quarta-feira, 13 de junho de 2018

TROFÉU XEPA

Tem tanta asneira voando por aí que nem lembramos do troféu Xepa. Muita gente merece.
Mas, um sujeito que faz sucesso fora das pistas porque dentro, convenhamos, foi um fracasso mexeu com os brios do blog. Atacou um piloto para quem torcemos. 
Martim Brundle sentou o pau em kiwi vodkanem, o preferido do blog. 
Em 1983 o inglês rivalizava com Ayrton Senna na F-3.
Mas, quando ascendeu à F-1 não fez nada de excepcional, apesar da longa carreira.
Abandonou as pistas e virou comentarista.
Bom, ousou dizer que Kiwi está no fim da linha. Apontou os erros do finlandês na classificação para o GP do Canadá e China. Erros todos cometem.
Disse que nem para escudeiro de Vettel ele serve.
Pela idiotice leva a torta de restos de feira barbaramente preparada por dona Gertrudes.
De volta ao brasil ela comemora a lembrança do troféu porque pode ir à feira no fim do "expediente" e escolher "sempre do pior e mais mal cheiroso".
Além de comer aquele pastel de vento com garapa de cana plantada em Guarulhos ao lado do aeroporto. 
Brundle pode até ter um fundo de razão mas, mexeu com o iceman mexeu com o blog.

"Tá vendo o fim da linha?"

NADA É IMPOSSÍVEL

Dizem que é impossível ultrapassar em Mônaco. Abaixo um tutorial sobre coisas impossíveis que são possíveis. Basta ter asas.



segunda-feira, 11 de junho de 2018

LAMBÃO NO CANADÁ

Terminado o GP do Canadá dona Gertrudes ligou esbaforida (expressão de minha avó) palpitando sobre o leitão porcamente assado.

Ela pensou em entregar o troféu para "aquele pimpolho endinheirado comprador da Williams" que deu um chega pra cá em Brandão "cometa" Halley no muro do circuito.
Mas, presente no evento, conversava com Winnie Harlow a modelo convidada para dar a bandeirada final. Ela, a modelo, perguntava coisas sobre a categoria, como por ex., para que servia o halo "essa coisa horrorosa criada por algum engenheiro sem a mínima porção de arquiteto."

Quando perguntou sobre a falta de ultrapassagens, "que tédio, muié", dona Gertrudes explicou que o regulamento deste ano é uma merda porque limita os pum atômicos a somente três e os pneus mais duros fazem com que os "meninos" corram sem parar conforme os planos iniciais.
Enquanto explicava a modelo perguntou se alguma coisa iria mudar até o final da prova. Ao ouvir o não, catou a bandeira xadrez subiu garbosamente no "púlpito" e deu a bandeirada final uma volta antes.



Desceu e disparou "foi para essa merda que fui convidada? Tenha dó! Vamos para o bar".

Charles "chato" Whiting apressou-se em dizer que houve falta de comunicação e outras merdas pensando que a gente cai nessa.

Por isso, e por ser cúmplice de corridas chatas, leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes.
Por sinal ela avisou que recheou o dito com restos fecais retirados do tanque de combustível do carro de Romã da Granja. "Surge um novo molho", gabou-se.

CARRO DE VERDADE

Jacques Villeneuve deu um passeio no circuito Gilles Villeneuve na a Ferrari com a qual seu pai venceu no mesmo circuito em 1978.

Carro de verdade, barulho ensurdecedor. É disso que o povo gosta.


sábado, 9 de junho de 2018

FORÇA ANIMAL

Dona Gertrudes ligou aos berros mal começado o treino oficial da F-1 no Canadá.
Viu o que aconteceu com Romã da Granja?
Sim, vi. Um segundo depois de sair dos boxes seu carro "fumou".
Ela berrou novamente, "é a vingança da natureza."
Explicou que o pseudo francês atropelou uma marmota na véspera. 
Durante a noite os animais promoveram uma reunião para planejar vingança. Bombardeio de cocô de pombo foi descartada porque não existem muitos pombos por lá. Os peixes sugeriram provocar um maremoto como nos episódios do Nacional Kid (o primeiro grande herói japonês). A ideia foi descartada porque prejudicaria os outros pilotos, que não tinham nada com a situação.
Todos estavam consternados com as "ibagens" da pobre companheira. Não sobrou nada para as honras fúnebres.



Então, um grupo de marmotas kamikaze se ofereceu para uma épica jornada garagem adentro. 
Ficou decidido que o bando chamado de "hairy live" iria perpetrar uma inesquecível vingança.
Lembrando que "hairy" era o apelido da pobre atropelada.
Comeram do pior e do melhor. Beberam do melhor e do pior. Ato contínuo tomaram todos os laxantes da praça.
Na calada da noite adentraram as garagens entre peidos e arrotos. Defecaram tudo e mais um pouco no tanque de combustível do carro de Romã. Por sorte o líder sabia o número do carro porque os mais afoitos resolveram "obrar" nos dois carros já que não sabiam qual era de Granja e qual de Magnificúzem. 

Enfim, o resultado está abaixo. 
Dona Gertrudes disse que, ao ligar o carro, perceberam um cheiro esquisito. Mandaram Romã para a pista na certeza de que o cheiro era dele amarelando diante de uma pista desafiadora.

Nossa adorável espiã disse que a floresta está em festa. Todos retornaram da missão sãos e salvos. Com uma ressaca fenomenal. Mas, com a alma e intestino lavados.





sexta-feira, 8 de junho de 2018

TREZENTOS E PERDIÇAO

Estava lendo sobre Mimadon e Mad Max.
Tanto um quanto outro tem inegável talento.
Fernandito, com trocentos puxa sacos por aí, vai completar trezentas corridas lá no Canadá.
Mad Max está no começo da caminhada.
O que tem em comum estes dois pilotos?

O espanhol não soube construir uma carreira que lhe desse mais que dois títulos mundiais. O outro, neste ano, começa a perder espaço dentro da equipe que o acolheu, na minha opinião, cedo demais.
O que tem em comum?

São talentos que precisam , como quase todo mundo no esporte, de uma equipe a delinear o rumo. Não, no caso, uma fabricante de carros. Mas, pessoas que cuidem de alguns aspectos da vida do piloto. Empresários, psicólogos (sim!!) e afins.

