chopp

Quando voltei para Rib's pramó de cursar Química vez ou outra adernava o navio neste porto do mais famoso chopp do Brasil-sil-sil. Morava pertim e o calor ajudava a escapar dos estudos noturnos entrando pela noite aprendendo in loco sobre fermentação.
Lembrando, como disse ao chefe, que o centro da cidade nesta época era uma terra de ninguém. Quem dominava o habitat eram os famosos trombadinhas (em 1976!). Andar pelo centro só em grupo e atento aos perigos.
Logo em 1977 foi inaugurado o Pinguim 2 na esquina em frente ao templo.

o templo herege
Os puristas torceram o nariz. Imagina abandonar o Pinguim original pela cópia. Porém, como o primeiro vivia lotado e o 2 era mais espaçoso a sede vencia a tradição. Envergonhados, íamos ao 2 com a desculpa da lotação do 1 e o fato do 2 estar ao lado do famoso Teatro Pedro II, Pedrão para os íntimos.
Hoje, o 1 não mais existe e temos Pinguins espalhados por vários lugares. Até em Shópis. Heresia total. Essa porra de franquia acaba com as tradições. Para sorte dos franqueados a sede é muita.
Para encerrar vi uma cena que me lembrou outra tradição: uma garota entrou carregada de compras e dirigiu-se à mesa com vários homens que a esperavam. Era muito comum maridos levarem suas mulheres às compras e se internarem no Pinguim enquanto as damas esbaforidas gastavam nas lojas do centro. Uma espécie de compensação pelo dinheiro gasto.



quinta-feira, 4 de abril de 2013

AO NÊNES COM CARINHO

A primeira vez que fui apresentado ao tempo, esse dos ponteiros do relógio, foi em Curitiba. Estava fazendo nove anos e uma vizinha me abraçou dizendo mais ou menos que dali a nove anos eu faria dezoito. "Veja só", disse ela.
Eu fiquei imaginando que raio de mágica é essa de se passarem nove anos. Eu nem tinha idéia da passagem do tempo.
Há uma época em nossas vidas que olhamos para as pessoas mais velhas que falam de tempos passados como se falassem de outro mundo. Coisas distantes. Coisas de velhos.
Certa vez, véio Mero contou uma história da década de 1940. Ele havia pulado o muro da Santa Casa, aqui em Rib's onde morava, para roubar frutas das árvores que ficavam na parte de trás do hospital. Na época ele tinha uns quinze anos e lembro que quando ouvi a história estava com uns vinte anos.
Que ironia, pensei, meu pai já teve a minha idade!
O tempo foi passando e minhas lembranças enchendo baús, memórias, fotos, histórias, lembranças que se esmaecem com o tempo. Como era mesmo o nome daquele meu desafeto da rua Djalma Forjaz? Imaginava mil formas de matá-lo. Tempos passados. Nem o nome lembro.
Semana passada tivemos uma festa surpresa para minha cunhada. Ela completou setenta anos.
No entanto, é mentira. Ela não tem setenta anos. Pode ter esta idade cronológica. Tenho em minha lembrança o primeiro dia em que a conheci e desde então sou um dos participantes da festa sem fim que ela e o Carlitão sempre proporcionaram para aqueles que os rodeiam. Dizem que Carlitão não está mais entre nós. Besteira. Nunca deixará de estar. Aqui uma singela homenagem a ele.
E, assim o tempo vai escoando e me pregando peças.
Vejam a última. No dia cinco de abril essa criança sapeca vai fazer um ano de existência. Entrou em nossas vidas de surpresa, bagunçou o meio de campo, tomou conta da sala, do quarto, dos banheiros, da cozinha e tudo o mais. Até do lixo se a gente bobear.




a ferinha quer "descobrir" a máquina fotográfica

E, então, o tempo voltou. Novamente, como aconteceu com meus filhos, estou aprendendo um mundo novo, nova linguagem, novos olhares "pedintes", novas maneiras de enganar para distrair, novas músicas pintadinhas, novas colheres para dar a comidinha, mamadeiras muito mais fáceis de preparar, fraldas descartáveis (uma grande invenção!!!),  mas, as mesmas emoções e saudades inexplicáveis ao longo do dia.

