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domingo, 31 de maio de 2020

LÁ VEM BOSTA

Quando não há turbulência no voo (em muitos setores) alguém inventa uma reunião/evento qualquer para justificar seu lugar ao sol.
Tudo vai nos conforme (como diziam os antigos), ou seja, nada de preocupante a nos preocupar. Mas, "alguém" tem que justificar o lugar que ocupa.
Então, vem aquelas reuniões com pauta em aberto. Uma desculpa qualquer para dar palanque.
O baixo clero, normalmente, sai dessas reuniões com uma pergunta que não quer calar.
Por que a reunião? Nada de produtivo foi falado.
Pois é. O grupo mais descolado e sem compromisso com esses compromissos (ui!) solta uma frase tipo "lá vem bosta" ao ser informado das ditas reuniões.

Ross Brawn, voltando à F-1, propôs um formato inusitado para as segunda corridas disputadas num mesmo circuito.
Lá vem bosta.
A volta da F-1 seria na Áustria em 05 e 12 de julho. Nem vamos falar de Silverstone que viria a seguir porque a coisa tá feia na casa da rainha.
Enfim, a segunda corrida (no dia 12/07, no caso da Áustria) teria a classificação substituída por uma corrida de classificação. Cuma?
Seriam, mais ou menos 100 km com grid invertido. Trocando em miúdos: Verstappen, que vai vencer a primeira corrida, iria largar em último na corrida de classificação para a segunda etapa.
Trocando em mais miúdos, ele dificilmente se classificaria numa boa posição para a segunda corrida. São vários fatores e o mais forte é o efeito Grosjean que sopra forte nas paragens austríacas. Por sinal, em todas as paragens.
Contra a bosta da ideia muitos obstáculos. Primeiro. A vida útil dos motores. O que mais ocorre nas corridas atuais é a preservação do equipamento para evitar trocas que significam perda de posições no grid. Muito comum ouvirmos o rádio do piloto perguntando se "posso colocar no modo fodão?"
E a equipe negar a permissão porque o orçamento está estourado e temos que preservar a imagem porque fica chato o carro encostar com a porra do pum estourado e a gente nem sabe porque estourou.
Enfim, a F-1 não é para os fracos. 
Um saco para os não iniciados.

Bom, não sabemos o que vem por aí.
Tal qual no brasil-sil-sil querem passar a boiada aproveitando o momento do pandemônio (de demônio). Lembrando que o autor da frase (no caso verde e amarelo) é um sujeito condenado por corrupção,  com trânsito em julgado e tudo. Mas, está lá num governo que brada ao gado que "aqui não tem corrupção".

Ôpa!
Melhor não falar disso.   
Esperamos que, pelo menos, a F-1 volte à normalidade. 
Sem corridas de classificação e pau na máquina.



segunda-feira, 27 de abril de 2020

FÓRMULA ANTIGA

Os pessimistas andam dizendo, pelos cantinhos, que nem teremos f-1 neste ano.
Lógico que se houver não será um campeonato como estamos acostumados a ver.
Nos anos sessenta tínhamos em média 11 corridas.
O número foi aumentando de acordo com a fome de alfacinhas por parte dos dirigentes.
Em 2020 teríamos 22 corridas. Para fã nenhum botar defeito.
Mas, a pandemia já dizimou boa parte delas e coloca em dúvida as restantes.
De acordo com o regulamento, para valer, o campeonato deverá ter no mínimo oito corridas.
Pode ser, portanto, viável um campeonato à la anos sessenta.
E, para lembrar daqueles tempos uma foto dos boxes da velha e fodona Lotus.

Isso é que é mão na graxa

domingo, 5 de abril de 2020

QUARENTENA E GENESIS

O nome "genesis" nos remete a muitos significados.
Mas, "aqui e agora", sem correspondência ao telejornal sedento por sangue lá do SBT dos anos 90, significa o grupo musical que me cativou nos anos 70.
Por sinal, fiquei famoso por separar o "Gênesis" com e sem Peter Gabriel.
O cara que era a essência do grupo. Teatral e carismático. Enquanto o grande guitarrista Steve Hackett ficava sentado num canto e encantando com seus acordes Gabriel brilhava. 

Enfim, na quarentena e tábaiano home (na medida do possível) office, busquei na infernal internet o bálsamo para minhas dores de não conexão.
E, fiquei surpreso com a descoberta de uma tournée de Hackett (o entocado) interpretando as inesquecíveis músicas e (óóóóh) falando. O tímido se revelando.

Aqui vamos abrir um parente, como diria Zequinha, meu açougueiro preferido.

"Meu" Gênesis envolve Peter Gabriel. Carisma, atitude no palco, interpretações inesquecíveis.
No vídeo abaixo. Hackett entocado e sentado.  


Em 1975 Peter Gabriel deixa o grupo. Quem assume os vocais é o baterista Phil Collins que foi vocalista em algumas músicas na era "Gabriel"
Voz extremamente parecida com Peter. Porém, na minha opinião, carisma zero.
Lógico, que na época,  execrei  os discos seguintes. Porém ouvia "no cantinho do quarto".
Enquanto Peter enveredava por caminhos estranhos musicalmente falando, Gênesis se "robertotransformavam". Ou seja, musiquinhas grudentas tão ao agrado das véias fãs do reibeto.

Mas, sim. Algumas legais. Mas, não entendi a saída de Gabriel de um grupo tão  especial e antenado com os fãs que não eram consumidores tipo lojas americanas porém, fiéis.

Na pandemia pesquisei o grupo e encontrei estes shows de Steve Hackett pelo mundão afora.
Sim, confesso que adorei. E, por incrível que pareça o vocalista tem a voz extremamente parecida com o original Gabriel. Seu nome é Nad Sylvan. Um E.T. norte americano criado na Suécia. 
E, carismático. Rouba a cena, simplesmente porque não quer aparecer mais que as músicas que tanto adoramos. E, imaginem o "entocado" no centro do palco. Nada mais.