Mimadon foi lançado ao mundo da F-1 por Flávio Briattore (nosso Britadore) conhecido por todos como um dos grandes criminosos a caminhar pelas pistas mundo afora. Independente disso foi o responsável por satisfazer e amansar a fera que levantou dois títulos mundiais sob suas asas.
Veio o terremoto Piquet lá em Cingapura, Britadore foi defenestrado da F-1. Mimadon vai para mamã Ferrari com seu estilo "sou dono do universo" e deu no que deu. Os especialistas e até os "especialistas" dizem que esse gênio de menino mimado querendo tudo para si acaba por dividir as equipes por onde passa dificultando sua carreira. Lembrando que Britadore ainda é seu empresário. Mas, sem o antigo poder de decisão sobre as equipes. Essa conjuntura aliada a novos talentos fez com que azedasse o leite do menino. 

Agora, em entrevista sobre as trezentas corridas o espanhol nega o que disse anteriormente ou sinalizou por meio de indiretas.
Não está entediado e não vai sair da F-1. Então, devemos esquecer que os Laranjas querem ir (e trabalham nisso) para a Indycar levando seu piloto e uma possível temporada exclusiva na WEC. Durma-se com um barulho desses.

O caso de Mad Max é mais simples. Notamos que seu papi tresloucado tem grande influência sobre seu comportamento. Tanto que Jos Verstappen anda sumido das telas agora que o circo está quase em chamas. E, sintomático, mami Kumpen quando dá as caras sai correndo ao ver uma câmera. Como a dizer "não tenho nada com isso".

Mas, quem segura no colo e mima o pimpolho amalucado são os capos dos Toro Seniores. O grande responsável pela ascensão do holandês/belga/marciano é o austríaco Helmut "hammer" Marko.
Apesar de Cristiano Horny ter sua parcela de culpa "hammer" é o cara ansioso por detrás das equipes Seniores e Mirins. Como dissemos, seus pilotos correm com a corda no pescoço.

Mad Max levou umas palmadas recentemente pelas cagadas que anda fazendo. Disse que ia mudar, que repensou as merdas tal e coisa. Chegou no Canadá, porém, com o velho discurso. Sou o que sou e foda-se. Ainda ameaçou dar umas cabeçadas em quem ficar perguntando sobre as coisas mal cheirosas que anda fazendo. Uma graça de menino.

Conclusão. Para o mais velho contratem como manager da equipe em que estiver o velho e mafioso Britadore. Para o mais novo e, para o bem dos Toro, chutem Helmut "hammer" Marko. E, contratem um psicólogo para o pai e filho. Amém. 





quinta-feira, 7 de junho de 2018

PÍLULAS

Vem aí o GP do Canadá de F-1. Sabemos de algumas coisas. Como ficar livres da dona Bobo, pelo horário, e seus apatetados. Exceção ao Burp.

Estamos na quinta feira e crescem os rumores sobre modificações sobre o formato do fim de semana.
Apesar da categoria quase não treinar extra-oficialmente, para testar novos componentes, dizem que caminhamos para diminuição dos treinos e tempo de corrida. Para atrair novos fãs. Uma mini-corrida no sábado que definiria o grid no domingo com tempo mais curto. Não li se haveria pontuação no sábado. Vamos pensar. O telespectador teria um compromisso no sábado e domingo. Nem todos assistem o treino classificatório da véspera da corrida. Para ficar "por dentro" teria que assistir a mini-corrida do sábado. Este formato vai atrair mais fãs? Duvido.

Dona Gertrudes, quando lê essas coisas, telefona berrando. "Quer mais atração? Tira esta merda de halo, a asa móvel, esse monte de penduricalho aerodinâmico, voltem com a embreagem mecânica. Botem motor que explode, que bebe hectolitros de gasosa. E pau na tábua. Quem é macho vence."
Sim, fazemos parte dos saudosistas.

Acredito que o caminho não é o que está sendo anunciado. Diminuir custos com motores, acabar com essas punições ridículas seria o começo da trilha para "embelezar" o espetáculo.

Voltando à vaca fria. 
Canadá é terra de Lancei Trollar. Pista travada com trechos de alta. Nada agradável para um carro tipo "burro chucro". Aguardemos ansiosamente.

Mimadon repetia um mantra enjoativo no ano passado. "Motor de GP-2, motor de GP-2". Dizia que o chassis era bom mas o motor é de "GP-2".
Para agradar a princesa os Laranjas trocaram de motor. De puma atômico da Honda para Renault. Desde então, os Laranjas continuam atrás dos outros usuários do pum da Renault. Anotando que o carro de fábrica dos fornecedores franceses não é nada disso. Melhor trocar de assunto, não é?

Por falar nisso, seu "companheiro" de escuderia subiu no telhado ao declarar o óbvio. Os Laranjas trabalham para o espanhol. Ele que se lasque.
Lógico que o belga sabe de algo que não sabemos. Ou seja, tem gente de olho no seu banco. Desde Lando (lero) Norris até o fifiti de papi Nicholas Latifi.

Outro que está no telhado mas não tem quem o substitua é Brandão "cometa" Halley.
A equação é muito simples. Helmut "hammer" Markão adora triturar jovens pilotos. Sabemos disso. 
A molecada corre com a corda no pescoço. Escorregou na banana e o enforcamento é inevitável. Trétrico porém, verdadeiro.
Brandão realmente não teve tempo de se adaptar. Fez algumas besteiras, é verdade. O carro não ajuda. Mas, as especulações vão no sentido de substituição aos quinze minutos do primeiro tempo.
Helmut "hammer" fuçou no saco de pilotos da escola dos Toro e não encontrou ninguém para substituir o desafortunado.
Pensaram em Pascoal Velánhein, pimpolho de dona Mercedes, que anda pela DTM, a Stock lemã. Nada feito. 
Bateram na porta dos Laranjas com a xícara na mão pedindo Lando (lero) Norris emprestado. Juraram que usariam, dariam um banho e devolveriam inteiro. Levaram uma portada na cara.
Com isso "cometa" Halley vai tendo uma sobrevida. E, correndo com a tal corda no pescoço. Haja tranquilidade.







terça-feira, 5 de junho de 2018

PODE SER BONITO

O automobilismo, de maneira geral, busca maior proteção aos pilotos e quetais.
Lembrando que, tempos atrás, a preocupação não era unânime. Comum os donos de equipe forçarem os pilotos a correrem mesmo em condições extremamente adversas.