el bigodón tomando suco
Claro que temos momentos em que a exigência por atenção passa um pouco dos limites. Já até andei falando para que ele fosse ler um livro, porém, sem sucesso. Ainda mais eu o escravo preferido dele.
No entanto, temos que aproveitar. Sabemos que o tempo está correndo contra a ingenuidade do Henrique. Ele vai crescer, aprender a linguagem dos adultos, a forma e os gestos. Vai questionar o mundo em que vive. Vai escolher seu caminho. Vai sair do ninho. Vai nos deixar saudosos por um contato qualquer. Telefone, whatsup, um post no blog e etc. Já vi este filme.
Por isso, mesmo tendo curtido a infância dos meus filhos, não perco a chance de aproveitar o tempo com Henrique.

até com chupeta não deixa de ser estiloso

Vai chegar o dia em que não terei mais o tempo do relógio. Mas, olhando para trás vejo que o tempo com meus filhos e neto, um até agora, foi de felicidade plena. Valeu a pena.
Para completar, dos zilhares de filmes e fotos de Henrique este é um dos meus preferidos.
Ele percebe o eco de sua voz enquanto explora o ambiente de uma garagem de uma certa casa em uma certa praia do sul.






sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

POST COM SENTIDO ALGUM

Quando eu era criança, como já disse, acreditava em Papai Noel.
Morava em Curitiba e tenho boas lembranças de minha infância e pré-adolescência passadas na capital mais fria do país.
Um dos meus bordões prediletos é o que um dia irei voltar a morar naquela cidade e freqüentar o estádio do Coritiba, meu quarto time do coração.
O primeiro é o Santios (por culpa de Pelé), o segundo o Parmera (por culpa do “seu” Homero), o terceiro o Sum Paulo (por culpa do Renato) e o quarto o Coritiba (por culpa de Curitiba).
Pois bem, quando morava na capital do Paraná acreditava, pela milionésima vez, no bom velhinho.
Morávamos em uma casa com um anexo que era chamado de paiol.
Todo dia 25 de dezembro pela manhã, no mínimo de 1960 até 1966, eu ia até a parede do paiol que fazia divisa com a casa vizinha na esperança de encontrar minha amada bicicleta.
Eu pensava que o Noel em questão, por um motivo qualquer, não deixava a bike debaixo da árvore de Natal junto com presentes legais, mas não tão desejados quanto minha amada bicicleta.
Então, quem sabe ao ir embora no seu trenó puxado pelas bichinhas das renas ele, remexendo sua lista de presentes, encontrasse no fundo do baú a bicicleta tão ansiada pelo Luizinho (eu era magrinho de dar pena), e a deixasse na parede atrás do paiol para evitar o trabalho de entrar novamente pela chaminé (sim, tínhamos uma chaminé!!!).
Que nada.
Nunca ganhei a tal bike.
Era obrigado a andar em uma bicicleta italiana herdada de meu avô paterno (que morava em Rib’s) aro vinte e oito e meio. Ela era enorme e desconjuntada.
A rapaziada de minha turma tinha bikes modernas e adequada ao tamanho das crianças.
Enfim, depois de um tempo pedi ao Noel um fuzil AK-47 de origem soviética.
Nem isso eu ganhei uma vez que o bom velhinho é um cara esperto e sacou que eu iria sacar o fuzil e encher sua pança de balaços de maneira a superar meu trauma de infância por nunca merecer uma bike que toda criança merece (sacaram?).
Sim, não deixe sua criança com traumas insuperáveis.
Desde então, eu ponho em ação um plano para abater o bom velhinho e seu trenó movido pelas bichinhas renas.
Nesta época do ano a noite é cortada pelos fachos de luz em busca do trenó do Noel que nunca trouxe a tão sonhada bicicleta deste que vos tecla.
Iluminado o trenó do devedor vermelho entrará em ação o canhão anti-aéreo AK-230/t69 fabricado pelos camaradas da antiga União Soviética e adquirido numa liquidação em Vichiskovisk, capital da Putrovisk (antigo país satélite da URSS) juntamente com milhões de garrafas de vodka com vencimento na década passada.
Não sobrará nem velhinho e muito menos as bichinhas das renas a assombrar os natais futuros do Luizão (sim estou gordo de dar pena).
No vídeo meus subordinados (estagiários) varrem os céus de Rib’s em busca do meliante.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

