Tenho um colega que, que vira e mexe, comenta sobre a "molada" que massinha de modelar levou na Hungria em 2009. E, sempre ironiza dizendo que a mola soltou-se do carro de rubim.
Aqui um vídeo muito legal que explica o acidente.
Diga-se de passagem que foi, aqui em casa, a rainha da mansão quem cantou a bola (ou melhor, a mola) quando começaram a passar a imagem em câmera lenta.
No final do vídeo, Luciano Burp diz que o acidente foi uma fatalidade.
Chegamos, finalmente à proteção de cuca dos Toros Seniores.
Vejam o vídeo.
Uma bala de 1 Kg atinge a encrenca a 230 Km/h. Não faz nem "cosquinha" no para brisa que equipa o carro.
Se o carro de Massinha de modelar estivesse equipado com a proteção de cuca semelhante aos Toro Seniores não perderia o ímpeto que demonstrava,segundo meu colega, e que, segundo ele novamente, perdeu depois do acidente.
Um ponto a favor da proteção. Mas, ainda é cedo para dizer que o para brisa seria a solução porque, pelo que entendi, a entrada de ar logo acima da cabeça do piloto fica prejudicada porque o ar é jogado para cima dela. Alterações teriam que ser feitas.
Aguardemos o próximo capítulo.
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sexta-feira, 29 de abril de 2016
Concordo
Mais uma sobre a proteção pro cucuruto adicional ao capacete.
Olha, é difícil que eu concorde com o Alfonso. Ele tem razão, contudo, quando afirma que a F-1 não precisa de heróis.
Aí, ele continua dizendo que devemos confiar plenamente na decisão da FIA. Deste ponto, discordo. Claro que não. Alonso puxa-saco do caramba.
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A cabeça por trás da proteção
O "Aeroscreen", versão da Red Bull alternativa ao Halo, de sei lá quem, é menos feio que seu irmãozinho pouco mais velho.
Antes de ler o texto do Véi, fiquei pensando nesta coisa de um eventual ganho aerodinâmico em função da presença do dispositivo acrílico.
Já é cediço há anos que o carro de corrida é tão mais rápido quanto maior a possibilidade de desviar o fluxo de ar para longe daquilo que represente a ele uma barreira, notadamente os pneus e a cabeça do piloto. O Halo, por ser vazado, aparentemente não permite seu uso para tal finalidade. O Aeroscreen, ao contrário, parece ideal para tanto.
Em 2010, a Red Bull desenvolveu, pelas mão de Adrian Newey, o protótipo X1, que seria o "carro de corrida ideal". O projeto foi utilizado no jogo de automobilismo Gran Turismo 5, do Playstation 3.
O desenho apresenta, como se vê, a proteção para a cabeça. Certamente, ela não está ali para a segurança do piloto, já que se trata de um modelo puramente ideal, mas para a eficiência aerodinâmica.
Olhando o protótipo e o Aeroscreen, lembrei de uma entrevista do Lucas Di Grassi publicada há algumas semanas - não encontrei de novo texto. Dizia ele que os carros de Fórmula 1 contemporâneos parecem velhos. Quando li, achei que não fazia muito sentido a afirmação, mas, no final das contas, parece que ele tem razão. O carro de F-1 já não parece o que pode existir de mais rápido, como foi até, sei lá, uns dez anos atrás. Talvez, se fosse permitido um desenvolvimento mais "orgânico" na categoria, os engenheiros já teriam coberto a cabeça do piloto há muito tempo.
Claro que isso muda tudo: a relação do piloto com o vento, do público com o piloto, a função da cor do capacete, etc. No entanto, quando Colin Chapman colocou uma asa ao contrário sobre o Lotus 49, deve ter tido um que disse: "isso vai acabar com o automobilismo". E não foi bem assim, foi?

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