O tempo passou e várias medidas foram tomadas para proteger quem dirige um troço que chega a 340 km/h. Impossível a proteção total. 
Nos últimos tempos cismaram em instalar o tal do Halo. Coisa pavorosa que, ao que parece, não exerceria tanta proteção em caso de colisão que envolvesse a cabeça do piloto. Ele é vazado, ou seja, algum detrito vai passar e atingir o cockpit.

Mas, a moda pegou e atravessou o oceano em direção aos Estados Unidos. Lá a ideia, abandonada no automobilismo europeu, ganha força no windshield. Um parabrisa metido a besta. Ainda em teste, como vemos no carro de Joseph Newgarden (vulgo Zé Novojardim). Pelo que entendi, no entanto, vai ser o formato escolhido para 2019. 
E, mais bonito que o horrível halo. 

o charme final seria um limpador de parabrisa

segunda-feira, 4 de junho de 2018

QUAL O RUMO?

Nesta época do ano começam as especulações sobre o destino deste ou daquele piloto. 
Fulano vai para a MotoGp, Cicrano para casa, Joaquim para as corridas de bike, Antonio vai abrir um restaurante e etc.

Mimadon escapa desta receita. O tempo todo falam do destino do espanhol e sua carreta de alfaces daquele banco com símbolo em forma de bosta. A última, e risível, seria a volta para mamã Ferrari. Os vremeios teriam que se livrar dos dois pilotos deste ano. Mimadon não é um cara, digamos, sociável.

Mas, nuvens reveladoras surgiram no horizonte. Dizem que  ele disputaria a WEC de fio a pavio. Não sei se teria paciência com uma categoria de um carro só. A Toyota e seus LMP1 são os únicos. Os outros LMP1 não são carros de fábrica, e pelo regulamento, praticamente proibidos de andar na frente dos "japas". Além das provas longas e a divisão do carro com outros dois pilotos. Como reagirá e como reagirão os outros certamente relegados a segundo plano pelo "gênio" das pistas?

Então, surge outra opção. Gil de Ferran, brasileiro ligado à Indycar onde já brilhou, foi contratado para ser consultor dos laranjas. Fácil ligar os pontos. Mesmo porque houve uma reunião lá em Detroit, durante a corrida do fim de semana. O capo dos laranjas, Zack O'Castanho, conversou com algumas  equipes na pretensão de criar uma McLaren Indy. Levariam Mimadon a tiracolo. Seria bom para todo mundo. Uma atração para a categoria norte-americana e uma alívio para Vandormi. Ficar sem o castrador companheiro de equipe.

A ironia. As conversas estão indo bem com a Andretti Autosport e a Rahal Letterman Lanigan Racing. Ambas usam motor Honda que Mimadon fez questão de desprezar na F-1. 

NOVIDADES

Duas novidades. A primeira é uma panca do pace car lá em Detroit na prova da Indycar. O início das corridas por lá é bem carnavalesca. Voltas e mais voltas com o carro de segurança puxando a procissão. Quando o pessoal está pegando no sono sai o pace e todo mundo acelera. Normalmente em direção ao muro. 

Desta vez quem dormiu foi o "piloto" do pace car. Ao sair de uma curva cega o carro "adernou" para a esquerda e pimba no muro. Um Corvette. Pelo menos o air bag funcionou.
Depois desta situação hilária mais quatrocentas horas de preparação, outro pace car, e finalmente a corrida começou. 

A outra novidade e a incorporação dos vídeos do tubão. Pelo que entendi agora um link é disponibilizado. Portanto, se aprovado continuaremos a chupar os vídeos de lá. Se não aprovado continuaremos a chupar os vídeos de lá.


https://youtu.be/K8WnDvvw7ng

Post atualizado dez segundos depois. A incorporação não foi aprovada.....

Ah ah. O véio resolveu pesquisar melhor o site tubão e descobriu que a incorporação está lá. Mais escondida mas firme e forte. Desculpem a nossa falha.


quarta-feira, 30 de maio de 2018

DEMORÔ

Não é de hoje que Mad Max é o queridinho dos Toro Seniores. Desde sua promoção precoce em detrimento de Danieldo Kuajato. Saiu dos mirins em meio ao campeonato de 2016 e foi para os Seniores. 
De lá para cá fez grandes corridas e grandes cagadas. Hoje em dia prevalecem as cagadas.

Mesmo assim a escuderia sempre trabalhou para ele. Enquanto Sorrisão dava os pontos que a equipe precisava, babavam na gravata pelo maluco de todas as voltas. Em função disso o australiano cansou e dificilmente continuará nos Seniores. Dizem que vai para mamã Ferrari no lugar de Vodkanem, o preferido de Vetor. 
De qualquer forma para Mad Max 2018 seria o ano da redenção. Com o apoio dos capos iria para as cabeças, como se diz.
Mas, a cabecinha de vento aliada ao pedantismo que faz com que não se importe com os adversários, a ponto de não deixar espaço algum nas disputas por posição (vide o incidente com Hamiltão em Báeunhein), fez com que seu campeonato se transformasse num pesadelo para quem o apóia. 

Agora leio que Sorrisão, a partir do GP do Canadá, vai ser tratado como primeiro piloto e, se assim for, Mad Max vai ser orientado a não atrapalhar quem realmente tem chances no campeonato deste ano.
Não sei se verdadeira a notícia. Mas, Cristiano Horny deu declarações no sentido que o belga/holandês/marciano está fora da casinha e custando caro. Cada panca custa uma nota preta.

