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terça-feira, 26 de maio de 2015

Não deu tanta merda

Ao contrário do que havia previsto, as 500 Milhas de Indianápolis não deram tanta merda quanto o esperado. Pelo menos, nenhum carro decolou, o único bólido incendiado estava no estacionamento e, ao final, o atual ex e futuro ex ex Gordito Montoya levou um monte de dinheiro para a conta.
Quem se ferrou foi o mecânico da Dale Coyne que levou um pneuzada nas costas e, no mínimo, quebrou a perna direita. Para ele, deu merda, sim. 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

RALADOR DE CAPACETE

Neste acidente, lá na Road América, dá para notar que essas largadas com carros embalados resultam em merdas, algumas vezes. Provavelmente, o carro com detalhes vermelhos estava na velocidade certa e os outros espertinhos tentaram se dar bem.
O perigo é a subida e caída na mureta. A raspagem do capacete no chão. E, que líquido será esse que escorre após a festa toda?
Não, não era sangue.
Mas, ....

domingo, 6 de fevereiro de 2011

PQP

Muito triste saber do acidente de Robert Kubica na manhã de hoje. O piloto participava do Rali Ronde di Andora, na Itália. A notícia completa está aqui.
Chegou-se a especular que o polonês poderia ter sua mão direita amputada, o que, felizmente, já foi descartado pelo hospital. Apesar de não correr risco de morte, o piloto foi seriamente ferido e não se sabe se poderá disputar as primeiras provas da temporada de F-1. O favorito a assumir a vaga é o reserva da Lotus Renault, Bruno Senna.
Kubica é um dos melhores do grid. É claro que muito se revela sobre um piloto quando ele é submetido a situações de pressão extrema, como a disputa do título mundial, coisa por que o polonês ainda não passou. Mas, ainda assim, considero-o um dos mais - senão o mais - completo piloto da atualidade.
Quando li sobre a possível amputação, lembrei do caso do Alessandro Nanini, piloto italiano extremamente talentoso que teve a carreira interrompida por conta de um acidente de helicóptero em 1990. Na ocasião, Nanini, que vinha tendo um desempenho excelente na temporada, chegou a ter o braço amputado e reimplantado.
O italiano só voltou às competições em 1992, mas nunca pode dar seguimento à sua carreira na F-1.
Resta esperar que a coisa funcione de forma diferente para Kubica e que ele possa levar a efeito todo seu potencial. Como fã, fica minha torcida.