MAIS QUE DOUTOR

Renatão foi mais rápido e fez uma singela homenagem ao Sócrates.
Mas, não posso deixar de dar este pequeno depoimento.
Fomos contemporâneos no campus da USP em Rib’s nos anos 70.
Ele na Medicina e eu na Química. Nunca nos cruzamos dentro do campus. Mas, o vi jogando futebol de salão pela Med.
As regras eram outras e o jogo sempre era uma carnificina. Eu mesmo, limitado que sou, dava porrada uma atrás da outra.
Enfim, neste jogo, o Doutor só conseguiu livrar uma bola antes de levar um pontapé.
Deu o passe para a vitória. Adivinhem como. Claro, de calcanhar.
Diz a lenda que ele jogava movido a cerveja pelo botinha (vulgo Botafogo de Rib’s) nas quartas feiras. Chegava no glorioso estádio e ia direto para o campo.
Sabíamos que não concentrava devido aos afazeres da faculdade.
Fico imaginando como seria sua carreira se fosse um atleta limpo de álcool e cigarro.
Certa vez, nos anos 90, tive uma consulta com ele. Eu tinha, supostamente, um problema cardíaco e um médico o indicou.
No consultório não havia nada que lembrasse sua carreira futebolística. Quando fui tocar no assunto levei uma bronca. Disse, mais ou menos, que ali dentro era um médico e não um ex-jogador de futebol.
Enfim, ele faz parte da história de Rib’s e prefiro lembrar, além da carreira vitoriosa no futebol, sua luta contra a ditadura e a incrível lucidez com que encarava os problemas deste abandonado Brasil.
Ah, o suposto problema cardíaco era, em verdade, sacanagem para me tirar de um concurso. Tétrico, lúgubre, horrível.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

BAILE DO TATU

Ah, o mundo national geographic.
Vejam o belo exemplar de tatu que caiu no que restou da piscina de uma antiga chácara vizinha aqui do prédio onde moramos.
Pelo visto este terreno ainda vai abrigar um condomínio de prédios que certamente vai tirar nosso sossego.
Por enquanto, as árvores e o mato crescente abrigam as mais diversas formas da natureza.
Outra noite fui obrigado a protagonizar um filme pastelão tentando liquidar um besouro geneticamente modificado que resolveu entrar pela porta da sacada. Quem disse que besouros são lentos errou. O lutador de sumô alado deu um baile. Mas os ogros venceram mais uma vez.
Enfim, temos desde cigarras desafinadas até gambás enormes perambulando por aí.
Agora, um tatu.
Fui pego com a bateria da máquina descarregada e quase não consegui fazer as imagens.
No filminho ele escapa do policial florestal mas, acabou fisgado sendo tirado da piscina.
O bom da história é que foi solto no terreno porque deve ter família para cuidar.



terça-feira, 25 de outubro de 2011

ENSAIO

Bem, o mundo não acabou dia 21 de outubro.
Mas, hoje 25 de outubro o ensaio geral foi bem assustador.
Vejam o filminho.
Na verdade foi um anticlímax.
Já tivemos um tornado por aqui em maio de 1994 com destruição nunca vista.
Desde então quando arma um tempo desses todo mundo lembra do ocorrido arrepiando geral.
Apesar do céu carrancudo o ensaio de hoje terminou em uma chuva daquelas normais.
Tsc, tsc.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

REI BETO


Sábado, 19 de junho, esta infernal (de quente) cidade apagou velinhas. Dentre outras comemorações, rei Beto Carlos realizou um show no campo do Botafogo. Como vocês podem notar, na foto tirada do meulular, casa cheia. O sujeito em pé é um japa que não sentava nem com reza brava (mais uma expressão do tempo de vovó). Então, resolvi esperar que ele virasse para poder registrar a multidão. Notem que a casa estava cheia. A foto foi tirada um pouco antes do show ter início. O que vale o registro é o carisma do Roberto Carlos. Havia público de todas as idades. Alguns de tão novos acabaram dormindo antes da festa começar. Mas, a energia que percorre as pessoas quando aquele pontinho branco (ah, se não fosse o telão) entra no palco é de arrepiar. Eu não sou de freqüentar multidões e muito menos de ir a shows deste e de outros tipos. Confesso que valeu a pena pelos bons momentos. Gosto das músicas antigas do homem. Afinal, quem nunca se apaixonou pela namoradinha do amigo?
Então, este hiato dentro de um blog que respira fumaça de carros de competição.......