Aparentemente houve uma mudança de planos dentro da equipe tendo em vista a situação que se apresenta.
Com a saída, que parece inevitável, de Sorrisão quem iria para seu lugar? É necessário um piloto com experiência para desenvolver o carro e ter aquela conversa "cabeça" com o mago dos ventos Adriano Noway.  Mad Max não tem condições de liderar uma equipe. Nem neste, nem no ano que entra. Não tem maturidade.
Urge manter Sorrisão. Por isso a mudança de tratamento. Todo mundo parece ter cansado das peripécias do pimpolho. A transmissão nem mostra mais seu pai, outro maluco, Jos Ven No Tápen. E, ultimamente ele aparecia com cara de pastel (expressão bem anos setenta). Tipo "que porra esse moleque está fazendo?"
Enfim, Mad Max precisa de menos Verstappen e mais Kumpen. 

Aguardemos, pois, os próximos capítulos.

"Olha aí, Luizão! Piloto com experiência? Tamos na pista!"


terça-feira, 29 de maio de 2018

DANICA PANCA

Por falar em corrida chata ainda bem que gravei e assisti "correndo a fita" as 500 milhas de Indianápolis. Acabou passando meio que despercebida a chegada. Foi chata. Só parava a fita na hora das pancas.

Admirável também as explicações de Felipe Giaffone, que já correu as 500. Precisas e didáticas. Sem as intervenções escabrosas dos buenos da vida. Burp sofre na F-1 com as babaquices de buenos e leme. 

Vários pilotos bateram nas saídas de curva mas, já perdendo o carro no meio. Por força do novo pacote aerodinâmico que todos os carros da categoria usam. Apenas cores e acertos diferentes. E, motores a gosto, claro. 
Felipe explanou que, neste ano, os carros estão mais soltos e difíceis de "domar". Em compensação quando acertavam o muro não decolavam como antigamente.

Ao mostrarem "ibagens" de dentro do carro de Danica Patrick mostrou que ela tinha dificuldades na condução, principalmente nas entradas das curvas. Tirava o pé mais que outros pilotos.

Danica está se despedindo, ou não, das pistas e entregaram a ela um carro da Indycar. Nos últimos tempos ela participava da NASCAR

Na volta 68 o resultado das dificuldades. Uma despedida melancólica. Anotando mamã correndo para lá e para cá feito barata tonta. 

segunda-feira, 28 de maio de 2018

LAMA NA PISTA

São muitos os relatos de marmeladas, carros fora do regulamento, pilotos sacanas, pilotos irresponsáveis, e falta de esportividade geral.

Norberto Fontana, piloto argentino, contou uma história nunca desmentida segundo a qual João Todão, então capo de mamã Ferrari foi aos boxes da Sauber que já usava motores Ferrari exigindo que seus pilotos atrapalhassem o rival de Shushu pelo título de 1997. Norberto segurou o quanto possível, ao levar uma volta de desvantagem, o rival Jacque Villeneuve. Só faltou bater no piloto da Williams. Shushu foi Shushu jogando o carro para cima do canadense e se dando mal. Foi para a brita e Jacque sagrou-se campeão. Norberto nunca mais pilotou na F-1. Não cumpriu seu papel.

Estou dizendo isso porque, terminado o GP de Mônaco, Esteban Ocon pode ter dado um tiro no pé.
Perguntado se facilitou a vida de Lewis Hamilton respondeu que é um piloto Mercedes. Até aí todos sabemos.
O problema começa quando desnuda o que parece ser uma relação pornográfica entre a Force Índia e dona Mercedes. Lembrando que a Force usa pum dos lemães.
Se existe ordem para que os Indianos facilitem a vida dos mercedianos, vai ralo abaixo a porra da esportividade. E, só por insinuar tal situação Ocon pode ter dado um fim próximo na sua promissora carreira. Os home não devem ter gostado nada nada das declarações.

Por outro lado Stoffel Vandoorme declarou o óbvio. Os Laranjas sacrificaram sua corrida, quando das paradas para troca de pneus, para ajudar Fernando Alonso. O espanhol acabou abandonando quando ia ser ultrapassado por carro equipado com pum atômico da Honda. Com pneus mais desgastados era presa fácil. Convenientemente seu carro teve problemas, aparentemente de câmbio, e lá se foi o Laranja mor para a área de escape. Sei, sei.
Voltando ao belga se tivesse parado junto com seus rivais diretos conseguiria terminar entre os dez.









RESSACA

Apesar de não ter bebido nada no fim de semana (quinta-feira não conta) a segundona tem cara de ressaca. 
Não pela situação escabrosa de um país governado por uma quadrilha que só pensa em roubalheiras e quetais. Por sinal, para quem ainda não percebeu, o modus operandi do atual "governo" é a cartilha dos tucanos, que por sinal, dão suporte ao que "aí está". Em primeiro lugar divulgar que o estado é uma bosta, que as instituições não funcionam, que as estatais como a Petrobrás só dão prejuízo, para depois vender aos amigos a preço de banana com a velha corrupção a render os "10%". 
Foi assim com FHC e será sempre com esses execráveis. Tudo com a complacência da (in) justiça.
Vejam os casos envolvendo o nazista candidato a presidente dos tucanos. Quem deveria colocar o cara na cadeia empurra a lama para debaixo do tapete. 

Enfim, só para lembrar que o blog é antenado com o que acontece por aí.

Mas, vamos ao automobilismo. Ninguém ficou contente com o GP de Mônaco e sua procissão sem graça
No fundo o que leva a essa situação é o regulamento esdrúxulo e suas punições sem sentido.
Basta observar os dez segundos que Tironokúzim levou porque os panacas da Williams estavam mexendo em seu carro fora do tempo regulamentar. Até aí tudo bem. Mas, dez segundos? Nos boxes?
Exagero.
Tem piloto que comete barbeiragens homéricas e levam cinco segundos no tempo final, o que muitas vezes não muda nada em relação à classificação.

O regulamento também prevê perdas de posições no grid pelos mais variados motivos. Troca de óleo, troca do banco, troca do pum, troca de algo no pum, manda tchauzinho para mamãe, e por aí vai.
Pune-se o piloto e não a equipe.
Para melhorar o espetáculo urge mudar o regulamento.

Tá certo que outras categorias tem regulamentos estranhos. Quase defequei de rir ao ler que Louco de Graça levou uma multa (pelo menos só multa) por correr em uma prova na fórmula chocante com uma cueca que não era à prova de fogo. Sim. É isso mesmo. Acabada a corrida os caras investigam a roupagem do piloto. Até a cueca. Tem que ser anti-fogo numa categoria que só tem óleo lubrificante como elemento combustível. Puta que la merda.
Imaginemos a situação. Os fiscais apostam se o cara borrou a cueca numa situação de pista. Uma quase estampada no gradil, por ex. Daí, examinam a cueca do cara. Se estiver borrada a rodada de cerveja fica por conta de quem perdeu a aposta. Poético.

Precisamos lançar uma campanha. Menos regulamento, mais emoção, menos enrolação.

domingo, 27 de maio de 2018

LAMBÃO EM MÔNACO

Interessante a corrida de Mônaco. Os "experts" diziam que pneus colocados na altura da volta vinte não iriam durar até o final. Duraram. Hamiltão, por ex., passou grande parte do gp sendo Hamiltão. Reclamando dos pneus e pedindo para trocar. A equipe disse que não. O que um piloto fudido faria?
Avisaria que estava entrando para colocar pneus super-hiper-extra-macios. Mas, o mimadim não entrou. Ficou no canto resmungando mas, fez o que mandaram.

Depois da corrida os próprios pilotos explicaram porque os pneus duraram tanto.
Ninguém se esforçou. A corrida foi uma procissão de carros coloridos porque a pista não permite ultrapassagens (a não ser forçadas) e todos resolveram poupar equipamento. Até por conta deste regulamento imbecil que pune até mesmo quem vai ao banheiro e não lava a mão.

Nem Mad Max salvou o domingo. Realizou ultrapassagens sem resistência acabando em nono lugar.

Então, acabada a corrida, quem levaria o leitão porcamente assado de dona Gertrudes?
Ela não opinou a tempo. Ao atender uma das ligações disse que dormiu o tempo todo embalada pela champã. Entrou no quarto escuro para revelar as fotos (lembram do post sobre papi Trollar?) e pegou no sono.

Esse episódio, para ferrar com Tironokúzim, levou ao lambão. 
Lancei Trollar, ainda no início da prova não sabia se sambava para a esquerda ou para a direita atrás da Sauber de Marcão Filho do Eric. Acabou dando uma lambidinha da traseira da Sauber que resultou, quase uma volta depois, no furo do pneu dianteiro esquerdo. Adoramos a maldonadice do pimpolho quaquilionário. Com a besteira chegou atrás de seu companheiro Sergin Tironokúzim. Os dois fechando o grid, por sinal. 

Leva o leitão porcamente assado de dona Gertrudes. Ela disse que, passada a ressaca, vai perpetrar o suíno no iate da "família" ancorado em Mônaco. Eu disse que "família" parece coisa de uma máfia qualquer. Ela caiu na risada e disse que não tem nada a "temer". 
"O capo só não veio porque faltou combustível para o jato."



FURO DE REPORTAGEM

Dona Gertrudes está em Mônaco. Juntou umas "quinquilharias" como ela diz e foi assistir em pessoa a icônica prova. "Tenho essa reserva porque sei de coisas que Temer tem a temer".

O problema é que não parou de "zapear" sobre os treinos e a corrida. 
Quando da formação do grid mandou um "zap" interessante. Disse que os Trollar (nossos) não se conformavam com o décimo terceiro lugar de Sergin Tironokúzim e o décimo oitavo de Lancei Trollar. Não adiantou argumentar que o pimpolho canadense largaria na frente de Mad Max. Não colou uma vez que o holandês/belga/marciano nem treinou.

O fato é que os zilhionários canadenses são donos da escuderia e que algo seria feito. 
No dia da corrida na formação do grid quando faltam três minutos para a volta de apresentação nenhuma equipe pode tocar no carro. Nem aquela passadinha de mão para dar sorte.
Pois alguns mecânicos da Williams "trabalhavam" no carro de Tironokúzim. Dona Gertrudes, de olho na movimentação das equipes e na taça de champã, jura que um dos panacas era Papi Trollar. Disfarçado de mecânico. Com essa quebra do regulamento (ridícula, como todo o regulamento da F-1) o russo teve que pagar dez segundos nos boxes. Porcaria. 

Dona Gertrudes ligou antes mesmo da largada. "Eu vi e tirei fotos com minha rolleiflex. Quando revelar foi desnudar a sacanagem. Sergin é russo e Putin ficará puto. Vai me contratar para mandar um leitão porcamente assado e radioativo para esses norte-americanos do norte dos Estados Unidos."
Pela voz empastada a champã comia solta. Ou melhor, bebia.

Mas, vamos aguardar a revelação das fotos, lembrando que a velha senhora só usa tecnologia do início do séc vinte.

Lembrando também que Lancei Trollar fechou em último e Tironokúzim em penúltimo. Dos que cruzaram a linha.

"Quem? Eu?"

sábado, 26 de maio de 2018

AINDA SOBRE A MANHÃ






NÃO SE AJUDA

Mad Max é um cara que não se ajuda e não aprende lições. No primeiro vídeo a panca em 2016




No segundo a panca em 2018.
Idêntica barbeiragem.



Hoje a maldonadice foi no terceiro treino livre.
A equipe resolveu trocar o câmbio para o treino oficial. O pimpolho perderia oitocentas posições no grid. Como não conseguiram trocar a tempo ele vai largar de Nice, que fica ali pertinho.

Como isso Ricardão Sorrisão gargalhou de alegria. Os Toro Seniores dominam a cena em Mônaco e certamente iriam largar lado a lado com todo o frenesi que a situação carrega.
De fato, o australiano fez a pole com Vetor ao seu lado. A largada neste circuito travado costuma determinar o que vem lá no fim. Espero que o lemão tenha cabeça e não tente vencer na primeira curva. De vez em quando ele age como se fosse um maluco de primeira volta.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

LICENÇA POÉTICA

Neste fim de semana teremos o GP de Mônaco de F-1.
Este que vos tecla realizou, em 2014, um dos sonhos de moleque ao visitar parte da Europa. Lógico que a Côte d´Azur tinha que ser incluída por Mônaco e o simbolismo que é caro aos brasileiros amantes do automobilismo. 

Algumas fotos,



Lá do alto, de um castelo, a vista da piscina e os iates que compõe o cenário desde sempre.


A descida do cassino. Do lado direito, onde estão as árvores, não é permitido o trânsito de pedestres.
Como bom brasileiro tentei descer e fotografar. A sempre atenta rainha da mansão impediu.


A inesquecível entrada do túnel palco da desatenção de Ayrton Senna em 1988. Ainda lembro de berrar "pé tenção, guri!"
Tarde demais.



Côte D'Azur inclui Cannes e a calçada da fama. Uma de minhas atrizes preferidas. Charlotte Rampling, britânica classuda.



Ainda em Cannes. As praias são particulares. Paga-se para deitar na areia e coisas afins. Do lado esquerdo havia uma garota praticando top-less (peito de fora mesmo). Resolvi eternizar o momento mas, a rainha da mansão, atenta, fez com que a máquina "adernasse" para a direita. Valeu a tentativa.

De tudo esta primeira viagem ao velho continente incutiu em nossas mentes a vontade de voltar e voltar e voltar.

Em outro post falarei sobre meu passado de marinheiro português.




ZICA

Sergio Sette Câmera (que nome é esse?) é o menino prodígio da hora. Para os "entendidos" de automobilismo brasileiros. A esperança tupiniquim para 2019. Assisti um pedaço de uma das corridas da F2 um tempo atrás e não vi, sinceramente, nada de extraordinário. Largou mal, andou perdendo posições etc e tal. Seu carro, diga-se a seu favor, parecia bem capenga. No entanto, os "experts" da TV paga diziam que ele estava se recuperando, que estava mais rápido, que iria ultrapassar até um F1 se aparecesse por lá, e coisas do gênero. Ou seja, pressão sobre a esperança tupiniquim. 

Neste ponto entra aquela merda de sempre. Quero dizer, a merda normalmente sai. Esta expressão quer dizer que existem coisas mal cheirosas no mundo da Dinamarca.
Ele Sette (?) corre pela mesma equipe que o queridinho dos Laranjas, Lando Norris. Por sinal, os citados estão numa relação amorosa com o fifiti porque papi enfiou zilhões de alfaces na equipe. 

Sem querer aprofundar essas questões extra-qualquer-coisa a cabecinha dos pilotos que pretendem galgar os degraus do automobilismo devem estar sempre numa ferveção legal. 

capacete com antenas
Daí para a situação "zicar" é um pulo. O fim de semana em Mônaco começou mal para Câmera (?). Bateu nos treinos e, apesar do quarto lugar no grid, foi proibido de correr por conta de uma luxação na mão. Talvez no domingo possa entrar na pista.

Lembrando que a primeira corrida foi hoje, vencida por um tal de Markelov.

Mas, pressões à parte, em todo acidente semelhante ao do brasileiro ex-pilotos hoje comentaristas dizem que não adianta tentar reverter o escorregão. E, a cartilha manda que se tire a mão do volante. Não temos imagens de dentro do carro. Mesmo com espaço reduzido creio que dava para tirar a mão do fogareiro.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

FAÇO FILMES

Normalmente recuso certos roteiros que não são verdadeiramente uma obra de arte. Sou um diretor exigente. Um artista das imagens, principalmente. O som muitas vezes atrapalha a mensagem. Lembro que meu primeiro filme de sucesso veio de pura manifestação artística combinada com o fluído cosmológico do espaço infinito. Assim foi a crítica do festival de Gramado onde meu primeiro filme foi inscrito. Tá certo que eu tinha um caso com a pessoa certa . 
O filme era simbólico. Começava com a escuridão da noite e uma luz piscante no horizonte. Ora branca, ora vermelha. Filmava no alto de um morro em Atibaia. O foco era errante, como olhos embriagados. Logo amanhecia e o sol batendo no vale levou a certas questões. O que era a luz e o que significava aquele silêncio durante os cinquenta e cinco minutos de filme?
A explicação era prosaica. Estudante da ECA (Escola de Comunicações e Arte) tinha que entregar o trabalho de fim de curso. Sem ideias na cabeça mas, com uma câmera na mão, convidei uma galera para irmos até um sítio de um conhecido meu. Muita birita e cigarros suspeitos. Pensava em realizar um filme sobre o estilo de vida livre conjugado com o frescor da natureza. Ou seja, todo mundo pelado e uma bela e poética suruba. Acabou não rolando o filme imaginado porque estava frio para cacete. Enrolei-me num cobertor e fui para a beira do barranco pensando em pular e conseguir uma licença médica salvadora. 
Então, avistei aquela luz piscante. Lógico que era um avião. Mas, resolvi que o filme de fim de curso seria sobre a visita de um E.T. que sofrendo um acidente com sua nave e passa o tempo todo querendo voltar para casa telefonando sem ter ideia do número. Algo bem inédito.
Coloquei a câmera no tripé. Estava muito loco e não conseguia focar o avião que faria o papel da nave errante. Adormeci, e o rolo acabou quase uma hora depois. Acordei com um cachorro lambendo minha boca. Resolvi revelar o filme na esperança que os anjos protetores dos diretores bebuns operaram um milagre. Vendo o resultado tive o lampejo que só os gênios tem. 
Entreguei o trabalho. O nome do filme foi "a luz misteriosa que foi e não voltou". Um professor mais loco que eu aprovou, me etiquetou como gênio e inscreveu o filme no festival de Gramado. Categoria "mucho loca".
Catei a presidente do júri, ganhei fartos seios e elogios.  Levei a porra do Kikito para casa e descobri minha profissão. Diretor de cinema. 
Aquele que prepara sonhos (os filmes) tão doces quanto sonhos (os doces). Meus filmes são navios alados. Quem embarca, embarca numa viagem pelo universo de fantasia. Onde tudo pode acontecer e nada também acontece. 
Assim sou eu. Desde sempre mucho loco.

QUINTÃO

As práticas em Mônaco, para o GP de F-1, começam na quinta feira.
Foi muito legal a homenagem aos Rosbergs.
O pai , Keke, andou com o carro dos anos em que foi campeão (1982) e Nico com a Mercedes de seu título. Não tenho notícia de algo parecido, pai e filho campeões, dividindo a pista. Digamos que foi uma ideia bem "família."

A grande Williams
Outra homenagem está sendo realizada por Valtery Bottas que vai correr com seu capacete com as cores que Mika Hakkinen, seu compatriota, usava. Hoje 24/5 faz aniversário de vinte anos da única vitória de Mika em Mônaco.

Hakkinen que muitas vezes bateu shushu

terça-feira, 22 de maio de 2018

CATEGORIA FAMILIAR

A F-1, como todo esporte, tenta se aproximar da família no sentido de ser agradável a todos. Faz bem aos negócios. Desde o patriarca até o cachorrinho da família são alvos para, principalmente, consumir produtos espelhados nas transmissões. 

De uns tempos para cá temos uma variante dessa visão. Papi Stroll (deles, Trollar nosso), quaquilionário canadense, comprou a Williams para seu pimpolho. Desde então as câmeras buscam não nossa querida dona Claire, a herdeira, mas o clã Trollar. Desde papi até o cachorrinho. Família.....

Leio que mais um zilionário canadense comprou 'centas ações dos laranjas (McLaren). Até aí, business.  Porém trata-se de papi de piloto das categorias inferiores do automobilismo. Após a concretização do negócio lemos aqueles comentários babadescos que vale a pena, que a McLaren é especial, que não tenho onde enfiar a grana, que meu fifi precisa de um lugar na F-1 e não tem talento para se fazer sozinho etc, etc, etc. Hilária é a parte final da notícia onde "fontes" (de água?) dos laranjas dizem que não tem nada a ver o ú cas calças. Ou seja, o fi do home não vai ter um lugar onde sentar a bunda só porque seu papi comprou grande parte da equipe. Ora, ouvireis bobagens.

Ia esquecendo do fi do home. O home é Michael Lafiti. O fi é Nicolas Lafiti piloto "de desenvolvimento" da Force Índia e da Dams na Fórmula 2, antiga GP2. Não sei se é bom de braço. Sei que o caminho que traça para chegar à F-1 é muito parecido com o braço duro Lance Stroll que afunda a Williams, ou, o contrário.

O futuro desvendará o enigma. Lafiti (nosso Fifiti) chegou lá porque tem talento ou porque papi comprou uma equipe para ele? 
Sei que a F-1 traça um caminho para o cadafalso (trágico não?) ao priorizar o din din e não o talento. São vinte lugares no grid cada vez mais ocupados pelo fator dinheiro ou influência das montadoras. 
Mais um pouco e a graça de acompanhar as corridas vai estar nas barbeiragens dos pimpolhos.

o sorriso de quem tem uma equipe no bolso do macacão

sábado, 19 de maio de 2018

BUSINESS

Novamente leio que Mimadon pode assinar contrato com a Haas (deles, Rá, nossa) para 2019 e quetais.

Se acontecer vai ser em troca de zilhões de alfacinhas. A equipe norte-americana não tem, e não terá a médio prazo, carro para brigar com a trinca que domina a categoria.

Tem mais. O espanhol sabe como ninguém se manter no noticiário. Conduz com maestria o polimento de sua imagem. Certo que atirou no pé ao torpedear o pum atômico da Honda exigindo uma troca com o pum atômico da .... Renault. Lembrando que os franceses foram seus parceiros de glórias passadas. Se o carro melhorou não foi a ponto de levá-lo ao pódio em condições normais de uma corrida.

Durante o GP de Barcelona uma "ibagem" chamou a atenção. Nos treinos oficiais um garoto apareceu vibrando com Mimadon. Ato contínuo o espanhol pediu para que o garoto fosse ao paddock. No dia seguinte assistiu a corrida nos boxes da McLaren encantando os ingênuos como o bueno da bobo que babou na transmissão.
Tudo não passaria como uma chupação descarada do que ocorreu um ano antes ali mesmo em Barcelona quando Kimi Raikkonen abandonou levando ao choro seu mini-fã que foi levado para conhecer seu ídolo. Um acontecimento realmente natural.

Iceman ligeiramente derretido

 Mas, vejam só. Algo chama a atenção na foto de Mimadon e o "vibrante" menino.




será que ele ganhou algum pelo direito de imagem?

A marca no boné e na faixa.  Não é de marca ligada ao automobilismo como pneus, óleos lubrificantes, combustível ou cerveja. Trata-se de uma marca de roupas.  
E, a quem pertence?
Sim. Ao marqueteiro à direita na foto de cima.
No ano passado chamou atenção uma notícia dando conta da parceria Kimoa e McLaren. O resultado significa o entrelaçamento mais forte do piloto/empresário com a escuderia para quem empresta seus serviços. 
a parceria no penduricalho aerodinâmico 

Então, diante de notícias como a conversa envolvendo contratação pela Hass (deles) soa mais como uma jogada de marketing. Manter meu santo nome em evidência.

E, o menino espanhol, na minha opinião, participou de uma jogada comercial que deveria ter sido mais esmiuçada pela imprensa "especializada". Ludibriados, como sempre, pelo excelente marqueteiro.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

MARCANDO PRESENÇA

Uma das coisas que me incomodam ao entrar numa loja qualquer é o "posso ajudar?"
Sou daqueles caras que precisam de ajuda mas, anti-social. Um paradoxo.
A resposta, invariavelmente, é a famosa "estou só dando uma olhadinha..."

Então, estou dando uma olhadinha no blog. 
Resolvi falar sobre a situação da Williams. Nada profundo. Ao assistir o documentário "Williams" percebi que a vida de Frank não foi fácil. Antes e depois do topo, aparentemente, não dedicava muito tempo à família. Bom, o tempo passou e Claire tomou o lugar que era de seu pai provocando um cisma no clã, uma vez que seu irmão pensava ser o escolhido. Isto fica bem claro no documentário.

Claire trabalha na equipe desde 2002, galgando posições até chegar ao comando. 
Apesar de um quase ressurgimento em 2014 a equipe vem despencando sob sua direção. Ela declarou que o aporte financeiro da categoria sufoca as equipes médias e pequenas, o que é verdade. Porém, sua escuderia tem mais dinheiro que uma Force Índia, só para citar uma.

Na minha opinião a recente opção por dinheiro, e não experiência dos pilotos, jogou a equipe numa sinuca. Os dois pimpolhos não parecem capaz de tirar leite de pedra. O carro, de acordo com quem já o pilotou, não tem rumo. Não transmite confiança.

Voltar à prancheta de desenhos é a solução. Que demanda dinheiro. Papi Stroll já nem faz caras e bocas para as câmeras. De vez em quando aparece no fundo dos boxes. Deve estar pensando onde foi amarrar o burro. 

Na minha opinião dona Claire vai ter que rebolar para recolocar o trem nos trilhos. Talvez ouvir mais seu pai ou o irmão. 

terça-feira, 15 de maio de 2018

"DESCULPE A POEIRA"

Interessante novidade da dona Mercedes para dias chuvosos. Luzes nas extremidades da asa traseira para servir de alerta aos malucos de todas as voltas.
Novidade para os monopostos, bem entendido. Alguns carros esportes já utilizam essas luzes.

Poderiam acrescentar um "desculpe a poeira". No caso "desculpe o spray".


QUE COUVE, RICARDO?

Dizem que os Toro Seniores fizeram uma reunião após a cagada monumental de seus pilotos em Baku e quem levou umas palmadas foi Mad Max.

Mas, pelo que aconteceu em Barcelona, o desanimado Sorrisão não foi tão prestigiado assim. Uma corrida pífia. Beirou o ridículo ao pedir passagem sobre o belga/holandês/marciano dizendo que era mais "faster" que ele.

No mais, uma maldonadice incrível quando da bosta do safety car virtual. Acelerou na hora errada e rodou mostrando que não estava nem um pouco focado. No final da corrida marcou a volta mais rápida. Um pouco tarde para sair do quinto lugar.




segunda-feira, 14 de maio de 2018

LAMBÃO EM BARCELONA

Incontestável a escolha. Logo após a maldonadice absurda de Romã da Granja dona Gertrudes mandou um zap "ele gostou do leitão"!

Não há outra explicação. O maluco que havia levado o leitão porcamente assado lá em Baku, por bater sozinho atrapalhado com a cabeça de vento (quero dizer, botões) "obrou" (literalmente) em Barcelona.

O som do pum atômico, mais que as "ibagens", mostram que o maluco de primeira volta acelerou ao perder o carro, voltando para a pista do jeito que voltou acertando dois adversários que não tinham nada com o seu problema. 

Por sinal, Incrível Hulk disse muito bem que, em todo fim de semana Romã bate em alguma coisa. É problema dele. Mas, causando o que causou é problema coletivo. Tanto que vai perder três posições para Mônaco. Vai ser legal.

Piorando a situação vem o chefe dele Guenta Sentado ( o Ghuenter Steiner deles) defender o francês dizendo que ele é "um alvo fácil". Sim, voltando para a pista daquele jeito só pode ser um alvo fácil de ser atingido.

Bom, pelas "ibagens" do acidente vemos que Granja assustou-se com nada mais nada menos seu companheiro de maluquice Magnificúzem, que fez o que se espera dele. Mezzo perdeu a tangência, mezzo mudou de direção para "espantar" quem vem atrás. Penso que se ele, Romã, deixasse o carro ir para a brita poderia voltar à pista mais para a frente. Em último mas, inteiro. Foi péssima a ideia de tentar um cavalo de pau. A brita, neste ano, lá em Barcelona é bem compactada. Os carros não atolam fácil como antigamente. Cansamos de ver isso nos treinos. Aliás, com o próprio Granja. Só não viu o bueno da bobo que vociferou que Romã teria que aceitar o atolamento tal e coisa.

Enfim, dona Gertrudes já enviou o leitão porcamente assado. Nem precisou pesquisar o endereço porque Romã é cliente fidelizado.


sábado, 12 de maio de 2018

NÃO PODE MAIS

Preliminarmente devemos dizer que Totó Lobão desmentiu que sua equipe foi favorecida pela Pirelli ao levar para Barcelona pneus mais adequados aos seus carros. Tudo com resultado no testes de inverno e o desenrolar do campeonato. Well, well, well, o desmentido ficou pior que a teoria da conspiração. Houve favorecimento. Tanto que os carros de mamã Ferrari foram para a pista na hora de bater mais forte no bumbo com pneus amarelos, enquanto dona Mercedes usou os vremeios. Não houve influência. Houve ordem, pelo visto.

Outra palhaçada foi a proibição dos espelhos instalados no Halo (deles). Um dia pode.
Mamã Ferrari gostou da ideia e levou para Barcelona seus carros equipados com espelhos na coisa horrorosa. Agora não pode mais. Daqui para a frente nada de espelho no Halo (deles).

Pelo menos vai ficar fácil no futuro distinguir a Ferrari que participou do GP da Espanha em 2018. Se tiver espelho no Halo (deles) ta valendo.

Barcelona 2018

GRID

A teoria da conspiração diz que as equipes tem botões/mapas especiais para uma volta mágica na classificação. Dona Mercedes já admitiu que sim. Na teoria tudo nos conformes da lei.

Um tempo atrás Senna (o Ayrton) corria na Lotus (aquela) equipada com motor Honda. Nos treinos entregavam a ele um motor com 'centos cavalos a mais que o normal. O carro não era bom mas, o haras associado ao piloto talentoso era bonito de se ver.

Hoje em dia os botões tornam previsíveis o grid de largada. Dona Mercedes e mamã Ferrari mandam no sábado. Os Toro Seniores reclamam chupando o dedo uma vez que seus motores nem chegam perto.

Bom, tudo para dizer que Hamiltão foi pole seguido de Botas, Vetor, Vodkanem e o resto.

Interessante o sétimo lugar de Magunificúzem cada vez mais cada vez e o mais criticado dos malucos de primeira volta. E, a visível proteção dos laranjas. Botaram pneus vremeios (mais "rápidos") para Mimadon e amarelos (mais lentos) para Vandormi. Até os puxa sacos do espanhol perceberam a proteção.

Bom, numa pista de difícil ultrapassagem só nos resta torcer para maldonadices dos malucos de primeira volta.